EU SEMPRE DESCONFIEI QUE ESSE DEUS NÃO GOSTA DE FUMANTES E AMANTES, MAS GOSTA DE LADRÕES…LADRÃO QUANDO BUSCA DEUS ACABA REABILITADO…O FUMANTE MORRE 19

“A pessoa que fuma sabe que o cigarro vai fazer mal, mas continua assim mesmo. Depois, adoece e mesmo assim continua fumando. Assim, É UMA PESSOA SEM DEUS (ênfase minha – PHA). Sabe que Ele está ali, mas não o procura”.  

Disse Serra em Camboriú, SC, onde se refugiou dos trabalhadores no 1º. de Maio (Globo, pág. A4 http://www.oglobodigital.com.br/flip/ )

Tá ficando doido homem, “SEM DEUS” é quem acusa fumante –  vítimas da dependência química induzida propositadamente pelos fabricantes –  de “SEM DEUS”…

Acho que o Mário Covas –  se não era ladrão  – foi mesmo para o inferno. Pois fumava pra caralho!

Enquanto o crime organizado tem nas prisões telefone celular de última geração, capaz de enviar mensagens e fotos por e-mail, os computadores da Polícia Civil ainda não são ligados à internet…Não querem o policial bem informado sobre “tretas e mutretas” político-policiais 13

A polícia desconectada

Policiais de áreas estratégicas como Deic e Deinter pagam do próprio bolso para ter aceso à internet

Uma das principais ferramentas para investigações, a internet não faz parte da realidade dos policiais do Deic, que, para não prejudicarem os trabalhos, levam equipamentos de casa e fazem ‘vaquinha’ para pagar o serviço

Josmar Jozino, josmar.jozino@grupoestado.com.br

O Estado de S.Paulo – do Jornal a Tarde

Enquanto o crime organizado tem nas prisões telefone celular de última geração, os computadores da Polícia Civil de São Paulo ainda não são ligados à internet. Para realizar pesquisas e acessar dados de outros Estados, policiais são obrigados a levar equipamentos de casa e fazer “gambiarra” no serviço.

A Polícia Civil garante que 98% dos municípios paulistas já têm condições de acesso à internet. Mas não é o que afirmam policiais do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), uma das unidades de elite da corporação, e delegados subordinados ao Departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter).

No interior, delegados disseram que fazem vaquinha e cada um desembolsa por mês R$ 10 para pagar o acesso. “É vergonhoso. Mas se a gente não faz isso, não tem como utilizar essa importante ferramenta de investigação”, desabafou, indignado, um delegado da região oeste do Estado.

Investigadores do Deic contaram que são poucos os computadores configurados pela Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp). A empresa é responsável pelo serviço de tecnologia de informação do governo estadual.

Poucos delegados têm acesso à internet, o que requer uma senha. O serviço, porém, é lento e restrito. Não é permitido acessar determinados sites, inclusive de relacionamentos, nos quais os policiais podem fazer consultas para obter fotos de suspeitos e outras informações necessárias às investigações.

Delegados disseram que somente no mês passado a Polícia Civil informou que os policiais vão poder se cadastrar para ter acesso à internet. “Recebi um código da Prodesp, mas ainda não foi possível fazer o cadastramento e ter uma senha”, revelou um investigador do Deic.

Muitos investigadores não podem trocar e-mail com colegas de outros Estados por causa da indisponibilidade do serviço. “Isso é um absurdo. Não temos as mínimas condições de trabalho”, reclamou um policial com mais de 20 anos de serviço.

A presidente da Associação dos Delegados do Estado de São Paulo (ADPESP), Marilda Pansonato Pinheiro, disse que a situação é grave: “Internet para nós é artigo de luxo. Se muitos de nossos colegas levarem os equipamentos particulares para casa, as delegacias fecham. Além disso, o programa da Prodesp é péssimo, cai com frequência e fica dias e dias fora do ar”, afirmou.

A sindicalista disse ainda que a Polícia Civil é investigativa e, portanto, precisa de todos os equipamentos possíveis para realizar seu trabalho de maneira eficiente.

Nos distritos policiais sob o comando do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) também é comum a presença de computadores particulares. “Apenas uma minoria de policiais tem acesso à internet. O sistema realmente é lento e precário”, contou um delegado subordinado à 6ª Delegacia Seccional (Santo Amaro), na zona sul.

Cidade de Cubatão é primeira em ranking de homicídios de SP…ALIÁS, TAL CONTABILIDADE É O MODO MAIS PRÁTICO DE CAMUFLAR A VIOLÊNCIA REAL 4

03/05/2010- 08h12

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
MÁRCIO PINHO
da Reportagem Local

Cubatão é a mais violenta entre as 71 cidades com mais de 100 mil habitantes de São Paulo e atingiu no primeiro trimestre taxas de homicídio que representam mais do dobro dos índices da capital e duas vezes e meia a média de todo o Estado.

O dado resulta da compilação das estatísticas de homicídios divulgadas na sexta-feira pela Secretaria da Segurança com as projeções de população do Seade. No período, os homicídios cresceram 7% no Estado.

