CORPORATIVISMO ENTRE DELEGADOS CORREGEDORES: CARA Drª ROSEMARY SINIBALDI DE CARVALHO, PORQUE O DENUNCIANTE “PEDRO HERBELLA FERNANDES” FOI OUVIDO DEPOIS DO ACUSADO; DANDO-SE-LHE OPORTUNIDADE PARA CONTESTAR O INTERROGATÓRIO DO RÉU…ORA, A ILUSTRE DELEGADA DESCONHECE O ART. 99 DA LEI Nº 207/79? 22

Drª Sinibaldi de Carvalho, como  uma parte interessada em fazer fogo contrário a gravíssima suspeita de uma eventual tentativa de peculato  – tendo provocado, por meio de advogado  particular, a instauração, concomitante, de processos nas esferas civil, penal e administrativa, pode   figurar como TESTEMUNHA DA ADMINISTRAÇÃO?

Outra perguntinha: lembra que eu arrolei o Dr. Manoel Luís Ribeiro Junior, como testemunha de defesa, durante o nosso interrogatório?

Sim, o doutor Manecão, conhecido ex-cardeal, ex-regional de Santos e, muito conhecido, professor da Acadepol!

Querida colega, Vossa Senhoria aceitou que durante o interrogatório – conforme consta no respectivo termo – requerêssemos a produção de provas de nosso interesse: documentais e testemunhais  (aliás, não fez favor, cumpriu seu  mero dever).  Das cinco testemunhas arroladas encontrou quatro, menos o Dr. Maneco?

Ora, encontraram o Dr. Geraldo Camargo –  também aposentado e ex- Regional de Santos – mas não localizaram o Dr. Manoel? 

Por vezes penso:  será que o nosso querido doutor Manecão teria escorregado de  figurar como testemunhal referencial  da conduta do Réu, enquanto seu subordinado por cinco anos ?

Com efeito, como uma defensora dativa  –   sem substabelecimento, procuração, indicação qualquer do Réu – pode desistir do depoimento de testemunha expressamente requerida pelo Réu; no bojo do mais importante ato de defesa: o INTERROGATÓRIO?

Outrossim, como a ilustre presidenta do processo administrativo nº 025/08, pode fazer uma verdadeira transmutação processual, descambando para uma desavergonhada, de tão explícita, defesa dos interesses do DENUNCIANTE? 

Mais: afirmando, em seu prolixo relatório em defesa do Cardeal, que o acusado confessou ter publicado ofensas ao Delegado Pedro Herbella.

Confessei o quê?

Ah, confessei que reproduzi integralmente a matéria e o vídeo do Jornal Nacional?

A Senhora requisitou a juntada de cópia do vídeo; a Sra. ouviu os jornalistas atendendo ao princípio da verdade real?

Não, né?

Vai ver que na ACADEPOL  lhe ensinaram que, em sede de processo administrativo disciplinar, funcionário acusado de ofensas institucionais, difamação e calúnia, não pode fazer prova da notoriedade e veracidade dos fatos!

Drª Sinibaldi, o Dr. Pedro Herbella –  além de seu superior hierárquico na própria Corregedoria Geral  – também foi seu professor? 

http://www2.policiacivil.sp.gov.br/2008/noticias/noticias2008/out/01out2008_4eventosAcadepol/2008_4eventosAcadepolHomenageados.html

“ERA UMA ORGIA. NINGUÉM SABIA O QUE ACONTECIA COM ESSE DINHEIRO”, afirmou o secretário Antônio Ferreira Pinto…O DIRETOR DO DIRD SABIA: “É o terno, é o que ele comeu, é o que usa em viagens. Não tem maracutaia, não tem desvio, não tem sobrepreço, não tem nada não”, assegurou o delegado Pedro Herbella Fernandes (antes de afirmar na Corregedoria que os recibos com a sua assinatura foram falsificados ) 36

São Paulo, terça-feira, 28 de setembro de 2010 
 
  Próximo Texto | Índice | Comunicar Erros Secretário da Segurança sabia de caixa 2, diz delegadoEx-diretor do Denarc afirma ter ouvido a informação do delegado-geral

Segundo ele, Ferreira Pinto sabia que a Polícia Civil deu R$ 40 mil a empreiteiro sem recibo ou nota; secretário nega

