A CRISE É CULPA DO GOVERNO… 3

24/09/2008
Paralisação abre crise na Polícia Civil
Policiais civis em greve pediram a saída do secretário de Segurança Pública, mas quem caiu foi delegado que apóia a classe
Luciana La Fortezza/Com AE
Ontem, quando cerca de mil policiais civis, sendo 90 de Bauru, participaram de marcha em São Paulo para pedir a renúncia do titular da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Ronaldo Marzagão, quem caiu foi o delegado Domingos de Paulo Neto, diretor do Departamento de Inteligência (Dipol). Considerado classista, sua decisão abriu crise na cúpula da Polícia Civil do Estado, quando a greve da categoria entra no 14º dia no Interior.Domingos pediu demissão por não concordar com a ordem de Marzagão de transferir do Dipol o presidente da Associação dos Delegados de Polícia, Sérgio Marcos Roque, enviado ao Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). “Estão enfurecendo a categoria. Vamos endurecer ainda mais”, garante Edson Cardia, delegado sindical do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.De acordo com ele, o então diretor do Dipol ainda teria se recusado a participar de uma solenidade da Polícia Militar. Segundo a Agência Estado, Domingos procurou ontem o delegado-geral Maurício Lemos Freire e comunicou sua decisão.Freire tentou demovê-lo, em vão.“O Domingos é um homem honrado e comprometido com a instituição. Sua saída é prova do estrago que a radicalização de alguns no governo e de outros entre nós pode causar à polícia”, afirmou um delegado da cúpula da Polícia Civil. Domingos será substituído pelo atual diretor da Corregedoria da Polícia Civil, Gaetano Vergine. No lugar dele assume o delegado Alberto Angerami, que dirige o Departamento de Administração e Planejamento (DAP), informa a assessoria de imprensa da SSP. Já o DAP será conduzido por Ana Paula Ramalho Soares, a primeira mulher a fazer parte do Conselho da Polícia Civil, que se reuniu ontem no Palácio dos Bandeirantes para discutir a crise, depois que Domingos decidiu se solidarizar com Roque.O então diretor do Dipol comandou o primeiro projeto de combate a homicídios em São Paulo. Segundo a Agência Estado, ele tornou-se um dos principais responsáveis pela redução de 70% desse crime na Capital. Em 2007, assumiu o Dipol, prioridade da atual gestão. Marzagão continua à frente da secretaria.
ConcursoA Polícia Civil de São Paulo abriu anteontem concursos públicos para o preenchimento de 2.313 vagas, sendo 1.449 para investigador de polícia e 864 para escrivão de 5ª classe. Os ganhos iniciais para os cargos chegam a R$ 1.729,82 e as inscrições vão até o dia 3 de outubro. A distribuição das vagas no Estado, no entanto, não está definida.Os interessados em concorrer às vagas têm de preencher os requerimentos de inscrição no site http://www.nossa caixa.com.br. Após o preenchimento da ficha, deverão imprimir o boleto bancário correspondente e recolher a taxa no valor de R$ 32,74. Os requisitos para ocupação das vagas e o programa das provas podem ser consultados no edital do concurso, disponível pela internet: www. imprensaoficial. com.br (Caderno 1 – Executivo – páginas 156 a 160).

