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INJUSTIÇA E MALDADE! 19
INJUSTIÇA E MALDADE!
No Brasil, boa parte do que acontece na televisão, nas novelas, nos parcos filmes, é tudo cópia do que vem lá de fora. Pouco se tem criado e nada se tem inventado.
Quando uma ou outra pessoa, extremamente criativa, inventa alguma coisa, é logo discriminado, apedrejado, enxotado!
Veja-se, por exemplo, o caso desse FURTO (e não roubo), milionário ao Banco Itaú da avenida Paulista, estão culpando um pobre Delegado Ruy Ferraz Fontes, só porque o homem, “muito experiente”, sem nenhuma explicação, saiu lá do fundão do 69º Distrito Policial, invadiu duas ou três áreas de Distritos diferentes, para dar cumprimento a lei e a ordem!
Sem nem mesmo venham os senhores, tamanha envergadura e poder de decisão, necessitar consultar o excelentíssimo capa vermelha: “Chapolin Colorado!”
Isso é um absurdo!
Pergunta-se, injustamente, se o delegado Ruy dá a mesma atenção, para o seu Manoel da padaria da esquina, para dona Maria da banca de jornal, do seu João, sapateiro, seu Pedro, vidraceiro…Antonio, pedreiro e o Jeferson, garção…
É lógico que não, gente, doutor Ruy, inteligente como ele só, tem que ajudar, a quem pode lhe retribuir, não é um direito que lhe assiste?!
Quanto a você invejoso que lê, estas estúpidas linhas, pare de inveja, quem mandou nascer pobre. Quem mandou não vir de boa linhagem. Então por favor, pare de criticar o Dr. Ruy, delegado sério, justo (justo sim, faz valer a justiça entre os ricos e entre os milionários, qual o problema?), digno, autônomo, sim, não se prende a regras e nem fronteiras, isso, ele provou muitíssimo bem, quando ao invés de seguir as regras da polícia, criou a sua própria!
O homem é um inventor!
Criou uma polícia dentro da polícia. Ou seja, privatizou uma instituição estatal, a seu ver, falida. Para beneficiar, pequenos grupos, de pessoas ricas, em particular esses, do Itaú!
Não contente, sem ninguém lhe determinar, por conta própria, instaurou seu próprio Inquérito, acionou “os seus policiais”, e saiu à caça dos delinqüentes, haja vista, só existirem na região da Paulista pois lá, na área do 69º DP, nos fundões da Cohab Teotônio Vilela, o dr. Ruy extinguiu toda criminalidade e em curto espaço de tempo, estará exportando seus métodos inovadores, para a Europa e Estados Unidos, para que episódios como o ocorrido em 11 de setembro de 2000, no World Trade Center, não mais se repita.
É uma grande e deslavada mentira, quando dizem que o dr. Ruy agiu somente, em prol de seu interesse, isso, não é verdade!
Agiu em e prol e defesa do interesse, daqueles que necessitam de sua ajuda mais amplamente: todos os banqueiros, empresários, doleiros, e em particular, aos donos do banco Itaú, responsável pelo pagamento de suas contas, de suas despesas, etc., além de serem os mantenedores de seu ótimo padrão de vida!
Pena que o Secretário de Segurança, não partilha dessa minha insigne opinião, e preventivamente, afastou o “ilustre” delegado de suas funções. O que representa um grande perigo, porque nesse meio tempo, o crime deixará de ser combatido. Mas, isso não tirará o sono do bacharel, afinal de contas, ele sequer vive com o salário da polícia…
Abaixo a desconfiança para com o comportamento do ilustríssimo dr. Ruy, o homem é honrado. Que o diga os grandes empresários!
Sobre esse fato, me recordo de um episódio de um seriado de televisão antigo, denominado Agente 86, no qual o saudoso Dom Adams, interpretando o atrapalhado agente “esperto” Smart (Get Smart), num dos episódios, quando da atitude de um agente da Agencia inimiga chamada Kaos, no meio da noite, sobe até o 10º andar, onde se localizava seu apartamento e pede para usar o telefone, mostra-se completamente tranqüilo, como se não houvesse nenhuma atitude suspeita daquela atitude. Advertido por sua inseparável parceira Agente 99, (Barbara Feldon)), sobre àquela estranha do tal homem, é severamente repreendida por tamanha desconfiança…
A ilustração é arcaica, mas, a impressão que dá, é que o dr. Ruy Ferraz Fontes, julgando-se ser muito inteligente, no intuito de “criar” algo novo, tenha ao invés de tudo isso: “trocado os pés pelas mãos!” E o pior: achou perfeitamente normal!
Já vai tarde!
Demorou!
