DGP MARCOS CARNEIRO DE LIMA NO PROGRAMA DO JÔ 73

Hoje

seg, 05/09/11 por Editor | categoria Hoje | tags , ,

Nesta segunda-feira, dia 05 de setembro, Jô Soares entrevista Caio Ribeiro, Marcos Carneiro de Lima e Lisa Sanders.

Fora dos campos há cinco anos, o ex-jogador Caio Ribeiro trouxe sua experiência de bastidores do futebol para as transmissões da Globo. Ano passado, Caio foi o principal parceiro de Thiago Leifert no “Central da Copa” e tornou-se personagem da campanha “Libertem Caio Ribeiro”, encabeçada pelo próprio Tiago, que era o principal responsável por sua jornada de trabalho exaustiva.

O Delegado Geral da Polícia de São Paulo, Marcos Carneiro de Lima, vem ao Programa falar das medidas que vem adotando desde que foi nomeado no começo do ano.

http://programadojo.globo.com/videos/v/marcos-carneiro-lima-e-o-delegado-geral-da-policia-de-sao-paulo/1620879/#/Entrevistas/page/1

Governo de SP retira mais de R$ 78 milhões da Secretaria de Segurança 21

Caro Dr. Guerra:

Publicado pelo PT na Assembleia:

Governo de SP retira mais de R$ 78 milhões da Secretaria de Segurança 

A população do Estado de São Paulo assiste acuada ao crescimento da criminalidade. Os ataques a caixas eletrônicos aumentam assustadoramente. Levantamento da imprensa apurou que, de janeiro até agora, 105 casos de ataques a estes equipamentos aconteceram no período noturno, somente na Região Metropolitana de São Paulo. Foram 50 ações na Capital e 55 na Grande São Paulo. Em 72 dos 105 casos, os bandidos utilizaram explosivos; e em 36 deles as máquinas estavam instaladas dentro de supermercados. O interior do Estado também tem sofrido com este tipo de crime.

O governo do Estado permanece omisso. Faltam investimentos em inteligência policial, essencial na prevenção e repressão ao crime organizado. 

O orçamento da secretaria para 2011, previsto em lei, era de R$ 11,9 bilhões. De janeiro até agora, o governo tucano retirou mais de R$ 78 milhões para suplementar outros órgãos do Estado.

“Este é o reflexo da falta de uma política de Segurança Pública para o Estado de São Paulo”, destaca o líder da Bancada do PT na Assembleia Legislativa, deputado Enio Tatto.

Riscos ao cidadão

Nas explosões dos caixas, além do intolerável crime ao patrimônio, os bandidos expõem o cidadão comum ao risco de perder sua vida, em uma destas explosões.

Os caixas eletrônicos fora dos bancos que, antes, eram uma comodidade para a pessoa que, em qualquer horário, e em vários pontos comerciais, poderia retirar dinheiro. Agora, está o comércio sob o risco de ser alvo de uma explosão, seus funcionários, os frequentadores e as pessoas passam ou moram no entorno.

Só nas últimas 48 horas

Quatro caixas eletrônicos foram atacados por criminosos, na madrugada desta quinta-feira (1/9). Dois na Zona Sul da Capital, um no município de Jacareí e outro em Rio Claro. Em todos os casos, os bandidos explodiram os caixas, estavam fortemente armados e conseguiram fugir levando parte de dinheiro.

A GRANDE FAXINA DO CAP-PM PROMOTOR FERREIRA PINTO: “POLÍCIA CONTRA POLÍCIA PARA PROVAR QUAL DAS DUAS É A MENOS BANDALHA” 26

Enviado em 05/09/2011 as 18:01 – FLIT PARALISANTE

TÁ EXPLICADO:

Leia acima ( Deic prende policiais militares ) o desastre que o idolatrado CAP-PM FERREIRA PINTO, fez com as Polícias.

Desagregador, dissimulado e mais perigoso que quaisquer organizações criminosas…

Diz faxinar a Polícia Civil.

Futuramente , tal como o CAP-PM Fleury Filho e irmão LIlico , veremos o que de fato ele faxinou.

_________________________________

05/09/2011 às 16:48 | #14 –  EU AINDA ACREDITO NA PC

PMs são presos em operação contra roubo de caixas eletrônicos em SP
Policiais do Deic cumpriram 11 mandados de busca e apreensão.
Detenções ocorreram nas zonas Leste e Sul da capital e no Guarujá.

Do G1 SP
imprimir

Quatro policiais militares foram presos na manhã desta segunda-feira (5) durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo para combater ataques a caixas eletrônicos. Integrantes da Delegacia de Repressão a Roubo a Bancos do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) cumpriram 11 mandados de busca e apreensão nas casas de 11 policiais militares.

De acordo com a assessoria do Deic, os PMs foram presos nos bairros de Vila Carrão e São Mateus, na Zona Leste, na Vila Santa Catarina, na Zona Sul, e no Guarujá, na Baixada Santista. As equipes cumpriram mandados de busca e apreensão na capital, nas cidades de Birigui e Garça, no interior de São Paulo, e nos municípios litorâneos de Guarujá, São Vicente, Itanhaém e Praia Grande.

