Resp – Amo ser policial, sempre quis desde os 5 anos de idade, mas nossa Instituição é uma porcaria, dirigida por burocratas. Quem não tem sangue de polícia nas veias não sabe o quanto nós policiais de verdade estamos sentidos vendo essa falência da Polícia, com briguinhas ridículas entre PM e PC, com demissões em massa sem nem transito em julgado do processo, com novos policiais chegando na PC com outra mentalidade, sem saber nada de rua, sem informantes, com antigos sendo caçados como marginais pela atual administração, a Instituição sendo dirigida por caguetas burocratas, que só sabem apontar o dedo e ficar arás de uma mesa!!!
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Novo comandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI-6): coronel Marcelo Afonso Prado 13
Entrevista
“Nossa tropa tem sido alvo de ataques e homicídios”
Durante quase 28 anos dedicados à Polícia Militar, o coronel Marcelo Afonso Prado trabalhou em todos os batalhões da região e passou pelo comando do policiamento das zona Sul e Central da Capital. O novo comandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI-6), unidade responsável pela Baixada Santista e Vale do Ribeira, assume o posto ocupado, desde março de 2010, pelo coronel Sérgio Del Bel, que deixou a função para se aposentar.
Como o senhor classifica o seu retorno ao CPI-6, agora na função de comandante? Para mim é uma realização pessoal ser indicado pelo coronel Sergio Del Bel, figura pela qual estendo o meu agradecimento a todos os outros ex-comandantes, que tiveram importante papel na minha formação como PM e na evolução do policiamento da região.
Está assumindo a função antes ocupada pelo seu pai, o coronel PM Nelson Afonso Prado. Como se sente? Honrado e com uma enorme responsabilidade pela frente. Toda a minha formação foi aqui. Cheguei no CPI-6 em 1984, como aspirante a oficial. Passei pelos batalhões de Santos, São Vicente, Praia Grande, Mongaguá, além de Guarujá, Bertioga e Cubatão.
Está no posto há uma semana. Já conseguiu levantar dados a respeito dos problemas relacionados à segurança na região e no Vale do Ribeira? Estive atuando na capital por 1 ano e 5 meses. Mas continuei morando em Santos e acompanhando tudo o que acontece na região. Neste primeiro momento, estou me inteirando mais a fundo das carências de cada cidade. Estou visitando cada batalhão para ter este retorno dos respectivos comandos.
Como pretender utilizar na região sua experiência na capital? Da melhor forma possível. Durante os cinco meses que comandei o policiamento na região central estive à frente de ações de grande repercussão, como a Marcha da Maconha. Neste evento, trouxemos a participação de um promotor público. Foi muito positivo porque, além de fiscalizar as nossas ações, ele pôde orientar os manifestantes sobre o que era permitido na manifestação. O resultado foi muito bom.
Também esteve à frente da desocupação da cracolância, na Capital. Como foi esta experiência? Não participei do início da operação porque coincidiu com o comando do policiamento na Zona Sul. Quando assumi o comando da Zona Central dei continuidade ao apoio policial para o programa, cujo resultado foi positivo. Antes, a área era ocupada por 900 dependentes químicos. Conseguimos reduzir este número para 300 usuários de crack.
Já definiu algumas ações que serão adotadas na área do CPI-6? Já. O APOIAR é uma delas. Precisamos enxergar o que está em deformidade para aplicar a correção. Minha missão é facilitar o trabalho da tropa. Se o PM não estiver treinado e motivado para servir à população, não conseguiremos atingir nosso objetivo. Temos que valorizar o nosso efetivo neste momento difícil.
O senhor se refere à morte de civis durante ações policiais? Sim. Vamos aplicar outras ferramentas de qualidade, como o APOIAR. É um momento de crise que requer a busca de um diagnóstico completo do problema para traçar as intervenções necessárias.
Este mapeamento também abrange os focos da violência? Certamente. Vamos organizar operações policiais para combater o crime organizado na região. A meta será sufocar a logística dos criminosos, assim como os pontos de venda de drogas e de armas.
Haverá ações focadas no enfrentamento entre o crime organizado e a Polícia?
Sim.
Nossa tropa tem sido alvo de ataques e homicídios. A Corregedoria da Polícia Militar está quadruplicando seu quadro de policiais voltados à investigação destas ações. A meta é se antecipar aos ataques a PMs, identificar os criminosos e efetuar as prisões o mais rápido possível. E a região coberta pelo CPI-6 sentirá os reflexos positivos desta estratégia.
Exército planeja golpe de estado para conter a criminalidade no Brasil 58
Desabafo do Delegado
Caros Colegas;
Se em qualquer cidade americana os índices de criminalidade atingissem os niveis de São Paulo (Capital, nem vamos falar do interior) estariam discutindo o impeachment do prefeito e a Guarda Nacional já teria sido acionada.