PT quer CPI para investigar espionagem no governo de SP 6
Central de espionagem política na Polícia Civil foi revelada pelo iG em série de reportagens
Ricardo Galhardo, iG São Paulo
| 17/09/2011 13:38
PT quer CPI para investigar espionagem no governo de SP
Central de espionagem política na Polícia Civil foi revelada pelo iG em série de reportagens
O deputado estadual Simão Pedro (PT-SP) está coletando assinaturas para criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembléia Legislativa de São Paulo (Alesp) com o objetivo de investigar suposta espionagem política feita por órgãos do governo estadual.
O requerimento de duas páginas é embasado em dois casos noticiados pela imprensa. O primeiro deles é a revelação de que o extinto Departamento de Comunicação Social da Polícia Civil espionou políticos, partidos e movimentos sociais no período pós-ditadura militar, entre 1983 e 1999. A existência da central de espionagem política na Polícia Civil foi revelada pelo iG em uma série de reportagens publicada entre julho e agosto.
Entre outros fatos a série mostra que o PT foi alvo de arapongagem da Polícia Civil durante todo o primeiro mandato do governador tucano Mário Covas, morto em 2001.
O segundo fato que embasa o pedido de CPI é a contratação sem licitação da Fence, empresa de segurança pertencente ao coronel da reserva Enio Fontenelle, ex-diretor do Serviço Nacional de Informação (SNI) durante a ditadura militar.
A Fence foi contratada pela Prodesp (empresa estatal de processamento de dados) ainda na gestão do ex-governador José Serra (PSDB) para fazer varreduras nas linhas telefônicas de todos os setores do governo estadual. O contrato foi prorrogado duas vezes e finalmente rompido depois que o caso veio à tona.
Serra já havia contratado os serviços de Fontenelle sem licitação quando era ministro da Saúde. Na época, integrantes do PFL (hoje DEM) acusaram a empresa de ser responsável pelos grampos que levaram à descoberta de R$ 1,3 milhão em espécie na sede da empresa Lunus, pertencente a Jorge Murad, marido da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, em 2002. O caso jogou por terra a pré-candidatura de Roseana à presidência.
Enquanto coleta assinaturas, o deputado petista negocia com o governo a convocação de diretores da Prodesp. “Há uma forte suspeita sobre a existência de um esquema de espionagem política que pode envolver adversários do governo”, disse Simão Pedro.
Em 16 anos de governo tucano em São Paulo a oposição nunca conseguiu aprovar uma CPI na Alesp cujo alvo fosse a administração estadual. A esperança agora é a adesão de um grupo de deputados governistas que estão migrando para o PSD, partido do prefeito Gilberto Kassab (ex-DEM), que deve integrar a base de apoio do governo Dilma Rousseff.
O possível envolvimento de Serra, aliado de Kassab, no entanto, é visto como um entrave. Tanto o governo quanto a Fence negam que os contratos tenham como objetivo a espionagem.
Além da espionagem feita pela Polícia Civil, o requerimento de CPI cita outras duas reportagens do iG. Uma delas relata suspeitas de monitoramento do secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto. A outra é uma nota da coluna Poder on line que relata uma conversa entre Kassab e o deputado Gabriel Chalita na qual o prefeito teria dito que “tá tudo grampeado”.
DEIC SOLICITA QUEBRA DE SIGILO BANCÁRIO PARA QUE ITAÚ FORNEÇA A LISTA DOS LOCATÁRIOS DOS COFRES…o banco monitora por meio de fotografação o respectivo conteúdo cada vez que o locatário acessa o compartimento. De forma que impossibilite eventual tentativa de fraude, por parte do cliente, em casos como o roubo em questão…Trouxa quem acreditar que o Itaú não sabe com exatidão os bens e valores subtraídos 33
Ainda na sexta-feira, dia 15, logo depois da apreensão de parcela dos valores roubados dos cofres da agência do Banco Itáu, o Delegado do DEIC – responsável pelo inquérito – representou junto ao DIPO fosse expedida ordem judicial obrigando o fornecimento da listagem de todos os locatários de cofres.
Assim, possibilitando-se a identificação das vítimas e busca dos valores subtraídos.
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- Quebra de sigilo bancário relativamente ao contrato de locação dos cofres; com a finalidade de se demonstrar a materialidade e autoria de crime roubo e eventual formação de quadrilha. Cuja ação penal é publica, independente, assim, da vontade e interesses da vítima.
O Banco possui o dever de sigilo em relação ao conteúdo depositado em suas caixas fortes, contudo – secretamente – monitora por meio de fotografação o respectivo conteúdo cada vez que o locatário acessa o compartimento. De forma que impossibilite eventual fraude, por parte do cliente, em casos como o roubo em questão.
O Itaú sabe com exatidão os bens e valores subtraídos.
Aliás, os arquivos fotográficos podem ter sido anteriormente devassados pela quadrilha. Despertando assim a operação criminosa.
Enfim, há muitos detalhes ocultos.
