Delegado defende entrega de Relints ao MPF Resposta

Fogo amigo

Delegado defende entrega de Relints ao MPF

Por Marcelo Auler

A possibilidade de existirem Relatórios de Inteligência (Relint) “ideológica ou materialmente falsos”, elaborados pelo Setor de Inteligência Policial da Superintendência Regional do Departamento de Polícia Federal no Rio de Janeiro (SR/DPF-RJ), é aventada pelo delegado federal de classe especial Victor Cesar Carvalho dos Santos. Ele tem 42 anos, ingressou no quadro pelo concurso de 1997 e desde 1999 está lotado no Rio de Janeiro.

Comentando a reportagem da revista Consultor Jurídico sobre a briga entre o Ministério Público Federal e a SR/DPF-RJ em torno do acesso dos procuradores da República aos Relatórios de Inteligência, Victor Cesar defende, ao contrário de muitos colegas seus, que “controle externo não é sinônimo de abrir as pernas”, como se diz no jargão policial. Não temer o controle externo é mostrar que há transparência na atuação policial e não temer nada e ninguém, afirma.

Para ele, tentar negar o acesso dos procuradores a estes relatórios de inteligência, justificando a medida como “defesa institucional” do DPF, “é uma forma de esconder os objetivos e condutas do administrador nas áreas de inteligência e correcional”. Já a falta de controle, no seu ponto de vista, gera favorecimentos e discriminação, conforme a conveniência das chefias: “Não ter controle é autorizar o administrador (conveniência e oportunidade) a absolver os amigos e condenar os inimigos”.

Nos seus comentários, o delegado especial diz que é um “engodo” o mote adotado pela administração geral do DPF de “gestão por competência”. E afirma: “Somos todos vítimas do maior e jamais visto ‘estelionato’ na área de segurança pública”. Ele acrescenta, no que pode ser considerada uma crítica às notícias que dão como certo a ida do superintendente do Rio, Ângelo Fernandes Gioia, para o cargo de Adido Policial na embaixada brasileira em Roma: “Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha, não erra e aí é promovido. Isso é gestão por competência”.

O texto encaminhado à ConJur pelo delegado surgiu como defesa do seu colega, o delegado federal Paulo Roberto Falcão, apontado, em Relatório de Inteligência, como membro de uma quadrilha de contrabandista que atuava no Aeroporto Internacional do Rio, na época em que ali chefiou (2/2008 a 3/2009). Embora datado de 2008, este Relint só foi tornado público em 2010, após um desentendimento entre Falcão e o superintendente Gioia. Neste meio tempo, Falcão ocupou a Corregedoria da SR/DPF-RJ, cargo de confiança do superintendente, que jamais poderia ser preenchido por alguém com suspeita de envolvimento criminal.

O próprio Falcão, em comentário postado na reportagem publicada pela ConJur expôs que a “denúncia anônima feita a mim e a três delegados da safra nova, é absolutamente falsa, plantada por canalhas, desafetos prejudicados em seus interesses escusos, e/ou por fantoches/marionetes, e parecem servir a propósitos inconfessáveis”. Para Victor Cesar, tratou-se de um ato “um ato sórdido e criminoso”.

Nos comentários de leitores feitos sobre a reportagem publicada, também o procurador da República, Vladimir Aras, saiu em defesa do delegado Falcão: “A briga do MPF não é contra a PF; é contra certas figuras que têm verdadeira paixão por tudo que é secreto. Na PF há delegados excepcionais. Conheço vários. Um exemplo é o DPF Paulo Roberto Falcão com o qual tive a honra de trabalhar no caso Banestado (Operação Farol da Colina) em Curitiba. Todos os membros do MPF que atuaram naquela força-tarefa (2003-2006) confiavam plenamente na sua integridade e nunca duvidaram do contrário”, escreveu.

Abaixo a ConJur transcreve a íntegra do comentário do delegado Victor Cesar, que na superintendência do Rio já chefiou, entre outras, as Delegacias e Repressão a Entorpecente, do Aeroporto Internacional do Galeão e a Delegacia de Defesa Institucional (Delinst), o antigo Dops, que cuida da segurança de autoridades e faz investigações de ordem política.

Leia o comentário do delegado Victor Cesar Carvalho dos Santos enviado à ConJur:

“É interessante que todos vejam esse absurdo, para que não sejam vítimas de um ato tão sórdido e criminoso como este cometido contra o DPF Falcão, profissional de conduta ilibada e que merece o nosso respeito.

Como explicar o fato de o DPF Falcão ter sido escolhido e ter tomado posse como Corregedor em 2009, tendo contra si um “Relint” de 2008, que o apontava como membro de um esquema criminoso na Delegacia do Aeroporto? Será que o “Relint” era tão sigiloso ao ponto de não ser de conhecimento do Sr. Superintendente ou de quem o assessora?

E pensar que o mote da Administração Geral é “gestão por competência”. Puro engodo. Somos todos vítimas do maior e jamais visto “estelionato” na área de segurança pública.

Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha, não erra e aí é promovido. Isso é gestão por competência.

Qualquer órgão ou gestão sem controle abre uma porta perigosa para o cometimento de ilegalidades.

O velho e conhecido ditado popular se amolda ao caso: quem não deve, não teme.

Dar uma conotação de “defesa institucional” a negativa ao MPF do controle externo sobre os documentos produzidos nos Serviços de Inteligência ou Corregedoria, é uma forma de esconder os objetivos e condutas do administrador nas áreas de inteligência e correcional. Não ter controle é autorizar o administrador (conveniência e oportunidade) a “absolver” os amigos e “condenar” os inimigos.

A relação entre Polícia e MP deve ser respeitosa e cada um cumprindo sua função constitucional e legal. Controle externo não é sinônimo de “abrir as pernas”, como se diz no jargão policial. Não temer o controle externo é mostrar que há transparência na atuação policial e não temer a nada e ninguém.

Todos conhecem minha postura de defender uma Polícia com mais autonomia e sem ingerência política. Mas isso não quer dizer que possamos estar acima ou a margem da lei.

Com a abertura da “Caixa Preta”, quero ver os responsáveis pelos “Relints”, que por ventura forem comprovadamente ideológica ou materialmente falsos, serem civil, criminal e administrativamente responsabilizados. O “Relint” é, em regra, apócrifo, sob a justificativa de proteger o “homem de inteligência”. Será? E se ele for um criminoso ou estiver a mando deste? Alguém ainda acredita que só haja “santos” nos órgão de inteligência ou corregedorias?

Polícia não é lugar pra frouxo, portanto temos que lutar pelos nosso direitos, sem medo de desagradar a quem quer que seja. O frouxo é pior que o criminoso, pois este a todo tempo renova a chance de ser preso e extirpado do nosso meio. E o frouxo? Esse convive entre nós e nada lhe acontece, pois está sempre escondido, defendendo seus próprios interesses.

A ação ilegal e criminosa contra um policial é uma agressão a todos da instituição e a ela própria. Quem como policial, permite, fingindo que não vê, sob a justificativa de que isso não lhe diz respeito, que é “briga de cachorro grande” ou que é perigoso, não é digno de ocupar tão nobre função. Frouxidão deveria ser considerado falta grave, passível de demissão a bem do serviço público.

Victor Cesar Carvalho dos Santos Delegado de Polícia Federal Classe Especial – Mat. 8081

Marcelo Auler é jornalista.

Revista Consultor Jurídico, 22 de março de 2011

Dados sigilosos ?…Caso Khan – roubo a condominio – como eram sigilosos se o Estadao deu a materia ??? 31

jose  anselmo silva

para dipol@flitparalisante.com

data21 de março de 2011 16:10
assuntoFwd: dados sigilosos ??? caso Khan – roubo a condominio
assinado porgmail.com

Como eram sigilosos se o Estadao deu a materia ???
 
Marcelo Godoy, Rodrigo Burgarelli – O Estado de S.Paulo
Dinheiro, celular, joias, relógios, documentos e notebooks são os principais alvos dos ladrões de condomínio. A lógica do dinheiro fácil mostra a razão de esse crime ter atraído sequestradores e ladrões de banco. Em média, os bandidos roubaram R$ 64,2 mil em cada assalto entre 2005 e 2009.

