RIO GRANDE DO NORTE: Polícia Civil e Itep poderão entrar em greve por tempo indeterminado 1

Polícia Civil e Itep poderão entrar  em greve por tempo indeterminado

Quarta-feira, 28 de Setembro de 2011 às 00:00 / omossoroense.com.br

Servidores da Polícia Civil e do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) podem paralisar suas atividades no Rio Grande do Norte por tempo indeterminado. As decisões serão tomadas em Assembleias Extraordinárias das duas categorias marcadas para as 18h de hoje e para as 16h de amanhã, respectivamente.
Segundo informações do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil (Sinpol), a sinalização acontece em resposta à postura do governo, que cancelou uma reunião marcada para o último dia 21 sem apresentar nova data, demonstrando falta de intenção em cumprir a decisão judicial que homologou o Termo de Acordo.
Os secretários da Casa Civil, do Planejamento e da Administração informaram que não tinham nada a debater, uma vez que não tinham recebido os dados fiscais que poderiam sinalizar para o pagamento do enquadramento da Lei 417/10.
Em declaração à imprensa, a presidente do Sinpol, Vilma Marinho, disse que a revolta toma conta da categoria, visto que solicitam há dias audiência com a cúpula do Governo, diante do descumprimento de várias cláusulas do acordo.
Os servidores do Itep avaliarão a mobilização que pretendem tomar diante da estagnação do Anteprojeto de Lei do Estatuto do Instituto, que deveria trazer ganhos consideráveis às condições de trabalho e valorização dos servidores, luta empreendida há anos pelo Sinpol, sem sucesso devido à falta de vontade política dos gestores de investir naquele serviço cada dia mais sucateado.

RIO GRANDE DO SUL : Agentes da Polícia Civil realizam paralisação de 48 horas no Estado 3

28/09/2011 09:07 – Atualizado em 28/09/2011 09:31

Agentes da Polícia Civil realizam paralisação de 48 horas no Estado

Gaúchos também enfrentam greve dos Correios, dos bancos e da Justiça
Federal

Os agentes da Polícia Civil do Rio Grande do Sul começaram
uma paralisação de 48 horas, nesta quarta-feira, e se juntam a outras categorias
em greve no Estado, como os servidores dos Correios, dos bancos e da Justiça
Federal. Durante os dois dias de movimento dos escrivães, inspetores e
investigadores, haverá restrição dos serviços. Somente os casos de vulto serão
registrados, como homicídios, latrocínio, estupro, lesão corporal, sequestro e
crimes com crianças, adolescentes e idosos entre as vítimas.

O Sindicato
dos Escrivães, Inspetores e Investigadores da Polícia Civil (UGEIRM) orientou os
servidores a irem às delegacias e restringirem o trabalho. Na Região
Metropolitana, todos os distritos e departamentos devem enviar, pelo menos, um
representante para a frente do Palácio da Polícia, onde estão concentrados os
diretores da entidade.

Na sexta-feira passada, os policiais civis saíram descontentes da reunião em que o
Palácio Piratini manteve a proposta de reajuste de R$ 91 no vencimento básico
dos inspetores e escrivães de 1ª a 4ª classe. O sindicato sugeriu elevar para R$
120 a proposta de incremento, mas não houve acordo.

De acordo com o
sindicato, o espaço comprado pelo governo nos principais jornais do Rio Grande
do Sul hoje traz uma informação falsa. Segundo o anúncio, o Estado concedeu
reajuste à categoria de 10,51% a 20%. No entanto, a entidade afirma que, pela
proposta, o máximo de aumento que um agente ganhará no salário bruto será de
13,7%.

Bancos

A Federação dos Trabalhadores em Instituições
Financeira do Estado (Fetrafi-RS) informou que 390 agências públicas e privadas não
funcionaram no Estado nessa terça-feira, primeiro dia de greve dos bancários. Em
Porto Alegre, foram 195. Entre os bancos públicos, a maior adesão foi da Caixa
Econômica Federal – das 205 agências, 90 pararam. No Banrisul, 85 dos 399
terminais não funcionaram.

Já o Banco do Brasil teve 60 das 347 agências
afetadas pela greve. Conforme o diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hank, os números
superam as últimas paralisações da categoria. Em Porto Alegre, a sede central do
Banrisul funcionou normalmente durante o dia. A entidade espera ampliar a adesão
dos servidores ao movimento nesta quarta-feira.

Nos bancos paralisados, o
atendimento interno aos clientes está suspenso. As salas de autoatendimento têm
acesso liberado, mas ainda assim serviços como depósitos, que podem ser feitos
nos caixas eletrônicos, não serão computados.

Correios

A
greve dos servidores dos Correios já está na segunda semana. Na tarde de ontem, a direção da estatal
e o comando da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios,
Telégrafos e Similares (Fentect) estiveram reunidos, mas não chegaram a um
consenso para por fim ao movimento. Hoje haverá uma nova reunião.

