Governo de SP nega prisão de filho de Alckmin no Uruguai 38

Em nota, Palácio dos Bandeirantes afirma que um dos filhos de Geraldo Alckmin está em São Paulo e o outro no México; polícia uruguaia mantém a versão de que, após incidente em Punta del Este, teriam sido presos e depois liberados, com pagamento de fiança, um filho de Alckmin e um de um senador

5 de Janeiro de 2013 às 15:58

247 – “O Consulado Geral do Brasil em Montevidéu, em contato com a policia local, já confirmou que nenhum dos jovens brasileiros detido é filho do Governador de São Paulo.” Com duas linhas, esta é a nota oficial do governo de São Paulo a respeito da noticia veiculada pelo portal U Notícias, do Uruguai, que informou uma suposta prisão de um dos filhos do governador de São Paulo, Geraldo Alcmin, em Punta del Este. Ao 247, um porta-voz do Palácio dos Bandeirantes igualmente negou a informação veiculada pela polícia do Uruguai. “Um dos filhos do governador está no México e outro em São Paulo”, informou a fonte do governo paulista. “O consulado do Brasil em Punta foi contactado para transmitir o esclarecimento às autoridades uruguaias”, acrescentou.

Abaixo, notícia anterior:

247 – A polícia de Punta del Este, no Uruguai, confirma que se trata, sim, de um filho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, um dos dois jovens detidos no balnerário, na noite da quarta-feira 4, durante um incidente em uma danceteria. Os jovens brigaram com seguranças e foram levados para a delegacia local. As informações são do portal uruguaio U Notícias. 247 transmitiu a notícia para a assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo. Não houve confirmação nem desmentido da informação. Retorno prometido.

Abaixo, notícia mais recente do portal U Noticias, dando conta da confirmação, pela polícia uruguaia, da detenção do filho do governador:

Versiones encontradas sobre identidad del joven detenido por disturbios

Mientras que la gobernación de San Pablo afirma que ningún hijo de Geraldo Alckmin estaba en Uruguay, la policía confirma que se trataba de él y que fue liberado luego de pagar los daños efectuados.

Todo comenzó el jueves cuando dos turistas extranjeros fueron detenidos por un incidente que los enfrentó a la guardia de seguridad de el boliche Sojo, de Punta del Este.

Los jóvenes concurrieron en la noche del jueves al boliche nocturno como parte de su veraneo en Punta del Este. En una habitual movida de este tipo de negocios, los jóvenes quedaron enfrentados a un forcejeo con un guardia de seguridad.

El forcejeo se convirtió en una pelea a golpes de la que intervinieron otros guardias y el amigo de quien dijo ser el hijo de Alckmin, por lo que el incidente cobró otras proporciones.

La policía bajo cuya jurisdicción se encuentra el boliche fue advertida de lo ocurrido, y cuando llegó al local puso fin a la pelea con la detención de los dos jóvenes extranjeros. Los dos muchachos eran puestos a disposición judicial este viernes 4 de enero.

Luego de pagar todos los daños fueron liberados. Mientra la gobernación de San Pablo califica de “falsa” la información y emitió un comunicado diciendo que ningún hijo del gobernador estaba en nuestro país, la policía confirma que se trató de él y menciona que fue lo primero que el joven argumentó cuando fue detenido para evitar que se lo llevaran.

Montevideo, Uruguay Unoticias y FM Gente Mp

Abaixo, notícia anterior:

247 – Notícia do portal uruguaio U Notícias dá conta de que, na noite da sexta-feira 4, dois jovens brasileiros foram detidos pela polícia do balneário de Punta del Este, o mais sofisticado da América do Sul, após uma briga em um boliche. Um dos detidos seria filho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Em nota complementar, porém, o mesmo portal informou que um dos presos se fez passar pelo filho do governador. Isso não se confirmou.

Abaixo, a notícia do portal U Notícias com a informação desmentida pelo Palácio dos Bandeirantes:

Se hizo pasar por el hijo del gobernador de San Pablo

La policía investiga, a raíz del comunicado de la gobernación de esa ciudad, quién era el joven que fue detenido por disturbios y se hizo pasar por el hijo del gobernador Geraldo Alckmin.

Enviar Imprimir A favoritos El joven y un amigo, provocaron disturbios en un boliche de Punta del Este.

Al ser detenidos dijeron ser el hijo del gobernador de San Pablo y el otro de un importante senador. Como pagaron en efectivo los destrozos provocados en el local bailable, la justicia los dejó en libertad.

Cuando trascendió la noticia que era el hijo de Alckmin la gobernación emitió un comunicado asegurando que el joven nunca estuvo en Uruguay, lo que disparó la investigación diplomática y policial en nuestro país.

Montevideo, Uruguay Unoticias Mp

Abaio, notícia publicada pelo U Noticias:

Hijo de gobernador de San Pablo detenido en Punta del Este por riña en un boliche

Dos turistas extranjeros, uno de ellos hijo del gobernador de San Pablo, Geraldo Alckmin, fueron detenidos por un incidente que los enfrentó a la guardia de seguridad de un boliche nocturno en Punta del Este.

Los jóvenes concurrieron en la noche del jueves a un boliche nocturno como parte de su veraneo en Punta del Este. En una habitual movida de este tipo de negocios, los jóvenes quedaron enfrentados a un forcejeo con un guardia de seguridad.

El forcejeo se convirtió en una pelea a golpes de la que intervinieron otros guardias y el amigo de Alckmin, por lo que el incidente cobró otras proporciones.

La policía bajo cuya jurisdicción se encuentra el boliche fue advertida de lo ocurrido, y cuando llegó al local puso fin a la pelea con la detención de los dos jóvenes extranjeros. Los dos muchachos eran puestos a disposición judicial este viernes 4 de enero.

La información policial no señala si alguno de los guardias de seguridad fue detenido, o demorado por este incidente.

Montevideo, Uruguay UNoticias Fuente: FM Gente. GG

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/89703/Filho-de-Alckmin-%C3%A9-preso-por-briga-em-Punta-del-Este.htm

O Delegado de Polícia Paulo Hadich – prefeito de Limeira – não quer sua cidade conhecida como “Terra dos Laranjas” 10

04/01/2013 19h15– Atualizado em                  04/01/2013 19h29

Hadich repudia discurso que citou Limeira por indicação de secretário

Prefeito de Limeira enviou nota de desagravo ao prefeito de São Vicente. ‘Vamos trabalhar. Quem quiser emprego vai para Limeira’, disse Luis Bili.

