Parabéns, hoje é o dia do Investigador de Polícia …A carreira mais usada e humilhada por falsos líderes 57

Sísifo Hoje é o dia do Investigador de Polícia. PARABÉNS. Esse blog ja foi melhor…É só rancor, inveja, disputas idiotas, e sono.

 

dia do investigador Hoje é nosso dia meus irmãos e irmãs “CARTEIRA PRETA”. Não nos deixemos dominar pelo desânimo e que a apatia fique bem longe de nós. Nos quadros policiais somos os únicos com formação técnica em INVESTIGAÇÃO POLICIAL. Parabéns para nós!

WAGNER NUNES LEITE GONCALVES

André Dahmer – aquele que sonhou ser presidente da ADPESP – tem aposentadoria cassada por fraudes nas licitações do DIPOL 25

Atos do Governador
SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
Decretos de 22-12-2015
Aplicando:
a pena de cassação de aposentadoria, nos termos dos arts.
67, VII, 70, I, 74, II, 75, incs. II e XII, e 77, I, da LC 207-79, com as alte-
rações editadas pela LC 922-2002, e à vista do que consta do pro-
cesso DGP-3.893-12-SSP – vols. I ao VIII e apensos, a André Dahmer,
RG 8.415.929, Delegado de Polícia, aposentado, do Quadro da Secre-
taria da Segurança Pública. Defensores: Daniel Leon Bialski – OAB/
SP – 125.000; Massao Simonaka – OAB/SP – 18.940; Ricardo André
Simonaka; OAB/SP – 241.074; Thais Petinelli Fernandes – OAB/
SP – 314.897; Carlos Alberto Marchi de Queiroz – OAB/SP – 23.185.
a pena de demissão a bem do serviço público, nos
termos dos arts. 67, VI, 70, I, 74, II, e 75, II, da LC 207-79, com as
alterações editadas pela LC 922-2002, e à vista do que consta
no processo DGP-3.893-12-SSP – vols. I ao VIII e apensos, a
Luis Gustavo de Lima Pascoetto, RG 11.621.681, Delegado de
Polícia, efetivo, do Quadro da Secretaria da Segurança Pública.
Defensores: Daniel Leon Bialski – OAB/SP – 125.000; Massao
Simonaka – OAB/SP – 18.940; Ricardo André Simonaka – OAB/
SP – 241.074; Thais Petinelli Fernandes – OAB/SP – 314.897;
Carlos Alberto Marchi de Queiroz – OAB/SP – 23.185.
a pena de demissão a bem do serviço público, nos ter-
mos dos arts. 67, VI, 70, I, 74, II, e 75, incs. II e XII, da LC 207-79,
com as alterações editadas pela LC 922-2002, e à vista do que
consta no processo DGP-3.893-12-SSP – vols. I ao VIII e apensos,
a Tânia Flávia Nagashima Simonaka, RG 23.073.104, Delegado
de Polícia, efetivo, do Quadro da Secretaria da Segurança Públi-
ca. Defensores: Daniel Leon Bialski – OAB/SP – 125.000; Massao
Simonaka – OAB/SP – 18.940; Ricardo André Simonaka – OAB/
SP – 241.074; Thais Petinelli Fernandes – OAB/SP – 314.897;
Carlos Alberto Marchi de Queiroz – OAB/SP – 23.185.
DESPACHOS DO GOVERNADOR
DESPACHOS DO GOVERNADOR,
DE 22-12-2015
No processo administrativo DGP-3.893-12-SSP – vols. I ao
VIII (CC-126.390-15) c/aps. Cópia de Protocolo DIPOL-18-06
– vols. I ao III (CC-126.391-15) + Req. de 24-9-15 (CC-142.623-
15) + CC-135.648-15 + CC-133.247-15 + CC-147.069-15 +
CC-154.650-15 + CC-136.927-15 + CC-158.777-15, em que
são interessados André Dahmer e Outros: “À vista do apurado
no presente processo administrativo disciplinar, destacando-se
a manifestação do Secretário da Segurança Pública, o Parecer
35-2015 e a Cota 108-2015, ambos da Assessoria Jurídica do
Gabinete do Procurador Geral do Estado, julgo procedente a
acusação irrogada aos indiciados, aplicando, em decorrência,
aos Delegados de Polícia, o primeiro aposentado, todos do
Quadro da Secretaria da Segurança Pública:
a) André Dahmer, RG 8.415.929, a pena de cassação de
aposentadoria, com fundamento nos arts. 74, II, e 75, incs. II e
XII c.c. o art. 77, I, todos da LC 207-79;
b) Tânia Flávia Nagashima Simonaka, RG 23.073.104, a
pena de demissão a bem do serviço público com fundamento
nos arts. 74, II, e 75, incs. II e XII da LC 207-79; e
c) Luis Gustavo de Lima Pascoetto, RG 11.621.681, a pena
de demissão a bem do serviço público, com fulcro nos arts.
74, II, e 75, II, do mesmo diploma legal.” Defensores: Daniel
Leon Bialski – OAB/SP – 125.000; Massao Simonaka – OAB/
SP – 18.940; Ricardo André Simonaka – OAB/SP – 241.074; Thais
Petinelli Fernandes – OAB/SP – 314.897; Carlos Alberto Marchi
de Queiroz – OAB/SP – 23.185.”

A FARSA – Mais um delegado valoro$o ensinando o que é amar a Polícia Civil… E agora, Nestor Sampaio Penteado Filho ? 25

‘Mensalão’ de corregedor incluiria também bingos

23/12/201507h21

São Paulo – Além do “mensalão” pago por policiais corruptos à Corregedoria da Polícia Civil, em troca de proteção, o Ministério Público Estadual (MPE) investiga outro esquema de propina envolvendo corregedores e donos de casas de bingo da capital e outros jogos ilegais. O valor seria o mesmo do ‘mensalão’: R$ 50 mil.

As investigações dos promotores do Grupo Especial de Controle Externo da Polícia (Gecep) começaram em outubro do ano passado, após uma denúncia anônima informar que policiais da corregedoria recolhiam dinheiro de casas de bingo, a pedido da diretoria, e dividiam entre eles.

Os promotores pediram os nomes dos policiais à corregedoria, pois o número da viatura usada para buscar a suposta propina e o primeiro nome de cada um havia sido informado. Mas o departamento se negou, alegando que havia vários policiais homônimos trabalhando no departamento.

Os promotores do Gecep levantaram todas as ocorrências da corregedoria de apreensão de máquinas caça-níqueis, videobingo e demais jogos de azar e descobriram que dois policiais: um investigador e um carcereiro, cuja função é de vigiar presos, sempre aparecem na maioria dos casos. O fato foi considerado suspeito e, por meio dele, o Gecep obteve mais indícios sobre as denúncias.

A apuração também descobriu que os policiais atuavam na Divisão de Operações Especiais (DOP), da corregedoria, e identificaram a viatura que seria usada no esquema.

