Suspeita afirmou, ontem, em seu interrogatório, que não sabia o que estava carregando. Mas, segundo a polícia, ela teria afirmado ‘extraoficialmente’ que sabia estar transportando um fuzil. Aos policiais, ela também contou que foi procurada por um homem que a pediu para retirar um pacote em Praia Grande. Após voltar do litoral, a mulher, segundo a investigação, entregou a arma para a mesma pessoa que a recrutou… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2025/09/17/mulher-ouvida-policia-buscas.htm?cmpid=copiaecola
Quis o destino que Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado-geral da Polícia Civil, fosse executado por criminosos na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, a via mais importante da Praia Grande e símbolo da própria segurança da cidade.
Importante lembrar que o delegado Roberto de Almeida Vinhas, cuja trajetória inspirou a homenagem da avenida, encontrou a morte pilotando uma motocicleta Honda 360 cc, em acidente fatal ocorrido na Avenida Manoel da Nóbrega, na praia do Itararé, em São Vicente, em perigosa curva do chamado “Tapetão”.
Vinhas era titular do munícipio e foi acionado para intervir em ocorrência envolvendo “recos ” que prestavam serviço militar no então 2º Batalhão de Caçadores com integrantes da Polícia Militar.
O plantonista era um delegado substituto egresso do Exercito, Dr. Rivalino de Lima Borges , tenente da reserva remunerada. Com quem o Flit chegou a trabalhar um pouco antes dele ser aposentado ao completar 70 anos. O delegado Rivalino também atuava como radialista em emissoras da região . Era uma figura muito querida …Embora um delegado “meio enrolado e chutador de ocorrência” …(risos )
A avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas perpetua o legado de um grande delegado de polícia que não tombou fisicamente ali, mas vive para sempre no nome daquele via fundamental da Baixada Santista.
Roberto de Almeida Vinhas nasceu em 18 de setembro de 1930, na capital paulista, filho de Zacharias Lobo Vinhas e Pureza Almeida Vinhas.
Formou-se em Direito pela Faculdade do Largo São Francisco (USP), iniciando sua carreira policial como estagiário em 1954 e após concurso em 1957, ocupou cargos em diversas delegacias do interior e da Baixada Santista, incluindo Bofete, Cajobi, Miguelópolis, Taiúva, Itatiba, Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Vicente de Carvalho, Cubatão e Ribeirão Pires.
Foi nomeado interinamente delegado de 5ª classe em dezembro de 1959, sendo promovido por mérito até atingir a 1ª classe .
Teve atuação marcante no DEIC – RUDI .
Sua vida pessoal também foi marcada por talentos artísticos e esportivos: desde os 16 anos foi violonista clássico, integrando o Grupo Santista de Violões e sendo presença constante em audiências de violão clássico.
Aficionado pelo tênis , recebeu prêmios pelo Tênis Clube de Santos e pelo Clube de Regatas Saldanha da Gama.
Faleceu tragicamente em 1º de agosto de 1977, vítima de acidente de motocicleta ocorrido na Avenida Manoel da Nóbrega , ao se deslocar para a Delegacia de São Vicente para atender uma ocorrência urgente. Foi casado com Marilena Aparecida Serra de Almeida Vinhas e deixou três filhas adolescentes : Luciana Célia, Ana Lúcia e Heloisa.
Sua trajetória se destacou como modelo de dedicação, integridade , inteligência e cultura.
Era irmão do “cardeal ” da Polícia Civil – Dr. Paulo de Almeida Vinhas.
O legado profissional e pessoal de Roberto Vinhas permanece como importante referência para a história da Polícia Civil paulista e da segurança pública na Baixada Santista.
Com o apoio de Tarcísio de Freitas e de sua base na ALESP, todo promotor – mesmo os aposentados – aumentará ainda mais seus patrimônios milionários. Além dos benefícios retroativos, que proporcionarão mais de R$ 1.000.000,00 a cerca de 2.000 membros do Ministério Público, agora todo o dinheiro arrecadado do crime organizado será destinado ao Ministério Público; obviamente, depois foi dividido economicamente entre seus membros, pouco importando o trabalho das polícias. O recado do governo para os policiais: sejam corruptos, mas saibam roubar!