Do G1 Piracicaba e Região

Prefeito eleito de Limeira espera declaração da vitória para iniciar transição (Foto: Thomaz Fernandes/G1)Hadich enviou nota de desagravo ao prefeito de São Vicente (Foto: Thomaz Fernandes/G1)

O prefeito de Limeira (SP), Paulo Hadich (PSB), divulgou nesta sexta-feira (4) nota de desagravo a um trecho do discurso de posse do prefeito de São Vicente (SP), Luis Bili (PP), que refere-se à cidade de forma pejorativa, na avaliação do governo.

A declaração seria uma indireta de Bili à nomeação do ex-prefeito de São Vicente, Tércio Garcia (PSB), como secretário de Administração de Limeira. O governo dele terminou com problemas em serviços públicos, além de atraso nos salários do funcionalismo.

“E aí vai um recado para muita gente. A máquina pública vai dar oportunidade para alguns trabalharem e não arrumar emprego. Nós vamos trabalhar. Quem quiser emprego vai para Limeira”, disse Bili ao falar como prefeito empossado.

Futuro prefeito de São Vicente, Cláudio Bili, fala sobre as ações para os próximos anos (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Bili assumiu o Executivo e criticou a indicação de Garcia em Limeira (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Na nota de desagravo, encaminhada nesta sexta à Prefeitura de São Vicente, Hadich cita um “profundo desapontamento” em relação “à forma inoportuna e desrespeitosa” com que Limeira foi tratada no discurso, de acordo com a administração.

Na quarta (2), Hadich havia defendido Garcia. “Ele possui larga experiência na gestão pública. O que ocorreu no final do mandato foi uma redução na arrecadação, provocando atraso e não falta de pagamento dos salários dos servidores de São Vicente.”

Diante da polêmica, moradores de Limeira estão se mobilizando pela internet para realizar um protesto na segunda-feira (7), a partir das 19h, em frente ao prédio da Prefeitura, contra a nomeação de Garcia. Pelo Facebook, foram convidadas mais de 15 mil pessoas. Até o final da tarde desta sexta, 627 haviam confirmado participação.

Gafanhotos do PSB :  Mesmo depois de destruir São Vicente – aniquilando com o legado de Márcio França e auxiliando a oposição – Tércio Garcia ganha uma boquinha em Limeira…Será que os Limeirenses são tão otários quanto os Vicentinos ?

 

Ganha corpo alteração no Estatuto do Desarmamento que propõe a proibição de posse e porte de arma para policiais militares fora do efetivo exercício das atribuições e fardados…( A ideia é diminuir o número de roubos contra PMs e o número de crimes cometidos por policiais em folga e aposentados ) 83

05/01/201316h56

Testemunhas de chacina em SP dizem que cena do crime foi alterada

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Testemunhas da chacina que deixou seis mortos e três feridos na noite de sexta-feira (4) no Campo Limpo, na zona sul, disseram em depoimento informal à Polícia Civil que, após o crime, pessoas em um Corsa preto recolheram as cápsulas dos disparos que ficaram próximas ao bar.

Testemunha de crime e rapper estão entre vítimas de chacina em SP

Foram ao menos 14 os criminosos que desceram de três carros e atiraram contra o bar, na rua Reverendo Peixoto da Silva, por volta das 23h, de acordo com a polícia.

Cinco pessoas morreram na hora. Entre elas, Laércio da Silva Grima –o Dj Lah, integrante do grupo Conexão do Morro, e o homem que filmou em novembro do ano passado cinco policiais prendendo e atirando em um servente de pedreiro que já estava rendido e desarmado. O nome dele não foi divulgado.

Os outro quatro mortos foram Ricardo Genoino da Silva, 40, Edilson Lima Pereira Santos, 27, Carlos Alexandre Claudiano da Silva, 27 e um homem identificado apenas como Júnior. Os três pessoas estão internados no Hospital do Campo Limpo.

De acordo com testemunhas, assim que desceram do veículo, os assassinos gritaram “polícia” e começaram a atirar. Quando a PM chegou, os atiradores já tinham fugido e as vítimas que sobreviveram haviam sido socorridas a hospitais da região.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse neste sábado que nenhuma hipótese será descartada durante a investigação do crime. “Tudo vai ser investigado com profundidade, rigor, até prender os criminosos. E a polícia já está trabalhando com vários indícios desde a madrugada”, disse ele.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Policiais na rua onde seis pessoas foram mortas a tiros na primeira chacina registrada neste ano em SP
Policiais na rua onde seis pessoas foram mortas a tiros na primeira chacina registrada neste ano em SP

Departamento de Inquéritos Policiais e Corregedoria da Polícia Judiciária – DIPOCOR 48

COMO FUNCIONA?

03/01/2013 por Carta Forense

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo mantém na capital paulista o Departamento de Inquéritos Policiais e Corregedoria da Polícia Judiciária (DIPOCOR), como órgão para oferecer na esfera criminal o Juiz das garantias. Sua competência é garantir que os direitos e garantias fundamentais, bem como toda legalidade condizente ao indiciado, sejam observados durante a investigação criminal. Cabe também a esse departamento o controle da polícia civil pela Corregedoria da Polícia Judiciária.

Não compete ao juiz das garantias conduzir a ação penal futura e sim, o curso da investigação preliminar nos atos submetidos à atuação judicial. Trata-se de um trabalho meticuloso, haja vista, que é nesta fase que ocorrem as medidas cautelares tanto de prisão quanto de soltura. A  alteração do Código de Processo Penal em relação às prisões em flagrante fez com que os trabalhos dos magistrados ficassem mais árduos.

Atualmente, o DIPOCOR é capitaneado pelo juiz Kleber Leyser de Aquino, que além de coordená-lo acumula a função de corregedor da polícia judiciária. Para tanto, conta com uma equipe de oito juízes auxiliares. Até o fechamento da presente edição existiam 94.000 (noventa e quatro mil) feitos em trâmite com a entrada média de 200 flagrantes novos por dia, fora os inquéritos de indiciados soltos.