Farsa

A investigação analisou as queixas recebidas pelo Disque-Denúncia e encaminhadas à Corregedoria da Polícia Civil nos últimos quatro anos, em relação a jogos de azar. O que chamou a atenção dos promotores é que, em 2013, a Corregedoria da Polícia Civil não verificou nenhuma denúncia.

Então, o Gecep encaminhou ofício ao Disque-Denúncia e à Ouvidoria da Polícia, em 13 de março, pedindo explicações. Os órgãos repassaram os questionamento à corregedoria. Segundo os promotores, todas as denúncias não verificadas em 2013 passaram a constar como “respondidas” dois dias depois.

Em despacho, o promotor Antonio Bendito Pinto Junior, do Gecep, afirma que “ao que tudo indica, analisando o teor das denúncias, conclui-se que as cerca de 300 notícias foram apuradas basicamente em dois dias, nos dias 24 e 25 de março – os nossos ofícios requisitando informações aos respectivos órgãos foram recebidos no dia 13”.

O secretário da Segurança Pública Alexandre de Moraes disse, na segunda-feira, 21, que recebeu cópia de todas as investigações envolvendo suspeitas de participação de policiais da Corregedoria da Polícia Civil em esquemas de corrupção, incluindo os bingos e o “mensalão” pago por policiais corruptos.

Segundo Moraes, sete investigadores da Corregedoria foram identificados e acabaram afastados imediatamente de suas funções, incluindo o chefe deles, Waldir Tabach.

Moraes também disse que não há até agora indícios da participação do então diretor Nestor Sampaio Penteado Filho. Mesmo assim, ele foi afastado do cargo e está à disposição da Delegacia-Geral, sem função definida. A medida foi tomada para evitar constrangimento. “Não é razoável o chefe da equipe investigar a própria equipe.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AEPESP ANULA Instrução Conjunta UCRH/SPPREV 03/2014 E JUIZ DETERMINA APOSENTADORIAS COM INTEGRALIDADE E PARIDADE NO MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO 14

Boa tarde Dr. Guerra,
Peço gentilmente que possa publicar em seu blog a matéria em anexo. Ambas retratam o momento que vivemos com mais uma conquista da AEPESP na Justiça.
Obrigado!
Horácio Garcia
Presidente da Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de SP

Av. Cásper Líbero, 502 – 10º andar – Luz – Cep. 01033-000 – São Paulo – SP

Tel: (011) 3229-9014

“Sem o Escrivão a Polícia para”

CONQUISTA NO MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO

DISTRIBUIDO PELA AEPESP

AEPESP ANULA  Instrução Conjunta UCRH/SPPREV 03/2014 E JUIZ DETERMINA APOSENTADORIAS COM INTEGRALIDADE E PARIDADE NO MANDADO DE SEGURANÇA COLETIVO

SENTENÇA NO PROCESSO Nº. 1003455-69.2015.8.26.0053 DA 7ª Vara de Fazenda Pública – Foro Central – Fazenda Pública/Acidentes


Concedida a Segurança

POSTO ISSO, com fundamento no artigo 269, I, do Código de Processo Civil, julgo a presente ação procedente para conceder a segurança e declarar a ilegalidade da Instrução Conjunta UCRH/SPPREV 03/2014, determinando que os Escrivães de Polícia sócios da impetrante possam requerer e gozar o direito as aposentadorias com a integralidade e paridade, desde que tenham ingressado no serviço público antes da EC 41/03 e preencham os requisitos quanto ao tempo de serviço, conforme pleiteado em peça inaugural.
As autoridade impetradas vencidas arcarão com o pagamento das custas e despesas processuais.

Indevida condenação em honorários advocatícios (artigo 25, da Lei Federal nº 12.016 de 2009).

Expeçam-se ofícios para as autoridades impetradas com cópias desta sentença.
A despeito das alterações introduzidas pela Lei n.º 10.352/01, após interposições e processamento de eventuais recursos voluntários, subam os presentes autos ao Egrégio Tribunal de Justiça, com as nossas homenagens aos eminentes Desembargadores integrantes da Colenda Câmara de Direito Público, para o reexame necessário.

P. R. I. C.

Guilherme Santana era o “Cinquentinha” da Corregedoria, Nestor Sampaio é o “Cinquentão” 33

Corregedoria recebe ‘mensalão’ de policiais para evitar investigações

Por iG São Paulo

De acordo com “O Estado de S. Paulo”, policiais civis pagavam R$ 50 mil mensais para que funcionários do órgão informassem a delegacias sobre operações do MP e denúncias

Fachada da Corregedoria Geral da Polícia Civil, na rua da Consolação, em São Paulo
Eduardo Ferreira/Futura Press

Fachada da Corregedoria Geral da Polícia Civil, na rua da Consolação, em São Paulo

Até R$ 50 mil mensais pagos por policiais corruptos à Corregedoria da Polícia Civil para que fossem evitadas investigações contra eles e, ao mesmo tempo, para que recebessem informações privilegiadas a respeito de testemunhas de desvios dentro da corporação.

De acordo com reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”, o ‘mensalão’ pago por policiais ao órgão da Secretaria de Segurança Pública (SSP) está com investigações avançadas por parte do Ministério Público. A principal prova da acusação é um vídeo de segurança no qual promotores de Justiça aparecem sendo enganados por policiais civis que facilitam a fuga de dois investigadores acusados de corrupção.

Com base no depoimento de um policial, a investigação afirma que corregedores vendiam proteção a quem deveriam investigar e prender por valores que chegavam a R$ 50 mil por mês. A SSP, que se pronunciaria sobre o caso em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (21), ainda não havia afastado nenhum profissional de suas funções até a publicação desta notícia.

O caso tem ligação com as prisões dos investigadores Mario Capalbo e Raphael Schiavinatto, da 3ª Delegacia de Investigações Gerais, ocorridas em novembro. Eles são acusados de exigir R$ 300 mil em propina de uma empresária para que ela não fosse investigada por irregularidades tributárias.

guilhermesantanaA partir da esquerda Delegados Jorge Miguel, Haroldo Ferreira, Manoel Aranha Peixe, Cyro Vidal, Guilherme Santana e Alvaro Luz Franco Sobrinho.

Guilherme Santana era conhecido pelo apelido de “Cinquentinha” , supostamente por ser conterrâneo e fisionomicamente parecido com um antigo jogador do Santa Cruz de Pernambuco que teve passagem pelo Corinthians . 

Nestor Sampaio  ficará conhecido como o Corregedor do “mensalão”…

É o Cinquentão  ( R$ 50.000,00 ) da Polícia Civil . 

