Roger Franchini – Melhor Roteiro para “Inquérito Policial” 20

Amigos.

O curta “Inquérito Policial”, que roteirizei, agora está disponível na íntegra, no site “Porta Curta” da Petrobrás. Acabamos de ganhar o prêmio de melhor roteiro no Festival de Cabo Frio.

Divirtam-se com o filme em http://portacurtas.org.br/filme/?name=inquerito_policial_n_052109

Está no Youtube também, para espalhar mais fácil, em http://youtu.be/jN5kqJmM2V8

Abraços!

Roger Franchini
Twitter – Facebook

Sargento aposentado foi executado…( O Pinto mais o PCC estão equilibrando as contas da previdência pública; o Secretário expulsa dos quadros, o Partido retira deste mundo ) 19

Mais um PM morto no ABC. Salvo engano, é o terceiro nas últimas três semanas.
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O sargento aposentado da Polícia Militar João Luiz de Paula Ferreira, 55 anos, foi executado com dois tiros, um no coração e outro na perna direita, na noite de sábado. O crime ocorreu em frente à padaria onde trabalhava como segurança haviam oito anos na Vila Pires, em Santo André.

É a segunda ocorrência do tipo no Grande ABC em menos de 15 dias. Em 24 de agosto, o também sargento aposentado Valdinei Aparecido da Conceição, 53, foi morto com 23 tiros em um bar próximo de sua casa no Ferrazópolis, em São Bernardo. Na ocasião, um acusado de participação no crime morreu em tiroteio com policiais militares.

Em 15 de agosto, outro policial militar aposentado, de 65 anos, foi alvo de criminosos enquanto caminhava com o cachorro, em Santo André, mas os oito tiros acertaram muros e placas próximas.

Segundo testemunhos de amigos, familiares e funcionários do local, Ferreira era simpático e não tinha inimigos. Tinha o hábito de contar piadas e ouvir música em seu Palio preto, onde estava quando foi executado. Estava aposentado desde 2009, após trabalhar 30 anos na corporação, a maior parte deles na própria cidade.

Por volta das 22h, o segurança estava no veículo esperando o caixa da padaria fechar quando moto sem placa apareceu com dois homens. Foram três disparos feitos pelo garupa com pistola calibre 380. Um deles acertou a lataria do carro. Morador do Jardim Irene, chegou a ser socorrido ao Hospital São José, mas morreu no caminho.

Cerca de 100 pessoas compareceram ao enterro, no Cemitério Santo André, na Vila Humaitá. Ocaso foi registrado no 1º DP (Centro) da cidade, mas será investigado pelo departamento de Homicídios. Testemunhas não conseguiram dar detalhes dos autores pelo fato de estarem de capacete, mas as suspeitas recaem sobre um homem preso por ele há 20 dias por tentar roubar a padaria e que estaria solto.

A polícia também investigará a participação de dois homens presos na favela da Gamboa no quarta-feira. Um deles tinha no bolso carta de facção criminosa com orientação para executar policiais militares.
http://www.dgabc.com.br/News/5979953/sargento-aposentado-da-pm-e-executado-em-bico-.aspx
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,pm-aposentado-e-executado-com-tres-tiros-em-santo-andre,928143,0.htm

Colaboração: Melo

A Tribuna é denunciada ao Ministério Público do Trabalho 9

Atenção jornalistas

Ministério do Trabalho recebe

denúncia contra A Tribuna

O Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo (SJSP) ofereceu denúncia no Ministério Público do Trabalho (MPT) contra o Jornal A Tribuna por conduta antissindical, com pedido de abertura de investigação.

A entidade entende que a dispensa, sem justa causa, do jornalista e sindicalista Eraldo José dos Santos é irregular, discriminatória e contrária à Constituição Federal. Fere também cláusulas trabalhistas, porque o jornalista goza de garantia de emprego pré-aposentaria.

O jornal ainda fere acordos internacionais, firmados na Organização Internacional de Trabalho (OIT), entidade que também será acionada pelo Sindicato nos próximos dias.

Além de buscar reparação na esfera judicial, o SJSP, por intermédio da Regional de Santos, está em plena campanha contra a empresa, que vem pressionando os jornalistas e tentando jogá-los contra a Diretoria Regional, agindo com covardia e como forma de represália à atuação do Sindicato.

