UM DOS ÚLTIMOS ENTRE OS DIGNOS E PROFISSIONAIS – Jornalista esportivo Vitor Moran morre aos 72 anos, em Santos. 2

Morre comentarista esportivo Vitor Moran

Ele estava internado desde a ultima terça-feira (12) no Pronto Socorro Municipal da Zona Leste, onde faleceu nesta madrugada

Da Reportagem    Diário do Litoral –   Atualizado em 17 de fevereiro de 2013 às 15h48

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                                                            Vitor Moran e Armando Gomes – Esporte por Esporte

Faleceu neste domingo (17), aos 72 anos, o ex-comentarista esportivo Vitor Moran. Ele estava internado desde a ultima terça-feira (12) no Pronto Socorro Municipal da Zona Leste, onde faleceu nesta madrugada.

O velório acontece hoje na Santa Casa de Santos, a partir das 19h. O enterro será nesta segunda-feira pela manhã, por volta das 8h.

Emilio Vitorino Moran, conhecido como Vitor Moran, depois de décadas trabalhando na Rádio Tupi, na Equipe 1040, e na TV Tupi, Canal 4, voltou ao rádio esportivo de Santos, em 1990.

O ex-comentarista, conhecido como ‘Agulha’, sempre residiu em Santos, onde trabalhou em todas as principais emissoras de rádio. Recentemente, Moran trabalhava no programa Radar Esportivo, na Rádio Cacique AM 1510.

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Vitor Moran era viúvo e não tinha filhos (Foto: Reprodução/Facebook)

Grande perda para crônica esportiva

Desde de 2010 no Programa Radar Esportivo, o ‘comentarista que toca bem a bola’ deixa saudades na equipe liderada por Paulo Alberto Francisco.
“Ele era um baita profissional. Inteligente, fazia da memoria dele um arquivo vivo do futebol nacional e internacional. Uma pessoa pessoa super fácil de lidar. Ele passava para ouvinte, o que o ouvinte queria ouvir de verdade. Era um grande amigo. Ele tinha no rádio o oxigênio dele, o oxigênio da vida dele era trabalhar no rádio. A morte dele é uma grande perda para crônica esportiva de Santos”, diz Paulo Alberto.

O líder o Programa Radar Esportivo encerra contando um pouco mais sobre ex-comentarista. “O Vitor Moran foi para mim foi um dos grandes profissionais com quem trabalhei. Era um cara descontraído e ao mesmo tempo falava a verdade. Através da sabedora dele, conseguia passar para o ouvir os detalhes do futebol perfeitamente, como a uma leitura tática, por exemplo”.

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Vitor Moran junto com a equipe do programa Radar Esportivo, no final do ano passado (Foto: Arquivo pessoal/Paulo Alberto Francisco)

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É lamentável, pois grande parte da imprensa – em todos os setores , seja  do político ao esportivo – da Baixada Santista, especificamente os “profissionais” que trabalham nos maiores veículos de imprensa e televisão, são pessoas subservientes – algumas compradas – e que desonram a profissão.
Alguns são vergonhosos pela falsidade das informações que prestam; outros completamente ignaros não ultrapassam a zona da futilidade.
Os poucos que mostram postura independente, digna e profissional  acabam demitidos como VITOR MORAN , impedido de participar do programa ESPORTE por ESPORTE , em razão de sua postura ( vídeo acima ) na campanha eleitoral do Santos FC , em 2009.

O candidato derrotado – o ex-presidente dos Santos F.C., Sr. Marcelo Teixeira – é o dono da emissora que herdou o programa da extinta TV Litoral .  

PF prende policiais civis com 308 kg de cocaína: Os investigadores são Glauco Fernando Santos Fernandes, que atuava no 8º Distrito Policial de Sorocaba; e Michael David Ruiz e Alexandre Lajes, ambos do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), de São Paulo 81