Na
sexta-feira, os Correios rejeitaram a contraproposta apresentada pela Fentect,
que pede um aumento linear de R$ 200, a reposição da inflação de 7,16% e o
aumento do piso salarial, de R$ 807 para R$ 1.635. A estatal oferece um reajuste
de 6,87%, aumento real de R$ 50 — o que equivale de 13% para 60% — e abono de R$
800.

Judiciário

Os servidores do Judiciário Federal no Rio Grande do
Sul também iniciaram paralisação por 48 horas. Nesta quarta-feira, está
previsto um ato público para as 14h30min, em frente ao Tribunal Regional
Eleitoral (TRE) na rua Duque de Caxias, Centro de Porto Alegre.

O
protesto abrange as justiças Federal, Eleitoral, Militar e do Trabalho. A meta é
pressionar o Congresso Nacional a aprovar o projeto de lei que trata de revisão
salarial e tramita desde 2009 na Câmara. A categoria quer que os vencimentos
sejam equiparados aos das carreiras equivalentes dos poderes Executivo e
Legislativo. O último aumento para o Judiciário Federal ocorreu em
2006.

Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário
Federal (Sintrajufe), José Carlos de Oliveira, serviços essenciais são mantidos,
mas prejuízos podem ser registrados no atendimento à população. “Pode ocorrer
prejuízos no andamento de demandas judiciais nas areas trabalhistas, federais e
também nos cartórios eleitorais, mas o prazo ainda é muito pequeno para que
sejam registrados problemas”. Caso a negociação não seja encaminhada, a
categoria estuda a possibilidade de declarar greve por tempo
indeterminado.

 

Fonte: Correio do Povo

 

Porto Alegre

– Agentes policiais gaúchos podem fazer paralisação entre amanhã e quinta-feira. Em entrevista à Rádio ABC 900 AM, o presidente do Sindicatos dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia do Rio Grande do Sul, Isaac Ortiz, explicou que entre os pedidos da categoria estão horas extras, aumento do efetivo, plano de carreira e aposentadoria. A greve também tem o objetivo de chamar a atenção do governo para  renegociar o reajuste salarial, já que a proposta da categoria de aumento de  25% foi recusada pelo Estado.

 

Ortiz afirmou ainda que se espera grande adesão por parte dos policiais do Vale do Sinos. “Nunca se viu uma mobilização tão grande entre os policiais”, comentou.

Esclarecimento do Instituto do Legislativo Paulista (ILP), órgão da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo 4

———- Mensagem encaminhada ———-
De: <instituto@al.sp.gov.br>
Data: 28 de setembro de 2011 12:06
Assunto: Esclarecimento
Para: dipol@flitparalisante.com

Olá senhor administrador do blog Jornal Flit Paralisante.

O Instituto do Legislativo Paulista (ILP), órgão da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, foi mencionado em um comentário relacionado à notícia Policiais se mobilizam na Grande SP com faixas contendo recado ao governador, postado ontem, dia 27/09 às 19h10, por uma pessoa que se identifica apenas como “só se for agora”. Abaixo da citação “olha o descaso conosco:….”, aparece a lista da Agenda de acontecimentos marcados para o dia dentro da Casa. O comentário pode ser identificado pela numeração #45.

Da forma como foi postado, fica parecendo que o ILP teria cancelado (e não avisado) o Curso Direito do Consumidor. O que houve, na verdade, foi o cancelamento do espaço em que o mesmo seria  realizado, uma vez que foi transferido para um auditório maior, informação que consta no mesmo local, ou seja, na Agenda da Assembleia. Esclarecemos, ainda, que quando se faz necessário – muitas vezes, até, por causa do número de pessoas inscritas -, um determinado evento pode vir a ser transferido de auditório e, nessa eventualidade, a informação é prestada na mesma página na  internet, a fim que não haja dúvida a respeito por parte dos interessados. Portanto, a referida aula aconteceu, como previsto na Agenda da  Assembleia, às 19h, no auditório Paulo Kobayashi, e o curso, que teve ínicio na data prevista (20/09), continua com  seu andamento regular.

Agradecemos pela atenção.

Maurílio Maldonado,
Diretor Presidente do Instituto do Legislativo Paulista.

O “DONO” DA DELEGACIA DE FRANCO DA ROCHA…( Tá certa!…Questionar não ofende. ) 28

Saiu no blog do Azenha:
“O “DONO” DA DELEGACIA DE FRANCO DA ROCHA

Fatima Souza, repórter policial

Aos berros e com dedo em riste o delegado titular Luís Roberto Faria Hellmeister me expulsou da delegacia de Franco da Rocha e ameaçou me dar ordem de prisão por “desacato a autoridade”. O homem parecia insano. Gritou comigo na frente de outros colegas de profissão, do SBT, da Band, da Rede TV, do Jornal Agora… Fumando um cigarro atrás do outro – dentro da delegacia – o Hellmeister ficou “ofendido” com perguntas que fiz durante uma coletiva concedida por ele no sábado, 24 de Setembro de 2011, sobre a detenção do ex-árbitro de futebol e comentarista esportivo, Oscar Godoy.