Diante do volume de feitos autuados, o tamanho dos cartórios do DIPOCOR impressionam. Embora com uma grande equipe de serventuários, informa o Dr. Kleber que há uma grande defasagem diante da demanda. Em suas próprias palavras: – Nossos serventuários dão prioridade aos réus presos, mas em relação aos réus soltos a falta de funcionários já está atrapalhando”. Compreensível, em uma cidade onde a criminalidade é tão farta e  fértil.

A função de corregedoria da polícia judiciária é outra das importantes funções do departamento. Com a ajuda de uma juíza auxiliar o corregedor visita os Distritos Policiais da capital e verifica as condições dos presos provisórios. Estes ficam em média de um (a maioria) à trinta dias na Delegacia, excepcionalmente sessenta dias, nas hipóteses de “pensão alimentícia”. Basicamente esses presos são os provisórios (flagrantes, prisão temporária etc), dentre eles são separados aqueles que precisam de proteção, e presos por dívidas alimentícias.

Um dos novos projetos do corregedor do DIPOCOR é conseguir junto ao Tribunal de Justiça um ícone no site do TJSP para que as pessoas possam fazer denúncias contra policiais civis. Entende o magistrado que com tal recurso, o número de denúncias hoje reduzidas, aumentaria em virtude da possibilidade das denuncias serem feitas sem que os denunciantes temessem eventuais represálias.

Para resolver algumas questões, o coordenador acredita na diplomacia e na boa relação com as autoridades que comandam outras instituições. Segundo ele, muitas vezes uma ligação telefônica de alguns minutos pode resolver um problema que a burocracia atrasaria meses a solução.

O DIPOCOR funciona vinte e quatro horas por dia, todos os dias ano. No período noturno, sempre há um juiz de plantão, que decide as solicitações das autoridades policiais através do Centro de Comunicações e Operações da Polícia Civil – CEPOL. O Delegado de permanência no CEPOL recebe o pedido, que é transmitido para um membro do Ministério Público dar seu parecer e após isso encaminha-o ao magistrado, que decide e devolve a decisão pelo sistema até a autoridade policial requisitante. Nos finais de semana, há um plantão com três juízes criminais e um cível que ficam no fórum, das 09:00 hs às 13:00 hs. Normalmente, devido ao grande volume de atendimentos o horário de expediente se estende até por volta das 17 horas, após isso, esses juízes atendem o CEPOL por um telefone funcional, proferindo decisões urgentes até o outro dia.

Em uma cidade como São Paulo, onde a criminalidade só cresce, existe uma equipe pronta para decidir ainda no calor dos acontecimentos. De forma ágil, precisa deliberar entre retirar da sociedade de imediato alguém que oferece ameaça, ou corrigir a arbitrariedade do Estado numa eventual injustiça praticada contra um cidadão e o Estado Democrático de Direito. Realmente, não é uma tarefa nada fácil!

Em alusão a François Andrieux, que no conto do moleiro proclamava “Ainda há juízes em Berlim”, em se tratando de garantias e direitos fundamentais na esfera criminal, podemos afirmar que com o trabalho do DIPOCOR “Ainda há juízes em São Paulo”!

TREINAMENTO PARA COPA 2014: turista que busca a Baixada Santista é vítima de várias espécies de ladrões; além dos ladrões por profissão: dos hoteleiros, dos proprietários de bares e restaurantes e dos garçons…( Venha morrer esfaqueado em restaurante da Baixada Santista ) 30

Enviado em 04/01/2013 as 2:19 – BOA FACADA NO BOA VISTA

Mirjo :

Esse aí levou ao pé da letra a expressão “enfiar a faca no cliente”.

Aproveito a deixa , com todo respeito pela família do rapaz barbaramente assassinado , para dizer que infelizmente o turista que busca a Baixada Santista é vítima de várias espécies de ladrões; além dos ladrões por profissão: os assaltantes a mão armada e punguistas que assolam as praias.

Falo dos hoteleiros, dos proprietários de bares e restaurantes e dos garçons.

Se quiser ser roubado e mal tratado basta sentar em mesa dessas espeluncas chamadas restaurantes de Praia Grande, São Vicente, Santos e Guarujá.

Garçons despreparados , fedidos e mal encarados dipostos a lhe enganar de todas as formas, especialmente aproveitando-se dos dias movimentados para tentar cobrar a despesa sem exibir a comanda; assim uma mesa que paga em dinheiro pode beber 20 chopps  e pagar 25, beliscar um prato de camarão de R$ 20,00 e pagar o mais caro de R$ 60,00.

E quando a clientela reclama ainda fecham a cara e logo partem para as ofensas do tipo : BEBADO PERDE A  MEMÓRIA.

Esse dono do restaurante Casa Grande representa muito bem a classe a qual pertence.

Vamos ajudar a família do jovem Mario dos Santos Sampaio, de 22 anos, morto a facadas após uma discussão por R$ 7 em um restaurante no Guarujá 52

ME AJUDEM”

MARIA HELENA DOS SANTOS SAMPAIO, MÃE DO ESTUDANTE FAZ APELO À TESTEMUNHAS DO CRIME.
 

“Coração, eu não tenho mais”, diz mãe de estudante morto por R$ 7
Maria Helena dos Santos Sampaio faz apelo a testemunhas do crime.
Universitário de Campinas foi morto com três facadas em restaurante. EPTV Campinas – G1

“Coração, eu não tenho mais. Eu não tive nem sequer a chance de dar um último abraço no meu filho”, desabafou emocionada, nesta quinta-feira (3), Maria Helena dos Santos Sampaio, a mãe do universitário de Campinas (SP) Mario dos Santos Sampaio, de 22 anos, morto a facadas após uma discussão por R$ 7 em um restaurante no Guarujá (SP). Os suspeitos de assassinar o jovem confessaram o crime na quarta-feira (2) e alegaram ter agido em legítima defesa.

“Pai que é pai vai socorrer o filho e não golpear outra pessoa”, disse a mãe sobre o depoimento de Diego Souza Passos, de 23 anos, que diz ter desmaiado durante a briga no estabelecimento. Diego é gerente do restaurante e filho de José Adão Pereira Passos, que confessou ser o responsável por golpear o estudante.