Por outro lado, em tese, o silêncio dos prejudicados faz vislumbrar eventual crime de ocultação de bens acumulados ilicitamente. - Qualquer policial com mediana experiência sabe do procedimento de fotografação.
- Para a vítima que encontrar dificuldades de fazer prova daquilo que mantinha em sua caixa, bastará solicitar do Itaú as fotografias.
- Tanto monitora que, no caso de guarda de substâncias suspeitas, inflamáveis ou explosivas, imediatamente, rompe o contrato e adota as providências necessárias ao resguardo do estabelecimento.
RETRATO DA POLÍCIA CIVIL: 35000 POLICIAIS COMPETINDO ENTRE SI – Tá na hora de colocar uma placa em cada Delegacia: “Não recebo o salário que quero, mas amo o trabalho que tenho” 41
Retrato da Polícia Civil: 35000 policiais competindo entre si…
Debaixo para cima; de cima para baixo e lateralmente…
Não se meta aqui; aqui mando eu!
Superior dando maus exemplos : a culpa é da Administração, não é problema meu…
A tendência é ficar pior; não adianta dar murro em ponta de faca…
Problema de funcionário não é comigo… Eu não sou almoxarife!
O superior só procura os defeitos e coisas erradas ; nunca valorizando as qualidades e o esforço.
Chefe dizendo: “essa solução não é comigo”; o subordinado devolvendo: “isto é problema do homem”…
Os laterais: “poderia dar uma colaboração, mas problema dele… Já fiz a minha parte”…
Quero que se dane; esperará eu terminar o que estou começando!
Leu o D.O. hoje?…
Veja lá: Ele se ferrou!
Tava merecendo mesmo!
Reunião de trabalho: um só fala; sem pedir opiniões ou disposição para sujestões; os demais escutam fingindo atenção…
Todos concordam; ninguém cumpre nada.
Não há quem diga francamente: “não se pode fazer como você – ou o Sr. – quer “.
Poderá ouvir na frente de todos: Tá querendo me ensinar ou me atropelar?
Noutro extremo: alguns atropelam mesmo e sentam na cadeira do chefe; este fica quietinho na presença dos demais.
Cada qual com o seu feudo , cercadinho ou apenas fardo…
Será que não aprenderam que são funcionários da mesma organização?
Cada qual com o seu feudo ou cercadinho…Mas juntos num mesmo curralzinho mental!
Oh, Governador dos céus!
Mande logo um Moisés para a Polícia, pois há 40 anos ela vaga pelo deserto ; sem liderança…
São 35.000 escravos escravizando uns aos outros…
Tá na hora de colocar uma placa em cada Delegacia: “Não recebo o salário que quero, mas amo o trabalho que tenho!”
E acima de tudo amo meus companheiros como amo meus familiares, pois dependo deles; eles de mim.
Senhor, melhor ser escravo do Faraó a ser escravo de escravo!
PAPAGAIO DISCO CLUB – Como destruir uma Instituição com poucas palavras: – Mexeram com a polícia de São Paulo. “Mais do que isso. Mexeram com o Deic.” 15
Ao ser perguntado qual teria sido o erro dos bandidos, Guimarães respondeu:
– Mexeram com a polícia de São Paulo. Mais do que isso. Mexeram com o Deic.PAPAGAIO DISCO CLUB – Como destruir uma Instituição com poucas palavras: – Mexeram com a polícia de São Paulo. “Mais do que isso. Mexeram com o Deic.”…Tá Certo!…Que tal fechar as demais Delegacias; deixem o DEIC fazer todo o trabalho…Imaginem um dos COO – Chief Operations Officer da Volkswagen dizendo o seguinte: nossos funcionários que montam o GOL são menos qualificados do que os montadores do FOX…Os da linha GOL , de pronto, em pensamento, fariam rasgados elogios à mãe do executivo, em seguida, autoestima abatida , trabalhariam sem grande empenho, meramente para cumprir obrigação; depois passariam a sabotar a empresa para derrubar o “chefe”. Ninguém compraria o GOL; nem confiariam no FOX. Resultado: falência ou incorporação por outra empresa mais competente.
Certamente, numa grande empresa o CEO – Chief Executive Officer , imediatamente, faria o COO tomar no SEOCU.
MUITO DA DESGRAÇA NA POLÍCIA CIVIL RESULTA DESSES INOPORTUNOS ARROUBOS DE IDOLATRIA:
Aos “meu DEIC” , “meu DHPP” , meu “DENARC”; etc.
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Ora, DEIC!
Na Polícia – como em tudo mais – não se ressuscita defunto de velho: FAZ-SE UMA NOVA CRIANÇA!
O DEIC do século XXI está para a Polícia tal como , acaso aparecesse algum empresário idiota e saudosista, a reinauguração DA PAPAGAIO DISCO CLUB ( dos anos 70 ).