No primeiro trimestre, Cubatão (Baixada Santista) teve nove assassinatos, chegou a 7,14 mortes por 100 mil habitantes, ultrapassou Guaratinguetá (Vale do Paraíba) e lidera com folga o ranking da violência nas principais cidades.

Em seguida vêm Ribeirão Pires, Taubaté, Diadema e Jacareí, o que coloca duas cidades do Vale do Paraíba entre as cinco mais perigosas. São Jacareí –em que a taxa triplicou– e Taubaté, onde dobrou.

Na média, o Estado apresentou de janeiro a março uma média de 2,9 mortes por 100 mil pessoas, pouco acima do índice de 2,6 verificado durante o mesmo período de 2009.

A posição de Cubatão no levantamento põe um ingrediente negativo a mais na discussão sobre as causas do ciclo de violência que vem atingindo a Baixada Santista neste ano. Na região, houve 27% mais mortes em relação ao início de 2009, mas em Cubatão a taxa de todo o ano passado já era duas vezes e meia a do Estado.

Por conta de uma sucessão de crimes, há duas semanas, um órgão do Departamento de Defesa dos EUA recomendou que cidadãos norte-americanos deixassem de visitar quatro cidades da Baixada. O comunicado oficial apontava uma suposta atuação de gangues, numa referência ao PCC.

Porém, a Polícia Civil suspeita que grupos de extermínio, com a participação de policiais militares, estejam por trás de 23 assassinatos ocorridos nas últimas semanas na Baixada.
A Folha procurou ontem à tarde a Secretaria da Segurança do Estado, mas segundo a assessoria não havia ninguém para comentar o ranking.

Na semana passada, ao divulgar os dados, a secretaria destacou que os homicídios dolosos na Baixada Santista “oscilaram para cima no primeiro trimestre” e que a média desse tipo de crime no Estado é metade da taxa nacional, mas que “os esforços do governo, das polícias e da sociedade devem ser renovados continuamente com a adoção de novas, mais modernas e eficientes estratégias”.

A assessoria da prefeita de Cubatão, Márcia Rosa (PT), disse que uma das causas é a falta de policiais, problema que chegou a ser discutido entre prefeitura, PM, Ministério Público e OAB, em reunião, há dois meses, que criou um grupo de trabalho contra o crime. Ela não foi encontrada ontem.

Pelo interior

Cidades a mais de 300 km de São Paulo e com normalmente pouco destaque quando se trata de criminalidade, Araçatuba, Ourinhos e Jaú despontam entre as 20 primeiras do ranking.
A cidade de São Paulo, que registrou crescimento de 23% nos homicídios no primeiro trimestre, ocupa o 17º lugar

CUBATÃO  –  considerando o diminuto quadro policial civil e militar, considerando os bolsões de miséria , considerando a política desonesta predominante há cinquenta anos – É UMA CIDADE MUITO TRANQUILA.  

Cubatão pela importância geopolítica é mantida dependente de cidades de menor importância, NÃO POSSUI BATALHÃO DA PM, NÃO POSSUI BATALHÃO DE CORPO DE BOMBEIROS; A POLÍCIA CIVIL POSSUI ÚNICA SEDE DO ESTADO, DEPAUPERADA PELOS ANOS E  FALTA DE CONSERVAÇÃO.

Os distritos ocupam imóveis precários  alugados pela Prefeitura; a municipalidade também empresta grande parcela de funcionários.

Um único Distrito Policial de Santos conta com maior número de policiais, viaturas e recursos em geral, do  que toda a cidade de Cubatão.

Ora, a Capital ser apresentada como menos violenta do que Cubatão é manipulação pura, pois concentra 60% do quadro ativo e dos recursos policiais, uma Guarda Municipal armada e centenas de empresas de segurança privada. Se a contabilidade fosse número de homicídios por número de policiais, a classificação seria completamente diversa.

O governo Alckmin, com políticas como o ALE diferenciado,  esvaziou o policiamento no interior  com o fim de diminuir os índices na Capital, como  resultado a violencia cresceu em todos os locais sem recursos policiais e graves problemas sociais.

Um soldado da Polícia Militar foi morto na noite de domingo (2) após ser atingido por sete tiros na frente de sua casa, no bairro Santa Teresinha, em Diadema (Grande São Paulo). 2

03/05/2010- 07h44

PM morre após ser atingido por sete tiros em rua de Diadema (SP)

da Reportagem Local

Um soldado da Polícia Militar foi morto na noite de domingo (2) após ser atingido por sete tiros na frente de sua casa, no bairro Santa Teresinha, em Diadema (Grande São Paulo). Ninguém foi preso pelo crime.

Segundo informações da polícia, o soldado estava acompanhado de amigos e parentes em frente a sua casa, quando um Honda Fit prata, com duas pessoas em seu interior, parou na frente da residência. Um dos homens desceu do veículo e disparou diversas vezes contra o policial. Ele foi atingido sete vezes.

A vítima foi socorrida e encaminhada para o Hospital Municipal de Diadema, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Nenhuma outra pessoa que estava no local foi ferida, inclusive a mulher e o filho do policial. Os criminosos fugiram, sem que a placa do carro fosse anotada.