MARIO CESAR CARVALHO
DE SÃO PAULO 

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, e o delegado-geral, Domingos de Paulo Neto, sabiam que a Polícia Civil fazia pagamentos com caixa dois, segundo o delegado Everardo Tanganelli Jr., ex-diretor do Denarc (Departamento de Narcóticos).
A Polícia Civil pagou R$ 40 mil, em notas, a um empreiteiro que reformara um prédio do Denarc no ano passado, sem exigir recibo ou nota fiscal, características do uso de caixa dois. O caso foi revelado pela Folha anteontem.
“O Domingos me falou que o secretário tinha autorizado o pagamento. O Domingos é medroso e não pagaria sem autorização do secretário”, disse Tanganelli à Folha.
O secretário refuta de maneira veemente que soubesse de pagamentos sem recibo. O delegado-geral diz que não se lembra da conversa.
O pagamento foi feito por um órgão chamado Apafo (Assistência Policial para Assuntos Financeiros e Orçamentários), a diretoria financeira da Delegacia-Geral.
Segundo Tanganelli, foi o atual delegado-geral que lhe indicou quem faria o pagamento. O ex-diretor do Denarc, afastado no início de 2009 devido a suspeitas de que policiais de sua equipe recebiam propina, diz que a conversa dele com o delegado-geral ocorreu por volta de 25 de março do ano passado.
O secretário estava no cargo havia uma semana.
Tanganelli Jr. foi até o delegado-geral para buscar uma solução para o empreiteiro Wandir Falsetti, que havia reformado o prédio do Denarc sem licitação em fevereiro de 2009, na gestão de Ronaldo Marzagão.
O pagamento em dinheiro não é o único episódio heterodoxo. Orçada em R$ 200 mil, a obra foi paga parcialmente pelos policiais. Tanganelli Jr. deu R$ 20 mil, policiais contribuíram com R$ 33 mil e o chefe dos investigadores entregou um carro de R$ 28 mil. Eles dizem que pagaram porque isso é rotina.
Todos os policiais que deram dinheiro para a reforma estão sob investigação da Corregedoria. O secretário diz suspeitar que, em casos como esse, policiais tentem recuperar o que gastaram por meio de expedientes ilícitos.
O ex-diretor do Denarc diz que a investigação contra os policiais é absurda porque não foi iniciativa deles mudar a delegacia. Segundo ele, foi decisão do ex-delegado-geral Maurício Lemos e do ex-secretário Marzagão, que diz não ter sabido do caso.
Tanganelli Jr. afirma que teve reuniões no gabinete de Marzagão sobre a reforma. “É uma piada culpar policiais.”

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2809201001.htm

São Paulo, terça-feira, 28 de setembro de 2010 
 
  Texto Anterior | Próximo Texto | Índice | Comunicar Erros OUTRO LADO

“Jamais chegou ao meu conhecimento”, diz Ferreira PintoSecretário da Segurança Pública nega ter havido qualquer autorização para pagamento de obra no Denarc em dinheiro

DE SÃO PAULO

O secretário da Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto disse àFolha que só tomou conhecimento do caso sobre a reforma do prédio do Denarc (Departamento de Narcóticos) quando recebeu uma carta enviada pelo empreiteiro Wandir Falsetti.
Na carta, o empreiteiro relata que investigadores e delegados tinham dado dinheiro do próprio bolso e que o governo lhe devia recursos.
“Mandei a Corregedoria investigar o caso na mesma hora. Não é normal que policiais coloquem dinheiro do bolso numa obra do Estado”, afirma o secretário.
Sobre a autorização para que o pagamento fosse em dinheiro vivo, o secretário disse que: “Isso jamais chegou ao meu conhecimento”.
Ferreira Pinto afirmou que o uso de dinheiro vivo para pagamentos era comum em operações especiais, em que policiais precisam comprar drogas, por exemplo.
O TCE (Tribunal de Contas do Estado) apontou que houve descontrole sobre essas verbas nas gestões dos ex-secretários da Segurança Saulo de Castro Abreu Filho e Ronaldo Marzagão.
“Era uma orgia. Ninguém sabia o que acontecia com esse dinheiro”, afirmou o atual secretário da Segurança.

