Sob ataques, PMs precisam revezar coletes à prova de balas em São Paulo 25

15/09/2012-06h00

LÉO ARCOVERDE DO “AGORA”

Sob forte ataque de criminosos nos últimos meses, policiais militares da cidade de São Paulo estão fazendo rodízio de coletes à prova de balas por causa da falta do equipamento de segurança.

Licitação para equipamentos atrasou, diz PM paulista

Na prática, o policial militar que assume o expediente pega o colete utilizado pelo colega que deixa o serviço.

Segundo os policiais, o revezamento está sendo feito por soldados do 2º Batalhão (zona leste). Com sede na Penha, a unidade possui um efetivo de 763 homens.

Eles reclamam que são obrigados a fazer o trajeto entre a casa e o serviço desprotegidos, em época de constantes ataques de criminosos.

Desde o começo do ano, 69 PMs foram mortos no Estado –no mesmo período do ano passado, foram 38 vítimas.

Rubens Cavallari/Folhapress
O colete à prova de balas precisa ser substituído periodicamente pois os equipamentos têm prazo de validade
O colete à prova de balas precisa ser substituído periodicamente pois os equipamentos têm prazo de validade

O colete à prova de balas precisa ser substituído periodicamente pois os equipamentos têm prazo de validade. Segundo soldados, a falta de reposição do material foi o que levou à fixação do revezamento pelos comandantes de companhias (subdivisões de um batalhão).

“Em julho, meu colete venceu e tive de devolvê-lo. Para evitar que eu ficasse sem, meu comandante impôs o revezamento”, disse um policial da 4ª Companhia. Já na 1ª Companhia, o revezamento é feito desde janeiro.

O deputado estadual Olímpio Gomes (PDT), major da reserva, disse que recebe queixas de policiais de outras regiões da cidade com frequência, relatando que estão passando pelo mesmo problema.

Por lei, se um PM sem colete reagir a um roubo e for morto a caminho ou na volta do trabalho, a família dele perde o direito à indenização que é paga pelo Estado.

O governo diz que houve um atraso na licitação e que vai entregar 35 mil novos coletes até dezembro deste ano.

‘BICO OFICIAL’

Policiais disseram que a falta de colete individual já impediu alguns deles de atuarem na Operação Delegada, o chamado “bico oficial”.

Criada em 2009, a atividade permite que o policial trabalhe em dia de folga, fardado e armado, no combate a vendedores ambulantes ilegais, e seja pago pelas prefeituras. Oito horas de serviço rendem R$ 157 ao soldado.

Laudo da Polícia Civil contraria governador 80

15/09/2012 04:35

Rota disparou 61 tiros na invasão à chácara em Várzea Paulista,

sendo que apenas dois bandidos revidaram Aline Pagnan

aline.pagnan@bomdiajundiai.com.br

Os policiais militares da Rota dispararam 61 tiros contra os nove integrantes da facção criminosa PCC mortos durante operação realizada na terça-feira, em Várzea Paulista. Os dados constam no boletim de ocorrência registrado na DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Jundiaí.
O documento aponta também que das armas apreendidas com os criminosos (duas espingardas calibre 12, uma metralhadora, sete pistolas e  quatro revólveres) somente duas apresentavam cartuchos deflagrados. Ou seja, apenas dois dos nove mortos atiraram.
Os dados contraria a afirmação dada pelo governador Geraldo Alckmin, na última quarta-feira, de que “quem não reagiu está vivo”, já que nove  pessoas morreram.