Multimídia. Veja raio X dos ataques a condomínios
O estudo feito pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP), da Secretaria da Segurança, mostra que os chamados roubos organizados – cometidos por mais de três ladrões com o uso de armas longas, como fuzis – rendem R$ 113, 9 mil às quadrilhas. Nos roubos praticados pelos chamados pés de chinelo, os ladrões amadores, o valor roubado é, em média, de R$ 51,7 mil.
A análise dos casos mostra que os criminosos invadiram mais de uma unidade do condomínio em 33,7% dos crimes e abordaram de modo violento a vítima em 66,4% dos casos. O método preferido para entrar em um condomínio ainda é o de pular o muro (30%), seguido pelo uso de algum subterfúgio, como a entrega de pizza ou a clonagem do carro de um dos moradores (21,7% do total). A invasão à mão armada da portaria ficou apenas em terceiro lugar (19,1%). “Os ladrões evitam isso porque precisam de tempo para agir e não podem ser descobertos”, afirma o delegado Antônio Carlos Heib.
A CAP constatou que 80,5% dos condomínios atacados tinham algum tipo de equipamento de segurança. “O problema é que a segurança em condomínio nem sempre é feita por pessoal preparado”, diz José Jacobson Neto, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância e Segurança (Abrevis).
Tendência de queda. Cerca de 3 mil condomínios no País têm seguranças de empresas. O mercado que movimenta cerca de R$ 140 milhões por ano. Para o vice-presidente do sindicato da habitação (Secovi), Hubert Gebara, há uma tendência de diminuição de roubos. Contribui para isso, segundo ele, a crescente profissionalização da segurança. Segundo Gebara, os novos empreendimentos já são planejados com infraestrutura de vigilância, o que não ocorria alguns anos atrás. “A Polícia Militar e a Polícia Civil também estão trabalhando melhor em prevenção e investigação. Várias quadrilhas foram desbaratadas.”
Preste atenção
1. Para evitar roubos, siga as regras de segurança do condomínio, como aguardar liberação para deixar entrar um visitante ou não conversar com os seguranças durante o serviço
2. Avise antecipadamente as visitas e entregas que está esperando. Caso seja algo inesperado, confirme com exatidão na portaria, antes de descer
3. Quando for realizar festas, passe todas as informações necessárias à portaria, especialmente a lista exata de quem vai participar do evento
4. Mantenha seu veículo trancado e sem objetos à vista na garagem. E sempre acenda a luz interna ou abaixe o vidro ao chegar, para facilitar o reconhecimento pelos vigias
5. O síndico deve evitar a rotatividade de funcionários. Na hora de contratar, não dispense as referências e o atestado de antecedentes criminais
6. Participe das reuniões de condomínio. Todo morador é o maior interessado em preservar a integridade física da família e dos amigos

Carros da PM terão dados de ladrões de condomínio
Agência Estado
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São Paulo – Todos os carros da Polícia Militar (PM) vão carregar os dados dos ladrões e dos roubos a condomínio ocorridos nos últimos 30 dias. A medida faz parte do Programa de Prevenção e Repressão de Roubos a Condomínios adotado ontem pela Secretaria da Segurança Pública. Também foi decidido que a Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) criará um banco de dados para armazenar as informações sobre esses crimes. Na semana passada, a secretaria já havia anunciado a criação de uma delegacia que concentraria os casos de roubos contra condomínios – a 4ª Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio, que teve suas atribuições redefinidas.
O programa de combate aos roubos, criado por meio de resolução do secretário Antonio Ferreira Pinto, definiu roubos a condomínio como a “ação que tenha por alvo uma ou mais unidades de um mesmo condomínio, ainda que a abordagem à vítima ocorra em local externo, visando à facilitação do ingresso na área condominial”.
Todos os casos passarão a contar com o trabalho conjunto entre os Departamentos de Polícia Judiciária na Capital (Decap) e de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Equipes de policiais serão despachadas para os locais do crime assim que eles ocorram para reunir a maior quantidade possível de dados sobre o caso. Além do Deic e do Decap também serão informadas de imediato as Polícias Rodoviárias Estadual e Federal. A Academia da Polícia Civil criará em 45 dias um curso para treinar policiais para trabalhar com esse tipo de delito.
São esses dados – como os carros e objetos roubados, além da descrição física dos ladrões – que serão repassados à Polícia Militar para que todas as viaturas que patrulham a cidade mantenham um arquivo com os casos ocorridos nos últimos 30 dias. “A ideia é garantir rapidez na apuração, pois quanto mais rápido o policial começa a apuração, maior a possibilidade de sucesso”, afirmou o delegado Marco Antônio de Paula Santos, diretor do Decap. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Pinheiros, Vila Mariana e Morumbi: os mais visados por ladrões de condomínio
20 de maio de 2010 | 0h 00
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Marcelo Godoy – O Estado de S.Paulo
Três assaltantes invadem o condomínio Ventana na zona sul de São Paulo. Os ladrões são violentos. Vasculham apartamentos por três horas e fazem dez moradores reféns, entre eles um bebê. Depois, fogem sem deixar pista. O caso, que ocorreu ontem no Morumbi, retrata o perfil desse tipo de crime. É o que revela o maior estudo feito até hoje no Estado sobre roubos a condomínios horizontais e verticais.
O assalto de ontem ocorreu em um dos bairros mais visados por criminosos. A pesquisa mostra que Pinheiros (1.º lugar), Vila Mariana (2.º) e Morumbi (3.º) lideram esse ranking na cidade. Os bandidos mais armados e organizados concentram-se na capital. Usam fuzis, submetralhadoras e ? outra coincidência para o caso de ontem ? preferem atuar na quarta-feira, dia que concentra 19,96% dos registros.
Responsável pelo trabalho, a Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) dissecou 317 casos registrados no Estado de São Paulo de 2005 a 2009. A explicação para a concentração dos roubos nas zonas oeste e sul da capital e em cidades como Campinas e Sorocaba é fácil para a polícia. “O ladrão vai onde o dinheiro está”, disse o delegado Antonio Carlos Heib, da Delegacia Especializada em Combate a Roubos e Condomínios do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic).
A proliferação desse tipo de crime levou o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, a criar, em setembro de 2009, uma delegacia especializada nesse delito. Depois disso, 14 (66,6%) dos 21 casos de arrastão investigados foram esclarecidos pelo Deic. Muitos dos ladrões de condomínio atuais são velhos conhecidos de Heib, gente que ele buscava quando trabalhava na Divisão Antissequestro.
Perigosos. “São bandidos perigosos”, disse Heib. A pesquisa mostra que, de 2005 a 2009, 313 criminosos foram acusados desse crime no Estado ? a maioria é branca (40,4%) e tem o ensino fundamental completo (32%). Assim como no assalto de ontem, em 32,2% dos casos os ladrões agiram encapuzados e em 74,8% deles, os criminosos tinham armas de pequeno porte. / COLABOROU ELVIS PEREIRA

MAIS SOBRE AS INFUNDADAS ACUSAÇÕES CONTRA TÚLIO KHAN: projeto “sigiloso” com a Agencamp saiu no D.O…. 3

———- Mensagem encaminhada ———-
De: jose anselmo  silva

Data: 21 de março de 2011 16:17
Assunto: projeto “sigiloso” com a Agencamp saiu no D.O….
Para: dipol@flitparalisante.com

nnunes, carlos.alencar
mostrar detalhes 20 mar (1 dia atrás)