PEDIDOS
Ele disse que inicialmente colocou o controle dessa verba na Delegacia-Geral.
Como o controle sobre esses recursos continuava precário, na visão do próprio Ferreira Pinto, ele decidiu que a verba ficaria alocada no seu gabinete. É assim desde outubro de 2009.
Ele relatou que até hoje recebe pedidos estapafúrdios. “Tem policial que pede verba para fazer campana, como se campana não fizesse parte do trabalho policial”, disse.
O delegado Domingos de Paulo Neto afirmou que não se recorda de ter conversado com Everardo Tanganelli Jr. sobre dívidas em relação à reforma do prédio do Denarc.
“Eu não me lembro de ele ter falado que devia algo a alguém. Eu, com certeza absoluta, jamais diria a ele que o pagamento teria sido autorizado pelo secretário”, afirmou o delegado.
Para Paulo Neto, o que houve foi uma conversa de minutos, na qual ele comunicou que Tanganelli seria afastado do Denarc.(MCC)

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2809201002.htm

____________________________________________________________

Ternos viram caso de polícia

Elegância masculina: uma reportagem especial de César Tralli, Robinson Cerântula e Willian Santos trata de calças e de paletós. E, por favor, não estranhe o fato de estarmos falando de moda, porque não é o caso. O caso é de polícia.

Elegância masculina: uma reportagem especial de César Tralli, Robinson Cerântula e Willian Santos trata de calças e de paletós. E, por favor, não estranhe o fato de estarmos falando de moda, porque não é o caso. O caso é de polícia.

É ordem: policiais civis de aeroportos devem usar terno. E não só eles. A determinação vale para pelo menos 60 investigadores que atendem o público e são ligados ao Departamento de Identificação e Registros (Dird).

A convocação para tirar as medidas do terno é do próprio diretor do departamento, o delegado Pedro Herbella. A circular especifica a fábrica e indica como chegar até ela, em Cotia, na Grande São Paulo.

Os ternos prontos deviam ser retirados no andar da diretoria, mediante a assinatura de um recibo de R$ 300. E foi isso que revoltou um grupo de investigadores. “Um recibo que é 100% a mais que o valor do terno”, reclamou um deles.

Fomos à loja da fábrica que vendeu os ternos. Logo na vitrine, o preço do kit – terno, camisa e gravata – era de R$ 129. Mas a gerente ainda dá desconto no atacado. “Eu dou esses 10% acima de dez peças. Dez já entra para o atacado”, explicou.

Ela anota os preços do atacado em um cartão. O kit com terno, camisa e gravata cai para R$ 116. Com uma camisa extra, fica em R$ 143. Foi o que a polícia pagou. “A polícia comprou o de R$ 143. Foi esse que ele comprou”, disse a gerente.

Ele, de acordo com a gerente, é o próprio diretor do Dird, o delegado Pedro Herbella. “Ele pagou à vista”, disse a gerente.

Segundo a gerente, o delegado pagou em dinheiro todos os kits que comprou a R$ 143 cada um. Mas o documento que os policiais foram obrigados a assinar no prédio onde funciona o Dird não faz menção nenhuma à compra de ternos. O recibo dá outra justificativa para o gasto de R$ 300 por investigador: despesa com operações sigilosas.

Jornal Nacional: O senhor chegou a colocar a mão em R$ 300?

Policial: Não coloquei a mão em dinheiro algum.

Jornal Nacional: E a única coisa que o senhor recebeu foi um terno?

Policial: Um terno.

Pelo preço da loja, 60 kits sairiam por R$ 8.580. Pelo valor dos recibos, a despesa sobe para R$ 18 mil. É mais que o dobro.

O delegado Pedro Herbella confirma que pagou R$ 143 reais por kit e diz que no recibo de R$ 300 que cada policial assinou estavam incluídos outros gastos.

“É o terno, é o que ele comeu, é o que usa em viagens. Não tem maracutaia, não tem desvio, não tem sobrepreço, não tem nada não”, assegurou o delegado.

Longe do microfone, o delegado diz que vai apurar quem foi que mandou fazer os recibos com o dobro do valor da despesa.