16/02/2013 |QUADRILHA

PF prende policiais civis com 308 kg de cocaína

Dois investigadores são do Denarc, de São Paulo, e um do 8º DP, de Sorocaba. Eles foram abordados no KM 33 da Castelo
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Marcelo Roma marcelo.roma@jcruzeiro.com.br
Policiais civis de São Paulo e de Sorocaba são acusados de participar de uma quadrilha de tráfico que movimentava grande quantidade de cocaína. Eles foram presos sexta-feira à noite no quilômetro 33 da rodovia Castelo Branco (SP-280), em Jandira, por policiais rodoviários estaduais, a partir de investigação realizada pela Polícia Federal há cerca de um ano. Além dos três policiais civis, foram presos mais dois homens. Todos fariam parte da quadrilha de tráfico. Os investigadores são Glauco Fernando Santos Fernandes, que atuava no 8º Distrito Policial de Sorocaba; e Michael David Ruiz e Alexandre Lajes, ambos do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), de São Paulo.
Também foram presos Humberto Otávio Bozzola e Raimundo Nonato Ferreira, que moravam em Sorocaba. Humberto seria dono de duas casas noturnas na cidade, uma na região central e outra no Parque Vitória Régia. Os acusados foram parados em dois carros, um Gol e uma caminhonete Dodge Ram, às 22h45 de sexta. Eles seguiam em direção a Sorocaba. Glauco dirigia o Gol e levava Humberto como passageiro. Na caminhonhete estavam Raimundo, Alexandre e Michael, que dirigia. Policiais rodoviários acharam nos dois veículos 133 quilos de cocaína pura, dividida em 122 tijolos prensados. Policiais federais de Sorocaba e de São Paulo apreenderam mais droga no edifício em que Alexandre morava, na rua Apinagés, bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo. No depósito da garagem havia uma mala com mais 175 quilos de cocaína. Policiais federais procuraram ainda pelo carro de Alexandre, um Vectra, encontrado numa rua paralela. Dentro do carro, havia uma mala da marca Louis Vuitton com dólares, reais e euros. O valor total não foi divulgado.
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Os cincos acusados foram autuados em flagrante na Delegacia da PF em Sorocaba. Os três investigadores foram levados para o Presídio Especial da Polícia Civil, em São Paulo. Glauco já trabalhou na Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) e outros distritos policiais de Sorocaba. A cocaína viria de países da América do Sul, como Bolívia, Colômbia e Peru. Os 133 quilos da droga apreendidos no Gol e na caminhonete Dodge teriam sido desviados de apreensões do Denarc e seriam distribuídos em Sorocaba e cidades da região. Os policiais civis estariam fazendo a escolta da droga. Tinham armas, distintivos e algemas. Ao serem parados por policiais rodoviários teriam dado versões divergentes. A caminhonete Dodge havia sido apreendida pelo Denarc com outros traficantes e ficou à disposição como “fiel depositário”.
Corregedoria
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) divulgou nota ontem em que informa que “o secretário Fernando Grella Vieira solicitará à Superintendência da Polícia Federal cópia do inquérito e documentos relativos à prisão dos três policiais para que a Corregedoria instaure os devidos procedimentos disciplinares.” “Ficando comprovado o envolvimento destes policiais com práticas criminosas, os procedimentos resultarão na demissão dos servidores a bem do serviço público. A Secretaria da Segurança Pública não tolera delitos de qualquer natureza praticados por policiais”, conclui a nota.
Porto Feliz
Policiais federais de Sorocaba trocaram tiros com traficantes depois que um avião que transportava 400 quilos de cocaína pousou no meio de um canavial em Porto Feliz, no dia 6 de fevereiro. Dois homens foram presos, um no mesmo dia, e o piloto que é paraguaio, dois dias depois. O piloto ficou escondido na zona rural do município. A PF não informou se há relação entre as prisões em Porto Feliz, no início do mês, e a dos policiais civis, na sexta-feira.

João Alkimin: NÃO É A INSTITUIÇÃO 112

NÃO É A INSTITUIÇÃO

Hoje, infelizmente, segundo informações veiculadas alguns policiais civis foram presos por tráfico de entorpecentes. É profundamente lamentável que tal fato ocorra, mas não concordo quando a imprensa dá ênfase a que são policiais do DENARC. Ora, não importa de onde sejam, se realmente cometeram o ilícito, foram eles  e não o Departamento.
Alguns poderão discordar de mim, mas concordo com que não se veicule o nome dos policiais, pois não podemos nos esquecer que os policiais mesmo que tenham cometido o crime possuem família e nessa hora quem sofre são os filhos, os pais, mulher… Enfim, todos seus amigos e parentes.
Por óbvio que se forem culpados merecem todo o rigor da lei, pois tal atitude atinge a toda uma  Instituição, a milhares de policiais honestos que não se aliam a criminosos, mas eu particularmente, prefiro aguardar o trânsito em julgado.
Hoje o tráfico de entorpecentes corrói as entranhas das cidades e não só de nossas policias, como também do Judiciário e do Ministério Público.
O que me causa espanto não é terem sido presos, mas sim terem sido presos pela Policia Federal. Será que o famoso serviço de inteligência da Policia Civil, a Corregedoria, ou o próprio Departamento, nem de longe desconfiavam de que algo de errado poderia estar acontecendo? Se desconfiavam ou sabiam e nada fizeram, são omissos. Se não sabiam, são incompetentes e de qualquer maneira deveriam ser responsabilizados.
Quando se trata de perseguir policiais, por motivos políticos como se fez entre outros, com o Delegado Conde Guerra, Frederico, Bibiano e tantos outros, a Corregedoria e a Administração Superior agem com uma rapidez espantosa. Quando se trata de crime grave, como supostamente cometeram os policiais presos, ninguém sabia de nada.
À mim parece que essa Administração já começou mal e dou o motivo: não faz nem 40 dias que o Seccional de Mogi das Cruzes foi trocado, de uma maneira absolutamente deselegante, diga-se de passagem, e tenho informações de fontes fidedignas que essa semana que entra já haverá uma nova troca. Inclusive, já se falando em um novo nome, a Delegada Marta Rocha, que saliente-se começou sua carreira em Mogi das Cruzes.
Ora, se uma Administração em menos de 40 dias promove duas trocas de Delegados  Seccionais na mesma região, algo está errado. Ou então existe ingerência política extremamente forte para conseguir tais desígnios.
Esperemos para ver se os fatos se concretizam…
Por derradeiro, gostaria de dizer que o Secretário de Segurança Pública já poderia e deveria ter revisto os atos do ex Secretário Ferreira Pinto, que demitiu imotivadamente e por pura perseguição política e, também pessoal, a inúmeros policiais. Se isso ocorrer, será um ato não só de grandeza como também poupará alguns milhares de reais para o erário público. E terá uma outra vantagem, reintegrando aqueles que a meu sentir foram demitidos de maneira injusta, estará em paz com sua própria consciência, pois não podemos nos esquecer que antes de ser Secretário, o Dr. Grella é Promotor de Justiça aposentado e antes e acima de tudo, o Promotor não deve ser simplesmente um acusador, mas sim o fiscal da lei. E se a lei foi burlada para se conseguir demissões, cabe a ele rever os atos e colocar as coisas em seus devidos lugares.
Finalmente, se os policiais presos forem culpados, que paguem por seus atos, mas minha solidariedade à suas famílias. Bem como minha solidariedade à família de todos aqueles viciados que se desgraçam e desgraçam a família.
João Alkimin
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O povo tem o direito de saber o nome dos três traficantes que portavam carteira policial, distintivo e arma 43

