Polícia Civil faz ‘operação blecaute’ e protesta na porta do DHPP 63
Policiais foram às ruas por melhores salários e condições de trabalho e pediram a saída do governador Geraldo Alckmin

Vagner Magalhães Direto de São Paulo
Cerca de 200 policiais civis fizeram um protesto na tarde desta quinta-feira, pelas ruas da região central de São Paulo. O ato, que começou na avenida Ipiranga, passou pela frente do Palácio da Polícia, onde fica a sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e seguiu para a sede da Secretaria de Segurança Pública. Na pauta, pedidos de melhoria de salários e condições de trabalho nas delegacias do Estado, e críticas contra o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB). Os policiais, inclusive, pediram a saída do tucano do governo.
Dois gritos de “guerra”, gravados e difundidos por um carro de som, deram o tom da manifestação. “Polícia acordou, o povo decidiu, PSDB, pior salário do Brasil” e “Segurança para o povo é paga com tributo, não pode ser usada pra pagar propinoduto.”
A manifestação foi promovida pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp), que afirma representar mais de 4 mil delegados de polícia. Desde segunda-feira há uma grande movimentação em frente ao DHPP por conta das investigações sobre a morte de dois policiais militares e mais três integrantes da família, na Vila Brasilândia, zona norte da capital paulista.
A paralisação ocorreu por quatro horas, das 10h às 14h. Nesta quinta-feira, parte das delegacias permaneceram de portas abertas, mas com as atividades paralisadas. Segundo a entidade, a cada 10 dias um delegado deixa a carreira por conta da má remuneração.
Segundo a Adpesp, 44 DPs em São Paulo aderiram à paralisação nesta quinta-feira. Ao todo, a capital paulista tem 103 distritos policiais.
Além de São Paulo, paralisaram os serviços DPs das cidades de Jundiaí, São José dos Campos, São João da Boa Vista, Presidente Prudente, Campinas, São Joaquim da Barra, Piracicaba, Aguaí, Limeira, Sertãozinho, Águas da Prata, Ribeirão Preto, Casa Branca, Santa Cruz do Rio Pardo, Ourinhos, Monte Alto, Parque São Rafael, Rio Claro, Americana, Monte Aprazível, Bebedouro, Serra Negra, Lindoia, Jaboticabal, Santa Maria da Serra, Avaré, Jaú, Paulínia, Lins, Socorro, Araraquara, Mongaguá, Sumaré, Aguas de Lindóia, Amparo, Presidente Prudente, Ubarana, Zacarias, São Caetano, Registro, Santa Cruz das Palmeiras, Tambaú, Caconde, Tapiratiba, Mococa, Itabi, Barretos, Divinolândia, Ibitinga, Agudos, Torrinha, São Sebastião da Grama, Suzanópolis, Adamantina, Itu, Matão, São Carlos, Santana Passa Quatro, Santana de Parnaíba, Votuporanga, Pitangueiras, Jaboticabal, Guariba, Dumond, Taquaral, Bauru, Barrinha, Pradópolis, Bragança Paulista, Nazaré Paulista, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Joanópolis, Pedra Bela, Pinhalzinho, Piracaia, Tuiuti, Vargem, Peruíbe, Ibirá, Palestina, Orindiúva, Olímpia, Altair, Iracemápolis, Cordeirópolis, São José do Rio Preto e Adamantina.
RESPOSTA DA SSP AO JORNAL O IMPARCIAL SOBRE AS DECLARAÇÕES DO SIPOL DE PRESIDENTE PRUDENTE E REGIÃO. 29
sipol-prudente.blogspot.com.br
“1 – A SSP informa, por meio de sua Assessoria de Imprensa, que respeita todo tipo de manifestação e acredita que as autoridades responsáveis pelos departamentos e pelas unidades policiais vão assegurar que não haja prejuízos à população.
E para os céticos: “Quem não apóia seu Sindicato não trabalha contro o Sindicato. Trabalha contra SI próprio, contra os COLEGAS e contra a própria família, pois toda luta sindical, essa sim é pra VOCÊ”. Obs. Não é crítica, é um pedido de conscientização e apoio.
Policiais civis fazem protesto na região central de São Paulo 51
Manifestantes caminhavam em direção à Secretaria da Segurança Pública.
Policiais pedem melhores salários e condições de trabalho.
Do G1 São Paulo

Cerca de 300 delegados e policiais civis faziam uma manifestação às 15h20 desta quinta-feira (8) nas ruas da região central de São Paulo, segundo a Polícia Militar. Delegacias de todo o estado tiveram suas atividades paralisadas em protesto entre as 10h e as 14h desta quinta.
Os manifestantes bloquearam vias do Centro durante a caminhada em direção à secretaria. A categoria protestava por melhores condições de trabalho e por maiores salários.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo disse que respeita qualquer tipo de manifestação. A pasta afirmou, porém, que os policiais civis de todo o estado tiveram recomposição salarial, na qual receberam 27,7% de aumento nos últimos dois anos.