A Diretoria Regional não vai se intimidar e vai continuar em campanha permanente contra a DIREÇÃO do Jornal. Veja manifestação realizada na Praia Grande em anexo, PRIMEIRA DE UMA SÉRIE QUE SERÁ REALIZADA. 

 

 

No último domingo (2), a Regional de Santos, Baixada santista e Vale do Ribeira, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, realizou a primeira de uma série de manifestações contra o Jornal A Tribuna, pela demissão do diretor Eraldo dos Santos, contrariando leis trabalhistas brasileiras e internacionais. O palco foi a 9ª Meia Maratona A Tribuna Praia Grande. Além da faixa, foram distribuídos cerca de cinco mil panfletos, mostrando para a população como a direção do jornal trata os trabalhadores.

Carlos Ratton

Retrato falado 22

09/09/2012-03h00

Retrato falado: apenas dois investigadores ainda desenham criminosos à mão em SP

RENATA MIRANDA DE SÃO PAULO

A policial civil Tamara Andrade, 34, deixou o revólver de lado para combater a criminalidade com lápis, papel e borracha em uma pequena sala do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), no Carandiru, zona norte de São Paulo.

Retrato falado

Entre os sete policiais que se dedicam à produção de retratos falados na cidade de São Paulo, somente ela e Yoshi Kawasaki, 47, seu mestre, mantêm a técnica manual para desenhar criminosos. Os outros cinco migraram para o computador. “Embora seja mais demorado, prefiro fazer à mão. Tem mais poesia”, diz Tamara, graduada em artes visuais pela USP. “Somos investigadores de rostos.”

Além do Deic, outros dois departamentos mantêm retratistas na capital: o Decap (polícia judiciária) e o DHPP (homicídios).

Enquanto Tamara conta apenas com as descrições das vítimas e com sua própria habilidade, seus colegas têm à disposição um banco de imagens digital com milhares de olhos, narizes, bocas e sobrancelhas prontos para montagem. No ano passado, dos 130 retratos falados feitos no Deic, 88 foram digitais e 42, manuais.

Avesso a tecnologia, o veterano Yoshi Kawasaki é o outro investigador paulistano que não larga o lápis. “Sou teimoso. O tempo que demoraria para aprender a mexer no programa digital, aproveito para fazer mais desenhos.”

Com 20 anos de experiência, Kawasaki acredita que o desenho feito à mão é mais preciso. “Os detalhes que consigo colocar aumentam em 20% as chances de pegar o autor”, estima ele, que fez o primeiro retrato falado do motoboy Francisco de Assis Pereira, o “maníaco do parque”, no final da década de 1990.

Já o retratista do Deic Lino Barros, 47, abandonou a técnica manual por preferir a agilidade do digital. “É uma pena, mas o retrato feito à mão é uma arte que está morrendo.”

O desenho não chega a ser crucial para uma investigação, mas contribui na hora de excluir suspeitos, afirmam os policiais. “Também é um desabafo da vítima que serve, muitas vezes, para ajudar a curar o trauma causado pela agressão”, conta o investigador Gabriel Ferreira, 35. Ex-retratista, ele voltou às ruas há quatro anos. “Quem desenha o retrato falado é a própria vítima. A gente só empresta a mão.”

RUSSOMANO E OS “INSPETORES DE QUARTEIRÃO” : os antigos e eficientes agentes de inteligência policial 42

Russomanno rebate Serra e insiste em plano de segurança

Candidato do PRB afirmou que as polícias Civil e Militar de São Paulo não se comunicam como deveriam Foto: Ricardo Santos/Terra

Ricardo Santos

Direto de São Paulo

O candidato do PRB à prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, rebateu nesta sexta-feira as críticas do adversário do PSDB, José Serra, e insistiu em suas ideias para a segurança pública na capital. Na noite de ontem, em evento de campanha, o tucano chamou de “bobagem” a proposta de Russomanno de integrar vigilantes noturnos à polícia, além de dizer que “uma proposta dessas só é possível durante a eleição, quando pode tudo”, dando a entender que a considera inexequível na prefeitura.

