A POLÍCIA FEDERAL “contra” A POLÍCIA BRASILEIRA 21

Rotineiramente verificamos pruridos da nefasta ideologia classista pregada pela FENAPEF – Federação Nacional dos Policiais Federais – disseminando-se e influenciando policiais civis de todas as carreiras.

A primeira observação a ser feita, nunca se deixem iludir pela falsa aparência de comprometimento público demonstrada por determinados representantes da Polícia Federal; especialmente membros da carreira de Agente da Polícia Federal.

Reflitam e investiguem o discurso dessa corporação; verifiquem a verdadeira felonia preconizada por representantes de entidades classistas.

Seguramente, a leitura superficial da propaganda contra Delegados de Polícia divulgada pela FENAPEF, por si, revela um órgão totalmente desestruturado; no qual, por princípio, o único princípio é pregar o descomprometimento institucional.

É indiscutível que a Polícia Federal – não obstante a importância do seu papel na segurança pública – atua residualmente; estando muito distante dos verdadeiros problemas enfrentados pelos policiais civis e militares dos VINTE E SETE Estados da Federação. Os quais suportam a absurda carga e complexidade da manutenção da ordem e segurança públicas

Problemas, em grande maioria, causados pela pífia atuação daquela organização na repressão ao tráfico de drogas e armamentos; além da, também, pífia repressão à corrupção administrativa.

A Polícia Federal tem 11 mil policiais, dos quais 1,8 mil são delegados.

Enquanto que, do universo de mais de 100.000 policias civis brasileiros, apenas, a Polícia Civil de São Paulo conta cerca de 35 mil policiais, dos quais 3,3 mil são delegados, ou seja, um terço da polícia judiciária brasileira está concentrada neste Estado.

Isoladamente, também, a Polícia Civil é três vezes maior que a Polícia Federal.

Os Federais jactam recuperar de elevados valores subtraídos ao erário nacional, contudo seus salários não são custeados com o patrimônio recuperado. Grande parcela de seus dignos vencimentos são custeados pelos impostos federais recolhidos pela população produtiva de 27 Estados. População contribuinte composta por policiais civis e militares, inclusive.

Ressalta-se: mais de 100.000 policiais civis; mais de 400.000 mil policiais militares.

Somente para argumentar: OS QUINHENTOS MIL POLICIAIS BRASILEIROS UNIDOS VARRERIAM DO MAPA AS FORÇAS ARMADAS ( um dos fatores da antiga divisão das Polícias estaduais ).

Nada obstante a minúscula participação do organismo federal no cenário da criminalidade pulverizada em todo o território nacional, a FENAPEF – por meio de interpretação distorcida da Constituição da República e falta de conhecimento da realidade brasileira – busca a extinção do Inquérito Policial; assim extinguindo-se a figura do Delegado de Polícia.

De se ver aquilo que professam:

“Desta forma, o que se produz é algo que não atende à segurança pública. São geradas toneladas de papéis, sujeitas tragicamente à incineração ou ao picotamento e recheadas de rubricas e determinações protelatórias, com atos exageradamente concentrados nas mãos dos delegados.
Não é mais novidade dizer que os índices de arquivamento dos inquéritos policiais são aberrantes se comparados aos poucos que dão azo às ações penais.
No entanto, apegados cada vez mais a tal produto caro e ineficiente – o famigerado inquérito policial – nossos gestores continuam insistindo no erro do excesso de formalismo e, pior, no prêmio das estatísticas ( Johnny Wilson Batista Guimarães é Delegado Sindical do SINPEF MG em Varginha, bacharel em Direito pela UFMG e pós-graduando em Ciências Penais pelo Instituto Luiz Flávio Gomes. )”

Necessário é lembrar que –  há muitos anos contaminada por conceitos militares, posto durante décadas ter sido, basicamente, composta por ex-militares e apadrinhados, pretende a instituição de carreira única – o  pano de fundo para a extinção da carreira dirigente, pouco ou quase nada tem a suposta modernização e maior efetividade tomada por empréstimo da mera comparação de alguns órgãos estrangeiros. Pura e simplesmente deve-se ao cultural resquício da formação militar ministrada – por Oficiais do Exército – na Academia Nacional de Polícia; os quais jamais admitiram que a chefia do órgão fosse atribuída a profissional com formação bacharelesca.