Se em qualquer pais europeu bandidos estivesse matando policiais como moscas, fazendo arrastões em restaurantes e roubando mais de mil carros por mês o presidente estaria se explicando e os responsaveis pela segurança estariam demitidos a muito tempo.
Se nos paises da América Latina o crime já fosse uma carreira e as prisões fossem “faculdades”, a sensação de insegurança da população fosse total, os pequenos delitos fossem ignorados, um grupo de marginais dominassem as cadeias e se denominassem “um partido”, o exército estaria planejando um golpe de estado.
Se em qualquer lugar do mundo os chefes da segurança viessem a público falando boçalidades, mentindo e menosprezando a inteligência média da população, seriam exonerados de suas funções e execrados pela opinião pública.
Pois meus amigos, tudo isso acontece em São Paulo e o responsavel por todo esse caos é prestigiado pelo governador, elogiado pela Revista Veja e mantido no cargo, inobstante ter demonstrado toda sua incompetência, prepotência e incapacidade para garantir a segurança da população.
Já passou da hora do senhor governador explicar porque o mantem no cargo.
Desculpem o desabafo.
Pensamento coletivo na Polícia Militar: “VOCÊS SÃO UM BANDO DE BOSTA”, AFIRMA CEL. P.M.! ( Brevemente na imprensa ) 21
Atentem aos descalabros! PM invade audiência Pública, PMs ostensivos e do P2, tomando costas da mesa diretora e laterais do salão! Filmando, coagindo, ofendendo os presentes, afimando que a sociedade é um bando de bosta, ofendendo dentre os presentes na platéia, juízes, promotores, políticos, delegados, investigadores… “VOCÊS SÃO UM BANDO DE BOSTA”, AFIRMA CEL. P.M.!
ANTES DO INÍCIO, HAVIAM PARQUEJADO DIVERSAS VTRS DA “FORJAS TRÁJICAS” NA PORTA, SOBRE A CALÇADA DO EXTRA, AÍ VEIO A FEDRAL E BOTOU OS CASCOS PRETOS PRA CORREREM! NÃO CONTENTES, INVADIRAM O AUDITÓRIO E OFENDERAM OS PRESENTES! MESMO OS POPULARES MAIS HUMILDES, INCULTOS, NÃO PERDERAM A COMPOSTURA E NEM A EDUCAÇÃO, DANDO UMA AULA DE CIDADANIA. OS PMS REVOLTOSOS E INCITADORES, OFENDERAM OS PRESENTES, TUMULTUARAM E ALGUNS ATÉ FORAM PRA CIMA DOS MEMBROS DA BANCA, OFENDENDO-OS!
ESCUTEM ATÉ O FINAL, DIVERSOS POLÍTICOS MOSTRARAM SUA VERDADEIRA FACE CANALHA E VENDIDA, PMS OFENDERAM PROCURADOR DA REPÚBLICA, PROMOTOR DE JUSTIÇA ESTADUAL, DEFENSOR PÚBLICO FEDERAL E A CIDADANIA E A DEMOCRACIA!
A SOCIEDADE, A IMPRENSA E OS PODERES PÚBLICOS SÃO AMEAÇADOS E SILENCIADOS!
SÃO MAIS DE CEM VÍTIMAS DAS BARBÁRIES POLICIAIS!
REGIME DE EXCEÇÃO E ESTADO ANTIDEMOCRÁTICO!
GRUPOS DE EXTERMÍNIO!
LASTIMÁVEL!
TODOS SOMOS VÍTIMAS, SOCIEDADE, POLICIAIS, AGENTES PÚBLICOS, JORNALISTAS E PRINCIPALMENTE AS NOSSAS FAMÍLIAS!
AS MAIORES VÍTIMAS SÃO OS ENTES DOS QUE MATAM, DOS QUE MORREM, DOS QUE SÃO SILENCIADOS, VITIMADOS, PERSEGUIDOS!
DEMOCRACIA JÁ!
CHEGA DE TIRANIA!
BASTA, BOSTA DE DESGOVERNO DO PCCSDBOSTA!
TIRANIA, COVARDIA, OMISSÃO E CRIMINALIZAÇÃO DOS PODERES PÚBLICOS COM VENDAGEM DA SOCIEDADE!