Protesto anterior
Delegados e policiais civis de São Paulo também fizeram uma paralisação semelhante no dia 29 de julho. A paralisação, que começou oficialmente às 10h, se estendeu por um período de duas horas, segundo a ADPESP.
De acordo com a associação, cerca de 80% dos mais de mil distritos policias paulistas participaram do ato e paralisaram temporariamente as atividades. Durante o protesto, a delegacias permaneceram com as portas abertas, mas os policiais não atendiam a população.
CREDIBILIDADE NO LIXO: PSDB quer instituir uma investigação privada para esconder a corrupção no metrô 14
Governo de SP vai lançar comissão independente para investigar contratos
BRUNO BOGHOSSIAN
DO PAINEL
O governo de São Paulo vai lançar na manhã desta sexta-feira uma comissão externa, formada por representantes de entidades e organizações da sociedade civil, para investigar as denúncias de formação de cartel em licitações dos sistemas de trem e metrô do Estado.
O objetivo da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) é passar a imagem de que está colaborando com a apuração do caso e que o Estado é vítima de um acordo entre as empresas que venceram as concorrências.
O grupo será formado por ao menos 15 integrantes, indicados por instituições e entidades de classe como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Transparência Brasil, MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral) e Instituto Ethos.
A comissão, segundo integrantes do Palácio dos Bandeirantes, terá independência para investigar as denúncias e terá acesso a documentos do governo e da Corregedoria-Geral da Administração.
CADE
O caso já é investigado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a partir de denúncia da multinacional alemã Siemens. A Folha revelou que a empresa apresentou às autoridades brasileiras documentos nos quais afirma que o governo paulista soube e deu aval à formação de um cartel.
A negociação com representantes do Estado, segundo a Siemens, está registrada em “diários” apresentados pela empresa ao Conselho.
Em troca das informações, a empresa assinou com o Cade um acordo de leniência, que pode lhe garantir imunidade caso o cartel seja confirmado e punido.
De acordo com os documentos apresentados pela empresa, o suposto conluio ocorreu no período dos governos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB.
Alckmin negou que o governo tenha dado aval à formação de um cartel para a licitação da linha 5 e disse que, caso algo seja provado e exista um agente público envolvido, ele será rigorosamente punido.
O governo de Alckmin chegou a ir à Justiça para obter documentos sobre investigação de cartel mas teve o pedido negado.
Major Olímpio – Manifestação de Policiais 18
DENARC : Número de delegacias passa de 10 para 6 e o total de funcionários cairá de 400 para 220 39
Após escândalo, Denarc é reduzido e tem nome alterado
Nº de delegacias passa de 10 para 6 e o total de funcionários deve ir de 400 para 220; sigla inclui agora ‘Prevenção’
O suposto esquema de extorsão, tortura e sequestro de traficantes, envolvendo policiais do Departamento de Narcóticos de São Paulo, que levou à prisão temporária de 13 agentes, provocou uma profunda reformulação na pasta, anunciada ontem por decreto no Diário Oficial do Estado.
As mudanças atingiram desde o nome do departamento, passando pelo tamanho, estrutura e atividades. “O principal objetivo é fortalecer as ações do departamento e o controle sobre suas atividades”, disse o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira.
A sigla do departamento permanece a mesma. Mas o Denarc passa a se chamar Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (foi acrescentado o termo Prevenção ao antigo nome). O limite de atuação também fica restrito à capital, em vez de compreender todo o Estado.
“As investigações no interior só devem ocorrer em casos excepcionais, com autorização do diretor do departamento”, afirma Grella.
Ainda será criada uma Unidade de Contrainteligência Policial (Ucip) para identificar vazamentos de informações que possam prejudicar o trabalho investigativo. Em relação à estrutura, serão também criadas a Divisão de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), que substituirá as extintas Divisão de Investigações Gerais (DIG) e a Divisão Especial de Apoio (Deap). A nova organização reduz em quatro o total de delegacias subordinadas às antigas divisões, passando de 10 para 6.
O trabalho da Dise será concentrado em investigar o tráfico na capital, combatendo organizações criminosas. Segundo o secretário de Segurança, o total de funcionários do departamento deve cair de 400 para cerca de 220.
Vereador Reis recebe o delegado George Melão no programa “Sala de Visitas” da TV Câmara 6
Publicado em 02/08/2013
Reis recebe George Melão, Presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil de São Paulo, no programa “Sala de Visitas” da TV Câmara. Neste programa, discutem a situação de abandono da carreira dos delegados de polícia no estado de SP e a falta de condições de trabalho devido ao sucateamento imposto ao departamento durante estes 20 anos de governo do PSDB.