a primeira mulher a fazer parte do Conselho da Polícia Civil

Terça, 23 de setembro de 2008, 21h09
SSP afasta líder da greve;
3 diretores da polícia saem
O afastamento de um dos líderes da greve da Polícia Civil de São Paulo provocou a mudança na cúpula de três departamentos do órgão.
A transferência do presidente da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo (Adpesp), Sergio Marcos Roque, delegado do Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) para o departamento de polícia judiciária (Decap), por determinação do secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, mudou três diretorias.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública, na direção do Departamento de Inteligência da Polícia Civil assume o delegado Gaetano Vergine, em substituição a Domingos Paulo Neto, que pediu para sair com o afastamento de Roque. A Polícia Civil não comentou o fato.
Na Corregedoria Geral da Polícia Civil, assume Alberto Angerami, que dirigia há quatro anos o Departamento de Administração e Planejamento (DAP) da Polícia Civil. Na diretoria do Departamento de Administração e Planejamento, assume a delegada Ana Paula Batista Ramalho Soares.
Em 103 anos, Ana Paula será a primeira mulher a fazer parte do Conselho da Polícia Civil.
Paralisados há oito dias, os policiais reivindicam reajuste de 15% neste ano e de 12% nos dois anos seguintes.
O comando da greve estima em 80% a adesão dos Distritos Policiais na Grande São Paulo.
No interior do Estado, os grevistas dizem que 100% das delegacias estão apoiando o movimento.
O governo do Estado diz que a adesão na cidade de São Paulo é de menos de 30% e, no interior do Estado, inferior a 40%.
O comando de greve criticou a decisão de Marzagão. Segundo os sindicalistas, pelo regulamento atual da Polícia Civil, o secretário pode afastar quem quiser sem justificativa.
Uma das reivindicações do movimento grevista é a mudança disso.
Redação Terra

Policiais civis pedem demissão de secretário de SP 10

23/09/2008 – 18h01
Policiais civis pedem demissão de secretário de SP

São Paulo – Há uma semana em greve, policiais civis de todo Estado de São Paulo fizeram hoje uma passeata que partiu da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo (Adpesp) e chegou à sede da Secretaria da Segurança Pública (SSP), no centro da capital paulista. Os manifestantes pediram a saída do secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão. Eles encontraram as portas da secretaria fechadas e guardadas pela Polícia Militar (PM). De acordo com a Adpesp, participaram da passeata mais de mil agentes da capital e do interior do Estado.
O diretor-executivo da associação, André Dahmer, afirmou que Marzagão se recusa a reconhecer a paralisação e ameaça punir os grevistas. Dahmer ainda acusou o governo de estar fazendo represálias. Segundo ele, no Diário Oficial do Estado de hoje foi publicada a transferência do presidente da Adpesp, Sérgio Marcos Roque, que trabalhava no Departamento de Inteligência da Polícia Civil (Dipol) e foi deslocado para o Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap). Para Dahmer, a medida busca desarticular a direção da greve.
De acordo com levantamentos da Adpesp, desde o início da paralisação o número de ocorrências registradas pela Polícia Civil caiu pela metade. A categoria pede reajuste salarial de 15% para este ano, 12% para 2009 e 12% para 2010. A adesão à greve, segundo Dahmer, é superior a 80% na capital paulista e a 90% no interior.

PASSEATA DE POLICIAIS CIVIS AUMENTA A DIVISÃO INSTITUCIONAL 19

Policiais em greve fazem passeata em SP
Manifestação terminou por volta das 14h30 desta terça-feira (23).
Policiais percorreram ruas da região central da capital paulista.
Terminou por volta das 14h30 desta terça-feira (23) a passeata organizada pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp) pelas ruas da região central da capital paulista.
Os manifestantes saíram da sede da Adpesp, na Avenida Ipiranga, seguiram em direção à Secretaria de Segurança Pública (SSP), na Rua Líbero Badaró, e terminaram a manifestação em frente à Delegacia Geral de Polícia, na Rua Brigadeiro Tobias.
Por volta das 11h, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o grupo ocupou a pista direita da Avenida Ipiranga e prejudicou o trânsito na região central.
A CET não soube informar, porém, quantos quilômetros de lentidão foram gerados por causa do bloqueio parcial da pista. Os policiais civis do estado estão em greve desde o dia 16 de setembro.
Segundo a Adpesp, cerca de mil pessoas participaram do protesto.
A Polícia Militar não confirmou o número e também não informou quantas pessoas teriam participado da manifestação.
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Direto do DIPOL pediu para sair.
Segundo informes Gaeatano Vergine assume o DIPOL.
E Angerami irá aplicar a Constituição na Corregedoria.