Absurdamente, a afirmação sobre o aumento do patrimônio de promotores, inclusive retroativos, com apoio político de Tarcísio de Freitas e da sua base na ALESP, tem fundamento em fatos recentes e manifestações oficiais encontradas em farto material jornalístico.
Indenizações retroativas (isentas de imposto de renda) e novos critérios para a destinação de recursos oriundos do crime organizado realmente estão sendo implementados a favor do Ministério Público, em complemento a remunerações e benefícios já bastante elevados.
Benefícios Retroativos e “Supersalários”
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) conseguiu aprovar , em 2025, um benefício financeiro retroativo que permite pagamentos de até R$ 1.000.000,00 por promotor ou procurador, tanto na ativa quantos aposentados: alegando “carga extra de trabalho” entre 2015 e 2023.
Jornadas extras sem provas; já que ninguém pode fiscalizar o fiscal.
Estima-se que cerca de 1.900 membros do MP-SP tenham direito aos benefícios, com impacto superior a R$ 1 bilhão nas contas públicas.
A prática dos chamados “penduricalhos” faz com que os rendimentos líquidos ultrapassem o teto constitucional, chegando a mais de R$ 100 mil por mês em certos casos.
Ou na maioria?.
Dinheiro do Crime Organizado
Uma alteração na legislação estadual também determinou a destinação para o Ministério Público dos recursos provenientes da lavagem de dinheiro e das apreensões do crime organizado.
Pelo novo arranjo, 30% desses valores vão diretamente para o Fundo Especial de Despesa do Ministério Público, enquanto 70% são destinados ao Fundo de Incentivo à Segurança Pública, usados para equipamentos e capacitação das polícias.
Essa medida foi apresentada como estratégia para fortalecer o MP nas investigações próprias, mas causou desconforto quanto ao reconhecimento, valorização e participação das polícias nas operações, diante da diferença na destinação dos recursos.
É o promotor rico ficando cada vez mais rico e metendo a chibata no pobre policial.
Reação e Sinal Político
O governo, com maioria na ALESP, justificou que a medida valoriza e reconhece o protagonismo do MP e incentiva a recuperação de ativos do crime organizado, minimizando o peso sobre o Tesouro Estadual.
Mas não há transparência sobre critérios para distribuição interna desses recursos.
Também não há políticas de valorização dos quadros policiais, que sobrevivem com vencimentos absurdamente inferiores e condições muito precárias; especialmente na base.
O episódio deve ser amplamente contestado pela sociedade e pelas entidades de servidores como mais um capítulo de apropriação estamental de dinheiro público e total desvalorização das polícias em contraste com esse despropositado reconhecimento institucional dado ao MP.
Para muito breve – atendendo à hipócrita manifestação de um promotor – aguardem iniciativas do governador criando o direito a escolta vitalícia para membros do MP de São Paulo, é claro!
Depois da sua aposentadoria, a partir de 2023, ele passou a não ter nenhuma proteção do estado. Me parece que uma autoridade que dedicou mais de 40 anos ao combate ao crime organizado deveria ter uma proteção do estado. Lincoln Gakiya, promotor do MP-SP…
Gakiya: ‘Não posso me aposentar por falta de segurança à minha vida’… A gente precisa ter uma garantia de uma legislação que nos apare. Assim como tem na Itália, tem nos Estados Unidos, tem na França, na Inglaterra. É uma legislação que dê garantia de proteção a esses policiais ou outras autoridades que corram o risco de vida por trabalhar diretamente no combate a organizações criminosas como essa. Lincoln Gakiya… “Eu estou na última quadra do meu trabalho, ano que vem completo os requisitos para a aposentadoria, e não poderei fazê-lo por que não tenho garantia de segurança para mim e minha família”, disse o promotor.