“Talvez ele (Serra) não saiba, e aí eu vou explicar, que os guardas noturnos em São Paulo já foram cadastrados há muitos anos atrás pelas delegacias de polícia, e eles faziam um trabalho importante de informação para a polícia”, afirmou Russomanno, explicando que pretende cadastrá-los novamente, levantar seus antecedentes e ver sua aceitação na população local, para então dar aos vigias uniformes e rádios para que ele possa comunicar ocorrências e suspeitas à polícia. “Eles já foram cadastrados. Não existe nada de irregular, nada que não tenha existido.”

O ponto forte da ideia, segundo o candidato, é que o guarda noturno “sabe quem mora na rua, se existe alguém estranho naquele momento, e se houver, ele aciona a polícia via rádio e as viaturas vão checar se há algo de errado”. Além disso, Russomanno prometeu criar uma frequência de rádio e disponibilizá-la para que a Guarda Civil Metropolitana e as polícias Militar e Civil possam se comunicar.

“Hoje a PM não fala com a Polícia Civil. Eu acho que ele (Serra) não sabe disso. Se você vai na delegacia de polícia dizer que seu carro foi furtado ou que você foi assaltado, até chegar na PM vai demorar 24 horas”, criticou o candidato do PRB. As declarações foram feitas após uma carreata na manhã de hoje. Uma barulhenta comitiva de mais de 30 veículos acompanhou o candidato em carro aberto da Assembleia Legislativa até o Monumento à Independência, no Ipiranga.

Apoio de pastores Além da segurança pública, o candidato comentou uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo que afirmou que a igreja evangélica Assembleia de Deus Ministério em Santo Amaro, na zona sul, estabeleceu metas de votos a serem atingidas por seus pastores para eleger Russomanno. “Eu fico muito feliz de ter todas as igrejas me apoiando, muito feliz”, limitou-se a dizer ele.

A filosofia da Polícia Civil é agir dentro da lei 22

07/09/2012 12:08

Professor de jiu-jítsu morto em ação da Polícia

Policiais do Garra alegam que houve troca de tiros. Testemunhas dizem que lutador estava rendido Thaís Nunes thais.nunes@diariosp.com.br

Bruno Polleti/ Diário SP Família mostra quimono e luvas usadas por Alex para lutar jiu-jítsu Família mostra quimono e luvas usadas por Alex para lutar jiu-jítsu

Corregedoria da Polícia Civil, DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) e Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) investigam se o professor de jiu-jítsu Alex Sandro Nascimento, 41 anos, foi executado durante uma operação na madrugada de quinta (06) no Cambuci, Centro.

Policiais do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) foram até um cortiço na Rua Muniz de Souza apurar uma denúncia sobre a venda de drogas no local.

O boletim de ocorrência diz que o delegado Mário Palumbo Júnior e os investigadores José Augusto de Morais Neto e José Marcelo Espósito tinham prendido uma mulher e um homem quando os tiros começaram. Os policiais dizem que Alex atirou contra Neto. O investigador reagiu e o suspeito foi baleado.

Não é isso que familiares e vizinhos do professor relatam. Na versão deles, Alex tinha acabado de chegar da academia onde dava aulas de manhã e à noite. Era meia-noite quando ele e uma amiga foram até a porta do cortiço buscar uma pizza. Quando voltavam para casa, foram abordados pelos policiais civis. A mulher, que está com medo e não quis falar com a reportagem, teria levado uma coronhada. O professor, afirmam as testemunhas, foi baleado três vezes nas costas quando estava no chão.
DESPREPARO/ Para Ana Cristina do Nascimento, irmã de Alex, o lutador é mais uma vítima do despreparo da polícia paulista. “Todos sabem que ele não era bandido. A maioria dos alunos dele, inclusive, era investigador”, conta.

As duas pessoas presas, que seriam testemunhas-chave do caso, fugiram. A polícia não diz como eles conseguiram driblar diversos policiais dentro de um cortiço estreito.

Com Alex, a polícia diz ter apreendido um revólver calibre 32. O local do crime, segundo o boletim de ocorrência, estava prejudicado para a perícia.

Artur José Dian, chefe do Garra, diz que a ocorrência foi legítima. Já o delegado-geral, Marcos Carneiro, pondera. “Nós acreditamos que o policial diz a verdade sempre, mas vamos investigar o caso com rigor. A filosofia da Polícia Civil é agir dentro da lei.”