No local, segundo a polícia, era realizado um “tribunal do crime”, onde Maciel Santana da Silva, 21 anos, havia sido “julgado” pela facção criminosa por tentativa de estupro contra uma menina de 12 anos. No documento, dos 45 PMs envolvidos, pelo menos 17 dispararam no mínimo uma vez. Foram usadas 12 pistolas ponto 40 e cinco submetralhadoras.
Ainda, segundo o Boletim de Ocorrência, Maciel, mesmo sendo vítima de um julgamento pelos demais bandidos, estava armado com uma pistola 9 mm, com sete cartuchos íntegros. Na versão dos policiais militares, ele ofereceu resistência e acabou sendo morto.
Príncipe / Iago Felipe Andrade Lopes, 20 anos, conhecido como Príncipe dentro do PCC, era o principal contato dos criminosos de Jundiaí com a Capital. Ele estava com um revólver 357 e foi morto com um único tiro, de acordo com informações obtidas no Hospital da Cidade, de Várzea Paulista.
O líder da facção na região havia sido preso uma vez por roubo e receptação, mas estava foragido.  A polícia acredita que ele tenha sido o responsável por organizar “o tribunal do crime”, já que era quem tomava as decisões do PCC na região.
Príncipe morava em Campo Limpo Paulista, mas desde o começo do ano, segundo informações do setor de inteligência da polícia, residia em um apartamento no Cecap, em Jundiaí. Era de lá que comandava o tráfico de drogas, além de roubos organizados pela facção.

Transferências Dos cinco presos durante a operação, dois foram transferidos nesta sexta-feira para um presídio de segurança máxima em Avaré, no Interior do Estado. Segundo a polícia, Alex Sandro de Almeida, 30 anos, e Richard de Melo Martelato, 24, pertencem ao alto escalão do PCC e, para evitar tentativas de resgate, foram levados  de Jundiaí.
Desde o dia do confronto, eles e outros três homens presos na chácara foram levados para o CDP (Centro de Detenção Provisória) no Tijuco Preto. O local chegou a receber um esquema especial de segurança.

http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/33045/Laudo+da+Policia+Civil+contraria+governador

Rescaldo da ladroagem 15

14/09/2012-03h00

Família de Orestes Quércia está em conflito por causa de seu inventário

A família de Orestes Quércia, morto em 2010, está em conflito por causa de seu inventário. Os dois filhos mais velhos dele, Sidney e Fernando, pediram na Justiça prestação de contas sobre as empresas do pai. Do outro lado está a inventariante, Alaíde Quércia, mulher e mãe de outros quatro filhos do político.

HERANÇA 2

Quércia deixou uma fortuna oficial de R$ 150 milhões, de acordo com documentações entregues à Justiça depois de sua morte. Entre os próprios herdeiros existe a certeza de que uma perícia poderá fazer o valor ser multiplicado por três depois que os bens forem atualizados.

HERANÇA 3

Quércia deixou 26 empresas, como shoppings, fazendas de café, TVs e rádios espalhadas por todo o Brasil.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/1153007-familia-de-orestes-quercia-esta-em-conflito-por-causa-de-seu-inventario.shtml