O promotor relata ter avisado Fontes sobre planos do PCC. Ele reforça que, sem legislação, nem ele terá direito à escolta ao se aposentar, mesmo diante de ameaças.
O Ruy, caso ele realmente tenha sido atingido pelo PCC, porque isso ainda está sob investigação, ele estava abandonado à própria sorte. Ele até deu uma entrevista para um blog há poucos meses atrás e disse que estava sem segurança, que estava se sentindo amedrontado… –
Como de praxe no cenário político-policial brasileiro, o episódio da execução de Ferraz Fontes vira palanque: Derrite transforma coletiva de imprensa em espetáculo de agradecimentos, capitalizando o luto e a indignação pública para ganhar holofote, típica postura de quem aprendeu, ainda na PM , que cada flash é mais uma oportunidade de projeção e votos.
A pressa em anunciar um suspeito, com base em digitais (elemento comum em veículos furtados ou roubados, presentes tanto das vítimas quanto de criminosos corriqueiros) revela mais um movimento de comunicação do que avanço transparente na investigação.
No submundo policial, sabe-se: quadrilhas profissionais usam vários veículos, motoristas, laranjas e manobras para contaminar provas e despistar a investigação.
Vangloriar-se por identificar um “veterano do crime” que deixou digitais em carro de apoio só serve para alimentar o discurso populista ; e, sempre desonestamente , para culpar genericamente a legislação federal, transferindo responsabilidades e desviando o foco da complexa teia de interesses, corrupção e conivências no âmbito estadual que sustenta o crime organizado.
O gesto de Derrite ecoa práticas tradicionais: a coreografia das autoridades que agradecem a todos os batalhões, forças especiais e colegas de máquina política, polvilhando discursos com heroísmo pasteurizado, enquanto o essencial — a elucidação real do crime, com olhar crítico e sem alimentar pânico público — fica em segundo plano.
Segue-se o manual tradicional: demoniza-se o delinquente reincidente, martela-se a tecla da impunidade causada por Brasília e perde-se a oportunidade de um enfrentamento sério e autocrítico sobre falhas locais ; inclusive possíveis infiltrações e alianças obscuras de dentro do próprio aparato político e da segurança com o submundo que se aparenta combater.
Falta prudência e seriedade aos discursos oficiais ; revelando-se a tentação da politização do caso Ruy Ferraz.
Em termos simples: menos palanque, mais investigação séria e menos marketing de luto.
E que ninguém se espante caso o verdadeiro mandante e executores ainda esteja bem longe do banco dos réus, quiçá na plateia, aplaudindo (ou rezando, como sugerido, para que não seja alguém “dos seus”).
Praia Grande, uma nova Vegas tropical, com seus coronéis , xerifes , camarilha improvável , negociatas, traficantes de luxo e velhos caçadores de editais .
Ali, a morte nunca chega sozinha, vem com show pirotécnico e nota de rodapé filosófica.
Até quando se mata em família por conta de uma surubada entre cunhados !
Ruy?
Não fez por menos: morreu em grande cena, depois de viver no eterno papel de protagonista desconfiado, sempre entre um whisky com gelo, uma mão no acelerador de uma Harley ou Ducati e um 38 no coldre de canela .
Canonizá-lo?
Jamais.
Mas quem não sentir inveja de um enterro com direito a capítulo final escrito em formato de blockbuster policial simplesmente nunca entendeu nada do submundo brasileiro.
Não, não se trata de escarnecer da morte de ninguém , pelo menos se o objetivo é manter o CPF ativo e o nome fora da boca de pistolagem anônima, mas muito profissional.
Lembrem da encrenca de quem ousou menosprezar o assassinato de Charlie Kirk: o destino não perdoa quem ri da desgraça alheia.
Mas não é preciso lançar lágrimas de crocodilo como muitos estão chorando!