Carneiro afirma que o exame no corpo do professor vai esclarecer se os tiros foram feitos de baixo para cima e à curta distância. O delegado Palumbo e os investigadores Neto e Espósito não foram localizados pelo DIÁRIO.
Alex lutava jiu-jítsu há mais de 20 anos. Levava uma vida dedicada ao esporte e se preparava para uma competição no próximo mês. Tinha acabado de ficar noivo e era pai de duas meninas, de 10 e 3 anos. O professor não tinha passagem pela polícia. “Foi um engano, um erro. E agora? O estado vai pagar a pensão das filhas que ele deixou?”, questiona Ana.

Entrevista Ivaldo do Nascimento Aposentado ‘Perdi meu campeão e estou com medo da polícia’, diz pai

DIÁRIO_ Se o Alex não era traficante, por que foi baleado pelos policiais? IVANILDO NASCIMENTO_ Não tenho dinheiro para morar em mansão, só nesse cafofo. A polícia acha que todos que vivem aqui são bandidos. Estão errados. O meu filho trabalhava com carteira assinada, era um atleta e nunca se envolveria com drogas. Eu perdi meu campeão.

Como foi o comportamento da polícia nesta operação? Atiraram para depois saber quem era. Ainda me perguntaram o que ele estava fazendo na rua, como se fosse errado buscar uma pizza na porta de casa. Recolheram as balas, chamaram minha filha de vaca e o Alex de bandido sem o conhecer. Estou com muito medo das retaliações.

JOÃO ALKIMIN: Me engana que eu gosto! 22

Estive em várias Delegacias de Polícia e inclusive na Corregedoria, vi pregado nas paredes vários cartazes louvando a emenda constitucional nº35, onde se pode ler que o Delegado de Polícia agora é soberano em suas decisões.

Balela!

Para que se seja independente são necessários alguns requisitos: salário digno, inamovibilidade, irredutibilidade de salários, promoções sem o beneplácito da Administração.

Do contrário, a tal emenda não é absolutamente nada.

O Delegado de Polícia plantonista é independente enquanto o titular permitir que assim seja, o titular do distrito não pode contrariar o Seccional, o Seccional por sua vez, deve satisfações ao Diretor, o Diretor ao Delegado Geral e esse por fim ao Secretário de Segurança Pública.
Então que diabos de independência funcional é essa?
Policiais são absolvidos na esfera criminal, não existe falta residual,mas o Secretário determina a instauração de PAD.
Onde está a liberdade?
Teria o Delegado Corregedor coragem para dizer ao Secretário “não concordo e não vou instaurar o procedimento” ?
Não acredito. Duvido.
Cada um procura defender sua cadeira e em nenhuma hipótese irritar ou desagradar o Chefe de plantão, haja visto a demissão do Delegado Conde Guerra sem um motivo jurídico relevante e a do Delegado Frederico.
Portanto, essa história de independência funcional não passa de mais uma brincadeira de mau gosto, não só da Administração como dos nossos próprios políticos.
Afinal, que Deputado deixará de pugnar pela indicação de um titular de distrito, um seccional ou um diretor?
E sendo aceita tal indicação do político, qual a liberdade da autoridade policial para negar-lhe um pedido?
Nenhuma.
Pois quem sabe fazer, sabe também desfazer.
Por outro lado, ouvi comentários de fontes fidedignas da Corregedoria que fora instaurado processo administrativo contra a Delegada Maria Inês Trefiglio Valente no famoso caso da escrivã torturada. Uma dúvida me assaltou: somente ela? E o Secretário que segundo palavras da própria Dra. Maria Inês na televisão sabia dos fatos. Continuará processando a tudo e a todos e passará incólume por mais essa?
E o Ministério Público que se acha o “Guardião da integridade e da moralidade pública” ?
Quais providências tomou para apurar se o Secretário sabia dos fatos?
E se ficar provado que sabia, quais providências tomará?
Espero que não seja como aquela em que um Promotor de Justiça bêbado no interior de um estado, atropelou uma família e matou, foi punido com sua promoção para a Comarca da Capital. Se esse Promotor tivesse se encontrado antes com o Delegado Frederico, talvez uma família estivesse viva.
Ou então o Delegado teria sido demitido antes…
João Alkimin

Versão estilo dono de botequim que não quer dizer a verdade: ” ouviram tiros, e um investigador e o delegado se afastaram para checar a situação” 33

SP: policiais envolvidos em ação que terminou com 1 morto são afastados
06 de setembro de 2012 18h17 atualizado às 18h31

