GERALDO VIU QUE FANTÁSTICO?…HORRA, QUALQUER DR. BONFIM SABE QUE A OBESIDADE DAS PROFESSORAS É DOENÇA “PROFESSIONAL” DECORRENTE DAS PÉSSIMAS CONDIÇÕES FUNCIONAIS…VOSSA EXCELÊNCIA PENSA EM INDENIZAR NOSSAS EDUCADORAS ? 15

Gordinha da USP é inabilitada.

Mas a putinha da UNIBUNDA pode!

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Enviado em 06/02/2011 às 21:55 – HORÁRIO DE ALMOÇO

Quando eu falo que o PSDB é um partido Malígno não é a atoa não…

REPROVAR PROFESSORES APROVADOS EM CONCURSOS PORQUÊ SÃO OBESOS É O CÚMULO DO ABSURDO.

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4925446-EI8266,00.html

Alckmin: reprovação de professoras obesas não foi por estética

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou na manhã desta quarta-feira, na capital paulista, que a reprovação de cinco professoras da rede pública de ensino não foi uma questão de estética, mas obedeceu a “critérios técnicos”. De acordo com o governador, caso o resultado do exame de saúde tenha sido considerado “injusto”, cabe recurso. “O estatuto do funcionário público exige o exame de aptidão física, mas se houver erro ou injustiça, ele será corrigido”, disse Alckmin.

A declaração foi uma resposta a questionamento gerado por reportagem da edição desta quarta-feira do jornal Folha de S.Paulo, segundo a qual cinco servidoras de três cidades diferentes declararam ter sido reprovadas por terem peso acima de 90 kg e serem consideradas obesas “mórbidas” e portanto “inaptas” ao trabalho. Elas afirmam ainda que a reprovação foi comunicada pelos respectivos diretores da escola e que não tiveram acesso ao laudo. A Secretaria de Gestão Pública, responsável pelo Departamento de Perícias Médicas de São Paulo, disse que a exigência é que o candidato tanha “boa saúde” e alegou sigilo médico para não informar se o sobrepeso reprovou as candidatas.

Em nota, a presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, Maria Izabel Azevedo Noronha, manifestou indignação com a decisão, que “denota preconceito e desrespeita direitos fundamentais da pessoa humana, bem como os direitos adquiridos por aqueles que participaram do concurso e nele foram aprovados”. No comunicado, Maria Izabel afirma que boa parte desses professores já dão aula na rede estadual como docentes não efetivos.

‘É isso que dá votar em partidos que tratam seres humanos como números. Alckmin vai trabalha na iniciativa privada seu demônio.’

Professoras não entram em concurso por serem obesas

Fabiana, Lídia e Ana Paula chegaram a ser nomeadas como professoras efetivadas do estado de São Paulo, mas, no momento de tomar posse, foram informadas de que não são aptas para o trabalho.
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Três professoras, aprovadas em um concurso público em São Paulo lutam para saber por que não conseguem assumir o cargo que conquistaram. Quando finalmente vencem a burocracia, elas descobrem: não foram chamadas porque são obesas.

Fabiana e Ana Paula são professoras de português. Lídia, de matemática. As três já dão aula em escolas da rede pública do estado de São Paulo. Fabiana há um ano, Lídia há três e Ana Paula há mais de dez. Mas o contrato delas é temporário. Para serem efetivadas, prestaram um concurso público.

Fabiana, Lídia e Ana Paula fizeram um primeiro exame e foram aprovadas. Fizeram um curso preparatório, um segundo exame e foram aprovadas, chegaram a ser nomeadas com os nomes publicados no Diário Oficial, mas, no momento de tomar posse como professoras efetivadas do estado, o que aconteceu?

“Eu fiquei sabendo que o laudo médico da perícia eu fui considerada inapta para exercer a função de professora”, conta Fabiana Azevedo.

A mesma informação aparece no laudo médico das outras duas professoras e na cabeça delas surge a mesma pergunta: inapta para o cargo que já exercem por quê?

“Não deram justificativa nenhuma”, revela Lídia. “Nesse laudo, não vem nenhuma justificativa, simplesmente a informação de não-apta”, afirma Fabiana.

Mas as professoras têm a mesma desconfiança. “Durante a consulta com o endocrinologista, ele me disse que obesidade era um fator sim de reprovação em concurso público”, lembra Fabiana.

Com Lídia, primeiro foi o clínico geral que comentou: “Obesidade reprova”.

Será? Fomos ouvir a Secretaria de Gestão Pública do estado.

A obesidade é considerado um fator de inaptidão para exercer o cargo?

“A obesidade não. Só a obesidade não é motivo de não aptidão. Obesidade não pode ser o motivo, porque não é uma questão de aparência. Quem tem problema de vista usa óculos. Não tem sentido isso, não faz sentido”, comenta a perita médica Bartira Granata.

Então qual foi o motivo? As professoras procuraram o Departamento de Perícia Médica para saber. No momento em que a professora vai buscar o laudo, o resultado, ela tem direito de saber por que ela não foi aprovada.