Domingos assume a Corregedoria indicando homem de confiança como novo diretor do DECAP: o delegado Ismael Rodrigues 28

Novo diretor da Corregedoria fez carreira na divisão de homicídios

Após denúncia de caso de corrupção, secretário mudou comando da CorregedoriaAgência Estado

Secretário Alexandre de Moraes, nomeou novo diretorEduardo Enomoto/R7

A exemplo de seu antecessor, o novo diretor da Corregedoria da Polícia Civil, o delegado Domingos Paulo Neto, também tem a carreira marcada pelo trabalho no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) e pela atividade em torno da política de classe dos delegados.

Ambos trabalharam no começo dos anos 1990 no DHPP. E deixaram o departamento quando resolveram compor uma chapa de oposição ao então delegado-geral, Álvaro Luz Franco Pinto, para disputar a eleição para a Associação dos Delegados de Polícia. Foram derrotados. Domingos foi mandado para um plantão policial no Parque Santo Antônio, na zona sul, de onde saiu quando Mário Covas assumiu o governo do Estado, em 1995. Desde então, foi seccional de Santo Amaro, diretor do DHPP e do Departamento de Inteligência da Polícia Civil, quando novamente caiu em desgraça, na gestão de Ronaldo Marzagão (2007-2009) à frente da Secretaria da Segurança. Ficou no ostracismo até a posse de Antonio Ferreira Pinto na secretaria, que o fez delegado-geral.

Com o início da gestão de Geraldo Alckmin, em 2011, deixou o cargo — estava rompido com Ferreira Pinto. Voltou à política de classe e formou nova chapa de oposição ao governo para a associação. Acabou novamente derrotado. Quando Ferreira Pinto caiu, foi nomeado diretor do Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), onde ficou até agora. Ali, ele comandava 93 distritos policiais responsáveis pela investigação de crimes na cidade de São Paulo.

Em 2013, a CGA (Corregedoria Geral da Administração) investigou contratos de compra de equipamentos de informática e de carros pela Polícia Civil durante sua gestão. Na segunda-feira (21) a Secretaria da Segurança Pública informou que foi aberto processo disciplinar contra oito delegados. “Não houve qualquer participação do doutor Domingos”, diz a nota.

Avesso a entrevistas, Domingos foi um dos responsáveis pela investigação da morte do prefeito de Santo André Celso Daniel (PT) e concluiu que ele foi vítima de um crime comum. Na época — em 2002 — ele era o diretor do DHPP e foi um dos responsáveis por elaborar o plano de combate a homicídios do governo.

Foi no DHPP que o homem escolhido para substituí-lo no Decap — o delegado Ismael Rodrigues — trabalhou pela primeira vez com Domingos. Atualmente, Ismael era de novo seu subordinado — chefiava a Delegacia Seccional da zona norte da capital.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

INVESTIGADOR É O LARANJA – Nestor Sampaio iniciado na arte pela Drª Pagodeira ? Errado, ele é discípulo do Angerami! 18

Investigador tinha amplos poderes na corregedoria

Alexandre Hisayasu – O Estado de S. Paulo

22 Dezembro 2015 | 03h 00

Diretor determinara que Waldir Tabach fosse informado sobre todas as diligências das delegacias do órgão

O chefe dos investigadores da Corregedoria da Polícia Civil, Waldir Tabach, sempre teve amplos poderes dentro do departamento. Por determinação do diretor, Nestor Sampaio Penteado Filho, ele deveria ser avisado sobre todas as diligências de qualquer delegacia da corregedoria.

A medida , tomada logo no início da gestão de Penteado Filho, em 2013, desagradou vários delegados e investigadores que estavam havia vários anos na Corregedoria. Alguns, pediram transferência para outros departamentos.

Segundo as investigações dos promotores do Gecep (Grupo Especial de Controle Externo da Polícia), Tabach é suspeito de ser o mandante do ‘mensalão’ da corregedoria. E o fato de ele ser avisado sobre todas as investigações foi fator importante para aumentar as suspeitas contra ele.

Uma testemunha protegida afirmou, em depoimento ao Gecep, que o chefe dos investigadores cobraria R$ 50 mil por mês de delegacias para avisar policiais corruptos sobre operações e investigações. Ele não foi localizado para comentar as denúncias.

———————————–

João, não coloque a mão no fogo pelos outros! Você viu o que houve com o marido da Fabíola!

João, só uma pergunta: você acredita mesmo que o Doutor Nestor não sabia de nada? Os boatos à respeito derrubam sua teoria sobre o caráter ilibado desse senhor. Notícias dão conta que ele teria sido iniciado na arte da corrupção por atacado pela delegada pagodeira.

SINCOPOL – Decisão TJSP paridade integralidade 22

Caríssimo Roberto Guerra

Em anexo sentença e Acordão do TJSP que garante aposentadoria com integralidade e paridade para todos policiais civis
inclusive para mulheres policiais aos 25 anos de contribuição desde que 15 de atividade policial, Trata se de Ação Civil Publica
impetrada pelo SINCOPOL que tem sede em Marília, vale frisar que do ACORDÃO a fazenda ainda tem direito a recurso, mas segundo especialista a decisão dificilmente será revertida porque se alinha com jurisprudência do Supremo Tribunal Federal
mais detalhes no site www.sincopol.com.br
Obrigado
Celso
EMENTA

SERVIDOR ESTADUAL

Ação Civil Pública Policial Civil Aposentadoria

especial Integralidade e paridade remuneratória

Possibilidade:

A aposentadoria especial do policial civil deve

observar também a legislação nacional, além da

Constituição Federal e da lei estadual, assegurada a

integralidade e paridade remuneratórias, verificado

em cada caso o preenchimento dos requisitos legais

na oportunidade da execução.

JUROS

Art. 5o da Lei 11.960/09 Correção monetária

Inconstitucionalidade por arrastamento:

Diante da declaração de inconstitucionalidade

parcial por arrastamento do art. 5o da Lei no

11.960/09, a correção monetária se faz pelos índices

que prevaleceram na jurisprudência e estão

considerados na tabela prática do Tribunal de Justiça,

aplicável na atualização não modulada dos débitos

judiciais.

HONORÁRIOS

Verba honorária inadequada ao trabalho e tempo

exigidos do advogado.


Sindicato Regional dos Policiais Civis do Centroeste Paulista – SINCOPOL
CNPJ 54.716.725/0001-00  Reg MTE 24.000.004548/1991
Celso Jose Pereira
Presidente

 

Corregedoria da Polícia – Sai o Dr. Flácido e entra o Dr. Plácido…( Sobrará apenas para os bagrinhos; o MP não é de nada contra tubarões ) 69

Diretor da Corregedoria da Polícia Civil cai após denúncia de ‘mensalão’

Depois de três anos no cargo de Corregedor Geral , Nestor Sampaio Penteado Filho deixa direção do órgão; outras nove pessoas foram afastadas de cargos na Polícia Civil paulista.

R$ 50.000,00 por mês apenas do DEIC

nestor

SÃO PAULO – O secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, convocou uma coletiva nesta segunda-feira, 21, e anunciou que o atual diretor da Corregedoria da Polícia Civil, delegado Nestor Sampaio Penteado Filho, foi afastado do cargo.