João Alkimin: A balança da vida tem dois pratos 24

A balança da vida tem dois pratos

Venho repetindo sistematicamente que o Delegado Conde Guerra foi demitido injustamente por repercutir notícia,  que o Delegado Frederico foi também demitido injustamente por haver retirado um Juíz embriagado das ruas; que o Delegado Bibiano,  embora absolvido por inexistência de crime , continua fora dos quadros da polícia e que o Delegado Carlos Andrade foi demitido mesmo antes de ter a denuncia contra si recebida.
Pois bem, agora vem a público noticia estarrecedora que seus acusadores estão presos como mandantes de um crime de morte no litoral sul.
Comenta-se também do poderio econômico e político que permeava as relações desses indivíduos, portanto, pelo menos para mim, está absolutamente claro a trama que foi urdida contra o referido Delegado Carlos Andrade, mas resta saber quais interesses teriam prejudicado o referido Delegado com suas investigações.
Onde poderia chegar?
Quem poderia atingir?
Então, na dúvida foi melhor imolá-lo no altar da calhordice.
Vi uma postagem nesse mesmo jornal Flit Paralisante que o Delegado Carlos Andrade era uma boa pessoa,  mas leão.
A mim não importa se o indivíduo é leão ou cordeiro;  e de mais a mais todos são honestos até prova em contrário.
Em meu entendimento, um dos fatores que faz com que a Polícia Civil vá se extinguindo lentamente é essa guerra surda deflagrada entre seus próprios integrantes.
Entendo que quando se tem um ou vários inimigos em comum é hora de união, para depois de derrotado inimigo, resolvermos nossas pendências pessoais.
Há alguns dias policiais do GARRA mataram um indivíduo na capital, fez-se um enorme estardalhaço pela imprensa, porquê?
Provavelmente porque eram policiais civis; vejam a diferença: a ROTA matou 9 marginais, ninguém vai chorar por eles, é óbvio, são 9 canalhas a menos para gerar insegurança no Estado, mas também matou um inocente que estava sendo julgado pelo famigerado ” tribunal do crime”, daquela organização criminosa chamada PCC, que o Secretário afirma não existir.
E vi pequenas notas de rodapé, não que essa morte acidental desmereça o trabalho dos milicianos, assim como se a morte atribuída ao GARRA foi por imperícia, também não pode desmerecer o trabalho daquela guarnição e do próprio Delegado que a comandava, a quem não conheço, mas acredito que já prestou, presta e provavelmente continuará prestando relevantes serviços a sociedade.
Um erro, um equívoco é lamentável,mas não podemos crucificar ninguém por tal motivo.
Vou acompanhar os dois casos, porque certamente o tratamento para os policiais civis será diferente do tratamento dado aos policiais militares.
Pois a Policia Civil é a filha feia da atual Administração, aquela que é culpada por todos os males.
Por derradeiro, não poderia deixar de comentar a atitude do Secretário da SAP senhor Lourival Gomes discípulo do Secretário Ferreira Pinto, que em virtude de reportagem feita pela TV Bandeirantes, mostrando o descalabro no CDP de Pinheiros, imediatamente demitiu o Diretor do presídio e veio a público dizer que desconhecia os fatos.
É sem dúvida um excelente aluno, pois assim como o Governador e o Secretário Ferreira Pinto, é mais um que entra para o rol dos homens que não sabiam.
João Alkimin

Juiz eleitoral: “Que burro, dá zero pra ele” 8

Nordeste // paraíba

Juiz da Paraíba manda PF prender diretor do Google no Brasil

Publicado em 14.09.2012, às 18h49

O juiz da propaganda eleitoral de mídia e internet de Campina Grande (PB), Ruy Jander, decretou nesta sexta-feira (14) a prisão do diretor geral do Google no Brasil, Edmundo Luiz Pinto Balthazar, residente em São Paulo, acusado de crime de desobediência. O magistrado determinou que a Polícia Federal efetue a prisão de Balthazar e que ele só seja liberado mediante pagamento de fiança, após comprovação do cumprimento da ordem judicial. O Google divulgou uma nota sobre o assunto, dizendo “que vai recorrer da decisão da Justiça Eleitoral do estado da Paraíba por entender que ela viola garantias fundamentais, tais quais a ampla defesa, o devido processo legal e a liberdade de expressão constitucionalmente assegurada a cada cidadão”.
Para a Justiça Eleitoral da Paraíba, o diretor do Google desobedeceu à Justiça, porque teria ignorado sua determinação de retirar do Youtube um vídeo postado por um site denominado “Humor Paraíba”. No vídeo, o candidato a prefeito líder nas pesquisas em Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), é chamado de burro numa montagem feita com o personagem Chaves.
No vídeo, Rodrigues apresenta propostas para a educação e, ao se referir ao Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), ele troca a palavra “desenvolvimento” por ” desempenho”. Em seguida, aparece Chaves dizendo: “Que burro, dá zero pra ele”. Segundo o juiz, Balthazar foi notificado e se defendeu. Na defesa, ele pediu que o juiz reconsiderasse o pedido de prisão, que foi negado.
Como o vídeo não foi retirado do Youtube, o juiz considerou que houve crime de desobediência. Jander disse na decisão que o Google se recusou dolosamente de cumprir a ordem da Justiça Eleitoral. “Conforme informação da parte atingida pela propaganda ridicularizante, há de se adotar as medidas necessárias para que o poderoso provedor de internet respeite a legislação brasileira e as autoridades constituídas”, afirma o juiz.
Segundo ele, ‘trata-se de crime descrito no artigo 347 do Código Eleitoral, que, enquanto não cumprida a ordem, permanece ocorrendo, razão pela qual determino a imediata prisão em flagrante do senhor Edmundo Luiz Pinto Balthazar”.
O Google emitiu a seguinte nota: “O Google vem a público esclarecer que vai recorrer da decisão da Justiça Eleitoral do estado da Paraíba por entender que ela viola garantias fundamentais, tais quais a ampla defesa, o devido processo legal e a liberdade de expressão constitucionalmente assegurada a cada cidadão. O Google acredita que os eleitores têm direito a fazer uso da Internet para livremente manifestar suas opiniões a respeito de candidatos a cargos políticos, como forma de pleno exercício da Democracia, especialmente em períodos eleitorais. O Google não é o responsável pelo conteúdo publicado na Internet, mas oferece uma plataforma tecnológica sobre a qual milhões de pessoas criam e compartilham seus próprios conteúdos”.