16/02/2013-09h14

Três policiais do Denarc são presos por desviar drogas em SP

DE SÃO PAULO

Atualizado às 12h52.

A Polícia Federal prendeu na madrugada deste sábado (16) três policiais do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) suspeitos de desviar drogas que eram apreendidas pelo departamento, em São Paulo.

Os policiais chegaram até os suspeitos depois de monitorar uma quadrilha de traficantes no último ano. Os criminosos atuam no Brasil e em outros países da América do Sul, segundo a polícia.

Por meio de escutas telefônicas, os policiais descobriram que os agentes do Denarc repassavam as drogas para a quadrilha.

Com os suspeitos, a polícia apreendeu 300 quilos de cocaína.

Segundo o delegado da Polícia Federal, Roberto Boreli, que fez a prisão dos policiais em Sorocaba (99 km de SP), ainda não dá para estimar há quanto tempo o trio vendia as drogas apreendidas nem a quantidade de entorpecentes que foi desviada.

Além dos policiais, foram presos dois integrantes da quadrilha de traficantes. O delegado diz que parte dos criminosos é de colombianos e que mais suspeitos devem ser presos nos próximos dias.

A polícia não divulgou os nomes nem quanto tempo os policias estão no Denarc. A Corregedoria da Polícia Civil investiga o caso. A Folha não teve acesso aos presos e tampouco a seus advogados.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, afirmou no início da tarde, por meio de nota, que vai requisitar à Superintendência da PF cópia do inquérito e documentos relativos à operação “para que a Corregedoria da Polícia Civil instaure os devidos” procedimentos disciplinares.

“A Secretaria da Segurança Pública não tolera delitos de qualquer natureza praticados por policiais”, diz a nota de Vieira, que assumiu o cargo no final de 2012.

Policiais do Denarc são presos com mais de 100 kg de cocaína em SP 24

16/2/2013 às 13h15

Investigação da Polícia Federal apontou que eles desviavam drogas apreendidas em operações

Da Agência Brasil

Policias Federais de Sorocoba, no interior de SP, prenderam três investigadores do Denarc (Departamento Estadual de Investigações Sobre Narcóticos), com mais 100 kg de cocaína na rodovia Presidente Castello Branco, interceptando um comboio na estrada.

Um dos policiais é do interior paulista, e os outros dois do Departamento de Repressão ao Narcotráfico. De acordo com Polícia Federal, a suspeita é que eles desviavam drogas apreendidas em operações de combate ao tráfico nacional e internacional.

O esquema

A investigação da Polícia Federal apontou que os policiais suspeitos entravam em contato com traficantes de Sorocaba para comprar a cocaína. Estes faziam a conexão com traficantes da Bolívia e da Colômbia, que traziam a droga para o Brasil mas, quando a cocaína chegava no País, era apreendida pelos policiais do Denarc. Uma pequena parte era apresentada na delegacia, o restante, desviado.

Após as prisões, os policiais federais descobriram que havia mais droga em uma casa de um policial em São Paulo, na rua Apinagés, em Perdizes, zona oeste da capital. Ao chegarem no local, foi apreendidos mais 170 kg de cocaína, além de dólares e euros escondidos dentro de uma mala.

Leia mais notícias de São Paulo no R7

Os dois traficantes presos foram transferidos para uma cadeia comum. Os três policiais foram levados para o presídio da Polícia Civil, em São Paulo.

Outro lado

Por meio de nota, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, afirmou que “solicitará à Superintendência da Polícia Federal cópia do inquérito e documentos relativos à prisão dos três policiais para que a Corregedoria da Polícia Civil instaure os devidos procedimentos disciplinares. Ficando comprovado o envolvimento destes policiais com práticas criminosas, os procedimentos resultarão na demissão dos servidores a bem do serviço público”.

São Paulo GAP deve ser totalmente incorporada ao salário-base dos policiais civis e militares 42

Sex, 15 de Fevereiro de 2013 09:47

A Gratificação por Atividade Policial deve, após a promulgação da Lei Complementar nº 1.021, de 23 de outubro de 2007, ser incorporada aos vencimentos dos policiais civis e militares na ativa, aposentados e seus pensionistas. A Administração Pública, no entanto, incorporou apenas 50% do valor do benefício ao salário-base dos servidores. “Portanto, todos os servidores públicos, policiais civis e militares, ativos, aposentados e pensionistas do Estado de São Paulo podem pleitear judicialmente a correta incorporação da GAP em seus vencimentos”, explica a advogada Ana Flávia Magno Sandoval, sócia da Advocacia Sandoval Filho.