Ato público pela valorização das carreiras de Escrivão e Investigador agendado para o dia 15 de agosto. 199
Moral da história: O DHPP NÃO INVESTIGA NADA!…Não fosse o pai de uma das vítimas a versão dos PMs seria oficializada 41
Enviado em 02/08/2012 as 12:08 – COXINHAS ASSASSINAS02/08/201210h16 Pai manda para a cadeia 5 PMs que mataram seu filho
Em São Paulo
Na segunda-feira, cinco policiais militares do 14.º Batalhão (Osasco) tiveram prisão temporária decretada por suspeita de executar César Dias de Oliveira e Ricardo Tavares da Silva, ambos de 20 anos, na madrugada de 1.º de julho na zona oeste. O pai de César, Daniel Eustáquio de Oliveira, de 50, não acreditou na versão de “resistência seguida de morte”. Pediu licença no trabalho e passou a investigar o caso, dando subsídios para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pedir a prisão dos PMs. Oliveira contou sua história ao jornal O Estado de S.Paulo. “Trabalhei (na noite do crime) até 1 hora. Sou eletricista da prefeitura de Vargem Grande Paulista. Havia uma festa junina. Pedi para ir embora porque estava com mau pressentimento. Cheguei em casa à 1h30. Naquele sábado, o César e o Ricardo tinham sessões de tatuagem na casa do primo. Precisava ser à noite, porque os dois trabalhavam. O César operava tear em uma indústria têxtil, o Ricardo era repositor em supermercado. Chegariam depois das 3h. Fui dormir. Às 8h30, o vizinho chega desesperado. ‘Ligaram do Hospital Regional de Osasco, o César sofreu acidente.’ Chego ao hospital e me apresento. O atendente fala: ‘A notícia é a pior possível’. Falei: ‘Meu filho morreu’. E comecei a chorar. Perguntei como. ‘Com cinco tiros.’ Além de tentarem roubar meu filho, deram cinco tiros nele. O atendente fala: ‘Peraí, não foi bandido que matou seu filho, foi a polícia’. Olhei para ele, parei de chorar na hora. ‘Como assim a polícia matou?’ Ele disse: ‘Houve perseguição, ele resistiu à prisão, teve troca de tiro e seu filho morreu. Chegou morto e o rapazinho está em coma’. Eu falei: ‘Não, houve um engano muito feio e grave. Vou provar que meu filho não fez isso’. Confio no César. Tinha coração bom, nunca gostou de violência. Saí do hospital indignado e fui para a cena do crime. Como trabalhava com informática, tenho a mente muito analítica. Vi erros grotescos logo de cara. Cheguei perto do policial, na calma, sem acusar ninguém. Perguntei: ‘O que houve aqui? Sou pai do dono da moto’. O PM responde: ‘Segundo os policiais, dois meliantes viram a viatura e empreenderam fuga. O garoto pegou a arma e atirou. Seu filho caiu da moto e levantou atirando’. Olhei para o rapaz e para a cena e falei: ‘Não sou perito. Mas você não acha que tem coisa errada aqui?’ Segundo PMs, meu filho empreendeu fuga. Estranho: se ele tivesse fugido numa CB 300, você acha que a viatura o alcançaria? Segundo: de acordo com a PM, meu filho estava fugindo com o garupa atirando na viatura. A viatura estaria atrás e a moto, na frente. Por que meu filho está com dois tiros no peito, um na lateral do tórax, um na virilha e outro na perna esquerda? E por que o Ricardo estava com três tiros na perna pela lateral e não por trás? Terceiro erro: se eles fugiam, estavam velozes ao perderem o controle quando caíram da moto. Me mostra um arranhão nessa moto. Ela está intacta. Quarto: se meu filho estava fugindo, para perder o controle tem de ter marca da freagem da moto e da polícia. Não tem. Quinto: se os meninos tivessem caído com a moto, estariam machucados. Eles não tinham hematomas. Sexto: os meninos foram supostamente socorridos na hora. Não foram. Pela quantidade de sangue, eles ficaram muito tempo no chão. Sétimo: se ele estivesse fugindo, as marcas de tiros na moto seriam em paralelo ou diagonal. Foram transversais. O PM analisou a cena, olhou para mim e falou: ‘Os policiais fizeram m…’. Chegando ao DHPP, peguei o BO. A cena do crime era incompatível. Os policiais foram burros, nem montar uma cena eles conseguiram. Fui mostrando as divergências. Um investigador veio gritar comigo. ‘P…, você está tirando a polícia? Tem uma testemunha. Um rapaz que mora em Carapicuíba, na Cohab I’. Questionei: o que esse morador de Carapicuíba estava fazendo às 3h no Rio Pequeno? Nos dias seguintes, fui ao DHPP prestar depoimento. Falei que meu filho é inocente e policiais me olharam daquele jeito, pensando ‘todos falam a mesma coisa’. Fui mostrando para eles, na calma, na paciência. Passei cinco dias indo todo dia ao DHPP, levando testemunhas. Uma assistiu à cena do começo ao fim. Com 12 anos, a moça havia perdido um irmão assassinado por policial. Por isso me ajudou. Descobri mais quatro testemunhas, mas elas não foram de jeito nenhum. Fui a uma favela, onde os mesmos PMs estiveram cinco minutos antes. Entrei numa biqueira e colocaram revólver na minha cabeça. Soube que dois traficantes tinham sido feridos. Achei no local um carro que tinha sido atingido pelos disparos. O objetivo era confrontar as cápsulas. Levei tudo ao DHPP. No quinto dia, um investigador falou: ‘Pelo seu depoimento, a gente passou a olhar a perícia e as informações com outros olhos’. Na segunda-feira, meu advogado me telefona: ‘Foram executadas cinco ordens de prisão dos policiais que mataram seu filho’. Meu filho sempre foi tranquilo. Sempre estudou, nunca gostou de bagunça ou farra. Pensava fazer faculdade de Desenho, adiada porque trabalhava em regime de escala há dois anos. Arma, mas nem de brinquedo entrou na minha casa. No videogame, tinha joguinhos bobos, de estratégia, nada de tiros. Quando não estava trabalhando, estava no computador ou vendo desenho. Assistia Bob Esponja, Padrinhos Mágicos. Este era o César que eu criei e eduquei. Sigo com medo de retaliações. Ouço uma moto, já me preparo. Sei que corro risco. Tatuei o rosto do meu filho no braço. Embaixo, escrevi ‘herói’. Aos 20 anos, ele já era homem. Nunca fez nada de errado. Quero olhar para o rosto dele todo dia, até o fim da minha vida.”