Fonte: Agência Estado

É SÓ PRAÇA —— É SÓ PRAÇA ——- É SÓ PRAÇA —– É SÓ PRAÇA QUE MOOOOOOOOOOORRE, PORRA! 22

Enviado em 14/09/2012 as 17:55 – MARCOS SIMÕES

Nem governo, nem Justiça, nem os cumandantes da PM estão nem aí para as mortes: É SÓ PRAÇA —— É SÓ PRAÇA ——- É SÓ PRAÇA —– É SÓ PRAÇA QUE MOOOOOOOOOOORRE, PORRA!

O modelo arcaico militar é uma das causas das execuções, pois o PRAÇA e somente o PRAÇA tem a obrigação de, por força de um regulamento cruel, desumano e extemporâneo, combater o crime gerado, parido e criado pelo próprio GOVERNO TUCANO E SEUS VASSALOS, COVARDES E DESUMANOS CUMANDANTES DA PM. Até quando vão morrer somente praças e, também, marginais criados por esses bandidos travestidos de governantes e homiziados em gabinetes refrigerados com água e cafezinho?

O deputado Olímpio é um lutador, mas é contra desmilitarização da excrescência POLÍCIA MILITAR. Entendível, pois, o cabra é oficial e não quer perder os benefícios adquiridos e os que virão. MAS E O PRAÇA, DEPUTADO? Até quando vai ficar nessa de somente cobrar na tribuna da Alesp? O governador, ou os governadores tucanos (20 ANOS NA ADMINISTRAÇÃO), deixou chegar nessa situação. O governo federal não pode intervir. O sr., deputado, sabe o que é INGERÊNCIA? Faça-me o favor, deputado, de despolitizar a morte dos colegas policiais militares – PRAÇAS E SOMENTE PRAÇAS. Não queira dividir responsabilidade que é dos entes estaduais. Articule, pela via legal, o pedido de intervenção em SP, deputado. Aí, sim, poder-se-á cobrar o governo federal. O sr. sabe o motivo pelo qual não se desmilitariza as PMs. Deve saber também o motivo pelo qual não se melhora nada no Brasil, inclusive segurança pública. Não precisa desenhar que “indústrias” foram erguidas e se firmaram na miséria, na desgraça do povo brasileiro, deputado, em todos os quesitos sociais: tudo é mercadoria para se vender e ganhar dinheiro. Saúde, Educação, Moradia, Transporte, Segurança Pública, etc Fale a verdade ao povo, ao praça, deputado. O sr conquistou essa condição, é ouvido e acreditado. Não tergiverse, deputado. Do jeito que seguem na mesmice as coisas, deputado, nada vai mudar e o sr vai muito mais vezes à tribuna apenas lamentar. Só isso.