Além dos quatro presos, a polícia ainda tem um mandado de prisão contra um quinto homem, que ainda não havia sido localizado no início da tarde desta segunda.

Operação e investigações
As prisões fazem parte da Operação Caixa Preta, que foi iniciada há três mês e que resultou na prisão de 48 homens.

Segundo a assessoria do Deic, as investigações estão apurando dois crimes. O primeiro aconteceu na região do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, e terminou com três mortes e dois feridos. O outro caso é de um ataque a caixas eletrônicos no interior do Terminal Rodoviário do Jabaquara, também na Zona Sul. A quadrilha manteve 12 pessoas reféns enquanto arrombava os equipamentos.

Nos dois eventos, policiais militares são apontados por fornecer informações sobre o deslocamento de viaturas e de oferecer cobertura ao grupo.

Procurada pelo G1, a assessoria da PM confirmou a prisão dos quatro policiais militares. Segundo uma nota divulgada no início da tarde desta segunda, “nesta manhã, a Corregedoria da Polícia Militar prendeu policiais suspeitos de participação nesses crimes [de roubo a caixas eletrônicos], em cumprimento a mandados de prisão e de busca e apreensão.” Ainda segundo a PM, “todos os suspeitos estavam exercendo atividade operacional e não respondiam por nenhum processo administrativo anterior”.

PM TERÁ QUE USAR COLETE SOB A FARDA 25

Enviado em 05/09/2011 as 9:42 – O HOMEM QUE SABIA DEMAIS

Segunda-feira, 05 de Setembro de 2011
ASSINE O JT VERSÃO DIGITAL (PDF)
Colete: agora só sob a farda
4 de setembro de 2011 | 22h00

Determinação partiu do comandante da corporação; equipamento é mais leve e flexível

CAMILLA HADDAD/Jornal da Tarde

Até o fim do ano, todos os policiais militares de São Paulo vão aparecer nas ruas com um visual diferente. Soldados, cabos, sargentos e oficiais vão utilizar os coletes à prova de bala sob a farda. A determinação partiu do comandante da corporação, Álvaro Camilo. Para ele, o policial com o colete exposto sugere uma imagem repressora da PM. A mudança pretende aproximar a população dos policiais, dentro da filosofia de polícia comunitária.

Segundo Camilo, o equipamento sob a roupa causará um impacto menos agressivo às pessoas que passam pela rua.[/IP8,0,0] O capitão Cleodato Moisés, porta-voz do Comando de Policiamento da Capital (CPC), lembra que, atualmente, os coletes não são tão confortáveis e flexíveis como os que têm sido entregues ao efetivo. “Também são mais leves”, destaca.

O oficial afirma que o equipamento é fundamental para a segurança do PM. Ele citou casos como a ocorrência em uma loja de moda no Itaim-Bibi, na zona sul, em que um cabo foi salvo depois que o colete impediu que uma bala perfurasse seu abdome. O tiro partiu de um homem que invadiu o comércio.

Distribuição
Em junho, 2.500 recrutas formados pela Escola de Soldados de Pirituba, zona oeste, foram os primeiros a receber o equipamento. Na fase de estágio, eles foram para as ruas diariamente com os coletes dentro da camisa. Depois, foram compradas mais 15 mil peças que já fazem parte do dia a dia de outros policiais.

De acordo com corporação, cada colete custa R$ 350, em média. Nessa nova versão, eles são da cor cinza claro. Agora, o tecido dos modelos comprados é mais mole, o que não causa tanto desconforto. O policial que quiser pode usar o colete direto na pele, já que, segundo a PM, ele é preparado com material antibacteriano. Mesmo assim, alguns policiais têm optado por colocar uma camiseta por baixo.

Quem for pego fugindo à nova regra será advertido pelo seu comandante. Mas, segundo o capitão Cleodato, dificilmente isso irá acontecer. Cada oficial responsável por batalhões fará uma espécie de check-list antes de mandar o efetivo para a rua.

Carolina Ricardo, coordenadora de gestão local de segurança Pública do Instituto Sou da Paz, diz que a medida é válida, mas acredita que outras atitudes devem ser tomadas para aproximar a população dos PMs. “É importante a aparência física, mas sozinha ela não dá conta. É preciso aprimorar isso fazendo com que a PM ajude o cidadão nas ruas, que conheça a região onde atua e seja bem treinado para se comunicar”, avalia.

O cabo Wilson Morais, presidente da Associação de Cabos e Soldados, disse que colete exposto demonstra violência e faz parecer que o policial está pronto para uma guerra. “O novo é mais leve e proporciona segurança da mesma forma”, diz.

Na capital existem 35 mil policiais militares. No Estado, esse número chega a 100 mil.