Só que o caso do Ruy Ferraz Fontes é coisa de outro nível.
Aqui, não teve covardia: foi cinema puro, digno de roteiro do Scorsese, com De Niro, Pacino e um SUV preta entrando em cena com “requintes de tecnicidade” e sangue frio digno dos grandes clássicos do banditismo tropical.
Ao contrário do que o governador carioca apressou em berrar para as câmeras, Ferraz não foi só vítima …Foi protagonista, morreu com direito a perseguição, capotamento, desembarque tático e execução sincronizada.
O Ferraz não foi morto covardemente!
Ele foi morto cinematograficamente…
E com direito o requinte de uma aula de “fogo contra fogo em um dia de treinamento” digna das melhores academias policiais ou dos melhores clubes táticos desse pessoal americanista e extremista.
Quem nunca sonhou em um fim mais digno, aqueles “do bom e do melhor” que a vida oferece só para quem também sabe bater cartão nas esquinas do poder e nos meandros do erário?
E antes que algum moralista da FEBRABAM ou do DEIC enfie o dedo na tela: não é deboche ou demonização !
Sim, Ruy continuava xerife na PMPG , patrão da cidade mais próspera do litoral paulista, e circulava entre políticos , empresários, banqueiros de fintech, traficantes e construtoras com a desenvoltura de quem entende que, nesse país, o crime às vezes é só questão de perspectiva .
Grampeava até Secretário de Segurança , investigava ladrão, fechava acordos de não persecução policial, servia aos banqueiros e ainda faturava o salário do mês ; genialidade que não se aprende na Academia de Polícia, só nos bastidores da vida urbana.
E no DEIC se um larápio se fizesse difícil, bastava um telefonema de alguém da repartição : “Sua mãe, esposa ou irmão estão esperando por um advogado para uma troca de ideias!”
E não chamem a isso de sequestro!
É apenas um dos métodos pouco ortodoxos de investigação policial!
E que não constam de nenhum manual de teoria e prática investigativa dos professores Coriolano Cobra , Luiz Carlos Rocha e Dr. Marchi de Queiroz …
Aos quais rendo homenagens!
Inteligência pura; só quem tem uma boa quantidade de neurônios delinquentes no cérebro sabe que para ser policial, homem do poder, ou bandido legítimo, é preciso pensar como o inimigo.
Eu invejo e elogio!
Investigar essa morte?
Mais fácil achar quem consegue cruzar a orla da Praia Grande sem tropeçar em uma licitação suspeita, um cargo comissionado “de confiança” ou meia dúzia de gangsters vitaminados por contratos públicos de saúde, transporte e obras públicas .
Sem esquecer de obras civis ao preço de R$ 20.000,00 o metro quadrado , lavadas à perfeição.
No fim das contas, Ruy morreu como viveu protagonizando o papel principal .
Tenho empatia sim !
Não levem flores ; deixem admiração, talvez inveja.
Afinal, morrer bem é privilégio de poucos nessa selva, e não cabe a mim rir , chorar , santificar ou satanizar.
Romantizo !
Me coloco no lugar dele e sinto uma ligeira inveja .
Para despachar o Gonzo Flit Paralisante basta contratar uma trombadinha de 1m50 armada de canivete.
E não deixo pensão para viúva rica ; nem patrimônio para filhos.
Portanto há que se celebrar a gente que morre bem na fita…
Até no assassinato!
PS – E ainda lembro da famosa frase do filme “Batman: O Cavaleiro das Trevas” : Ou você morre como herói, ou vive o suficiente para se tornar o vilão!
Ninguém quer comemorar morte, nem canonizar corrupto: mas que inveja daquele que conseguiu pular do trem antes de o roteiro o transformar no inimigo número um da sua própria moralidade.
Prove que estou errado, ou torça para morrer herói porque quem sobrevive demais vira lenda de podcast ou caso de polícia.
Flit Paralisante, amigo: a única bomba capaz de tocar o terror na mosca e no justiceiro ao mesmo tempo!