Mas não foi isso que aconteceu e os protocolos provam. Lidia, por exemplo, foi agendada para ver seu prontuário só daqui a dois meses. “Pode ser uma falha dos atendentes, da parte burocrática. Mas ela tem esse direito”, aponta perita.

A repórter Renata Ceribelle pergunta se ela chegar no local com essas pessoas elas vão ter acesso. A perita é categórica: “Tem que ter. Obrigatoriamente, elas têm que ter acesso ao prontuário”.

Nós acompanhamos as professoras em uma nova tentativa de conseguir ver os seus prontuários médicos.

– Mas eu não posso ver hoje? Eu tenho o direito de ver na hora.

Renata Ceribelle: O que elas estão pedindo?
XXX: Vista do prontuário.
Renata Ceribelle: Por que elas não podem ver agora?
XXX: Há um rito a ser seguido aqui.

Passa um pouquinho e eles autorizam a gente a entrar. Enquanto elas são atendidas, o diretor técnico aparece e tenta impedir que a nossa câmera mostre os documentos.

Renata Ceribelle: Mas ela não tem o direito de saber o motivo na hora?
XXX: Na hora não. Tem que fazer uma solicitação para que ela adquira uma cópia e faça sua defesa.

Quando Fabiana tenta tirar uma dúvida do que está escrito no prontuário dela, ele tira o documento da mesa sem explicar.

Renata Ceribelle: Qual o motivo que ela foi considerada inapta?
XXX: Ela vai falar com o advogado dela e saber as motivações.

Enquanto isso, a outra professora, Lídia, já tinha conseguido olhar o parecer médico que a reprovou no concurso e nos mostra. Em cima do carimbo do médico está escrito: “obesidade”.

XXX: Não é discriminação.
Renata Ceribelle: É o que?
XXX: Ela está sendo considerada uma pessoa doente. Este é o ponto.

“Não vejo que obesidade seja obstáculo a ocupar um cargo publico, a menos que fosse para alguma atividade que exigisse um desempenho maior, como educação física. Fora isso, não vejo qualquer ligação entre obesidade e desempenho de uma atividade intelectual”, afirma Ives Gandra.

Mas a Secretaria de Gestão Pública informa que a obesidade não é uma informação definitiva, é só uma parte do processo da perícia.

Do lado de fora do Departamento de Perícias, Fabiana conta o que conseguiu ler antes do diretor retirar o seu prontuário da mesa: “No meu laudo, estava escrito inapta e ao lado estava escrito um ‘CID-E66’”.

CID é o Código Internacional de Doenças. E66 significa obesidade, que pode ser mórbida ou não.

“Me formei na USP, no ano de 1988, sempre morei na periferia, estudei em escola pública do estado. Foi uma batalha de vida para mim me formar, com o sonho de ser professora, e tentar ajudar essas pessoas que, como eu, moram na periferia e estudam em escola pública. Mas eu fui retida por ser obesa”, desabafa

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1646177-15605,00-PROFESSORAS+NAO+SAO+ENTRAM+EM+CONCURSO+POR+SEREM+OBESAS.html

