Comunicado do Delegado Geral para delegados, escrivães e investigadores de polícia 185
Senhores Policiais Civis
O aumento linear de 7% anunciado pelo Governo do Estado de São Paulo atenderá policiais civis e militares, ativos e inativos.
Outrossim, seguem em ritmo acelerado as negociações quanto à carreira jurídica e ao nível universitário, conduzidas pelos integrantes da administração estadual e pelo Excelentíssimo Senhor Secretário da Segurança Pública, independentemente do índice anunciado.
Agradeço a expressiva manifestação de apoio recebida e reitero o nosso propósito de união em busca dos objetivos pretendidos.
Luiz Mauricio Souza Blazeck
Delegado Geral de Polícia
http://www2.policiacivil.sp.gov.br/x2016/modules/news/article.php?storyid=4575
MILK NEWS TV 24/2013 – POLÍCIA SP: A JUSTIÇA VAI CHEGAR! 7
Major Olímpio – Inimigo da polícia de são paulo é o governador e a cambada que o segue e o defende 38
Nao so me manifestei neste momento mas defendi a emenda constitucional 35 em todos os instantes.e continuo a defender a valorizacao da carreira de delegado de policia e da instituicao policial civil.inimigo da policia de sao paulo e e governador e a cambada que o segue e o defende.
Major olimpio
7% – Parabéns a todos os policiais militares com menos de 20 anos de casa: CONTINUARÃO NA MERDA! 131
Governo de SP propõe 7% de aumento a policiais civis e militares
BRUNO BOGHOSSIAN
DO PAINEL
Atualizado às 20h15.
O governo de São Paulo afirmou que vai propor um aumento salarial de 7% aos integrantes das polícias Civil, Militar e Científica, além dos agentes penitenciários do Estado. O projeto será enviado à Assembleia Legislativa, em regime de urgência.
A equipe do governo decidiu apresentar um aumento linear para todas as categorias policiais depois de enfrentar pressões de entidades da Polícia Militar. A proposta original do Estado previa reajustes diferenciados, com uma alta maior para os delegados da Polícia Civil, por exemplo.
Segundo o governo, o aumento de 7% está acima da inflação acumulada nos últimos 12 meses, calculada em 5,66% pelos integrantes da equipe econômica, com base no IPC-Fipe. O reajuste é pouco maior que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que ficou em 6,09%.
O governo afirmou que devem ser beneficiados 172 mil policiais militares, 53 mil policiais civis e 33 mil agentes penitenciários. O Estado afirmou em nota que o custo será de R$ 983 milhões por ano.
Integrantes da administração estadual ainda pretendem negociar o atendimento a outras reivindicações dos policiais, como a concessão de benefícios.
Desde 20 de agosto, Delegados de Polícia de São Paulo estão em estado de greve. Na última terça-feira (10), policiais civis do Estado pararam as atividades por cerca de seis horas em protesto contra as “péssimas condições de trabalho” da categoria.
———————————————–
Observação: quem contra mais de 20 anos de serviço público recebe a vantagem denominada : SEXTA PARTE.
A sexta parte é é concedida após 20 anos (7300 dias) de efetivo exercício, passando a receber o valor correspondente a 1/6 da soma dos valores de salário base e dos 4 quinquênios a que faz jus. A concessão será a partir do dia imediato em que completar os 20 anos de efetivo exercício. O valor da sexta-parte corresponderá, também, a 1/6 dos proventos de aposentadoria do servidor.
Compêndio Deputados favoráveis à EC 35…( Major Olímpio e Coronel Ferrarini, inclusive ! ) 123
13/09/2013 – Nova mensagem do Delegado Geral 39
![]() |
12/09/2013 – COMUNICADO PARA A SOCIEDADE CIVIL 45
12/09/2013 – COMUNICADO PARA A SOCIEDADE CIVIL
![]() |
A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo reafirmando o seu comprometimento com a sociedade civil, da qual também faz parte, vem tornar público sua profunda indignação pela falta de segurança que vem vitimizando as famílias paulistas por conta da Política equivocada de Segurança Pública que há duas décadas privilegia a Polícia Preventiva que é a Polícia Militar em detrimento da Polícia Investigativa, da Inteligência, que é a Polícia Civil.
Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – Adpesp
Dr. JORGE ÁLVARO GONÇALVES CRUZ – Questão salarial põe em jogo o próprio Estado Democrático de Direito 47
A discussão ora travada extrapola apenas a questão salarial ela põe em jogo o próprio Estado Democrático de Direito.
É fácil percebermos a extrema preocupação dos oficiais da polícia militar.
Em 2006 a proposta original do Deputado Campos Machado pleiteava que o cargo de Delegado de Polícia se transformasse em carreira jurídica. Naquela feita, levante similar foi praticado pelos coronéis que conseguiram mudar o projeto.