“Me ajudem”

Em um apelo, Maria Helena pede para que as testemunhas do crime vão à polícia. “Me ajudem, vão até a delegacia e falem que querem dar um depoimento. Para que eu possa deitar minha cabeça no travesseiro e falar ‘filho, a mãe não tava lá para socorrer, mas a mãe pediu por justiça e a justiça foi feita’”, disse a mãe do estudante.

“Ele tirou totalmente minha paz de espírito. É tanta mentira”, falou a estudante Patrícia Bonan, que era namorada do estudante e estava com a vítima no restaurante. Ela afirmou que o grupo de amigos exigiu os direitos como clientes de forma educada e que Diego respondeu agressivamente. “Ele bateu na mesa e disse: ‘vocês vão pagar isso, mas eu pego vocês lá fora molecada”, disse Patrícia.

Segundo relato de Patrícia, a discussão começou em seguida e o universitário disse que ligaria para a polícia. Ela conta que ao tentar fazer a ligação, o dono do estabelecimento, José Adão, o gerente e um garçom começaram a agredir Mario. De acordo com a estudante, ela e os amigos tentavam separar a briga, quando o dono do restaurante foi para a cozinha e retornou com uma faca.

“Do jeito que ele veio [da cozinha], ele deu as facadas. Ele foi frio e ele foi cruel”, afirmou a estudante. Segundo Patrícia, o dono do restaurante atingiu a primeira facada nas costas do universitário, que tentou se proteger mas foi golpeado na altura do abdômen  “Ele não teve nenhum tipo de dó”, desafabou ela.

“Passeata”

A família e os amigos do estudante universitário Mario dos Santos Sampaio organizam uma passeata marca para as 15h deste domingo (6) na Praça Arautos da Paz, no bairro Taquaral, em Campinas para pedir justiça pela morte do jovem. O evento criado em uma rede social já conta com pelo menos 700 confirmações de presença.

“A gente não pode ficar parado. Está tudo certo? Não, não está. A dor não vai passar, mas não podemos ficar parados. A gente quer justiça e isso não pode se repetir com outras pessoas”, afirmou Valéria Sampaio, irmã do estudante.

O caso

O crime aconteceu na noite da última segunda-feira (31). O grupo de estudantes de Campinas escolheu o restaurante para jantar. Na hora de pagar a conta, uma diferença de R$ 7 provocou a discussão entre os jovens e os comerciantes. De acordo com a polícia, ao ver a briga, o dono do restaurante foi até a cozinha pegar uma faca e golpeou o turista com três facadas nas costas.

http://tiradentesguaru.wordpress.com/

CHAMADA MILK NEWS TV 2013 : entrevista com o assassino – que “só queria furar um pouquinho ” – José Adão Pereira Passos 19

Na churrascaria
“Eu só queria furar um pouquinho”, diz comerciante que matou turista
Da Redação
Uma fatalidade. É desta forma que a morte a facadas do estudante Mário dos Santos Sampaio, de 22 anos, no último dia de 2012, em Guarujá, é descrita por Diego Souza Passos, de 23 anos, filho do suspeito do crime, o empresário José Adão Pereira Passos, de 55 anos.

Mário questionou uma diferença de R$ 7,00 em uma refeição na Churrascaria e Pizzaria Casa Grande, na Enseada, de propriedade de José Adão, e foi morto com três golpes de faca.

Pai e filho acusados apresentaram-se, por volta das 21 horas de ontem, na Delegacia Sede da Cidade. Diego é gerente do local. O crime ocorreu pouco após as 19 horas de segunda-feira, véspera do Ano-Novo.

Acompanhados do advogado Valdemir Batista Santana, ambos prestaram depoimento ao delegado Luiz Ricardo Lara Dias Júnior. Nela versão de Diego, detalhada em coletiva à imprensa no final da noite de ontem, a confusão começou quando o grupo de turistas de Campinas, de oito a 12 pessoas – ele não informou com exatidão – reclamou do preço por pessoa, que teria de ser R$ 12,99, e não R$ 19,99, como era cobrado.

“O preço menor é cobrado até as 18 horas, e já passava desse horário. Essa turma começou a confusão por causa do preço”, falou o gerente.

O filho do dono do restaurante disse que Mário, o turista assassinado, teria falado para os amigos não se preocuparem. “Ele disse que o pai é juiz e que resolveria isso”.

O desentendimento continuou e José Adão tentou resolver o caso conversando com o grupo de turistas, mas, segundo Diego, o próprio Mário teria agredido o empresário, com socos e chutes, que caiu no chão.

Uma briga generalizada começou e, ainda na versão de Diego, ele sofreu um leve desmaio ao ser golpeado no pescoço, sem ter presenciado o crime. “Quando acordei, a coisa (as facadas) já tinha acontecido”.

Sua reação foi pegar o pai e sair do local do crime, o que também foi feito por outros três garçons envolvidos. O gerente estava com a mão machucada, segundo ele, por uma garrafada.

José Adão pediu desculpas e disse que não matou ninguém por R$ 7,00. Só quis defender o filho

Sem intenção

Chorando, José Adão se dirigiu aos jornalistas pedindo desculpas e dizendo que “não matei ninguém por R$ 7,00. Só quis defender o meu filho”.

Ele também descreveu o que houve como uma fatalidade, sem se omitir da responsabilidade pelo seu ato. No entanto, alega que desferiu apenas uma facada, embora o Boletim de Ocorrência descreva três golpes de faca nas costas.

José Adão explicou que a faca usada no crime, assim como outras, estava no balcão das carnes e era usada para cortar pernil, chester e tender. “Foi a única coisa que vi quando meu filho estava sendo golpeado, os caras estrangulando ele”.

Mas ele garante que a intenção não era matar. “Eu não queria matar ninguém, só queria furar um pouquinho para ele soltar o meu filho”.

Emocionado, José Adão declarou que queria pedir perdão a Deus e explicou que “não vou me fingir de vítima ou de coitado. Fui lá e peguei uma faca, mas sem intenção de matar”.

Ele ainda esclareceu que tudo aconteceu rapidamente. “Eu bati no ombro dele (a vítima fatal) uma vez, duas vezes e ele não soltou (o filho). Aí, bati a terceira, mas foi no lugar errado”.