O caso foi registrado no 3º DP de Diadema, mas até a manhã desta segunda-feira nenhum suspeito tinha sido localizado

Esta vai para o Dr. GUERRA ,até amanhã, bjs 5

Esta vai para o Dr. GUERRA ,até amanhã, bjs. 

Certa vez um homem navegando com seu balão, por um lugar desconhecido.
Ele estava completamente perdido, e quão grande foi sua surpresa quando
encontrou uma pessoa…

Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de 10m
aproximadamente, ele gritou para a pessoa:

– Hei, você aí, onde eu estou???

E então o jovem respondeu:
– Você está num balão a 10 m de altura!!

Então o homem fez outra pergunta:
– Você é Investigador, não é???

O Investigador respondeu:
– Sim…puxa! Como o senhor adivinhou?

E o homem:
– É simples, você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me
serve para nada.

Então o Investigador pergunta:
– O senhor? É um DELEGADO, não é???

E o homem:
– Sou…Como você adivinhou???

E o Investigador respondeu:

– Simples: o senhor está VOANDO completamente perdido, não sabe fazer pooorra
nenhuma e ainda quer colocar a culpa no Tira…caralho!

A policia civil está para a militar como o gato Tom para o Rato Jerry? 4

2010/05/02 at 11:10 – BLOG CIDADÃO QUEM?

Olá Doutor Guerra, Conversando com um policial militar recebemos algumas pistas do que pode estar ocorrendo e até publicamos um artigo:

http://cidadaoquem.blog.br/?p=244

A policia civil está para a militar como o gato Tom para o Rato Jerry?

“Não são poucos os policiais militares que vêem na policia civil uma inimiga e um antro de corrupção ( O que explica os entraves da corregedoria em liberar fotos de policiais militares). A única alternativa a estes policiais para combater o crime organizado sem se colocarem no papel de alvo fácil é simplesmente executar os bandidos que lhe parecem ameaça. Prender pode não resolver, mas enterrar resolve com certeza.”  (IDEOLOGIA DE PM BANDIDÃO, mas  leiam a íntegra no Cidadão Quem? )

VITOR, POR “PHODER” FUNCIONÁRIO PÚBLICO O “LULA” – GRANDE DEFENSOR DOS TRABALHADORES E APOSENTADOS – FEZ SEU INEXPRESSIVO ADVOGADO PARTICULAR “VIRAR” MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL…O RAPAZ “JOSÉ TOFFOLIO” CONQUISTOU A SÚMULA VINCULANTE Nº 5, DEFENDENDO A NÃO OBRIGATORIEDADE DE ADVOGADO NO PROCESSO ADMINISTRATIVO, SALVANDO O GOVERNO DO RISCO DE SERVIDORES DEMITIDOS “VOLTAREM A SEUS CARGOS COM POUPANÇA, PREMIADOS POR SUA TORPEZA”…ENFIM, VAMOS BLOGAR PARA NÃO MATAR! 6

Enquanto ficamos trocando mensagens e postando comentários na blogosfera,o governo,seja ele Alckimin,Serra,Goldman ou outro plantonista qualquer,continua a NOS FODER,não cumprindo promessas,desrespeitando acordos,jogando na mídia falsas notícias(FUMAÇA) E O QUE É PIOR,tudo com a complacência ou até mesmo CONIVÊNCIA de nossos dirigentes e líderes classistas aliada à nossa incapacidade de reação. A medicina classificaria isso como um caso perdido,basta desligar os aparelhos.

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Notícias STF  Quarta-feira, 07 de Maio de 2008

Súmula Vinculante nº 5: STF decide que não é obrigatória defesa elaborada por advogado em processo administrativo disciplinar

 

Por votação unânime, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF)  aprovou, em sua sessão desta quarta-feira (07), sua 5ª Súmula Vinculante para estabelecer que, em processo administrativo-disciplinar (PAD), é dispensável a defesa técnica por advogado. A redação desta súmula  é a seguinte: “A falta de defesa técnica por advogado no processo administrativo disciplinar não ofende a Constituição”. 

A decisão foi tomada no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 434059, interposto pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e pela União contra decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que entendeu ser obrigatória a presença do advogado em PAD e até editou uma súmula dispondo exatamente o contrário do que decidiu hoje o STF. 

Diz esta súmula do STJ, de nº 343: “É obrigatória a presença de advogado em todas as fases de processo administrativo disciplinar”. A decisão de editar a nova súmula vinculante, aceita pelo relator do RE, ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, e pelos demais ministros, foi tomada em função de sugestões dos ministros Joaquim Barbosa e Cezar Peluso sobre sua conveniência, diante da existência desta súmula do STJ. 

Nesta decisão,  o Plenário se baseou em três precedentes em que o STF assentou que a presença de advogado de defesa é dispensável, em processo administrativo disciplinar. Trata-se do Agravo Regimental (AR) no RE 244277, que teve como relatora a ministra Ellen Gracie; do AR em Agravo de Instrumento (AI) 207197, relatado pelo ministro Octávio Gallotti (aposentado), e do Mandado de Segurança (MS) 24961, relatado pelo ministro Carlos Velloso (aposentado). 