Com efeito, eis as premissas vestibulares da Polícia Federal:

“…à busca de uma estrutura para o DFSP – Departamento Federal de Segurança Pública ( aliás, instituído pelo caudilhesco Getúlio Vargas ) calcada nos moldes mais avançados, vindo servir de modelo a estrutura de outros aparelhos policiais, tais como: os da Inglaterra, Canadá e dos Estados Unidos da América.

No final do ano de 1960, foi encaminhado pelo Poder Executivo um ante­projeto de lei com vista à criação de um organismo policial que, em sua compo­sição estrutural, se assemelhasse às instituições de segurança dos países acima referidos, inclusive no tocante às denominações pretendidas para os cargos a serem criados. A reorganização do DFSP.

PATRONOS DO OFICIALATO DA POLÍCIA FEDERAL

Somente em 1964, com a mudança operada no pensamento político da Nação, a idéia da criação de um Departamento Federal de Segurança Pública, com capacidade de atuação em todo o território, prosperou e veio a tornar-se realidade, com a aprovação da Lei n° 4.483, de 16 de novembro do mesmo ano, reorganizando então o DFSP, com efetivo cunho federal. ( Leia-se: ditadura instalada pelas Forças Armadas )

A Constituição Federal (CF), de 24 de janeiro de 1967, em seu artigo 210, estabeleceu que “O atual Departamento Federal de Segurança Pública passa a denominar-se Departamento de Polícia Federal considerando-se automa­ticamente substituída por esta denominação a menção à anterior constante de quaisquer leis ou regulamentos”. A denominação Polícia Federal.

A Constituição Federal (CF), de 24 de janeiro de 1967, no art. 8°, inciso VII, estabeleceu que competia à União organizar e manter a Polícia Federal, e nas alíneas “a” a “d” descreveu suas atribuições, agora constitucionais, e dessa forma identificada.

A reforma operada em 1967, pelo Decreto-Lei nº 200, constitui um marco na tentativa de superação da rigidez burocrática, podendo ser considerada como um primeiro momento da administração gerencial no Brasil. Mediante o referido decreto-lei, realizou-se a transferência de atividades para autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista, a fim de obter-se maior dinamismo operacional por meio da descentralização funcional. Instituíram-se como princípios de racionalidade administrativa o planejamento e o orçamento, o descongestionamento das chefias executivas superiores (desconcentração/descen­tralização), a tentativa de reunir competência e informação no processo decisório, a sistematização, a coordenação e o controle.

Com esta ampla reforma o DFSP passou a denominar-se Departamento de Polícia Federal (DPF), conforme o disposto no art. 210.

A Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969, que praticamente reformou a CF de 1967, manteve a denominação de Polícia Federal e suas atri­buições…

Um dado a acrescentar: a Emenda Constitucional n° 1, decretada por JUNTA MILITAR: “Ministros militares no exercício da Presidência da República”, é conhecida como O GOLPE DENTRO DO GOLPE, pois, verdadeiramente, tratava-se de uma nova Constituição de caráter outorgado. Introduzindo a Lei de Segurança Nacional, que restringia severamente as liberdades civis, a Lei de Imprensa e a Censura Federal.

Assim, dentro de um infausto ambiente autoritário, arrogante e prepotente, nascia a Polícia Federal, há pouco mais de 40 anos. Ou seja, historicamente: ontem!

Não nos esqueçamos: filho de ditador, ditador quer ser!

Paradoxalmente, tal cultura militar – não se sabe por qual razão – acabou transmitida e assimilada por gerações mais jovens de policiais; absurdamente: bacharéis em direito, inclusive. Os quais – sem apresentar um modelo que possa ser experimentado e efetivamente substitutivo do inquérito policial – inconsequentemente pregam sua extinção.

Repita-se: verdadeiramente querem a extinção da figura do Delegado de Polícia.

Tais aspirações podem ser vislumbradas pela mais recente idealização disseminada: a criação do cargo de OFICIAL DA POLÍCIA FEDERAL, carreira que seria composta por agentes e escrivães.

Assim se autoconceituam:

Os agentes e escrivães (APF/EPF) são policiais federais operacionais, que se incumbem de todas as atividades cartorárias e de campo no âmbito de atuação da Polícia Federal. Esses servidores são os caras que botam a cara a tapa diante da criminalidade, que dão as vidas pelo nosso país nos rios amazonenses, nas fronteiras e nos centros urbanos. Os APFs/EPFs são os policiais que previnem os crimes, investigam, realizam as atividades de inteligência, protegem as testemunhas especiais e as autoridades, enfim, esses são os servidores que fazem a roda girar.