Como ambos os acusados se apresentaram à polícia após 24 horas do crime, não houve prisão em flagrante e os dois foram liberados da delegacia. Mas a Polícia Civil deve pedir, ainda hoje, a prisão preventiva do empresário.

Imagens do sistema de câmeras do restaurante deverão ser analisadas para ajudar nas investigações.

Por Justiça

O corpo de Mário Sampaio foi enterrado por volta das 9 horas de ontem, no Cemitério da Saudade, em Campinas. A família pede punição pelo assassinato.

“Eu clamo por Justiça, porque, se fosse meu irmão (em relação a ela), ele iria atrás”, afirmou Valéria Sampaio, irmã do estudante. “Não vai diminuir a nossa dor. Mas esse cara pode continuar esfaqueando outras pessoas, acabando com a vida de outras famílias”.

João Alkimin: É INADMISSÍVEL 23

É INADMISSÍVEL

Em curto espaço de tempo vejo-me obrigado a escrever…
O déspota Ferreira Pinto foi demitido pelo Governador, foi nomeado um novo Secretário que escolheu o novo Delegado Geral. E o que aconteceu? Nada. Absolutamente nada.
A letargia é total, fizeram algumas tímidas mudanças, defenestrando o Diretor da Corregedoria Delegado Délio Montresor, o que já não foi sem tempo e, o Diretor do DECAP Dr. Toledo, aquele que criou centrais de flagrante para conforto da Polícia Militar, esquecendo-se que muitas vezes a população, aquela que em última instância é quem deve ser atendida, tinha que se deslocar para longas distâncias, para conforto da Polícia Militar.
Fora isso, nada, absolutamente nada foi feito. Todos os Departamentos estão parados e paralisados. E é bom que se lembre que Policia se faz com operacionais e não com diretores de Departamentos, divisionários, que raramente saem de seus gabinetes com ar condicionado, a não ser para dar entrevista em algum caso rumoroso ou para se encontrarem com o ex Secretário Ferreira Pinto, para degustarem vinhos de qualidade  e charutos cubanos, ou ainda para viajarem a Argentina para proporcionar um imerecido descanso ao então ex Secretário.
O que fez até agora o Doutor Grela? Reviu algumas das demissões que poderiam ser analisadas no âmbito administrativo, como do Dr.Guerra, Dr.Frederico e tantos outros? Nada, não fez absolutamente nada.
Em meu entendimento estamos vivendo uma época extremamente perigosa, uma policia civil desmotivada, ainda amedrontada e cheia de hematomas de tanto que apanhou na gestão Ferreira Pinto.
Acorde Sr. Secretário! Acorde Sr. Delegado Geral! Antes que seja tarde!
Se os senhores não possuem conhecimentos suficientes sobre a policia para fazerem as mudanças urgentes e necessárias, então peçam para sair e permitam que alguém preparado as faça. Já disse e volto a repetir, temos inúmeros juízes e desembargadores criminais aposentados que certamente fariam muito bem esse papel, tomando inclusive, providências imediatas.
Não consigo conceber que um Delegado Geral de Policia, com anos de carreira não saiba escolher o homem certo para o lugar certo. Pois, ou não sabe ou simplesmente não lhe permitem que façam… E ai certamente estaria fazendo um papel muito feio, o de boneco do ventríloquo.
Vejo algumas mudanças  que em nada servem para dar ânimo a policia civil, um Delegado de policia nomeado para o gabinete do Secretário, em que isso auxilia o combate ao crime que está assolando nosso estado?
Talvez os senhores não saibam, mas esse clima de insegurança afeta a todos os operacionais e mesmo aqueles que estão ainda ocupando cargos de Diretoria. Há uma reunião do Conselho da Policia Civil marcada para o próximo dia 9, há inúmeros processos de promoção de policiais civis de todas as carreiras, como será esse conselho? Com os atuais Diretores? Com parte deles? Com novos Diretores?
Quanto mais tempo passa, mais se vai minando a autoridade daquele que tem obrigação de fazer modificações. Pode ser doloroso, mas certamente é melhor que se corte a frio do que a conta gotas.
Já disse uma vez e volto a afirmar que a obrigação do Secretário de Segurança Pública e do Delegado Geral é com a população. As nomeações devem ser feitas pelo critério de capacidade profissional e não de amizade.
E é bom que não venham agora com a velha conversa de que quem está respondendo a algum tipo de processo não pode assumir cargo de chefia, porque o próprio Secretário já jogou o critério por terra.
Portanto, escolham os melhores e permitam que a Policia Civil volte a trabalhar, sem medo de perseguições. Reveja sr.Secretário, as demissões feitas simplesmente por absoluta maldade do ex Secretário e Vossa Excelência pode fazê-lo, é melhor que faça no âmbito administrativo do que aguardar uma decisão judicial, pois, certamente sairá mais caro, não para o estado mas para todos nós que teremos que pagar não só os atrasados mas provavelmente as indenizações vultuosas.
Não é possível continuarmos a aguentar a apatia dos maiores dirigentes da Policia Civil. Tempo para pensar já tiveram, agora é hora de agir.
João Alkimin

Debate sobre as Particularidades da Justiça Militar, Disciplina Militar e Assedio…( Câncer cala a Juíza Militar Roseane Pinheiro de Castro ) 37

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https://flitparalisante.wordpress.com/2009/12/25/ex-pesadelo-dos-coroneis/

Fernando Martins :
Roseane faleceu de câncer no dia 16 de outubro de 2012

Apresentação por mim mesma

Roseane Pinheiro de Castro, brasileira, divorciada, natural de São Paulo – Capital, filha de policial militar do Corpo de Bombeiros e uma dona de casa. Nomeada Juíza de Direito em 31 de dezembro de 1993, através de concurso público, tomando posse em 10 de janeiro de 1994, na Justiça Militar do Estado de São Paulo, onde já exercia o cargo de diretora judiciária, ingressando, naquele Tribunal em 04 de maio de 1978. Portanto, mais de 28 anos de serviços públicos prestados. E, por quase 10 anos a única MULHER a judicar naquela Justiça Castrense.