TENENTE FUNDA NOVO PARTIDO: O PPN 34

En-viado em 06/02/2011 às 17:19 -romulofariasgaveo@hotmail.com
IP 189.123.64.85

Senhores policiais;
A atividade delegada chegou às serras norte do parnapiacaba da ilustre terra rasgada conhecida por Sorocaba. Dou-lhes meio segundo para adivinharem o partido do prefeito que aqui governa. Acertaram? Muito rápido o raciocínio de vcs ein. Pois é, o dignissimo Vitor Lipppi, foi eleito pelo colegiado PSDB…sta. Mais uma enganação aos nossos valorosos policiais militares do tipo: “ou é isso ou é nada”. E quando seus filhos querem comer no Mc Donalds e ter um tenis do Backyardigans, qual escolha os senhores fariam? Pois é. Hoje as Polícias estão separadas por um fio, prestes a ser rompido pela tesoura tucana. Basta um estopim, quem sabe um novo confronto defronte ao Palaácio dos Bandeirantes? Seria a gota dagua para a democracia hipocrita tão pregada, arregaçar as mangas e navalhar de vez essa escaramuça entre as irmãs que tanto brigam.A PM é o irmão mais velho, que bate nos irmãos, xinga, mas sempre precisa dele, além disso, é também o irmão esperto que vive dando presentinhos e medalhinhas aos pais. Enquanto isso, a PC é o ovelha negra da familia, sempre reclamamndo salario, enchendo o saco do irmão mais velho, revoltado com as coisas erradas que ve, masi ninguem o ouve por ele ser mais novo e incipiente. É esta, senhores, não a minha visão; mais a visão de nosso pátrio-partido, eleito pela plebe-ignorante e burgo-interesseiros. Fizeram de tudo, até que afastam de vez o pouco e infimo contato entre os irmãos que hoje, desconfiam um do outro. Belo pai que nos adotou por mais de dezesseis anos. Gostaria muito de, a dois meses atras, ter sido encontrado numa lata de lixo, abandonado e que um pai de bigode cheiroso, amigo de nossa mae Dilma tivesse me adotado. Infelizmente, teremos de aturar por mais quase 4 anos, afinal pai a gente não escolhe, neste caso os bestas é que escolheram. Mas deixemos as metáforas e voltemos ao caos da Segurança Pública Srs policiais. Os famigerdos indices criminais? Ah bendita seja a matemática que salvou o partido e rendeu-lhes numeros de ouro. Homicidio? Quase não existe. São Paulo é quase uma Suiça ou talvez França, já o resto do Brasil tem muito o que aprender com nossa especializada secretaria quanto ao maquiamento da matematica. Valorização do homem é o que há de excepcional nesta gestão: Quer melhor valorização do que trabalhar em viaturas zeradas, com gps, programas de policiamento, cem por cento da tropa com equipamentos de proteção individual, etc. E a vergonha de sentar na cadeirinha do Banco do Brasil para refinanciar o emprestimo que eu fiz? Ah, desculpem, isso nada tem a ver com valorização do homem, mas sim valorização do Banco. Falei merda. Não vou falar de outra secretaria, mas sinto o terror dos hospitais e odrma dos contribuintes. sinto pena. As escolas? Professores cada vez mais desligados ao amor pela causa de ensinar, pois sabem o quão baixo é o seu valor no tocante ao reconhecimento. Porém são professores, estudados e ~sábios : “Se não sou reconhecido não vou me esforçar para ensinar”. E aí estão os filhos pródigos e semi-analfabetos que a Dilma firmou resgatar. Bom, e a nossa Polícia como está. Uma faliu, a outra quase falida, em termos de sociedade já nem existem. São meros brinquedinhos preto-vermelhos que piscam as luizinhas para a criançada achar graça ou para dar mergem a materia jornalista de sensacionalismo. Delegados e Oficiais querem manter as cadeiras pois foi muito dificil enfrentar esse concurso, sabe? Então, melhor puxar o saco do que não ter o que puxar. Mas e os escrivaes, cabos e soldados, investigadores, sargentos???? Ah…esses se viram como podem, afinal, o bico existe pra isso.
Senhores, cansado de toda esta palhaçada, é que tenho a honra de convidá-los para o partido que acabo de fundar: PPN (Partido de Porra Nenhuma). Quem tivero interesse de continuar esquecido ainda há tempo de filiar-se. Seja um de nós. Seja também um idiota do PPN.
Tenente.

O PROBLEMA DOS PRÊMIOS NA POLÍCIA É SECULAR, POIS INFORMALMENTE SEMPRE EXISTIRAM…O PRÊMIO ACARRETA A FRAUDE NAS PRISÕES E INVESTIGAÇÕES; MAIS A EXECUÇÃO SUMÁRIA DE PEQUENOS INFRATORES 3

Premiação é positiva, mas pode trazer eventuais distorções

Medida põe foco em planejamento; polícia, porém, pode passar a trabalhar apenas os indicadores analisados

O PERIGO É A POLÍCIA MAXIMIZAR O RESULTADO APENAS DOS INDICADORES CONSIDERADOS NA PREMIAÇÃO

IGNÁCIO CANO

ESPECIAL PARA A FOLHA

A instituição de incentivos econômicos é um mecanismo padrão de gerenciamento em organizações públicas ou privadas para garantir a consecução de metas.
Nos últimos anos, as corporações de segurança pública fizeram esforço para melhorar a gestão institucional e se afastar dos velhos paradigmas baseados no modelo militar, no caso das PMs, ou no modelo exclusivamente jurídico das Polícias Civis.
A criação de premiações é um elemento dentro desta nova abordagem, que inclui, entre outras coisas, a ênfase no planejamento, o estabelecimento de metas, a integração entre as diferentes instituições, o georrefenciamento das ocorrências criminais para mapear a incidência etc.
Em suma, as premiações devem ser consideradas como uma ferramenta potencialmente positiva na modernização institucional das polícias. Inclusive, elas podem atingir um impacto potencialmente maior em instituições que oferecem baixas remunerações aos agentes da base da pirâmide organizacional (soldados, detetives).
Entretanto, elas envolvem também riscos e efeitos potencialmente negativos. Assim, os prêmios devem ser concedidos em função de indicadores de desempenho amplamente divulgados. O perigo é que qualquer pessoa ou instituição cuja remuneração dependa de indicadores ficará tentada a maximizar o resultado apenas dos indicadores considerados.
O problema na polícia é maior, porque ela mesma produz informações em relação às quais será avaliada. E possui diversas formas de influenciar registro dos crimes. A tentativa de registrar os crimes em outras áreas diferentes não é preocupante, desde que haja instância superior que resolva os conflitos.
Uma questão mais delicada é que, segundo as pesquisas, parte das vítimas vai à delegacia, mas acaba não registrando a ocorrência por diversos motivos: longa espera, policiais que insistem em que o fato não tem gravidade ou não vai dar em nada.
As soluções para este problema não são fáceis. Idealmente, as premiações deveriam depender não apenas de dados da própria instituição mas também de informações externas, como pesquisas de vitimização, mas essas pesquisas comportam custos bastante elevados. Também é preciso aprimorar a fiscalização das corregedorias sobre a forma como as delegacias produzem os registros.
Por último, recomenda-se que as premiações sejam coletivas em vez de individuais, que incluam todos os membros das equipes (e não só os chefes), que incentivem colaboração interinstitucional e prevenção ou resolução dos crimes minimizando o grau de violência empregado.