O Oficial da Polícia Federal será o policial que estará nas fronteiras, portos e aeroportos atuando, na coordenação de esforços com outras forças de segurança (g.n. ), para a redução da entrada de drogas, armas e contrabando no nosso país. . .( Marcos Vinício de Souza Wink )

Como se pode notar, em linhas gerais, a vaidade não os deixa ver nada além do próprio umbigo.

Complementando as considerações aqui expostas, perguntamos:

Quando a FENAPEF se mostrou solidária aos “operacionais” do resto da Federação?

Quando a FENAPEF bradou que a Polícia Federal ( em vez de se falar em “coordenação de esforços com outras forças de segurança” ) necessita do concurso cooperativo dos policiais estaduais?

Quando a FENAPEF apoiou a PEC 300?

Nessa linha de reflexão, Policiais Civis não devem se iludir pela ideologia dos “caras que botam a cara a tapa diante da criminalidade, que dão as vidas pelo nosso país” ( retórica de militar, pois o policial – se tiver que dar a vida – o fará pelo semelhante ), pois a cara dos “caras” você só verá, efetivamente, caso meta o bedelho em seus respectivos interesses.

A Polícia Federal é inimiga da Polícia Brasileira?

( Rcguerra – ex-Delegado de Polícia )

SANTOS F.C. de 1972…Homenageando o Dr. AFONSINHO – o ilustre Mariliense ( primeiro craque formado em Medicina ) Afonso Celso Garcia Reis …O FUTEBOLISTA INTELECTUAL E POLITICAMENTE MAIS CORAJOSO DE TODOS OS TEMPOS…”Que a seleção do Zagallo era uma merda defendida pelo goleiro Leão” 3

Esta é a formação base do time do Santos F.C. em 1972, que conquistou a Fita Azul do Futebol Brasileiro.Em pé: Cejas, Orlando Lelé, Oberdan, Paulo, Clodoaldo e Zé Carlos.Agachados: Edu, Afonsinho, Alcino, Pelé e Ferreira.



Meio De Campo
Elis Regina
Composição: Gilberto Gil

Prezado amigo Afonsinho
Eu continuo aqui mesmo
Aperfeiçoando o imperfeito
Dando tempo, dando um jeito
Desprezando a perfeição
Que a perfeição é uma meta
Defendida pelo goleiro
Que joga na seleção
E eu não sou Pelé, nem nada
Se muito for eu sou um Tostão
Fazer um gol nesta partida não é fácil, meu irmão
Entrou de bola, e tudo!

JOÃO ALKIMIN: O Promotor de Justiça e a Apologia a morte. 47

por João Alkimin

Lendo o Jornal eletrônico Flit paralisante, deparei-me estupefato com a manifestação do Promotor Rogério Leão Zagallo, defendendo o assassinato de supostos marginais. Espero que não tentem inculpar o Delegado Conde Guerra pela matéria, portanto, assumo total responsabilidade pelo que estou escrevendo.

É obvio que em qualquer circunstância a vida do Policial, sua integridade física, vale mais que a de qualquer marginal. É claro que o Policial tem não só o direito como o dever de defender a si próprio e a terceiros. Portanto, lembro inclusive o que disse meu pai, Juiz Criminal uma vida toda, já como Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo e, sobre o que já falei “prefiro acreditar na palavra do pior dos policiais do que na do melhor dos marginais”.

Mas para quem não conhece, devo dizer que o Promotor Rogério Leão Zagallo oficiou durante anos na Vara do Júri que englobava a Corregedoria dos presídios e da Policia Judiciária na Comarca de São José dos Campos e, aqui se notabilizou por ser o flagelo dos Policiais Civis.

Lembro-me que de certa feita foi ao 1ºDistrito Policial visitar um amigo e lá chegando encontrei o Promotor Zagallo e uma tropa da Policia Militar para prender um perigosíssimo escrivão de Policia, que tinha cometido o crime gravíssimo de ter ido ao bar em frente à Delegacia e, sem nenhum espírito jocoso havia comido uma coxinha com um suspeito, tal Policial foi preso e posteriormente demitido.