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo
ESTILO PM DE DEFENDER O POVO – “Eu sinto muito frio na cabeça, por isso ando sempre de gorro. Percebi que o tenente não gostou da minha aparência. Até reconheço que pareço um dependente, um drogado. Mas minha droga é a quimioterapia”… “Me senti como um judeu atacado por soldados da SS. Mas eu não tenho mais nada a perder. Cansei de ficar calado” 41
02/08/2012-07h00
Careca após químio, homem é confundido com criminoso em SP
LAURA CAPRIGLIONE JOEL SILVA DE SÃO PAULO
O fotógrafo Lecio Panobianco Jr., 52, denuncia que, na última segunda-feira, foi obrigado por soldados do Tático Móvel da PM a passar duas horas em pé na avenida Sapopemba (zona leste de São Paulo), diante de seus vizinhos e, segundo ele, com uma submetralhadora apontada para o abdome, sendo xingado aos gritos de “ladrão sem vergonha”, “careca safado”, “vagabundo” e “cara de quem não vale nada”.
O detalhe é que que Panobianco tem um câncer grave na região inguinal. Por causa disso, enfrenta agora a terceira temporada de quimioterapia, na tentativa de reduzir a velocidade de crescimento de um tumor invasivo. Ainda terá de enfrentar uma cirurgia. Tem aspecto doentio, perdeu os cabelos, está fraco.
“Eu sinto muito frio na cabeça, por isso ando sempre de gorro. Percebi que o tenente não gostou da minha aparência. Até reconheço que pareço um dependente, um drogado. Mas minha droga é a quimioterapia”, disse.
O fotógrafo tentou esclarecer os policiais sobre a doença. “Foda-se você e sua quimioterapia”, respondeu-lhe um tenente, afirma ele.
A abordagem da PM foi motivada pela denúncia de uma mulher. Ela e o marido estacionaram o automóvel Gol em que se encontravam na avenida Sapopemba e separaram-se. Ela dirigiu-se ao supermercado Da Praça, enquanto o marido foi a outras lojas na própria avenida.
Quando saía com as compras, a mulher viu um estranho dentro do seu carro. Correu para chamar o marido. A polícia foi acionada. Quatro carros da Força Tática chegaram ao local, exatamente quando Panobianco, que é vizinho do supermercado, conversava com um pedreiro. A mulher apontou para o fotógrafo e disse: “Foi ele”.
Os policiais não perguntaram seu nome e não fizeram verificação de antecedentes.
Funcionários do supermercado e de uma loja de rações animais ao lado tentavam avisar aos PMs de que a denúncia não passava de um engano, que Panobianco era pessoa “de bem”, “não é quem vocês estão pensando”, mas eles não aliviaram.
Quando tentava falar com os policiais, o fotógrafo tinha de, antes de cada frase, chamá-los de “senhores”. O tenente, segundo ele, ainda disse: “Cala a boca. Se eu te levar daqui vai ser muito pior”.
Um segurança do Da Praça disse à Folha que foi falar com os policiais, alegando que “bandido nenhum tentaria roubar um carro e depois ficaria por ali, dando bobeira“. Sem sucesso.
Foi só quando, enfim, a mulher admitiu que não tinha certeza da sua acusação, que os policiais chamaram o Copom e fizeram a pesquisa sobre antecedentes: “Deu nada consta”, lembra o segurança. Soltaram o fotógrafo.
“Não recebi nenhum pedido de desculpas. O sargento mais uma vez me chamou de ‘careca vagabundo’, mandou eu pegar o gorro no chão e me dispensou”, lembra.