Ruy Ferraz Pontes era Secretário de maior poder e influência dentro da estrutura da administração municipal , ficando imediatamente abaixo do prefeito no organograma da Prefeitura de Praia Grande.
Tamanho poder decorre da centralização de funções sensíveis: controle de pessoal, contratos, compras, orçamento, patrimônio e inovação administrativa ; áreas que impactam diretamente todas as demais secretarias e órgãos municipais.
Centralidade e hierarquia
O titular da Administração coordena setores fundamentais, garantindo o funcionamento integrado da máquina pública e a execução das decisões estratégicas do prefeito.
Dada a maleabilidade do cargo pode assumir funções delegadas pelo prefeito e, em situações de ausência, responder pela implementação de políticas e projetos municipais.
A Secretaria de Administração atua frequentemente como ponte para decisões sobre questões legais, fiscalizatórias, financeiras e administrativas, consolidando-se como centro do poder operacional do município.
Essa posição torna o secretário de administração o braço direto do prefeito para todas as demandas internas, além do relacionamento institucional entre a prefeitura, o Legislativo , empresas , prestadores de serviço e órgãos de fiscalização, o que amplia consideravelmente seu peso político e administrativo.
Para o bem ou para o mal , nada acontece na gestão municipal sem a necessária autorização do Secretário de Administração . Que no popular: manda mais do que o prefeito, é o dono de todos os cargos e tem chave do cofre!
E dependendo das circunstâncias – para o mal – se torna vitalício e não pode ser exonerado.
Sem a pretensão de levantar teorias conspiratórias , mas a investigação deve sempre partir do momento histórico e local do crime.
Não que se possa excluir uma vingança jurada no passado , mas o crime organizado é organizado justamente por ser pragmático .
De regra não perde dinheiro , ainda mais criando clamor público , por fatos pretéritos.
A motivação pode estar na política e relacionada com os seus atos como Secretário ; talvez ele fosse um obstáculo para que determinados setores como o de transportes e de saúde ( o predileto do crime ) fossem ocupados por alguma das máfias que infestam a Administração Pública em todas as esferas.
Enfim , se fosse o delegado responsável pela investigação iniciaria pelo seu gabinete.
A análise técnica de desembarque e a postura dos executores na emboscada contra Dr. Ruy Ferraz Fontes aponta para um padrão de ação tática típica de grupos profissionais: desembarque coordenado, posicionamento ofensivo e reembarque eficiente após a execução.
Técnica de desembarque
As ações vêm rapidamente da Toyota Hilux SW4, cada uma assumindo posição lateral e avançando com cautela.Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
O desembarque é feito sem hesitação, com armas em punho (fuzis), cobrindo ângulos que cercam o veículo-alvo, denotando treino prático para minimizar a exposição e maximizar a letalidade.Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
Posição de fuga do veículo
O veículo utilizado na execução permanece parado em estratégia local, com portas abertas para garantir uma evasão rápida após o término da ação.Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
A Hilux SW4 é posteriormente abandonada e queimada para destruir vestígios.
Reembarque após execução
Logo após os disparos, os executores retornam ao veículo de fuga sem correria desesperada, mas com passos firmes e calculados; isso facilita o reembarque e a rápida retirada do local, denotando calma sob pressão e experiência em ações de risco.Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
Características das passadas dos criminosos
As passadas dos autores são largas, seguras e distribuídas lateralmente, evitando tropeços e mantendo postura agressiva com os fuzis empunhados.Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
Não há dispersão de grupo – os executores se movimentam em linha tática, aproveitando a cobertura uns dos outros, evidenciando domínio de técnicas de aproximação e retirada de alvos.
O padrão sugere treinamento policial ou militar, pois não há sinais de hesitação ou descontrole; a postura corporal é ereta, vigilante e focada no objetivo imediato.Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
O Dr. Ruy Ferraz foi emboscado e executado por profissionais , possivelmente gente das polícias…Não parece ser ação do PCC!
