A propaganda oficial do governo Bolsonaro é uma vergonha… Chupa rola de israelenses que nem judeus ( religiosos e humanistas de verdade ) são ! 8

Infelizmente, a ajuda de Israel – muito embora louvável – parece ser providencial.

Anteriormente –   falando sobre tragédias recorrentes no Brasil – nunca vi os israelenses tão solidários.

Aliás, nem o  hospital ( isralita )  Albert Einstein é solidário com quem não possui muito dinheiro, né?

Vixit, tá meio difícil saber quer é israelita ou evangélico por aqui…

Tudo misturado!


 

 Perdão pela linguagem!  

Mas estamos sob um governo que jurou acabar com o politicamente correto, né ? 

Polícia, política e futebol = corrupção! – Investigador Rollo pediu pra sair, ainda bem! ( Tá na hora de alguns policiais, alguns magistrados e muitos políticos deixarem o futebol para se dedicarem à coletividade ) 2

Isolado, vice-presidente do Santos pede licença do cargo

Eder Traskini

Do UOL, em Santos

 

  • Marcello De Vico/UOL

O vice-presidente do Santos, Orlando Rollo, protocolou junto ao Conselho Deliberativo nesta segunda-feira o pedido de afastamento do cargo. Longe das decisões da diretoria santista há mais de três meses, o cartola decidiu formalizar a saída.

Rollo já não fazia mais parte das reuniões do Comitê de Gestão do Santos, que ocorrem a cada 15 dias, desde o final de setembro, quando o presidente José Carlos Peres venceu o processo de impeachment para seguir no cargo.

“Pedi meu afastamento por jamais querer prejudicar o Santos. Não tenho apego ao poder. Estou afastado das decisões, muitas das quais não concordo e quero deixar claro meu posicionamento. Fui eleito pelo sócio para exercer a plenitude do cargo e isso me foi retirado. Agora passo ao Conselho que vai tomar a devidas providencias, inclusive esclarecendo qual o período que posso me manter afastado”, explicou.

Em junho do ano passado, o vice-presidente já havia feito uma consulta ao Conselho Deliberativo do Santos, que repassou a demanda à Comissão de Estatuto, sobre como funcionaria um pedido de afastamento temporário do cargo, mas não tinha efetuado a solicitação.

Segundo o Estatuto Social do Santos, o cartola deverá ficar afastado também das reuniões do Conselho Deliberativo enquanto estiver de licença e esse fato, a impossibilidade de participar da política do Peixe, fez com que ele adiasse o pedido.

No fim da tarde desta segunda-feira, porém, Rollo enviou uma mensagem de despedida ao grupo do Comitê de Gestão no ‘WhatsApp’ confirmando o pedido de licença, mas não entrou em detalhes.

 

________

Para aqueles que me acusam de perseguição e inveja, mais uma vez: não conheço pessoalmente – logo nunca trabalhei direta ou indiretamente – com o Sr. Rollo.

O que eu já escrevi acerca dessa espúria relação: polícia, política e futebol serve para todos os agentes públicos e, também, alguns advogados!

O futebol é uma mina de dinheiro aberta ao crime organizado e todo aquele que se disponha a lhe dar proteção por dinheiro, projeção e promoção. 

O futebol é o 5º constitucional de  corruptos em geral; delegados , oficiais PM ,  policiais civis e militares,   em especial!

Gasto$o$ e suas mulheres gasto$as$ – Assunto sobre a comatosa Polícia Civil ( Científica, inclusive! ) que só respira com ajuda da corrupção 15

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Já que alguns estão dizendo que há falta de assuntos policiais, aqui no fli paralisante, e pedindo licença ao Dr. Guerra, para me alongar neste post.