PERITOS DA “POLÍCIA CIENTÍFICA” SÃO SUSPEITOS DE RECEBER GRANA PARA REALIZAÇÃO DE LAUDOS ENVOLVENDO CONSTRUTORAS AMIGAS DO GOVERNO…ENQUANTO ISSO O CIDADÃO POBRE ESPERA MAIS DE 6 MESES POR UM SIMPLES LAUDO PARA FINS SECURITÁRIOS 32

04/09/2011

Entrega de laudo do IML demora mais de seis meses

Artur Rodrigues
do Agora

A demora para a entrega de laudos do IML (Instituto Médico Legal) pode ultrapassar seis meses na capital.

Funcionários do instituto afirmam que a culpa é do laboratório, que atende toda a Grande São Paulo com a realização de exames.

Os laudos do IML são obrigatórios sempre que as pessoas morrem fora de um hospital. Entre outras finalidades, o documento pode ser exigido para que familiares de pessoas mortas recebam seguros de vida. Laudos podem atestar que a pessoa não se matou –em casos de suicídio, as seguradoras não costumam pagar.

A falta de laudo prejudica ainda inquéritos policiais, já que o IML analisa se uma pessoa morreu de morte natural ou de assassinato.

Exame

Funcionários do IML Leste afirmaram à reportagem que o laudo demorou para sair por conta do exame toxicológico, pedido pelo médico legista.

O exame da filha de Guedes retornou ao IML no dia 22, e o laudo ficaria pronto na semana passada.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública afirmou que não há demora, mas não respondeu quantos laudos e exames aguardam na fila.

Segundo a pasta, o exame toxicológico é um dos mais demorados devido a sua complexidade. Anualmente, o IML realiza 470 mil exames.

vejam as aberrações juridicas que vem acontecendo em minas 23

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Blog Noticias da PC da PC <noticiaspc@live.com>
Data: 4 de setembro de 2011 15:02
Assunto: vejam as aberrações juridicas que vem acontecendo em minas
Para: dipol@flitparalisante.com,

 

A Justiça estadual quebrou os sigilos bancário e fiscal de peritos do IC (Instituto de Criminalística) suspeitos de envolvimento em uma suposta fraude nos laudos sobre os acidentes da cratera do metrô ( CBPO – Odebrecht ) e da queda do teto da Igreja Renascer em Cristo ( Estevam e Sônia Hernandes, presos e condenados nos USA ) 12

04/09/2011

Justiça quebra sigilos de peritos suspeitos de fraude

Léo Arcoverde
do Agora

A Justiça estadual quebrou os sigilos bancário e fiscal de peritos do IC (Instituto de Criminalística) suspeitos de envolvimento em uma suposta fraude nos laudos sobre os acidentes da cratera do metrô e da queda do teto da Igreja Renascer em Cristo –que deixaram, respectivamente, sete e nove mortos.

O levantamento revelou que alguns deles movimentaram cifras milionárias. O salário da categoria –peritos são servidores estaduais– não passa de R$ 9.000.

Na semana passada, o Gaeco (grupo de promotores que investiga o crime organizado) pediu à Justiça o detalhamento das movimentações bancárias dos investigados.

A investigação já apontou que um perito comprou à vista, por R$ 3,1 milhões, um apartamento em Perdizes (zona oeste), em 2007.

Na conta de um outro perito, entre 2008 e 2009, foram depositados R$ 2,5 milhões.

04/09/2011

Servidores negam acusação

Léo Arcoverde
do Agora

Quatro dos peritos investigados negaram envolvimento com a suposta fraude.

O grupo atribui a investigação a uma informação anônima fornecida à polícia por peritos contrariados com o fato de eles, em cargos de chefia, “terem exigido resultados de servidores com laudos atrasados”.

O perito Jayme Telles disse que o apartamento onde mora foi comprado por sua mulher. “O dinheiro é lícito e foi declarado no Imposto de Renda. Ela tem uma corretora e uma empresa de turismo.”

Henrique Honda negou ser dono de empresa de consultoria e considerou a investigação “hilariante”. Edgard Engelberg disse que sua empresa “nunca emitiu laudos”. Lourenço Trapé Neto não foi localizado. Marcos Godoy não quis se manifestar.

 

De cada 5 assassinatos registrados na cidade de SP, 1 é de autoria da PM 16

Enviado em 04/09/2011 as 9:57 –Homem que sabia demais

04/09/2011 07h26 – Atualizado em 04/09/2011 07h48

De cada 5 assassinatos registrados na cidade de SP, 1 é de autoria da PM
Em 2011, capital do Estado teve 629 pessoas mortas, 128 pela polícia.
Corporação diz que 60% dos confrontos no período não tiveram mortos.
Raphael Prado
Do G1 SP

A aposentada Valquíria Marques dos Santos, que teve o filho de 15 anos assassinado por um PM: ‘Os policiais que levaram meu menino continuam na ativa’ (Foto: Raphael Prado/G1)De cada cinco pessoas assassinadas na cidade de São Paulo em 2011, uma foi morta pela Polícia Militar. Os dados fazem parte de relatório da Secretaria da Segurança Pública do estado.