SEPESP E SIPESP – comunicado importante à categoria 117

COMUNICADO IMPORTANTE À CATEGORIA

NO DIA 17 DE SETEMBRO INICIA-SE A OPERAÇÃO “ CUMPRA-SE A LEI” , DECIDIDA PELOS ESCRIVÃES E INVESTIGADORES POR MEIO DOS RESPECTIVOS SINDICATOS (SEPESP E SIPESP)  EM ASSEMBLEIA GERAL.

A OPERAÇÃO “ CUMPRA-SE A LEI ” CONSISTE NA ESTRITA OBSERVÂNCIA DAS LEGISLAÇÕES VIGENTES, ESPECIALMENTE:

A) CONSTITUIÇÃO FEDERAL;

B)  CÓDIGOS PENAIS E DE  PROCESSO PENAL ( NO QUE TANGE A TODOS OS ATOSDE POLÍCIA JUDICIÁRIA E, PRINCIPALMENTE,   NA ELABORAÇÃO DOS AUTOS DE PRISÃO EMFLAGRANTE E FORMALIZAÇÃO DAS PEÇAS DOS INQUÉRITOS POLICIAIS).

PARA FISCALIZAR O CUMPRIMENTO DA LEI, OS  REFERIDOS SINDICATOS IRÃO  REALIZAR VISITAS  EM:

a)      CENTRAIS DE FLAGRANTES INSTALADAS NA CAPITAL;

b)      CENTRAIS DE POLÍCIA JUDICIÁRIA –CPJs.

c)     CHEFIAS DE CARTÓRIO

c)      UNIDADES  DO DEINTER.

A FISCALIZAÇÃO SERÁ REALIZADA POR REPRESENTANTES DOS REFERIDOS SINDICATOS, COMFULCRO NO DIREITO CONSTITUCIONAL DE REPRESENTAÇÃO SINDICAL  E DE DEFESA DOS TRABALHADORES ESTABECELIDOS NO ARTIGO 8º INCISO II E III  DA REFERIDA  LEI MAIOR.

ESPERAMOS QUE AS AUTORIDADES  POLICIAIS RECONHEÇAM O TRABALHO DESENVOLVIDO, QUE VISA SOBRETUDO VALORIZAR OS POLICIAIS CIVIS, MELHORAR A QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS À POPULAÇÃO E COMBATER A IMPUIDADE REINANTE   NO ESTADO DE SÃO PAULO.

AS CATEGORIAS REIVINDICAM VALORIZAÇÃO DAS CARREIRAS COM SALÁRIOS DE  NÍVEL SUPERIOR

ALÉM DISSO, EXIGIMOS: TRABALHAREM CONDIÇÕES DIGNAS DE ACORDO COM  LEGISLAÇÃO TRABALHISTA VIGENTE E AS CONVENÇÕES INTERNACIONAIS DO TRABALHO (OIT).

ALERTAMOS ÀS AUTORIDADES PARA SE PAUTAREM EM SUAS ATRIBUIÇÕES  AO ESTRITO CUMPRIMENTO DAS NORMAS LEGAIS, POIS, CASO CONTRÁRIO, ESTARÃO  INCORRENDO EM IRREGULARIDADES  E, PORTANTO, SUJEITOS À  RESPONSABILIDADES FUNCIONAIS.

SEPESP E SIPESP

SEPESP – Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo

Administração
Fone: (11) 3326-8012

Mais um dia; mais um PM executado 40

Sexta, 14 de Setembro de 2012 – 10h45

Policial Militar é executado a tiros em São Carlos

Ele chegou a ser socorrido pela equipe do Samu mas não resistiu

Da reportagem

O policial militar Marco Santi foi morto a tiros por volta das 9 horas desta sexta-feira, na Rua Júlio Prestes de Albuquerque, na Vila São José, em São Carlos. Ele chegou a ser socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e levado à Santa Casa, mas não resistiu.

Segundo uma testemunha que não quis se identificar, dois homens, sendo um deles encapuzado, chegaram em um carro, modelo Honda Civic, da cor prata, e dispararam várias vezes contra o carro do PM, uma Saveiro.