Ricardo SantosDireto de São Paulo

 

O diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Jorge Carrasco, confirmou que o delegado e os dois investigadores acusados de executar um homem durante uma abordagem, na madrugada desta quinta-feira no Cambuci, no centro expandido de São Paulo,  foram afastados da Polícia Civil durante a investigação, que deve durar até 30 dias. Carrasco também endossou a versão dos policiais, segundo a qual o investigador responsável por dar os três disparos que atingiram Alex Sandro do Nascimento, 41 anos, reagiu a um tiro dado pelo motorista, que era abordado com mais duas pessoas. Em entrevista ao SPTV, a família acusou os policiais de execução.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o caso ocorreu por volta da 1h. O diretor do departamento narrou que um delegado e dois investigadores do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) foram ao local apurar uma denúncia de tráfico de drogas. Ao chegar à rua Muniz de Souza, encontraram dois homens e uma mulher, que foram abordados.

Neste momento, segundo Carrasco, os policiais ouviram tiros, e um investigador e o delegado se afastaram para checar a situação. Vendo-se com apenas um policial, o motorista teria tentado atirar no investigador, que respondeu, acertando três tiros em Nascimento, que chegou a ser levado ao Hospital Cruz Azul, mas morreu em decorrência dos ferimentos. O casal que estaria junto à vítima conseguiu fugir.

Com o motorista, foi encontrado um revólver calibre 32 com a numeração raspada e cinco projéteis, “quatro íntegros e um picotado”. A falha na munição é o motivo, segundo Carrasco, para o investigador não ter se ferido com o disparo. Em resposta à suposta investida do motorista, o policial revidou acertando três tiros do lado direito de Nascimento: um de raspão no mamilo direito; outro que se alojou entre o fêmur e a bacia; e um terceiro na parte posterior das costelas. “Eu acho que (o tiro foi) de frente. Mas isso no transcorrer da perícia nós vamos saber”, afirmou Carrasco.

No hospital, foram encontrados 52 pinos de cocaína no bolso da calça da vítima. Os policiais envolvidos prestaram depoimento e foi apreendida, além do revólver que pertenceria ao motorista, uma metralhadora Famae .40 do investigador que efetuou os disparos. A polícia ainda deve ouvir testemunhas, pedir imagens de câmeras de vigilância e aguardar o resultado das perícias do local do crime, das armas, das mãos da vítima (para saber se ela fez disparos de arma de fogo) e do corpo.

Nesta quinta-feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou ter falado com o secretário de Segurança Pública e garantiu que a corregedoria já estava em cima do caso. “A tolerância é zero. Nenhum tipo de abuso ou de desvio, seja quem for, Polícia Civil, Militar”, disse o governador, que foi a Brasília para a posse de Francisco Falcão na Corregedoria Nacional de Justiça. Ele disse ainda que a polícia avaliará se os policiais serão afastados. “Se for o caso, serão afastado e até presos.”

FERIADÃO: educação para o trânsito….vamos salvar vidas! 7

                          Gente mais uma feriado, com mais quase mais 500 mil veículos lincenciados só em agosto!!!!            Muito cuidado….e passem adiante! Vamos salvar vidas!

por CIDADÃO DE BEM

Direção Defensiva

Mas, afinal, o que é direção defensiva?

Em primeiro lugar, você realmente sabe o que é direção defensiva? Segundo cartilha do governo federal sobre o assunto, publicada em maio de 2005, trata-se da “forma de dirigir, que permite a você reconhecer antecipadamente as situações de perigo e prever o que pode acontecer com você, com seus acompanhantes, com o seu veículo e com os outros usuários da via”. (acesse o link do texto completo em pdf mais abaixo)

Basicamente, a direção defensiva requer cinco condições básicas, de acordo com o site do Detran

  • conhecimento, o que permite reconhecer risco e a maneira de se defender deles;
  • atenção do motorista, pois sempre há possibilidade de acidentes;
  • previsão, que permite antever eventualidades no trânsito baseando-se nos conhecimentos;
  • decisão, fazer a escolha certa a tempo de evitar um acidente;
  • habilidade, capacidade de executar as manobras básicas de trânsito, com perícia e sucesso.
Mandamentos do Motorista Defensivo

Apesar da seriedade do assunto, praticar direção defensiva é muito simples. Sem sombra de dúvidas, muitas pessoas já cumprem boa parte das recomendações para uma direção segura e não têm a menor consciência de que o fazem. Abaixo seguem os dez mandamentos do motorista defensivo, que se por um lado não buscam esgotar o assunto, podem ajudá-lo a rever alguns comportamentos.

