A mesma fraude aconteceu no IP-08 e teve filha de cacique da PC aprovada com louvor, mesmo acertando apenas 30% da prova.
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Deputados não querem debater a questão da valorização decorrente do nível universitário das carreiras de escrivão e investigador de polícia 49
DIA 13/6/2012 NÃO HAVERÁ REUNIÃO NA ALESP
Lamentamos informar que durante toda a tarde de hoje (12/6) tentamos confirmar a realização da reunião que havia ficado marcada para o dia de amanhã (13/6), porém sem sucesso. Os assessores dos deputados Adilson Rossi, Major Olímpio e Mauro Bragato, até às 19 horas, não sabiam informar, com certeza, se haveria ou não a reunião. Somente às 19:45 hs. a Assessora do Major Olímpio, Sra. Roberta, nos informou que, definitivamente, não haveria a reunião nesta quarta-feira, como havia sido anunciado. Disse, também não haver previsão de quando a mesma se realizará. Pedimos a getileza de avisarem a todos os colegas Escrivães e Investigadores.
Jarim Lopes Roseira Presidente da IPA e Diretor de Organização da FEIPOL-SE em São Paulo.
Presidente da OAB não prestou exame unificado; por tal merece ser perdoado pela ignorância em matéria de direito de família, direito processual; etc., etc. e etc…( Nasceu na constância do casamento e foi registrada por Marcos Kitano…D”Urso deve explicações ! ) 7
Caso Yoki: dúvida sobre paternidade pode ter sido motivo do assassinato
O advogado Luiz Flávio Borges D’Urso vai revelar, daqui a pouco, no programa Band Eleições, qual seria o motivo do assassinato e esquartejamento do empresário Marcos Kitano Matsunaga. Ele assiste a família do diretor da Yoki. D’Urso disse ter razões para desconfiar que a motivação seja diferente das justificativas apresentadas pela assassina confessa Elize Matsunaga. Ela e seus advogados alegam que Kitano a teria agredido com um tapa no rosto e ameaçado tirar da mãe a guarda da filha do casal. A criança é loira e não parece ter ascendência oriental.
A versão de que Elize teria agido movida por forte emoção pode beneficiá-la com atenuantes que reduziriam a pena. De acordo com D’Urso, esse argumento não deve prosperar. O advogado já solicitou a realização de um exame de DNA para confirmar as suspeitas.
Se não for filha de Marcos Kitano, a criança não terá direito à herança.
Como o inquérito já está praticamente concluído, o DNA só deverá ser solicitado pelo Ministério Público.
O Band eleições vai ao ar daqui a pouco, depois do CQC
Qual a diferença de um homem de bem para um homem mal: A COLEÇÃO DE ARMAS!…( Japa num era bonzinho no! ) 34
KITANO NÃO QUER NETA GUEIXA ( Na tradição japonesa: filha de puta, puta deve ser ! ) – Presidente da OAB quer contestar paternidade legal e legitimamente reconhecida pelo “de cujus” 22
Caso Kitano, aparentemente , a família do morto – um bom cristão – pretende a exclusão da linha sucessória de uma neta fruto de relacionamento do Putanheiro com ex-Puta.
Sim, a moça era ex-Puta, mas o morto continuou putanheiro até a morte.
Sifu!
Afinal, que diferença há entre uma gueixa e uma putinha brasileira?
O pré-candidato do PTB à prefeitura de São Paulo, Luiz Flávio Borges D’Urso, é o advogado da família do diretor da Yoki e disse ter razões suficientes para desconfiar que o motivo do crime pode ser a paternidade da filha do empresário Marcos Matsunaga, assassinado e esquartejado pela mulher.