Numa galáxia distante chamada DECAP aportou recentemente uma nova geração de seccionais, chefes, titulares, amigos e amigos dos amigos, a famosa pá.
Os habitantes antigos DECAP ficaram na expectativa, inclusive eu, todos com o c…. na mão.
Afinal de contas, pode haver mudanças caraterizadas por bondes, tele transporte, alterações nas escalas, e na pior das hipóteses a caças aos funcionários(as) fantasmas, tudo pode ou poderia acontecer.
No popular poderia haver um rebosteio! Um espalha b…..
A zona de conforto, de cada um poderia ser alterada.
Se é que é possível falar em conforto no DECAP, a não ser para os de sempre, e com os de sempre quero dizer; aquelas “amigas” dos chefes, aqueles coberto de pelo que faz a alegria de poucos, aquelas bocas carnudas que poucos beijam.
E para não dizer que sou machista temos o outro lado, também aqueles outros que não sendo tão gostosos quanto as “amigas”, mas tem o seu charme e encanto, estou falando dos ga$to$o$.
Toda delegacia tem o seu policial ga$to$o, é aquele sujeito que todas dizem; “Ele está na polícia porque gosta, a família dele tem dinheiro”.

Nunca entendi gosta da polícia mais nunca aparece para trabalhar?

O ga$to$o agrada o chefe de outra maneira, nunca dá trabalho e dor de cabeça para o chefe, tanto é assim que nem aparece nas escalas, justamente para não dar qualquer motivo de aborrecimento.
As reuniões com o ga$to$o é em particular, sem testemunhas, são reuniões em lugares mais bucólicos, finas churrascarias, restaurantes top, barzinhos da moda, etc, etc, etc…..

Pois bem, a roda estava parada todos na expectativa!

Até que finalmente, os escolhidos a dedo, aportaram, lá na minha pastelaria.
Estou, agora, sob nova direção ou “nova” gestão.
E como toda nova gestão tem que ter uma reunião, se não, não é nova gestão.
Todos foram  convocados, em resumo, os de sempre, lá estávamos para a reunião os velhos e novos babacas.
Babacas sim, pois sabíamos que seria mais do mesmo.

Chefe falou no começo ( da preleção ) ;

Estou chegando para compor, não quero ensinar ninguém, muitos aqui poderiam estar  nesta minha cadeira, que é temporária e blá, blá, blá…….sou policial de rua e quero cana, dou cana, trabalho para baralho, blá, blá, blá….o titular quer isso, aquilo, e aquilo outro, o atendimento agora tem que ser padrão TOP, e blá, blá, blá……

( Todo delegado corrupto vagabundo tem esse mesmo discurso )

E, eu, só vendo as paredes da sala do chefe todas encardidas, as cadeiras velhas e quebradas, algumas só a espuma, pela janela um festival de moto, amontoadas vazando óleo no pátio da delegacia.
E o cara pagando e querendo padrão TOP. Nem preciso falar o que passou pela minha cabeça!
E continuando a reunião lá pelas tantas – agora na “nossa área” – vamos aqui abrir um belo parêntesis nesta história de nossa área.
Quando digo nossa área, ou seja a minha área, é para as encheção de saco, os BOs de m….. briga de vizinho, crimes de ameças, fuxico de zap, zap, e todas aquelas tralhas de balcão do ( …. )  DP, essa é a minha área de atuação.
Ficou claro?
Quanto aquela outra “área” que envolve maquinhas, bingos, jogo do bicho, putero, desmanche, venda de ouro, agências de carros e afins….
Também ficou muito bem claro que são única e exclusivamente dos chefes e do titular…( Seccional e Diretor ) , e mais uns caras que em não encontrei no rol das carreias da Polícia Civil, são uns tais dos recolhe! ( gansos, aposentados , amigopols )
Depois vou pesquisar melhor para saber quem são e o que fazem, kkkkk.
Desenhado a área de atuação de cada um, veio o festival quero levantar a delegacia e blá, blá, blá…..quero cana, esclarecimentos, pontuação, quero isso, quero aquilo, quero aquilo outro……..
E eu já cansado, com sono, saco cheio, não conseguia, por mais que quisesse me amimar com aquelas palavras, realmente não consegui.
Fique com a impressão de já ter visto, vivido e ouvido tudo aquilo, muitas e muitas vezes.
E achando que eu possa estar ficando louco;  pergunto alguém mais passou por esta experiência?
Em verdadeiro Déjà vu.