O SECRETARIO FOI PASSEAR NO SHOPPING II 11

———- Mensagem encaminhada ———-
De:  <pfleuryl.com>
Data: 6 de março de 2011 10:20
Assunto: O SECRETARIO FOI PASSEAR NO SHOPPING II
Para: dipol@flitparalisante.com

Ratificando meu emai anterior ,informo que o Sr Secretario chegou as 19:57 hs no Shopping Patio Higienopolis e seu comparsa-reporter as 20:03 hs. Ficaram no cafe Starbucks ate as 20:25 hs. O Senhor estava de terno preto e seu amigao de jeans e paleto branco Gostaria de ver estas cenas coloridas. PAULO SERGIO FLEURY
Enviado através do meu BlackBerry® da Nextel

 

SINDPESP PEDE A SAÍDA DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA 65

 


Date: Sat, 5 Mar 2011 20:34:51 -0300
Subject: Fwd: SINDPESP PEDE A SAÍDA DO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA

VEJA TUDO AQUI http://bit.ly/eZrTJJ
 
O SINDICATO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO – SINDPESP, ENVIA OFÍCIO AO GOVERNADOR PEDINDO A SAÍDA DO SECRETÁRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO.
 
 
 

MORRE DELEGADO APOSENTADO Dr. CYRO VIDAL SOARES DA SILVA…EX-DIRETOR DO DETRAN, PROFESSOR E ADVOGADO ESPECIALIZADO EM DIREITO E LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO 24

Enviado em 05/03/2011 às 20:30 – REPÓRTER AÇO

Morre advogado e ex-diretor do Detran Cyro Vidal

Cyro Vidal estava internado há dez dias no hospital Albert Einstein

Especialista em trânsito sofria de câncer no pâncreas

O ex-diretor do Detran e advogado, Cyro Vidal, morreu na madrugada deste sábado (5) em sua residência, na alameda Itu, no bairro de Cerqueira Cesar, centro de São Paulo. A informação foi confirmada pelo filho do especialista, Francisco Vidal.

Especialista em leis de trânsito, Vidal tinha 72 anos. Ele ocupou a presidência da comissão de trânsito da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo.

Cyro Vidal estava internado há dez dias no hospital Albert Einstein e havia recebido alta na sexta-feira (4), mas nesta madrugada começou a passar mal e morreu. Ele sofria de câncer no pâncreas, que já havia se espalhado para o fígado e pulmão.

Vidal será velado na Acadepol (Academia de Polícia Dr. Coriolano Cobra) localizada na praça Reinaldo Porchat, no Butantã, zona oeste da capital paulista. O especialista em leis de trânsito, um dos mais requisitados de São Paulo, deve ser sepultado por volta das 10h, deste domingo (6), no cemitério São Paulo, na rua Cardeal Arcoverde, 1250, em Pinheiros, na zona oeste da cidade.

A PM É ACUSADA DE ESTUPRO EM MOGI DAS CRUZES 29

Enviado em 04/03/2011 às 18:49

DR. GUERRA, A PM DO PINTO, É ACUSADA DE ESTUPRO EM MOGI DAS CRUZES. SE O SR PODER CRIAR UM ENQUETE DISSO.

03.mar.2011
Estudante de 16 anos acusa três policiais de estupro

LAÉRCIO RIBEIRO

Um estudante, de 16 anos, procurou na noite de segunda-feira a delegada Valene de Souza Bezerra, titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), no Parque Monte Líbano, em Mogi das Cruzes. Ele denunciou que no domingo, por volta das 14h30, foi violentado por três policiais militares, que ocupavam uma viatura tipo Blazer, na Estrada velha Mogi-Biritiba Mirim, em Biritiba Mirim. O comandante Paulo Roberto Madureira Sales, do 17º BPM/M, disse ontem a O Diário que “já mandei abrir Inquérito Policial Militar (IPM), chamei o rapaz, pedi detalhes do crime, a descrição dos supostos policiais, mas infelizmente, não soube dar”.

De acordo com a acusação, o adolescente, que foi medicado, mas está traumatizado, voltava sozinho a Mogi depois de discutir com a namorada em uma festa de casamento.

Na DDM, segundo o Boletim de Ocorrência , o jovem observou que os policiais pararam a viatura. Eles perguntaram onde o rapaz estava indo e ao responder que era para casa em Mogi, disseram que poderia entrar, pois dariam uma carona.

Apesar de negar, afirmando que iria caminhando, foi obrigado a obedecer , sendo que o soldado, ao lado do motorista, lhe apontou uma arma.