Não sei de quem fico com mais nojo: do ADVOGADO ou dos JAPA ?http://mais.uol.com.br/view/99at89ajv6h1/paternidade-da-crianca-pode-ter-motivado-morte-de-matsunaga-04020C993668D4C12326?types=A&
Alckmin reforça o policiamento em bares e restaurantes…( De elite! ) 20
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Nova reunião dia 13/06. Compareça! ***Inclusão do Dep. Campos Machado no grupo de trabalho que estuda a valorização das carreiras de Investigador e Escrivão de Polícia 102
REUNIÃO NA ALESP DIA 13/06/12. 55
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SOBRE A REUNIÃO DO DIA 13/6/2012, NA ALESP
Reputo oportuno lembrar aos diletos colegas que na quarta-feira, dia 13/6/2012, às 10 hs., na Assembleia Legislativa, haverá mais uma reunião do Grupo de Trabalho que estuda melhoria salarial para os integrantes das carreiras de Escrivão e Investigador de Polícia, face o disposto no Artigo 26 da LC 1.151/2011. A exemplo da reunião anterior, ocorrida no Palácio dos Bandeirantes, consta que esta também será à portas fechadas, o que não significa que não devamos comparecer à ALESP. Afinal, somos parte interessada e, por isso, podemos e devemos acompanhar tudo de perto, de modo a sermos os primeiros a saber o que vem sendo proposto pela área técnica do Governo. Como fato novo, temos a auspiciosa inclusão do nome do Deputado Campos Machado no rol dos componentes do GT, ele que foi o autor da emenda que resultou no referido Artigo 26. Isso nos dá a certeza de que passaremos a ter mais um forte aliado em defesa do nosso pleito, aumentando assim nossas chances de vitória. Peço a atenção de todos para a sugestão feita pelo colega Celso José Pereira, presidente do Sinpoeste Paulista (Marília), no sentido de que façamos, diretamente ou através de Vereadores, contatos com os Srs. Deputados da base aliada do Governo, procurando convencê-los a se manifestarem favoráveis à nossa causa. O dedicado colega Celso até nos enviou, por e-mail, os nomes, partidos, áreas de atuação e bases eleitoral de todos esses Srs. Deputados. Estamos à disposição de todos para maiores esclarecimentos e eventual orientação sobre como devemos atuar de modo uníssono e determinado. Atenciosamente, Jarim Lopes Roseira Presidente da IPA e Diretor de Coordenação da FEIPOL-SE em São Paulo |
Policiais civis e militares: aposentadoria especial aos 25 anos de serviços prestados 135
STF reconhece direito de policiais militares se aposentarem com 25 anos de serviço
Policiais – 07/06/2012
Todos os policiais e bombeiros militares conquistaram o direito de se aposentarem, com proventos integrais, aos 25 anos de serviços prestados à Polícia Militar. Esse é o novo entendimento dos Supremo Tribunal Federal e do Tribunal de Justiça de São Paulo. Tais entendimentos foram emitidos em sede de Mandado de Injunção, que é uma ação movida quando não existe uma lei que trate de algum direito constitucional.
De fato, a aposentadoria especial por periculosidade está prevista no Art. 40, § 4º da Constituição Federal de 1988, e até o presente momento em São Paulo, o Governo do Estado nada fez para editar lei que regulamente tal direito. Dessa forma, os Desembargadores reconheceram que a atividade policial militar é de fato de alta periculosidade, e por isso, determinaram que a lei aplicável ao Regime Geral de Previdência (Lei 8213) seja agora aplicável ao policial militar, em face da demora do legislador paulista. Com isso, os Tribunais demonstram cada vez mais a nova visão no sentido de que cabe ao Poder judiciário legislar positivamente, em face da demora do Poder Legislativo, considerando o interesse público.
O melhor de tudo é que Judicário reconheceu que tais decisões são “erga omnes”, ou seja, se aplicam a todos os demais integrantes da carreira policial (civil ou militar), e tal aposentadoria DEVE SER REQUERIDA NA VIA ADMINISTRATIVA AO COMANDANTE IMEDIATAMENTE SUPERIOR, requerimento este que não pode ser negado, pois do contrário, haverá flagrante desobediência à ordem judicial da via madamental.
Esperamos agora que as instituições viabilizem o mais rápido possível a concretização de tais direitos, de forma que o policiais militares, bombeiros e policias civis rapidamente concretizem seus direitos de aposentadoria (sem óbces administrativos). Com isso, vê-se que o Poder Judiciário concedeu uma grande valorização da carreira policial, que de fato, é altamente periculosa. A decisão está no acórdão 990100375334 do TJSP.