Escrito por: cansado ( Copidesque  por FLIT )

Da Folha de São Paulo: Bolsonaro é o herdeiro ideológico da facção das Forças Armadas ligada aos torturadores, que não aceitou a abertura democrática e partiu para o crime: esquadrão da morte, garimpo, jogo do bicho…( “Vixit”, o Jair não era o Nascimento…É o Rocha! ) 22

     Bolsonaro e as milícias

Sem o trabalho do Coaf, já teríamos milicianos fazendo churrasco no Palácio

A esta altura, é difícil não concluir que Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, é enrolado com milícias. O jornal O Globo descobriu que, quando o escândalo dos depósitos suspeitos veio à luz, Queiroz se escondeu na comunidade do Rio das Pedras, berço das milícias cariocas, onde sua família operaria um negócio de transporte alternativo (atividade tipicamente controlada por milicianos).

A jornalista Malu Gaspar, da revista piauí, apurou que Queiroz foi colega de batalhão de Adriano da Nóbrega, foragido da polícia e acusado de liderar a milícia Escritório do Crime, sob o comando de um coronel envolvido com a máfia dos caça-níqueis (outra atividade típica de milícia).

A polícia e o Ministério Público cariocas suspeitam que o Escritório do Crime matou Marielle Franco, a da placa que os bolsonaristas volta e meia rasgam às gargalhadas. Adriano da Nóbrega é foragido da polícia.
E, antes que os bolsonaristas digam que não acreditam em polícia, Ministério Público ou imprensa que não entreviste Bolsonaro de joelhos, lembrem-se do que disse Flávio Bolsonaro, o zero-um: Fabrício Queiroz, segundo o filho do presidente da República, lhe indicou a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega para cargos de assessoria em seu gabinete.

Repetindo: essa é a versão oficial, em que o único pecado da família presidencial foi amar demais o Queiroz.

A versão oficial confessa, portanto, o seguinte: o presidente da República emprestou R$ 40 mil para um enrolado com milícias cuja filha, Nathalia Queiroz, era funcionária fantasma de seu gabinete. Sim, fantasma: Nathalia trabalhava como personal trainer no Rio de Janeiro enquanto seu ponto era assinado no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro.

O empréstimo foi pago pelo enrolado com milícias por meio de um depósito na conta da primeira-dama.
Mesmo na versão oficial, é um PowerPoint do Dallagnol bem curto: três círculos, duas linhas, milícia-Queiroz-Bolsonaro.

Com base só na versão oficial, portanto, pode-se dizer, sem medo de errar: se o Coaf não tivesse feito seu trabalho, já teríamos milicianos fazendo churrasco no Palácio da Alvorada, brindando com os generais, escolhendo Moro para zagueiro do time na pelada.

Se essa é a versão oficial, imagine o que deve ser a versão verdadeira.

Temos algumas pistas.

A família Bolsonaro já defendeu as milícias publicamente repetidas vezes. E conhecia muito bem Adriano da Nóbrega muito antes da suposta indicação de Queiroz. Jair Bolsonaro defendeu o sujeito no plenário da Câmara já em 2005.

Flávio Bolsonaro foi mais longe: já homenageou o suposto líder do Escritório do Crime na Assembleia Legislativa duas vezes, nas duas ocasiões elogiando-o com entusiasmo. Concedeu-lhe a Medalha Tiradentes, maior honraria oferecida pelo legislativo estadual fluminense. Na ocasião, Nóbrega estava preso por assassinato. Recebeu a medalha na cadeia.

Vamos ver se novas pistas aparecem. Mas o quadro já é bem feio.

É como disse na última coluna antes das eleições: Bolsonaro é o herdeiro ideológico da facção das Forças Armadas ligada aos torturadores, que não aceitou a abertura democrática e partiu para o crime: esquadrão da morte, garimpo, jogo do bicho. É a mesma linhagem que nos deu as milícias.
Essa herança agora ronda o Planalto.

Celso Rocha de Barros

Servidor federal, é doutor em sociologia pela Universidade de Oxford (Inglaterra )

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/celso-rocha-de-barros/2019/01/bolsonaro-e-as-milicias.shtml

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E agora José Datena, o que você acha de ser esculachado sem provas como você arrogantemente faz rotineiramente contra muitos inocentes? ….Olha, do jeito que tu é folgado, penso que a moça tá falando a verdade; ainda que você não quisesse leva-lá para a cama…Ministério Público, acompanhe a apuração “in loco” 24

Embedded video

Nota do Flit:

Eu também defendo todas as mulheres do mundo, mas nem por isso deixei o pecaminoso desejo de comer um monte delas.