A DITADURA PELO PA …PROSTITUTA MERECE FIDELIDADE? 11

Aqui tudo que é constitucionalmente permitido, para nós é proibido.
É probido fazer greve…
É proibido ser justamente remunerado…
É proibido falar…
É probido criticar…
É probido requerer…
É proibido ficar doente…
É proibido gozar licença-prêmio integral…
É proibido gozar férias com os filhos( salvo o grupelho do chefete)…
É proibido reclamar…
É proibido requerer…
E é probido escrever que veados americanos ( também os palacianos ) são muito machos.
Muito machos, mesmo!
Veados americanos batem em mulher.
Depois é proibido representar…
Depois fica proibido recorrer…
Depois é terminantemente manifestar, livremente, aquilo que sente e pensa …
É livre a manifestação do pensamento, desde que não seja por escrito…
Não é direito absoluto.
Absolutos…
Só os Deveres são!
Em blog, nem pensar!
É alta traição aos pilares da Polícia Civil…
Um atentado contra a hierarquia e disciplina.
Escrever verdades, coitado do infeliz, é hedionda afronta…
Infidelidade!
Pergunto: PROSTITUTOS PODEM EXIGIR FIDELIDADE?
Só não é proibido peculatar…
Como não é proibido extorquir…
Como não é probido propinar…
Como não é proibido falsear…
Como não é proibido traficar…
Como não é proibido mentir debochadamente.
Mas é terminantemente proibido: NÃO DIVIDIR…
Não dividir com o padrinho!
Contudo serei justo com todos:
Eu sou veado
Tu és veado
Ele é veado…
Somos todos – eu, você e ele – veados muito machos.
Batemos na nossa gente mais fraca…
Depois ficamos de quatro pra qualquer um.
Vão querer provas?

PRESIDENTE DA ADPESP "PEDIU" REMOÇÃO…ESPONTANEAMENTE! 8

Classificando:
no DECAP, o Dr. SERGIO MARCOS ROQUE, RG 3.242.854,
Delegado de Polícia de 1ª classe, padrão V, lotado na
Delegacia Geral de Polícia, anteriormente classificado no
DIPOL.(DGP-5274-P)
nos termos do art 36, I, da LC 207/79,
__________________________________
Agora, possivelmente, poderá dedicar-se em período integral ao serviço policial.
No período noturno, aos sábados, domingos e feriados representará os Delegados de Polícia deste Estado.
Relembrando: o candidato independente nas últimas eleições para presidente da ADPESP – honrado com 22 votos (possui mais amigos que o Dr. Roque) – defendia como proposta subsídios para tal encargo a partir da gestão de 2010.
Assim o eleito poderia, futuramente, requerer afastamento do cargo sem suportar diminuição da renda.
O Dr. Roque caso afastado do exercício das funções perderia cerca de R$ 2.000,00(dois mil reais).
Ou seja, perderia os “famigerados” adicionais.
E como abraçou a causa da “Polícia Civil” – em vez de abraçar a causa da Delegacia Geral – lhe foi “pedido” para pedir remoção do DIPOL para o DECAP.
Ganhará um Distrito Policial.
Qual será a Unidade mais distante da ADPESP?

POSTAGEM EXCLUÍDA …PALCO ELEITORAL 2

Informo aos caros leitores que uma postagem foi, espontaneamente, retirada do blog.
Não recebemos nenhuma solicitação ou determinação externa.
Todavia pequenos desvios de um ou outro comentário acabaram transformando o assunto principal ( APOIO A GREVE POR LEALDADE E COOPERAÇÃO AOS COMPANHEIROS DE TRABALHO ), em palco eleitoral.
De palco eleitoral , fatalmente, acabaria em crime eleitoral.
O autor do crime: o responsável pelo Blog.
Assim, pedimos compreensão.

IRRESTRITA SOLIDARIEDADE AO DOUTOR SÉRGIO MARCOS ROQUE – PRESIDENTE DA ADPESP 16

Caso se confirme a remoção do presidente da ADPESP – premiado com o cargo titular de Distrito do DECAP – como forma de vingança decorrente da Greve.
Nós – pessoas de caráter – que não abandonamos companheiro, deveremos presentear o autor de ato tão contrário ao direito, com as revelações de tudo aquilo que brilhantemente fez, ou faz, em benefício da Instituição.