Mandado de Injunção é uma ação movida quando não existe uma Lei que trate de algum Direito Constitucional, pela morosidade de ser criada uma Lei com referência ao Artigo 40 § 4º da Constituição Federal de 1988, como o Governo não fez nada para editar Lei que regulamentasse tal direito. Desta forma os desembargadores reconheceram que a atividade é de fato de alta periculosidade e por isso, determinaram que a Lei aplicável ao regime geral de Previdência (Lei 8.213) seja agora aplicável ao Policial Militar em face da demora do Legislador. Com isso, os tribunais demonstraram a nova visão no sentido de que cabe ao Judiciário Legislar positivamente, em face da demora do Poder Legislativo considerando o interesse público. O bom de tudo isto é que o Poder Judiciário reconheceu que tais decisões se aplicam a todas as demais carreiras Policiais (Civil ou Militar). Tal aposentadoria deve ser deixado bem claro que não é compulsória deve ser requerida na via administrativa ao Comandante imediatamente superior. Esperamos agora que as Instituições viabilizem o mais rápido possível a concretização de tais direitos, de forma que os Policiais tenham seus direitos de aposentadoria e festejem esta nova conquista. Que o entendimento e o bom senso tragam pelo menos a esperança de que tal decisão seja cumprida em todos os estados brasileiros, afinal a decisão é erga omnes, como não sou muito chegado ao latim, explico-me dizendo, que é um ato, lei ou decisão que a todos obriga ou sobre todos tem efeito.
Antônio Carlos dos Santos é Bacharel em Comunicação Social, Especialista em Violência, Criminalidade e Políticas Públicas pela Ufs e acadêmico de Direito.
Alckmin vai à Justiça contra remédio gratuito 33
Medicamentos usados no tratamento de doenças raras, como o Soliris, têm causado despesa de R$ 700 milhões ao governo paulista; Geraldo Alckmin foi ao presidente do Tribunal de Justiça, Ivan Sartori, mas o estado tem perdido todas as ações; direito à vida vem antes das finanças públicas, dizem juízes.
11 de Junho de 2012 às 11:13
Fernando Porfírio _247 – Uma medicação importada – o Eculizumab 600 mg e 900 mg – que usa o nome comercial de Soliris, está tirando o sono dos gestores públicos de São Paulo. O caso tomou tal proporção que obrigou o governador Geraldo Alckmin a deixar o Palácio dos Bandeirantes para uma visita ao presidente da corte paulista, desembargador Ivan Sartori.
O Soliris, único no mundo usado contra uma doença rara conhecida como hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), está provocando um rombo considerável no erário. Cada frasquinho do medicamento não sai por de R$ 11 mil. O custo anual do tratamento de cada paciente não sai por menos de R$ 800 mil, dependendo do grau da doença.
No ano passado, o Tribunal de Justiça negou recurso ao Estado em nove casos envolvendo a distribuição gratuita do medicamento. Este ano já são seis os casos perdidos pelo governo paulista para o tratamento com Soliris. Em 2010 foram sete recursos negados.
Levantamento da Secretaria da Saúde concluiu que com os cerca de R$ 700 milhões gastos por ano com as decisões judiciais que obrigam o Estado a custear medicamentos seriam suficientes para construir um hospital por mês. Segundo Alckmin, a judicialização da saúde é uma distorção do conceito da universalidade. O mesmo argumento é usado pelos procuradores do Estado nos recursos de apelação endereçados ao tribunal.
A Justiça paulista, no entanto não se sensibiliza com os argumentos do Executivo e tem concedido medicamentos gratuitos a todos os pacientes que batem à sua porta. Ou seja, a Fazenda do Estado é vencida em todos os apelos que faz à corte paulista para reverter as decisões.
O argumento usado pelos procuradores que defendem o Executivo é de que a falta de registro do medicamento na lista da Anvisa seria fator para obrigar o governo a liberar o remédio. Em todos os julgamentos, o Tribunal tem dito não, pois, de acordo com a corte paulista, o direito à vida vem em primeiro lugar.
“A alegação de que o medicamento não está contemplado dentre os padronizados pelo SUS para o tratamento da doença que acomete a autora não afasta a obrigação da autoridade em atender ao pedido apresentado, na medida em que a preservação da vida da impetrante deve prevalecer sobre outros interesses”, concluiu na semana passada a desembargadora Maria Laura de Assis Moura, da 5ª Câmara de Direito Público ao negar recurso contra decisão que determinou o Estado a entregar o medicamento Soliris à paciente Rachel Soares Barbosa de Matos.
Segundo a desembargadora, há provas de que o medicamento Soliris já obteve registro para comercialização tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, bem como que o European Medicines Agency (EMEA) classificou tal remédio como órfão. Segundo a magistrada, os “órfãos” são medicamentos destinados a tratar doenças tão raras, que as indústrias farmacêuticas ficam relutantes em desenvolvê-los em condições normais de mercado por razões econômicas, mas que respondem a uma necessidade de saúde pública.
João Alkimin: SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE TRÁGICO 9
Uma jovem é acusada de matar o marido e posteriormente esquarteja-lo.