Alckmin elogia secretário que afastou delegado e nega a existência de uma crise na Polícia Civil 15
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Alckmin elogia secretário que afastou delegado
Por Anne Warth
São Paulo – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), negou a existência de uma crise na Polícia Civil causada pelo afastamento do delegado Ruy Ferraz Fontes do comando do 69.º Distrito Policial. O secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, e o delegado-geral de Polícia, Marcos Carneiro Lima, decidiram afastá-lo depois de suspeitas de que Fontes estaria conduzindo uma investigação paralela sobre o roubo da agência do banco Itaú na Avenida Paulista.
“O secretário de Segurança Pública foi corretíssimo”, disse Alckmin, em defesa de Ferreira Pinto. “Não pode cada delegacia fazer a investigação que quer. As investigações são feitas pelos departamentos competentes e o secretário reagiu de maneira rápida e firma.”
A polêmica em torno do roubo surgiu já com o inquérito policial, que demorou nove dias para ser aberto. Os bandidos entraram no banco no dia 27 de agosto e roubaram 138 cofres particulares. Somente no dia 5 de setembro o Departamento de Investigação do Crime Organizado (Deic) abriu inquérito para investigar o caso.
Durante cerimônia do início da contagem regressiva de mil dias para a Copa do Mundo, no canteiro de obras do futuro estádio do Corinthians, o Itaquerão, Alckmin recebeu uma ligação de Ferreira Pinto, mas não quis comentar o conteúdo.”As informações e o mérito são do Deic”, disse, sugerindo que a polícia havia prendido suspeitos de envolvimento no crime.
Cúpula ‘Rachada’- Caso Itaú: Anúncio de prisão de suspeito mostra clima de competição na polícia paulista 5
Cúpula ‘Rachada’
Caso Itaú: Anúncio de prisão de suspeito mostra clima de competição na polícia paulista
Publicada em 17/09/2011 às 09h41m
Guilherme Voitch (guilherme.voitch@sp.oglobo.com.br)
SÃO PAULO – O caso do roubo aos cofres do banco Itaú na Avenida Paulista, em 26 de agosto, tem provocado um verdadeiro mal-estar na cúpula da Polícia Civil de São Paulo. Na ocasião, criminosos renderam vigias e invadiram o local. Após cerca de 10 horas, sem serem incomodados, fugiram levando 170 cofres. O alarme havia sido desligado. Nesta quinta-feira, a polícia prendeu um pedreiro com pedras preciosas, joias e libras esterlinas que teriam sido levados da agência bancária.
O anúncio da prisão de Marco Antônio Rodrigues dos Santos, de 29 anos, irmão de Francisco Rodrigues dos Santos, de 45 anos, um dos suspeitos de participação no assalto, evidenciou ainda mais o ‘racha’ na polícia. Nesta sexta-feira, o diretor do Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado (Deic), delegado Nélson Silveira Guimarães, iniciou sua entrevista coletiva dizendo que ‘levantaria e iria embora’ se alguém perguntasse sobre os problemas enfrentados entre o Deic e o 69º Distrito Policial – cujo delegado titular iniciou uma investigação paralela a do departamento sobre o caso. Ao final da entrevista, porém, ele mesmo ‘comemorou’ a atuação da delegacia no caso.
– O Deic saiu atrás, mas o Deic chegou na frente – disse, celebrando a prisão de um suspeito e a identificação de outros dois na invasão à agência do banco Itaú, ocorrido numa sexta-feira. Um boletim de ocorrência foi registrado no 78º DP (Jardins), delegacia mais próxima ao local do roubo. O delegado do distrito iniciou as investigações, ouviu o banco e, posteriormente, repassou o caso para o Deic, delegacia especializada nesse tipo de crime.
Envolvido na investigação dos assaltos a caixas eletrônicos na Grande SP e na participação de policiais nos crimes, o Deic, inicialmente, não tratou o caso como prioridade. O próprio secretário de Segurança, Antonio Ferreira Pinto, não foi imediatamente informado sobre o crime, que pode ser considerado um dos maiores e mais audaciosos assaltos a bancos da cidade. Embora o Itaú não divulgue a quantia roubada, há informação de que clientes teriam declarado perda de valores superiores a R$ 3 milhões.
O secretário chegou a cobrar o Deic publicamente sobre o atraso nas investigações.
– Posso garantir que o problema está no Deic. Não tem meias palavras. Meu gabinete vai acompanhar essa situação – disse Ferreira Pinto.
Enquanto o Deic recebia o caso do 78º DP, policiais do 69º DP, comandada pelo delegado Rui Ferraz Fontes, ex-chefe da delegacia de roubo a bancos do Deic, iniciava uma ‘investigação paralela’ sobre o caso. Funcionários do Itaú foram ouvidos pelos policiais do 69º antes que o departamento tomasse o depoimento dos mesmos.