IGNÁCIO CANO é professor da UERJ e membro do Laboratório de Análise da Violência

O RIDÍCULO PRÊMIO POR PRODUÇÃO CRIA NOVA MODALIDADE DE CHUTE…AGORA, EM VEZ DE MERA VAGABUNDAGEM O OBJETIVO É A PROPINA OFICIALIZADA…FALTA VERGONHA NA CARA DESSAS AUTORIDADES 16

Por prêmio, delegado “empurra” crime para colega no Rio

Policiais tentam passar registros de ocorrências para outras áreas para cumprirem metas e receberem dinheiro extra

A maioria dos pedidos é negada: mais de 150 recursos foram feitos, mas só 47 alterações foram aceitas

ITALO NOGUEIRA

DO RIO

O sistema de premiação financeira por metas na segurança pública criou no Rio um jogo de “empurra crimes” entre delegados da Polícia Civil do Estado.
Titulares das delegacias recorrem à Corregedoria da Polícia Civil para transferir crimes contabilizados na sua área para outra circunscrição, alegando erros nos boletins de ocorrência.
A maioria dos pedidos, porém, é negada. Mais de 150 recursos (cada um pode se referir a mais de um BO) já foram interpostos na Corregedoria. Mas, entre janeiro e setembro do ano passado, apenas 47 alterações foram aceitas, 28 delas referentes ao local do delito -as demais corrigiram registros duplicados ou com erro de classificação.
O principal motivo para os recursos é a preocupação em cumprir as metas de redução de crimes elencados como prioritários pela Secretaria de Segurança -homicídios, roubos de veículos e de rua, até o ano passado.
“Se puder passar para ele [outro delegado], vai computar na estatística dele e não na minha. Tenho mais chance de alcançar minha meta. Mas isso é feito com critério e investigação”, disse o delegado Rodolfo Monteiro, da 18ª DP (Praça da Bandeira).
A transferência de uma delegacia para outra pode depender de poucos metros de distância. Um dos limites da 18ª DP, por exemplo, é marcado pelo número 190 da rua Paulo de Frontin.
As mudanças constam em relatórios do ISP (Instituto de Segurança Pública), órgão do Estado responsável pelos registros criminais e monitoramento das metas. Segundo o instituto, uma delegacia conseguiu cumprir sua meta após ter o recurso aceito -não foi revelada qual.
Se a região atingir a meta semestral, cada policial recebe ao menos R$ 500. A partir deste ano, serão R$ 1.000.
O objetivo da Secretaria de Segurança para criar as metas foi, além de cobrar resultados, estimular a integração entre as polícias Civil e Militar. Agentes das duas corporações seriam incentivados a trocarem informações para atingirem um bom resultado para ambos. Já foram distribuídos cerca de R$ 17 milhões em prêmios.
Procurada, a secretaria não comentou o caso.
De acordo com delegados, o estabelecimento de metas estimulou o acompanhamento dos índices em cada região. Para o delegado Rafael Menezes, da 20ª DP (Vila Isabel), a preocupação com os recursos não tem vínculo só com as gratificações.
“Isso passou a ser uma nova visão. Passou-se a cobrar que cada unidade acompanhe como está o índice de sua área”, disse Menezes, que fez parte de comissões que analisam recursos.

O capitão da Policia Militar, Augusto Rosa, está articulando a criação de um partido para abrigar militares e simpatizantes de suas causas 63

Militares articulam criação de partido político

05 de fevereiro de 2011 | 0h 00

Tânia Monteiro – O Estado de S.Paulo

O capitão da Polícia Militar de São Paulo, Augusto Rosa, está articulando a criação de um partido para abrigar militares e simpatizantes de suas causas. Batizado de Partido dos Militares Brasileiros (PMB), o nome já criou polêmica porque militares das Forças Armadas não se sentem representados por PMs.

O capitão Augusto diz que já conta com 5 mil inscritos, sendo 70% deles das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), metade deles da ativa. Ser da ativa é um problema porque a legislação veta a militância partidária. O artifício usado para esconder a identidade é, quase sempre, mobilizar e inscrever as respectivas mulheres nas listas de apoio ao novo partido.

O militar será uma espécie de filiado “tipo 2”, conforme explicou o capitão, o que significa, na prática, que ele só existirá nos registros secretos do partido.