Por outro lado, quem invoca Deus em questões judiciais, de regra,  MENTE!

É o primeiro e o último recurso do culpado.

Ainda que jure sobre a Bíblia, de se ver os  políticos falsos , os falsos sacerdotes e, agora,  os falsos espíritas.

Renúncia, já ! – O nosso presidente – com a graça de Deus – ainda será o General Mourão, muito mais sábio e capacitado para o cargo…( Mas dá as suas caneladas! ) 10

Em 1º dia, Mourão mostra atitude e opiniões diferentes de Bolsonaro

Alan Santos/PR

 

O presidente da República, Jair Bolsonaro, transmite o cargo ao vice-Presidente, general Hamilton Mourão Imagem: Alan Santos/PR

Gustavo Maia e Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

21/01/2019 22h22

Antes mesmo de completar 24 horas no exercício da Presidência da República, o general Hamilton Mourão (PRTB) já externou nesta segunda-feira (21) estilo e pontos de vista diferentes dos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) no posto.

Bolsonaro transmitiu o cargo interinamente ao vice-presidente na noite de domingo (20), quando embarcou rumo ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Horas depois, por volta das 9h10, Mourão chegou descontraído ao Palácio do Planalto e se deparou com repórteres que o aguardavam. Ao ser questionado sobre a expectativa para o primeiro dia como presidente em exercício, comemorou a vitória do time de coração, o Flamengo, na noite anterior.

“Só queria dizer o seguinte: é com extrema satisfação que o Flamengo venceu ontem e o Botafogo perdeu. Um abraço aí”, brincou, para então entrar em seu gabinete no anexo da Vice-Presidência, de onde continuará a despachar enquanto Bolsonaro estiver na Europa.

Presidente em exercício, Mourão celebra vitória do Flamengo

UOL Notícias

O comportamento do presidente no Planalto tem sido mais reservado, principalmente desde as mais recentes revelações sobre as investigações que envolveram seu filho, o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Antes de ir trabalhar, Mourão usou o Twitter para “expressar a honra de estar no exercício da Presidência da República” e prometeu “manter a posição”.

Também no início da manhã, ele deu uma entrevista por telefone de 20 minutos à Rádio Gaúcha, em que defendeu um aumento no tempo mínimo de serviço na ativa para militares para 35 anos.

Durante a campanha, Bolsonaro, que é capitão reformado do Exército, se manifestou contra mudanças nas normas para os militares. Desde que assumiu o cargo, no entanto, ainda não se manifestou sobre o tema –que inquieta as Forças Armadas, contrárias a mudanças nas regras. Atualmente, para irem para a reserva –semelhante a uma aposentadoria–, os integrantes da categoria têm que trabalhar por, pelo menos, 30 anos.

Na entrevista, Mourão defendeu ainda que o decreto editado na última segunda (14) por Bolsonaro para ampliar a possibilidade de posse de armas não foi uma medida de combate à violência, e sim o atendimento de uma promessa de campanha.

Na semana passada, Bolsonaro criticou o que chamou de “falácias” sobre o decreto e disse, nas redes sociais, que a pior delas é a de que a iniciativa não resolve o problema da segurança pública no país.

Relação com a imprensa

Nos 20 primeiros dias do seu mandato, Bolsonaro só participou de um “quebra-queixo”, apelido dado por jornalistas a breves –e geralmente improvisadas– entrevistas coletivas. A segunda conversa com a imprensa ocorreu nesta segunda, já em Davos, e foi compartilhada nas redes sociais do presidente.

Entre uma e outra, ele concedeu apenas duas entrevistas, ao SBT e a um programa de televisão da Itália, esta por videoconferência, após a extradição do terrorista Cesare Battisti.

O general Mourão, por sua vez, concede entrevistas quase diárias desde que tomou posse como vice-presidente.

Ele manteve o costume de almoçar no Palácio do Jaburu, residência oficial da Vice-Presidência, onde mora com a mulher, a cerca de cinco minutos de carro do Planalto. Na saída para casa, parou para falar com a imprensa que o aguardava e respondeu a todas as perguntas feitas.