Mesmo ferido, o policial conseguiu se levantar e sentou em uma mureta. As pessoas que estavam próximo ao local acionaram o Samu. A polícia está tratando o caso, a princípio, como execução porque o militar foi baleado dentro do carro. As marcas dos seis tiros indicam, inclusive, que o vidro estava fechado.

Anteprojeto do novo Código Penal recebe severas críticas de seis mestres do Direito 8

Professor da PUC-RJ afirmou que o anteprojeto segue uma tendência mundial de sedimentar uma política de segurança ao introduzir o terrorismo entre os delitos

Fonte | TJRJ – Quinta Feira, 13 de Setembro de 2012

O professor Alexandre Mendes, da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), disse que o anteprojeto do novo Código Penal, ao introduzir o terrorismo entre os delitos,  segue uma tendência mundial de sedimentar uma política de segurança. “Há uma insegurança total com o perigo do terrorismo. Embora o conceito seja muito abstrato, a idéia é proteger não apenas o Estado, mas também  as ofensas religiosas, étnicas, culturais e a propriedade imaterial. Os hackers-ativistas e os movimentos sociais de invasão estão na mira”, explicou Alexandre Mendes, durante a palestra “A Política da Exclusão”, proferida na quarta-feira, dia 12, no Seminário Crítico da Reforma Penal, na Escola da Magistratura do Rio (Emerj).

A juíza aposentada do TJRJ Maria Lúcia Karam, ao abordar a Reformas das Medidas de Segurança, afirmou taxativamente que este instituto não requer reforma. “A única mudança imperativa é abolir”, disse. Para a magistrada, a imposição dessas medidas é frontalmente violadora do Princípio da Culpabilidade.  “Este princípio, que condiciona os limites do Estado de punir, se mostra inseparável da dignidade do indivíduo. É irracional a proposta de se reconhecer a absolvição por inexistência de crime e ainda assim determina punição”, criticou.

O professor Maurício Dieter, do ICPC-PR, ao falar da Reforma da Execução Penal,  disse que este anteprojeto  propõe “indignidades com irresponsabilidades”. “Não prestaram atenção nas sugestões públicas”, alertou. Ele afirmou que escolheram um modelo de execução pré-histórico. “Apostou-se na prisão. Não se ressocializa na prisão, tirando a pessoa da sociedade. Até a direita mais reacionária dos EUA, que pratica a prisão de massa,  entende isso”, frisou. Ele apontou os exemplos que considera um retrocesso: o fim da distinção entre detenção e reclusão e do livramento condicional; restauração do exame criminológico; dificuldades para a progressão e a execução de multa sob pena de prisão ou confisco. “Preferia ressuscitar o Código de 1969. Era muito melhor do que este”, concluiu.

O professor Leonardo Yarochewsky, da Universidade Federal de Minas Gerais, em sua palestra sobre a Delação Premiada, explicou que mudaram o nome para Imputado Colaborador, que agora ficará na parte geral do CP. Para ele, este é outro instituto que deveria ter sido extinto. “Ele revela a total incompetência do Estado que utilizará o colaborador com agente. O sujeito dedura e vai prestar serviços na comunidade”, ironizou. Segundo ele, ao aceitar a delação, o juiz já está pré-julgando e violando o contraditório. “A defesa não pertence ao indivíduo, mas ao Estado, que tem de formar o contraditório”.  E mais: “A idéia da delação em nome de uma suposta segurança é muito preocupante”, destacou.

O professor Guilherme José Ferreira da Silva, da PUC-MG, abordou o tema Responsabilidade Penal das Pessoas Jurídicas e disse que a premissa do anteprojeto é falaciosa e sem consistência científica. “Transcreveram a Lei 9605 até com seus erros. O anteprojeto fortalece a teoria da vontade real, que surgiu na Alemanha na segunda metade do XX, defendida pelo Direito Público, mas que não é uma necessidade do Direito Penal. Há um completo descompromisso com o Direito Penal Libertário”, ressaltou. Ao criticar a questão da ampliação da esfera do delito,  ele indagou: “Se a constituição autoriza a responsabilidade apenas para os crimes do meio ambiente, como vem a comissão e amplia os leque? É uma irracionalidade”.