O não cumprimento da Lei Complementar nº 1.021 tem reflexos ainda mais prejudiciais ao servidor público. A incorporação da GAP reflete diretamente no cálculo de outras verbas pagas aos servidores, como o RETP – Regime Especial de Trabalho Policial –, o Adicional por Tempo de Serviço e a Sexta-Parte. Veja mais detalhes no artigo escrito por Ana Flávia Magno Sandoval.

Policiais civis e militares ativos, inativos e pensionistas têm direito à incorporação integral da GAP – Gratificação por Atividade Policial – no salário-base

A Gratificação por Atividades Policial – GAP – foi instituída através da Lei Complementar nº 873, de 27 de junho de 2000, aos integrantes das carreiras das Polícias Civil e Militar, no valor de R$ 100,00 (cem reais), e é paga aos servidores em atividade, aposentados e pensionistas.

Através da promulgação da Lei Complementar nº 1.021, de 23 de outubro de 2007, esta gratificação foi absorvida nos vencimentos e proventos dos integrantes das carreiras policiais civis e militares, bem como nas pensões percebidas por seus beneficiários.

Entretanto, o que fez a Administração Pública foi incorporar apenas 50% da GAP no salário-base dos servidores públicos, contrariando desta forma a disposição legal da LC nº 1.021/2007, que determina de forma expressa a incorporação integral da referida gratificação.

Esta incorporação integral da GAP no salário-base tem reflexos diretos no cálculo de outras verbas pagas aos servidores pertencentes às carreiras das Policias Civil e Militar, como por exemplo, o RETP – Regime Especial de Trabalho Policial, Adicional por Tempo de Serviço e Sexta-Parte.

Portanto, todos os servidores públicos, policiais civis e militares, ativos, aposentados e pensionistas do Estado de São Paulo podem pleitear judicialmente a correta incorporação da GAP em seus vencimentos, bem como os reflexos desta diferença nas demais verbas percebidas em holerite, respeitada a prescrição quinquenal, contada a partir do ajuizamento da ação judicial.

Fazem jus a este direito, inclusive, os servidores públicos cuja concessão da GAP se deu por decisão judicial transitada em julgado, conforme autorizado pela LC nº 1.021/2007.

Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Exerça seu direito clicando aqui e, em seguida, em Servidores Públicos do Estado de São Paulo, na parte de Secretaria da Segurança Pública.

Ana Flávia Magno Sandoval

OAB/SP nº 305.258

Temendo indiciamento – como meio de exonerar administração municipal de responsabilidade política e civil – vítimas só se apresentarão ao 5º Distrito Policial de Santos acompanhados de advogados…( Duas vítimas cumpriam prisão domiciliar e não poderiam estar trabalhando na noite do Carnaval…Tá certo! …Delegado suspeito de corrupção em tráfico de entorpecentes – processado criminal e administrativamente – pode ser titular de Unidade e presidir investigação envolvendo interesses políticos ? ) 16

novodelegado

Carnaval

Vítimas de acidente com carro alegórico depõem só na segunda

Bruno Lima

Os depoimentos dos membros da ala de apoio da Escola Sangue Jovem que sobreviveram à tragédia com o carro alegórico da agremiação, na madrugada de terça-feira, na saída do sambódromo Dráusio da Cruz, na Zona Noroeste, foi adiado para a próxima segunda-feira.
Depois de receberem alta na quinta-feira, Fabrício Cézar da Silva, Genilson dos Santos e Marcílio Robson da Silva afirmaram à polícia que suas versões precisavam ser remarcadas, pois todos desejam comparecer ao 5º Distrito Policial de Santos acompanhados de advogados. O pedido foi atendido. ( DIGA-SE: NÃO PODERIA SER  NEGADO )
O mesmo irá acontecer com o presidente da Liga Independente e Cultural das Escolas de Samba, Heldir Lopes Penha, o Aldinho, e Solange Aparecida Noronha, mãe da jovem Mirela Garcia Diniz, uma das vítimas fatais do acidente.
Solange, que teve ferimentos por conta da tragédia, deixou o hospital Santa Casa na quarta-feira para acompanhar o enterro da filha, mas ainda não se encontra em condições psicológicas para relatar tudo o que viu.
Na quinta-feira, o delegado Antonio Carlos de Castro Machado Júnior recolheu os primeiros depoimentos do caso. Foram ouvidos o Secretário de Cultura da Cidade, Raul Christiano, e o vice-presidente da escola de samba Alvinegra.

Mais um colega, agora do DHPP acaba de ser executado em Ferraz de Vasconcelos: Sebastião Clemente Neto ( 65 anos ) 27

Enviado em 15/02/2013 as 17:47 – CALÇA BRANCA MOTIVADO

Mais um colega, agora do DHPP acaba de ser executado em Ferraz de Vasconcelos, a reportagem da Record está no local, segundo informações primárias o colega levava uma sobrinha na casa de parentes quando foi interceptado por dois indivíduos em uma moto que o alvejaram com três tiros! Que Deus conforte a família do colega!