No lugar dele, vai assumir o delegado Domingos Paulo Neto, que atualmente é diretor Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).

Policial da DOP delata ao MP esquema de corrupção na Corregedoria Geral da Polícia Civil: R$ 50.000,00 apenas do DEIC…( Com essa grana qualquer um finge ser honesto sem enrubescer ) 92

dopCorregedoria da polícia é acusada de cobrar mensalão de corruptos

Segundo as investigações, o esquema de achaques de corregedores venderia proteção aos homens que eles deveriam investigar e prender

Correio Braziliense

Um vídeo em que promotores de Justiça são enganados por policiais civis a fim de permitir a fuga de dois investigadores acusados de corrupção é a principal prova do Ministério Público Estadual (MPE) no inquérito que investiga a existência de um “mensalão” pago por policiais corruptos à Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo. O secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, informou que pediu providências sobre os fatos à Delegacia Geral, na quarta-feira (16/12). Por enquanto, ninguém foi afastado.

Segundo as investigações, o esquema de achaques de corregedores venderia proteção aos homens que eles deveriam investigar e prender. É o que diz um policial que delatou o esquema. Em troca de até R$ 50 mil por mês informavam a delegacias o planejamento de operações do MPE e o recebimento de denúncias de vítimas de extorsão da banda podre da polícia.

O vídeo foi gravado pelas câmeras de segurança do Departamento de Investigações Criminais (Deic) e apreendido pelos promotores do Grupo Especial de Controle Externo da Polícia (Gecep) após suspeita de participação de policiais do departamento e da corregedoria na fuga dos agentes. O que foi flagrado pela análise das imagens.

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No começo de novembro, a Justiça decretou a prisão dos investigadores Mario Capalbo e Raphael Schiavinatto por suspeita de exigir pagamento de propina de R$ 300 mil de uma empresária, dona de uma academia de ginástica na zona norte de São Paulo, para não investigá-la por supostas irregularidades tributárias. Eles trabalham na 3ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

Ela procurou os promotores do Gecep e, orientada por eles, gravou a conversa em que os policiais pediram o dinheiro. Com base nas gravações, os dois tiveram a prisão decretada e o investigador Jorge Reed, também da 3ª DIG, passou a ser investigado por suspeita de participação no esquema.

Vídeo
Os promotores do Gecep foram ao Deic prender os policiais no dia 11 de novembro, às 16 horas. A Corregedoria da Polícia Civil foi chamada para acompanhar a operação. Antes da chegada deles no Deic, há uma grande movimentação dos investigadores da DIG. A suspeita do Gecep é que eles foram avisados pela corregedoria.

Quando os promotores chegaram ao Deic, Capalbo, Schiavinatto e Reed estavam na sala do delegado Luiz Longo, responsável pela 3ª DIG. Enquanto os promotores e os corregedores foram encaminhados para a sala do diretor do Deic, delegado Emygdio Machado Neto, os dois policiais que deveriam ser presos continuavam na sala do delegado Longo.

Em seguida, Longo saiu e foi até a sala do diretor do Deic atender os promotores. Nesse intervalo, Capalbo, Schiavinatto e Reed (que imaginava que seria preso também) fogem. Todos passam algumas vezes na frente do agente da Corregedoria Fabio Iezzi, que fica parado na porta do Deic.

Reed chega a cruzar com o chefe dos investigadores do Deic, Silvio Toyama, e faz um gesto de que está fugindo. Logo em seguida, promotores e corregedores descem. Acompanhados pelo delegado Longo, vão à sala dos investigadores e não encontram ninguém.

A reportagem procurou Longo e os demais policiais acusados, mas não os encontrou. Aos promotores, o delegado Longo disse que, naquele dia, viu os policiais acusados à tarde e não sabia se eles estavam no prédio quando o Gecep tentou cumprir os mandados de prisão.

Testemunha
Um policial civil é uma das principais peças da investigação feita pelo Ministério Público Estadual (MPE) sobre o suposto mensalão da Corregedoria da Polícia Civil. Testemunha sob proteção, ele foi ouvido em sigilo pelos promotores, em 1º de dezembro, e contou como o investigador Waldir Tabach, chefe dos investigadores da corregedoria, arrecadaria a propina das delegacias de São Paulo.

Ela afirma que “foi o chefe dos investigadores da Polícia Civil, Waldir Tabach, que informou ao chefe dos investigadores do Deic, Sr. Toyama, que o Gecep (Grupo Especial de Controle Externo da Polícia) e policiais da corregedoria estavam chegando no local para cumprir mandados de prisão”. A testemunha disse que Tabach receberia R$ 50 mil mensais só do Deic para mandar as informações e que falaria com Toyama por meio de celulares chamados “diretinhos” que ninguém sabe o número.

A reportagem pediu à Secretaria de Segurança Pública para entrevistar Tabach e o diretor da Corregedoria, delegado Nestor Sampaio Penteado Filho, mas não houve resposta. A assessoria do Deic também foi procurada, mas ninguém respondeu.

Suspeitas
Os promotores do Gecep encaminharam cópia de toda a investigação sobre as suspeitas de cobrança de propina da Corregedoria da Polícia Civil à Secretaria de Segurança Pública no começo do mês e pediram providências por parte da pasta. O Gecep também mandou cópias para a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, pois há suspeita de enriquecimento ilícito e improbidade administrativa praticada pelos policiais investigados.

Na parte cível, a investigação foi dividida em vários inquéritos Um será apenas para apurar os fatos ocorridos no Deic, que também serão anexados na investigação sobre o suposto mensalão da corregedoria. Outros supostos crimes praticados por outros departamentos, mas sempre relacionados com corrupção, também serão investigados pelos promotores do Patrimônio Público.

Histórico
Essa é a primeira vez que a Corregedoria da Polícia Civil é alvo de suspeitas. Durante a gestão de Ronaldo Marzagão na Secretaria da Segurança (2007-2009), decisões sobre processos administrativos contra policiais corruptos seriam vendidas por integrantes da cúpula da pasta para livrar a banda podre de punições. Foi por isso que o secretário Antonio Ferreira Pinto (2009-2012) fez com que o órgão deixasse de ser subordinado à Delegacia Geral de Polícia e pôs sob a responsabilidade de seu gabinete.

A decisão fez Ferreira Pinto ser alvo de espionagem por parte de policiais civis envolvidos em casos de corrupção. Em uma das ações, os investigados divulgaram imagens de câmeras de segurança de um shopping que mostravam o secretário se encontrando com um jornalista, dando a entender que ele estaria passando informações sigilosas.

Na época, a responsável pela Corregedoria era a delegada Maria Inês Valente. Ela saiu do cargo depois que imagens gravadas pela própria Corregedoria mostraram agentes tirando dinheiro supostamente escondido na calcinha de uma escrivã.