O último palestrante do dia foi o professor Salo de Carvalho. Ele falou sobre A Reforma das Penas. “É um antiprojeto”, vaticinou. Segundo o mestre, esse anteprojeto é “uma revolta dos operadores contra a academia. A doutrina vem perdendo o seu significado. É uma consolidação jurisprudencial. Não se pode produzir um código com repulsa à academia e baseado no discurso da autoridade”.  Para ele, a ideologia do novo código é o “populismo-punitivo”: “O sistema de pena sugerido legitima a política do tânatos. Temos um recrudescimento da política do encarceramento em massa. Esse encarceramento é um problema”, afirmou para em seguida questionar. “Quanto vai custar e quem pagará essa cultura punitiva?  Se a situação prisional já é caótica, o que acontecerá em termos de custo social? Isso não é proteger a sociedade”, finalizou.

Jornal JURID

Polícia entra em alerta na região de Campinas 15

RICARDO BRANDT – Agência Estado

As Polícia Civil e Militar da região de Campinas, no interior do Estado de São Paulo, entraram em estado de alerta na quarta-feira (12). As corporações preveem a possibilidade de ataques cometidos a mando da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), como resposta à operação da Rota em Várzea Paulista, na terça-feira (11).

 

 

A PM determinou que as equipes não circulem sem colete à prova de balas, isolou a frente dos batalhões e companhias com cones e reforçou o trabalho de rua à noite. Na Polícia Civil, o setor de inteligência determinou atenção redobrada com os monitoramentos telefônicos de integrantes da facção e de outros criminosos para possíveis conversas sobre atentados.

 

Na noite de terça-feira (11), depois da ação da Rota, dois ônibus e um mercado foram alvo de ataques em Bragança Paulista, na região de Várzea Paulista. Ninguém ficou ferido. Na mesma noite, em Piracicaba, um policial militar foi executado. A polícia ainda investiga se há relação com o PCC nesses crimes.

 

O cabo Gercil Benedito Canuto, de 43 anos, estava na farmácia em que trabalhava como segurança quando dois homens em uma moto chegaram atirando. Canuto foi atingido por 17 tiros. Desde a noite de terça-feira (11), as bases da polícia em Piracicaba estão com bloqueios e todo o efetivo está em alerta.

 

Prisões

 

No mesmo dia em que a Rota matou e prendeu membros do PCC em Várzea Paulista, equipes da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Campinas detiveram em Santa Bárbara d?Oeste (SP) Josué Lopes da Silva, um dos líderes locais da facção que comandava o tráfico de drogas na região. Com ele foram presos outros dois membros do grupo.

 

As prisões fazem parte de uma investigação iniciada havia 45 dias pela Dise, que já levou para a cadeia dez membros do PCC, entre eles Simone Helena Caminada, apontada como comandante do braço feminino da facção na região de Campinas e contadora do bando, além de Júlio Medis Emílio, que admitiu ser um dos líderes da facção em Campinas.

 

A quadrilha presa pela Dise não aparenta ter ligações com os membros do PCC mortos em Várzea Paulista, mas as prisões aumentam o risco de retaliações contra policiais na região, admite a polícia. “Essas ações são um duro golpe contra o PCC no interior do Estado”, afirmou o delegado da Dise Oswaldo Diez Júnior. “Desarticulamos um braço forte do tráfico na região.” As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