Nos primeiros meses do ano, entre janeiro e julho, 629 pessoas foram assassinadas na capital paulista. Deste total, 128 registros foram feitos como “pessoas mortas em confrontos com a Polícia Militar em serviço”. O tipo de ocorrência, conhecido em outros estados como “auto de resistência”, é um indicativo de revides da PM a ataque de criminosos ou enfrentamento em ação policial.

saiba mais

PM de SP investiga dez policiais por vídeo violento Presos dez PMs suspeitos de não socorrer assaltantes baleados em SP Em todo o estado de São Paulo, no primeiro semestre de 2011, foram registrados 2.241 homicídios. Desses, 241 foram cometidos por policiais – o que dá uma proporção de um assassinato pela PM para cada 9,3 cometidos por outros cidadãos.

A proporção de um assassinato cometido pela polícia para cada cinco que acontecem na capital faz da PM na cidade uma das tropas mais violentas do mundo. Nos Estados Unidos, em 2009, foram registradas 406 mortes causadas por policiais em um total de 14.402 homicídios – o que significa que de cada 34 assassinatos um foi cometido pela polícia norte-americana.

Na Argentina, de acordo com o CELS (Centro de Estudos Legais e Sociais), em todo o ano de 2007 – os últimos dados disponíveis –, a região metropolitana de Buenos Aires (que tinha, à época, 12 milhões de habitantes) registrou 79 casos de pessoas mortas em confronto com a polícia. Neste mesmo 2007, só na capital paulista – excluídas as cidades da Grande São Paulo -, a PM registrou 203 mortes “em confronto”. Moram na capital 11 milhões de habitantes.

Na semana passada, tornou-se público um vídeo em que policiais observam um homem agonizando e outro ferido atrasando o atendimento e pedindo que eles “estrebuchem”. A PM investiga dez policiais pela conduta mostrada nas imagens.

Para o deputado estadual Adriano Diogo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo, os dados informados pela secretaria são “subdimensionados”. “A execução está liberada no estado”, afirma o parlamentar.

Ele diz que não vê perspectivas de redução nesse índice de letalidade da PM. “Porque tem um calor, um coro midiático pedindo sangue”, diz. “Antigamente estava-se tentando legalizar a pena de morte. Hoje não precisa mais. Ela está institucionalizada”, afirma, acrescentando que o método de registro dessas ocorrências é o mesmo que se usava no regime militar. “Matavam as pessoas e o resultado era ‘morreu atropelado’, ‘resistência seguida de morte’. Agora acontece o mesmo”, diz. As vítimas, segundo o deputado, geralmente são jovens, negros e pobres da periferia.

A PM, por meio da assessoria de imprensa, diz que o confronto fatal é o “último recurso” adotado pelos policiais em caso de abordagem. A corporação informa que, no primeiro semestre de 2011, na capital paulista, não houve mortes em 60% dos confrontos – “quando existiu necessidade de confronto” – e 82% dos envolvidos foram somente presos ou feridos.

A Polícia Militar afirma ainda que é necessário “fazer distinção” entre os homicídios dolosos e as mortes decorrentes de abordagens policiais porque são “situações sociais distintas” e que casos como a negativa de socorro por policiais são “condutas individuais, contrárias ao que é pregado pela corporação e rigorosamente investigadas”.

A corporação refuta as declarações do deputado e afirma que “está comprometida com a legalidade, arriscando a vida dos policiais em defesa da população, com respeito integral aos direitos humanos”.

Nos seis primeiros meses de 2011, foram mortos cinco policiais militares em trabalho.

Morto tomando refrigerante
A morte do filho Wagner dos Santos por um policial militar há 15 anos fez com que a aposentada Valquíria Marques dos Santos passasse a estudar a legislação para tentar culpar o assassino.

Era uma sexta-feira, 6 de dezembro de 1996. Wagner não teve aula naquele dia e foi, então, jogar bola com os amigos. Passou o dia em um parque no Jabaquara, rodeado de colegas com quem sempre estava – garotos da mesma faixa etária que a dele: 15 anos de idade.

Terminada a partida, todos se sentaram na porta de uma favela onde alguns moravam. Conversavam em um grupo, tomando refrigerante.

Perto dali, um jovem descia acompanhado de uma garota: estava levando a irmã para a escola. De acordo com os relatos das testemunhas, o rapaz esbarrou em um policial. Começou uma discussão, que terminou em um espancamento. O PM foi embora e, segundo contam, prometeu: “’Fica esperto, porque a gente volta pra te matar”. Não demorou.

Valquíria mostra o Código Penal e a Constituição:
ela passou a estudar a legislação na tentativa de
condenar o assassino do filho (Foto: Raphael
Prado/G1)Sentado como estava, Wagner foi alvejado no pulso – uma demonstração de que tentou se proteger do tiro, colocando a mão no rosto, segundo a mãe. “O policial foi e atirou com uma espingarda 12. Tinha quatro ou cinco amigos [na roda], mas mataram só o meu menino”, diz a aposentada.