Durante os últimos quatro anos que permaneci naquele Tribunal Militar, toda uma série de perseguições contra mim começaram a acontecer, praticadas por juízes militares, ocorrendo vários incidentes, com o único objetivo de disseminar o terrorismo psicológico. Desde tentativas de invasão à residência, transferência do soldado que fazia minha segurança pessoal, mudança de gabinete da juíza sem autorização (por mais de 5 vezes), sumiço de sentenças, represálias a funcionários e amigos, intimidações aos filhos e até a avó de 87 anos, sem contar as ameaças e constrangimentos, em suas diversas formas. Tudo era motivo de instaurações de processos administrativos, grampos telefônicos, “campana” do Serviço Reservado da PM e muito mais!!!…

Um dos maiores absurdos aconteceu quando fui surpreendida com uma intimação do Presidente do Tribunal Militar para ser submetida a exame de sanidade mental no Hospital da Polícia Militar a ser realizado por um Capitão PM Psiquiatra, médico esse que periciava os policiais réus a mando desta Juíza, quando em processos de sua competência… Atente-se para o fato que eu não era policial militar e sim uma juíza togada com departamento médico oficial específico, se fosse o caso de qualquer avaliação clínica.

Apenas um parêntese: qualquer Coronel PM que esteja na ativa pode ser nomeado Juiz Militar de Segunda Instância pelo Senhor Governador do Estado sem a necessidade de concurso público e, pasmem, não é exigido diploma de bacharel em direito!!! E são esses coronéis que passam a perceber mais de 40 (quarenta) mil reais por mês, face as inúmeras vantagens que trazem da Polícia Militar e passam a integrar os vencimentos desses militares. O que é proibido pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional.

Um caso interessante ocorreu no primeiro semestre desse ano, onde um coronel que havia prestado concurso público, juntamente comigo e sido REPROVADO no exame oral, foi nomeado JUIZ do Tribunal Militar sem qualquer tipo de seleção ou concurso…

Voltando…

Passei a ser um estorvo para o Tribunal porque, além de um arquivo vivo de tudo que acontecia ali à nível de irregularidades e corporativismos, não compactuava com nada disso, passando a denunciá-los, inclusive, casos de assédio sexual envolvendo como vítimas as policiais militares, tendo como seus algozes, diversos Oficiais de alta patente da Polícia Militar. Cheguei a condenar um Coronel e, a partir daí foi decretada a minha “pena de morte como juíza!!! Tudo foi feito para livrarem aquele réu da condenação, onde o Conselho de Justiça se recusava a assinar a sentença e, mais uma vez, denunciei à Imprensa e aos órgãos Superiores tal arbitrariedade.

Passei a ser alvo de Assédio Moral daqueles juízes militares, chegando a ser processada, simplesmente porque não havia cumprimentado o Presidente num evento público (sic). Outro por não realizar audiência sem advogado do réu (é a mais absurda verdade!), outro por socorrer uma policial feminina que se sentiu mal em audiência e o Tribunal recusou-se a prestar-lhe socorro. E foi quando pedi o auxílio da polícia civil onde, através dessa Instituição, conseguimos acudir a contento aquela mulher.

Dei entrada em vários Mandados de Segurança por Assédio Moral, junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, onde, infelizmente, foram arquivados, liminarmente, SEM julgamento de mérito.

Devido a matérias publicadas pela mídia escrita ou televisiva, comecei a ser procurada por várias mulheres policiais militares que estavam sendo vítimas tanto de assédios morais como sexuais, por parte de Oficiais PMs, passando a auxiliá-las e prestar-lhes a assistência jurídica e até psicológica, juntamente com seus advogados e incentivando-as a denunciar, processualmente, aqueles fatos delituosos que estavam acontecendo em seus quartéis…

E, quanto mais me envolvia em tentar ajudá-las e a seus familiares, independente até da magistratura, mas, como pessoa humana, mais eu irritava aqueles juízes coronéis, porque sentiam que a Polícia Militar estava sendo exposta, negativamente, por mim…

Meu fim não tardou, e em ?????????, foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, Caderno I do Poder Judiciário, página …. a minha aposentadoria.

As armadilhas não pararam por aqui !…

Imaginem a época da ditadura militar e terão uma idéia !!!

Salvo raras exceções, quando procurei qualquer pessoa quer do Poder Judiciário quer da Imprensa, simplesmente as portas se fecham….Não é difícil deduzir que o medo de represálias, ainda prevalece nesse País, em relação aos militares.

Enfim, não compactuei com qualquer ilegalidade, corporativismos e outras coisas…Queria, somente trabalhar em paz. O que foi impossível, somado ao receio desses juízes PMs atentarem contra minha integridade física e a de meus filhos. Então, deram um jeito de se “livrarem” de mim, declarando-me insana, inválida permanentemente, ou seja, incapaz de qualquer ato público ou civil. E, hoje, através de um laudo expedido por “médicos Psiquiatras”, sendo um deles que sequer conheço, tenho o diagnóstico de transtorno afetivo bipolar com sintomas maníacos psicóticos. Resumindo, louca!!!!!!

Muito mais há para se falar…

Diante de tudo isso é que decidi criar esse espaço de ajuda a muitas pessoas que passam por problemas semelhantes, principalmente às policiais femininas que, assim como eu, sentiram-se sozinhas e abandonadas pelo Sistema. Espero contribuir, a partir desse momento para, ao menos, amenizar o sofrimento das vítimas de todo os tipos de assédios e abusos da minoria da população de farda desse País.

E, seja o que Deus quiser!!!!!!

Roseane Pinheiro de Castro
http://www.massacredasminorias.com/

NOVA GESTÃO EMBROMADORA – Prorrogado – ‘ad aeternum’ – prazo para a DGP estabelecer a distribuição dos ocupantes dos cargos policiais 51

Segue Resolução publicada no D.O. Executivo I em 03/01/13 referente as matérias: Adpesp ajuíza sua primeira Ação Civil Pública de 24/08/12 e Delegado geral terá de se explicar ao Judiciário de 13/09/12. Tiveram 05(cinco) anos para fazer tal estudo e não conseguiram.