As quatro e meia da tarde, Godoy atropelou, sobre a faixa de pedestre, a jovem Carolina de 19 anos. O comentarista tinha acabado de sair de uma festa em Franco da Rocha e ao avançar sobre a faixa atropelou a moça, que foi levada, com escoriações e três “galos” na cabeça para o Hospital. Segundo testemunhas Godoy estava totalmente embriagado e “cortou” uma moto e um carro que estavam parados antes da faixa, atropelando a moça, mãe de um bebê de seis meses que, por felicidade estava nos braços do marido dela na hora do acidente.

O marido dela contou que Godoy não conseguia nem falar e nem sair de seu carro após o acidente, de tão embriagado que estava e que pessoas rodearam seu carro para evitar que ele tentasse fugir. Levado para a delegacia Godoy estava visivelmente alterado, precisando do auxilio de policiais militares e depois do próprio delegado Hellmeister para andar, entrar na viatura e subir as escadas da delegacia de Franco da Rocha. Imagens registradas pela TV Record o mostram praticamente cambaleando. Tentei entrevista-lo mas ele não respondeu as minhas perguntas se limitando a fazer um sinal de “positivo” com a mão.

Os policiais militares disseram que ele se recusou a fazer exame no bafômetro e que, por duas vezes levado ao hospital para fornecer sangue para exame de dosagem alcoólica ele se recusou. Ai o Hellmeister, o delegado, conversou com o Godoy e o convenceu a ir, pela terceira vez, ao Hospital. Desta vez ele permitiu que tirassem seu sangue e também tomou uma injeção de glicose na veia para diminuir os efeitos do álcool em seu organismo.

De volta ao distrito o delegado Hellmeister reuniu os jornalistas para uma coletiva. Como as respostas que vinham dele às minhas perguntas não satisfaziam, insisti nos questionamentos. Disse, por exemplo, o delegado que o caso com o Godoy foi uma “fatalidade”. Estranhei a postura da autoridade com esta afirmação e retruquei perguntando se era “fatalidade ou uísque”!

Disse também o delegado que os ferimentos da moça era mínimos e que “nem sequer a roupa dela foi rasgada”, o que me fez retrucar: “neste momento interessa a gravidade dos ferimentos da moça ou o fato do Godoy estar bêbado?, perguntei. Afinal, pouco ou muito ferida, a moça foi atropelada! Também, durante a coletiva, a autoridade disse que o Godoy estava em “baixa velocidade”, e eu questionei: “como o senhor sabe? Já ouviu testemunhas?”.

Hellmeister disse que ainda não tinha ouvido ninguém mas “calculava” que se o Godoy estivesse em alta velocidade a moça teria se machucado muito mais. Insisti dizendo que o Godoy estava visivelmente embriagado e o delegado respondeu que quanto a isso precisava aguardar o exame de sangue que o comentarista tinha acabado de fazer. Também deixou claro o doutor delegado que o Godoy estava muito abatido, chateado e triste e que tinha até “chorado”.

E assim foi… Hellmeister parecia não estar muito contente com minhas perguntas mas esta é a minha função de repórter. Como última pergunta eu disse a ele: “Doutor, o senhor disse que se fosse um “zé ninguém” a imprensa não estaria aqui. E, se fosse um “zé ninguém”, o senhor estaria aqui? Teria saído de casa, na sua folga, para vir atender a ocorrência?

Ah! Ai a autoridade perdeu a classe! Levantou da cadeira, esticou o dedo em direção ao meu nariz e começou a gritar de forma insana: “a senhora é uma repórter espúria!”… “não vai fazer perguntas capiciosas comigo não”! “se retire da “minha” delegacia!”… “Enquanto eu for delegado aqui você não pisa mais aqui dentro!”… “Fora, prá fora, já prá fora repórter inexperiente”! E foi assim, aos berros que o doutor me expulsou da “sua” delegacia.

Não sem antes dizer que iria me prender: “vou te prender por desacato a autoridade!” berrou o “dono” da delegacia de Franco da Rocha. Um investigador que estava de plantão encostou em mim e pediu para que eu me retirasse porque o delegado estava muito “nervoso”. Nervoso com que? Perguntei… Por eu insistir para chegar a verdade? Por exercer minha profissão? Em que momento “desacatei” o doutor? Sai do Delegacia e fiquei o resto do tempo do lado de fora, aguardando a saída do Godoy que tomava café preto e respondia as perguntas do Hellmeister.

No final das contas o Godoy assinou Boletim de Ocorrência de “lesão corporal leve e embriagues ao volante”. A moça saiu do hospital e, após uma tomografia, ficou constatado que não havia danos no cérebro, graças a Deus. Está com o pescoço e a cabeça inchadas e com um leve problema na coluna que “esticou” muito quando ela foi atropelada pelo Godoy, caindo sobre o carro dele (inclusive, estourando o vidro da Jafira do comentarista) e depois caindo ao chão.

Liberado o Godoy foi para casa. O delegado também. Eu? Fiquei com a impressão de que os outros é que bebem e eu levo a culpa! Mas muito, muito feliz em exercer minha função com dignidade, perguntando o que as pessoas não querem ouvir porque as incomoda.