, 15 de Fevereiro de 2013 – 18h52

Violência-SP: Motoqueiros matam policial durante roubo em Ferraz de Vasconcelos

FolhaPress

SÃO PAULO, SP, 15 de fevereiro (Folhapress) – Um policial civil de 65 anos morreu durante um assalto por volta das 14h de hoje na cidade de Ferraz de Vasconcelos (na Grande São Paulo). A filha dele e um neto de seis anos de idade presenciaram o crime.

Sebastião Clemente Neto tinha acabado de chegar na casa da filha dele, no Jardim Anchieta, quando foi abordado por dois ladrões em uma moto. A dupla exigiu que ele entregasse o dinheiro que sacara de um banco no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo.

Conforme a polícia, quando Neto foi entregar o dinheiro (cerca de R$ 2.500), um dos ladrões percebeu que ele estava armado e disse que iria matá-lo porque era policial.

O criminoso deu três tiros nele. Neto foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Agente da polícia há pelo menos duas décadas, Neto trabalhava na garagem do DHPP (departamento de homicídios).

Esse foi o quarto caso de latrocínio (roubo seguido de morte) na região metropolitana de São Paulo nos últimos três dias. As outras vítimas morreram ontem e anteontem nas zonas oeste e leste da capital paulista.

Entre os mortos está um perito da Polícia Técnico-Científica que foi baleado na cabeça quando, conforme os investigadores, os criminosos descobriram que ele era policial

Encontro marca nova fase de relações entre Polícia Civil e Tribunal de Justiça de São Paulo 17

BLOG DO DELEGADO

Do portal da Polícia Civil de SP

mini_DSC_0377Acompanhado de outras seis autoridades, o delegado geral, Luiz Maurício Souza Blazeck esteve no Tribunal de Justiça de São Paulo na manhã de sexta-feira (8), para conversar com o presidente da Casa, o desembargador Ivan Sartori, sobre as atuais expectativas da Polícia Civil quanto ao relacionamento com o TJSP.

Reunidos a Luiz Blazeck e a Ivan Sartori na sala da presidência do Tribunal de Justiça estiveram a delegada da Assistência Policial de Comunicação Social, da Delegacia Geral de Polícia Adjunta (APCS/DGPAd), Fernanda Herbella Maia, o desembargador Waldir Sebastião de Nuevo Campos Júnior, os juízes assessores da presidência do TJSP Rodrigo Capez, Guilherme de Macedo Soares e Regis de Castilho Barbosa Filho, e o secretário assessor da presidência, Kauy Carlos Lopérlogo de Aguiar.

Ivan Sartori recebeu os delegados de polícia dando-lhes as boas vindas ao TJ e logo tendo iniciado a reunião lhes falou das impressões positivas que compartilhou com o secretário da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, sobre a nova direção da Polícia Civil.

A conversa passou por uma retrospectiva das últimas e mais importantes ações policiais civis no Estado e incluiu as perspectivas para o futuro da polícia judiciária. Foram discutidas políticas de segurança pública, a mudança natural e necessária de postura da SSP e Polícia Civil frente às transformações do crime organizado, o controle e fiscalização da conduta policial, a renovação dos recursos materiais da polícia e como se encontram atualmente os maiores departamentos policiais.

mini_DSC_0378O delegado geral deu às autoridades presentes um panorama breve e objetivo de como trabalham os policiais civis em todo os Estado e destacadamente os do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

“O trabalho da polícia hoje é de resgate da instituição. O Decap, por exemplo, que é o maior departamento de polícia judiciária da América Latina, está sendo reestruturado, passa por uma reengenharia, para investigar mais, porque não basta o registro do B.O (boletim de ocorrência), é preciso esclarecer os crimes”, afirmou Luiz Blazeck.

O inquérito policial eletrônico foi também um ponto destacado por todos na reunião. “Para o inquérito eletrônico faltam alguns ajustes no RDO (Registro Eletrônico de Ocorrências), que será o RDO 4, mas tudo o que é necessário mudar no banco de dados (que armazena os B.O’s e demais informações pertinentes aos inquéritos policiais) está sendo feito e esperamos que em maio o projeto esteja adequado”, mencionou o delegado geral, que completou: “É preciso uma ligação de sistemas com a Polícia Científica, que digitalizará laudos e assinaturas, o que já está em andamento. Há um projeto piloto no Deinter 4 (departamento de Bauru) com o IC (Instituto de Criminalística) de lá, e já foram feitos testes”.

Outra questão levantada e bastante discutida pelas autoridades foi a preparação da Polícia Civil para a Copa FIFA de 2014, o que incluiu o treinamento dos policiais para atendimento da população local e dos turistas, a realocação de recursos humanos para locais estratégicos, como a região do Porto de Santos (no Deinter 6), que receberá ao menos 89 navios que funcionarão como hotéis (número confirmado até o momento), o que significará a movimentação de no mínimo 15 mil pessoas naquela região durante o evento.

mini_DSC_0382A reunião foi encerrada com declarações de compromisso por parte da Polícia Civil e do Tribunal de Justiça para colaborarem entre si em todas as questões em que ambas possam de fato atuar juntas.