de Saúde está sendo conduzido pela Câmara Temática de
Saúde, o Sistema Integrado de Segurança Publica pela Câmara
Temática de Segurança, o Corredor Estrutural Rodoviário
Metropolitano e a Ampliação do Aeroporto de Viracopos dirigidos
pela Câmara Temática de Transportes, o Programa de
Redução de Acidentes com Vitimas terá inicio com a Câmara de
Trânsito, a Câmara de Saneamento e Meio Ambiente tem trabalhado
as questões de resíduos sólidos e de saneamento, e a
Câmara Temática de Habitação está voltada à elaboração de
um Plano Metropolitano de Habitação. Além destes projetos,
outros cinco são prioritários, mas têm um plano de trabalho
mais longo com perspectiva para até 2011, são eles: a proteção,
conservação, recuperação e controle dos recursos hídricos
das bacias PCJ e o reflorestamento de matas ciliares e áreas
degradadas, ligados à Câmara Temática de Saneamento e Meio
Ambiente; o Censo Cultural da RMC pela Câmara Temática de
Cultura; o Marketing da RMC pela Câmara Temática de
Desenvolvimento Econômico; e o Programa de Qualificação
Técnica e Tecnológica discutido na Câmara Temática de
Educação. A Sra. Márcia falou sobre o sistema de funcionamento
das Câmaras, cujas reuniões são regulares e acontecem
geralmente uma vez ao mês, em horários, dias e semanas previamente
agendados. À respeito da coordenação, disse que
metade das Câmaras são coordenadas por representantes do
Estado e, a outra metade, por representantes dos municípios.
Sobre as Câmaras Temáticas de Desenvolvimento Econômico e
de Trânsito contou que terão suas primeiras reuniões na semana
seguinte, porquanto as de Segurança e Planejamento e Uso
do Solo, embora tenham iniciado os trabalhos em 2008, no
momento, não têm reuniões regulares; outras seis se reúnem
regularmente e, em alguns casos, até mais de uma vez por mês.
A Senhora Secretária Executiva apresentou um gráfico com o
objetivo de fazer um balanço da participação dos municípios
nas referidas Câmaras, de acordo com o número de reuniões
que o município se fez representar em cada uma delas desde o
inicio de 2008. Foi observado que Engenheiro Coelho e
Holambra, os dois municípios com participação menos efetiva
nas reuniões, são também os menores da RMC e, notadamente
têm maior dificuldade de participar das Câmaras devido ao
menor número de pessoas envolvidas na administração direta.
Jaguariúna e Valinhos têm a maior participação, comparecendo
em todas as seis Câmaras Temáticas com reuniões regulares.
Para cada Câmara a Sra. Marcia relatou o número de reuniões
em 2008 e o número médio de municípios participantes. Em um
detalhamento, mostrou os trabalhos realizados pelas Câmaras
e a agenda de trabalho prevista até o final do ano.
Primeiramente falou sobre a Câmara Temática de Cultura,
envolvida com o Censo Cultural da RMC e empenhada na coleta
e levantamento de dados já existentes, além de trabalhar na
formatação, discussão e planejamento do V Fórum Cultural da
RMC, que será sediado em Americana. Com relação aos próximos
passos, há a realização propriamente dita do Fórum na
última semana de agosto, e está previsto o término do levantamento
de dados para o Censo Cultural, cuja divulgação será
eletrônica e contará com o apoio do Seade a partir de um contrato
já elaborado entre o Seade e a Agemcamp. Já a Câmara
Temática de Educação, além de trabalhar na discussão de
assuntos como o Programa de Desenvolvimento e Educação
para a melhoria dos índices do IDEB, ações da Secretaria
Estadual de Educação, a Provinha Brasil vinculada à educação
de nove anos e a adesão dos municípios ao Saresp versão 2008,
tem participado no planejamento do Fórum Educacional, organizado
pelo Instituto Brasileiro de Sociologia Aplicada (IBSA), e
que será realizado entre 20 e 22 de agosto na Região
Metropolitana de Campinas. Até o final do ano, a Câmara conta
ainda com uma agenda de discussão de temas municipais, funcionando
como um fórum de troca de experiências, tem se discutido
também o envolvimento da Câmara no projeto prioritário
de desenvolvimento do programa de qualificação profissional
técnica e tecnológica. Por sua vez, a Câmara Temática de
Habitação elaborou e aprovou um Termo de Referência e, a partir
disso, foi feita uma apresentação do CDHU sobre o Fundo
Garantidor, mecanismo de viabilização de moradias de interesse
social, bem como o levantamento de pesquisas do IBGE
sobre habitação e uma visita à Americana para conhecer a
Fábrica de Casas Ecológicas. Está em andamento o compartilhamento
de experiências dos municípios na elaboração de planos
municipais de habitação e, na próxima reunião, serão realizadas
visitas em locais de interesse. Servindo de apoio aos
municípios para elaboração dos planos os quais devem ser
entregues até 2009, a Câmara deve elaborar, em cima disso, o
Plano Metropolitano. Quanto à Câmara Temática de
Saneamento e Meio Ambiente, contou que já foram discutidos
programas do Estado, foi feito um workshop em Jaguariúna
voltado para a questão dos resíduos sólidos, onde foi apresentada
a experiência do Consórcio Intermunicipal de Lixo, além da
explanação da Secretaria de Saneamento e Energia e do EMAE
sobre as unidades de tratamento térmico de resíduos e discussão
do resultado do relatório Fluxis, contratado pela
Agemcamp em 2007, que faz um diagnóstico da gestão de resíduos
com recorte para a região. Também foi elaborado um
Termo de Referência e foi encaminhada uma consulta à EMAE
sobre o desenvolvimento do estudo de viabilidade para a instalação
das unidades de tratamento térmico na Região
Metropolitana de Campinas, sendo ambos os assuntos a serem
discutidos até o final de 2008. A Câmara de Saúde trabalha
desde janeiro e está envolvida diretamente no Plano
Metropolitano de Saúde, o que levou à elaboração de um
Termo de Referência e à contratação do Programa de Estudos
de Sistemas Regionais de Saúde (PES) no Núcleo de Estudos de
Políticas Públicas da Unicamp. Inicialmente foi feito um alinhamento
conceitual, a definição de estratégias, o estabelecimento
de metas e a definição dos projetos do Plano. Em função da
sua validação, ressaltou que é de extrema importância o comparecimento
dos Secretários de Saúde na reunião do dia 29 de
agosto, no Sindicato dos Médicos de Campinas. Após a validação
pela Câmara, será submetido ao Conselho de
Desenvolvimento e, como último passo, a apresentação e divulgação
do Plano Metropolitano de Saúde. Esta Câmara também
se envolveu ativamente com a utilização de recursos disponibilizados
no Fundo Nacional de Saúde, fruto da emenda elaborada
pelo Deputado Vanderlei Macris, que inclui no orçamento
geral da União o destino de recursos para a saúde na RMC. À
princípio foram liberados cem mil reais, e a Agemcamp e os
municípios tiveram um trabalho imenso em aprender como funciona
o sistema, fazer o cadastramento de todos os equipamentos
necessários e suas especificações técnicas, etc. Todos
os municípios puderam indicar equipamentos a serem adquiridos
e, no total, foram solicitados 427 equipamentos representando
um investimento de 120 mil reais, sendo 20 mil por parte
da Agemcamp e o restante do Fundo Nacional de Saúde. Já a
Câmara de Transportes tem trabalhado na aquisição das licenças
do Map-info, envolvendo-se com o SIG Caminhos
Metropolitanos. Para a execução deste projeto, a Agemcamp
elaborou e acompanhou a assinatura dos Termos de
Compromisso e, a partir disso, foi feito um workshop técnico
discutindo aspectos específicos, bem como visita a todas as
Prefeituras verificando as condições físicas e de pessoal para a
operação do sistema, além da apresentação da Empresa
Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) sobre o novo
sistema de bilhetagem eletrônica, com impacto em vários municípios,
e discussão de questões relacionadas tanto ao corredor
metropolitano quanto à municipalização do serviço de guincho.
Os trabalhos terão continuidade com o acompanhamento da
implementação de todos os passos do SIG CM e com a discussão
mais específica do impacto das praças dos pedágios nas
cidades e das concessões de rodovias e ferrovias na região. As
Câmaras Temáticas de Segurança e Planejamento e Uso do Solo
não estão com reuniões regulares, mas a primeira já tem marcada
a próxima reunião para o dia 11 de setembro e, a partir de
então, será estabelecida uma agenda de trabalho regular com
reuniões mensais, e haverá a apresentação do estudo da
Secretaria de Segurança Pública, conduzido através da
Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP), que é o retrato
da situação da segurança no Estado de São Paulo, objetivando
subsidiar os integrantes da Câmara Temática com informações
para o planejamento da elaboração e aprovação do
Termo de Referência para a proposição do Sistema Integrado de
Segurança na RMC. Sobre a Câmara de Planejamento e Uso do
Solo, comunicou que, no começo do ano, discutiam-se questões
de divisas municipais, no entanto, a partir deste momento os
municípios passaram a não comparecer nas reuniões, evento
que será encaminhado pela equipe técnica da Agemcamp no
próximo mês. Relembrando o início de duas Câmaras Temáticas
na semana seguinte, a Sra. Marcia confessou estar otimista
apesar de ser final de ano e período de eleições municipais,
tendo em vista a demanda das Prefeituras com relação aos
temas que serão tratados e, por fim, colocou-se à disposição
para o esclarecimento de dúvidas. Com a palavra, o Presidente
levantou as dificuldades dos municípios com relação à habitação,
por não possuírem fundo de investimento e orçamento
para o setor e existe uma grande demanda da população nessa
área. A respeito disso, o Sr. Jorge Nicolau sugeriu programar
para uma das próximas reuniões a apresentação da Política de
Habitação Paulista, aprovada recentemente com a criação do
Fundo Paulista de Habitação, do Fundo Garantidor e do
Conselho Estadual de Habitação, a fim de esclarecer a situação
e as mudanças que vêm ocorrendo no Estado. O Presidente concordou
e manifestou certo contentamento por já haver algo de
diferente neste sentido. Em seguida, A Sra. Áurea justificou a
ausência da Dra. Iêda e fez uma ligação entre a evolução da
arrecadação de recursos para o Fundo e o balanço das Câmaras
Temáticas apresentado pela Secretária Executiva do Conselho,
Sra. Marcia. Ela chamou atenção para a fase em que estão
ingressando de ter programas, projetos e eventuais obras para
a aplicação desses recursos, cuja previsão de arrecadação no
ano de 2008 equivale a R$ 7.930.000, 00; para o próximo ano,
trabalharam o orçamento considerando a previsão de R$
10.000.000, 00 e a possibilidade de financiar projetos de interesse
comum, reforçando que depende, de fato, do recebimento
das contribuições. Lembrou que há várias possibilidades de
captação de recursos, inclusive no exterior, para financiar projetos
dos mais variados temas, viabilizando ações concretas em
curto prazo, mas que não é possível pedir recursos internacionais
com inadimplência no Conselho. Informou que, finalmente,
foi equacionado o formato do instrumento de liberação de
recursos do Fundo para custear o projeto de contratação da
Emplasa para apoio ao trabalho das Câmaras Temáticas, de
forma que o processo foi concluído e o trabalho já foi iniciado.
A Sra. Marcia informou que a Caixa Econômica Federal está
disponibilizando um espaço denominado Sala das Prefeituras,
com o objetivo de dar apoio aos Prefeitos da região no que diz
respeito a assuntos de habitação do município. O espaço pode
ser reservado para reuniões e conta com internet, telefone, fax
e canal de voz com a matriz da Caixa em Brasília. Para maiores
informações, as Prefeituras interessadas devem entrar em contato
com a Secretaria Executiva do Conselho. No item Outros
assuntos, o Prefeito José Onério falou sobre o espaço Sala das
Prefeituras, parabenizou Santa Bárbara pelas medalhas do
nadador César Cielo Filho nas Olimpíadas, e congratulou com
outros prefeitos o resultado do índice Firjan. O Presidente
Fumach submeteu ao Conselho uma monção ao campeão olímpico
César Cielo Filho, a qual foi aprovada e, em seguida, O Sr.
Joel, em nome de Santa Bárbara D’Oeste, agradeceu a manifestação.
A Sra. Marcia divulgou o evento que será realizado
pelo Instituto de Governo Eletrônico no qual será apresentado
um estudo do governo eletrônico dos municípios do Estado de
São Paulo, com foco para os municípios da RMC, no dia 9 de
setembro, no Salão Vermelho da Prefeitura de Campinas, às 9h.
Sobre o índice Firjan, comunicou que a Agemcamp entrou em
contato com pessoas envolvidas no estudo e enviou um convite
para fazerem uma apresentação na próxima reunião do
Conselho, a fim de que sejam esclarecidas dúvidas sobre a
forma de avaliação. Encerrando, o Presidente Fumach agradeceu
a presença de todos e passou a palavra para o Prefeito
Erich, que também agradeceu a presença de todos, em especial
a do Vereador Marco Antonio Kim, presidente da Câmara
Municipal de Americana, e convidou para o almoço. Nada mais
havendo a tratar, e ou para constar, eu, Marcia Carvalho de
Azevedo, na qualidade de Secretária Executiva, lavro a presente
ata que vai assinada por mim, e pelo Senhor Presidente. José
Roberto Fumach. Presidente.