Sindicato pede retratação de delegado que expulsou repórter de delegacia
27 de setembro de 2011
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo considera inaceitável e solicita a imediata retratação do delegado titular da delegacia de Franco da Rocha, na Grande São Paulo, Luís Roberto Faria Hellmeister, contra a repórter Fátima Souza, da Rede Record, que foi tratada de forma agressiva e desrespeitosa durante cobertura ocorrida no final de semana.

O delegado, um servidor com a responsabilidade que a função exige, não pode e não tem o direito de expulsar qualquer cidadão de uma delegacia, ainda mais uma jornalista no exercício da profissão, de um espaço público, que não lhe pertence e que tem apenas o dever de preservar. O Sindicato exige as providências cabíveis, sobretudo por parte da Secretaria de Segurança Pública no Estado de São Paulo.

 

Major Olímpio – Família Policial Civil e Militar: Vamos “marchar” em protesto para o Palácio dos Bandeirantes. Se o governo quer show, é show que ele terá! 218

Enviado em 28/09/2011 as 8:13 – Francamente Franco

Recebi isso ontem.

Família Policial Civil e Militar
Sei que a apreensão é grande em relação à aprovação dos projetos que estão na Assembléia, mas a culpa do que está acontecendo não é dos deputados e sim do governador.
A data base para revisão dos salários é 1º da março, mas o governador só mandou a mensagem para a Assembléia em 24 de agosto, muito embora tenha anunciado que mandaria em solenidade no dia 15 de julho, durante o recesso do Legislativo.
Mandou os projetos de reajuste (que são migalhas: 15% agora e 11% em 2012 sobre o padrão) junto com complexos projetos que reestruturam carreiras, mudam critérios de ingresso e promoção e que, desgraçadamente, esquecem os operacionais da Polícia Civil e os praças da Polícia Militar.
Resultado: 157 emendas foram apresentadas, justamente para diminuir as injustiças, e o governo insiste em só acatar as que não geram aumento de despesa, o que está travando tudo. Nem os deputados do partido do governador estão engolindo esta situação. Caso o governador não ceda, nada será votado.
As entidades representativas de Policiais Civis, em especial o Sindicato dos Delegados e Sindicato dos Investigadores, já convocaram uma Assembléia Geral e vão a luta por seus direitos.
As associações da Polícia Militar se reuniram quinta feira com o Comandante Geral da PM, o qual chegou ao cúmulo de ameaçar com punições inclusive inativos que participarem de manifestações.
O governo disse que pagaria o reajuste já em outubro, o que não acontecerá e, se persistir o impasse, nem em novembro.
Chegou a hora de saber quem é quem. Vamos “marchar” em protesto para o Palácio dos Bandeirantes. Se o governo quer show, é show que ele terá!
Vamos mostrar para o Brasil o que ocorre com a situação dos Policiais de São Paulo. Não é possível que, com 6 bilhões de excesso de arrecadação neste ano, o governo dizer que não tem dinheiro. Não é possível sermos os Policiais piores pagos do país e com as carreiras mais lentas.
“Não venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as vezes que deixei de lutar”.
Por você,
Por sua família,
Por uma sociedade mais segura
VAMOS A LUTA!
Deputado Estadual Major Olímpio

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A convocação repercute:  http://www.vejosaojose.com.br/francamentefranco.htm

Segurança é debatida abertamente em blogs policiais 17

Liberdade de expressão

Segurança é debatida abertamente em blogs

Blogosfera policial tem cerca de 200 sites com o objetivo de democratizar discussões sobre a política pública de combate à violência

27/09/2011 | 00:01 | Aline Peres

Debates sobre a segurança pública têm ganhado cada vez mais espaço na internet. O fenômeno conhecido como blogosfera policial dá voz e vez à opinião pública em discussões que vão desde a mobilização de policiais até políticas públicas de combate à violência. Estima-se que o país tenha hoje cerca de 200 blogs assinados por protagonistas ligados à área.

Os blogueiros são unânimes ao dizer que a iniciativa vai além da notícia. Para a pesquisadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), da Uni­ver­sidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, Silvia Ramos, a blogosfera policial surgiu como um campo de libertação da palavra. “Até então eram os pesquisadores e os governantes que falavam sobre a polícia. Os policiais nunca tomavam a palavra.” Dessa forma, os blogs pretendem ser democráticos, espaços por permitirem a liberdade de expressão.

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Do jornal para a web

Delegado paranaense mantém canal de discussão

No Paraná, um exemplo de blog voltado para a discussão da segurança pública é o mantido pelo delegado da Polícia Civil, Rafael Vianna. A vontade de ter um espaço para falar e discutir segurança surgiu em 2009, em uma coluna semanal publicada por um jornal de Colombo, na região metropolitana de Curitiba. Na se­­quência, o conteúdo produzido foi para a internet. “A ideia era falar sobre segurança de forma prática.”