Após o encontro no TJSP, Luiz Blazeck e Fernanda Herbella visitaram no Fórum João Mendes, a Assistência Policial Civil do Tribunal de Justiça, unidade criada em maio de 2012 e que é dirigida pelo delegado de polícia Fábio Augusto Pinto. Na ocasião, o titular mostrou aos visitantes as instalações da APC/TJ e lhes falou do trabalho ali desenvolvido. As informações são do portal da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

[Foto: Divulgação/Portal da Polícia Civil]

SP: Defensoria faz 2 representações contra ordem da PM considerada racista 22

Em ordem interna, comando da PM em Campinas determinava abordagens focadas em “indivíduos de cor parda e negra”
A Defensoria Pública de São Paulo protocolou duas representações, junto à Secretaria de Estado da Justiça e da Defesa da Cidadania e ao Ministério Público estadual, contra uma ordem de serviço do comando da Polícia Militar em Campinas que determinava abordagens “especialmente em indivíduos de cor parda e negra”. Nos documentos, o órgão pede que os responsáveis pela ordem sejam investigados administrativa e criminalmente.
A ordem foi emitida para patrulhamento em um bairro com incidência de roubos a residências e determinava que os policiais focassem em suas abordagens, em uma determinada área, “transeuntes e veículos em atitude suspeita, especialmente indivíduos de cor parda e negra com idade aparentemente de 18 a 25 anos, os quais sempre estão em grupo de 3 a 5 indivíduos na prática de roubo à residência daquela localidade”.
No dia 8 de fevereiro, o defensor público Bruno Shimizu entrou com uma representação na Procuradoria Geral de Justiça do Ministério Público do Estado (MP-SP), pedindo a abertura de inquérito policial para apurar o crime de racismo. No documento, o defensor argumenta que a ordem da PM “identifica a imagem do cidadão negro com a de criminosos, o que é inadmissível”.
Nesta quinta-feira, foi oferecida uma denúncia administrativa à Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania. A defensora pública Vanessa Alves Vieira argumenta que a ordem deve ser enquadrada no art. 2º, inciso I, da Lei Estadual nº 14.187/10, que considera ato discriminatório, por motivo de raça ou cor, “praticar qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória”.
A defensora pede que sejam aplicadas aos responsáveis as sanções previstas na lei estadual, penaliza administrativamente práticas de discriminação racial. Entre as sanções previstas estão a aplicação de advertência, multa e penalidades disciplinares para agentes públicos, servidores públicos ou militares. Segundo Vanessa Alves Vieira, “a concretização da ordem implica, necessariamente, em intimidação, constrangimento e vexame aos cidadãos negros”.(Terra)

Domingos Paschoal Cegalla (1920-2013) – Professor e vencedor do Jabuti de tradução 11

15/02/2013- 00h02- Estêvão Bertoni de São Paulo

“Como é que você consegue?”, questionava Dalva ao marido, Domingos Paschoal Cegalla, enquanto ele devorava livros escritos em grego. “Eu gosto de descobrir coisas novas”, respondia à mulher.

Catarinense nascido num distrito de São João Batista, Domingos aprendeu grego (e latim, italiano e francês) durante os anos de seminário em Curitiba (PR). Desistiu de ser padre e foi cursar letras.

Dominar o idioma de Sófocles lhe foi muito útil. Pela tradução de “Édipo Rei”, ganhou o prêmio Jabuti em 2001. Também verteu “Antígona” e “Electra” para o português.

Professor, poeta e romancista, foi autor de dezenas de livros de português e gramática, como “Dicionário de Dificuldades da Língua Portuguesa” e “Novíssima Gramática da Língua Portuguesa”.

Em 1983, a “Veja” o chamou de “um mágico do livro didático atraente”. “Se não tiver apelo visual, o livro não é aceito nem pelo aluno nem pelo professor”, disse à revista.

Apesar de ser conhecido, “achava um horror” aparecer em público e dar entrevistas.

Mingo, como era chamado em casa, considerava fundamental estudar. Dalva, funcionária pública aposentada, formou-se aos 42 em administração por incentivo do marido.

Ele trabalhou como professor até 1970 e seguiu escrevendo. Divertia-se jogando xadrez. Descrito como bondoso pela mulher, ficava indignado quando cruzavam com ele e não lhe davam bom-dia.

Aos 92, impressionava pela lucidez. Morreu na sexta (8), no Rio, de pneumonia e falência renal. Teve quatro filhos e dois netos. A missa do sétimo dia será hoje, às 18h30, na igreja Santa Mônica, no Rio.

coluna.obituario@uol.com.br

domingospcegalla

Tragédia no Carnaval – Delegado que deu entrevista contrária aos interesses da Prefeitura de Santos – PSDB – é afastado das investigações; em seu lugar presidirá o inquérito Delegado que responde criminal e administrativamente por suspeita de corrupção em tráfico de entorpecentes…( SERÁ QUE OS DIREITOS DAS VÍTIMAS SERÃO GARANTIDOS…SERÁ QUE O DELEGADO NÃO SERÁ PRESSIONADO PELO GOVERNO TUCANO ? … Alivia ou rua! 21