O caso foi arquivado pela Justiça, mas ganhou repercussão após a divulgação das imagens da ação dos policiais da Corregedoria, que foram consideradas arbitrárias pelos colegas. A corregedora entregou o cargo. Desde a queda de Ferreira Pinto, o delegado Nestor Sampaio Penteado Filho assumiu o órgão. Ele sempre foi considerado discreto nas ações do departamento.

Investigação
A Secretaria de Segurança Pública, por meio de nota, informou que o secretário Alexandre de Moraes tomou conhecimento do caso na quarta-feira, dia 16, durante reunião com os promotores do Gecep e pediu “imediata apuração por parte da Delegacia Geral de Polícia”.

A pasta não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem Não informou quais providências poderão ser tomadas em relação aos policiais do Deic e da Corregedoria da Polícia Civil suspeitos de dar fuga aos policiais Mario Capalbo e Raphael Schiavinatto, não disse como será ou se será investigado a existência de um suposto esquema de propina na Corregedoria. A reportagem pediu à assessoria entrevista com o diretor da Corregedoria, delegado Nestor Sampaio Penteado Filho, e também com o investigador chefe Waldir Tabach, mas o pedido não foi respondido.

Todos continuam trabalhando nos seus respectivos cargos normalmente. A assessoria da Secretaria de Segurança Pública também não informou qual a situação os investigadores Capalbo e Schiavinatto, se continuam presos ou se voltaram ao trabalho no Deic.

Em depoimento aos promotores, o delegado Luiz Longo afirmou que, no dia da fuga dos policiais pela porta da frente do Deic, não se lembrava quem eram os investigadores e “após uma breve reflexão, lembrou-se quem eram e que os havia visto, na parte da tarde, na delegacia, mas não sabia se estavam no prédio”.

O agente da Corregedoria Fabio Iezzi afirmou em depoimento que não estava preocupado em saber se havia uma saída pelos fundos, pois não conhece bem o Deic “e que não teria interesse” em beneficiar os policiais acusados de extorsão.

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COMPETÊNCIA NÃO LHE FALTA – Sem cacique na urna, Alexandre de Moraes poderá disputar – e ganhar – a prefeitura de São Paulo pelo PSDB 17

Sem cacique na urna: o dilema tucano em São Paulo

Malu Delgado

NEXO

Desde 1996, quem concorre à prefeitura da maior cidade do país pelo PSDB é Serra ou Alckmin. Agora, com os dois políticos de olho no Planalto, partido vive uma disputa interna acirrada

Tirar o PT da Prefeitura de São Paulo em 2016 é imperativo para os tucanos.  O problema é saber quem será o nome na urna. Nas últimas duas décadas, José Serra e Geraldo Alckmin se alternaram como candidatos nas eleições municipais – Serra disputou em 1996, 2004 (quando venceu) e 2012 (foi para o segundo turno com o petista Fernando Haddad e perdeu); já Alckmin representou o partido em 2000 e 2008, tendo sido derrotado nas duas disputas.

Pela primeira vez, ambos estão cumprindo mandatos ao mesmo tempo – de governador e senador, respectivamente – e não mostram apetite para encarar pessoalmente a disputa em 2016.

O governador emitiu os primeiros sinais. Deu uma declaração em direção ao empresário João Doria Jr. Logo em seguida, seu secretário de Segurança, Alexandre de Moraes, se filiou ao PSDB

Não há um nome natural no PSDB. Fora Alckmin e Serra, ninguém disposto a ir para a campanha desfruta do chamado “recall”, quando o político é lembrado facilmente pelo eleitor simplesmente porque já disputou eleições majoritárias anteriores. Ou seja, será preciso construir um candidato. Mas quem?

A primeira figura a surgir com mais força foi a do vereador Andrea Maratazzo. Ele trabalha faz tempo para emplacar sua candidatura. O problema é que se trata de um político muito ligado a Serra. E hoje é Alckmin quem comanda o Estado mais rico do país e tem o maior capital eleitoral em São Paulo. Certamente, terá a maior influência nessa decisão.

Como protagonista, o governador emitiu os primeiros sinais em dezembro de que poderia caminhar na direção do empresário João Dória Jr, que já apresentou formalmente sua pré-candidatura à prefeitura ao PSDB. Durante um jantar com empresários na capital no último dia 14, o governador soltou a seguinte frase:

“Victor Hugo dizia, João, que nada segura a ideia de que chegou o seu tempo. E eu quero dizer que ficarei muito feliz se esse tempo for João Doria para trabalhar por São Paulo”

Geraldo Alckmin

Governador de São Paulo, em jantar com empresários no dia 14 de dezembro

A manifestação de Alckmin, porém, não foi interpretada dentro do PSDB como uma decisão objetiva, em razão de haver outras alternativas na mesa e de Doria não ter trajetória política consistente. Dois tucanos muito alinhados ao governador disseram ao Nexo duvidar de que o governador esteja mesmo apostando na candidatura de Doria. “Isso não se confirma”, afirmou, reservadamente, um dirigente do PSDB.

Num lance para complicar ainda mais o cenário, o secretário de Segurança Pública do Estado, Alexandre de Moraes, deixou o PMDB para se filiar ao PSDB, também agora em dezembro. Mais precisamente, Moraes assinou a ficha de filiação ao PSDB um dia após a declaração de Alckmin sobre Doria ter sido divulgada na mídia. O secretário era apontado há alguns meses como o preferido do governador por integrantes do partido.

FOTO: GUILHERME PRADO/NEXO

Alexandre de Moraes, secretário da Segurança Pública cotado para disputar as eleições municipais

ALEXANDRE DE MORAES, SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO

Há ainda mais três outros nomes correndo atrás da indicação.  Os deputados federais Bruno Covas e Ricardo Tripoli e o presidente do Instituto Teotônio Vilela, órgão ligado ao PSDB, José Aníbal, anunciaram que um dos três vai apresentar uma pré-candidatura.

A escolha do candidato tem importância para o projeto político de Alckmin, daí o cuidado no movimento das peças. Embora não abrace publicamente o plano de disputar de novo a Presidência (algo que ele já fez em 2006, sendo derrotado por Lula no 2º turno), o governador não descarta tal aspiração.

O desgaste do PT no cenário nacional dá fôlego aos tucanos para acreditarem numa vitória em 2018. A chegada de um aliado próximo ao comando de São Paulo, maior prefeitura do país, portanto, pode fortalecer Alckmin numa eventual tentativa de concorrer ao Palácio do Planalto.

As prévias, as avaliações e os aliados

Há a possibilidade de o PSDB realizar prévias como as que ocorreram na eleição passada. Em 2012, Tripoli e Aníbal disputaram internamente com Serra a vaga de candidato. A vitória de Serra foi constrangedoramente apertada: ele obteve 52% dos votos e os outros dois tucanos, juntos, tiveram 48%.