Criar um espaço que permite o acesso de mais pessoas foi rápido. “Sentei em frente do computador, consultei o provedor e descobri como fazer um blog. No início, postei os 60 artigos publicados anteriormente no meio impresso.” A supervisão do conteúdo era feita nos domingos, lembra Vianna.

Pilares

Atualmente, o mestre em Ciências Jurídico-Criminais é um dos coordenadores do planejamento estratégico da Secretaria da Segurança Pública do Paraná. Porém, antes de ser delegado, Vianna se considera pesquisador e pretende, com o blog, discutir o que ele considera as três grandes áreas de reflexão sobre a segurança pública: fatores que contribuem para a criminalidade; atuação da polícia a partir do mapeamento do crime; e a questão judiciária que vem após o crime acontecer. “Da forma como está hoje, estamos enxugando gelo. Com o blog, espero criar um espaço para um discurso, que fuja das lamentações”. (AP)

Pesquisa revela perfil do blogueiro policial

A convite da Unesco, o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), da Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, realizou o primeiro levantamento sobre blogs policiais, em 2009. Segundo uma das pesquisadoras, a cientista social Silvia Ramos, o perfil identificado naquele período pouco difere de hoje.

A pesquisa foi feita com 73 blogueiros, responsáveis por 70 blogs policiais. O universo da blogosfera policial, como é chamado por seus integrantes, estava presente em 17 estados, sendo a Região Su­­des­­te a dominante. A maioria dos blogueiros é oriunda da Polícia Militar (58%), seguida por integrantes da Guarda Municipal (15,1%) e da Polícia Civil (13,7%).

Autores

Em relação aos postos que ocupam, os responsáveis vêm de es­­tratos mais baixos das instituições policiais. Oficiais e delegados re­­presentam, juntos, 42%. Quan­­to ao nível de escolaridade, 62% dos entrevistados têm curso superior completo ou pós-graduação completa ou em andamento. Apenas 12,7% cursaram somente o ensino médio. A maior parte dos autores é do sexo masculino, com mais de 30 anos.

Para os blogueiros, o que mais os motivou a criar os blogs foi querer ex­­pressar seus próprios pontos de vista sobre segurança e Justiça (55%). “Eles [os blogueiros] têm o pa­­pel de conexão com o mundo dos direitos humanos”, afirma Silvia. (AP)

Para o tenente da Polícia Militar da Bahia Danillo Ferreira, um dos criadores do blog Aborda­­gem Policial (abordagempolicial.com), os blogs policiais são considerados um avanço, que permitem a abordagem de discussões que eram monopolizadas por grandes veículos de comunicação. O blog surgiu em 2007 com o objetivo de divulgar o que Ferreira e seus colegas faziam e ouviam nos corredores da Academia da Polícia Militar.

Segundo uma pesquisa desenvolvida por Ferreira, a blogosfera policial conta com iniciativas em 14 estados, sendo a maior concentração no eixo Rio-São Paulo. Acredita-se que o primeiro blog com a pretensão de discutir a segurança pública surgiu em 2006, com o Diário de um PM, do policial Alexandre Souza.

Qualidade

Ferreira defende que a qualidade das discussões sofreu mudanças com o tempo. “O blog, como meio de comunicação de nicho, se dedica ao aprofundamento dos temas nem sempre discutidos pelos meios de comunicação de massa.” O importante não é apenas informar, mas analisar a complexidade do tema. A influência que a ferramenta tem também é um ponto positivo.

O público que lê e participa é heterogêneo – são policiais, guardas municipais, promotores, juízes, advogados, profissionais da imprensa e curiosos. Muitas vezes essa diversidade cria confrontos de ideias.

Outro exemplo é o blog Os Municipais.com, em que o assessor técnico da Guarda Municipal de São Paulo Wagner Pereira compartilha seu cotidiano operacional. O blog está entre os 30 canais mais votados, semanalmente, no Top Blog. Diaria­men­te, Pereira mantém a mesma rotina. Em quatro horas, ele seleciona as notícias e as distribui para 200 endereços eletrônicos. Os 204 seguidores do blog também recebem respostas semanalmente. O resultado é a popularidade do veículo. “Que­­ro que as pessoas leiam, participem e discutam segurança pública”, declara.

* * * * *

http://www.gazetadopovo.com.br/pazsemvozemedo/conteudo.phtml?tl=1&id=1173577&tit=Seguranca-e-debatida-abertamente-em-blogs

BANDIDOS TOGADOS 17

Enviado em 27/09/2011 as 14:08 – PSDB NUNCA MAIS

BANDIDOS TOGADOS

Declarações de corregedora abrem crise no CNJ

Agência Estado

Uma crise sem precedentes se instaurou hoje no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Declarações da corregedora, Eliana Calmon, afirmando haver hoje “bandidos de toga” no Judiciário levaram o presidente do CNJ, Cezar Peluso, a exigir a publicação de nota oficial contra as afirmações. O texto foi lido na sessão desta manhã, pelo próprio Peluso, e na presença da corregedora, mas o nome de Eliana Calmon não foi citado na nota.