O governo Tucano não investe em treinamento: POLÍCIA mata POLÍCIA 66

Terminal rodoviário

Tiroteio entre policiais termina com um morto em SP

Agência Estado

A falta de comunicação entre duas equipes de investigadores da Polícia Civil resultou, na noite de quarta-feira, na morte de um deles durante um tiroteio entre os policiais no Terminal Rodoviário de Cargas Fernão Dias, localizado próximo à rodovia, na região do Parque Edu Chaves, na zona norte da capital paulista.
Há menos de dois anos na polícia, Leonardo Andrés Rodrigues Aguiar, de 28 anos, investigador do 90º Distrito Policial, do Parque Novo Mundo, foi ferido por sete tiros disparados por agentes da Divisão de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos e Cargas (Divecar), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC). Encaminhado para o pronto-socorro da Vila Maria, o policial não resistiu aos ferimentos e morreu.
Segundo o delegado Edvaldo Faria, Leonardo e um outro investigador da mesma delegacia, estavam de campana na Rua Irineu Portela, no terminal, esperando pelo eventual aparecimento de criminosos responsáveis pelo roubo de um caminhão, abandonado no local, quando perceberam que um grupo de desconhecidos se aproximou do veículo de carga.
Os desconhecidos na verdade eram quatro agentes da Divecar que estavam de campana, investigavam o mesmo crime, porém ao lado da vítima, e resolveram abrir o caminhão ao perceberem que nenhum suspeito havia aparecido até aquele momento. Leonardo e o colega dele, ao verem o grupo abrindo o caminhão, realizaram a abordagem, acreditando que iriam prender enfim os criminosos.
Teve início então o tiroteio entre os policiais civis. Um dos agentes da Divecar foi baleado de raspão. Leonardo foi baleado. O incidente envolvendo os investigadores do Parque Novo Mundo e da Divecar será apurado pela Corregedoria da Polícia Civil. “Foi um infortúnio. Existe sim comunicação entre os policiais, não geralmente num caso como esse.”, disse o delegado Faria.

Marajás da PM que dirigem as subprefeituras de SP 24

Conheça os oficiais da PM que dirigem as subprefeituras de SP

Por Agência Pública | Yahoo! Notícias – ter, 11 de set de 2012

Uma das marcas da gestão de Gilberto Kassab (PSD) à frente da prefeitura de São Paulo foi a intensa participação de oficiais reformados da Polícia Militar (PM) do Estado na administração das subprefeituras do município. A estratégia de incorporar ex-PMs à administração pública foi implantada por Kassab a partir de 2009, com a nomeação do coronel Rubens Casada para a subprefeitura da Moóca.
Uma pesquisa realizada pela agência de reportagem e jornalismo investigativo Pública constatou que das 31 subprefeituras de São Paulo, 30 são comandadas por coronéis reformados da PM – a maioria das gestões regionais ainda conta com militares na chefia de gabinete e em coordenadorias. Apenas a subprefeitura de M’Boi Mirin, na zona sul da cidade, não conta com ex-PMs em seu quadro pessoal.
O levantamento feito pela agência revela quanto ganham os policiais do primeiro e segundo escalão das subprefeituras, que ainda acumulam os salários da prefeitura com a aposentadoria da PM. Em alguns casos, por causa do resultado de setenças judiciais, o pagamento da aposentadoria ultrapassa o teto de R$ 18.725 da instituição e extrapola a marca dos R$ 100 mil.
De acordo com a Pública, oficiais reformados também dirigem o Departamento de Transportes Públicos (DTP) e o Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) e ainda estão presentes na Defesa Civil, na CET, na Secretaria de Transportes e no Serviço Funerária. Abaixo, confira o infográfico produzido pela Pública e pela Casa de Cultura Digital.

 

 

 

O empresário Edis Cesar Vedovatti – que deu causa a injusta demissão de um delegado e mais cinco policiais civis – além de mandar matar pessoas no Guarujá foi preso por posse irregular de artefato balístico emprestado por coronel da PM…O acusado é doador de centenas de milhares de reais para o PSDB! 14

https://flitparalisante.wordpress.com/2012/09/11/o-dono-da-dna-aluminios-valendo-se-de-relacionamento-politico-partidario-denunciou-falsamente-o-delegado-carlos-roberto-alves-de-andrade-do-grupo-especial-de-repressao-ao-crime-organizado-gerco/