Resolução SSP-02, de 02-01-2013

Prot. GS-12877/12

Prorroga o prazo estabelecido nas Resoluções SSP-

218/2009 e 303/2009

O Secretário da Segurança Pública de São Paulo

Considerando que a adequação do quadro de pessoal às

necessidades operacionais da Polícia Civil demanda a realização

de estudos minuciosos sobre os quais incidirão os resultados da

reengenharia que vem sendo implantada e que ainda dependem

de maior dilação para fornecerem dados seguros, resolve:

Artigo 1º – O prazo de que trata o artigo 2º da Resolução

SSP-218/2009 e p artigo 1º da Resolução SSP-303/2009 fica

prorrogado até que a Polícia Civil disponha de dados seguros

para estabelecer a distribuição dos ocupantes dos cargos policiais

civis nas unidades do Estado.

Artigo 2º – Esta Resolução entra em vigor na data de sua

publicação.

A MODERNIDADE VEM DO NORDESTE: Venho aqui parabenizar os verdadeiros gestores da segurança pública deste estado, os SENHORES delegados da Polícia Civil pelos seus recentes feitos e por terem, literalmente, colocado a Polícia Militar no bolso e sob sua subordinação 28

Policial Militar faz análise sobre posições de coronéis e prisão de capitão

Policial Militar faz análise sobre posições de coronéis e prisão de capitão

Um comentário postado no blog da AMESE, mostra um verdadeiro desabafo feito por um oficial da Policia Militar do estado de Sergipe. O militar comenta sobre os postos assumidos por delegados na SSP, inclusive questiona o posicionamento dos coronéis. Alem disso, o oficial comenta ainda sobre a realização do Pré-Caju e também sobre a recente prisão do capitão Leandro. “Senhores, eu também sou um destes insatisfeitos e farei minha parte no período de 17 a 20 de janeiro deste ano em apoio ao meu amigo capitão Leandro”, diz ao final de seu desabafo o militar.

Veja o que pensa o oficial da policia militar em comentário postado no blog da Amese:

Antes de começar a escrever o texto que seguirá neste comentário quero pedir desculpas aos leitores deste conceituado blog para o fato de estar usando o anonimato. Sou oficial da Polícia Militar, há quase dez anos no mesmo posto, e me encontro totalmente insatisfeito com a atual situação por que passa nossa briosa corporação. Para início de conversa, venho aqui parabenizar os verdadeiros gestores da segurança pública deste estado, os SENHORES delegados da Polícia Civil pelos seus recentes feitos e por terem, literalmente, colocado a Polícia Militar no bolso e sob sua subordinação de uma forma nunca antes realizada neste estado. Não bastasse os delegados de polícia civil terem ocupado com bastante destreza os cargos de secretário e secretário-adjunto da Segurança Pública do estado, uma delegada ocupa agora, e com todos os méritos, a recém criada Secretaria Municipa l de Segurança Pública do Município de Aracaju. Para a Polícia Militar, quando sobra, e se sobrar, só nos cabe o segundo escalão e a omissão em tentar pelo menos ocupar uma destas vagas e lutar pela melhoria da instituição. No ano passado a tropa realizou uma demonstração histórica de revolta com o tratamento de quarta categoria que vem sofrendo do governo do estado. Cansada de esperar pelo comando da corporação resolver os problemas históricos de caráter trabalhista e social, ela mesma resolveu chamar a atenção da sociedade e do governo realizando atos que culminaram com o quase cancelamento de Precaju do ano passado. Muitos oficiais da Polícia Militar, eu incluso, cumpriram com seu juramento institucional, compareceram ao evento e trabalharam como elementos de execução nesta festa realizando buscas pessoais, transportando elevados, dirigindo viaturas, obedecendo cegamente  à doutrina de obediência cega que nos é cobrada nas academias de Polícia Militar. Só que a insatisfação que reinava somente no seio das praças pulverizou-se também em direção ao oficialato de baixa patente no dia de ontem com a prisão do oficial mais humilhado da história recente da PM sergipana. Para os que não se recordam, o capitão Leandro tomou uma famosa cangalha de vários capitães mais modernos no final do ano de 2006. Tal cangalha se fosse realizada por oficiais que possuíssem o mínimo de ética no proceder de seus cargos seria plenamente aceitável. Mas, não foi o que ocorrera. Sem citar nomes, todos os que passaram à frente de Leandro eram tradicionais bajuladores de políticos de nosso estado, que construíram suas carreiras na base da pidança e outros jeitinhos que muito bem conhecemos. A prisão do capitão Leandro mostra muito bem o poder que possui um coronel  de Polícia Militar. Um poder apenas interno e constrangedor! Onde estava este mesmo coronel de Polícia Militar quando os delegados da Policia Civil conseguiram derrubar no Tribunal de Justiça a possibilidade de policiais militares continuarem lavrando o Termo Circunstanciado de Ocorrência? Onde, pelo amor de Deus? Com a possibilidade de lavratura de TCO a PM atenuaria e muito o problema de falta de efetivo e perda de tempo em registrar ocorrências, além de mostrar à sociedade que a PM também tem força extra-muros, diminuindo a impunidade na prática dos crimes de menor potencial ofensivo. Onde estavam, também, os coronéis da Polícia Militar quando não ocuparam ou lutaram para ocupar um dos três cargos mais importantes da segurança pública estadual e que já foram ditos aqui quais são? Onde? Graças ao reajuste que conseguimos nas costas de nossos praças, senhores coronéis, tive a oportunida de de viajar por diversos estados e pude constatar que em todos eles os principais cargos na SSP são ocupados por oficiais da PM. Seriam os oficiais sergipanos menos incompetentes que os nossos co-irmãos, ou somente estariam ocupando o último posto da hierarquia castrense sergipana os coronéis mais fracos do Brasil? Onde estavam os coronéis da PM sergipana quando a tropa foi às ruas exigir melhores salários e condições de trabalho? Essa pergunta tem resposta: estavam escondidinhos, com os dedos em figa, torcendo para que o movimento fosse vitorioso e assim abocanharem o reajuste conseguido, vindo depois a punir ou tentar punir os praças para não perderem também os diversos cargos em comissão que são distribuídos na estrutura da corporação para a manutenção do status quo e escravização pecuniária. Tive a oportunidade de acompanhar durante os últimos anos, em silêncio, o surgimento de vários mártires na corporação e o conseqüente castigo divino dos  seus algozes. O primeiro deles foi o Sargento Ataíde, preso em flagrante por ter ser negado a trabalhar em desvio de função em um presídio no interior do estado. Seu opressor, meses depois, foi vítima de um escândalo de adultério em sua cidade e hoje responde a processo criminal. Seguiu-se a esse fato a prisão do Sargento Vieira por um ex-comandante geral, pelo fato de o sargento estar lutando pela carga horária dos militares sergipanos. Meses depois, este comandante perdeu o comando e praticamente pede pelo amor de Deus para os praças o cumprimentarem nas ruas. Todos os fatos narrados no parágrafo anterior se deram com praças como vítimas. O que é uma situação medianamente formal numa tropa esculpida num falso moralismo de hierarquia e disciplina. Digo falso moralismo porque o mesmo coronel que trabalha para punir seu subordinado que participa de movimentos políticos, é o mesmo coronel que pediu a um político para ocupar o posto que ora ocupa. O mesmo co ronel que pune o soldado que leva o filho à escola com viatura, é o mesmo coronel que faz a mesma coisa e não dá nada, etc, etc e etc. Voltando ao raciocínio: quando a letra da lei militar é para “torar” o praça, isso é da natureza da instituição e da falsidade de seus comandantes. Só que agora a situação tomou um rumo diferente. Prenderem um dos oficiais mais honrados desta corporação. O capitão Leandro tornou-se o mártir da falta de efetivo de policiamento ostensivo. A prisão do Capitão Leandro há poucos dias da realização do Precaju pode vir a se tornar, segundo comentários colhidos, o estopim para mais um movimento paredista histórico e que pode ser reforçado pela oficialidade insatisfeita da Polícia Militar. Só para se ter idéia, há tenentes que se encontram já há mais de dez anos no posto, sem qualquer perspectiva de ascenção profissional. O desestímulo e as cobranças são grandes e a tendência é piorar. Analisando friamente de  fora do problema, o tal do Precaju é a causa principal destas animosidades. A tropa já começou a enxergar que seu emprego naquele evento altamente lucrativo para o empresariado sergipano, donos de firma de segurança e oficiais de alta patente trata-se de uma escravidão disfarçada de escala de serviço paga com uma gratificação de valor bem aquém do que recebe, por exemplo, o “pessoal da civil”. Senhores, eu também sou um destes insatisfeitos e farei minha parte no período de 17 a 20 de janeiro deste ano em apoio ao meu amigo capitão Leandro. Um abraço a todos