O crime é antigo, mas só em julho, 15 anos depois, três policiais acusados de matar Wagner foram a julgamento. Amedrontadas, as pessoas que testemunharam a ação não apareceram. Os PMs foram absolvidos, mas Valquíria recorreu da decisão. “A gente não se sente amparada por esse Estado, para quem eu pago imposto, que matou meu menino”, afirma a mãe.

Trauma
“Sou meio traumatizada. Eu vejo viatura, vejo enquadrando, não gosto nem de olhar, porque eu entro em pânico”. A afirmação é da recepcionista Selma Martins Dulfrayer. Ela diz se sentir assim sempre que cruza com um carro da Polícia Militar.

Em 16 de janeiro de 2008, a família Dulfrayer estava em festa. Nascia o filho do porteiro Sidney Martins Dulfrayer, então com 23 anos, irmão de Selma. A alegria durou pouco.

Cinco dias depois, em 21 de janeiro, Sidney “trocou tiros com a polícia” – na versão dos oficiais da Rota – e foi morto com duas balas: uma na barriga e outra na virilha. Chegou vivo ao hospital, mas morreu em seguida.

“Por se tratar da Rota e pelos tiros que ele tomou, eu tenho certeza que ele se entregou”, afirma Selma. Dulfrayer tinha cumprido quatro anos de pena por roubo e estava há três meses em liberdade. “Mesmo que ele estivesse aprontando de novo na hora, não dá direito de fazer o que eles [os policiais] fizeram”, diz Selma. A última foto que ela tem do irmão foi no hospital, segurando o filho de poucos dias.

Para cumprir meta, MP arquiva inquéritos de homicídio 5

Enviado em 04/09/2011 as 15:43 – CÓDIGO 13

4 setembro 2011

celeridade jurisdicional
Para cumprir meta, MP arquiva inquéritos de homicídio

De abril a julho desse ano o Ministério Público do Rio de Janeiro arquivou 6.447 (96%) inquéritos de homicídios. Só perdeu, por pouco, para o MP de Goiás, que arquivou 97% dos inquéritos do tipo. No total, os órgãos do país já arquivaram 11.282 casos. Tantas mortes ficarão sem esclarecimento para que o MP possa cumprir a Meta 2, uma determinação do Conselho Nacional do Ministério Público de que todos os inquéritos de homicídios dolosos abertos até 2007 sejam concluídos ainda este ano. As informações são do jornal O Globo.

Quando a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública estabeleceu a meta, o objetivo era exatamente o contrário: combater a impunidade dos 140 mil inquéritos abandonados nos cartórios policiais do país. Na prática, esse objetivo acabou sendo desviado com arquivamentos em massa ao invés de mais investimento nas investigações.

Falta cumulativa
O exame de uma amostra dos inquéritos que tiveram o arquivamento como destino, numa das quatro varas do Tribunal do Júri da capital do RJ revela que promotores tem ignorado evidências ou arquivado investigações que nem haviam.

Em abril, quando a meta começou a ser aplicada, o MP-RJ acumulava 47.177 inquéritos em aberto, cuja vítimas, em geral, era a maior parte de moradores de áreas pobres e violentas, muitos com anotações criminais, presas preferenciais de grupos de extermínio.

Alguns inquéritos nem chegaram a ser abertos antes do pedido de arquivamento. É o caso do servente Geílson Gomes de Carvalho, que foi retirado de casa e morto a pauladas por traficantes de vigário Geral em 1998. Convencida por um papa-defuntos, a então companheira da vítima mentiu na delegacia ao dizer que o motivo da morte havia sido atropelamento., para receber o seguro DPVAT. Desmascarada a armação pelo irmão de Geílson, que descreveu o crime, ela voltou atrás e reconheceu a mentira em novo depoimento.

Além de não apurar a fraude, a 39a Delegacia Policia não retirou da capa do inquérito a classificação atropelamento”, e em agosto a promotora pediu o arquivamento do caso. Motivo: prescrição por extinção de punibilidade, por se tratar de um atropelamento cuja pena máxima seria de quatro anos. Em entrevista ao Globo, a promotora Andréa Amin reconheceu o erro e disse que realmente não lera as peças do inquérito, mas que mesmo se tivesse lido pediria o arquivamento.

Titular da 29a Promotoria de Investigação Penal, ela padece com 3.300 inquéritos da Meta 2 em aberto. “Trabalho com duas delegacias que ainda não são delegacias legais. Os policiais, envelhecidos e mal pagos, ainda trabalham com máquinas de escrever. Se as famílias das vítimas não ajudarem, não há como chegar aos autores.

Massificação
Alguns promotores já desenvolveram métodos para arquivamento em massa. É o caso de Janaína Marques Corrêa. Em um conjunto de pedidos negados por juízes do TJ-RJ aparecem 11 casos em que a decisão da promotora era exatamente igual, só mudando o nome da vítima. Em nota, ela alegou que os textos são iguais porque os fundamentos são os mesmos.