Os policiais do 69º DP afirmaram que vinham investigando uma quadrilha antes do assalto e que havia indícios da participação do grupo no assalto ao Itaú. O argumento, inicialmente, foi aceito pela cúpula da polícia. Na quinta-feira, no entanto, a Secretaria de Segurança anunciou o afastamento de Ferraz Fontes.
– Dizem que ele foi afastado, mas não vi nada no Diário Oficial. Então perguntem para eles sobre o trabalho do 69º DP – disse Guimarães.
Ao ser perguntado qual teria sido o erro dos bandidos, Guimarães respondeu:
– Mexeram com a polícia de São Paulo. Mais do que isso. Mexeram com o Deic.
SINDICALISTAS DA POLÍCIA FEDERAL QUEREM SUBSTITUIR O INQUÉRITO POLICIAL – RIGIDAMENTE CONTROLADO INTERNA E EXTERNAMENTE – POR RELATÓRIOS PRODUZIDOS DISCRICIONARIAMENTE POR QUAISQUER POLICIAIS…IMITARÃO O MODELO ARGENTINO QUE IMITA O MODELO ITALIANO: DA ARBITRARIEDADE, BRUTALIDADE E ROUBALHEIRA…TEM MUITO GAÚCHO NA PF ? 22
O Globo
Sindicatos ligados à PF querem fim do inquérito »
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Uma campanha que será deflagrada este mês pelos 27 sindicatos de servidores da Polícia Federal pedirá o fim dos inquéritos policiais como instrumento de investigação. Para parte dos policiais federais, o inquérito policial é uma ferramenta ultrapassada e ineficiente na elucidação de crimes.
– O inquérito é o retrato da ineficácia na investigação. Há muita burocracia no envio de documentos entre o delegado, o MP e o juiz. Em tese, o inquérito teria que se encerrar em 30 dias se o suspeito está preso. E, em 90 dias, se está solto. Mas isso nunca ocorre. O resultado é que o depoimento de testemunhas demora a ser ouvido. Algumas até morrem no meio do caminho ou nem são localizadas. E as provas periciais ficam prejudicadas – diz Alexandre Santana Sally, presidente do Sindicato dos Servidores da PF de São Paulo.
A campanha será iniciada com um seminário no próximo dia 26, em Minas. Serão convidados agentes do FBI americano e da Polícia Federal da Argentina para falar sobre métodos mais modernos de investigação. Segundo um estudo do sociólogo Michel Misse, professor da UFRJ, feito a pedido da Federação Nacional dos Policiais Federais, atualmente apenas Brasil, Cabo Verde e Moçambique utilizam inquéritos policiais.
De acordo com Alexandre Sally, uma alternativa aos inquéritos é o juizado de instrução, já usado em países como a Espanha. Nesse caso, não existe a figura do delegado para conduzir o inquérito. Há um juiz que conduz o trabalho de produção de provas, e os agentes ficam encarregados apenas da investigação, sem funções burocráticas.
Já para o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, George Melão, a campanha dos servidores da PF devia mudar o foco:
– Em tese, o Código de Processo Penal já prevê que o inquérito policial é dispensável se o Ministério Público, ou quem estiver fazendo a denúncia de um crime, tiver provas contudentes. Na prática, pode-se ir direto ao juiz. O que se deve discutir hoje é a modernização do processo de investigação – diz, defendendo a criação de “inquéritos digitais”.
http://fenapef.org.br/fenapef/noticia/index/34896
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A pergunta não possui viés pejorativo dos irmãos do Rio Grande do Sul; dizendo respeito tão só a influências culturais e regionais.
As primeiras pela forte presença Italiana e Alemã; a segunda: proximidade territorial.
Promotor é alvo de apuração por incentivo a matar 8
Fonte: O POVO Online/OPOVO/Brasil
Rogério Zagallo declarou que o policial civil Marcos Martins “matou um fauno que objetivava cometer assalto”. Zagallo é alvo da Corregedoria
17.09.2011| 01:30
O texto é do promotor Rogério Leão Zagallo, do 5º Tribunal do Júri de São Paulo. Foi escrito numa manifestação na qual pediu, em março deste ano, o arquivamento do inquérito que investigava as circunstâncias em que o policial civil Marcos Antônio Teixeira Marins havia matado um homem que, ao lado de um comparsa, teria tentado roubar o carro que o policial dirigia.
Na versão do policial civil, a dupla tentou atirar nele, motivo pelo qual reagiu: “O agente matou um fauno que objetivava cometer assalto contra ele, agindo absolutamente dentro da lei”, escreveu o promotor em sua manifestação, comparando o suspeito morto no episódio ao ser da mitologia romana meio homem meio animal.
O promotor disse que o policial agiu em legítima defesa, portanto a morte do suspeito, “para fortuna da sociedade”, não poderia ser julgada no Tribunal do Júri, que cuida de crimes contra a vida.