Para tanto utilizaram-se – como agora – de todos os meios possíveis para pressionar o Secretário de Segurança, os líderes dos partidos bem como a população em geral, através de “advertências” publicadas em jornais de grande circulação alertando a população do prejuízo que causaria a toda sociedade, sic: “a inovação legislativa pretendida, diante do recrudescimento do crime organizado, só virá em prejuízo de toda a sociedade paulista”.
Ocorre que atualmente a situação lhes é ainda mais desfavorável.
Hoje já se encontra normatizada a carreira jurídica aos Delegados de Polícia e o nível universitário aos Escrivães e Investigadores de Polícia, fato irreversível e de necessária adequação salarial, o que distanciou por completo os Delegados dos Oficiais.
É fato que todas as carreiras policiais devem ser devidamente reconhecidas pelo árduo trabalho que desempenham, mas aceitar tamanha insensatez nas atitudes praticadas pelos Oficiais os quais novamente optam em vilipendiar direitos legítimos de outras carreiras, sem, contudo, buscarem caminhos próprios para obterem o que acham correto, é permitir que a democracia sucumba à força de alguns, principalmente por aqueles que têm o dever legal de impedir atos contrários à norma e não incitá-los.
Fábio Morrone – Presidente do SIPOL : DOIS HOMENS E UM DESTINO 83
DOIS HOMENS E UM DESTINO.
Tenho acompanhado passo a passo os acontecimentos próximo-passados e presentes, muitas vezes sob a pecha de ingênuo, desinformado, criador de “bizu” e sabe-se mais lá o que.
O que não tenho mais conseguido acompanhar é um traço identificável que delimita o protesto da insubordinação e da ameaça de golpe.
Nunca um Governador e um Secretário tiveram a chance de se tornarem tão grandes quanto o Estado de São Paulo, como têm agora.
Nunca tiveram a chance de mostrar aos cidadãos do Estado de São Paulo, e como corolário dar exemplo à Nação, de quem é que manda no Poder Executivo Paulista permeado que é pelo Estado Democrático de Direito.
Foram muitos os momentos desses Senhores inclinados a resgatar parte da dignidade da Polícia Civil nas últimas semanas. Até o próprio enfrentamento que se avizinha cada vez mais rápido denota isso.
Repito a pergunta que não quer calar: “se esse dragão de gandola, coturno, calça e cassetete cospe todo esse fogo agora, o que não fará ano que vem se continuar a receber poder e mais poder”? O dragão é funcionário ou mercenário? Porque se o dragão mede hierarquia e comando pelo salário que recebe, então a opção correta é a segunda.
Dois homens, um destino. Escrever na lousa do Palácio dos Bandeirantes: “isso aqui tem dono, o Povo Paulista. E quem o representa é aquele que foi para tal mister eleito”.
Desembainhem as espadinhas para os bandidos, senhores, e não para o seu chefe. Acreditem vocês tem um, e não usa farda nem uniforme.
Agora, se um Secretário realmente tiver que entregar cargo (coisa que acho impossível, mesmo vindo do PSBD) por conta de forças militares, QUE NÃO QUEREM QUE A LEI SEJA CUMPRIDA, eu me filio amanhã ao PT e passo a dar outra conotação ao vocábulo “militar”, dentro de minhas possibilidades.
Aos Policiais Militares: nunca, em nenhum momento de minha vida dediquei um único segundo a me preocupar em ver frear qualquer benefício a qualquer outro policial. Tanto que nos calamos durante anos sobre a não cobrança de previdência sobre o ALE dos PMs, a aposentadoria aos 30 anos com paridade e integralidade dos PMs, a ter passado a existir o cargo de General de Divisão na PM (30 anos de PM, mais 2 de coroné = 20% de aumento, ou seja, não de direito, mas de fato um General, oras). Só levantei algumas poucas coisas e construí aquela tabela de diferenças de benefícios, depois daquelas Associações atacarem o Nível Universitário e a Carreira Jurídica com clara ameaça à sociedade. Mas tem mais. Não tivessem nossos superiores nos aconselhado já teria publicado o resto. Mas não falha.
Cabe agora ao Estado resolver essa situação, ajustando os freios e contrapesos, para o bem de sua própria existência civil.
Fábio Morrone – Presidente do SIPOL
Policias civis de todas as carreiras, uni-vos por tudo que nos é sagrado : HONRA , TRABALHO E SONHOS
ALERTA POLICIAIS CIVIS – Delegado Geral e Conselho exortam a Polícia Civil a hipotecar irrestrito apoio ao Dr. Fernando Grella vítima de tentativa de golpe por parte da Polícia Militar, com o apoio do alto comando , alguns políticos fardados e do ex-secretário Antônio F.P. ( Secretário balança por aprovar as reivindicações dos policiais civis ) 329
Prezados Policiais Civis,
Na condição de Dirigente de nossa Instituição, respeitosamente, volto a me dirigir a todos os Senhores e Senhoras.