A vítima relatou na delegacia que foi levada a um lugar isolado na própria estrada. O estudante deu detalhes de como um policial o segurou, outro o estuprou e um terceiro ficou apenas olhando, sem esboçar qualquer reação. Ele diz que foi abandonado no matagal.

A delegada Valene mandou o estudante se submeter a “exame de corpo de delito” e despachou o B.O de número 372 sobre Estupro para investigação.Logo, em seguida, informou o comandante Sales.

http://www.odiariodemogi.inf.br/policia/noticia_view.asp?mat=28262&edit=18

“A justica tarda, mas nao falha”… 28

Mais uma vez fica provado : “A justica tarda, mas nao falha”… Assim toda populacao ficou sabendo o que realmente a POLICIA CIVIL vem sofrendo nos últimos dois anos, desde que por aqui chegaram o Sr Antonio Ferreira Pinto, que logo no inicio de sua gestao, fez questao de dizer em uma rodinha de AMIGOS PMs (OFICIAIS) que para a PM era Ferreirinha, mas para POLICIA CIVIL era PINTO, e sua ALGOZ Corregedora, Dra Maria Ines Trefiglio, teve como primeiro ato deste “SHOW DE HORROR”, trazer para junto de si a CORREGEDORIA da POLICIA CIVIL, tirando esta da DELEGACIA GERAL de POLICIA, e subordinando a mesma diretamente a sua SSP, para que dessa maneira ficasse mais facil para que ele, Secretario e sua

Delegada Corregedora, pudessem arquitetar melhor suas acoes para DESMORALIZAR a POLICIA CIVIL. Estranho que a CORREGEDORIA da PM nao foi trazida para Secretaria de Seguranca…Talvez porque e muito dificil ver POLICIAIS MILITARES envolvidos em CHACINAS, HOMICIDIOS, ROUBOS e TORTURA… Desde entao a Policia Civil vem sendo oprimida e perseguida, enquanto a sua protegida PM sendo endeusada por ELE e alguns programas “sensacionalistas”, tendo seus erros sempre minimizados e, quando possivel, ate abafados. DEIC e DENARC inoperantes e a ROTA querendo fazer POLICIA JUDICIARIA, enquanto a Del. de Roubo a Bancos nao investiga mais o PCC… Sem contar que agora PM vai fazer B.O… So mesmo alguem tao preparado como nosso Secretario para tais mudancas, tao produtivas para Sociedade… Pena que essa Producao Grotesca, que teve como ator principal o magnifico e EXTREMAMENTE competente Dr. EDUARDO HENRIQUE de CARVALHO FILHO, Delegado com pouco mais de TRES anos na carreira, nao fosse unica… existiram muitas outras acoes deste mesmo Delegado, todas recheadas de DUVIDAS e ABUSOS, alias qualidade esta apoiada por sua CHEFE, a qual sempre acolheu, aprovou e acobertou todas suas acoes… Ate poucos dias atras era possivel afirmar, sem nenhuma sombra de duvida, que o Departamento mais ARBITRARIO da POLICIA CIVIL era sua propria CORREGEDORIA… CORREGEDORIA esta que demitiu injustamente muitos Policiais, passando por cima de decisoes judiciais, tudo sob as batutas de Ferreira Pinto e sua algoz Corregedora. 
 
    Segue em anexo mais uma do Doutor Eduardo, que mais uma vez, monta a cena e faz o seu espetaculo… Esse caso em que supostamente policiais do DEIC estariam extorquindo um traficante, fez com que esses Policiais ficassem privados de sua LIBERDADE por quase 9 meses… Eis que, na Audiencia de instrucao do processo, ao ser indagado pelo MM. Juiz de Direito o que de fato teria acontecido naquele dia, o entao suposto traficante da ocorrencia simplesmente disse que os Policiais, em momento algum, pediram “dinheiro”, causando estranheza ao MM. Juiz, que questionou entao o que teria acontecido… O mesmo afirmou que so disse que os Policiais pediram “dinheiro” porque teria sido ameacado diversas vezes pelo “Dr. Eduardo” que,  na sua sede de mostrar “servico”, servico esse que nunca mostrou quando investigador de policia que foi, disse que se o mesmo (suposto traficante) nao “desse” os Policiais no papel, ele (Dr. Eduardo) iria “fritar” nao so ele, como tambem sua mulher em FLAGRANTE, algo conhecido como “COACAO”. Diante desta afirmacao, o MM. Juiz absolveu os Policiais e determinou suas imediatas solturas, bem como instauracao de PROCEDIMENTO para investigar a conduta do Delegado, Dr. Eduardo Henrique de Carvalho Filho, PROCEDIMENTO este que, para nao fugir a regra, deve ter sido “ARQUIVADO” por sua PROTETORA. Pena o final desta historia nunca ter sido divulgada…   
 
               
http://www.pannunzio.com.br/?p=7304#comment-1892
 
 
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,carro-do-deic-e-usado-como-cativeiro-em-sao-paulo,541604,0.htm
 