Em praticamente todos os casos de arquivamento analisados pelo jornal, os inquéritos se resumem à troca carimbos entre a delegacia, que pede mais prazo quando o atual está prestes a vencer, e os promotores, que os concedem até que os casos atinjam a prescrição.

O promotor Sérgio Pinto, que no último m6es já pediu o arquivamento de 292 casos defende a medida. “Estamos arquivando para que os novos inquéritos detenham atenção especial em sua elucidação.

Em São Paulo
A prática de arquivar antecede a Meta 2. No 1 Tribunal do Júri de São Paulo, que concentra mais da metade dos casos de homicídio da cidade, só no ano passado foram arquivados 1.500 inquéritos. A grande maioria deles, cerca de 90%, é arquivada por falta de informações sobre a autoria do crime. E a maior parte desses crimes acontece em bairros pobres, em meio a famílias sem condição financeira ou social para clamar por Justiça.

O juiz Renato Chequini conta que, quando essas mortes ocorrem, seja por acertos de dívidas de drogas ou crimes cometidos em favelas e ruas, é raro haver investigação criminal. O juiz também se queixa da falta de uma política de proteção às testemunhas, o que inibe os depoimentos.

“Se a família da vítima for pobre, a chance de arquivamento é enorme. A testemunha protegida no Brasil é um caso de ficção, assim como o país não tem a cultura da polícia técnica. Quando um inquérito começa a ir e voltar, com papéis de um lado e outro, é sinal de que será arquivado”, diz o juiz.

Revista Consultor Jurídico, 4 de setembro de 2011

Ideli Salvatti: “A liberdade de imprensa é um valor caro ao PT, mas é necessário coibir excessos.” – O SSP-SP diz e escreve a mesma merda: “a liberdade de expressão é um valor prezado por esta Pasta”…LIBERDADE DE EXPRESSÃO É UM VALOR BARATO PARA O FLIT ( os AMERICANOS por enquanto nada cobram ) 8

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/03/13/ferreira-pinto-ensina-que-lancar-se-a-media-para-desferir-ataques-a-policia-civil-e-grave-violacao-etico-profissional/

O comando da PM-SP diz que solicitou à Polícia Civil o relatório da Inteligência para apurar as irregularidades apontadas nele…AGORA O POLICIAL CIVIL RESPONSÁVEL PELO RELATÓRIO SERÁ DESQUALIFICADO OU EMBOSCADO: SE NÃO FOR MORTO INTRUJARÃO FLAGRANTE…NELE OU FAMILIAR!…BANDIDO PM MATA CORONEL E TUDO MAIS QUE ATRAPALHAR SEUS NEGÓCIOS ( é o rigor da PM ) 16

Versão da Rota é uma farsa, diz família

Mãe e viúva de homem apontado como autor de atentado acreditam que ele pode ter sido morto em outro local

Em relatório, Polícia Civil suspeita que ataque seria tentativa de desviar foco de investigação contra PMs

ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO

A família do ex-detento Frank Ligieri Sons, morto em um suposto atentado contra a sede da Rota (tropa de elite da PM) em 2010, diz não ter dúvida de que a versão da polícia para explicar as circunstâncias da morte é uma farsa.
Diante de novas informações que reforçam essa suspeita, mãe e viúva querem processar o Estado.
Conforme a Folha revelou na semana passada, relatório sigiloso da Inteligência da Polícia Civil coloca em xeque a versão oficial apresentada.
Ela é apontada como um possível engodo dos PMs envolvidos com o crime.
O documento, em um trecho, diz: “Possivelmente, o atentado contra a mencionada sede miliciana seria para tirar o foco de práticas ilícitas envolvendo integrantes da Rota e martirizar os envolvidos”.
Essa tese é sustentada no documento por alguns supostos crimes praticados por PMs e, ainda, por possíveis inconsistências da versão oficial.
Entre elas: o desparecimento do coquetel molotov (que Sons estaria carregando), a falta de exames para apurar uso de arma (residuográfico) e a versão da Rota sobre a inexistência de câmeras para fornecer imagens da ação (o relatório diz haver duas).
A viúva, Ana Paula Sons, e a mãe de Sons, Vera Lúcia Ligieri, apresentam outras possíveis inconsistências.
Uma delas é não terem encontrado marcas de sangue no local onde Sons teria sido baleado. “Nós andamos em volta de todo o quarteirão da Rota, procurando, e não encontramos nada”, diz a viúva.
“Eu tenho certeza de que ele não foi morto ali [ao lado da Rota]. Foi desovado lá. Meu coração de mãe diz isso”, afirmou Vera Lúcia.
Elas dizem que Sons “morria de medo” de polícia, principalmente quando estava sob o efeito de drogas (tratava-se do vício em cocaína).
Quando usava droga, diz Ana Paula, ficava a noite toda olhando pela janela de casa, temendo a presença de policiais, e debaixo dos móveis, com medo de animais.
“Drogado, ele jamais teria coragem de fazer um atentado. De cara limpa, muito menos. Eu vivi 17 anos com ele e sei que ele não fez aquilo.”
A família traz outras questões sobre a versão policial: 1) Sons não tinha dinheiro para comprar uma arma; 2) nunca andava acompanhado [policiais dizem que estava com um comparsa, que fugiu]; 3) não tinha dívida com o tráfico que pudesse levá-lo a cometer esse “suicídio”.
“E ele queria muito viver”, afirma a viúva.
Continuam: 4) ouviram no hospital que a roupa de Sons havia sido incinerada; 5) ouviram da polícia que o exame não detectara pólvora na mão de Sons [o relatório diz não ter sido requisitado]; e 6) ouviram de um delegado que Sons foi baleado com um tiro de fuzil nas costas [os PMs dizem que usavam revólveres e que ele foi alvejado no tórax e abdômen].