É forçoso reconhecermos que vivemos um momento singular.
Reitero os exatos termos de minha mensagem anterior (04/09/13), ressaltando, porém, que o Estado Democrático de Direito, alicerce de uma sociedade sadia, tem, ao longo dos últimos dias, sido colocado em risco.
Confiante na postura profissional serena e respeitosa, de cada um dos senhores e senhoras, continuamos empenhados na manutenção do império da legalidade, respeito aos nossos Direitos, proteção das Autoridades constituídas e, sobretudo, da Sociedade Paulista.
Segue, para conhecimento, síntese da manifestação do Egrégio Conselho da Polícia Civil, já encaminhada à Administração Superior.
Respeitosamente,
Luiz Mauricio Souza Blazeck
Delegado Geral de Polícia
MOÇÃO DO CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL
12 de setembro de 2013
O Conselho da Polícia Civil do Estado de São Paulo manifesta irrestrito apoio às proposituras encaminhadas à Administração Superior no sentido de dar validade às disposições legais que reconhecem a carreira jurídica aos Delegados de Polícia e o nível universitário aos ocupantes dos cargos de Escrivão de Polícia e Investigador de Polícia.
A Polícia Civil defende o Estado Democrático de Direito e o cumprimento do princípio da legalidade. Assim, garantias já asseguradas, como o nível superior para duas carreiras policiais civis merecem ser implementadas. O mesmo deve ocorrer com relação ao reconhecimento da carreira jurídica para os Delegados de Polícia. Por possuir formação jurídica é que a Constituição Federal incumbiu ao Delegado de Polícia a direção de uma instituição tão importante, razão pela qual, por ocasião da aprovação da EC 35/2012 houve manifestação favorável de representantes do Judiciário, Executivo, Legislativo e Ministério Público.
Por tais argumentos é que o Colegiado da Polícia Civil hipoteca absoluto, integral e irrevogável apoio e solidariedade a todas as autoridades legalmente constituídas, demonstrando confiança na sensibilidade da Administração Superior e Legislativo no sentido de que se empenharão para que o Estado de Direito se cumpra, não obstante a renitência de alguns que – impregnados do vezo autoritário – querem fazer a força valer sobre o Direito.
Cumpre ressaltarmos que, nós policiais civis, primeiros garantidores do Estado democrático de direito não permitiremos sobre qualquer pretexto que forças negativas avancem contra as autoridades constituídas do Estado e que também lançaremos mão de todos os meios legais nessa luta.
A LÓGICA DO FLIT É NÃO TER LÓGICA PARTIDÁRIA – PDT ( Partido Perda de Tempo ) , rouba do PT para emprestar ( a juro ) ao PSDB…Ah, com o coronel PM no meio para intermediar os serviços no puteiro ( caso prefeitura de Praia Grande e Paulinho da Força ) 16
Então pela lógica do blog, o unico que não rouba é o PDT e o Major Olimpico???
De forma alguma!
Para mim , todos os partidos políticos brasileiros , atualmente, funcionam como organizações criminosas.
———————————————————-
DINHEIRO DO BNDES
MPF denuncia mulher de Paulinho da Força
O Ministério Público Federal em São Paulo engordou a denúncia oferecida em maio de 2008, sobre desvios na aplicação de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A tática aparente foi a de não denunciar, na primeira leva, pessoas que poderiam fazer deslocar o caso para outro foro que não a vara de crimes financeiros em que está. Esperou-se o prefeito de Praia Grande (SP), Alberto Mourão, encerrar seu mandato e distanciou-se da data dos fatos as acusações diretas contra a mulher do deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (PDT), Elza Pereira. Eles foram denunciados agora.
A investigação foi batizada de Operação Santa Tereza, iniciada em 2007. Segundo o MPF, no curso das interceptações telefônicas surgiram entre os investigados conversas sobre financiamentos públicos, reuniões com políticos e pagamentos de comissões.
O Ministério Público afirma que conseguiu comprovar desvio de dinheiro proveniente de três financiamentos feitos pelo BNDES, um no valor de R$ 130 milhões para obras da prefeitura de Praia Grande (litoral sul de São Paulo) e dois para a expansão e melhorias na rede de lojas Marisa, totalizando R$ 220 milhões. Nesses três contratos, de acordo com a apuração do MP, o desvio foi de mais de R$ 3 milhões.