 

 enviado porgooglegroups.com

Fleury: O SECRETARIO FOI PASSEAR NO SHOPPING 65

———- Mensagem encaminhada ———-
De: paulo sergio oppido fleury
Data: 3 de março de 2011 20:18
Assunto: Fleury
Para: dipol@flitparalisante.com

O SECRETARIO FOI PASSEAR NO SHOPPING

Consta que o SR Secretario esteve no Shoppng Vila Lobos no ultimo dia
25 por volta  das 18;00 hs,sozinho,chegou com um envelope pardo na
mão. Logo após teria chego um homem de paleto branco muito parecido
com um reporter do jornal Folha de SP.Em seguida se dirigiram a um
cafe onde ficaram conversando por 40 minutos,local onde o SR
Secretario  passou o envelope pardo para o reporter..Quatro dias
depois este mesmo reporter divulgou em letras garrafais uma materia
com o titulo “ESTATISTICO DO ËSTADO VENDE DADO SIGILOSO.
Se estes fatos ocorreram o  Sr Secretario cometeu varios crimes contra
a admistração alem da traição com o SR Governador
Sua conduta dissimulada fora do expediente,de forma clandestina,
passando informações sigilosas ( graficos do CAP)  entregando um
companheiro de Secretaria como intuito de atingir outras Autoridades
do atual Governo.Este Senhor que costumeiramente usa a Imprensa para
atingir seus objetivos tem que ser afastado imediatamente,pois é um
criminoso transvestido de justiceiro.Gostario muito de ter estas
provas na mão para poder falar bem alto para este senhor “não passa
vontade,não passa vontade”.
Senhor Conde Guerra quero que meu nome conste como PAULO SERGIO FLEURY

comandante-geral da Polícia Militar Trabalhou na Coordenadoria de Análise e Planejamento 7

———- Mensagem encaminhada ———-
De: DÉCIO
Data: 3 de março de 2011 11:12
Assunto: comandante-geral da Polícia Militar Trabalhou na Coordenadoria de Análise e Planejamento
Para:  GUERRA

Grande Guerra, favor publicar em seu poderoso jornal.  

/Cidades

Com especulações, secretário antecipa troca de comando da PM

Novo secretário de Segurança escolhe Álvaro Batista Camilo para o comando-geral após analisar seis dossiês

25 de março de 2009 | 12h 15

Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo

O novo comandante-geral da Polícia Militar é o coronel Álvaro Batista Camilo. A escolha de seu nome foi feita na segunda-feira, em uma reunião da qual participaram o governador José Serra, o secretário-chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira Filho, e o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. A escolha de Camilo foi feita após a análise de seis nomes. Um dossiê com informações da da Polícia Militar decidiu a escolha, fazendo com que o nome do coronel Wagner Cesar Gomes de Oliveira Tavares Pinto, atual comandante de Policiamento de Guarulhos fosse descartado.

O anúncio devia ser deixado para o término do comando do coronel Roberto Antônio Diniz, mas se decidiu antecipar o nome para acabar com especulações. Diniz foi informado na quarta-feira à tarde e apoiou a escolha e a antecipação da revelação do nome. Ele mesmo acompanhou o secretário Ferreira Pinto ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no fim da tarde. O escolhido é da mesma turma que o secretário-chefe da Casa Militar, coronel Luiz Massao Kita – os dois saíram aspirantes em 1981.

Do ponto de vista operacional, Camilo é homem que passou pela 2ª Seção do Estado-Maior (o setor de informações) da PM. Trabalhou na Coordenadoria de Análise e Planejamento da secretaria, onde se aproximou da comunidade acadêmica, e assumiu o Comando de Policiamento de Área Metropolitano-1 (CPA-M1), responsável pelo patrulhamento do centro de São Paulo. Adepto do policiamento comunitário, Camilo criou um programa de aproximação com a comunidade GLS da região, que era alvo de delitos ligados à intolerância.