Antes de entrar no carro rumo ao Jaburu, posou e acenou para as lentes dos fotógrafos do outro lado da rua no estacionamento interno do Planalto. Em determinado momento, pediu que um de seus seguranças se abaixasse para não atrapalhar os registros.

“Abaixa aí, abaixa aí, Flávio”, falou, e seguiu fazendo gesto de joia com as mãos.

Na volta do almoço, ele se deparou novamente com fotógrafos e cinegrafistas de “plantão” no acesso do gabinete da Vice-Presidência e brincou com os repórteres. “O pessoal é resiliente, vou dizer uma coisa pra vocês”, disse Mourão, sorrindo.

No início da noite, voltou a falar com a imprensa, sobre o discurso que Bolsonaro fará em Davos nesta terça, sobre o caso envolvendo Flávio Bolsonaro e sobre a reforma da previdência.

Mourão diz que Bolsonaro vai mostrar em Davos que não é ‘Átila, o Huno’

UOL Notícias

Agendas

No início da manhã, o presidente em exercício recebeu o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, que não constava inicialmente em sua agenda. À tarde, teve audiências com os embaixadores da Alemanha, que saiu do encontro dizendo que quer melhorar uma “reputação do Brasil que pode ser meio errada”, e da Tailândia.

Nesta terça, Mourão viaja pela manhã ao Rio de Janeiro para participar da passagem de Comando do 2º Regimento de Cavalaria de Guarda, e volta para Brasília depois do almoço. À noite, ele é convidado de um evento da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base, a ser realizado em um hotel na capital federal.

O vice-presidente deve permanecer na Presidência interina até sexta (25), quando Bolsonaro voltará de Davos. Na semana que vem, porém, Mourão deve voltar a exercer o cargo, porque o presidente será submetido a uma cirurgia para retirada da bolsa de colostomia que ele usa desde que foi esfaqueado durante um ato de campanha eleitoral em setembro do ano passado.


Não estou torcendo por golpe, muito menos para que o titular morra!

Mas do jeito que vejo as coisas acabará impichado por conta dos escândalos protagonizados pela família. 

Aliás, se tivesse moral renunciaria.  

Americanos bonzinhos parceiros dos Bozonaros – A ultrapassada Chevrolet ameça fechar fábricas no Brasil se não voltar ao lucro exorbitante dos tempos que vendia suas carroças obsoletas por não haver grande concorrência…( Fecha não, vende para os China! ) 20

GM ameaça sair do país se não voltar ao lucro

Divulgação

 

Linha de produção da fábrica da GM em São Caetano do Sul, no ABC paulista Imagem: Divulgação

Cleide Silva

São Paulo

19/01/2019 15h43

Em comunicado enviado aos funcionários por email e também fixado no quadro de avisos das cinco fábricas do grupo no Brasil, o presidente da General Motors (GM) Mercosul, Carlos Zarlenga, informou na sexta-feira (18) que “investimentos e o futuro” do grupo na região dependem da volta da lucratividade das operações ainda este ano. O aviso foi entendido pelos trabalhadores como uma ameaça de deixar o país.

No comunicado, Zarlenga reproduziu matéria publicada na semana passada pelo jornal “Detroit News” afirmando que, ao divulgar o balanço financeiro de 2018 aos acionistas, a presidente mundial da companhia, Mary Barra, deu sinais de que está considerando sair da América do Sul, onde mantém fábricas no Brasil e na Argentina.

“Não vamos continuar investindo para perder dinheiro”, disse a executiva. Segundo ela, os maiores mercados sul-americanos continuam sendo desafiadores e “partes interessadas” na região trabalham com a empresa para tomar ações necessárias para melhorar o negócio “ou considerar outras opções”.

Zarlenga afirmou que a GM teve prejuízo significativo de 2016 a 2018 e que “2019 será um ano decisivo para nossa história”. Segundo ele, a empresa vive momento crítico “que vai exigir importantes sacrifícios de todos”.

Um plano que foi apresentado à matriz requer apoio do governo, concessionários, empregados, sindicatos e fornecedores. “Do sucesso desse plano dependem os investimentos da GM e o nosso futuro.”

Procurada, a assessoria da empresa não comentou o assunto.

Montadora é líder de vendas no país

A GM é líder em vendas no mercado brasileiro há três anos e modelo Onix, fabricado em Gravataí (RS), é o carro mais vendido no país.