 

TRISTEZA NA BAIXADA SANTISTA: Morre aos 73 anos, o ex-prefeito de Santos, Paulo Gomes Barbosa; pai do deputado e atual secretário de desenvolvimento social: Paulo Alexandre Barbosa 6

Morre aos 73 anos, o ex-prefeito de Santos, Paulo Gomes Barbosa
20/03/2011 – Prefeitura de Santos

 O ex-prefeito e ex-presidente da Câmara de Santos, Paulo Gomes Barbosa, morreu neste sábado (19), no Hospital Beneficência Portuguesa, de São Paulo, onde estava internado após se submeter uma cirurgia cardíaca no último dia 10. 

O sepultamentofoi realizado neste domingo, dia 20,  no Memorial Necrópole de Santos.

Nascido em 5 de dezembro de 1937, no Vale de Jequitinhonha, em Minas Gerais, Paulo Barbosa era casado desde 19 de setembro de 1961 com Maria Ignez Pereira Barbosa. Ele deixa cinco filhos: Rosane, Christine, Adriane, o delegado de polícia Paulo Eduardo e o deputado estadual Paulo Alexandre Barbosa.

História
A palavra trabalho passou a fazer parte da vida de Paulo Gomes Barbosa muito cedo. Quando menino ficou órfão de pai. Aos nove anos foi trabalhar para ajudar no sustento da família.

Engraxate, ambulante, lavador de carros e, mais tarde, office-boy e ajudante de limpeza na empresa G. Lunardelli S/A Exportadora e Comércio de Café. Venceu como corretor de café. Foi o primeiro brasileiro a vender o produto para o Leste Europeu, principalmente na ex-União Soviética.

Graças a sua brilhante carreira profissional, recebeu o convite para ser prefeito nomeado em Santos, em 1979. No seu mandato, Santos foi eleita duas vezes a “Cidade mais Desenvolvida do País”.

Entre as grandes obras executadas, está a construção de 14.423 unidades habitacionais pela Cohab Santista. Ele construiu o Conjunto Dale Coutinho, em Santos, e o Humaitá, em São Vicente.

Fez a nova entrada de Santos, alargando a avenida Martins Fontes, no Saboó. Na orla da praia, implantou a rede iluminação, instalou os chuveirinhos e construiu a Concha Acústica e o Mercado de Peixes.

Antigo morador do Morro do Pacheco, onde passou a infância e adolescência, Paulo Barbosa fez importantes obras nos morros santista, levando serviços de transporte público, iluminação e reforma de escadarias. Na sua gestão, implantou o Estatuto do Servidor Público, assegurando uma série de benefícios para o funcionalismo municipal. 

Por três legislaturas (entre 1997 e 2008), foi vereador de Santos, sendo o primeiro santista a ocupar os dois cargos políticos mais importantes da cidade: prefeito e presidente da Câmara. Na eleição para presidir o Legislativo santista (entre 2005 e 2006), foi eleito por unanimidade.

ALTA INDAGAÇÃO: “leit motiv” ou “leitmotiv”; exilador ou esilador? …Quanto ao Flit: aqui o “leitmotiv” é o “leite” de todos os policiais e funcionários públicos pagãos 27

Enviado em 20/03/2011 às 21:10 ESILADOR

A quem possa interessar:

Quero esclarecer que não existe nenhum temor de ” revelações bombásticas” que seriam feitas pelo blo do Pannunzio. Inexiste qualquer temor. Ou seja, não existe nenhum temor. Só não entendi qual foi o leit motiv entre o interesse do Sr. Pannunzio e a divulgação desses fatos no momento em que foram divulgados . Ou seja, em pleno desenrolar de uma crise institucional no âmbito da segurança envolvendo a Polícia Civil Republicana do estado de São Paulo. Também entendo que o Sr. Pannunzio, ignorou solenemente as mais primárias orientações de qualquer manual de redação.
A lição de casa do Sr. Pannunzio era das mais simples. Precisaria entender o processo inteiro, ler o inquérito, conversar com os envolvidos, incluindo delegados, juízes e promotores para saber se houve alguma incorreção … É elementar, até mesmo para o leigo que é preciso ter acesso a toda a documentação existente, não apenas aos trechos que o informante destacou. Até o jornalista perengue do pasquim da esquina e os moradores de rua da Cracolândia sabem que os informantes são e sempre serão partes e sempre estarão em prol de seus interesses. É pueril, mas lançar a denúncia é o papel da parte interessada. E seu interesse é que repercuta sem maiores investigações preservando-se a fonte.
Tivesse feito isso tudo, ainda faltava conversar com a corregedora e com o secretário e dar-lhes tempo para que respondessem, se quisessem.
Não é minha intenção ofender ou levantar suspeitas. Estou exercendo meu direito de cidadão ao discordar e não questiono os motivos que levaram o Sr. Pannunzio a veicular esses fatos. Questiono a forma e o momento. Acho que foram intempestivos, extemporâneos e incompletos.
Ao jornalista compete comparar todas as versões, colher todos os dados possíveis e só depois disso publicar. Mas, quando estabelece uma escala de prioridades com base presunção de amealhar dividendos, sejam eles quais forem, principalmente utilizando-se de órgãos de imprensa, a divulgação da matéria foge ao legítimo interesse público. Ai, empresa livre se sobrepõe à imprensa livre.

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 conversar com a corregedora e com o secretário e dar-lhes tempo para que respondessem, se quisessem

Esilador: você quer que jornalista instaure verdadeiro processo assegurando-se ampla defesa aos atos da Administração?  

Quer que jornalista cumpra aquilo que na Segurança Pública POUCO SE FAZ?

Quer que o jornalismo seja pautado pela oportunidade  e CONVENIÊNCIA da Administração?

Ora, a divulgação do vídeo da escrivã está para o jornalismo como a prisão provisória  está para Polícia: “o suspeito fala depois” ; se quiser.

Por fim, você é Esilador ou exilado?    

João Alkimin fala sobre o encontro do Secretário de Segurança com o jornalista da Folha: o senhor Secretário está delirando, assim como o jornalista Mario Cesar Carvalho 68

19.03.2011  19h.30  
  João Alkimin fala sobre o encontro do Secretário de Segurança com o jornalista da Folha
 
  por Acassio Costa  
   
 

Mais de dois milhões de pessoas tomaram conhecimento do encontro do Secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto com o jornalista da Folha de São Paulo, Mario Cesar Carvalho, graças às imagens gravadas pelas câmeras de segurança do Shopping Pátio Higienópolis, no centro da Capital paulista, no dia 25 de fevereiro.

O vídeo foi divulgado nesse site, em primeira mão, pelo radialista João Alkimin.

Em nota da redação, a Folha de São Paulo afirmou: “O repórter Mario Cesar Carvalho se encontrou em local público com o secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto, autoridade da área de especialização do jornalista. A Folha lamenta que imagens colhidas no circuito interno de um shopping center tenham sido utilizadas na tentativa de coibir o trabalho da imprensa.”

Na sequência, a Secretaria de Segurança demitiu o delegado geral, Marco Antonio Desgualdo, considerado homem de confiança do governador Geraldo Alckmin

A Folha da quarta, dia 16, afirma ainda que os quatro identificados até agora no episódio de espionagem contra o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, responderão a inquérito policial sob a suspeita de cometer crimes de prevaricação e usurpação da função pública.

O repórter da Folha de São Paulo, Rodrigo Vizeu, solicitou, por e-mail, um contato com o radialista João Alkimin;

– “Caro João, sou repórter da Folha e gostaria de conversar com você. É possível você me dar um contato por telefone?”

Após passar o numero do telefone, o radialista recebeu uma ligação de Rodrigo que lhe informou que havia uma dúvida sobre o seu parentesco com o governador do Estado.

Além de reafirmar o parentesco, João Alkimin forneceu ao repórter da Folha a árvore genealógica da famosa família originária do Sul de Minas Gerais.