Internamente, Camilo era tido como um dos candidatos mais fortes ao comando. Isso não quer dizer que seu nome não enfrentasse resistências. Ele é o 37º coronel mais antigo da lista de coronéis – antiguidade no posto é um dos critérios hierárquicos da PM. Isso significa que o novo comandante-geral ultrapassou 36 coronéis, todos preteridos na escolha. São pessoas formadas nas turmas de 1977, 78,79 e 80 pela Academia do Barro Branco.

Embora não seja obrigatório, muitos deverão, por isso, passar para a reserva. Mas alguns podem fazer oposição ao comando de Camilo. “Ele não terá um comando fácil, mas o Camargo (Carlos Alberto Camargo, comandante de 1997-1999) era o 50º da lista (há 54 coronéis na PM) quando foi nomeado”, lembrou um oficial.

Dossiê

Para chegar ao comando, o nome de Camilo enfrentou outros candidatos fortes, entre eles os coronéis Jorge Luis e César. Este último contava com a simpatia de Aloysio e também era bem visto por Ferreira Pinto. O secretário da Segurança tinha na lembrança a atuação de César, então como capitão, no controle de uma rebelião em um presídio em Hortolândia, ocorrida em 1995.

Mas, no começo da carreira, César havia trabalhado nas Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e, mesmo tendo sido inocentado em todos os processos que respondeu na Justiça Militar por causa de ações no cumprimento do dever naquela unidade, o governo considerou que seria um desgaste muito grande nomeá-lo para o comando-geral.

Um daqueles processos contra César teria sido extraviado na 1ª Auditoria da Justiça Militar em meio a outros mil que ficaram paralisados indevidamente por até 12 anos. Um dossiê com as informações sobre César foi enviado no fim de semana ao vice-governador, Alberto Goldman, e ao secretário Aloysio. Restava Jorge Luis, mas o governo entendeu que Camilo tinha o melhor perfil para o ocupar o cargo.

Nota da SSP

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo negou o uso de dossiês para a escolha do novo comandante-geral da Polícia Militar. Confira a íntegra da nota:

Com relação à matéria “Com especulações, secretário antecipa troca de comando da PM”, publicada hoje (quarta-feira), às 12:15h, na edição digital do Estadão, a secretaria da Segurança Pública nega taxativamente que a escolha do nome do novo comandante geral da PM tenha sido feita com base em dossiê. Não houve dossiê algum. O nome do comandante do CPA-M7, Cel. Cesar, sequer foi cogitado no processo de escolha. A indicação do novo comandante geral usou como critério a excelente carreira desempenhada pelo Cel. Camilo na Polícia Militar.

Texto ampliado às 10h13 da quinta-feira, 26, para inclusão da nota da SSP.

ESTRUTURA DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA A SERVIÇO DO PÚBLICO ( pagante ) 20

03/03/2011

Consultoria usava funcionários do Estado

Folha de S.Paulo

A Angra Consultoria, empresa que utilizava dados sigilosos da Secretaria de Estado da Segurança Pública em serviços que vendia para clientes privados, trabalhava com funcionários da pasta, de acordo com documentos obtidos pela reportagem.

  • Um orçamento de R$ 85,9 mil (datado de 2009) da Angra Consultoria citava cinco profissionais. Quatro deles foram funcionários da CAP (Coordenadoria de Análise e Planejamento), segundo a assessoria de imprensa da secretaria. Um dos nomes citados ainda trabalha lá.

A CAP é o órgão da secretaria que concentra as estatísticas criminais da polícia paulista.

Anteontem, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) demitiu o sociólogo Túlio Kahn, chefe dessa seção, depois de a reportagem ter revelado que ele era sócio da própria Angra.

Para Alckmin, a atividade pública de Kahn é incompatível com os negócios dele.

Funcionários

São os seguintes os profissionais que aparecem no orçamento da Angra e foram ou são funcionários da Secretaria da Segurança: Túlio Kahn, André Zanetic, Cristiane Ballanotti, Tatiana Moura e Monise Picanço.

Monise Picanço, pesquisadora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), afirma, em seu currículo Lattes, que já fez trabalhos para a Angra.