Bruno Covas, Ricardo Tripoli e José Aníbal reuniram integrantes do PSDB na segunda quinzena de novembro para anunciar que, desse trio, sairá apenas um nome para disputar as prévias. “Nós três vamos marchar juntos. Conhecemos muito bem todos os meandros da cidade. Não há nenhuma possibilidade de não ser um de nós três o pré-candidato”, afirmou Tripoli.

Uma ala significativa do PSDB quer a realização de prévias em março. Mas o conturbado cenário nacional deixa essa decifinição no ar

Mas um fato chamou a atenção. Nessa mesma reunião estava lá o secretário de Segurança Pública. E o que fazia ali Alexandre de Moraes? “O Alexandre, no início do ano, colocou a pretensão de sair do PMDB e ir para o PSDB. Ele nunca disputou eleição. Ele tem sido um grande parceiro nosso. Daqui a três anos haverá eleição novamente, para vários cargos, governador, deputado, senador, e é provável que ele queira disputar”, justificou Tripoli. Bruno Covas afirmou que Moraes tem toda a legitimidade para, recém-filiado, disputar as prévias. “Mas isso não me tira o desejo de também querer disputar”, antecipou-se.

Uma ala significativa do PSDB quer a realização das prévias apenas em março. O conturbado cenário nacional prejudica ainda mais as definições do partido. Na situação atual, o mais provável é que o PSDB só defina o seu candidato (com prévias ou por indicação direta de Alckmin) na segunda quinzena de abril do próximo ano, disseram ao Nexo dirigentes estaduais do PSDB.

Bruno Covas, o nome que tem o melhor desempenho nas pesquisas internas atualmente, não esconde a descrença no processo de prévias. “Eu gostaria muito de ver isso num papel, mas até agora nada.”

O apoio explícito de Alckmin a um pré-candidato, segundo o deputado, obviamente mudaria o cenário. “Se o governador Geraldo Alckmin declara um apoio, se é que ele vai declarar, surte um efeito muito grande no processo. Não há como negar isso. Agora, se todos vão aceitar [a indicação] a ponto de não ter nenhum processo de prévia, isso eu já não sei.”

Há tucanos que defendam que o nome do candidato não precisa necessariamente ser do PSDB. Segundo José Aníbal, por exemplo, o partido precisa estar aberto ao diálogo. “Quem quer uma aliança e não tem um nome natural tem que estar muito aberto. Precisamos ser muito verdadeiros neste processo e disputar para ganhar.”

Dificilmente, porém, os tradicionais aliados – DEM, PV, PSB e PTB – apresentarão alguém competitivo. A tendência é que apoiem o nome escolhido por Alckmin.

Escolhas tucanas

1996

José Serra concorre pelo PSDB. Celso Pitta (PPB) se elege

2000

Geraldo Alckmin concorre pelos tucanos. A petista Marta Suplicy vence.

2004

Tucano José Serra concorre novamente. Dessa vez, vence

2008

Alckmin volta a concorrer, mas quem vence é Gilberto Kassab (DEM)

2012

Novamente, Serra concorre. Quem vence é Fernando Haddad (PT)

Mais poder a Alckmin na escolha

FOTO: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL

Os tucanos Alckmin e Serra

O GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN E O SENADOR JOSÉ SERRA

Os sinais de que Alckmin quer interferir no processo de escolha do candidato são cada vez mais claros. No dia 30 de setembro, uma resolução nacional do PSDB, assinada pelo senador Aécio Neves, que preside a legenda, tirou poderes dos diretórios locais nas decisões sobre a disputa eleitoral nas cidades com mais de 200 mil habitantes. Agora, cabe à Executiva Nacional, “em última instância”, homologar “as decisões relativas a candidaturas e alianças”.

Alckmin articulou juntamente com Aécio para que a norma tirasse poderes do diretório local, onde Matarazzo tem mais chances de prosperar. Por razões semelhantes às de Alckmin, Aécio também quer ter poderes de definição do candidato na capital de Minas Gerais, Belo Horizonte.

Dias depois, em 14 de outubro, o presidente do PSDB paulistano, Mário Covas Neto, o Zuzinha, divulgou uma nota à imprensa esclarecendo que os dois pré-candidatos à prefeitura até então inscritos para disputar as prévias – Matarazzo e João Doria Jr. – concordavam em estender o prazo para que novos postulantes se apresentassem.

Mesmo tendo questionado a resolução nacional, Zuzinha se viu sem saída e admitiu que o processo será coordenado agora por uma “comissão estadual” supervisionada pelo comando nacional do partido. No diretório estadual a influência de Alckmin é significativa.

Neste cenário, cresceriam substancialmente as chances de Moraes ou algum outro escolhido de Alckmin, como João Doria Jr.

Apostas altas: o homem da máquina e o empresário

FOTO: DIVULGAÇÃO/PSDB-SP

Doria e Serra em encontro do PSDB

JOÃO DORIA AO LADO DE JOSÉ SERRA EM EVENTO DO PSDB

João Doria e Alexandre de Moraes só terão chances de emplacar uma candidatura pelo PSDB se tiverem o aval de Geraldo Alckmin. Os dois nunca disputaram uma eleição e sua experiência política está restrita a cargos no Executivo. Doria foi secretário de Mário Covas; Moraes foi secretário no primeiro governo de Alckmin, na gestão de Gilberto Kassab (PSD) na prefeitura e, agora, retornou à administração tucana.

Doria é o elo que Alckmin precisa com empresários para pavimentar seu projeto de chegar à Presidência. Tanto que o aceno feito pelo governador a ele se deu num ambiente com a presença de gente de peso do PIB. Moraes conhece bem melhor os meandros da política, transita no meio jurídico e é visto como um nome articulado. Os dois seriam uma aposta do governador.

Uma eventual pré-candidatura de Moraes esbarra na pasta que controla. Ao mesmo tempo que lhe dá projeção, o tema segurança pública é sinônimo de instabilidade

Secretário de Segurança Pública, Moraes entrou para a política pelas mãos de Alckmin, em 2002, tornando-se secretário de Justiça do Estado com 33 anos recém-completos. O convite o obrigou a abandonar a carreira no Ministério Público, instituição na qual ingressou após passar em primeiro lugar no concurso. Ao entrar para o governo, afirmou Moraes ao Nexo, percebeu que poderia “ampliar o horizonte de atuação no poder público”.

“Tenho, e terei para sempre, uma dívida com o governador Alckmin por ele ter me escolhido e nomeado para a Secretaria de Justiça de São Paulo com 33 anos. Ou seja, ele confiou em mim. Eu fui e continuo sendo até hoje o secretário de Justiça mais jovem da história de São Paulo. Eu sempre vou retribuir ao governador”, disse ele em entrevista.

A fidelidade a Alckmin é absoluta. Tanto que na disputa estadual nem titubeou quando seu ex-partido, o PMDB, lançou o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, ao governo. Moraes permaneceu ao lado do tucano.