Polícia recebe novos depoimentos sobre acidente com carro alegórico

De A Tribuna On-line

Mais três pessoas foram ouvidas nesta quinta-feira sobre o caso do acidente envolvendo um carro alegórico da Sangue Jovem, que deixou quatro mortos na madrugada da última terça-feira. Dessa vez, prestaram esclarecimentos o secretário de Cultura de Santos, Raul Christiano, e o chefe do departamento de eventos da Prefeitura, Rafael Leal. Os depoimentos devem seguir até o fim da próxima semana. Os familiares das vítimas também serão convocados.
O secretário afirmou que o deslocamento do carro alegórico no momento da tragédia era tarefa da escola de samba Sangue Jovem. “Após o desfile, eles têm 30 minutos para fazer o percurso do sambódromo até a área de desmonte.” De acordo com ele, funcionários da Prefeitura podem acompanhar o percurso, mas a operação é responsabilidade das agremiações.
Em entrevista à TV Tribuna, o diretor da Polícia Civil Aldo Galiano Júnior afirmou que houve negligência e que o objetivo da investigação é descobrir quem errou.
“Três, quatro para segurar um veículo daquele porte, é muito pouco. É evidente que houve negligência. Houve uma modalidade de crime culposa. Só para se ter uma ideia, um carro com dez metros de altura é uma edificação de três andares. Qualquer pessoa que passar pela rua, em frente a um prédio de três andares vai olhar a fiação, transformadores. Então houve uma negligencia total de alguém, mas é muito prematuro dizer quem ou chegar a uma conclusão”, disse.

Créditos: Claudio Vitor Vaz

Carro alegórico pegou fogo após encostar em rede elétrica. Quatro pessoas morreram

Nesta quinta-feira, sem maiores explicações, o comando da Polícia Civil ordenou que as investigações da tragédia com o carro da escola de samba Sangue Jovem serão chefiadas pelo delegado titular do 5º Distrito Policial de Santos, Antonio Carlos de Castro Machado Junior, e não mais pelo delegado assistente, João Octavio de Mello. A mudança ocorreu junto com a determinação de que as autoridades não podem mais se pronunciar publicamente em relação ao caso.

Na manhã desta quinta-feira, três vítimas que permaneciam internadas na Santa Casa de Santos receberam alta. Os sobreviventes devem conversar com os investigadores da equipe do 5º DP nesta sexta. Solange Aparecida Noronha também será ouvida. Ela é uma das vítimas, mas saiu da Santa Casa por conta própria para acompanhar o enterro da filha Mirela Diniz Garcia, atingida pela descarga elétrica na frente de casa.
Também nesta sexta-feira ocorre a apuração dos votos do Grupo de Acesso. Pelas novas regras anunciadas pela Prefeitura na última quarta-feira, em 2014, o Grupo Especial passará a contar com 12 agremiações.
Desse modo, em 2014, três escolas do Grupo Especial devem ser rebaixadas para o Grupo de Acesso, que contará com três agremiações. Apenas uma subirá para à elite do Carnaval santista no ano seguinte. Assim, em 2015, o Grupo Especial voltará a ter 10 escolas e o de Acesso ficará novamente com cinco.

INDÍCIO DE NEGLIGÊNCIA OU DOLO : Prefeitura de Santos – PSDB – fez Carnaval sem alvará do Corpo de Bombeiros devido à ausência de condições adequadas de segurança 16

Quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 – 20h02

Sem documento

Prédio construído em sambódromo de Santos não tinha AVCB

De A Tribuna On-line

Apesar de não ter relação nenhuma com o acidente envolvendo um carro alegórico que deixou quatro mortos na última terça-feira, o prédio que abriga o camarote construído na Passarela do Samba Dráusio da Cruz, na Zona Noroeste, tinha problemas. As informações do Corpo de Bombeiros foram divulgadas em reportagem da TV Tribuna, na noite desta quinta-feira.
De acordo com a denúncia, quando os bombeiros realizaram a primeira vistoria no edifício construído no sambódromo, foram verificadas algumas irregularidades. No entanto, a Prefeitura não corrigiu essas falhas e a obra foi inaugurada sem o auto de vistoria (AVCB).
Conforme e-mail enviado à redação da TV Tribuna, na primeira vistoria foram apontadas irregularidades na construção de alvenaria nos prédios destinados aos camarotes. Na mensagem, o comandante do Corpo de Bombeiros ainda afirma que representantes da Prefeitura foram avisados e o local deveria ser modificado. Já na segunda e última fiscalização realizada no sábado de Carnaval, os bombeiros verificaram que os problemas não tinham sido resolvidos e por isso, não deram o auto de vistoria.
Questionado sobre o uso do sambódromo sem o AVCB, o secretário adjunto de infraestrutura e edificações Nilson Barreiro disse que o prédio não está totalmente concluído, mas todos os equipamentos de combate a incêndio e prevenção a rotas de fogo estão funcionando.
”Como é um evento que está com instalações provisórias e o edifício é permanente, diferente do ano passado, que era tudo provisório, ele considerou algumas desconformidades em função da ocupação total do prédio. O prédio não está totalmente concluído. Portanto, ele não poderia dar o auto de vistoria do bombeiro”, explicou.
Sobre as desconformidades encontradas, Barreiro informou que se referem  à ocupação dos depósitos do anfiteatro, que foram todos lacrados para o Carnaval. “Toda a área referente ao camarote, salas de imprensa e outros locais, estava com as condições de combate a incêndio todas funcionando. Tanto é que na hora que houve o apagão, o prédio se manteve com toda a iluminação funcionando, que é um dos itens de segurança. A parte que o Corpo de Bombeiros fiscaliza no auto de vistoria é quanto à funcionabilidade dos equipamentos de segurança com o prédio em plenitude, que é o que vai ser o centro cultural, com utilizações diferenciadas no Carnaval. Então ele não tem esse documento em função do prédio não estar totalmente concluído”.
Indagado sobre se a Prefeitura liberaria um local que tivesse AVCB, o secretário disse que é necessário analisar caso a caso. “No caso aqui, nós temos toda uma equipe técnica que se responsabiliza por evento. O auto de vistoria não impede a realização do evento, quem impede isso é a Prefeitura, mediante às vistorias que ela faz. Então garantimos que o prédio estava seguro e todas as instalações das arquibancadas estavam seguras. Tanto é que não houve nenhum tumulto e nada aconteceu durante o sinistro que aconteceu na dispersão”.