Presença de advogado em PAD é facultativa 

No acórdão (decisão colegiada) contestado pelo INSS e pela AGU, o STJ concedeu Mandado de Segurança (MS) à ex-agente administrativa do INSS Márcia Denise Farias Lino, que se insurgia contra a portaria do Ministro da Previdência que a exonerou do cargo. Alegou violação aos artigos 5º, inciso LV, e 133 da Constituição Federal. O primeiro desses dispositivos garante o direito do contraditório e da ampla defesa, enquanto o segundo dispõe que o advogado é indispensável à administração da  justiça. Segundo a ex-servidora, ela não teria contado com assistência técnica de advogado durante o processo administrativo disciplinar que precedeu a sua demissão. 

Os ministros entenderam, no entanto, que, no PAD, a presença do advogado é uma faculdade de que o servidor público dispõe, que lhe é dada pelo artigo 156 da Lei 8.112/90 (Estatuto dos Servidores Públicos), não uma obrigatoriedade. Exceções seriam o caso de servidor que, submetido a tal processo, se encontre  em lugar incerto e não sabido, caso em que cabe ao órgão público a que pertence designar um procurador; e, ainda, o fato de o assunto objeto do processo ser muito complexo e fugir à compreensão do servidor para ele próprio defender-se. Neste caso, se ele não dispuser de recursos para contratar um advogado, cabe ao órgão público colocar um defensor a sua disposição. 

AGU: risco de demitidos serem premiados 

Ao defender a posição da União na sessão plenária de hoje, o advogado-geral, José Antônio Dias Toffoli, advertiu para o risco de, a se consolidar o entendimento do STJ, servidores demitidos a bem do serviço público, nos Três Poderes, “voltarem a seus cargos  com poupança, premiados por sua torpeza”.  Isto porque, para todos eles, o processo administrativo disciplinar é regido pelo artigo 156 da Lei 8.112 (Estatuto do Funcionalismmo Público). E a decisão do STJ daria ensejo a demandas semelhantes, em que os servidores, além de sua reintegração ao cargo, poderiam reclamar salários atrasados de todo o período em que dele estiveram ausentes

Toffoli informou, neste contexto, que o  chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, informou-lhe que, de janeiro de 2003 até hoje, 1.670 servidores da União foram demitidos a bem do serviço público. 

Cinco bases de policiamento comunitário na região central de São Paulo estão ociosas

publicado em 02/05/2010 às 09h45:

Bases da Polícia Militar no centro
de São Paulo só dão informação

Pelo menos cinco bases na região central da cidade enfrentam o problema

Agência Estado

Cinco bases de policiamento comunitário na região central de São Paulo estão ociosas. Os 75 policiais militares que trabalham nelas passam o dia apenas dando informações sobre localização de ruas da área. Moradores e comerciantes afirmam que os PMs não fazem patrulhamento, não interagem com a comunidade e deixam de lado o principal da atividade policial comunitária: a prevenção do crime e da violência. O comando da Polícia Militar admite que o serviço está deficitário e promete encontrar uma solução ainda este semestre.

A reportagem flagrou fechadas as bases do largo do Arouche e da praça da República. Na mesma região, a base localizada na praça Dom José Gaspar, onde fica a Biblioteca Municipal Mário de Andrade, a principal da cidade, é uma das que mais recebe queixas.

Angela Maria de Oliveira, de 68 anos, presidente da Ação Local da Praça Dom José Gaspar, conta que em 2009 viu uma pessoa colocando fogo na praça. A primeira reação foi procurar o policial comunitário que estava próximo ao local.

– O policial me perguntou se isso (o fogo) estava me incomodando.

A presidente pediu então que ele acionasse o 190 da PM.

– Esperei 45 minutos até que chegasse uma viatura, mas ele estava ali ao lado e poderia ter resolvido a questão, já que é um policial comunitário

COM APOIO DE JOSÉ SERRA E MAIORIA DOS MEMBROS DO DIRETÓRIO ESTADUAL, O EX-VICE GOVERNADOR, EX-MINISTRO DA JUSTIÇA E SECRETÁRIO DA CASA CIVIL DURANTE A GESTÃO SERRA, ALOYSIO NUNES FERREIRA SERÁ O CANDIDATO A SENADOR PELO PSDB 4

Com uma disputa interna que se arrasta há um mês sem perspectiva de acordo, o PSDB de São Paulo prepara uma mobilização da sua direção para escolher amanhã o pré-candidato do partido ao Senado.

 O ex-secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, e o deputado José Aníbal concorrem à vaga. A tendência é que o primeiro saia vitorioso. Com a candidatura ao Governo definida com Geraldo Alckmin, o posto de vice acertado com o DEM e uma das duas vagas a senador reservada para Orestes Quércia (PMDB), o único imbróglio na chapa tucana é o segundo postulante ao Senado.

O partido tem pressa em resolver a questão. A largada oficial da pré-campanha no maior colégio eleitoral do País, já adiada uma vez, depende dessa definição. A grande festa do PSDB em SãoPaulo para anunciar os candidatos está marcada para sábado. Os tucanos querem lançar nesse dia a chapa completa à sucessão estadual.