Imediatamente a imprensa passa a identificá-la como enfermeira e bacharel em direito, quanto a enfermeira não sei se ela exerce a profissão , mas certamente bacharel em direito não é nem nunca foi profissão.
Em realidade sua função é dona de casa.
Tal caso resultou numa autentica comédia de erros que me lembra o filme ” Fargo – Uma Comédia de Erros”.
João Alkimin
Arrastões esse ano: 17 restaurantes e 15 condomínios, e a “classe A” – continua em silêncio 33
É a chamada classe “A” – empastelada na segurança
Toda imprensa noticiou ontem um arrastão realizado em prédio de luxo, na Rua Bela Cintra, região rica da cidade, localizada nos Jardins. Porém na hora de cobrar (vide o vídeo acima), são sempre os subordinados que são entrevistados, nunca as autoridades “competentes”…
O curioso de tudo é que o tal edifício está a 300 metros do 78º Distrito Policial, localizado em uma das áreas mais policiadas de São Paulo.
Segundo os jornais, os criminosos tinham armas pesadas e perucas; foram levados cerca de R$ 500 mil em dinheiro e objetos avaliados em um milhão de reais. O edifício tem apartamentos de 270m2m que valem mais de R$ 2,5 milhões cada um, cifra que revela o padrão de vida de seus moradores.
Segundo o SPTV – assista aqui – só esse ano, foram registrados 17 arrastões em restaurantes e mais 15 em condomínios, a maioria deles, em Higienópolis e Jardins, bairros onde moram a chamada “fina flor” da elite paulistana.
Hoje, me dei ao sacrifício de ler, Folha de S. Paulo, Estadão, O Globo, além de assistir outros jornais ontem, e embora os números de arrastões sejam horrorosamente alarmantes, NINGUÉM, entrevistou o Secretário de Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto, tão pouco o Governador Geraldo Alckmin (PSDB). Toda esse blindagem tem uma razão, que é preservar a figura de “bom gerente” – que a imprensa da “província de São Paulo” – colou no picolé de xuxú, bem como em todo o PSDB.
Eu pergunto: Até quando a classe “A”, vai suportar essa situação?
Eles têm muito dinheiro, e ao invés de cobrarem do poder público medidas eficazes com relação à segurança pública, optam por condomínios que são verdadeiros bunkers, todos cheios de “paliativos” de seguranças, câmeras de circuito interno, cercas elétricas, portões duplos, alarmes, porém, não investem no principal…pagar um excelente salário e dar bom preparo aos seus porteiros. Afinal, como diz o velho ditato: “quem sai aos seus não degenera” – e a elite continua tão tacanha quanto na época da escravidão. Investe R$ 1 milhão, num carro blindado, porém, não recolhe o FGTS da empregada doméstica nem do porteiro, pois é muito gasto com “gentalha”. Os resultados estão colhidos, inegavelmente os números revelam a situação de caos.
Segundo os jornais, um casal de ladrões fingiu pedir informação ao porteiro e apontou uma arma em sua direção. Como a guarita não é blindada, ele foi obrigado a se dirigir ao portão e abrir para a entrada da mulher e do homem, que o amarraram. Enquanto colocavam algema plástica nas mãos da vítima, o casal de ladrões ainda obrigou o porteiro a abrir os portões da garagem para que o restante da quadrilha entrasse no edifício.
Esse tipo de ação, blindagem das figuras responsáveis pela segurança pública do Estado, no caso o Secretário da Segurança Pública Antônio Ferreira Pinto que quase ninguém conhece, uma vez que a coisa mais rara que existe, é você vê lo dando entrevista, bem como o “gerentão” Alckmim,vamos ver até quando esse chamada “classe A” – irá manter essa relação de servidão, preservando os pescoços daqueles que deveriam responder por um serviço que cobram caro e não fazem, ficando expostas a esse tipo de situação.
Enquanto as chacinas com 10, 15, 20 mortos aconteceram na periferia da cidade, foi fácil para o tucanos fazer de conta, que “não era com eles” – afinal, nessas chacinas, quase sempre as vítimas, são trabalhadores humildes, que quase sempre sequer reclamam uma investigação mais apurada. Em um artigo intitulado: “Secretaria de Segurança Pública de SP, acoberta PMs corrompidos pelo PCC” – o jornalista Fernando Panuzzio, revela o incesto da polícia com criminosos. Leia aqui No dia 21/05 deste ano, a vítima foi o engenheiro agrônomo, José Sidnei Gonçalves, que trabalhava na Secretaria da Agricultura de SP, era também, presidente do Diretório do PSDB, do bairro da Saúde, zona sul de S. Paulo – leia aqui – foi abordado quando chegava em sua caso, e morto logo na abordagem. Veja que a violência agora, chegou dentro da casa deles, talvez agora, surja alguma medida (paliativa), tirada como sempre de última hora de dentro das cartolas tucanas.