O ânimo do capitão não leva em conta que militares das Forças Armadas não se integram a iniciativas lideradas por PMs, ainda mais por iniciativa própria. O PMB é pouco conhecido na cúpula das três forças e nos Clubes Militares, que costumam replicar as vozes da ativa das Forças Armadas.

Conforme o capitão, o partido será “extremamente democrático”, exigirá uma ficha “limpíssima” de seus filiados e terá como pilar “os direitos humanos e a democracia”. Segundo ele, o partido quer ter candidatos a vereador e prefeito em 2012 e, em 2014, a presidente, governador, deputado estadual e federal e senador. A primeira convenção nacional do futuro PMB foi realizada online, no dia 29 de janeiro.

Sorocaba institucionaliza “bico” policial 42

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Sorocaba institucionaliza “bico” policial
transparenciasaopaulo@gmail.com
Quebra-galho não é Segurança
Hamilton Pereira

 

Mais uma vez, o governo estadual de São Paulo quer atacar problemas sérios e graves com medidas paliativas. E de novo Sorocaba será palco da “experiência” tucana. Agora, é a “Atividade Delegada”, por meio da qual haverá um acréscimo de 40 policiais militares no efetivo da cidade. Porém, o número de PMs será o mesmo. Qual a “mágica”? Os sábios do “planejamento estratégico” vão institucionalizar o bico e colocar policiais na rua por meio do pagamento de horas extras. E quem paga é a Prefeitura.

Uma série ininterrupta de questões se coloca. Os soldados que aderirem à proposta trabalharão oito das 36 horas de seu turno de folga. Mas o trabalho estressante dos policiais demanda este tempo de descanso. O risco é duplo. Por um lado, policiais estressados podem mais facilmente perder o controle e agir de maneira pouco adequada. E de outro – como sabem todos os que já estiveram no chão de fábrica – o excesso de horas extras provoca doenças profissionais.

Outra inconsistência: o, digamos, Programa depende de adesão voluntária de quase 10% dos policiais militares de Sorocaba e vai pagar cerca de R$ 12,00 a hora extra. E se o “bico” não-oficial pagar mais e não houver voluntários, a “atividade delegada” não se realizará ou o comando vai obrigar que 40 soldados “adiram” à opção? E mais: uma vez que é a Prefeitura quem paga a conta, como será a linha de comando e de definições estratégicas deste grupo de 40 policiais? Quem “paga” é que vai definir?

Segundo se informa, o custo anual para os cofres municipais será de R$ 1,5 milhão. Então, o contribuinte de Sorocaba vai pagar duas vezes pela Segurança, que é dever do estado. É mais um custo que o governo estadual tucano vai repassar ao município, como tem sido rotina. Já são as cidades que pagam aluguéis e outras despesas das delegacias, muitos custos da Educação, entre outros. E nesta semana os jornais informaram que o Executivo de Sorocaba assumiu a tarefa (e os custos) do licenciamento ambiental, que ficavam a cargo da Cestesb.
A “Atividade Delegada” é simples pirotecnia. O convênio supõe que o problema da Segurança se resolve com quebra-galhos. Não propõe medidas estruturantes e estratégicas, como fazem o Pronasci, do governo federal, e as UPPs, do governo carioca em convênio com a União. Na Educação paulista, a prática de “soluções” paliativas levou ao cenário de quase metade do quadro da rede estadual ser composto de professores não concursados. Agora, vai se aumentar o “efetivo” da PM com horas extras. Falta planejamento, falta decisão política e, para Sorocaba, falta um governo que não aceite, cabisbaixo, tudo o que o governo estadual quer empurrar.

*Hamilton Pereira é deputado estadual pelo PT-SP

LIMEIRA – Oito PMs são suspeitos de espancar até a morte o frentista Natal José dos Santos, 38 anos…O HOMICÍDIO SERÁ INVESTIGADO SEMANA QUE VEM EM RAZÃO DO DESCANSO DAS AUTORIDADES SUPERIORES…FRENTISTA NÃO É DEPUTADO DO PSDB, ASSIM NÃO É RELEVANTE PRONTA INVESTIGAÇÃO 17

05/02/2011

Frentista morre ao ser espancado por PMs

Josmar Jozino
do Agora

LIMEIRA – Oito PMs são suspeitos de espancar até a morte o frentista Natal José dos Santos, 38 anos. A agressão teria ocorrido na madrugada de ontem em uma sala de atendimento da Santa Casa de Limeira (151 km de SP).

Segundo Eliane Alves Clemente dos Santos, 32 anos, mulher de Santos, uma enfermeira testemunhou tudo e lhe telefonou –quando ela ainda velava o corpo do marido– para avisar que ele tinha sido vítima de violência policial.

A Ouvidoria da polícia recebeu a mesma informação. O autor da ligação anônima disse que Santos estava algemado quando foi espancado. O ouvidor Luiz Gonzaga Dantas, 63 anos, abriu um procedimento e solicitou à Corregedoria da PM e à Delegacia Seccional de Limeira uma investigação rigorosa sobre o caso.