Muito cuidado para desvios de foco .
Essa conversa de inimigo número 1 do PCC ficou no passado .
E ele também foi considerado como inimigo pela PM.
Uma análise dos relatos e vídeos públicos sobre a emboscada do Dr. Ruy Ferraz Fontes, ex-delegado geral de São Paulo e secretário de Praia Grande, indica que o crime foi cometido por um grupo altamente profissional e organizado .
Dinâmica da Emboscada
Ruy Ferraz Fontes estava em um veículo que fugiu dos criminosos, mas acabou colidindo com um ônibus na avenida, como também se observa no vídeo do WhatsApp compartilhado pelas testemunhas.Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
Após o acidente, pelo menos três criminososos armados com fuzis desembarcaram de uma camioneta tipo Hilux SW4, modelo utilizado pelas polícias , conforme relatado nos diálogos de vídeo.Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
Os autores dispararam diversas vezes contra Fontes, executando-o no local; a ação foi rápida, silenciosa e sem demonstração de pânico, denotando qualificação para ações táticas e planejamento.
Veículo dos Criminosos
O veículo utilizado foi identificado como uma Toyota Hilux SW4 preta ( veículo de trabalho policial ) , reforçando o perfil de ação criminosa típica organizada e executada por policiais .Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
Comportamento dos Executores
A postura dos envolvidos (“os caras são profissionais”, conforme narrado no vídeo) corrobora relatos oficiais de que se tratava de um grupo especializado, com abordagem tática e rápida evasão. Logo depois o veículo foi incendiada a céu aberto e ao lado de um bar periférico . Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
Não há indicação de forças policiais no local; a ação foi desenvolvida com tranquilidade e visava apenas a execução e imediata fuga.
Após o ataque, relatos indicam que os criminosos seguiram até uma área afastada onde atearam fogo na Hilux SW4 usada na emboscada, destruindo vestígios balísticos e digitais.
A destruição do veículo dificulta a coleta de provas, como geração de dados digitais, resíduos de disparo e amostras de DNA, além de fragmentar o rastro logístico do grupo.
Implicações da Queima do Veículo
O ato de reforçar o perfil de execução por criminosos especializados, possivelmente relacionados a organizações especializadas, como facções.
A Polícia Civil mobilizou equipes da ROTA, COE e GARRA em busca pelos executores, sinalizando prioridade máxima na investigação
Conclusão sobre a dinâmica
A execução foi planejada, com interceptação na avenida, uso de armamento pesado e veículo adequado para fuga. A colisão com ônibus contribuiu para a vulnerabilização da vítima, sendo seguida da execução . A análise dos vídeos e das fontes públicas reforça que o ataque teve alto grau de preparação e uso de logística de grupo criminoso especializado; tal como no caso Gritzbach executado por policiais .Vídeo-do-WhatsApp-de-2025-09-15-as-19.53.00_d1f6b813.mp4
Ruy Ferraz Fontes pediu aposentadoria da Polícia Civil no final de 2022 e assumiu o cargo de Secretário de Administração de Praia Grande em janeiro de 2023, permanecendo nessa função até sua morte em setembro de 2025. Ele foi Delegado Geral da Polícia Civil do Estado de São Paulo entre 2019 e 2022, na gestão do governador João Doria.
A notícia acabou de ser anunciada pela TV A Tribuna .
Fontes oficiais e veículos de imprensa confirmaram o assassinato do ex-delegado geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes , na noite desta segunda-feira (15/09/2025), na Praia Grande. Conforme divulgado pela Polícia Civil e por portais como CNN Brasil, UOL e Santa Portal, Ruy Ferraz Fontes, que atualmente era secretário de Administração da Prefeitura de Praia Grande, foi morto a tiros; o atual delegado-geral Artur Dian confirmou o crime e acompanha o caso no local.