Da manifestação do Promotor talvez tenha passado despercebido aos Policiais Civis que acessam ao jornal Flit Paralisante a maneira galhofeira com que o mesmo trata a Policia Civil. Vejamos “

Após tal fato, quase toda Policia Civil, os Jedis, os Power Ranger, os Brasinhas do Espaço, a Swat, Wolwerine, o Exercito da Salvação, os Marines, Iron Man, a Nasa, os membros da Liga da Justiça e o Rambo, auxiliados pelo invulgar investigador Esquilo Secreto, se irmanaram e realizaram uma operação somente vista em casos envolvendo nossos bravos Policiais Civis, mas que deveria ser realizada em qualquer caso dos inúmeros vivenciados em São Paulo, com o escopo de prender aquele ousado fujão. Sem embargo do esforço – e que esforço …- dos membros da força tarefa intergaláctica, Thiago não foi preso. Para identificar e prender o parceiro falecido (foi tarde …) Antônio, cuja qualificação, como dito, hoje é conhecida, instaurou-se este inquérito policial. O empenho e o competente trabalho dos policiais civis – por vezes eles conseguem…”

Portanto, sua Excelência por um lado defende o morticínio e de outro zomba e faz chacota da Instituição Policial Civil. É necessário que antes de aplaudirmos ou apuparmos a quem quer que seja, leiamos com atenção, inclusive nas entrelinhas; uma duvida me assalta: e se um Delegado de Policia ao relatar um inquérito policial houvesse dito a mesma coisa?

Com certeza estaria respondendo a sindicância e já teria sido afastado de suas funções.

Neste país ainda existe infelizmente aquilo que foi dito pelo Delegado de Policia Marco Antônio Desgualdo “os iguais devem ser tratados de maneira igual e, os desiguais de maneira desigual”.

Não me cansarei de repetir o seguinte, pode até cansar ao leitor, se um Promotor de Justiça ou um Magistrado tivesse um blog e houvesse repercutido uma noticia como fez o Delegado Conde Guerra, teria sido demitido?

Obvio que não.

Teria sido tantas vezes suspenso?

Pode até ser, mas continuaria recebendo seu salário.

E Juiz e Promotor não são demitidos, são colocados em disponibilidade, mas continuam a receber seu salário integral.

Volto a repetir, não sou amigo do Conde Guerra, nem pretendo ser, mas somente pararei de falar de sua demissão, quando o mesmo for readmitido. Pois sua demissão coloca uma espada de Dâmocles sobre a cabeça de todos. A defesa que faço não é de Conde Guerra, é da liberdade de imprensa, da liberdade de divulgar a noticia, de repercuti-la sem medo de retaliação ou perseguição.

Rogério Leão Zagallo

Ha algum tempo atrás esse mesmo Promotor no meio de um despacho interrompeu seu raciocínio e, passou a atacar o então Governador e o escolhido para Procurador Geral de Justiça Luis Antônio Guimarães Marrey, dizendo inclusive que grafava seus nomes em minúsculas e o que aconteceu?

Nada.

E se um Delegado fizer isso referindo-se ao Delegado Geral de Policia?

Com certeza será punido.

João Alkimin  – Vejo São José

AVISO AOS ESCRIVÃES DO DECAP: SEPESP ajuizará nova ação para anular os efeitos do parágrafo 2 da portaria DGP-13 32

Enviado em 16/09/2011 as 11:08 – ESCRIREVOLTADAPOL

AVISO AOS ESCRIVÃES DO DECAP
DO SEPESP – SINDICATO DOS ESCRIVÃES DE SÃO PAULO

Prezados colegas

Enquanto não ocorre  julgamento do mandado de segurança , a SEPESP ajuizará nova ação para anular os efeitos do parágrafo 2 da portaria DGP-13, cujo teor determina a presença obrigatória de um escrivão  para o atendimento de ocorrências, inclusive de natureza grave, sem a presença da autoridade policial.

Para instruir essa nova ação solicitamos que os caros colegas, filiados ou não, enviem para o nosso fax (  11 3326 8012 ) ou escaneadas para nosso email (sindicatodosescribas@gmail.com), cópias das escalas de seus respectivos distritos dos sábados e feriados , com máxima urgência. No caso de inexistência de escalas, a cópia da folha do livro de registro de ocorrência é uma prova.

Vale ressaltar alguns procedimentos que ajudarão a argumentação do jurídico

–  No momento do registro do livro de  ocorrência é prudente não mencionar o nome da autoridade, uma vez que ela não esta presente no plantão;

– No canto da página é importante escrever  ” nos termos da portaria DGP 13, desta forma fica consignado a ausencia do delegado de polícia, fato que nos ajudará na ação.