Panobianco ainda não foi à Corregedoria por causa do seu estado de saúde. Pretende fazê-lo. “Me senti como um judeu atacado por soldados da SS. Mas eu não tenho mais nada a perder. Cansei de ficar calado”, disse.
| Joel Silva/Folhapress | ||
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| O fotógrafo Lecio Panobianco Jr., confundido com bandidos |
OUTRO LADO
A Folha procurou a Polícia Militar para que comentasse a denúncia feita pelo fotógrafo Lecio Panobianco.
Por e-mail, o Comando da corporação disse que a Corregedoria da PM “vai averiguar a veracidade dessa denúncia”, mediante “apuração rigorosa e imparcial, peculiar à Corregedoria”.
“Não compactuamos com qualquer tipo de irregularidade praticada por nosso efetivo”, afirmou a mensagem. Segundo o Comando, “comprovada a versão, as ações dos PMs serão devidamente apuradas e, caso confirmadas, os mesmos serão devidamente responsabilizados”.
A PM disse que possui procedimentos operacionais padronizados para a abordagem de suspeitos. E explicou: “Além de técnicos e táticos, é de fundamental importância que seja usada a energia necessária para que a pessoa cumpra a ordem legal, sem cometer excesso e abusos”.
Ressaltou que “a educação é fundamental nesse contexto, já que a abordagem é um momento crítico tanto para a pessoa alvo da ação como para o próprio policial militar”.
A PM afirmou ainda que, além de encaminhar a denúncia à Corregedoria, oferecerá “suporte ao reclamante” para que ele “oficialize o fato”.
Difícil é dar crédito…( Será mais uma “Castelinho” em quintal de marajá da PM ? ) 13
quinta-feira, 2 de agosto de 2012 7:28
Rota mata três em roubo à casa de coronel da PM
Refém de três criminosos fortemente armados na garagem da própria casa, na Rua Almirante Inhaúma, no Alto da Lapa, zona oeste de São Paulo, o coronel reformado da Polícia Militar (PM) A.B.Z conseguiu avisar a esposa de que era alvo de uma tentativa de assalto. Policiais das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) foram chamados, houve troca de tiros, segundo a Rota, e três suspeitos acabaram mortos na noite desta quarta-feira.
O capitão Carvalho, da Rota, contou que ao chegar em casa de carro, por volta das 22h45, o coronel foi abordado por três criminosos encapuzados e armados com pistolas, revólveres e metralhadora. Os bandidos mandaram que ele abrisse a porta, trancada, mas o PM respondeu que apenas a esposa possuía a chave – ele deixou a sua no carro e disse aos assaltantes que estava sem. Teria então sido agredido a coronhadas, socos e pontapés.
O coronel bateu na porta de uma forma diferente, chamando a atenção da esposa que estava na residência com o filho. Policiais da Rota foram chamados e cercaram a casa. De acordo com Carvalho houve uma tentativa de negociação, mas os bandidos teriam atirado contra os policiais.
Os PMs revidaram e no meio do tiroteio o coronel entrou na casa pela porta aberta pela esposa. Os três assaltantes foram baleados, um deles já dentro do hall da residência. Socorridos no pronto-socorro da Lapa, acabaram morrendo.
A PM disse ter apreendido duas pistolas, uma de calibre 380 e outra 9 mm, um revólver calibre 38 e uma metralhadora 9 mm. Um Peugeot 207 roubado em Osasco e com placa clonada, usado pelo grupo, também foi apreendido. Segundo a Polícia Civil, um quarto integrante do bando teria fugido. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Você fez uma merda e agora terá 20 anos para se corrigir – Tenente recém-formado de primeiro colocado no Barro Branco a primeiro encarcerado no Romão Gomes 54
Cento e cinqüenta alunos do curso de formação de oficiais 2008 da Academia Militar do Barro Branco receberam, na manhã deste sábado (31), o espadim que simboliza o patriotismo e a justiça. Após quatro anos de curso, o policial ganha a espada definitiva de oficial e devolve o espadim que recebeu hoje. O secretário da Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, o ex-governador Cláudio Lembo e o general Gabriel Esper entregaram os espadins aos três primeiros colocados. A cerimônia foi realizada na Academia do Barro Branco, na avenida Água Fria, Tucuruvi, zona Norte da capital.
O primeiro colocado da turma, Rafael Salviano Silveira, de 26 anos, ficou tão emocionado durante a cerimônia que nem conseguiu falar e nem lembrar da nota que tirou na prova da Fuvest realizada em 2007.
Já Diego Mendoza, de 24, mostrou sua determinação e disposição para ingressar na tão sonhada Academia. Durante três anos, Mendoza foi bombeiro, prestou três concursos públicos na Fuvest, mas não obteve sucesso. Após dois anos de cursinho e muito estudo nas horas de folga, Mendoza conseguiu uma das 150 vagas.