“São 13 anos de convívio e de amizade. Posso dizer que eu me tornei um amigo do governador e da família, a minha esposa é amiga da dona Lu (Maria Lúcia Guimarães Ribeiro Alckmin, esposa do tucano). O governador é um homem público excepcional. É um prazer trabalhar com ele”, afirmou.

O presidente do PSDB paulistano, Zuzinha não crê no azarão de Alckmin. E lembra o pai, Mário Covas, para falar das incertezas da política. “Meu pai queria ser três coisas na vida: prefeito de Santos, presidente do Santos Futebol Clube e presidente da República. Vi ele ser governador de São Paulo sem querer ter sido candidato.”

Uma eventual pré-candidatura de Moraes esbarra na pasta que controla. Ao mesmo tempo que lhe dá projeção, o tema segurança pública é sinônimo de instabilidade.

No final de outubro, por exemplo, Moraes teve de aplacar uma nova crise – numa rixa histórica – entre policiais civis e militares. A prisão de um sargento por suposta prática de tortura, a partir de investigações da Polícia Civil, provocou revolta entre militares.

Moraes entrou em ação para contemporizar a briga. Deu razão aos dois lados. O delegado da Civil que atuou no caso agiu legalmente, afirmou. A prática de tortura teria de ser corroborada pela Justiça, acrescentou o secretário constitucionalista.

No início de novembro, um aliado de Alckmin afirmou ao Nexo que o episódio revelava ao PSDB o perigo de ter um candidato ligado ao tema. “O governador precisa dele na secretaria. Se ele for candidato, terá que sair meses antes do governo, e o tema segurança pública entra automaticamente para a campanha. Pode ser um tiro no pé”, definiu esse aliado reservadamente.

Meses depois, a polícia paulista era flagrada em pancadarias com estudantes da rede estadual, que resolveram ocupar escolas em protesto à reforma do ensino proposta por Alckmin. Moraes disse que não apoiava reintegração de posse em colégios com aparato militar. Mas houve truculência em manifestações de rua. E as cenas certamente vão cair na conta do secretário de Segurança numa eventual disputa eleitoral.

O cenário nacional também poderia tirar Moraes do jogo sucessório em São Paulo. Em caso de impeachment da presidente Dilma, por exemplo, ele pode ser chamado pelo vice-presidente Michel Temer a compor um novo governo, em especial o Ministério da Justiça. Entre a prefeitura de São Paulo e um quinhão na Esplanada dos Ministérios, o segundo cenário pode lhe ser bem mais tentador.

Saída partidária: Matarazzo e outros tucanos

FOTO: /DIVULGAÇÃO

Andrea Matarazzo e Fernando Henrique Cardoso

O VEREADOR ANDREA MATARAZZO E O EX-PRESIDENTE FERNANDO HENRIQUE

Os outros pré-candidatos – Andrea Matarazzo ou um integrante do trio Covas-Tripoli-Aníbal – são nomes que teriam melhor aceitação na estrutura partidária. Todos eles têm experiência política e parlamentar, o que os difere dos outros dois que seriam “apadrinhados” do governador.

Apesar de ainda ser um nome viável dentro do PSDB, Matarazzo é distante de Alckmin e mantém fortes vínculos com Serra e com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Eu sempre imaginei sair candidato com o apoio do partido e de todas as lideranças do partido”, disse Matarazzo ao Nexo.

A definição de Alckmin, admitiu, é determinante, mas o vereador não se acha carta fora do baralho e tem a expectativa de cativar a confiança do governador. Para ele, Alckmin observa, atentamente, o cenário nacional e avalia que passos tomar. Por enquanto, parece estar imobilizado.

Em setembro, Matarazzo organizou um evento com a intenção de atrair apoio dos caciques à sua candidatura. Alckmin, segundo um auxiliar do governador, foi “convidado por e-mail”. O tiro saiu pela culatra. Foi “como organizar uma festa no Vaticano e esquecer de convidar o papa”, definiu um outro dirigente tucano, que considera o colega Matarazzo um candidato qualificado, mas cuja ansiedade de ser candidato poderá derrubá-lo.

Além disso, há dúvidas entre os dirigentes do PSDB sobre o perfil de Matarazzo.  Ele é descendente do conde italiano Francesco Matarazzo (1854-1937) – ícone do desenvolvimento econômico e industrial de São Paulo -, e pertence a uma das famílias “quatrocentonas” mais tradicionais do Estado.

Para muitos dentro do próprio partido, tem uma “alma elitista” que poderia se transformar num enorme obstáculo para conquistar votos da classe média e de camadas com renda menor, ainda que receba créditos e elogios por conhecer profundamente a cidade de São Paulo.

“Nós não podemos errar [na escolha do candidato]”, afirmou o presidente do PSDB em São Paulo, Pedro Tobias. “Se errarmos, a decepção será total.” Na primeira semana de dezembro, Tobias declarou ao Nexo estar aflito: “Com essa confusão nacional, ninguém sabe mais o dia de amanhã. Não tem nada concreto [sobre as prévias e as pré-candidaturas]”.

O Brasil em São Paulo

É em São Paulo que a disputa entre PT e PSDB, a chamada polarização partidária, se potencializa. A origem dos dois partidos está intimamente ligada ao Estado, assim como suas principais lideranças, dos dois lados – Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva.

Diante da atual conjuntura de crise política e econômica, com o PT sofrendo um desgaste histórico após mais de uma década de hegemonia nacional, o embate eleitoral na capital paulista seria uma espécie de Batalha de Waterloo, a disputa decisiva que acabou com o império de Napoleão, em 1815. Por enquanto, nenhum “imperador” tucano declarou ao exército qual a tática a ser seguida

Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Civil (Dejec), presidenta do Sinpol considera medida positiva, mas critica defasagem salarial 34

Assembleia aprova trabalho para policiais civis em dias de folga

20/12/15 | Anderson Oliveira – anderson.oliveira@jcruzeiro.com.br

Os policiais civis do Estado de São Paulo poderão trabalhar voluntariamente em suas folgas, com direito a remuneração adicional, conforme projeto de lei aprovado na última quinta-feira, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O medida, que efetiva a Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Civil (Dejec), segue para sanção do governador Geraldo Alckmin (PSDB). A Dejec é uma boa notícia, segundo o Sindicato dos Policiais Civis de Sorocaba e Região (Sinpol), que aponta a necessidade de aumentar a renda defasada dos policiais paulistas.

A escala remunerada de trabalho proposta pela Dejec tem como objetivo aumentar a renda dos policiais civis, a exemplo do que acontece com os militares por meio da Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar (Dejem). De acordo com o governo estadual, a medida deve reforçar o efetivo nas ruas, nas delegacias, no trabalho de investigação e atendimento à população. Cada policial poderá trabalhar até oito horas diárias (fora da jornada normal), por até 10 dias no mês, ou seja, máximo de 80 horas, para que o serviço extraordinário não prejudique o descanso.