As polêmicas observações feitas por Zagallo são alvo agora da Corregedoria do Ministério Público. O procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira, não quis comentar o caso. Outro trecho heterodoxo do texto do promotor versa sobre o esforço da Polícia em tentar achar o segundo suspeito, que conseguiu fugir após a tentativa de roubo.
O pedido pelo arquivamento da apuração das circunstâncias da morte do suspeito foi aceito pela Justiça. O policial, portanto, não foi processado por homicídio doloso. Zagallo disse não ter interesse em falar publicamente sobre suas manifestações no documento no qual pediu o arquivamento do inquérito.
Ele confirmou as declarações em sua manifestação pelo arquivamento do caso para o Tribunal de Justiça. O procurador-geral de Justiça, Fernando Grella Vieira, não quis se manifestar sobre o episódio. Por meio da assessoria de imprensa do MPE, Vieira se limitou a informar que o caso já foi encaminhado para a Corregedoria da Promotoria paulista. (da Folhapress)
Por quê
ENTENDA A NOTÍCIA
A postura do promotor de São Paulo gera estranheza por se tratar de um agente cuja prioridade deve ser a preservação do respeito à lei. No Brasil, até onde se sabe, inexiste amparo legal para ação que condene à morte, quem quer que seja.
PENSAMENTOS PERDIDOS: A CULPA É DAQUELE BLOG FILHO DA PUTA! 5
17/09/2011
Melhore a mira, diz promotor a policial que matou ladrão
Folha de S.Paulo
“Bandido que dá tiro para matar tem que tomar tiro para morrer. Lamento, todavia, que tenha sido apenas um dos rapinantes enviado para o inferno. Fica aqui o conselho para Marcos Antônio: melhore sua mira…”
O texto é do promotor Rogério Leão Zagallo, do 5º Tribunal do Júri de São Paulo. Foi escrito em uma manifestação na qual pediu, em março, o arquivamento do inquérito que investigava as circunstâncias em que o policial civil Marcos Antônio Teixeira Marins havia matado um homem que, ao lado de um comparsa, teria tentado roubar o carro que dirigia.
Na versão do policial civil, a dupla tentou atirar nele, motivo pelo qual reagiu.
“O agente matou um fauno que objetivava cometer assalto contra ele, agindo absolutamente dentro da lei”, escreveu o promotor em sua manifestação, comparando o suspeito morto no episódio ao ser da mitologia romana meio homem meio animal.
O promotor diz que o policial agiu em legítima defesa, portanto a morte do suspeito, “para fortuna da sociedade”, não poderia ser julgada no Tribunal do Júri, que cuida de crimes contra a vida.
As polêmicas observações feitas por Zagallo são alvo agora da Corregedoria do Ministério Público. O procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira, não quis comentar o caso.
Outro trecho da manifestação diz respeito ao esforço da polícia em tentar encontrar o segundo suspeito, que conseguiu fugir.
“Quase toda a Polícia Civil, os Jedis, os Powers Rangers, os Brasinhas do Espaço, a Swat (…), se irmanaram e realizaram uma operação somente vista em casos envolvendo nossos bravos policiais civis”, escreveu o promotor. O pedido pelo arquivamento foi aceito pela Justiça.
O DEIC NÃO É LADRÃO…LADRÕES SÃO OS SEUS FEUDAIS 19
Delegado que apura roubo do Itaú fica magoado por chamarem ‘Deic’ de ladrão
Redação SRZD | Nacional | 16/09/2011 18h56
O diretor do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) da Polícia Civil de São Paulo, Nelson Silveira Guimarães, mostrou nesta sexta-feira que um mal estar foi criado pelo descrédito que a demora nas investigações sobre o roubo nos cofres da agência Itaú, que fica na avenida Paulista, gerou sobre o órgão, principalmente por causa de uma investigação paralela no 69º Distrito Policial. O delegado disse que ficou magoado por terem chamado o Deic de ladrão, comentando notícias sobre a suposta conivência ou participação de agentes da Polícia Civil na ação.
Na quinta-feira, o delegado Ruy Ferraz Fontes, do 69º DP, foi afastado das funções pois suas ações estão sob suspeita. A Corregedoria Geral da Polícia Civil deve instaurar um processo administrativo para investigar a maneira como Fontes atuava em casos de roubo ao Itaú em áreas de outros distritos policiais.
A dupla apuração começou mais de uma semana atrasada por uma suposta falha da polícia. A explicação para que ela acontecesse era a experiência de Fontes, que por muito tempo foi titular da delegacia de Roubo a Banco do Deic,e teria informações capazes de dar solução ao crime de forma mais rápida.