Em fevereiro de 2018, a empresa anunciou R$ 1,2 bilhão de investimentos na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista, para ampliar a capacidade produtiva de 250 mil para 330 mil unidades ao ano. O montante faz parte de um plano de R$ 13 bilhões que foram aplicados no País nos últimos cinco anos.

Fábrica no ABC está em férias coletivas

Na fábrica do ABC, os cerca de 4.500 funcionários da área produtiva estão em férias coletivas desde 23 de dezembro e só retornam no dia 28.

“A produção está parada porque a fábrica está sendo preparada para a produção de novos veículos”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, Aparecido Inácio da Silva, que recebeu o comunicado de Zarlenga com apreensão. Ele foi convocado para uma reunião com a direção da GM na próxima semana.

Silva afirmou que, em relação aos trabalhadores, já houve nos últimos anos muitas negociações em que abriram mão de benefícios. “Por exemplo, já criamos uma nova tabela com salários mais baixos para iniciantes, flexibilizamos as regras para funcionários com doença profissional e aceitamos redução do adicional noturno”, disse o sindicalista. “O que mais querem de nós?”

Nova família de veículos

Na semana passada, na divulgação do resultado financeiro para a imprensa americana, Mary Barra anunciou o lançamento de uma nova família global de veículos para serem produzidos e vendidos na China, México e América do Sul.

Na ocasião, ela disse que a GM reduziu sua rentabilidade em 40% na América do Sul, mas ressaltou que “com a Chevrolet como líder de mercado, a companhia está bem posicionada para melhorar no atual ambiente macroeconômico”.


Aí Bozonaristas, os americanos preferem vender fazer negócio com a China!

Se eu fosse cidadão comum, não deixaria a arma no cofre, diz Major Olimpio 13

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL

“Necessariamente, ando armado. O tempo todo. Arma e plano de saúde você tem que ter, mas é melhor não usar”, diz senador Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

Luís Adorno

Do UOL, em São Paulo

19/01/2019 04h00

Senador mais votado por São Paulo em 2018, Major Olimpio é o presidente regional do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Policial militar aposentado e eleito deputado federal em 2014, o parlamentar afirma que conseguiu a vaga no Senado Federal por estar em um projeto com o novo presidente. “As pessoas acabaram me elegendo em função da identificação com o Jair Bolsonaro”, afirmou em entrevista exclusiva ao UOL na sede paulista do partido, na zona norte da capital.

Olimpio considerou o decreto que flexibiliza a posse de arma de fogo para a população, assinado por Bolsonaro na última terça-feira (15), como “um avanço”. No entanto, segundo ele, o ideal seria que o decreto alterasse as condições para a importação de armas e munições, que houvesse um recadastramento das armas existentes do país e que não houvesse o artigo que determina que, para a posse, o cidadão deve ter um cofre ou local com trava de segurança. Segundo ele, se ele fosse um cidadão civil, com posse, não respeitaria essa determinação.

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL
Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

“Achei essa questão do cofre absolutamente inútil na legislação. Cofre ou compartimento com tranca. Primeiro lugar, você põe na lei uma coisa que objetivamente tem uma razão de ser. Quem vai fiscalizar isso? Ninguém. E você já tem no artigo 13 do Estatuto do Desarmamento o crime chamado omissão de cautela: aquele que deixar a arma acessível para criança ou adolescente ou alguém com qualquer espécie de deficiência mental, está sujeito a uma condenação de um a três anos. Achei de uma grande inutilidade. O ideal seria não ter esse artigo”, afirmou à reportagem em entrevista realizada na sexta (18).

Se eu fosse um cidadão comum, eu não deixaria num cofre. Eu [atualmente] deixo onde ela não esteja acessível. Hoje, eu não tenho crianças em casa, mas quando eu tinha, ela ficava onde eu teria condição de manusear. Hoje, ela está do meu lado, na minha cama, comigo dormindo. No banheiro, por razões óbvias, enquanto estou tomando banho, ela não está comigo, mas está em condições que eu possa acessá-la para defender minha família. Necessariamente, ando armado. O tempo todo. Arma e plano de saúde você tem que ter, mas é melhor não usar

Olimpio afirmou ter apoiado o decreto e entendido que o governo planeja “mexer no regulamento do estatuto de maneira escalonada”. Ele afirmou considerar um avanço importante a assinatura do decreto e disse avaliar como positivo o “direito do cidadão de bem se defender e defender sua família”.