O secretário Ronaldo Marzagão lembrou que foi cadete há 40 anos e ressaltou que “a entrega do espadim não é apenas uma tradição, mas também um comprometimento de sacrificar-se pela causa pública, representar os elevados ideais de justiça, lutar pela segurança e pela democracia”. Ele reafirma que os alunos estarão a serviço do cidadão sempre respeitando os direitos humanos. “O postulado básico da segurança pública é o equilíbrio entre o respeito ao direito individual e o direito coletivo”, afirmou.
O espadim da Justiça
O espadim, que é uma réplica em miniatura da espada do Brigadeiro Raphael Tobias de Aguiar, é uma tradição desde 1936, quando a instituição ainda se chamava Força Pública. O modelo recebido hoje pelos novos alunos é inspirado no “espadim de ouro”, doado em 1966. O espadim é usado pelos cadetes do lado esquerdo do corpo. O modelo original pesa 290 gramas e tem bainha em ouro e bronze.
A cerimônia contou com a apresentação da guarda, marcha dos formandos ao som de banda marcial, desfile de cavalarianos do Regimento 9 de Julho, canto dos hinos nacional e da escola de oficiais e juramento dos alunos frente ao pavilhão nacional.
Entre as diversas autoridades, estavam o secretário-adjunto da Secretaria da Segurança Pública, Gulherme Bueno de Camargo, o secretário da Justiça e Cidadania, Luiz Marrey, o comandante da Polícia Militar, coronel Roberto Diniz, o delegado geral, Maurício Freire, o coordenador da Superintendência da Polícia Técnico-Científica, Celso Perioli, o presidente do Tribunal de Justiça Militar, Fernando Pereira, oficiais graduados da PM e representantes de ONGs e associações classistas.
Gabriel Rosado
* Matéria publicada originalmente no site da Secretaria da Segurança Pública
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PMs de Osasco são presos acusados de matar 2 jovens
Os cinco são suspeitos de simular um tiroteio
DE SÃO PAULO
Cinco policiais militares do 14º Batalhão, em Osasco (Grande São Paulo), foram presos ontem sob a suspeita de matar dois jovens e simular um tiroteio para tentar justificar o crime.
O tecelão Cesar Dias de Oliveira e o repositor Ricardo Tavares da Silva, ambos de 20 anos, foram mortos no bairro do Rio Pequeno, zona oeste de São Paulo, fora da área de atuação dos PMs de Osasco.
Os amigos trabalhavam com carteira assinada e não tinham passagens pela polícia.
Cinco testemunhas ouvidas pela Polícia Civil disseram que os policiais, fardados, estavam no Rio Pequeno em dois carros descaracterizados na madrugada do dia 1º.
Os jovens foram baleados, cada um com um tiro, quando estavam na moto de Oliveira. Eles ficaram caídos na calçada até que um carro oficial da PM chegou ao local para ajudar os PMs que estavam nos carros sem identificação.
Uma das testemunhas disse à polícia ter ouvido quando um dos PMs do carro oficial disse aos outros:
“Vocês fizeram uma merda e agora terão de corrigir”.
Após a frase, segundo a testemunha, um dos PMs pegou um rádio, começou a atirar para o alto e a dizer que estava em um tiroteio com dois homens em fuga em uma moto.
Os jovens foram colocados nos carros da Polícia Militar e levados para um hospital em Osasco, distante 12 km de onde estavam. Oliveira chegou ao local com cinco tiros; Silva, com três.
Foram presos os PMs Marcelo Oliveira de Jesus, Raphael de Arruda Bom, Cringer Ferreira Prota, Denis da Costa Martins e Raphael Salviano Silveira.
A reportagem não localizou advogados deles.
(ANDRÉ CARAMANTE)
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Depois de uns 10 meses dentro da jaula, a esposinha já de comportamento mudado, o Tenente começa a perceber que o uniforme que ele usa lá dentro do romão é absolutamente IGUAL ao dos demais presos…fantástico….mas eu sou OFICIAL, pensa ele…não você era…na realidade…durante todo este tempo você era um simples coxinha, nada mais que isto, não importa muito a cor do seu boné, ou o tamanho do coturno.
Dentro da nova jaula, a farda é igual e você vai começar a pensar que tem lepra, porque toda aquela corja de amestradores que lavaram bem a sua cabecinha vão fugir de você e até falar bem mal….vai ter gente que vai te chamar de laranja podre…veja bem…laranja…você vai começar a pensar…
No fim das contas, você vai entender que se tivesse conseguido fazer uma faculdade…Prestado outro concurso…
Quem sabe, hoje a vida seria outra, você não estaria amargando já anos de tranca, virado evangélico, ninguém além de sua mãe,seu pai e seus irmãos vêm te visitar de bem longe e chorar muito. Força irmão, só falta mais 18 aninhos( adaptação de comentário do leitor FAZ ME RIR )
Tenente Coronel PM desacata tenente em delegacia e acaba apanhando da delegada 21
PCC – Novo estatuto sela lei da vingança: “Vida se paga com vida e sangue se paga com sangue” 61
Circula desde o final de agosto entre integrantes da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), principal organização criminosa do Estado de São Paulo, um novo estatuto com as regras de comportamento e atuação do grupo.