EU ESTOU EXPERIMENTANDO AQUILO QUE MUITOS EXPERIMENTARAM POR OBRA DOS GENERAIS.
É O CÍRCULO DA ESCRAVIDÃO: FAÇA AOS OUTROS AQUILO QUE FIZERAM CONTIGO!

POLÍCIA CIVIL MANTÉM GREVE EM SÃO PAULO…BASTA DE NOTAS "OFICIAIS" FRIAS 10

22/09/2008 – 10h34
Polícia Civil mantém greve em SP; categoria pressiona por acordo com governo

da Folha Online
A greve da Polícia Civil de São Paulo entra nesta segunda-feira no seu sétimo dia. A categoria cruzou os braços na terça-feira (16) e pressiona por um acordo. Os agentes marcaram um ato para terça-feira (23), quando a paralisação completa oito dias.
O comando da greve ainda não fez um levantamento da paralisação nesta segunda. Dados fornecidos na sexta (19) apontavam a adesão em ao menos
80% nos Distritos Policiais na Grande São Paulo. No interior do Estado, os grevistas dizem que 100% dos DPs estão apoiando o movimento.
Ainda na sexta-feira, o governo do Estado, afirmou que a adesão na cidade de São Paulo foi de menos de 30% das delegacias. No interior do Estado, a paralisação era inferior a 40%, segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública).
O secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, determinou que o comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, coronel Roberto Antonio Diniz, oriente seus subordinados a fazer o BOPM (Boletins de Ocorrência da Polícia Militar) e encaminhem o caso a um promotor público, caso tenham dificuldades para registrar ocorrências nos distritos policiais do Estado.
No mesmo dia, o secretário prometeu punir os policiais civis que aderirem à greve com desconto no salário dos dias não trabalhados. “Todos os policiais civis escalados estão em suas unidades. Não há nenhuma falta”, rebate o presidente da Adpesp, Sérgio Marcos Roque.
Procurada nesta segunda-feira, a secretaria não forneceu um novo balanço a respeito da greve.
Contra-ofensiva
Na última sexta-feira a categoria entrou na Justiça para evitar o que consideram retaliações do Governo Estadual, segundo José Martins Leal, presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.
Ele admite que a medida anunciada pelo governo provocou um revés no número de distritos policiais que estão em greve. “Em alguns casos, agentes de delegacias que sofrem maior pressão acabam por furar o movimento. Isso é normal numa greve. Ocorre mais em distritos onde os delegados são mais novos e temem mais pelos cargos”, afirmou.
O comando da greve iniciou nesta segunda-feira um mapeamento para saber quais delegacias de polícia estão registrando os boletins de ocorrência. Nessas será feito um trabalho no próprio local para tentar convencer os agentes e voltar a cruzar os braços.

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QUEM USA NOTA FRIA…
TAMBÉM ESCREVE NOTAS FRIAS.
FICA TUDO MUITO FRIO.
QUENTE MESMO SÓ O MOVIMENTO DA POLÍCIA CIVIL.
GREVE DA 3ªPOLÍCIA : dos sem carros de luxo(quem tem), sem apê em Moema, dos sem lanchas, dos sem fazendas, dos sem empresas de segurança, dos sem dinheiro do bolso e dos sem parentes e amigos importantes.