Contamos com a colaboração de todos.

Se cada Escrivão que manifestou neste blog , seu descontentamento com essa exploração imposta a nós, enviar as escalas afixadas no distrito em que está lotado, certamente teremos material suficiente para ilustrarmos ainda mais a situação caótica a que nossa classe está sendo submetida.

ESTÁ ESCRITO NO BLOG: “BOLETIM DE OCORRENCIA”

Moção de apoio da Câmara Municipal de Catanduva ao Deputado Campos Machado pertinente a retirada da Corregedoria da Polícia Civil do Gabinete do Secretário de Segurança Pública, devolvendo-a à própria Polícia Civil 3

Crippa faz moção de apoio ao Deputado Campos Machado

A Moção de Apoio de Marcos Crippa, é para o PDL de Campos Machado, onde o Deputado solicita a retirada da Corregedoria da Polícia Civil do Gabinete do Secretário de Segurança Pública, devolvendo-a à própria Polícia Civil

Crippa faz moção de apoio ao Deputado Campos Machado

Através da moção nº 67/2011 ,  já aprovada por unanimidade, Marcos Crippa, dá apoio a votação e aprovação do Projeto de Decreto Legislativo nº 65/2009, de autoria do Deputado Estadual Campos Machado (PTB), que susta a transferência da Corregedoria Geral da Polícia Civil – CORREGEDORIA, para o Gabinete do Secretário da Segurança Pública.

A atual Corregedoria compete à apuração dos ilícitos administrativos e dos crimes funcionais cometidos por policiais civis, cujas transgressões estão especificadas na própria Lei Orgânica da Polícia Civil.

A subordinação da Corregedoria diretamente ao Secretário da Segurança Pública é inadmissível, é uma imensa quebra de equiparação  entre as Polícias Civil e Militar, uma vez que a última mantém a sua Corregedoria diretamente subordinada ao Comando Geral da Polícia Militar.

Na opinião do Deputado Campos Machado, essa transferência é “inconstitucional” porque fere as prerrogativas legislativas, pois sobrepõe a Lei Orgânica da Polícia Civil.

Compartilhando da opinião do Deputado Estadual, de que a Corregedoria é um órgão de grande respeito dentro da Polícia Civil do Estado de São Paulo,  em apoio ao Projeto de Decreto Legislativo nº 65/2009, que solicita a devolução da Corregedoria para a Polícia Civil, em vez de continuar no Gabinete do Secretário de Segurança Pública como foi solicitada em 25 de agosto de 2009, e percebendo ainda a insistência e perseverança em apresentar e votar o citado  Projeto de Decreto Legislativo; Marcos Crippa apresentou a MOÇÃO DE APOIO, ao Senhor Campos Machado.

“ Requeiro que se oficie ao Excelentíssimo Deputado Estadual, Senhor Campos Machado, certificando-o  da nossa admiração e afeto, parabenizando-o pela coragem e determinação como defende o PDL nº 65/2009 e que também seja dado ciência de nossa deliberação à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, à Polícia Civil do Estado de São Paulo e também às Câmaras Municipais da nossa região”, declarou Marcos Crippa.

13/09/2011

Izabela Cremonini

Comunicação Social / Câmara Municipal de Catanduva

O Itaú afirma que todos os oito BOs registrados no 69º DP se referem a fraude e estelionato 4

Delegado do 69º DP é afastado

  • 15 de setembro de 2011
  • 23h24  Por Marcelo Godoy e William Cardoso

O secretário da Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto e o delegado-geral de polícia, Marcos Carneiro Lima, decidiram afastar o delegado Ruy Ferraz Fontes do 69º DP (Cohab Teotônio Vilela, Zona leste de São Paulo). O motivo são as suspeitas de que o delegado usasse o distrito para atender de forma privilegiada ocorrências envolvendo o Banco Itaú. Fontes nega.

Pelo menos 9 casos envolvendo o banco como vítima que aconteceram em outros bairros da cidade foram investigados pelo 69º DP neste ano. Entre eles, o caso do roubo milionário de 138 cofres da agência do Itaú na Avenida Paulista, crime ocorrido no dia 28 de agosto.

Fontes recebeu da segurança do banco cópias das fotos dos bandidos suspeitos do crime antes mesmo do que o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), responsável oficialmente pela investigação do caso. A apuração de roubos a banco é de competência exclusiva do Deic.