05/02/2011

Comandante de batalhão da PM não é localizado

Josmar Jozino
do Agora

LIMEIRA – A reportagem entrou em contato ontem à noite com o 36º BPM-I (Batalhão Policial Militar do Interior), mas não conseguiu falar com o comandante da unidade, coronel Tomazella. O expediente já tinha terminado.

O soldado Moreira estava no batalhão e informou que a oficial responsável pelo turno, tenente Marina, fazia o patrulhamento preventivo na cidade.

O Agora também entrou em contato com a Delegacia Seccional de Limeira e foi informada que o caso era investigado no 1º DP. Segundo um investigador da Seccional, o distrito fecha à noite e não funciona aos sábados e domingos.

GUTTALAX NO PEPC…( antes do alvará de soltura ) 188

SP: delegados suspeitos de engolir lista de propina são presos
04 de fevereiro de 2011 09h03

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo prendeu na quinta-feira dois delegados suspeitos de ter engolido uma lista com pagamentos de propina encontrada minutos antes na delegacia por agentes da Divisão de Operações Policiais (DOP). Segundo a Folha de S. Paulo, o delegado titular do 42º DP (Parque São Lucas), Eliton Martinelli, e o assistente, Flávio Afonso da Costa, foram autuados por possível supressão de documentos.

A polícia investiga se agentes estariam recolhendo propina de comerciantes da região envolvidos em atividades ilícitas. Durante a vistoria na delegacia, os policiais da DOP encontraram em um carro uma lista com nomes e valores, que foi levada aos delegados. Os investigadores deixaram a sala do titular e, quando voltaram, o documento havia sumido.

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Uma  suposta lista de propina poderia ser considerada documento? Se achava formalmente apreendida?

Quem viu quem engolir a lista?

Quem encontrou quem com a lista no estomago?

Flagrante meio insólito e nada sólido.

Conselho da Polícia Civil presta homenagem a Choji Miyake 78

Conselho da Polícia Civil presta homenagem a Choji Miyake
02/02/2011 14:20:00 (366 leituras)

 

 Durante a reunião do Conselho da Polícia Civil no prédio da Secretaria da Segurança Pública, nesta quarta-feira, 2 de fevereiro, o delegado de polícia Choji Miyake, que se despede da instituição, ao completar 70 anos, foi homenageado com a entrega de uma placa alusiva aos 49 anos de serviço policial.

Na abertura da reunião, o delegado geral, Marcos Carneiro Lima, passou a palavra ao diretor do Deinter 9 – Piracicaba, para que discursasse em nome do Conselho sobre o homenageado. Antonio Mestre Júnior destacou o trabalho de Miyake na Corregedoria da Polícia Civil, qualificando-o como ações firmemente éticas.

 “Dr. Choji se notabilizou entre nós, primeiro, pela postura pacífica, mas jamais se curvou às pressões administrativas que se impuseram. De uma conduta moral ilibada, dedicação sem limites à polícia, produção de resultados positivos para a instituição, para aí, sim, adquirir o direito à crítica. Dentre as suas boas grandes ações, temos que destacar a forma como conduziu todas as correições. O senhor é honrado, um colega de que nós temos orgulho de dizer que é delegado de polícia e um amigo que nós temos orgulho de dizer que acompanhamos”, declarou Mestre Júnior.

 Dirigindo-se a Miyake, o delegado geral também lhe prestou honras: “O que eu falar será de sentimento e racionalidade de quem vive a polícia por gosto, porque é muito fácil falar que se ama a polícia, mas na prática não se fazer nada por ela. Mas o senhor, doutor, sempre foi para nós discurso igual a prática, sabe da admiração que tenho pelo senhor, que ao longo dessa carreira fez tanta obra. Quero que saiba que, embora aposentado por força de questão legal, continua sendo o mesmo delegado Choji Miyake, com a mesma cooperação da nossa parte, e a porta da minha delegacia, que já permanece aberta, porque eu trabalho de porta aberta, continua assim para o senhor. Aqui é uma justa homenagem, é o mínimo que podemos fazer. Parabéns, um grande abraço, conte sempre conosco!, disse.

 Agradecendo a todos pela honraria, Choji Miyake, visivelmente emocionado, definiu o momento da despedida da Polícia Civil como uma situação muito difícil, pois desde os 21 anos vem dedicando a vida ao trabalho policial. “Ser homenageado por um grupo de colegas igual ao senhores, sob o comando de um grande delegado, dr. Marcos Carneiro, a quem eu sempre admirei também pela postura, numa ocasião dessas, para mim é emocionante demais. Eu gostaria de falar milhões de coisas, são 49 anos de polícia… São coisas doem, doem, estou saindo machucado porque eu adoro isso aqui, foi a minha vida. Eu amo isso aqui, adoro, tive colegas maravilhosos, vou levar para o resto da vida, mas chegou a hora, tudo chega a hora. Está difícil de falar… Obrigado!