QUE PUTA EXEMPLO DE DECORO…PSDB FEZ USO DE NOTAS FRIAS 5

22/09/2008 – 11h02
TSE recomenda perda de fundo partidário ao PSDB por notas frias
ALAN GRIPP
da Folha de S.Paulo, em Brasília
O corpo técnico do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) encontrou notas fiscais frias em prestação de contas do PSDB e, por isso, recomendou que o partido seja punido com a perda do fundo partidário. Os documentos foram usados para justificar pagamentos de R$ 389,5 mil (dinheiro público) feitos a empresa de um dirigente do próprio partido, o ex-secretário-geral e atual tesoureiro nacional, Márcio Fortes.
A Folha obteve cópias de dois cheques apresentados pelo PSDB à Justiça Eleitoral, ambos nominais à Marka Serviços de Engenharia, pertencente ao tucano. Os cheques, de R$ 34,5 mil e R$ 75 mil, possuem um carimbo do próprio Márcio Fortes. Ou seja, o dirigente atestou pagamentos feitos à sua própria empresa.
Fortes reconheceu à Folha os pagamentos feitos à sua empresa e disse que ela foi contratada às pressas para organizar comícios de candidatos do PSDB nas eleições municipais de 2000. Mas negou que as notas sejam frias (leia o outro lado).
As notas fiscais da Marka foram consideradas “inidôneas” pelos técnicos do TSE por terem sido emitidas quatro anos depois de a empresa ter dado baixa na Receita Federal. Por esse motivo, segundo o tribunal, não é possível comprovar se os serviços para as quais ela recebeu foram efetivamente prestados.
De acordo com a Receita, a empresa foi “baixada” em janeiro de 1996, mas em meados de 2000 recebeu quatro pagamentos, pelos quais emitiu as notas fiscais. Os recursos são provenientes do fundo partidário, portanto públicos. O partido diz que as operações foram legais.
As notas fiscais foram incluídas na prestação de contas do partido referentes a 2000, ainda pendentes de julgamento pelos ministros do TSE. Depois de um vai-e-vem de recursos, os técnicos do tribunal opinaram definitivamente pela sua desaprovação.
O parecer aponta outras irregularidades, entre elas o gasto de R$ 1,1 mil do fundo partidário para quitar o furto de 36 toalhas e 22 edredons durante a realização de um congresso da juventude do partido em Brasília.
O caso agora está nas mãos do ministro Caputo Bastos, que fará um voto pela aprovação ou rejeição das contas. O voto será submetido à apreciação dos demais ministros em plenário. Se as contas forem reprovadas, o partido perderá os repasses do fundo partidário do ano seguinte. Para se ter uma idéia, ano passado o PSDB recebeu R$ 15,5 milhões do fundo.
Na prestação de contas do PSDB de 2001, há outras notas fiscais emitidas pela Marka, que motivaram pareceres pela rejeição. Mas, nesse caso, a legenda ainda pode fazer contestações.
A Receita também já encontrara outros dois cheques do PSDB à Marka, emitidos em 2001 e 2003, no total de R$ 94,7 mil, como mostrou reportagem da Folha em fevereiro desse ano. Eles foram depositados na conta pessoal de Fortes, segundo documento do fisco.
Houve também uma transferência eletrônica (R$ 44,5 mil) referente a pagamento feito à Marka para a conta de Margarete Licassali Lucindo, funcionária do PSDB.
Na apuração feita pelo TSE, os técnicos do tribunal consultaram a Secretaria municipal de Fazenda do Rio, onde a Marka foi registrada. Um ofício da pasta diz que as notas fiscais da empresa “só poderiam ser emitidas até 30/06/1997” e que elas são “inidôneas por emissão fora do prazo de validade”.

REPRESENTAÇÃO COLETIVA EM DESFAVOR DO SENHOR SECRETÁRIO

A ADPESP e SINDPESP, através dos respectivos departamentos jurídicos, encaminharão representação ao Poder Judiciário, em face do Exmº Secretário.
Posto eventuais abusos praticados com o objetivo de retaliar grevistas; buscando impedir o exercício do direito de greve.
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Lembrando que se Greve não é direito absoluto – aliás, já que para certos juristas nenhum direito é absoluto – também não há poderes absolutos postos a disposição do Governador e do Secretário.
Se greve não é direito absoluto, o cidadão também não possui direito absoluto de ser atendido em face de qualquer interesse.
Com mais razão quando ao cidadão são disponibilizados outros instrumentos de satisfação as suas pretensões.
Boletim de Ocorrência eletrônico, inclusive.