Prédio que abrigava os camarotes e salas de imprensa não recebeu o auto de vistoria do Corpo de Bombeiros

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PEGA NA MENTIRA, CORTA O RABO DELA, PISA EM CIMA…BATE NELA: “eu estudei o caso e vi que nenhuma Lei mudou a escolaridade do Agente Policial de 1º para 2º grau” …( No Brasil a repristinação só é admitida se for expressa ) 41

Palavras do Presidente:
O Presidente do SIPOL questionou os seguintes pontos:
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PRESIDENTE DO SIPOL: na Polícia Civil o funcionário, seja ele Investigador, Escrivão, Delegado, Carcereiro, Perito, Agente, etc, deve saber dominar relativamente bem determinadas tecnologias e procedimentos diversos. Os concursos para todos os cargos da Polícia Civil deveriam ser no mínimo de 2º grau, quiçá grau universitário mesmo. E agora fomos surpreendidos com o Edital do Concurso para Agente Policial exigindo escolaridade de 1º grau.
SECRETÁRIO: eu estudei o caso e vi que nenhuma Lei mudou a escolaridade do Agente Policial de 1º para 2º grau. Alguém simplesmente passou a soltar os Editais com escolaridade de 2º grau. Agora a fundação VUNESP é quem faz o concurso, e ela se pauta pela Lei. E a Lei ainda exige 1º grau. Então, na verdade, não procedemos a um retrocesso, a VUNESP só cumpriu a Lei. Mas a reestruturação está sendo estudada, o Dr. Blazeck (Delegado Geral) já está com o ante-pré-projeto. Ele está estudando o assunto e eu o estou deixando totalmente a vontade para fazê-lo. Em breve teremos um esboço e eu vou pedir a ele que o apresente a vocês.
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Afirmam ALBERTO ANGERAMI e NESTOR S. PENTEADO , em LEI ORGÂNICA DA POLÍCIA – Capítulo III – Do Provimento de Cargos , Seção I – Das Exigências para Provimento, fls. 18 e 19:
Não basta o certificado de colação de grau, a lei determina a apresentação do DIPLOMA, o que dificulta, mas não evita a fraude.
Para as demais carreiras, de investigador , escrivão e agente policial ( grifo nosso ) , era preciso, no mínimo, ser possuidor de certificado de conclusão do 2º grau ou equivalente, porém agora se exige nível supeiror paras as duas primeiras. Para a carreira de agente policiail exige-se, ainda, carteira de motorista de categoria profissional .  ( 2a. Edição – Revista, atualizada e ampliada –  MILLENNIUM EDITORA – 2006 – CAMPINAS/ SP )

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Conforme a Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro –  Lei nº 12.376, de 30 de dezembro de 2010 –  não se aplica a repristinação no ordenamento jurídico brasileiro, de se ver o inteiro teor do artigo abaixo:

Art. 2o Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.

§ 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.

§ 2o A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

§ 3o Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.

Assim, entendemos que o Artigo 4º  –  DA  LEI COMPLEMENTAR Nº 1.151, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011, in verbis: – Constituem exigências prévias para inscrição no concurso público de ingresso nas carreiras policiais civis ser portador de nível de escolaridade estabelecido para cada carreira no artigo 5ºda Lei Complementar nº 494, de 24 de dezembro de 1986 ( Artigo 5º — Para o ingresso a que se refere o artigo anterior será exigido: I — certificado de primeiro grau ou equivalente, para as séries de classes de: a) Carcereiro;b) Agente Policial;c) Atendente de Necrotério Policial;d) Auxiliar de Papiloscopista Policial ) ;  e no artigo 1º da Lei Complementar nº 1.067, de 1º dezembro de 2008 (Artigo 1º – Para o ingresso nas carreiras de Escrivão de Polícia e Investigador de Polícia, exigir-se-á diploma de graduação de nível superior ou habilitação legal correspondente )   , NÃO REVOGOU O ACIMA TRANSCRITO art. 15 – XIV – da LEI ORGÂNICA DA POLÍCIA CIVIL.

Posto isto,  salvo melhores e abalizadas interpretações , para a carreira de agente policial continua vigendo  a disposição da  Lei Complementar nº 858, de 02/9/1999: SEGUNDO GRAU OU EQUIVALENTE.