Em face da enorme repercussão dos fatos, falamos com o radialista João Alkimin e perguntamos primeiramente:

Cá pra nós, você é parente do governador do Estado de São Paulo? –  João Alkimin – Basta você verificar a árvore genealógica da família e publicar se quiser. Meu avô era irmão do pai do Governador e minha mãe prima-irmã dele. Sou filho do Desembargador Sylvio Barbosa que foi colega de Tribunal do Desembargador José Geraldo Rodrigues Alckimin, tio do Governador. Que, diga-se de passagem, também é parente da atriz Irene Ravache.

O divulgado parentesco seu com o governador Geraldo Alkimin é visto apenas como um pequeno detalhe nos fatos. Como encara ser procurado pelo repórter da Folha, Rodrigo Vizeu para falar sobre isso? Acha que ele publicará o que conversaram? – Tenho certeza que meu parentesco perto do atual escandalo que assola a Secretaria de Segurança Pública com a divulgação do vídeo do encontro do Secretário com o Jornalista Mario carvalho é simplesmente fumaça. Não sei o que o Rodrigo pensou ao receber cópias da minha árvore genealógica e nem qual era o seu intuito. Isso para mim não é jornalismo, mas apenas subserviência ao Palácio dos Bandeirantes. 

João, o seu sobrenome se escreve Alkimin e o governador assina Alckmin. Por que a diferença na grafia? – Há muito tempo, houve uma ruptura na família e os que apoiavam o ex Vice-Presidente da Republica José Maria Alkimin tiraram o “C” do nome, como foi o meu caso e isso me orgulha. Posso afirmar que, embora meu pai tenha sido Presidente do Tribunal, nunca fui funcionário do Judiciário, do Executivo ou do Legislativo. Sou independente, sem filiação ou cor partidária.

É casado com quem e quantos filhos tem? Sou, com a advogada Tania Lis Tizzoni Nogueira, tenho 4 filhos. 2 meninos e 2 meninas. Um menino e uma menina são advogados, a outra é professora de inglês e o outro está terminando a faculdade de direito. Por isso, sou um homem feliz e realizado.

Conte um pouco de sua vida até o seu ingresso no radialismo. – Comecei na extinta rádio Difusora, em 1969. Quem me incentivou foi Cayon Gadya, criador a “Jet Music”. E não parei mais.

Você responde pelo o programa Show Time considerado agressivo. Como é falar a verdade sempre e quais são as conseqüências? – Não se pode dizer isso do programa, os fatos que ferem a sociedade é que são agressivos. Falar a verdade é gratificante. Me largaram alguns processos. É o preço por manter meu compromisso com o ouvinte.

Alem da divulgação do encontro do Secretário de Segurança com o repórter de Folha de São Paulo que continua tendo essa enorme repercussão, que outros fatos você acha que foram importantes?  – A tentativa desesperada do jornal em tentar explicar o inexplicável e a ânsia do Secretário de Segurança em derrubar delegados indóceis.

Você já sofreu um atentado à bala e quase ficou tetraplégico, como é viver um momento desses? – Terrível, mas já me acostumei às ameaças, telefonemas no meio da noite e outros fatos que não vem ao caso.

Qual foi a posição da Polícia em relação ao atentado? – Depois de anos, a Policia continua investigando por intermédio da Corregedoria Geral da Policia Civil, não tenho esperanças que chegue a algum lugar. Os criminosos não foram localizados.

Alem de Flavio Ashar, participam do programa os famosos jornalistas Carlos Brickmann, Percival de Souza, Palmerio Dória, James Akel e outros. Como é fazer um programa radiofônico com tanta gente famosa? – Além do Flávio, amigo e companheiro de trabalho de mais de 25 anos, os demais também são acima de tudo amigos de quem muito me orgulho. Certamente que são os mais brilhantes,sérios e independentes jornalistas do País e, também não posso me esquecer do querido amigo exemplo de coragem e lealdade, o Ricardo Faria.

Sendo radialista, como é o seu convívio com tantos juízes, desembargadores e outras autoridades? – A proximidade com o Judiciário e outras autoridades é absolutamente normal. As autoridades não precisam gostar de mim, tem que me respeitar como eu as respeito. Quem tem que gostar de mim é minha família e os meus amigos. O poder é efêmero e passageiro,

O que tem a dizer a respeito dos dirigentes das emissoras por onde passou e por que saiu do ar? – Os dirigentes das emissoras por onde passei e sai do ar talvez sejam os menos culpados, reconheço que tenho um gênio muito forte, é difícil conviver comigo. O programa Show Time vai ao ar pela Rádio Planeta FM, 90.3, aos sábados das 08 às 12 horas.

Você teve o sigilo pessoal violado por diversas ditas autoridades no âmbito estadual e federal, como encara isso? – Coisa de criminosos, desocupados e delinquentes. Tentaram denegrir minha imagem e o tiro saiu pela culatra. Nunca escondi meu passado de ninguém, respondi a inumeros processos e fui absolvido. Nunca desviei merenda escolar de crianças, acho o pior dos crimes.

Vamos ao foco, porque resolveu divulgar o encontro do Secretário da Segurança Pública com o repórter da Folha, Mario Cesar Carvalho? – Simplesmente por ser matéria jornalística, presumo que o Mario Cesar Carvalho teria feito o mesmo. Se não não houve nada irregular, ou suspeito, porque a ânsia em desviar o assunto? A afirmativa do Secretário que foi ao encontro para discutir o caso da escrivã torturada não convence. O melhor que se faz é perguntar ao governador porque ele mantém um secretário que está desmantelando a Policia Civil do Estado de São Paulo. Qual será o mistério? 

Falam que mais de dois milhões de pessoas tomaram conhecimento do encontro através da enorme divulgação pelos jornais, sites e blogs. Como vê isso? – Com muita satisfação, pois caiu a mascara de alguns, demonstrou a força da Internet, dos sites e blogs que hoje batem de longe os jornais impressos.

O caso está sendo tratado como espionagem contra o Secretário Antonio Ferreira Pinto, o que acha disso? – Primeiro não existe o crime de espionagem em nosso ordenamento jurídico e nem de conspiração, para felicidade de alguns. Em segundo, o senhor Secretário está delirando, assim como o jornalista Mario Cesar Carvalho que em entrevista ao site Consultor Juridico tenta criar teorias da conspiração, como se estivesse sendo seguido,monitorado, grampeado e outras coisas. Ambos estão se supervalorizando.

Você tem amigos na Polícia Civil, o que acha da demissão de alguns deles da SSP? – Não foram demitidos e sim afastados dos cargos de direção. É absolutamente espantoso, só para citar o caso do Delegado Desgualdo, o homem que mais entende de homicidios neste País. Mas o Secretário nunca gostou dele; – As maiores apreensões de entorpecentes no País foram feitas na gestão Ivaney Cayres e Everardo Tanganelli no DENARC, portanto o Secretário e o Governador esquecem a população. 

Falam bastante em banda podre na Polícia Civil, o que tem a dizer sobre isso? – Banda podre existe no Judiciario, MP, Advocacia, Jornalismo, Radialismo, Medicina, em todas as áreas da sociedade. O Secretário afirma que 900 policiais estão sendo investigados por corrupção. É mentira! Quando tudo vier a público veremos que a maioria foi repreendida por estar sem gravata, chegar atrasado, bater viatura. Chega a ser criminoso a maneira de jogar a honra de tantas pessoas na lata de lixo.

E dou aqui um exemplo claro, o Delegado de Policia, Conde Guerra, com quem já tive asperos debates virtuais; Ele pode ser destemperado, mas não é ladrão. Não existe nenhuma acusação de corrupção contra ele. Por esse motivo, digo que 99,9% dos Policiais são homens honrados, até mesmo os que se escondem no anonimato para me atacar.

O que acha da animosidade entre a Policia Civil e a Policia Militar, como ela deve ser aparada? – É histórica, já que se esqueceu que autoridade é o Delegado de Policia. Houve um tempo em que a própria rádio patrulha era operada por policiais militares à época chamada Força Pública. A Guarda Civil era a policia, não como hoje cuja função é proteger os próprios municipais e tinha como chefe um delegado de policia, o Delegado Sérgio Fleury um de seus diretores.

Para encurtar, como acha que vai terminar tudo isso e o que precisa ser feito para a melhora da Polícia Civil de São Paulo? – Acho que vai terminar no Poder Judiciário a quem cabe dar a última palavra. Para melhorar a Policia Civil é necessário que os políticos a tratem com respeito e paguem melhor seus integrantes. A grande realidade, já dizia o célebre Delegado Coriolano Nogueira Cobra, “a Policia é o lixeiro da sociedade, alguns não gostam dele, mas ninguém vive sem ele.” Fale com João Alkimin showtime.radio@hotmail.com

Acassio Costa é advogado – acassiocosta@bol.com.br

http://www.vejosaojose.com.br/index.htm

Jornal Agora – PMs suspeitos de assassinato trabalham nas ruas 12

———- Mensagem encaminhada ———-
De:
Data: 21 de março de 2011 10:26
Assunto: Jornal Agora – PM´s
Para: dipol@flitparalisante.com


21/03/2011

PMs suspeitos de assassinato trabalham nas ruas

Léo Arcoverde
do Agora

A maioria dos PMs acusados de participar do grupo de extermínio Matadores do 18 está nas ruas, trabalhando normalmente. Os suspeitos estão espalhados em sete diferentes batalhões –nas regiões norte, sul e central da capital.