Principal adversário do PSDB, o PT já concluiu essa primeira etapa eleitoral. Lançou no fim de semana passado o senador Aloizio Mercadante para governador e Marta Suplicy a senadora. Até alguns dias atrás o PSDB acreditava que poderia chegar a um candidato de consenso. Na prática, trabalhava com a desistência de Aníbal, uma vez que Aloysio é apoiado pelo ex-governador José Serra e por Alckmin.

As últimas conversas com Aníbal se mostraram infrutíferas. Mais: em um mês de disputa, os dois postulantes nunca se falaram. O partido decidiu, então, convocar os 105 membros do Diretório Estadual, a instância máxima no Estado, para fazer a sua escolha amanhã. (Agência Estado)

VERDADE: “o pior bandido é o de farda”…A HISTÓRIA UNIVERSAL É PRÓDRIGA EM EXEMPLOS…MAS SERÁ QUE FOI CONSTRUTIVO EXPULSAR UM PRAÇA EM RAZÃO DE SEIS PARES DE MEIA? 10

Comandante-geral da PM: “o pior bandido é o de farda”

Desde 16 de abril de 2009, quando tomou posse, diz trabalhar doze horas por dia, sete dias por semana

Por Henrique Skujis | 05/05/2010

Alvaro Batista Camilo, comandante-geral da PM: ao ser nomeado,  deixou outros 36 coronéis para trás

Alvaro Batista Camilo, comandante-geral da PM: ao ser nomeado, deixou outros 36 coronéis para trás

por Fernando Moraes

O avô foi cabo da antiga Força Pública no início do século passado, lutou na Revolução de 1932, tomou dois tiros e foi preso. O pai chegou a sargento. O irmão mais velho também seguiu carreira militar e foi tenente-coronel. A filha já é aspirante a oficial. Não é exagero dizer que a Polícia Militar está no sangue do coronel Alvaro Batista Camilo.

Nascido em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, Camilo entrou na Academia de Polícia do Barro Branco em 1978, aos 17 anos. Patrulhou o centro de São Paulo, passou pelo Corpo de Bombeiros e foi parar na área de inteligência do Estado-Maior e da Secretaria de Segurança Pública. Em maio de 2007, foi promovido a coronel e ganhou “de presente” o comando da região central.

“Acontece tanta coisa no centro que precisei saber lidar com os mais diversos públicos: punks, professores, lojistas, GLS, o pessoal da galeria do rock, moradores de rua, ONGs…” Em seu primeiro ano de ação na área, caíram todos os índices de criminalidade (desde pequenos furtos até homicídios). O episódio mais marcante de sua passagem pelo centro foi a desocupação da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, no Largo São Francisco, em agosto de 2007. Sob seu comando, a polícia conseguiu retirar sem uso de violência dezenas de alunos que planejavam acampar no prédio.

“Eu não conhecia o governador nem o secretário. Por isso, creio que foram esses resultados que fizeram com que eu fosse chamado para o comando- geral”, diz Camilo. Sua escolha causou polêmica no alto escalão. Jovem (49 anos completados na sexta 30), era o 37º coronel mais antigo da lista de 61. Como antiguidade no posto é um dos critérios hierárquicos da PM, pode-se dizer que deixou para trás 36 coronéis — nove deles, insatisfeitos, chegaram a pedir baixa após a indicação. Logo ao assumir, propôs que a corporação voltasse a se chamar Força Pública, nome que tinha até 1970. “Não conseguimos tirar o estigma que a Polícia Militar ganhou nos tempos da ditadura. Creio que esse nome aproximaria a corporação da população.”

Desde 16 de abril de 2009, quando tomou posse, diz trabalhar doze horas por dia, sete dias por semana. “Nos fins de semana, a mulher vem junto comigo para o quartel.” Conseguiu realizar concursos para aumentar o número de policiais (“Vamos passar dos 95 000”), instalou localizador nas viaturas, trocou a arma-padrão da corporação, que era um revólver 38, para pistola 40 milímetros (“A munição não transpassa o alvo atingido”) e deu força e visibilidade à corregedoria (“Expulsei um PM que roubou seis pares de meia numa loja do centro e já mandei prender até um coronel de três estrelas”). Fica indignado com policiais fora da lei. “O pior bandido é o de farda.”

“MARIANISMO” ( da DILMA ), “EVANGELISMO” ( do SERRA ), mais “VIGARISMO” ( ambos ) 9

Longe da polêmica, Serra pede orações a evangélicos de SC

Pré-candidato tucano roga inspiração para desenvolver seu projeto político para o País

01 de maio de 2010 | 23h 32

Júlio Castro – Especial para o Estado

Falando para mais de 40 mil pessoas hoje, em evento evangélico em Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, o pré-candidato tucano à Presidência, José Serra, pediu orações aos fiéis das Missões dos Gideões para ganhar sabedoria ao desenvolver seu projeto político para o País.