Mais elaborado que o documento anterior, a nova “bíblia” da facção é composta por 18 artigos, sendo o último deles específico sobre vinganças contra policiais que ajam contra integrantes da organização. “Todo integrante tem o dever de agir com serenidade em cima de opressões, assassinatos e covardias realizadas por agentes penitenciários, policiais civis e militares e contra a máquina opressora do Estado”, diz o documento. “Vida se paga com vida e sangue se paga com sangue”, segue o aviso que pede “resposta à altura do crime”.
Em sua introdução, o documento traz uma avaliação da atuação do PCC no Estado nos últimos 17 anos. “Nós revolucionamos o crime impondo através de nossa união e força (…) Nossa responsabilidade se torna cada vez maior, porque somos o exemplo a ser seguido”.
O sexto artigo diz quem pode ou não participar do PCC. “O comando não admite, entre seus integrantes, estupradores, homossexualismo [sic], pedofilia, caguetagem, (…) calúnias e outros atos que ferem a ética do crime”.
Em várias passagens, o documento lembra aos participantes da facção, em especial aos que não estiverem presos, seu dever em ajudar no custeio do grupo. “Os resultados desse trabalho serão empregados em pagamentos de despesas com defensores (advogados), ajuda para as trancas, cestas básicas, ajuda financeira para familiares de finados que perderam a vida em prol da nossa causa (…), auxílio para doentes com custos de remédios, atendimento de médicos particulares e, principalmente, na estrutura da luta contra nossos inimigos”.
Integrantes que demonstrem desinteresse ou que pretendam deixar a facção serão, diz o documento, serão avaliados pelos chefes do PCC. “Se constado que o mesmo agiu de oportunismo, poderá ser visto como traidor. E o preço da traição é a morte”, diz o nono artigo.
http://www.defesanet.com.br/mout/noticia/7056/PCC—Novo-estatuto-sela-lei-da-vinganca–
Polícia Civil nem sequer possui direito de passeata por melhores salários…( Maconheiros e viados arruaceiros podem ! ) 25
Justiça proíbe passeata de policiais em greve em Recife, PE
Sindicato diz que decisão é “irresponsável” e vai manter a mobilização
RECIFE – O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou a proibição de passeata dos policiais civis em greve, programada para a tarde desta quarta-feira, 1, pelo centro do Recife, sob a alegação de possibilidade de “lesão da ordem pública” e incitação “à desobediência civil e criação de tumulto”.
A decisão foi tomada pelo desembargador Silvio de Arruda Beltrão, que já havia declarado a ilegalidade da greve, deflagrada há nove dias. Ele solicitou ao comando da Polícia Militar o efetivo necessário para impedir a mobilização.
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado (Sinpol), Claudio Marinho, garantiu que a passeata vai ocorrer e classificou a determinação do desembargador de “irresponsável”. Ele afirmou que se houver confronto entre as polícias a responsabilidade será do governador Eduardo Campos e do desembargador Silvio Beltrão.
A passeata vai anteceder assembleia para decidir os rumos da greve. A categoria reivindica 65% de reajuste salarial e melhores condições de trabalho e segurança. O governo anunciou que não há o que negociar, pois foi firmado um acordo para o período 2011/2014 prevendo um aumento de 47,4%, que será cumprido.
A greve foi definida como ilegal logo depois de deflagrada e na sexta-feira (27) o Sinpol recorreu da decisão. Pernambuco tem cerca de seis mil policiais. O salário inicial da categoria é de R$ 2,6 mil.