Protocolo

André Zanetic, que foi da secretaria, continua no órgão, mas agora tem o seu salário pago pela Federação das Empresas de Transporte de Carga, segundo um protocolo de intenções assinado em 2006.

A federação paga R$ 7.000 a dois funcionários da CAP para atuarem dentro da secretaria em levantamentos sobre roubo de carga.

A Angra tinha entre seus clientes a GR – Garantia Real, empresa que atua na área de segurança privada.

Também estava entre os clientes da Angra a Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano), ligada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Metropolitano.

Para a GR, a Angra fez um levantamento sobre roubos e assaltos a condomínios em São Paulo.

Há suspeitas de que a Angra funcionaria dentro da própria secretaria. O endereço que aparece no contrato social da empresa, na Vila Madalena (zona oeste de São Paulo), é um apartamento. Porém, não há nenhuma empresa no prédio, de acordo com o porteiro do local.

Leia mais

 

03/03/2011

Profissional nega ter trabalhado

Folha de S.Paulo

Uma das funcionárias da Secretaria de Estado da Segurança Pública, Cristiane Ballanotti, cujo nome é citado em serviços feitos pela Angra Consultoria, afirmou ontem que nunca trabalhou para a empresa.

A reportagem enviou a ela uma cópia do documento da Angra com o nome dela.

“Acho um absurdo o meu nome estar circulando em tal documento”, respondeu Cristiane Ballanotti.

Localizada ontem, a ex-funcionária da pasta Tatiana Moura afirmou à reportagem que não iria comentar a questão.

A reportagem não conseguiu localizar, ontem, os outros três funcionários citados (Túlio Kahn, André Zanetic e Monise Picanço).

Na última segunda-feira, Túlio Kahn afirmou que não usou servidores da pasta na Angra Consultoria. Ele negou que tenha violado dados sigilosos e afirmou, ainda, que não tem clientes, mas patrocinadores de pesquisas sobre a violência.

VALE A PENA SER DESLEAL 67

Enviado em 03/03/2011 às 1:01

Delegados da Operação Pelada vão para o DENARC. Colegas dizem que não é punição, é prêmio

Dois dias atrás o Delegado-Geral de Polícia de São Paulo, Marco Carneiro Lima, apresentou pessoalmente aos colegas da Delegacia Especializada de Narcóticos dois novos colegas que foram incoporados ao time de elite. Além da apresentação formal, os novatos receberam elogios do chefe, que os recomendou e pediu colaboração.

Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves, os agraciados com a recomendação, foram os protagonistas da chamada Operação Pelada. Foram eles que despiram à força a escrivã V., acusada de concussão, no cartório da Delegacia de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo. As imagens das sevícias foram reveladas duas semans atrás pelo Blog do Pannunzio (veja aqui) e pelo Jornal da Band.

A chegada de ambos causou mal-estar, especialmente entre as mulheres. Eles vão passar a dar plantões no DENARC somente depois do cumprimento de um período de férias. Para os colegas, a transferência é prêmio, não uma punição, já que o DENARC abriga a elite da elite da polícia civil paulistana.

As manifestações de indignação não se resumem aos futuros colegas dos dois delegados. Na manhã desta quarta-feira o SINDPESP — Sindicato dos Policiais Civis do Estado de São Paulo — enviuou uma carta ao governador Geraldo Alkmin reiterando as críticas ao comportamento dos protagonistas da Operação Pelada e peindo a demissão do Secretário de Segurança Antônio Ferreira Pinto.

Os policiais civis reclama de discriminação. Segundo eles, o secretário, que tem como origem a Polícia Militar, subordinou diretamente a ele a Corregedoria da Polícia Civil, mas manteve a dos pliciais militares sob o comando da PM.

http://www.pannunzio.com.br/?p=7441

FALAR O QUE??? DEPOIS DE TUDO QUE ESTES COVARDES PROMOVERAM, SÃO AGRACIADOS PELO DGP COM O PLT DO DENARC!!! PIADA!!! SÓ PODE!!!

Pô, SOLTARAM TRAFICANTE INTERNACIONAL PARA PRENDER POLICIAIS E VÃO PARA O DENARC???

DEPOIS DESSA… SILÊNCIO.

http://www.pannunzio.com.br/?p=7441