Gilmar de Souza/JORNAL DE SC

Gilmar de Souza/JORNAL DE SC

Ante 40 mil pessoas, Serra até citou passagem bíblica
Citando um trecho bíblico, Serra referiu-se a Salomão. Frisou que o momento era propício, entre os fiéis, para conquistar inspiração e energia para o desafio de cumprir sua missão.
Na sua fala, o ex-governador de São Paulo destacou o trabalho “extraordinário desenvolvido pelas igrejas evangélicas em todo o Brasil nas questões sociais” e pediu para que trabalhem juntos com o objetivo de transformar o País na “melhor Nação do mundo”.
Após seu pronunciamento em um ginásio lotado, um pastor quebrou o protocolo e sugeriu oração para que Serra obtenha êxito em sua proposta política.
Ele evitou a todo custo polemizar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já no desembarque no Aeroporto Internacional de Navegantes, distante cerca de 50 quilômetros do local do evento religioso, o tucano esquivou-se de comentar a manifestação do presidente em favor da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff. Ele frisou, apenas, que não tinha conhecimento das declarações e, por isso, não faria nenhum comentário.
‘Virei novamente’

Questionado em entrevista coletiva, o pré-candidato afirmou que gostaria de contar com o apoio dos evangélicos. “Só faltava eu dizer que não estaria de acordo com esse apoio. Cada um interpretou a ação à sua maneira e essas pessoas certamente vão agir de acordo com a sua consciência. Eu, independentemente de ser eleito, virei aqui novamente no ano que vem”, comentou.
No púlpito, Serra foi recebido pelos três principais candidatos ao governo de Santa Catarina: a senadora petista Ideli Salvatti, a deputada federal progressista Angela Amin e o peemedebista Eduardo Pinho Moreira. Leonel Pavan (PSDB), atual governador de Santa Catarina, recepcionou Serra ao lado do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, que licenciou-se do cargo e está em campanha para uma vaga no Senado. O PSDB ainda não definiu candidatura própria para o governo catarinense. Serra afirmou que o PMDB e o PSDB deveriam caminhar juntos na corrida governista do Estado.

Multidão

O 28º encontro internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora, que o pré-candidato prestigiou neste sábado, reuniu nos últimos dez dias em Camboriú cerca de 160 mil pessoas.

O evento foi o maior da história do congresso. Pavan sancionou lei estadual que considera a cidade como a capital catarinense das missões.

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Político pede voto no palanque; não no púlpito.

Misturar interesses eleitorais com interesses de  facções religiosas: É VIGARISMO.

IDENTIFICADAS AS RAZÕES DE A SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL SER UMA PORCARIA:as organizações mais importantes para a segurança hoje, a PF e o MP 4

Segurança pública: um debate atrasado e urgente

Segurança pública não é só um problema cotidiano dos cidadãos – é questão de governo e de Estado, diz especialista

01 de maio de 2010 | 7h 25

Ivan Marsiglia

 

ENTREVISTA – Rogério Bastos Arantes é professor do departamento de Ciência Política da USP

Quando o cientista político Rogério Bastos Arantes decidiu, em um trabalho inédito, construir um banco de dados para analisar 600 operações da Polícia Federal ocorridas entre 2003 e 2008, ele esperava conhecer a ação do Estado contra a corrupção e o crime organizado no País. O que acabou conhecendo melhor, conta ele, foi outra coisa: “Como o crime organizado e a corrupção são dependentes do Estado”.

Professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) e docente da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) de 1995 a 2008, Arantes, 41 anos, é um especialista no funcionamento das instituições políticas e judiciais brasileiras. Goiano de Anápolis, ele viu sua pesquisa sobre a atuação da PF ganhar relevância extra essa semana, quando notícias sobre o grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC) extrapolaram as fronteiras nacionais.

Dois brasileiros supostamente ligados à organização foram presos em Pedro Juan Caballero após um atentado contra o senador paraguaio Robert Acevedo. Não foi só isso: na segunda-feira, o governo dos EUA emitiu um comunicado pedindo que seus cidadãos evitem o litoral sul paulista, onde 13 assassinatos foram atribuídos à facção criminosa nos últimos dias.

Diante dos fatos, os principais pré-candidatos à Presidência da República foram à guerra. O postulante tucano, José Serra, prometeu, se eleito, a criação de um Ministério da Segurança Pública. A petista Dilma Rousseff rebateu, exaltando a coordenação federal da área, que já vem sendo feita via Ministério da Justiça. “Pela Constituição, cabe aos governos estaduais o combate ao crime”, ressalta Rogério Arantes, “mas segurança pública diz respeito também a políticas de governo e de Estado”.

Na entrevista a seguir, o cientista político fala do atraso com que o tema da segurança entrou na agenda da redemocratização, dos R$ 22 bilhões em recursos sugados do País pelas organizações criminosas – mais que o orçamento anual do Bolsa-Família -, do papel decisivo e dos riscos da atuação da PF e da conivência que marca por vezes o cidadão brasileiro: “As pessoas costumam ver a corrupção apenas no Estado, mas ela está na sociedade também”.

Pesquisas de opinião mostram que a segurança, ao lado da educação, é a segunda maior preocupação dos eleitores brasileiros, atrás apenas da saúde. O tema será decisivo na campanha presidencial?

 

Sem dúvida, é um dos temas candentes da opinião pública nacional por aquilo que cerca as pessoas em seu cotidiano. Mas o debate entre os principais candidatos, Serra e Dilma, me parece, vai além: diz respeito a políticas de governo e de Estado. Foi o que os levou a divergir sobre a criação de um Ministério da Segurança Pública.