“Se eu precisar dar tiro em marginal, vai acontecer. Já precisei. Algumas vezes. Ocorrências mais do que naturais na vida policial. E não sei o número de vezes que tive que sacar a arma, que protegi a vítima e desestimulei criminosos. Já tive ocorrências com reféns, em que fiz o gerenciamento de crise por quatro horas, cara a cara, com criminosos assaltando uma agência dentro da Secretaria da Fazenda.”

“Um dos marginais chegou a passar a pistola na minha cabeça e falava para o outro: você já viu a cabeça de um gambé [termo utilizado por criminosos para falar sobre policial] tão perto para estourar? Se eu pudesse, tinha matado os dois. Mas tinha uma responsabilidade muito maior, que era defender a vida das pessoas. E até a minha. Sou muito prático com relação a isso: não estimulo a violência, mas entendo que o estado e o policial têm que dar demonstração de força, não de violência. Igual ou maior que a do bandido. Se não, o bandido não respeita”, afirmou.

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL
Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

PSDB é tão perigoso para o policial quanto PCC, diz Olimpio

O senador eleito ficou marcado pelas críticas ao governo de São Paulo, quando tinha Geraldo Alckmin (PSDB) à frente do Executivo. Durante a campanha eleitoral de 2018, se manteve contra os tucanos até o fim do segundo turno.

Olimpio chegou a apoiar publicamente a candidatura do então governador Márcio França (PSB) porque do outro lado estava um tucano: Doria. O apoio a França impulsionou, inclusive, o atrito com a deputada federal eleita pelo seu próprio partido, Joice Hasselmann. Ela se manteve ao lado de Doria durante todo o segundo turno e chegou a convidá-lo para o partido de Bolsonaro.

O João Doria tem uma posição consolidada no PSDB, em que ele acabou sendo a maior liderança do partido no Brasil e dominando o partido. Então, não vejo a possibilidade de ele migrar de partido. Isso não aconteceria

12.nov.2018 - Divulgação
João Doria (PSDB) e Major Olimpio (PSL) se encontraram após resultado da eleição de 2018 Imagem: 12.nov.2018 – Divulgação

“Institucionalmente, temos que conviver bem. Não dá para dizer que estou defendendo o estado sem perguntar a ele, governador, as necessidades do estado. Vivemos em harmonia. Fui dizer para ele que o partido estará neutro na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) e que vai discutir todos os projetos de forma neutra. Sem toma lá, dá cá, sem secretaria, sem nada”, complementou.

Para Olimpio, o governo do PSDB “maltratou policiais paulistas por 24 anos”. “Foram os piores inimigos da polícia de São Paulo. Então, se for para fazer uma avaliação: o que é mais perigoso para o policial: o PSDB ou o PCC (Primeiro Comando da Capital)? O PSDB foi matando aos poucos. Vai matando aos poucos na política salarial, na falta de atenção. O PCC mata na hora, assim que consegue. Espero que [com João Doria] mude isso. Eu só posso torcer. Na segurança pública, a gente nunca torce para o jacaré no filme do Tarzan. Não dá para fazer política partidária numa questão tão séria que envolve vida e morte, numa área tão séria como a segurança pública. Eu torço para dar muito certo. Essa é uma expectativa”, afirmou o policial aposentado.

Segundo Olimpio, os governantes das esferas estadual e federal, que estiveram no poder nos últimos 25 anos (desde que o PCC passou a existir), têm parcela de culpa na expansão da facção criminosa. Segundo investigação do MP (Ministério Público) paulista, o PCC está em quase todo o país, de forma mais violenta, e é o principal grupo criminoso na exportação de cocaína para o exterior. “Houve omissão generalizada de todos os poderes constituídos. Mas não tenho a menor dúvida de que é possível controlar o PCC. Basta o governo assumir o seu papel em todos os níveis. Precisamos de legislação mais dura para lideranças criminosas”, defende.