  1. Conhecer as leis do trânsito e obedecer à sinalização.
  2. Usar sempre o cinto de segurança.
  3. Conhecer o veículo que está dirigindo e saber comandá-lo.
  4. Manter o veículo sempre em boas condições de funcionamento.
  5. Prever a possibilidade de acidentes e ser capaz de evitá-los.
  6. Ser capaz de decidir com rapidez e correção em situações de perigo.
  7. Não aceitar desafios e provocações.
  8. Não dirigir cansado ou sob efeito de álcool e drogas.
  9. Ver e ser visto.
  10. Não abusar da autoconfiança.

Fonte: Detran-PE (http://www.detran.pe.gov.br/mandamentos.shtml)

Cuide do seu veículo

Ao contrário dos que muitos imaginam, a direção defensiva inclui também a manutenção periódica e preventiva do veículo. Um carro mal cuidado pode representar um perigo para seus passageiros e todos à sua volta. A verificação dos principais itens do carro pode ser feita sem dificuldade pelo próprio proprietário, seja pelas indicações no painel, ou por uma simples inspeção visual. Confira alguns dos principais itens que sempre devem ser checados:

  • combustível: veja se o indicado no painel é suficiente para chegar ao destino;
  • nível de óleo de freio, do motor e de direção hidráulica: observe os respectivos reservatórios, conforme manual do proprietário;
  • nível de óleo do sistema de transmissão (câmbio): para veículos de transmissão automática, veja o nível do reservatório. nos demais veículos, procure vazamentos sob o veículo;
  • água do radiador: nos veículos refrigerados a água, veja o nível do reservatório de água;
  • água do sistema limpador de pára-brisa: verifique o reservatório de água;
  • palhetas do limpador de pára-brisa: troque, se estiverem ressecadas;
  • desembaçador dianteiro e traseiro (se existirem): verifique se estão funcionando corretamente;
  • funcionamento dos faróis: verifique visualmente se todos estão acendendo (luzes baixa e alta);
  • regulagem dos faróis: faça através de profissionais habilitados;
  • lanternas dianteiras e traseiras, luzes indicativas de direção, luz de freio e luz de ré: inspeção visual.

ATENDIMENTO UNIFORME: Coronel PM acusado de dar proteção a bingos e bicheiros 6

MP acusa comandante regional da PM de proteger bingos em Santa Catarina

Renan Antunes de Oliveira Do UOL, em Florianópolis

O Ministério Público de Santa Catarina ajuizou nessa quarta-feira (5) uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o comandante regional da Polícia Militar em Criciúma (191 km de Florianópolis) e mais oito PMs, todos acusados de dar proteção a bingos e bicheiros em São José, na Grande Florianópolis.

O então tenente coronel Ed’Oner Paes Sá (hoje coronel) era o mais graduado deles. Na época dos fatos, na década passada, ele comandava o 7º Batalhão, em São José. Os denunciados também respondem pelo mesmo crime na Vara da Justiça Militar de Florianópolis.

A ação foi ajuizada pela 8ª Promotoria de Justiça da Comarca de São José. A promotora Márcia Aguiar Arend acusa os PMs de agirem como seguranças privados.  Os policiais denunciados repassavam informações aos bingos sobre a presença de carros das guarnições militares e até dos veículos descaracterizados, impedindo a repressão.

Segundo a promotoria, os PMs também teriam se organizado para dar batidas policiais ilegais nos bingos concorrentes, levando equipamentos para os de seus clientes. Em outras ocasiões, o mesmo grupo de PMs dava batidas por conta própria e cobrava propina para mantê-los funcionando, ação que a promotoria classificou de “proteção espúria”.

Para a promotora Márcia Arend, ficou comprovado nas investigações que os PMs criminosos estavam subordinados ao tenente coronel Ed’Oner – ele teria comandado pessoalmente algumas das ações ilegais.

O Comando Geral da PM ainda não se pronunciou sobre o caso. O agora coronel Ed’Oner negou as acusações e permanece na polícia, em Criciúma.