Na nota, o CNJ “repudia veementemente acusações levianas e que sem identificar pessoas nem propiciar qualquer defesa lançam sem prova dúvidas sobre a honra de milhares de juízes que diariamente se dedicam ao ofício de julgar com imparcialidade e honestidade”.

A divulgação da nota oficial foi decidida em reunião a portas fechadas hoje pela manhã. Conselheiros relataram que o clima foi tenso e que houve acusações em voz alta durante a reunião que durou mais de uma nora. Peluso teria, de acordo com esses conselheiros, exigido a publicação de uma nota oficial em repúdio às declarações.

Na entrevista à Associação Paulista de Jornais (APJ), a ministra afirmou haverem juízes bandidos infiltrados no Judiciário. “Acho que é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga”, afirmou.

E ainda afirmou que o presidente do CNJ, por ter vindo do Tribunal de Justiça de São Paulo, seria refratário às inspeções da corregedoria. “Sabe que dia eu vou inspecionar São Paulo? No dia em que o sargento Garcia prender o Zorro. É um Tribunal de Justiça fechado, refratário a qualquer ação do CNJ e o presidente do Supremo Tribunal Federal é paulista”, disse a ministra.

Ceará: Ameaça de greve volta rondar Polícia Civil 2

26 de setembro de 2011 // 18h07    (Diário do Nordeste Online)

Uma assembleia geral dos policiais civis do Estado do Ceará, marcada para próxima sexta (30), deve determinar se a categoria volta ou não a fazer greve.

A categoria está em campanha salarial e, recentemente, cruzou os braços em uma greve que alterou o funcionamento das delegacias, mas voltou à normalidade após um acordo com o Governo do Estado.

Segundo a presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira (Sinpoci), Inês Romero, a categoria espera uma contra-proposta do Governo do Estado hà 53 dias. “Vamos deixar que a categoria resolva o andamento da greve. Tivemos paciência, mas já está com 53 dias e até agora não tivemos nenhuma resposta do Governo”, pontua Inês.

O objetivo da assembleia é informar sobre o andamento das negociações das pautas de reivindicações apresentadas ao Governo do Estado para os grevistas.

Tocantins: “e-inquérito” – Delegados e Escrivães da Polícia Civil participarão do novo sistema de digitalização de processo do Tribunal de Justiça do Tocantins 4

Delegados e Escrivães de Polícia participam de curso do E-Proc

 por Deydjane da Luz em Segurança Pública

Delegados e Escrivães da Polícia Civil da capital participam, desde ontem, 26 de setembro, do curso de manuseio do Sistema de Processo Eletrônico – E-Proc/TJTO. Nessa primeira fase, 98 servidores da Secretaria de Estado da Segurança Pública serão capacitados para manusear o novo sistema de digitalização de processo do Tribunal de Justiça do Tocantins.

O curso será ministrado das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas, no Laboratório de Informática da Escola da Magistratura, localizado na Avenida Teotônio Segurado, em Palmas.

De acordo com informações do TJ, a partir de 10 de outubro do corrente ano, o sistema passará a ser utilizado pelos órgãos da capital, sendo: Varas Criminais, Delegacias de Polícia Civil, Instituto Médico Legal, Instituto de Criminalística e Instituto de Identificação.

Na Capacitação, todos aprenderão a navegar pelo sistema para, em seguida, realizarem a tramitação de processos por meio totalmente eletrônico, a fim de dar agilidade às ações.

No novo sistema, os servidores da Segurança Pública terão uma assinatura eletrônica para acessar a internet, nos endereços eletrônicos indicados pelo TJTO, e encaminharão todos os procedimentos que competem à Polícia Civil, o que consequentemente dará agilidade aos casos.

Justiça concede liminar e põe fim à greve da Polícia Civil, no Espírito Santo 3

Tribunal de Justiça julgou a paralisação dos policiais civis como ilegal.
A principal reivindicação dos oficiais é a aposentadoria integral.

Juirana NobresDo G1 ES, com informações da TV Gazeta

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O Tribunal de Justiça julgou ilegal a paralisação das atividades dos policiais civis do Espírito Santo. De acordo com o chefe da Polícia Civil Joel Lyrio, por esta razão uma liminar foi expedida obrigando o retorno das atividades, que aconteceu na madrugada desta terça-feira (27). Por outro lado, os oficiais prometem novas paralisações ao longo do dia.

Segundo o chefe de polícia Joel Lyrio, a paralisação foi desnecessária. “Esta manifestação foi precipitada. O governo estava dialogando com os servidores. Este ano tivemos vários avanços para a categoria dos policiais civis. Conseguimos valorização profissional, foi instituída a função gratificada para delegados de polícia, peritos, escrivães e investigadores. Além de outros benefícios”, detalhou Lyrio.

Bombeiro trabalha no recolhimento de corpos no lugar de policiais civisl (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Bombeiro trabalha no recolhimento de corpos no
lugar de policiais civis (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

Joel Lyrio disse que algumas reivindicações não devem ser atendidas por se tratar de questões jurídicas, que não cabe ao governo do estado. “No caso da aposentadoria especial, precisamos esclarecer que existe uma dificuldade por causa de uma emenda na constitucional, que modificou algumas regras”, explicou o chefe de polícia.