 

Por Kerma Sousa Matos

 

Policiais são acusados de ajudar a manter fortaleza do tráfico. 68

Enviado em 02/02/2011 às 5:58

SBT Brasil
Policias são acusados de ajudar a manter fortaleza do tráfico.
Ihhh malandro, caiu a casa dos pms do tático. O trafica disse para o repórter que os superpoliciais militares tomaram “dois contos” pra boca trabalhar. Será que é só lá?????

http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=3263&t=Policias%20sao%20acusados%20de%20ajudar%20a%20manter%20uma%20fortaleza%20do%20trafico

Ruy Estanislau Silveira Mello será o responsável pela segurança da vice-presidência da República 36

Enviado em 02/02/2011 às 12:00- X9

Temer escolhe auxiliar suspeito de fraude em SP

Delegado Ruy Estanislau Silveira Mello é alvo de investigação no caso da fraude dos contratos de emplacamento do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo

01 de fevereiro de 2011 | 21h 05 – Marcelo Godoy, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – O novo responsável pela segurança da vice-presidência da República, o delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, é alvo de investigação no caso da fraude dos contratos de emplacamento do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran). “Ele já foi ouvido e juntou toda a documentação. Ele está tranquilo”, afirmou o criminalista Agenor Nakazone, que defende Mello.

Apadrinhado político do vice-presidente, Michel Temer (PMDB), foi durante a gestão de Silveira Mello que ocorreu parte do suposto rombo de até R$ 40 milhões em nove contratos mantidos pelo órgão com a empresa Cordeiro Lopes para emplacar e lacrar veículos no Estado. Além do superfaturamento na prestação de contas do serviço, também teria ocorrido fraude na licitação e na execução do contrato.

A autorização do afastamento de Mello da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo “com prejuízo dos vencimento, mas sem prejuízo das demais vantagens do cargo” a fim de “prestar serviços” na vice-presidência da República” até 31 de dezembro de 2011 foi publicada no dia 29 no Diário Oficial do Estado.

Em São Paulo, Mello estava em função burocrática desde outubro de 2009, quando, em meio à investigação sobre o esquema das placas – determinadas pelo secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto -, deixou a direção do Detran. À época, Mello disse que saiu porque “não aguentava mais”. O secretário contou outra versão: disse ter pedido o cargo ao subordinado.

Os contratos com a Cordeiro Lopes foram rompidos depois que uma perícia contatou o suposto superfaturamento de R$11 milhões apenas nos anos de 2008 a 2009 – eles foram assinados em 2006. Em 22 de novembro passado, promotores do Grupo de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep) denunciaram nove delegados e 13 empresários por causa das supostas fraudes. Ao mesmo tempo, eles pediram à Justiça que a investigação prosseguisse para apurar “eventual participação do então diretor do Detran-SP, o delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, nos crimes de fraude a execução de contratos” dos quais seis outros delegados já haviam sido denunciados pelos promotores.

O advogado de Mello afirmou que seu cliente se adiantou e procurou a Corregedoria da Polícia Civil para ser ouvido. A documentação que ele teria entregue seria prova de sua inocência. Ela mostraria que o ex-diretor do Detran mandou apurar todas as irregularidades que chegaram ao seu conhecimento.

Ao ser ouvido como investigado no inquérito da Corregedoria da Polícia Civil sobre o caso, Mello afirmou que sempre agiu com moralidade, legalidade, eficiência e em defesa da melhoria do atendimento ao público. O ex-diretor do Detran contou que só soube “das discrepâncias nos valores pagos pela Administração à empresa Cordeiro Lopes, em relação a correspondente execução dos serviços, através do expediente encaminhado pelo conselheiro do Tribunal de Conta do Estados, Cláudio Alvarenga. Mello contou que mandou abrir sindicância sobre o caso. Mello afirmou que, como diretor do Detran, não era responsável por fiscalizar os serviços da empresa Cordeiro Lopes, que a tarefa era descentralizada.

Mello também foi questionado sobre o fato de ter prorrogado os contratos com as empresas, sem a realização de nova licitação, apesar das denúncias de fraudes. “Tais medidas só fora realizadas após amplo estudo e discussão por sua assessoria, e embasada em pareceres jurídicos ofertados pela consultoria jurídica da pasta de que não havia impedimento não obstante as inúmeras sindicâncias administrativas instauradas”.

Mas a sócia da empresa Cordeiro Lopes, Vilma Ferreira de Araújo, disse em seu depoimento que “nenhuma cobrança efetuada pela Cordeiro Lopes, hoje tida como a amais , foi feita sem a ciência do Detran, mais precisamente de seus então diretores, doutores Ivaney (Cayres de Souza, que nega) e Ruy”. Vilma é apontada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Corregedoria como laranja do empresário Humberto Verre, que seria o verdadeiro dono da Cordeiro Lopes. Verre é dona da empresa Casa Verre, a maior fabricante de placas do País. Os empresários também negam as fraudes.

Definição de “PESSOA MUITO LEGAL”. 52

Dr Guerra, solicito divulgação de mais absurdos de nossa Puliça:

 

Definição de “PESSOA MUITO LEGAL”.