OUTRO LADO

PM diz que será rigorosa na apuração do caso

DE SÃO PAULO

O comando da PM-SP diz que solicitou à Polícia Civil o relatório da Inteligência para apurar as irregularidades apontadas nele.
Diz que, por ora, não fará comentário sobre informações passadas pela Folha. Adianta que, havendo qualquer irregularidade, será implacável contra desvios de conduta, assim como será rigorosa nas apurações.
A Folha tentou contato com o delegado Eder Pereira da Silva, responsável pela investigação, mas não teve resposta. Na semana passada, a Secretaria da Segurança Pública informou que o caso estava sob investigação.
Anteontem, o governador Geraldo Alckmin disse que as corregedorias das polícias são fortes. “Se há algum indício, precisa ser apurado. Vamos verificar com cautela, apurar direitinho, para ter as informações corretas”, disse.

O QUE ISMAR FEZ ( já que foi absolvido judicialmente)?…A SECRETARIA DE SEGURANÇA SUSTENTA SUAS DECISÕES MOBILIZANDO A IMPRENSA…Pior: ATACANDO – COMO PARTÍCIPES EM LAVAGEM DE BENS – OS ADVOGADOS DOS POLICIAIS. 8

O policial civil Ismar – sem ingressar na questão da legitimidade de seus bens e acusações de desvio de drogas – teve em seu desfavor representação por demissão, conforme relatório final de PAD.

Idêntica sorte do delegado Robert Leon Carrel; conforme relatório do então divisionário da corregedoria Délio Montresor, atual Corregedor Geral.

Ocorre que as acusações de eventual peculato, desvio de cocaína, etc., no curso do PAD, foram inovadas ( ampliadas )  para enriquecimento ilícito em razão de  denúncias (anônimas) juntadas aos autos.

Por tal nulidade,   Conselheiro relator determinou o saneamento do PAD, aditando-se a portaria inaugural e dando-se oportunidade de defesa aos acusados sobre os fatos que extrapolaram as iniciais acusações.

As partes interessadas se insurgiram judicialmente por meio de mandados de segurança, suscitando parcialidade da Corregedoria. Especialmente: a  suspeição de Montresor para presidir novos atos em processo em que já se manifestara em desfavor dos acusados.

Eis a resposta: A SECRETARIA DE SEGURANÇA SUSTENTA SUAS DECISÕES EMPREGANDO A IMPRENSA.

Pior: ATACANDO – COMO PARTÍCIPES EM LAVAGEM DE BENS – OS ADVOGADOS DOS POLICIAIS ( um  famoso Juiz de Direito aposentado, inclusive ).

Carrel e Ismar foram absolvidos judicialmente, mas, ainda assim, poderão sofrer demissão em processo  administrativo viciado.

Ismar, brevemente, será demitido por ato do Secretário.

Carrel, futuramente, por eventual decreto do Governador.

Contudo, duvidamos que Leon Carrel acabe sofrendo demissão: é branco, alourado, descendente da aristocracia. É suiço-israelense!

A de Ismar já está sacramentada.  É afrodescendente!

QUANTO CUSTOU FIGURAR ENTRE OS PAULISTANOS DO ANO DE 2010 13

Na quebrada falam….
03/09/2011 às 14:27 | #1
Citação 

Ahhh ta bom, aparecer na Veja e dizer na cara dura os restaurantes que frequenta, os lugares onde compra camisas, se dizer apreciador de bom vinho, ter ao fundo uma paisagem de bela propriedade…ai pode, o salario de secretario deve ser bem alto para proporcionar tal nivel…..

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2163/antonio-ferreira-pinto-secretario-seguranca-publica/

O deputado e presidente do PT-São Paulo vai acionar na Justiça a Revista Veja pela matéria que ” deturpa a posição da Bancada do Partido na Assembleia com relação ao projeto da Corregedoria da Polícia Civil 5

Edinho recorre à Justiça
Atualizada 3 de Setembro de 11 |   
 
 
 

 

Clique na imagem para ampliar
Expanda a imagem Aumentar Imagem JA
 
 
 
Da Redação, Jornal de Araraquara
 

O deputado e presidente do PT-São Paulo vai acionar na Justiça a Revista Veja pela matéria que ” deturpa a posição da Bancada do Partido na Assembleia com relação ao projeto da Corregedoria da Polícia Civil” .