Os oficiais reivindicam aposentadoria integral. A paralisação começou na tarde desta segunda-feira (26), às 14h e pretendiam estender a manifestação até às 14h desta terça-feira (27). Os serviços do Departamento Médico Legal (DML) ficaram parados e não houve atendimento. Segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol), a decisão foi tomada após a realização de assembleia.

De acordo com o presidente da Associação da Polícia Civil José Rodrigues Camargo, o Sindipol não teve outra alternativa devido a liminar judicial. “Não tivemos como prosseguir com o nosso movimento desta segunda-feira (26). Mas as manifestações não vão parar. Vamos fazer paralisações relâmpagos ao longo do dia”, avisou Camargo.

Segundo o presidente da associação, uma reunião será feita na tarde desta terça-feira (27), com todas as associações que fazem parte do sindicato, para discutir novos rumos para a paralisação. “Vamos parar novamente sim. O governo não está disposto a nos ouvir. E que venham novas liminares que iremos respeitar cada uma que chegar”, disse o presidente.

RIO DE JANEIRO: Observatório de análise criminal garante segurança em tempo real 2

Jornal do Brasil

A Secretaria de Segurança contará com novas ferramentas para diminuir ainda mais o índice de criminalidade e combater à violência. Até o fim do ano, o Instituto de Segurança Pública (ISP) apresentará a última versão do Observatório de Análise Criminal, um centro de dados capaz de traçar o perfil dos delitos que ocorrem na Região Metropolitana do Rio e que serve de base para o planejamento operacional das policias Civil e Militar.

Um outro aplicativo da Secretaria permitirá o acompanhamento em tempo real das áreas, desde a chamada no 190 até o registro nas delegacias.

O novo software da central de informações foi criado em 2010 e está passando por testes em batalhões e delegacias das zonas Oeste e Norte, que compreendem a Região Integrada de Segurança Pública (Risp) 2.

A ferramenta, que inclui imagens de câmeras de vigilância, também poderá ser utilizada para que os policiais possam cumprir as metas semestrais estabelecidas pela Secretaria de Segurança através da realização de estudos, consultas e análises.

“O observatório foi essencial para a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), assim como na solução de diversos crimes, porque permite com que os policiais vejam as manchas criminais e criem ações mais estratégicas e concisas para combater à criminalidade. As informações chegavam ao Observatório de Análise Criminal apenas pela Polícia Militar. Com a versão mais moderna, contaremos com dados de outras fontes, como a Polícia Civil”, afirmou o diretor-presidente do ISP, tenente-coronel Paulo Augusto Sousa Teixeira.

Monitoramento da tropa policial nas ruas

Junto com a última versão do observatório, será disponibilizada uma ferramenta para que os comandantes possam monitorar, através da internet, as tropas nas ruas acessando informações como o tempo de deslocamento de viaturas, o armamento usado por cada um dos policiais e a mancha criminal até o dia anterior. As novas tecnologias ajudarão no patrulhamento de todas as áreas do Rio de Janeiro, assim como na fiscalização do trabalho das forças policiais.

“A ferramenta que criamos é um instrumento de acompanhamento e planejamento. Vamos disponibilizar nos terminais das viaturas um programa, onde os policiais, na medida em que vão se deslocando, possam ver a mancha criminal e o perfil das regiões. Batizamos o software de ISP Map, que deve começar a funcionar também até dezembro deste ano”, disse o gerente de Geoprocessamento da ISP, Leonardo de Carvalho.

Polícia Civil de MG abre concurso para 349 vagas de delegado e escrivão 6

27/09/2011 às 09:37

Os interessados devem garantir a participação por meio do site da Acadepol , até às 23h do dia 26 de outubro.

A Polícia Civil de Minas Gerais está com inscrições abertas para concursos de delegado e escrivão. No total, serão 349 vagas, distribuídas da seguinte maneira: 144 para delegado de polícia, com salário de R$5.716,87; e 205 para escrivão, cuja remuneração é de R$2.041,72.

Os interessados devem garantir a participação por meio do site da Acadepol (Academia de Polícia de Minas Gerais), até às 23h do dia 26 de outubro. A taxa é de R$ 114,33 para delegado e de R$ 40,83 para escrivão.

Delegado

As vagas serão distribuídas entre os Departamentos de Polícia Civil das seguintes cidades: Juiz de Fora, Uberaba, Lavras, Divinópolis, Governador Valadares, Uberlândia, Patos de Minas, Montes Claros, Ipatinga, Barbacena, Curvelo, Teófilo Otoni, Unaí, Pouso Alegre e Poços de Caldas. O candidato deve possuir obrigatoriamente curso superior em direito.

O concurso será composto por prova objetiva, prova discursiva, prova oral, avaliação psicológica, exames biomédicos e biofísicos, prova de títulos, investigação social e curso de formação policial.