O desencontro dentro da polícia fez com que o inquérito oficial demorasse 8 dias para ser aberto, permitindo uma fuga tranquila aos assaltantes.

A descoberta de que Fontes manteria um inquérito paralelo sobre o caso ocorreu na segunda-feira e abriu uma crise na Polícia Civil de São Paulo.

Ferreira Pinto e Carneiro Lima determinaram abertura de duas investigações. A primeira vai verificar como foi registrado o roubo milionário no 78º DP (Jardins) e como este distrito repassou a informação para o Deic. A segunda apuração servirá para verificar se o delegado Fontes atendia de forma privilegiada o Banco Itaú em sua delegacia.

Na tarde de ontem, o secretário esteve reunido com policiais na sede do Deic para se informar a respeito do andamento das investigações. Na última semana, antes de saber da atuação paralela de Fontes, o diretor do departamento, Nelson Silveira Guimarães, chegou a assumir por e-mail a culpa pela atraso no início das apurações.

O Itaú afirma que todos os oito BOs registrados no 69º DP se referem a fraude e estelionato. Tratam-se de casos em que a polícia estava investigando e realizou uma prisão em flagrante. Diz também que nenhum assalto a agências foi registrado naquela delegacia.

Apenas em relação a assalto, estelionato e arrombamento na Grande São Paulo, o Itaú protocolou 129 BOs entre dezembro de 2010 e junho de 2011.

O banco diz que, no total, foram protocolados 673 boletins de ocorrência apenas em 2010 na Grande São Paulo. O Itaú diz que foi vítima de assalto violento, que a comunicação com as autoridades se deu imediatamente após a descoberta do fato e que desde o início tem mantido discrição para preservar o sigilo dos clientes, que têm sido atendidos individual e pessoalmente sempre que possível.

Fontes não foi localizado para comentar o seu afastamento.

JUSTIÇA SEJA FEITA: ” O Sr. Secretário não autorizou absolutamente nada no que diga respeito a investigação paralela…A culpa de mais esse episódio maculador de nossa instituição é do Dr Rui Fontes e dos delegados que são seus superiores hierárquicos (seccional, diretor do Decap, DG)” 14

Enviado em 16/09/2011 as 7:24 – por MATHEUS

Reavaliando meus comentários anteriores.

Agora que as coisas começam a ficar bem claras, o disse que não disse vai desaparecendo.

O Sr Secretário esteve ontem na sede do DEIC e diante da porta de entrada deu uma bem explicada entrevista a imprensa.

Não autorizou absolutamente nada no que diga respeito à investigação paralela.

Culpou em parte a instituição financeira por privilegiar a investigação a apenas um funcionário.

Afastou o Delegado Rui Fontes da titularidade do 69ºDP.

A culpa de mais esse episódio maculador de nossa instituição é do Dr. Rui Fontes e dos delegados que são seus superiores hierárquicos (seccional, diretor do DECAP, DG) que sabiam da atuação dele registrando e investigando rimes contra o Banco Itaú ocorridos fora da circunscrição territorial da unidade policial onde era titular e nada fizeram.

Alegar desconhecimento é assumir a omissão, pois, os crimes eram registrados em RDO e, presume-se, que tinham conhecimento, vez que ficam no sistema.

A corregedoria não deve investigar apenas o Dr. Rui, mas também seus superiores pela flagrante omissão em não adotar
providências diante dessa anormalidade administrativa, mormente quando não se trata de caso isolado, mas o único que veio a público diante do presumido valor estratosférico do furto.

Será que ele não era investigado porque é parente de ex- diretor do Decap, porque foi por quase uma década delegado da delegacia
de roubo a bancos do DEIC ou porque seu primo foi por diversos anos chefe de investigadores da seccional de São Mateus onde a sede fica exatamente no 69ºDP.; onde o Dr. Rui era titular?

Por que será que nunca investigaram essa irregularidade admini$$$trativa?

Equiparação do ALE com os Delegados – JULGADA PROCEDENTE A AÇÃO 16

De: Data: 15 de setembro de 2011 15:23
Assunto: ALE
Para: dipol@flitparalisante.com

Boa tarde,

Acredito ser interessante a divulgação desta sentença:
Processo: 0044610-45.2010.8.26.0053 TJsp
.
Equiparação do ALE com os Delegados – JULGADA PROCEDENTE A AÇÃO
Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE a ação, nos termos do art. 269, I do CPC, para condenar a ré na obrigação de fazer consistente no apostilamento dos títulos, do direito dos autores ao recebimento do ALE, no valor pago aos Delegados de Polícia, Médicos Legistas e Peritos Criminais. Condeno a ré ao pagamento das diferenças, desde a entrada em vigor da Lei Complementar 1067/08, acrescidas de correção monetária desde as datas das lesões e juros de mora, a partir da citação, nos termos da Lei 11.960/09. Diante da sucumbência, arcará a ré com o pagamento das despesas e das custas processuais, e honorários de advogado que fixo em 10% do valor da condenação. P.R.I.