Na quinta-feira uma coletiva de imprensa para divulgar a prisão de um suspeito de envolvimento no crime deixou o delegado nervoso. Ele afirmou que caso alguma pergunta sobre o desentendimento entre o Deic e a 69º DP fosse feita, ele iria embora. Guimarães disse também que o Deic saiu atrás e chegou na frente, se referindo a prisão de um pedreiro de 29 anos na quinta. Os policiais identificaram o suspeito através de seu irmão, um dos autores do roubo. Joias, pedras preciosas e cerca de R$ 30 mil em libras esterlinas foram encontradas com ele.
O delegado fez menção às vítimas do roubo, dizendo que eles estariam procurando serviços de inteligência profissional estrangeira. Ele debochou dizendo que, caso eles pedissem informações, um mapa seria dado para que eles não se perdessem.
O assalto aconteceu entre a noite do dia 27 de agosto e a madrugada do dia seguinte. No entanto, o Deic foi acionado somente cinco dias depois. Um levantamento completo sobre os bens levados não foi realizado porque os cofres eram particulares, porém a polícia acredita em um prejuízo de milhões de reais em joias. O alarme estava desligado e o botão de pânico foi desativado pelos bandidos, que foram até o subsolo do prédio e chegaram a pedir lanches enquanto agiam.
CARÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO DE DECISÃO AUTORIZADORA DE GRAMPO TELEFÔNICO ANULA TODAS AS PROVAS OBTIDAS PELA PF…VIXIT!…AGORA SÓ VALE MESMO PROVA DO ANTIQUADO “INCUÉRITO POLICIAR” 7
STJ anula investigação da PF contra a família Sarney
Corte avaliou que grampos que originaram as quebras de sigilo foram ilegais
Decisão da 6ª turma foi unânime; Ministério Público ainda pode recorrer da decisão ao próprio STJ e ao STF
ANDREZA MATAIS
FILIPE COUTINHO
DE BRASÍLIA
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) anulou todas as provas obtidas pela operação da Polícia Federal que investigou os negócios do empresário Fernando Sarney e outros familiares do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
A decisão da 6ª Turma do STJ foi unânime e devolve as investigações à estaca zero. Escutas telefônicas, extratos bancários e documentos fiscais obtidos pela PF não poderão ser usados para processar ninguém, de acordo com a decisão.
Os ministros do STJ entenderam que os grampos que originaram as quebras de sigilo foram ilegais.
O STJ também anulou neste ano provas obtidas pela PF ao investigar os negócios da construtora Camargo Corrêa e do banqueiro Daniel Dantas, do grupo Opportunity.
Batizada inicialmente de Boi Barrica, nome de um grupo de folclore maranhense ligado à família Sarney, e depois rebatizada como Faktor, a operação da PF foi deflagrada em 2007 devido à movimentação atípica de R$ 2 milhões na conta de Fernando Sarney e da mulher dele, Teresa. O empresário é filho do presidente do Senado.
Durante a investigação, a PF encontrou indícios de tráfico de influência em órgãos do governo federal, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro. Fernando Sarney sempre negou todas as acusações feitas pela PF.
Entre 2009 e 2010, a Folha publicou trechos de diálogos gravados pela PF na operação. As conversas mostravam que Fernando Sarney tinha influência sobre a agenda do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.
SARNEY E ROSEANA
Sarney e sua filha, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), aparecem nas interceptações telefônicas tratando com Fernando Sarney e outras pessoas de nomeações para cargos estratégicos no governo Lula.
As escutas se estenderam por pelo menos por sete meses. Os diálogos levaram a Justiça a autorizar a quebra dos sigilos fiscal, bancário, telefônico e dos e-mails de dezenas de pessoas, entre elas Fernando Sarney.
Agora, o STJ entendeu que houve “carência de fundamentação” na decisão que autorizou as escutas.
De acordo com os ministros, o grampo telefônico deve ser uma “exceção” e só pode ser autorizado depois de os investigadores esgotarem os demais recursos.
Na avaliação do STJ, a Polícia Federal e o Judiciário do Maranhão não exibiram justificativas suficientes para as interceptações telefônicas.
DECISÃO
A decisão do STJ foi tomada a pedido de João Odilon Soares, um funcionário do grupo de comunicação controlado pela família Sarney que também aparece como sócio de uma empresa da família que, segundo a PF, foi usada para lavar dinheiro.
Sua defesa é feita pelo advogado Eduardo Ferrão, o mesmo que representa a família Sarney. Procurado ontem, Ferrão não retornou as ligações. Por analogia, a decisão se estende a todos os investigados pela PF.
O Ministério Público Federal ainda pode tentar derrubar a decisão, recorrendo ao próprio STJ e ao STF (Supremo Tribunal Federal).
Em agosto do ano passado, a Folha revelou que o TRF (Tribunal Regional Federal) decidira anular a interceptação de e-mails pela operação Faktor atendendo a Odilon e seu advogado.
Entre as mensagens interceptadas pela polícia que foram anuladas pelo STJ, uma indicou remessa de dinheiro de Fernando Sarney para o exterior, o que ele sempre negou.