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL
Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

De acordo com o senador eleito, um enfrentamento ao crime organizado de São Paulo não deve trazer uma nova onda de ataques, nos moldes de maio de 2006, quando mais de 500 pessoas morreram em atos violentos em menos de um mês. No início deste ano, o Ceará determinou uma série de ações contra as facções locais e convive, até este 18º dia do ano, com ataques violentos e presença de homens da Força Nacional de Segurança.

“Em 2006, eu estava na ativa. O estado se escondeu naquele momento. O crime dominou por 12 dias. Sabemos o tamanho do terror. Já se tinha informações que poderiam ter ataques naquela sexta-feira fatídica que teve início. Não avisaram os policiais. Saíram milhares de policiais de serviço pegando transporte público, pegando carona na estrada. Alguns foram mortos por covardia e omissão das autoridades constituídas. A polícia paulista está calejada sobre isso”.

25 dias preso por “algazarra” antes de se formar

Major Olimpio se formou oficial da Polícia Militar de São Paulo em 1982. Até um dia antes da formação, ele era considerado o principal policial daquele ano — o que significaria cargo de destaque no decorrer dos anos. Mas a noite anterior à sua formação causou a perda do privilégio por conta de uma “farra” promovida pelos policiais formados naquele ano.

“Depois de cinco anos de academia, eu fui o primeiro colocado da turma o tempo todo. Na véspera da formatura, tivemos uma comemoração, chamada tradicionalmente de Noite de São Bartolomeu. Os formandos faziam algazarra. Naquele momento, essa algazarra da madrugada acabou gerando que eu fosse retirado de ser o primeiro colocado da turma e tirei 25 dias de cadeia. A minha carreira já começou torta no primeiro dia do oficialato”, afirmou o major.

Nós saímos para a confraternização, comemorar num bar. Depois, fomos pernoitar na academia, porque a formatura era logo pela manhã. De verdade, a única coisa que eu fiz: eu estava na traseira de uma caminhonete, sentado. Só que os carros, para ingressar na Academia do Barro Branco [onde os oficiais da PM se formam em SP], o primeiro da fila resolveu, ao invés de ir para o estacionamento, ir para o pátio central da academia. E os outros carros o seguiram. E começaram a dar cavalo de pau no pátio. Aquilo acordou a academia toda e os que estavam nos alojamentos. Teve rojões que seriam usados para a comemoração do dia seguinte, até bombas que estavam guardadas, bombas de gás, bomba de fumaça. Começaram a jogar no pátio. 

“E eu, sentado na traseira de uma caminhonete, não poderia nem ter feito algo para evitar isso. Eu era o primeiro colocado da turma, em tese, eu era o superior de todos. Só que o comandante da academia também estava pernoitando na academia, tocou o alarme, colocaram todo mundo em forma. Ele já me esculachou na hora. E, naquele momento, resolveram, na madrugada, me trocar para segundo colocado da turma, não deu nem tempo de falar para a família”, relembrou o hoje major aposentado, sorrindo. “Eu fiquei preso no quartel onde eu me apresentei. Então, você imagina: alguém que está se formando, já chega com 25 dias de prisão”, complementou.

Olimpio afirma que revê sua trajetória com orgulho, mas não recomenda a nenhum policial em início de carreira que faça o mesmo. “Eu cheguei no posto de major, mas, ao longo da carreira, por essa forma de eu proceder, e de dizer publicamente as necessidades, e reivindicar a despeito dos regulamentos duros do Código Militar –esclarecendo que eu nunca fui processado pela legislação militar, sempre fui no limite– quase que a totalidade da minha turma, que eram 110, já tinham me pulado na carreira”, disse.

18.jan.2019 - Simon Plestenjak/UOL
Imagem: 18.jan.2019 – Simon Plestenjak/UOL

“Então, eu não recomendo que nenhum jovem idealista como eu entre na Academia do Barro Branco ou na Escola de Soldados para ter o meu perfil. Conto a minha história, mas não recomendo. Eu fui transferido inúmeras vezes, fui punido. A punição, muitas vezes da transferência, acaba punindo junto a família, pela ausência. Eu vi meus companheiros de carreira ascenderem”, afirmou. Segundo ele, seu maior sonho, atualmente, é terminar a carreira “morando tranquilamente na Ilhabela (litoral paulista)”