A Polícia Civil do Estado de São Paulo já emitiu nota pública sobre os fatos e investiga as denúncias do crime, ocorrido por volta do início da noite. Os suspeitos desembarcaram de um veículo e realizaram diversos disparos, causando a morte do ex-delegado, conforme os relatos iniciais.
As informações a respeito do crime constam em todos os principais portais de notícias do país, com instruções oficiais da corporação policial e confirmações da Prefeitura de Praia Grande.
Prove que estou errado ou vai tomar bem no meio do olho do seu cu!
Charlie Kirk, esse prodígio pós-revolução do Instagram, invejado até pelo famigerado deputado bebum Gustavo Gayer, aquele que prova que gente como ele só é eleita por “falta de capacidade cognitiva” da população ; um camelô de fake news que protege a própria ignorância como Cowboy do asfalto guarda a última dose de cocaína para a saideira de um puteiro de Goiânia.
E todo seu debate se resume ao mantra: “Prove que estou errado!”
A falácia do apelo à ignorância…
Menino, o argumento não é só uma muleta ; é uma amputação lógica, digna de Francis em seus dias ruínas, quando misturava a dor de próstata com o sarcasmo chique de Nova York.
Tarso de Castro tão puto que largava um uísque só pra lembrar que todo polemista é um vendedor de lama !
E , convenhamos, Kirk só vendia merda.
Me apresento: Gonzo Flit Paralisante, herói de meia página ; agora apoiada numa boa cadeira Gamer pro ; cuspindo Bukowski por entre as obturações gastas de dentista popular.
O lema do momento: “Prove que estou errado, ou vai tomar bem no meio do olho do seu cu!”.
Porque, se é pra fazer a discussão uma versão estendida do Chaves com carabina de 7,62mm atrás da porta, ao menos sejamos honestos : a lógica e a razão foram assassinadas por Kirkey.
“Ai, que burro!”
O mundo gira, os algoritmos colapsam e o Flit Paralisante seguirá esperando que alguém prove o contrário ; com a mesma ansiedade de quem aguarda a próxima garrafa de Wild Turkey.
Dá-lhe, moço: que argumentação é essa onde o debatedor se pendura na marca fina da falácia, fingindo que o escotismo é ciência, para chutar o ônus da prova para a audiência ?
Francis desdenharia: “Oh, o novo empirismo – agora, se não me refutar, eu sou o Deus da lógica”.
Tarso gargalharia e pediria outra dose, invariavelmente paga por alguém mais sóbrio que ele.
Bukowski?
Ele mijaria na pauta conservadora , e seguiria para os braços das putas e da poesia barata.
Prove que estou errado ou vai tomar bem no meio do olho do seu cu – é só uma tapa com luva cirúrgica, lubrificada , com o convite para clínica de Proctologia retórica.
O Gonzo Flit Paralisante decreta: não há perigo de cancelamento onde quem fala não precisa mostrar a cara, só o cu ; e nem todo refutador merece coçar o próprio olho até ficar cego procurando uma lógica onde só existe a truculência e total ausência de bom senso ; onde o sarcasmo espontâneo virou sinônimo de deboche ou escárnio .
Provem que estou errado, enlutados Kirkinianos , ou… ocupem o espaço que há de mais privilegiado na anatomia do ridículo.
Saúde!
E que o bom uísque americano continue inspirando somente poetas, escritores e os guitarristas!
O policial civil Cyllas Elia Júnior, fundador da fintech 2GO Bank, foi preso neste domingo (14) em São Paulo, sob suspeita de aplicar golpes financeiros contra moradores do Jardim Pantanal, na zona leste de São Paulo.
A prisão foi realizada pela Corregedoria da Polícia Civil, durante ação que também cumpriu mandatos de busca em cinco endereços relacionados ao policial.
Cyllas é suspeito de chefiar um esquema que se aproveitava da vulnerabilidade social dos moradores do Jardim Pantanal: os criminosos ofereciam cestas básicas, recolhiam documentos pessoais das vítimas e, posteriormente, abriam milhares de contas bancárias em seus nomes, que eram usadas para lavagem de dinheiro.