O apelido do grupo refere-se ao batalhão onde os PMs trabalhavam, na Freguesia do Ó (zona norte).

A Polícia Civil suspeita de que as mortes não tenham parado. Segundo apurou o Agora, a única testemunha presencial de um dos homicídios morreu de forma suspeita no dia 26 de janeiro –um dia antes de prestar depoimento.

 

 

21/03/2011

Testemunha morre um dia antes de depor

Léo Arcoverde
do Agora

O estudante Caio Correia da Cruz, 17 anos, morreu no dia 26 de janeiro deste ano ao cair de uma moto na rua Padre Justino Lombardi, em Pirituba (zona norte de SP). Ele apresentava sinais de overdose. A versão foi contada no 33º DP (Pirituba) por dois PMs do 49º Batalhão. O registro do caso foi de morte suspeita.

Para o DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa), porém, a versão dos PMs pode ser uma farsa.

Cruz é a principal testemunha de um assassinato, em 2008, atribuído a quatro PMs da Força Tática do 18º Batalhão (zona norte): o tenente Jonas Paro Barreto e os soldados Fernando Félix, Adriano Roda dos Santos e Sandro Rodrigues de Sousa.

 

 

21/03/2011

‘Eu estava em serviço’

Léo Arcoverde
do Agora

O soldado Adriano Roda dos Santos disse que a morte de Everton Torres Rodrigues se deu após ele e seus três colegas se depararem com o carro roubado. “Eu estava em serviço, no carro da polícia e houve essa ocorrência”, afirmou.

Questionado sobre o fato de ser acusado de um assassinato atribuído a um grupo de extermínio, ele afirmou que isso “se deve ao fato de o batalhão ser meio famoso”. “Não fui indiciado por fazer parte de grupo de extermínio.”

O Agora não conseguiu ouvir os soldados Félix e Sousa. PMs do 49º Batalhão disseram que eles tentaram ligar para a reportagem, sem conseguir o contato.

Um subordinado do tenente Barreto disse para a reportagem procurar a assessoria da PM, que não se manifestou especificamente sobre o caso.

A reestruturação na segurança pública iniciada pelo governo de São Paulo testará o trabalho integrado das Polícias Civil e Militar -primeiro passo para a unificação. 37

19/03/2011 –

 Plano do governo vai testar integração das polícias em SP
ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO
VENCESLAU BORLINA FILHO
DE RIBEIRÃO PRETO

A reestruturação na segurança pública iniciada pelo governo de São Paulo testará o trabalho integrado das Polícias Civil e Militar -primeiro passo para a unificação.

Esse teste da administração Geraldo Alckmin (PSDB) inclui desde o compartilhamento de informações criminais até a construção de prédios para abrigar policiais das duas instituições.

Parte desse trabalho integrado em São Paulo foi anunciada nesta semana.

Uma delas foi a decisão da Polícia Militar de compartilhar seu banco de dados, o Fotocrim, com mais de 400 mil registros de imagens e informações sobre criminosos.

“É uma prova cabal da integração das duas polícias. Ambas são compostas por integrantes da sociedade a serviço da sociedade”, disse o delegado-geral Marcos Carneiro Lima.

 Editoria de Arte/Folhapress 
 

INTEGRAÇÃO FÍSICA

Outro ponto é a proposta de construir prédios onde trabalharão juntos policiais civis e militares. Isso era comum nos anos 1980, mas disputas institucionais deram fim à prática. O auge do litígio foi em 2008 quando policiais civis e militares entraram em confronto em frente ao Palácio dos Bandeirantes.

Não está certo, porém, nem o local nem quando deverá ocorrer essa construção.

Essas medidas se somam ainda, conforme a Folha revelou ontem, ao plano de fechar delegacias em cidades com menos de 10 mil habitantes, onde a PM vai registrar as ocorrências. As duas polícias vão ter sistema integrado desses registros.

“Para nós, da Polícia Militar, isso é uma integração com a Polícia Civil extremamente salutar. Vem ao encontro do interesse público”, disse o comandante-geral da PM, Álvaro Camilo.

Nas cidades maiores, onde também haverá fechamento de DPs, a PM também vai intensificar o policiamento.

“Estamos conversando para acertar esses pontos. Ter uma delegacia não implica maior segurança. O que implica maior segurança é a polícia na rua”, disse. “O entrosamento da PM com a Civil está muito bom.”

Na capital, também haverá fechamento de delegacias. Ainda não foi divulgado, porém, quais dos 93 distritos serão cortados. O governo vai esperar a PM conseguir registrar BOs em toda a cidade.

A integração das polícias é, para especialistas, primordial para uma eventual unificação. Para Theodomiro Dias Neto, advogado especialista em segurança, apesar de bem-vindas as medidas, ainda é prematuro falar em unificação, algo “absolutamente improvável” no país.

“Poucos temas são tão consensuais quanto o fato de que as polícias precisam ser mais integradas. E não só em São Paulo. Por outro lado, poucas questões avançam de forma tão lenta quanto essa”, afirma

O JORNALISTA ANDRÉ CARAMANTE – DEPOIS DE 5 MESES – OBTEVE “PROVIDENCIAL” AUTORIZAÇÃO DOS SUPERIORES E DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PARA NOTICIAR E DIVULGAR O VÍDEO COM IMAGENS DE OFICIAIS DA ROTA COMANDANDO AÇÃO DESTINADA A DESVIAR COCAÍNA APREENDIDA…EM OUTUBRO DE 2010 ATRAPALHARIA A CAMPANHA DE JOSÉ SERRA; EM DEZEMBRO ATRAPALHARIA A RECONDUÇÃO DE FERREIRA PINTO…HOJE SERVE PARA DEMONSTRAR QUE FERREIRA PINTO NÃO BLINDA OS DESVIOS DA PM 122

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/12/21/video-coloca-acao-de-policiais-da-rota-sob-suspeita/

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/10/16/mp-investiga-o-envolvimento-de-policiais-no-desvio-de-drogas/

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BUNDA É BUNDA; RETO É RETO!

A PM é uma grande bunda: todo mundo vê.

A PC é o reto: todo mundo quer phoder.

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/01/11/ora-a-pm-desde-antanho-e-o-principal-pilar-da-seguranca-do-governo-do-estado-o-cidadao-comum-continua-apenas-com-a-fe-no-criador-alem-de-uma-baita-vontade-de-afogar-no-tiete-o-geraldo-o-s/

OFICIAIS DA ROTA COMANDARAM DESVIO DE COCAÍNA…A CORPORAÇÃO NÃO SE MANIFESTA 73

19/03/2011 – 04h37

PMs da Rota são filmados ao misturar droga em tambor em SP

ANDRE CARAMANTE
DE SÃO PAULO

Imagens das câmeras de segurança de um depósito para materiais de construção colocaram em dúvida a atuação de oito policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), tida como a tropa de elite da PM paulista, e foram usadas na revogação da prisão de quatro suspeitos de tráfico de drogas.

Vídeo

Os PMs foram filmados ao misturar num tambor um pó branco que disseram ser cocaína. Com base nas imagens, a Corregedoria da PM investiga a quantidade de droga apresentada pelos homens da Rota à Polícia Civil, se eles pegaram ou não parte do pó branco e também o grau de pureza do material.

Dos 19 PMs que estiveram na depósito, 3 são oficiais. Oito foram filmados ao misturar o pó branco no tambor. Eles dizem que o pó eram 17,5 kg de cocaína.

Pela lei, os PMs deviam ter preservado o local e a maneira como o pó branco foi encontrado. Para a Justiça, as imagens deixaram dúvida sobre a “materialidade” do crime de tráfico de drogas imputado aos quatro acusados pelos policiais da Rota.

Os PMs disseram à Polícia Civil ter apreendido o pó branco em uma mala que seria dos quatro acusados por eles de tráfico de drogas.

Os outros 11 PMs são investigados por acobertar os demais na operação de 20 de outubro de 2009, no Parque Santa Madalena (zona leste).

Em maio de 2010, o Tribunal de Justiça enviou as imagens para o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, para que ele tomasse providências.

Os PMs gravados ao misturar o pó branco são o segundo-tenente Phelipe Barreto Regonato, o subtenente Sérgio Antonio Soares Santana, o cabo Andrews da Silva e os soldados José Bezerra Leite, Elenilton Alves Gomes, Aleixo Romano Cesário, Silvio Leal Carvalho e André Luiz de Oliveira Júnior.

A Folha tentou falar com os PMs e com o comandante-geral, coronel Álvaro Batista Camilo, mas ninguém quis comentar o caso. A corporação também se recusou a informar se eles foram afastados das ruas.

O Delegado Luiz Carlos do Carmo – pretenso amigo e suposto instrutor de defesa pessoal de Saulo de Abreu – esteve no Shopping Higienópolis coletando informações sobre o relacionamento de Ferreira Pinto com jornalista da Folha de São Paulo 39

I'm a bad, bad, bad, bad, bad,bad, bad, bad, bad, bad, bad, bad, boy

Enviado em 19/03/2011 às 6:09 – KREMENSOV

Espionagem: identificado mais 1 delegado

Marcelo Godoy – O Estado de S.Paulo

A Corregedoria da Polícia Civil identificou mais um delegado suspeito de participar da espionagem contra o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto. Trata-se de Luiz Carlos do Carmo, titular da Delegacia de Pessoas Desaparecidas do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ele deve ser afastado do cargo na segunda-feira.