Além de denunciar mais quatro pessoas de envolvimento no caso, o MPF fez novas acusações contra quatro réus no processo, que tramita na 2ª Vara Federal Criminal Especializada em Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro de São Paulo, entre elas o advogado Ricardo Tosto, agora acusado também pelo crime de lavagem de dinheiro.
A procuradora da República Adriana Scordamaglia, responsável pelo caso, optou por aditar a denúncia. “O aditamento é propício e foi oferecido em tempo oportuno e aconselhável para o desfecho da Ação Penal, pois reforça as acusações, que se entrelaçam”, afirmou.
Conta laranja
Segundo o MPF e a Polícia Federal, a mulher do deputado Paulinho da Força, Elza Pereira, permitiu o uso da conta do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri, ONG presididas por ela, para ocultar uma parcela dos valores desviados de contratos do BNDES firmados com a prefeitura de Praia Grande e Lojas Marisa.
De acordo com a denúncia, João Pedro de Moura, assessor de Paulinho, depositou na conta de Elza, com sua permissão, R$ 37,5 mil para ocultar a real origem do dinheiro desviado. Elza e Moura foram denunciados por lavagem de dinheiro. Esta é a segunda acusação de lavagem contra Moura no processo, que já responde por ter comprado uma farmácia em São Sebastião da Grama, no interior de São Paulo, com sua parte do desvio.
Permissão para desviar
Segundo o MPF, grampos telefônicos, autorizados pelo juiz do caso, apresentaram indícios de que o ex-prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, participou de reuniões com João Pedro de Moura nas quais autorizou o desvio de 2% da verba de um financiamento de R$ 130 milhões do BNDES destinado à prefeitura.
Segundo o Ministério Público, Mourão teve quatro passagens aéreas para o Rio de Janeiro, duas de ida e duas de volta, pagas por Manuel Fernandes de Bastos Filho, o Maneco, dono da casa de prostituição investigada. Ele é também o principal acusado de articular os desvios. Apesar das passagens terem sido pagas com dinheiro de Bastos, a viagem era oficial, pois numa delas Mourão assinou o contrato de financiamento com o BNDES, o que configura o crime de corrupção passiva.
Jamil Issa Filho, ex-assessor do ex-prefeito, providenciou as passagens aéreas necessárias para a viagem dele e Mourão, diz o MPf. Ambos dispensaram a empresa responsável pelo fornecimento de passagens à prefeitura. Se aceito o aditamento da denúncia pela Justiça, Mourão responderá criminalmente por corrupção passiva e peculato (subtração de verba pública em proveito próprio) e Jamil por corrupção ativa, uma vez que intermediou, segundo o MPF, a compra das passagens. Ambos admitiram o uso das passagens em depoimento à polícia.
Dinheiro de honorários
O MPF repetiu acusações que fez no ano passado contra o advogado Ricardo Tosto de Oliveira Carvalho, ex-conselheiro do BNDES, nomeado pela Força Sindical. Tosto foi denunciado pelo crime de lavagem de dinheiro vindo de crimes financeiros. De acordo com a investigação, o escritório em que o advogado é um dos sócios recebeu quatro cheques da empresa Progus. Dois deles, nos valores de R$ 82,1 mil e R$ 18,3 mil, foram depositados na conta do escritório para pagamentos de honorários advocatícios. O MPF afirma que os outros dois cheques, nos valores de R$ 42 mil e R$ 40 mil, foram usados para o pagamento do aluguel do imóvel da sociedade de advogados. Para o MPF, essa foi a forma encontrada para impedir que o dinheiro integrasse o patrimônio do advogado e ocultar a sua origem. A Progus, de fato é cliente do escritório há mais de dez anos.
O presidente da ONG Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa Política, Social e Cultural do Trabalhador, Wilson Carvalho de Oliveira, também foi denunciado no aditamento ao processo, pelo crime de lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, Oliveira recebeu três cheques nos valores de R$ 82,1 mil, R$ 82 mil e R$ 18,3 mil, de Marcos Mantovani, correntista da Progus, empresa responsável por emitir notas fiscais frias. Os valores depositados na conta de Oliveira também foram desviados dos recursos financiados pelo BNDES à prefeitura de Praia Grande e às lojas Marisa, como defende o MPF na denúncia.
O quarto acusado é Felício Makhoul, dono do prédio onde funcionava o Flat Imperial. O prédio, contíguo à casa noturna investigada, era o local onde moravam garotas de programa. Segundo o MPF, ele recebia R$ 30 mil mensais pelo aluguel do prédio e admitiu em depoimento à polícia que sabia que o local era um prostíbulo. Por isso, o MPF o acusou dos crimes de casa de prostituição e rufianismo (tirar proveito da prostituição alheia). Com informações da Assessoria de Imprensa do MPF.
Revista Consultor Jurídico, 2 de junho de 2009