O valor pago aos delegados está estimado em R$ 204 por dia, contemplando oito horas de trabalho. As demais carreiras receberão R$ 170 por dia. O valor é calculado com base na Unidade Fiscal do Estado de São Paulo (Ufesp). As atividades e critérios a que serão submetidos os policiais serão estabelecidos por portaria do delegado geral de polícia.

Para a presidente do Sinpol, Maria Aparecida Queiroz de Almeida, a lei é positiva para aqueles policiais que gostariam de complementar a renda. No entanto, ela aponta que a defasagem dos salários acaba levando muitos a fazerem bicos: “O governador quis com isso oficializar os bicos”. Maria Aparecida critica a falta de reposição salarial dos policiais do Estado. “O Sinpol estará com o secretário de Segurança Pública no dia 23 (próxima terça-feira) para saber do Dejec e cobrar o pagamento da reposição da inflação”, diz ela.

Jornal Cruzeiro do Sul

Polícia Militar transformada em organização criminosa 17

É SÓ NO RIO QUE OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR CONTINUAM ROUBANDO
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Agentes do Ministério Público e da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (Ssinte) cumprem na manhã desta sexta-feira, mandados de prisão preventiva contra 25 acusados de integrarem uma quadrilha que desviou mais de R$ 14 milhões do fundo de Saúde da Polícia Militar do Rio. Entre os acusados estão três coronéis que faziam parte da cúpula da corporação até o final de 2014: o ex-chefe do Estado-Maior Administrativo, Ricardo Pacheco, o ex-diretor de Finanças, Kleber Martins, e o ex-gestor do Fundo de Saúde da PM, Décio Almeida. Os coronéis Ricardo Pacheco e Décio Almeida já estão presos e os agentes seguem para o interior do Rio para capturar o coronel Kleber Martins. Todos vão responder por associação criminosa. A investigação do caso durou mais de um ano e foi feita, em conjunto, pela Ssinte e pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, do MP.

Além deles, outros nove oficiais da corporação, onze empresários, uma ex-funcionária civil da PM e um funcionário da Secretaria estadual de Governo também tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça. Segundo a denúncia do Gaeco, obtida pelo EXTRA, o grupo fez do “Quartel General da PM um verdadeiro ‘balcão de negócios’ e a sede administrativa da organização criminosa, um QG de ‘tratativas criminosas’, de arrecadação de propinas e desvio de valores de verbas do Fundo de Saúde da PM, assim como recebimento ou exigência de vantagens econômicas indevidas”.

FIQUEM SOSSEGADOS, ENQUANTO O MP CARIOCA INVESTIGA AS RATAZANAS COM ESTRELINHAS, AQUI NO TUCANISTÃO ELES SÃO CÚMPLICES.
GAECO E OFICIAIS DA PM COMPARTILHAM INFORMAÇÕES DE CHACINAS,ROUBOS A CAIXAS ELETRÔNICOS, OPERAÇÕES ILEGAIS SEM MANDADOS JUDICIAIS EXIGIDOS POR LEI E NINGUÉM É PUNIDO.
ATÉ AS ESCOLAS PÚBLICAS SERIAM FECHADAS SOB AS VISTAS GROSSAS DO MP, NÃO FOSSE A GRITARIA DA MOLECADA, MUITO MAIS PREOCUPADA COM A EDUCAÇÃO DOS FUTUROS PAULISTAS QUE OS DITOS “DEFENSORES DA SOCIEDADE CIVIL”.

LITORAL – População deve adotar cuidados ao sair e chegar em casa 17

Diretor do Deinter-6, Gaetano Vergine aconselha as pessoas a acionar a polícia diante de indivíduos com comportamento suspeito

EDUARDO VELOZO FUCCIA – A TRIBUNA 
16/12/2015 – 07:44 – Atualizado em 16/12/2015 – 09:59
Antes de abrir o portão é preciso
examinar a parte externa, afirma delegado

O momento de sair e, principalmente, de entrar em casa requer bastante cuidado dos moradores, porque são nessas ocasiões que assaltantes costumam agir.

No final da tarde e na noite de segunda-feira (14), duas famílias foram assaltadas, respectivamente, em Peruíbe e Praia Grande, quando chegavam de carro na residência. Uma das vítimas é um policial militar.

Diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior-6 (Deinter-6), o delegado Gaetano Vergine alerta que, ao perceber a presença de qualquer pessoa suspeita, o melhor é não abrir a porta, bem como não acionar o portão eletrônico da garagem.

A maioria das abordagens dos assaltantes ocorre quando as vítimas estão dentro de carros, porque elas estão com as atenções voltadas com a manobra que deverão fazer.

“É nessas horas que elas estão mais vulneráveis. É preciso verificar se não há ninguém suspeito na frente ou próximo da casa. Caso haja, a recomendação é não parar e dar uma volta no quarteirão”, diz o chefe da Polícia Civil na região.

Na hipótese de o suspeito continuar nas imediações, Vergine orienta a ligar para as polícia Civil (197) ou Militar (190). A mesma cautela, segundo o delegado, vale para sair de casa. “Antes de abrir o portão da garagem é preciso examinar a parte externa”.

Peruíbe

Por volta das 18 horas de segunda-feira, com o sol ainda brilhando forte, uma dona de casa, de 63 anos, chegava em sua residência, no Jardim Peruíbe, dirigindo uma caminhonete Montana.

Ela retornava das compras no supermercado e era aguardada no portão da garagem pelo marido, um aposentado de 70 anos, quando foram rendidos por quatro marginais.

O bando obrigou o casal a entrar no imóvel e separou vários objetos da moradia, entre os quais duas bicicletas. Dois ladrões fugiram pedalando estes veículos, enquanto os demais escaparam levando os outros produtos na Montana.

Momentos depois, durante patrulhamento pelo bairro, PMs viram a caminhonete e a perseguiram até ela atolar em uma rua. Os dois ocupantes da Montana conseguiram escapar e não foram identificados. Um deles dispensou na fuga um revólver de brinquedo.

Dois televisores, notebook, aparelho de som, climatizador, aspirador de pó e outros objetos roubados da casa foram recuperados dentro da Montana. Os marginais conseguiram levar algumas joias e um celular, além das bicicletas.

Praia Grande

Dois homens não identificados aproveitaram o momento em que um casal aguardava o portão eletrônico do edifício em que mora abrir para assaltá-lo, às 23h30 de segunda-feira.

O prédio fica no Bairro Guilhermina e o casal chegava ao local com um Chevrolet Prisma preto. Os marginais portavam armas de fogo e exigiram a entrega do carro.

No veículo havia diversos pertences das vítimas, que também foram levados. O dono do Prisma é um policial militar, de 49 anos. No carro estava a sua carteira funcional, mas os assaltantes não a perceberam.