O veículo, ” com claro objetivo de atacar o Partido dos Trabalhadores, ignorou a nota enviada pela assessoria de imprensa da Liderança, bem como o discurso do deputado Edinho” .

O parlamentar utilizou a Tribuna da Assembleia para demonstrar sua indignação com relação aos ataques sofridos pela Revista e ratificar a posição do PT sobre o assunto. ” Nossos parlamentares ocuparam a Tribuna e microfone de aparte para expressar a posição favorável ao mérito. O PT é a favor de uma Corregedoria autônoma, capaz de apurar qualquer denúncia” .

Contudo, Edinho ressaltou que a Bancada discorda do método utilizado. ” Não pode o Executivo criar estrutura administrativa de forma autoritária, por decreto. Isso nos remate a um período da nossa história em que não existia democracia” . 

Decreto

Para Edinho o decreto enfraquece o Legislativo e prejudica o processo democrático. ” Uma democracia é sólida quando se tem os três Poderes exercendo as suas funções. Não pode o Executivo entrar na seara do Legislativo” .

Embora a posição da Bancada tenha sido explicitada, de várias formas, a Revista estampou em suas páginas uma matéria opinativa e ” totalmente distorcida” , sem levar em conta qualquer entrevista realizada com parlamentares, notas ou discursos. ” Quando a imprensa deturpa e manipula a verdade, não está contribuindo para a democracia, para o seu verdadeiro papel que é levar informação precisa e responsável à população, colaborando na formação de opinião de maneira isenta” .

Para acionar

” Eu tenho uma trajetória. Fui prefeito oito anos da cidade que hoje é considerada a melhor do Brasil em qualidade de vida segundo a Firjan, em pesquisa publicada pelas organizações Globo” . Combatemos a miséria, a exclusão social. Trabalhei a vida toda para construir uma sociedade mais justa e igualitária. Defendi a democracia instituindo o Orçamento Participativo, fortalecendo e criando Conselhos e fazendo a prestação de contas da prefeitura nos bairros. Não posso admitir esse ataque leviano da revista” , afirma Edinho Silva. 

Solidário

Edinho recebeu manifestações de solidariedade dos deputados de vários partidos. O presidente da Assembleia, Barros Munhoz, enalteceu o trabalho do parlamentar e repudiou as informações equivocadas divulgadas pela revista. ” Conheço sua história. Você tem o conceito de uma pessoa correta. Que foi prefeito de uma grande cidade, que o consagrou politicamente. Hoje vivemos uma página triste, dentre tantas que o Legislativo tem vivido, pelos ataques descabidos e injustos” , disse.

O líder do Governo, Samuel Moreira e, da Bancada, Orlando Morando, se manifestaram contra à matéria e prestaram solidariedade. Também utilizaram a Tribuna os deputados Cauê Macris, Fernando Capez, Alex Manente e toda a Bancada do PT. ” A autonomia é o princípio que defendemos, seja na Corregedoria da Polícia, seja no Parlamento, que não pode ter o seu direito subtraído por decretos do Executivo” , ressaltou o líder Ênio Tatto. (imprensa@edinhopt.com.br)

Copyright 2011 JORNAL DE ARARAQUARA. Todos os direitos reservados. Este material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem permissão explícita do detentor dos direitos autorais.


REINALDO AZEVEDO: A CORREGEDORIA INDEPENDENTE SEMPRE FOI LUTA ANTIGA DE POLICIAIS CIVIS…MAS NÃO PODERIA TER SAÍDO DA ESFERA DA DGP PARA ESFERA DA SECRETARIA ( ERA PARA FICAR SUBORDINADA DIRETAMENTE AO GOVERNADOR )…LITERALMENTE: SAIU DA ESFERA DO CAFETÃO PARA A DO PROXENETA…QUAL O TAMANHO DO ENVELOPÃO DE DOCUMENTOS QUE A SSP-SP COLOCOU NA TUA MÃO ( PARA ESCREVER TAL MERDA: “Estão conspirando contra o Bem!” )…SÓ PRA LEMBRAR: “TEU GOVERNADOR DO BEM” DEVE MUITO AO CAMPOS MACHADO E A POLÍCIA CIVIL…
MUITO…
E BOTA MUITO
!

ASSESSORIA DE IMPRENSA MANTIDA PELO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA RACHA O PSDB E BASE ALIADA EM RAZÃO DE MATÉRIA PAGA EM QUE DEPUTADOS FORAM MANIQUEIZADOS POR JORNALISTAS DO GRUPO ABRIL E FOLHA DE SÃO PAULO…QUEM É CONTRA OS MÉTODOS FERREIRISTAS: REPRESENTANTES DA “BANDA PODRE”…QUEM FICAR CALADO OU APROVAR O FERREIRISMO: REPRESENTANTES “DO BEM