Um novo ministério é o caminho?

Eu diria que é natural que essa ideia apareça no contexto atual. Uma política que, segundo a Constituição, é fundamentalmente estadual, sofreu nos últimos anos um deslocamento para o plano federal – em função da política de segurança capitaneada pelo Planalto. Esse deslocamento envolve um fortalecimento das instituições federais de combate ao crime organizado e à corrupção, como a Polícia Federal e o Ministério Público. O governo chamou para si a responsabilidade de coordenar a área, e a proposição de um Ministério da Segurança viria consolidar esse processo.

E por que Dilma rejeitou a proposta?

 

Foi como se Serra se apropriasse de uma política que vem sendo conduzida de modo bem-sucedido pelo atual governo – na linha da estratégia de campanha tucana, que é a do “podemos mais”. Dilma disse que a questão é mais de coordenação que de institucionalização em forma de ministério, pois é o que o Ministério da Justiça já vem fazendo. E em nível bastante agressivo: hoje, 17 Estados têm como secretários de segurança delegados da PF que foram conduzidos ao cargo mediante essa política articulada entre o governo federal e estaduais. E as Secretarias de Segurança sempre foram cargos estratégicos para as elites locais – que hoje não se incomodam ou se veem obrigadas a cedê-los para o nível federal. Dilma também disse: “Nós fizemos a Força Nacional”. Mas o eleitor pergunta: onde está essa força? Ela não existe como corporação, é um conceito, que serve, nos casos previstos pela lei, para reunir policiais de corporações já existentes. A verdadeira força nacional hoje é a PF.

Por quê?

 

Ela é uma novidade republicana. Para repetir o bordão de Lula, nunca na história deste país se teve uma força policial de caráter civil, sob o comando do Poder Executivo federal e com capacidade de atuação em todo o território nacional. Nem os militares ousaram “empoderar” assim a organização. Após a ditadura não se fez isso, o governo FHC não o fez – exceto no final, quando inicia o reaparelhamento da PF. Quem de fato “soltou os federais” foi Lula. Já a criação de um ministério específico para a área esbarraria no texto constitucional. Seria uma tarefa mais complicada.

Nos últimos dias, o PCC saltou do noticiário paulista para o internacional, com o atentado no Paraguai e a recomendação do governo americano para que seus turistas evitem o litoral sul de São Paulo. A pressão de fora pode mobilizar as autoridades brasileiras?

 

Esses episódios pressionam o governo, mas são de fôlego curto. Entretanto, é perigoso para a segurança do Estado brasileiro o fato de que na região fronteiriça haja uma confluência do tráfico de drogas, de armas e do crime organizado. Quando um Estado não consegue controlar minimamente seu território e o uso da força nele, a ponto de ter que decretar “estado de exceção”, como fez o Paraguai, passa a caminhar na direção do que a literatura chama de failed states – “Estados falidos”. No Brasil, o crime organizado nunca chegou a ameaçar a ordem nesse nível. Mas a atenção do País deve ser redobrada.

Depois de um período de retração, o número de homicídios em São Paulo, a principal unidade da federação, voltou a subir. Outro dado preocupante: desde 2004, 21.240 das 97.549 armas de fogo registradas em nome de empresas de segurança privada foram roubadas ou furtadas. O que fazer?

 

Cabe à PF a fiscalização do porte de armas pelas empresas de segurança. A polícia não vinha sendo capaz de exercer esse controle de fato, e a sociedade desconhecia esses números e seu significado. Nós realizamos um referendo nacional sobre comercialização de armas e não dispúnhamos dessa informação crucial sobre o ingresso de armas no mercado ilegal brasileiro.

Por que o debate sobre segurança parece tão atrasado no País?

 

Porque desde a redemocratização a questão da segurança foi muito mais trabalhada sob o signo dos direitos humanos do que do fortalecimento do aparato policial. Isso foi muito benéfico, mas travou a discussão sobre a questão do crime a necessidade de reaparelhar as instituições de segurança pública. Naquele momento, importava mais reconstruir o Estado de Direito. O que ocorre agora é uma mudança de paradigma, e não deixa de ser curioso que tenha tido início na passagem da era FHC para a era Lula. Talvez por isso o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) não tenha encontrado terreno propício no debate público ou o STF tenha posto uma pedra sobre a ideia de revisão da Lei de Anistia. Não sei se essa é a melhor forma de encerrar o longo ciclo da redemocratização, mas diria que foram os últimos suspiros do cisne.

Uma das conclusões da pesquisa que o sr. realizou foi de que o crime organizado no Brasil é ‘dependente-associado’ do Estado em 4 de cada 10 casos. O que isso quer dizer?