Carmo foi filmado no Shopping Pátio Higienópolis ao lado do então diretor do DHPP, delegado Marco Antonio Desgualdo, quando um grupo de policiais apanhou imagens de um encontro do secretário com um jornalista ocorrido dias antes. O objetivo era acusar Ferreira Pinto de estar por trás da divulgação de informações que provocaram a queda do sociólogo Túlio Kahn, responsável pelas estatísticas da Secretaria da Segurança.

O episódio provocou o afastamento de Desgualdo do cargo por quebra de confiança. Carmo disse que só acompanhou o diretor do DHPP ao shopping. “Quando percebemos que se tratava do secretário, saímos de lá”, disse Carmo. Além dele e de Desgualdo também são suspeitos dois outros delegados, um ex-delegado e dois investigadores.

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110319/not_imp694131,0.php

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Delegado cai após “reciclar” investigação

Luiz Carlos do Carmo, que chefiava a 8ª Seccional, apresentou como inédita aos seus superiores apuração iniciada 2 anos antes

Foram cumpridos mais de 30 mandados, com apoio de 60 agentes fiscais destacados pelo governo do Estado; Carmo não se pronunciou

ANDRÉ CARAMANTE
DA REPORTAGEM LOCAL

O delegado Luiz Carlos do Carmo foi afastado do cargo de chefe da 8ª Seccional da Polícia por ter apresentado aos responsáveis pela segurança pública de São Paulo uma investigação sobre sonegação fiscal com mais de dois anos de duração como se fosse algo inédito e que iria render cerca de R$ 50 milhões aos cofres públicos.
Além de Carmo -até então responsável pela coordenação de dez delegacias da zona leste de São Paulo-, outros dois delegados (um titular e um assistente), três investigadores e um chefe de investigação, todos do 66º DP (Vale do Aricanduva), também deixaram seus cargos por conta da quebra de confiança. O afastamento foi publicado no “Diário Oficial” do Estado.
Procurado ontem à noite, Carmo não se pronunciou.
A queda de Carmo começou a ser desenhada em junho, quando, ao lado dos seis policiais do 66º DP, ele apresentou à cúpula da Polícia Civil de São Paulo um pedido de apoio para realizar uma megaoperação contra a sonegação fiscal praticada por 30 metalúrgicas da zona leste.
Carmo anunciou que o governo do Estado poderia arrecadar até R$ 50 milhões com os impostos sonegados. Disse ainda que o método de sonegação era inédito e que a operação teria grande repercussão.
Em meio à crise enfrentada pela Polícia Civil no período, principalmente devido a acusações de corrupção envolvendo caça-níqueis, o secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, e o delegado-geral, Mário Jordão Toledo Leme, deram sinal verde para a operação.
Mais de 30 mandados judiciais foram cumpridos por policiais, juntamente com cerca de 60 agentes e fiscais da Secretaria da Fazenda estadual, destacados especialmente pelo Palácio dos Bandeirantes.

Nada de novo
Dias depois, os advogados das metalúrgicas que foram alvo dos mandados judiciais tentaram, sem sucesso, obter cópias do inquérito policial. A dificuldade para obter os documentos (o inquérito era público e não tinha segredo decretado) chegou à cúpula da polícia, que decidiu apurar o motivo.
Quando o delegado-geral recebeu as cópias do inquérito policial com uma capa na qual constava o ano de 2005 como o da abertura da investigação, a ação de Carmo e de seus subordinados passou a ser vista como “quebra de confiança” e a sua saída foi decidida.
Atualmente, o inquérito sobre a sonegação fiscal é analisado pela cúpula da Polícia Civil, que busca indícios de irregularidades nas ações policiais. Já se sabe, por exemplo, que a investigação apresentada como inédita por Carmo começou em 2005 a pedido da Procuradoria Geral de Justiça e da Secretaria da Fazenda.
Também está comprovado que o “novo método de sonegação” é, na verdade, a velha tática das “offshores”, as empresas abertas em paraísos fiscais.
Carmo é amigo do ex-secretário da Segurança Saulo de Castro Abreu Filho

Procurado, Carmo não se pronunciou

DA REPORTAGEM LOCAL

Luiz Carlos do Carmo foi procurado no início da noite de ontem, por telefone, mas não atendeu ao pedido de entrevista.
O delegado-geral, Mário Jordão Toledo Leme, não quis se pronunciar ontem sobre o afastamento de Carmo.
Leme, que entrará em férias na segunda-feira, designou o delegado Aldo Galiano Júnior, diretor do Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), a central de todas as 93 delegacias da capital, para falar sobre o caso.
Segundo Galiano Júnior, a saída de Carmo ocorreu por conta de um programa de controle de qualidade nas ações policiais e também porque o delegado não tinha mais o perfil adequado para chefiar a 8ª Seccional.
Procurado à noite, o governador José Serra (PSDB) afirmou, por sua assessoria, não saber nada sobre a operação coordenada por Carmo. (AC)

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28/02/2009-10h16

Três delegados são suspeitos de compra de cargos de chefia em SP

ROGÉRIO PAGNAN
ANDRÉ CARAMANTE
LUIS KAWAGUTI
da Folha de S.Paulo

Os delegados Fábio Pinheiro Lopes, Emílio Françolin e Luís Carlos do Carmo são investigados pelo Ministério Público Estadual e pela Corregedoria da Polícia Civil pela suspeita de terem comprado cargos de chefia na Polícia Civil de São Paulo. Os policiais negam.

A investigação tem como ponto de partida o depoimento do ex-policial civil Augusto Peña dado à Promotoria neste mês e ao qual a Folha teve acesso. Peña, que não apresentou provas, diz que atuava como intermediário na negociação entre policiais e o então secretário-adjunto da Segurança Lauro Malheiros Neto.

De acordo com ele, Lopes pagou R$ 110 mil a Malheiros Neto para assumir a 3ª Delegacia de Investigações Gerais do Deic (divisão de combate ao crime organizado).

Já Françolin, sempre segundo o ex-policial, pagou R$ 250 mil para assumir a 5ª delegacia seccional da capital. Peña afirma ter sido o responsável pela entrega do dinheiro. A quantia foi entregue ao advogado Celso Valente, que seria outro intermediário de Malheiros na vendas de cargos e outros benefícios dentro da polícia.

Já Luís Carlos do Carmo também pagou, segundo Peña, por uma vaga no Detran. “O declarante não soube informar o valor porque recebeu apenas um pacote fechado”, diz outro trecho do depoimento.

Uma das hipóteses é que os policiais compravam os cargos para lucrar, por exemplo, com extorsões a investigados.

Os delegados Carmo e Lopes deixaram as funções após a saída de Malheiros Neto da secretaria. Carmo foi para uma delegacia do idoso e Lopes, para o 99º DP. Françolin continua na mesma seccional.

Nomeado para o cargo em janeiro de 2007, Malheiros Neto pediu exoneração em maio de 2008, logo após a prisão de Peña –acusado de extorquir dinheiro de integrantes do PCC.

No depoimento de agora, Peña confessou esse e outros crimes na tentativa de obter o benefício da delação premiada.

Esses benefícios, que podem reduzir a condenação do ex-policial, só são concedidos pela Justiça se as informações repassadas pelo acusado forem consideradas consistentes.

Amizade

De acordo com Peña no depoimento, ele e Malheiros Neto eram amigos havia anos. Foi a primeira vez que Peña admitiu manter uma relação próxima com o ex-secretário. A suposta ligação entre os dois foi denunciada ao Ministério Público por Regina Célia Lemes de Carvalho, ex-mulher do ex-policial.

Em janeiro de 2007, quando Malheiros assumiu o cargo de secretário-adjunto da Segurança, o então investigador disse ter sido procurado por ele para ser transferido a 3ª DIG do Deic. Lá, teria duas missões, segundo afirma no depoimento:

1) “Apertar o cerco em cima dos bingos e das máquinas de caça-níqueis, para poder arrecadar dinheiro de forma ilícita. Em outras palavras, cobrança de propina”; 2) “Ficar de olho” no delegado Fábio Pinheiro Lopes, “vigiando se o dinheiro [da propina] não era desviado”. “De acordo com o tamanho da casa de jogo, deveriam pagar de R$ 20 mil a R$ 200 mil mensais, em dinheiro”, disse.

Corregedoria

A investigação na Corregedoria trocou ontem de mãos. O secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, substituiu o delegado Gerson Carvalho por um homem de confiança: Roberto Avino, que trabalhava ultimamente na Secretaria da Segurança.

Outro lado

Dois delegados classificaram as acusações como “infundadas” e “absurdas”. O outro não foi localizado.

O delegado Fábio Pinheiro Lopes, atualmente na chefia do 99º DP (Campo Grande), afirmou que “Augusto Peña é um bandido e que as acusações de corrupção feitas contra ele são uma vingança porque ambos são inimigos”.

De acordo com Lopes, Peña quer se vingar dele porque quando trabalharam juntos, no Deic, o delegado acusou o então investigador de desviar uma carga de videogames que estava apreendida na delegacia. “Esse rapaz é meu inimigo pessoal. Eu o expulsei do Deic”, disse.