PROMOTOR ROGÉRIO LEÃO ZAGALLO aconselha Investigador melhorar sua mira ( bandido tem que tomar tiro pra morrer ) e lamenta que apenas um dos rapinantes foi mandado para o inferno…ISTO SIM É O VERDADEIRO E SAGRADO DIREITO DE LIVRE MANIFESTAÇÃO DO PENSAMENTO…Caralho, nem esta isonomia ( escrever o que bem entender ) é garantida aos Delegados de Polícia…Que merda! 69

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Data: 15 de setembro de 2011 14:19
Assunto: pedido de arquivamento de IP
Para: @policiacivil.sp.gov.br>

Em anexo, encaminho um esdrúxulo pedido de arquivamento de inquérito policial, feito por um Promotor de Justiça que, segundo consta, seria ex-investigador da Polícia Civil de São Paulo.

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manifestacao-promotor  ( íntegra do fdp )

Secretário afasta delegado que abriu inquérito sobre roubo no Itaú 17

Secretário afasta delegado que abriu inquérito sobre roubo no Itaú

Ruy Ferraz Fontes era titular do 69º Distrito Policial, na Zona Leste de SP.
Cofres de agência na Avenida Paulista foram arrombados no fim de agosto.

Do G1 e R7 SP

O secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, e o delegado-geral de Polícia, Marcos Carneiro Lima, afastaram nesta quinta-feira (15) o delegado titular do 69º Distrito Policial de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes. Ele abriu um inquérito na delegacia da Zona Leste da capital paulista para investigações relacionadas ao roubo à agência do Itaú na Avenida Paulista, ocorrido no fim de agosto.

A Corregedoria da Polícia Civil irá abrir um procedimento administrativo para apurar a forma de atuação do delegado, segundo a secretaria, “em relação aos crimes noticiados pelo Banco Itaú em áreas de outros distritos policiais”. O delegado ficará à disposição da Delegacia-Geral de Polícia.

Além disso, a Corregedoria também apura “os desencontros” ocorridos entre o 78º Distrito Policial da capital paulista, que fica na região onde ocorreu o roubo, e o Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado (Deic), “que retardaram o início das investigações”, segundo nota da secretaria.

Em entrevista à Agência Estado, Ruy Ferraz Fontes disse que abriu seu inquérito para apurar “formação de quadrilha”. Ele contou que recebeu as fotos dos ladrões do banco no dia 6 de setembro. Seu inquérito foi aberto no dia 5, mas desde o dia 2 seus homens já faziam diligências. “Não estou investigando o roubo, mas quadrilhas da região”, afirmou nesta quarta-feira (14).

O crime ocorreu no dia 27 de agosto e só veio à tona oito dias depois. O caso está sendo apurado pela 5ª Delegacia de Roubo a Bancos do Deic. Os ladrões invadiram a agência em um sábado à noite e só saíram de lá no dia seguinte, pela manhã. De acordo com a polícia, 170 cofres foram violados e os criminosos ficaram dez horas no banco.

A direção do banco Itaú disse desde o início do caso que não vai falar sobre o roubo porque os dados são sigilosos.

Conforme o Jornal da Record:

Segundo policiais do Deic, nos dias 29 e 30 seus homens entraram em contato com a segurança do banco, mas não foram informados sobre a magnitude do assalto. No boletim de ocorrência feito pela agência bancária, não é relatado o que foi levado dos cofres, apenas balas de revólveres e equipamentos de segurança da empresa de vigilância. Não havia nada no boletim que informasse joias, dólares e ouro levados de 138 cofres arrombados – no total, 120 clientes foram roubados. Cerca de 16 bandidos armados renderam o vigia, invadiram o banco às 23h50 do dia 27 e ficaram no local até as 9h40 do dia seguinte.

O roubo do Itaú envolve valores que chegariam a R$ 100 milhões. Por ora, só cinco vítimas procuraram a polícia para dar queixa do que foi levado. O Itaú informou, por meio de nota, que colabora com as investigações da polícia.