Escrivão
As vagas são para os Departamentos de Polícia Civil de Juiz de Fora, Uberaba, Lavras, Divinópolis, Governador Valadares, Uberlândia, Patos de Minas, Montes Claros, Ipatinga, Barbacena, Curvelo, Teófilo Otoni, Unaí, Pouso Alegre e Poços de Caldas. O candidato deve possuir nível superior em qualquer área.

O concurso terá prova objetiva, prova de digitação, avaliação psicológica, exames biomédicos e biofísicos, investigação social e curso de formação policial.

Prova objetiva

A prova objetiva será realizada exclusivamente na cidade de Belo Horizonte, no dia 27 de novembro, às 8h para escrivão e às 14h para delegado.

Polícia Civil de Santa Catarina tem novo sistema de Denúncia Anônima, Procurados, Desaparecidos e Identificação de Suspeitos 2

 

Seg, 26 de Setembro de 2011 19:19
Florianópolis– A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Diretoria de Inteligência (DIPC), criou um novo sistema de DENÚNCIA ANÔNIMA, PROCURADOS, DESAPARECIDOS E IDENTIFICAÇÃO DE SUSPEITOS, podendo ser acessado pelo site http://disquedenuncia181.org. Esse sistema facilitará a divulgação de desaparecidos e procurados, permitindo que toda população participe do processo.

 

O novo sistema do Disque Denúncia também dispõe de uma página no Facebook (hhp://www.facebook.com/pages/Disque-Den%C3%BAncia-SC/123251404429233), visando ainda mais a participação pública.

 

Futuramente, todos os anúncios de foragidos, autores pendentes de identificação e desaparecidos, migrarão automaticamente para o Facebook, sendo então disponibilizados para todas as pessoas no Brasil e no Mundo com acesso à rede social.

 

Dinâmica na identificação

Com o objetivo dinamizar o processo de identificação, o novo sistema visa, de forma mais eficiente, divulgar para a comunidade Policial e para toda a população o rol de procurados.

 

– Esse sistema possibilita a participação de todas as pessoas na busca do ideal de segurança pública; direito e dever de todos, diz o Diretor de Inteligência da Polícia Civil, Antônio Alexandre Kale.

 

“Colabore com a Polícia, Denuncie, Disque 181”.

http://www.policiacivil.sc.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1518:policia-civil-tem-novo-sistema-de-denuncia-anonima-procurados-desaparecidos-e-identificacao-de-suspeitos&catid=46:regiao-1&Itemid=107

LENGA-LENGA: AUMENTO DE FURTOS É RESULTADO DO AUMENTO DA FROTA E AUMENTO DE REGISTROS DEVIDO A PARTICIPAÇÃO DA PM 7

Para governo, alta de crimes está dentro do ‘tolerável’

Delegado-geral afirma que índices devem voltar a cair até o fim do ano

Aumento de roubos e furtos de veículos tem relação com o crescimento da frota, de acordo com policial

DE SÃO PAULO

 

O delegado-geral de São Paulo, Marcos Carneiro Lima, disse ontem que o crescimento no número de homicídios em agosto, na
comparação com o mesmo mês em 2010, é uma oscilação dentro de uma “margem tolerável”.
“Isso está dentro de uma margem de oscilação. O fator humano tem sempre a questão do imponderável. Uma briga de casal, dentro de um apartamento, não tem como a polícia impedir”, afirmou. O delegado-geral disse esperar que os índices voltem a cair até o final deste ano.
“A queda abrupta como tivemos no passado, isso não vamos ter. Porque era como uma guerra urbana mesmo.” ( Na Real : Não era guerra urbana, era guerra entre bandos e pequenas quadrilhas…Agora , organizados sob comando único , só matam cidadão e policial )

De acordo com o delegado, as polícias Militar e Civil precisam continuar trabalhando e não achar que tudo está resolvido. “Porque não está. É uma luta constante”, disse.
Sobre os outros crimes, o policial afirmou que está havendo uma restruturação na polícia e, “a curto prazo”, as mudanças terão
reflexo na queda de criminalidade.
Parte do crescimento de furtos, afirmou o policial, pode estar ligado ao aumento de notificações devido à participação da PM no registro de Boletins de Ocorrência, algo que começou neste ano. Ele disse ainda que o aumento de roubo e furto de veículos tem ligação com a expansão da frota no Estado.

ESTATÍSTICA
Oficialmente, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) desconsidera a terceira alta consecutiva dos homicídios. Em seu site, a Secretaria da Segurança compara dados dos primeiros oito meses deste ano com o período de 2010.
Considerando só de janeiro a agosto, há uma queda de 6,2% no número de casos em comparação ao ano passado. Segundo estatísticos, tal comparação não leva em conta a sazonalidade dos crimes.
A comparação de um mês deste ano com o mesmo mês do ano passado é mais exata, segundo os técnicos,
pois permite captar tendências criminais mais rapidamente.
No que se refere à taxa por 100 mil habitantes, é preciso fazer o cálculo com base nos 12 meses anteriores por causa da sazonalidade. O governo usa a taxa dos primeiros meses e faz uma média para projetá-la até fim do ano.