Segundo as investigações, a fintech 2GO Bank foi utilizada para movimentações ilegais, incluindo lavagem de dinheiro ligada ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e organizações terroristas.
Esses recursos ilícitos transitavam por contas bancárias abertas com documentos encontrados de vítimas sob falsas promessas de benefícios sociais. O 2GO Bank já tinha sido alvo de operações anteriores, e Cyllas Elia Júnior foi denunciado em delações como sócio de líderes do PCC, além de já ter sido preso em fevereiro de 2025 por transações suspeitas.
As autoridades apontam que esse tipo de operação, envolvendo fintechs, dificulta o rastreio dos recursos e exige integração entre Receita Federal, Polícia Federal e Ministério Público.
Cyllas poderá ser indiciado por crimes como estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro, somando-se a outras investigações que miram o uso de bancos digitais por facções.
As atividades do 2GO Bank foram bloqueadas temporariamente e valores estimados em até R$ 27,9 milhões estão sob constrição judicial.
Comento – Por que policial civil que toma uma notinha de R$ 200,00 padece na cadeia?
O vereador Lucas Pavanato (PL), famoso por suas bandeiras falso moralistas típicas de quem faz uso da Bíblia para enganar o crédulo hipossuficiente , superou-se: quer fazer feder o bairro dos Jardins de vez, dando nome de rua a ninguém menos que Charlie Kirk, exportação americana de tudo que a gente jamais pediu.
Não bastasse homenagear um cidadão que jamais pisou em nosso solo (ainda bem!), o edil quer celebrar um sujeito conhecido por atacar a soberania brasileira e xingar nordestinos de corruptos e criminosos; prática digna de Trumpista de subúrbio e que, vamos combinar, deveria dar mesmo em Bang, Bang na praça pública; não placa na esquina de rua Paulistana !
RACISTA
Kirk, para quem não sabe, é aquele “influenciador” que, em vez de influenciar a educação pregava a inutilidade das Universidades , possivelmente por não ter sido aceito em nenhuma ; tampouco na Academia Militar.
Assim resolveu se dar bem na vida exortando e exportando preconceitos: envolveu racismo e intolerância por onde passou e, para nossa infelicidade, resolveu mirar no Brasil, ofendendo de forma generalizada os nordestinos, como se o nosso maravilhoso paraíso tropical fosse o quintal dos USA.
Grande homenagem a fazer, né?
Parabéns ao vereador, que em vez de gastar tempo limpando as ruas, quer sujá-las com o nome de um americano hostil e seu ranço xenofóbico!
A Rua da Vergonha
Claro, tudo embalado no discurso hipócrita de “mártir da violência política”.
Nobre vereador, como é mesmo o nome dessa rua?
Estados Unidos – Charlie Kirk?
Que tal “Travessa do Viralatismo ”?
Ou quem sabe “Beco do Racismo”?
O Jardins não merece tal sujidade nauseabunda !
Os Jardins Cheirarão a Podre
Aos moradores que têm apreço pelo bairro, eis o seu novo cartão-postal: homenagem ao gringo que nunca contribuiu em nada, atentou contra a nossa Soberania , ofendeu o povo brasileiro e virou mártir para brasileiros oportunistas .
A ideia não federia mais se nela se passasse merda.
Fica uma dica: em vez de trocar placas, faça algo de útil pela cidade mais nordestina do Brasil .
Tal como propor mudança para Rua Estados do Nordeste , uma merecida homenagem a quem edifica São Paulo todos os dias.
Rua Estados do Nordeste – Reconhecimento
Celebrar os estados do Nordeste – região composta pelo Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia – com nome de rua no bairro dos Jardins é valorizar milhões de trabalhadores, artistas, intelectuais e famílias que fazem de São Paulo a potência cosmopolita, criativa e acolhedora que é hoje.
Vereador, e largue mão de ser crente do cu quente !