Alckmin investiu apenas 11% dos recursos previstos para a Segurança Pública 9
A afirmação foi feita nesta quinta-feira (15/9), na Assembleia Legislativa, pelo líder da Bancada do PT, deputado Enio Tatto, durante a audiência pública que discutiu a reestruturação das carreiras dos delegados de polícia e policiais civis; os vencimentos dos policiais militares e agentes penitenciários; e as regras de inatividade e promoção dos policiais militares.
Levantamento feito junto ao Sigeo – Sistema de Informação e Gerenciamento do Orçamento, aponta que os investimentos na secretaria de Segurança estavam previstos em R$ 470,2 milhões para 2011. No entanto, até agora, passados oito meses do ano, só foram liquidados pela secretaria, ou seja, efetivamente gastos, 11% – pouco mais de R$ 50 milhões.
De janeiro até agora, o governo tucano também retirou do orçamento da secretaria mais de R$ 78 milhões, que foram usados para suplementar outros órgãos do Estado.
Cortes em inteligência policial
Além dos investimentos, o programa de Inteligência Policial teve seu orçamento de R$ 322,8 milhões reduzido em R$ 20 milhões e mais, até o momento só foram liquidados R$ 73,9 milhões, o que representa apenas 22,8% do total.
O Reaparelhamento da Polícia é outro programa com baixíssima execução orçamentária: apenas 11,7%. Isso significa que foram gastos, em oito meses, apenas R$ 33,8 milhões do total previsto de R$ 288,5 milhões.
Também o programa de Formação e Capacitação dos Policiais Civis teve mais de R$ 1 milhão remanejado para outros órgãos e liquidou, até agora, só 31,8% do seu orçamento total de R$ 43,7 milhões.
Carreira policial
Durante a audiência pública, Enio Tatto também advertiu os servidores para o que chamou de “pegadinha” do governo do Estado. O deputado referia-se ao índice de reajuste de 15%, proposto pelo projeto do governador, ser calculado sobre o salário-base e não sobre o total recebido, que inclui adicionais diversos, e também à alegação de que o Estado não tem recursos para reajustes mais expressivos. “O excesso de arrecadação até agosto deste ano atinge R$ 3,2 bilhões”, informou.
O líder do PT explicou, ainda, que o pacote de projetos tramita em tempo recorde na Assembleia e não há tempo para discutir as emendas apresentadas pelos parlamentares. A presidência da Casa quer colocar os projetos de lei em votação já na próxima semana.
Os deputados da Bancada do PT apresentaram várias emendas que objetivam o aprimoramento das proposituras, no entanto, segundo Enio Tatto, técnicos do governo já deixaram claro que não vão aceitar emendas que impliquem em aumento de gastos.
FENAPEF – fiel ao felonismo classista – abjetamente descontextualiza argumentação de Delegado Federal com a finalidade de incitar indisposições: “Não é possível que, em nome de interesses corporativos, um representante do Departamento de Polícia Federal ataque de forma gratuita ministros do Supremo Tribunal Federal”… 7
fonte……..http://www.fenapef.org.br/fenapef/noticia/index/34974
DELEGADO FEDERAL
Assessor do diretor-geral da PF ataca ministros do Supremo
O representante do diretor-geral na Câmara dos Deputados, delegado Marcos Leôncio Ribeiro, atacou os ministros do Supremo Tribunal Federal na tarde de terça-feira, 13, durante audiência pública que debateu o Projeto de Lei 1028/11 que assegura aos delegados o papel de conciliadores entre as partes envolvidas em delitos de menor potencial ofensivo. Exceto as representações dos delegados, todas as entidades representadas na Comissão, entre elas a Fenapef, CONAMP e Ajufe, são contra a proposta.
O ataque aconteceu durante a fala do delegado acerca do entendimento dos ministros do Supremo sobre a possibilidade da lavratura do Termo Circunstanciado por policiais militares, policiais rodoviários federais entre outros. Para Leôncio os ministros do Supremo não entendem muito de segurança pública. “Eles não sabem a diferença entre um Boletim de Ocorrência e um Termo Circunstanciado”, disse o delegado.
No mesmo dia o presidente da Fenapef repudiou o ataque do delegado representante do diretor-geral. “Não é possível que, em nome de interesses corporativos, um representante do Departamento de Polícia Federal ataque de forma gratuita ministros do Supremo Tribunal Federal”.
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Se os Ministros do STF soubessem a diferença entre boletim de ocorrência e termo circunstanciado – há mais de 15 anos – teriam ordenado o efetivo cumprimento da Lei n. 9.099, de 26 de setembro de 1995.
Especialmente: seus artigos 64 e 69, ou seja: Juizado funcionando diuturnamente; cumprindo-se os princípios e critérios do art. 62.
Mas, plantão em horário noturno e em qualquer dia da semana, NINGUÉM QUER TRABALHAR!