A cúpula da Segurança Pública só soube da magnitude do roubo oito dias depois. O desencontro deu uma dianteira de uma semana aos ladrões em relação à investigação – o inquérito policial para apurar oficialmente o assalto só foi aberto em 5 de setembro pela Delegacia de Roubos a Banco do Deic, que recebeu as imagens dos ladrões no dia 8. O crime aconteceu em 28 de agosto. Até agora, ninguém foi preso.

Fontes, que já foi responsável pela Delegacia de Roubos a Banco, disse que abriu seu inquérito para apurar “formação de quadrilha”. Ele contou que recebeu as fotos dos ladrões do banco no dia 6. Seu inquérito foi aberto no dia 5, mas desde o dia 2 seus homens já faziam diligências.

– Não estou investigando o roubo, mas quadrilhas da região

Ruy Ferraz Fontes suspeito de atender de forma privilegiada ocorrências envolvendo o Banco Itaú 7

Delegado é afastado por causa de investigação paralela em caso de roubo milionário

Quinta, 15 de Setembro de 2011, 19h20

Marcelo Godoy

SÃO PAULO – O secretário da Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto e o delegado-geral de polícia, Marcos Carneiro Lima, decidiram afastar o delegado Ruy Ferraz Fontes do 69º DP (Cohab Teotônio Vilela, Zona leste de São Paulo). O motivo são as suspeitas de que o delegado usasse o distrito para atender de forma privilegiada ocorrências envolvendo o Banco Itaú. Fontes nega. Pelo menos 9 casos envolvendo o banco como vítima que aconteceram em outros bairros da cidade foram investigados pelo 69º DP neste ano. Entre eles, o caso do roubo milionário de 138 cofres da agência do Itaú na Avenida Paulista, crime ocorrido no dia 28 de agosto.

Fontes recebeu da segurança do banco cópias das fotos dos bandidos suspeitos do crime antes mesmo do que o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), responsável oficialmente pela investigação do caso. A apuração de roubos a banco é de competência exclusiva do Deic.

Crise. O desencontro dentro da polícia fez com que o inquérito oficial demorasse 8 dias para ser aberto, permitindo uma fuga tranquila aos assaltantes. A descoberta de que Fontes manteria um inquérito paralelo sobre o caso ocorreu na segunda-feira e abriu uma crise na Polícia Civil de São Paulo. Ferreira Pinto e Carneiro Lima determinaram abertura de duas investigações. A primeira vai verificar como foi registrado o roubo milionário no 78º DP (Jardins) e como este distrito repassou a informação para O Deic. A segunda apuração servirá para verificar se o delegado Fontes atendia de forma privilegiada o Banco Itaú em sua delegacia.

SECRETÁRIO VISITA O DEIC…ESCRACHA O BANCO ITAÚ E RUY FONTES É AFASTADO DO CARGO DE TITULAR DO 69 DP 14

Roubo no Itaú: polícia bate cabeça

Do Jornal da Band

O roubo milionário de cofres particulares de um banco em São Paulo abriu uma
crise na polícia. O caso deveria ser investigado pela delegacia especializada,
mas já era apurado por outra unidade. O pior é que com essa bateção de cabeça,
já passaram mais de duas semanas – e até agora ninguém foi preso.

O Jornal da Band teve acesso ao comunicado interno enviado três
horas depois do assalto à cúpula da polícia pela delegacia que registrou o
boletim de ocorrência. O texto que foi mandado inclusive ao gabinete do
secretário de segurança não dá a dimensão do tamanho do roubo e nem sequer cita
o número de cofres arrombados.

Os funcionários da agência foram chamados
para depor e disseram que já haviam sido ouvidos por policiais deste outro
distrito na zona leste da capital, a 20 quilômetros do local do crime. O
delegado Rui Ferraz é o responsável pela investigação paralela na zona leste.
Ele diz que tomou a iniciativa porque recebeu denúncias de que parte dos
bandidos mora na região em que ele atua.

vídeo com entrevista do Secretário:

O ESCRACHE: é lamentavel, inclusive por parte do  Banco Itaú… É uma instituição séria, sólida e temos certeza foi induzido a erro ao privilegiar ou permitir fossem privilegiados setores da Polícia… ( Pode? )

1. Tirou o dele da reta…

2. Tirou o do Banco da reta…

3. Botou no reto alheio!