 

Voltei de férias e estranhei muito encontrar trabalhando, uma colega que havia ido trabalhar em Ribeirão Preto, na sede do Deinter 3. Se por um lado, fiquei feliz (a colega é muito gente boa), lamentei por ela, que havia conseguido a transferência com muito custo. Assim que tive uma folguinha, fui até sua sala, perguntar por que havia voltado e ela, rindo, me respondeu que havia sido por “incompatibilidade de gênios”. Eu respondi que já tinha visto casamentos terminarem por causa disso, mas desistir de uma transferência… e perguntei se a incompatibilidade era com o Diretor,  ela me respondeu que ele era uma “pessoa muito legal”, e que só havia atendido ao pedido dela de retornar e não quis entrar em maiores detalhes.

 

Entre meus inúmeros defeitos, ressaltam-se dois, que colaboram para fazer de mim um bom policial: a curiosidade e a obstinação.

 

Durante todo o dia, fiquei encasquetado com a “incompatibilidade de gênios” e a “pessoa muito legal”! Me pareceu incongruente que, uma pessoa muito legal, conceda transferência a um bom funcionário, que tem incompatibilidade com alguém…

 

Como já trabalhei em Ribeirão Preto e estou sempre por lá, visitando parentes e amigos, resolvi investigar.

 

O resultado de minhas investigações, vou dividir com vocês:

 

A tal incompatibilidade deu-se com a chefe do CEPOL do Deinter 3, que também é esposa do Delegado Assistente. E tal incompatibilidade dá-se, simplesmente, com todos os funcionários: das faxineiras aos chefes. 

 

A coisa funciona assim: no CEPOL, a 1ª dama peçonhenta (opinião de 100% dos muitos policias de Ribeirão Preto com quem falei) não tem nada pra fazer (o que tem toda lógica, já que é um órgão intrinsecamente operacional, dentro de um Departamento burocrático), então passa o dia cuidando da vida de todo mundo e, logicamente, não se esquece de fazer o relatório pro marido.

 

Segundo o pessoal, se você quer trabalhar lá, melhor dar um jeito de cair nas graças da criatura (o que significa dizer amém a tudo o que ela diz ou faz), senão…  você tem que pedir pra sair, antes que ela de um jeito de “saírem” com você, sacou?

 

Agora, quero dividir com vocês, alguns atos da gestão da “pessoa muito legal” que é o diretor do Deinter 3 (muito educado ele é, porque já o vi diversas vezes), que os colegas de Ribeirão, me passaram no decorrer de minhas investigações.

 

1-    Logo que assumiu levou para a seccional de Ribeirão Preto o Dr. Vanir (que é velho conhecido de vocês) e seu Delegatira, metido a garanhão e a ratão (não necessariamente nessa ordem). Aquele que brincava de rodinha com as faxineiras, as levava pra almoçar e que caiu por causa de denuncias de corrupção, lembram? Ah! Aos interessados, as “muito solícitas faxineiras” continuam por lá.  Quando estourou a matéria do Flit, foram transferidas pra DIG (igualzinho mandar alcoólatra, pra cumprir pena em boteco), mas, quando a poeira baixou, uma delas já está de volta a Secxional, “limpando” tudinho, tudinho…     

 

2-    Depois da péssima escolha, o Diretor, parece que conseguiu fazer uma ainda pior: o Dr. José Henrique (também velho conhecido de vocês), que fez historia em Ribeirão, como o Delegado mais grosso e incompetente que já passou por lá e que foi afastado por Assédio a duas funcionárias. Escândalo que só estourou porque ele e o Diretor do Deinter 3, estavam armando uma arapuca pra um Delegado que havia batido boca com o Seccional, depois de ser xingado por ele.

 

3-    Aceita que dentro da Seccional de Ribeirão Preto, tenha funcionária novata (acabou de sair do probatório), trabalhando árduas 5 horas por dia, enquanto, no Deinter, seu Assistente não deixa ninguém trabalhar nem 5 minutos a menos, a menos que esteja morrendo.

 

4-    Aceita que dentro do próprio Deinter 3, trabalhe um Delegado Assistente, odiado por todos, que o pessoal diz que tá colado na cadeira  há anos, porque “conhece o caminho das pedras”… Dizem que entra Diretor… sai Diretor… e o cara tá lá! E a sua 1ª Dama, também! Dizem que é um ditador: não pode trocar plantão (só por motivo de “força maior”, no papel e com 3 dias de antecedência); não pode conversar nos corredores; não pode ficar indo as salas dos colegas; não pode fazer comemorações, só as inspiradas pela 1º Dama.

 

5-    Transfere excelente funcionária, mesmo sabendo que ela esta indo embora pra fugir a perseguição de chefe peçonhenta.

 

Agora me expliquem uma coisa: se isso é ser uma “pessoa muito legal”, o que é “não ser uma pessoa legal”? Expliquem não, tenho até medo de saber!

 

É o relatório. He, he, he!