Que, em grande parte dos casos, o crime organizado depende do Estado e de seus agentes para se realizar. Seja de modo ativo, pelo assalto a recursos públicos, seja passivo, pela corrupção das atividades de fiscalização e de policiamento. Quando decidi estudar as operações da PF, estava motivado pela ideia de conhecer a ação do Estado contra a corrupção e o crime organizado. O que acabei conhecendo melhor foi como o crime organizado e a corrupção são dependentes do Estado. O maior número de operações da PF, por exemplo, ocorreu no combate à corrupção no INSS – que, no orçamento federal, detém a maior rubrica. Uma única operação desbaratou uma quadrilha que desfalcou a Previdência em R$ 1 bilhão. De modo que a PF a apelidou de “Ajuste Fiscal”. O volume de recursos movimentados pelas organizações criminosas, estimado a partir de 125 dessas operações, foi da ordem de R$ 22 bilhões (o orçamento do Bolsa-Família previsto para 2010 é de R$ 13,7 bi). Isso quer dizer que boa parte da riqueza socialmente produzida no Brasil não é apropriada pelas vias legais – mas pelo crime, pela sonegação, pela facilitação de negócios ilícitos, etc. As pessoas costumam ver a corrupção apenas no Estado, mas ela está na sociedade também.

Sua pesquisa considera a atuação da PF positiva. Há problemas também?

A PF aparece na linha de frente dessas operações, mas por trás dela há quase sempre uma “força-tarefa”, envolvendo também o MP e o Poder Judiciário e até agentes de outras instituições. Isso gera maior eficácia, mas preocupa os defensores das garantias e liberdades individuais. É o receio de que resultem em abuso de autoridade – como chegou a alertar o ex-presidente do STF, Gilmar Mendes.

Os principais candidatos à Presidência parecem bem informados sobre segurança?

O primeiro round travado entre os dois revela baixo grau de entendimento dessas questões. Quero crer que a campanha eleitoral seja capaz de produzir informação mais qualificada. Se a gente considerar que nas áreas econômica e social o mais provável é que haja continuidade, independentemente de quem assumir a Presidência em 2011, o que pode fazer diferença nas eleições deste ano são áreas como a da segurança. Seria muito útil, por exemplo, se esses candidatos pelo menos antecipassem o perfil dos futuros ocupantes dos cargos de ministro da Justiça e procurador-geral da República. São estes que lideram as organizações mais importantes para a segurança hoje, a PF e o MP, e terão que enfrentar o desafio de manter o equilíbrio das funções no interior do sistema. Eu definiria o meu voto em função dessas escolhas.

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As instituições de maior importância para a segurança do cidadão permanecem fora de quaisquer debates; continuaremos, na visão de políticos e doutores,  como meros órgãos destinados ao extermínio  e extorsão. Pontualmente: como reles cães de guarda ou de caça; obedientes ao grupo de poder do momento.

Uma tentanto aniquilar  outra com grande valentia e estardalhaço, digo das posturas da Polícia Civil e Militar.

Contudo, quando se trata de levantar vozes contra os desmandos e crimes dos governantes, nos postamos como BANDO DE ABESTALHADOS COMANDADOS POR  AFEMINADOS BAJULADORES DO PODER. 

Goldman nomeia seis novos secretários 2

 Mensagem encaminhada ———-
De: Portal do Governo do Estado de São Paulo <imprensa@comunicacao.sp.gov.br>
Data: 2 de maio de 2010 02:15
Assunto: Goldman nomeia novos secretários
Para: dipol@flitparalisante.com

Domingo, 02 de Maio de 2010

Goldman nomeia novos secretários

Governador definiu responsáveis por seis pastas do Estado

O governador Alberto Goldman nomeou na tarde desta sexta-feira (30 de abril) os novos secretários de seis pastas do Estado de São Paulo.

Luiz Carlos Delben Leite assume a Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social. Leite é ex-presidente da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), foi secretário da Ciência e Tecnologia de São Paulo e presidiu o BNDES entre março e agosto de 1993.

Para a Secretaria de Relações Institucionais foi nomeado Almino Monteiro Álvares Affonso, que foi ministro do Trabalho e Previdência Social, vice-governador do Estado de São Paulo na gestão de Orestes Quércia (1987- 1991) e deputado federal.

Na Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo, assume José Benedito Pereira Fernandes, ex-prefeito de Santana de Parnaíba.

Nas demais Secretarias, foram nomeados os adjuntos que já respondiam pelo expediente. A Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania fica sob responsabilidade de Ricardo Dias Leme. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, foi procurador do Estado entre 1981 e 1986. Ingressou no Ministério Público e é procurador de Justiça. Também foi secretário de Negócios Jurídicos da Prefeitura de São Paulo.

Na Secretaria de Gestão Pública, assume Marcos Antonio Monteiro. Membro do Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo, ele preside, desde 2007, o Conselho Administrativo da Companhia de Processamento de Dados – Prodesp. Foi presidente da FEBEM (Fundação do Bem-Estar do Menor), a atual a Fundação CASA, e Diretor Superintendente do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza. Também atuou em diversas instituições da área educacional e presidiu o Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo (2003 a 2004).

Luciano Santos Tavares da Silva foi nomeado para a Secretaria de Desenvolvimento. Tavares é conselheiro do Banco Luso Brasileiro e ex-presidente do Arranjo Produtivo Local do Álcool (Apla) da Região de Piracicaba. Também é diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e conselheiro da União da Agroindústria Canavieira (Unica). Ocupou o cargo de secretário de Indústria e Comércio (Semic) de Piracicaba, entre 2005 e 2007