Cartel pode ter provocado rombo de mais R$ 577 milhões em SP 14
Publicado em 07/08/2013
As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado, às 19h20, no Jornal da Band. Este vídeo também pode ser visto no portal band.uol.com.br
Reportagem de Sandro Barboza
Edição de De guide
Imagens de Josenildo Tavares e arquivo Band
Fábio Morrone : CAROS FILIADOS E COLEGAS POLICIAIS CIVIS 57
CAROS FILIADOS E COLEGAS POLICIAIS CIVIS.
Cristiano Pavini : A Polícia Civil caminha para a extinção no Estado de São Paulo 58
Investigação em queda livre
Em contrapartida, neste mesmo período a população do Estado cresceu em 10%, segundo dados da Fundação Seade.
Fora Alckmin! 34
Manifestação de policiais civis acaba em frente ao Palácio dos Bandeirantes
SÃO PAULO, SP, 6 de agosto (Folhapress) – O protesto dos policiais civis e agentes penitenciários foi encerrado em frente ao Palácio dos Bandeirantes. As duas pistas da avenida Morumbi chegaram a ser interditadas.
“Só queremos ser recebidos. Não vamos invadir o Palácio dos Bandeirantes”, disse o presidente do sindicato dos investigadores, João Batista Rebouças.
O deputado estadual Olímpio Gomes (PDT), major da reserva da PM, puxou o coro: “fora Alckmin”.
Os sindicalistas decidiram que não vão entrar em greve. Os advogados dos sindicatos dos investigadores, escrivães e agentes penitenciários entraram com um pedido no Judiciário para que seja iniciado o dissídio coletivo. Em dez dias o Tribunal de Justiça deve convocar uma reunião de negociação entre as categorias e o governo.
Do lado de dentro do palácio 20 PMs fizeram um cordão de isolamento. O protesto teve 2h30 de duração.
Assembleia
Antes do protesto, os manifestantes participaram de uma assembleia na praça Vinicius de Moraes, no Morumbi.
A pauta de reivindicações é ampla. Os investigadores e os escrivães querem, entre outros, a equiparação salarial com a carreira jurídica. Assim, teriam um reajuste de cerca de 30%.
Já os funcionários do sistema penitenciário querem a reestruturação da carreira com a extinção de duas classes funcionais e a automática promoção de parte da categoria. Isso resultaria na incorporação de 16% nos salários.
Major Olímpio – Construção de Presídios em Araçariguama…( Mais uma roubalheira do PSDB ) 4
DOCUMENTO SECRETO DO DELEGADO GERAL REVELA QUE A POLÍCIA SONEGA INFORMAÇÕES SOBRE ATAQUES DO PCC CONTRA POLICIAIS 92
ENGAVETADORIA GERAL DO MP – Promotores devem ter se fartado com os 45 inquéritos sobre o Metrô de SP 15
Ministério Público reabre inquéritos sobre o Metrô de SP
FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO
O Ministério Público de São Paulo formou uma força-tarefa para analisar 45 inquéritos que envolvem empresas suspeitas de fraudes em licitações de trens da CPTM e do Metrô.
Para isso, 15 apurações que estavam arquivadas por falta de provas serão reabertas. O objetivo é fazer uma devassa nos contratos.
| Editoria de arte/Folhapress |
![]() |
A medida é resultado da delação feita pela multinacional Siemens às autoridades antitruste brasileiras sobre a formação de cartel –do qual fazia parte– em licitações de trens entre 1998 e 2008, em São Paulo e no Distrito Federal.
Ao todo, 19 empresas fazem parte das investigações desses 45 inquéritos. O número de companhias sob apuração da Promotoria coincide com o da investigação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sobre a atuação do cartel em São Paulo.
Segundo o promotor Silvio Marques, a maioria dos inquéritos teve início em 2009 e alguns já estão em fase de realização de perícias e depoimento de testemunhas, mas poderão ter novos desdobramentos a partir das informações surgidas após a delação feita pela Siemens.
A força-tarefa será formada por dez promotores.
Segundo a Folha apurou, entre os procedimentos que serão desarquivados pelos promotores está uma investigação sobre supostas irregularidades no aumento de preços e prazos de contratos da linha 2-verde do metrô no valor de R$ 143 milhões.
Neste procedimento, são apuradas condutas de representantes do Metrô, da Siemens e da empresa Alstom.
Outro inquérito reaberto trata da suspeita de fraude em um contrato no valor de cerca de R$ 20 milhões.
Ele é referente a serviços de revisão e fornecimento de materiais para 21 trens em uso em linhas da CPTM. Nesse caso, a Alstom é suspeita.
Uma investigação sobre um contrato da CPTM no valor de R$ 15 milhões para prestação de serviços de recuperação de 28 trens também saiu da gaveta e indica a Alstom como investigada.
Ontem os promotores se reuniram com advogados das empresas envolvidas em busca de informações sobre as operações sob apuração.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
![]() |