Delegado aposentado com 49 anos de serviço = R$ 10.379,25 25
Pior Salário de Delegados de Polícia do Brasil 55
FARRA DA GEMADA: Relação de Coronéis (imaginem somando a patente de Major e de Tenente-Coronel, a que valores chegaremos) que ganham mais de R$25.000,00 82
Por falar em safadeza, prestem atenção na “FARRA DA GEMADA” (gemada é como os coxas se referem aos coronéis)…. Agora entendi porque não há recursos para pagar o nosso NU. Relação de Coronéis (imaginem somando a patente de Major e de Tenente-Coronel, a que valores chegaremos) que ganham mais de R$25.000,00:
NOME ÓRGÃO CARGO TOTAL BRUTO (R$) TOTAL ( descontos ) DO MÊS (R$) TOTAL LÍQUIDO (R$)
ADALBERTO JOSE GOUVEA P M E S P CEL PM 47.108,44 17.960,93 40.849,43
ALBERTO BASTOS DIAS P M E S P CEL PM 47.290,46 17.207,96 27.901,36
ALBINO CARLOS PAZELLI P M E S P CEL PM 52.765,91 18.483,25 31.516,87
ALCIBIADES SEBASTIAO MOTTA P M E S P CEL PM 68.298,48 18.483,25 58.999,87
ALUIZIO SILVEIRA DE CARVALHO P M E S P CEL PM 35.583,03 26.220,53 25.338,46
ANTONIO MACHADO COUTO P M E S P CEL PM 46.581,28 17.772,36 40.659,24
ANTONIO SERGIO PALAZZI P M E S P CEL PM 47.476,29 18.156,86 31.185,86
APARECIDO SALES DE SOUZA P M E S P CEL PM 45.451,71 17.572,68 31.422,30
CARLOS JOSE DA VEIGA P M E S P CEL PM 71.501,60 14.300,20 65.279,59
CLAUDIO ANTONIO RISSOTTO P M E S P CEL PM 113.670,59 16.009,95 108.404,14
CLAUDIO AUGUSTO XAVIER P M E S P CEL PM 64.603,55 18.529,53 41.696,38
DECIO DE SOUZA TEIXEIRA P M E S P CEL PM 40.564,74 18.066,68 27.059,06
EDUARDO MONTEIRO P M E S P CEL PM 46.581,28 17.772,36 30.322,14
ENJOLRAS LINS PEIXOTO P M E S P CEL PM 45.265,39 18.544,43 29.868,54
HENRIQUE MARQUES DE CARVALHO P M E S P CEL PM 39.470,33 18.725,00 34.683,57
HENRIQUE TRAJANO DA SILVA P M E S P CEL PM 69.613,98 18.005,50 38.536,68
JOAO AUREO CAMPANHA P M E S P CEL PM 31.880,35 31.880,35 27.889,14
JOAO CARDOSO P M E S P CEL PM 40.861,41 18.443,50 26.461,37
JOAO ROGERIO FELIZARDO P M E S P CEL PM 84.067,85 17.202,01 52.932,91
JOSE GUERSI P M E S P CEL PM 49.906,75 17.885,20 33.162,48
JOSE HELTON N. DIEFENTHA P M E S P CEL PM 44.272,63 18.547,42 32.092,12
JOSE SANCHES FELIX P M E S P CEL PM 45.265,39 18.544,43 30.461,36
JOVIANO CONCEICAO LIMA P M E S P CEL PM 69.462,19 15.681,41 44.359,68
LINEU GUARDIANO P M E S P CEL PM 48.082,94 18.535,61 32.175,45
MANOEL L. SALGADO DE CAS P M E S P CEL PM 43.524,28 18.483,25 30.063,66
MARIO MAXIMO DE CARVALHO P M E S P CEL PM 46.521,61 18.498,02 30.648,61
MOYSES ZAJAC P M E S P CEL PM 45.820,05 18.421,47 39.643,06
ORLANDO RODRIGUES DE C F P M E S P CEL PM 85.355,30 16.466,18 55.588,05
OSMAIR PAULO SACHETTO P M E S P CEL PM 49.602,94 18.153,15 33.241,59
OSWALDO DA SILVA FILHO P M E S P CEL PM 49.364,91 18.334,33 31.854,65
PAULO HARRUNOBU KOMATA P M E S P CEL PM 55.184,79 16.428,53 36.842,85
PAULO NISHIKAWA P M E S P CEL PM 51.337,79 16.766,54 32.932,87
PEDRO PEREIRA MATHEUS P M E S P CEL PM 52.793,76 16.962,51 42.577,17
PLINIO VAZ P M E S P CEL PM 43.518,28 18.483,25 36.701,24
REINALDO DE OLIVEIRA ROCCO P M E S P CEL PM 66.652,36 18.275,03 43.522,54
ROBERTO COSTA P M E S P CEL PM 43.274,56 17.279,78 30.117,51
SERGIO FRANCISCO G PENNA P M E S P CEL PM 60.883,42 17.666,12 42.434,02
SILVERIO LEME FILHO P M E S P CEL PM 132.088,91 16.314,10 126.593,25
TOMAZ ALVES CANGERANA P M E S P CEL PM 70.480,37 18.633,57 45.278,77
VALTER PEREIRA PUBLIO P M E S P CEL PM 53.414,88 18.725,00 37.550,39
VLADIMIR DE OLIVEIRA REIS P M E S P CEL PM 56.357,45 17.879,00 39.322,40
WAGNER FERRARI P M E S P CEL PM 70.316,34 17.522,64 45.966,91
WALDIMIR CRISTIANO P M E S P CEL PM 46.819,30 18.141,35 36.571,05
WALDIR CONTINI ZUQUETTO P M E S P CEL PM 52.502,15 16.670,90 33.471,81
Fonte:http://www.transparencia.sp.gov.br/busca-agentes.html
Tirem suas próprias conclusões. Abraço a todos.