Ainda segundo Lopes, as acusações de que teria pago R$ 110 mil ao ex-secretário-adjunto da Segurança Pública Lauro Malheiros Neto para assumir a 3ª DIG (Delegacia de Investigações Gerais) são infundadas. “Eu nunca fui processado, nunca tive uma sindicância na minha carreira [de 17 anos]”, disse.

Lopes também disse que, ao contrário do que afirmou Peña, ele nunca cobrou propina para protelar inquéritos policiais contra bingos ou donos de caça-níqueis.

O delegado Emílio Françolin classificou a acusação de ter pago R$ 250 mil a Malheiros Neto para assumir a 5ª Seccional como absurda.

O delegado Luiz Carlos do Carmo foi procurado pela reportagem em seu celular, mas não foi localizado até a conclusão desta edição.

O advogado de Malheiros Neto, Alberto Zacharias Toron, nega as acusações. Ele disse que seu cliente propôs ao Ministério Público ser ouvido, mas não obteve resposta, e ainda não conseguiu ter acesso ao inquérito.

O secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, não quis comentar o teor do depoimento de Peña, segundo sua assessoria. A pasta informou que a mudança de delegados na Corregedoria faz parte de uma série de transferências rotineiras.

O advogado Celso Valente não foi localizado.


Justiça manda reintegrar policial civil demitido sumariamente pela SSP 51

Enviado em 19/03/2011 às 0:58

Justiça manda reintegrar policial civil demitido sumariamente pela SSP

March 18 | Posted by Fábio Pannunzio | Direitos humanos, Manchetes, Notícias, Segurança Tags: Antônio Ferreira Pinto, Elison, Operação Pelada, readmissão

Por decisão da Primeira Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo, a Secretaria de Segurança Pública terá que reintegrar à Polícia Civil o investigador Elison Rozziolli, demitido pela Secretária de Segurança Pública de São Paulo no curso de um procedimento administrativo cheio de contradições. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo desta quinta-feira, 17 de março.

Elison e dois outros investigadores foram acusados de concussão supostamente praticada contra um comerciante da periferia de Campinas. O Blog teve acesso à íntegra dos processos judiciais e do procedimento administrativo. A leitura atenta deixa claro que a demissão contrariou posição unânime do Conselho da Polícia civil, que por diversas vezes opinou pela suspensão das sanções administrativas até o trânsito em julgado do processo criminal instaurado para apurar a denúncia.

O fato que deu origem ao processo aconteceu em fevereiro de 2003. Elison, aprovado quatro anos antes em segfundo lugar no concurso para ingressar na PC, acabava de ser trasnferido do GARRA para a delegacia de roubos de autos. Ele e dois colegas faziam uma ronda quando localizaram um caminhão descarregando 200 dúzias de cerveja em um bar na periferia de Campinas.

O dono do estabelecimento não tinha a nota fiscal do produto. O motorista do caminhão levou dois dos três policiais até o depósito onde havia carregado o veículo. Elison permanceu o tempo todo no local da ocorrência vigiando o caminhão. Uma hora depois, os policiais trouxeram ao local o fornecedor da bebida com as notas fiscais de origem. O carregamento foi então liberado.

No mesmo dia, o fornecedor da bebida foi à Corregedoria e prestou queixa de concussão. Segundo ele, os dois policiais que estiveram no depósito exigiram dele R$ 4 mil ameaçando prendê-lo como suspeito de roubo de carga. Parte do dinheiro — R$ 1 mil — teria sido emprestada por um borracheiro vizinho.

O empréstimo foi confirmado pelo borracheiro e todas as testemunhas ouvidas na investigação aberta pela Corregedoria declararam ter procurado a polícia a pedido do comerciante. Ninguém, no entanto, afirmou haver testemunhado a entrega ou sequer a exigência do suborno, que estranhamente teria sido devolvido no mesmo dia por um vizinho do comerciante supostamente achacado.

Dias depois, quando foi ouvido pela segunda vez, o dono do depósito passou a negar o fato. Disse que havia mentido porque teria sido agredido por um dos investigadores e queria “prejudicar” intencionalmente os policiais.

Quem lê o processo fica com a impressão de que há várias inverossimilhanças na história. A primeira delas são as razões apresentadas para o arrependimento do denunciante. No campo das suposições, cabe, para argumentar, a possibilidade de que ele tenha sido coagido a mudar sua versão. Ainda assim, algumas anotações são inquestionáveis.

A primeira delas é a que dá conta de que Elison não estava no local onde teria sido tramada a concussão. Todas as peças afirmam que ele não estava no depósito, e sim a quilômetros de distância, no bar onde a bebida era descarregada, enquanto os colegas permaneciam com o empresário.

Na cena descrita nos depoimentos cabe a hipótese — pausível, no entendimento do Blog — de que a dupla tenha tentado extorquir o fornecedor da cerveja. Mas é certo que nela não aparece o investigador Elison.

A investigação da corregedoria, no entanto, não individualizou as condutas dos três policiais. Não levou em consideração que o dia em que se deu o episódio era o primeiro dia de trabalho de Elison na Delegacia de Roubos de Carros. Até a véspera, ele continuava no GARRA, nas mesmas funções em que foi lotado desde que foi aprovado — em segundo lugar, diga-se — no concurso da Polícia civil.

As contradições nos depoimentos das testemunhas não passaram desperbercidas ao delegado Luís Eduardo Carneiro, que presidiu o procedimento administrativo. Emm 25 de agosto de 2003 ele oficiou ao delegado-geral alertando que “há alguma divergência no depoimento das testemunhas”, e que seria necessário “aguardar o desenrolar do processo-crime, onde o denunciante poderá apresentar nova versão, ou confirmar uma delas”.

O delegado também opinou pelo sobrestamento da sindicância e a suspensão de todas as medidas punitivas que já haviam sido aplicadas até que a Primeira Vara Criminal de Campinas julgasse o processo criminal instaurado para apurar a denúncia.

O primeiro sobrestamento: reiterado diversas vezes, já alertava para a falta de consistência das provas.
O delegado-geral encaminhou o assunto ao Conselho da Polícia Civil. Este, por sua vez, acolheu por unamidade o voto do relator, delegado José Laerte Goffi Macedo, que determinou o sobrestamento do procedimento administrativo até o julgamento do processo-crime em 25 de outubro do mesmo ano. Consultado, o Ministério Público também se manifestou favoravelmente à suspensão temporária das investigações na instância administrativa, que foi determinado pelo então secretário de Segurança Pública Saulo de Castro Abreu.

No dia 9 de outubro de 2.007, Elison e os dois ocmpanheiros foram condenados em primeira instância. Os advogados dos policiais impetraram recurso ao Tribunal de Justiça e pediram novo sobrestamento do processo admnistrativo. Mas o recurso foi negado pelo então secretário de Segurança Pública Roberto Marzagão resolveu desconhecer a recomendação unânime do Conselho da Polícia Civil de aguardar o julgamento do recurso e demitiu os policiais a bem do serviço público.

O relator do caso na reunião do conselho asseverou, em seu voto, que “eventual reforma decisória poderia relfetir na decisão deste persecutório administrativo, que no sentido condenatório, quer no absolutório, haja vista a tempestividade de se aventurar num devisório sem a clareza necessária do conjunto probante”, no que foi acompanhado pelos demais conselheiros.

Despacho em que Antônio Ferreira Pinto decide manter a decisão de demitir os policiais, a despeito da decisão do TJ de absolvê-los.
A senteça da primeira instância foi reformada em no ano passado. Elison e os colegas foram absolvidos pela Décima-Quinta Turma do Tribunal de Justiça. Quando o acórdão foi publicado, ingressaram com um pedido de reconsideração da demissão. Mas o Secretário de Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto decidiu desconhecer a absolvição na esfera criminal e manteve a pena aplicada por seu antecessor(veja fac-símile do despacho ao lado).

Durante os dois anos que se passaram, Elison experimentou todo tipo de privação. Perdeu o salário, os amigos e a dignidade. Ele disse ao Blog do Pannunzio que chegou a se sentir “como um leproso”, estigmatizado e sem perspectivas.

Sem renda para se manter, sobreviveu às custas da ex-mulher, uma advogada que lhe deu apoio incondicional. Enquanto isso, cursou direito e administração de empresas para tentar mudar seu campo de atuação profissional.

A angústia só teve fim quando ele viu publicada no Diário Oficial deo ontem a determinação de queseja reincorporado às mesmas funções que ocupava antes na Polícia Civil. Emocionado, com os olhos encharcados de lágrimas, ele jura que não fez o que lhe imputaram. Ainda não está certo sobre se continuará ou não como investigador. Mas agora ostenta com orgulho a carteirinha da OAB recém conquistada.

A consequência da decisão da Secretaria de Segurança Pública de manter a demissão vai custar caro ao contribuinte do Estado de São Paulo. Ele fará jus ao pagamento de todos os salário que não recebeu. E a sociedade foi onerada ainda mais, uma vez que o policial, caso prevalecesse o bom-senso, poderia estar ajudando a movimentar a máquina da segurança pública.

O caso encerra um emblema: até que seja condenado com sentença transitada em julgado, nenhum ciddão pode ser apenado. Nem na instância administrativa, nem em qualquer outra esfera.

http://www.pannunzio.com.br/archives/7857