A mudança de paradigma administrativo em São Paulo, depende mais das classes “A” e “B” – pois são os chamados “formadores de opinião” – portanto compete a eles, a atitude de varrer da administração, que já se perpetua por duas décadas, e relegou segurança pública, educação e saúde, bem como o transporte público, ao regime de sucata em que se encontram.
Governar com toda imprensa à favor é tudo de bom para qualquer partido – veja aqui – no site da Secretaria de Segurança, o anúncio da redução de mais de 70% nos homicídios, uma Suíça, que a imprensa repercute sem questionar, porém é visível que essa corda já esgarçou, pois os itens mais básicos que a sociedade necessita, virou sem dúvidas um verdadeiro flagelo.
Elize foi parada pela polícia quando transportava o corpo do marido 31
08/06/2012 – 18h33
ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO
Atualizado às 23h19.
A bacharel em direito Elize Matsunaga, 30, chegou a ter seu carro parado pela Polícia Militar Rodoviária de SP quando estava transportando em três malas o corpo esquartejado do marido, Marcos Matsunaga, 42, morto por ela no dia anterior.
Elize foi parada no dia 20 de maio porque o carro dela, uma Pajero TR4, estava com o licenciamento vencido e os policiais militares rodoviários foram avisados que o veículo trafegava pela Rodovia Antônio Romano Schincariol, a SP-127, por um “radar inteligente” sobre o problema. Os PMs a pararam e a multaram, segundo a Polícia Civil de São Paulo.
A multa foi aplicada na região de Capão Bonito (226 km de SP), quando Elize, que seguia para o Paraná, onde pretendia jogar as partes do corpo de Matsunaga, se arrependeu da viagem por causa da filha de um ano e voltou para São Paulo.
Depois de ser parada pelos policiais militares rodoviários e não ser descoberta por transportar o corpo do marido esquartejado, segundo Elize disse à polícia, ela resolveu jogar as partes em Cotia (Grande São Paulo). Depois, ela voltou para o apartamento do casal, na Vila Leopoldina (zona oeste de SP), onde as câmeras de segurança a flagraram sem as malas, por volta das 23h53.
Policiais civis respondem por até 5 cidades sem nenhum adicional 60
Assunto: Exploração sem recompensa Policiais civis respondem por até 5 cidades sem nenhum adicional
isso está acontecendo na seccional marilia, escrivao recem admitido está sendo obrigado a responder por 5 cidades simultaneamente, sem qualquer remuneração adicional e em condições precárias de deslocamento e tempo…
absurdo, crime….
o delegado ganha 1 gat de 3 mil por cidade que responde.
o escrivão nada recebe e ainda tomou fumo porque havia acabado de chegar em uma cidade, naquele dia, e o delegado que ganha a bufunfa comeu o toco dele porque o serviço estava atrasado, ora, se ele havia chegado naquele dia, como dar conta dos meses anteriores de quando ainda estava na academia
na área da seccional, lotearam os gats, tem 11 cidades sem delegados, ai fizeram uma escala para que cada delegado ficasse com 1 cidade e ganhasse o gat, enquanto isso o pobre do escrivao acima responde por 5 cidades, sem nada ganhar… e toma toco, ainda…
vale dizer o gat do delegado equivale ao salário mensal de 1 policial com 20 anos de carreira….e o delegado nem precisa aparecer, basta assinar o expediente na sede….
Operação Padrão ( “ CUMPRA-SE A LEI “ ) 100
A diretoria do SEPESP e SIPESP se reuniram ontem para discutir a implementação da operação “ CUMPRA-SE A LEI “ . O sucesso do movimento depende da adesão em massa dos trabalhadores. Para tanto, estamos convidando Escrivães e Investigadores para integrarem um grupo de trabalho que tem como objetivo elaborar estratégias de ação, marketing e logística. Não há numero limitado de integrantes e de grupos e o ideal é criar núcleos de apoio em todo o Estado. Os interessados em participar , filiados ou não, podem pedir inclusão pelo email : sepesp@sepesp.org.br ou pelo telefone 3326-8012 ( SEPESP).
Um abração
Heber Souza – Secretário Geral do SEPESP