Fonte: http://www.ameseluta.blogspot.com.br/2012/12/a-amese-deseja-todos-u…

A corporação do 39/bpm/i não tá nem ai para quem já se foi ou se vai 50

Enviado em 02/01/2013 as 19:11 – IRMA DO TENENTE

Boa noite! O motivo do meu comentário é que o senhor anda meio por fora dos fátos ocorridos com relação as execuções dos pm na baixada. tudo começou por o Ten pm Silvio França da Silva, já que o primeiro citado em seu livro, estava sendo investigado por o mesmo e logo depois da execução do tenente, o Soldado edmundo recebeu uma ligação e em uma emboscada, foi também covardemente executado. O Ten Pm: Silvio França, foi executado no dia 07/03/2009. Gostaria muito que o senhor, entrasse em contato comigo, pois tenho fótos dos envolvidos e muitas outras informações que poderiam levar a esses executores de pms. Agora quanto a alguns da corporação dizer que tudo é latrocinio e ficar por isso mesmo é que fede muito, pois não é preciso ser um períto para saber que muitos deles estão envolvidos e se afastaram logo en seguida dos fátos, para não levatarem suspeitas, mal sabiam eles que eram exatamente isso o que faziam. Se o senhor quizer e se interessar eu estou disposta a dá nomes e mostrar faces, para que não morrar muito outros, pois a corporação do 39/bpm/i não tá nem ai para quem já se foi ou se vai, eles só querem é receber os seus dindins no fim do mes e ponto. Ps: tenho nomes, fótos, vídeos e muitos outros documentos que derrubará a cara de pau de BANDIDOS FARDADO, POIS ERA EXATAMENTE ISSO QUE O TENENTE TENTAVA FAZER QUANDO FOI EXECUTADO E TODOS OS OUTROS QUE ELE INVESTIGAVA POR FAZER PARTE DA CORREGEDORIA DO 39BPM/I  TAMBÉM FORAM TIRADOS DE SUAS FAMÍLIA E A POLICIA DIZ QUE É INOCENTE,,, BESTEIRA! ELES SÃO É  COVARDES MESMO.                                         POSSO AJUDAR SIM!                                                              ABRAÇOS  E OBRIGADA!

João Alkimin: O MINISTÉRIO PÚBLICO E A INVESTIGAÇÃO 18

O MINISTÉRIO PÚBLICO E A INVESTIGAÇÃO

O Ministério Público tenta de todas as maneiras possíveis e imagináveis, se assenhorar da investigação policial bem como ter o controle interno e externo da polícia. Pra quê? Qual a vantagem? Acredito que para a sociedade, nenhuma.
Alguns citam o exemplo norte americano, acreditando que o Promotor de Justiça participa ativamente de todas as investigações, ledo engano. Reproduzo aqui o que foi dito à época pelo Procurador Geral de Nova York, o célebre Rudolph  Giuliani, Promotor que se celebrizou no combate ao crime organizado, mas em uma entrevista ao New York Times deixou claro quais eram as regras: ” Um Promotor nunca toma parte direta nas investigações e nas próprias buscas, eu não posso me arriscar a me tornar uma testemunha em meu próprio caso. Pense a respeito: Se fosse eu quem encontrasse uma arma do crime, iria me tornar uma testemunha essencial. Seria obrigado a atravessar o Tribunal e a me sentar no banco das testemunhas. E ai eu  precisaria abrir mão do caso. É por isso que um bom promotor sempre fica na retaguarda. Ele aguarda na Delegacia ou na Rua enquanto um mandado de busca e apreensão é executado, ele observa da sala ao lado enquanto um detetive conduz o interrogatório. Isto é dado na aula de introdução ao Processo Penal, é procedimento padrão.”
Portanto, não entendo como o Ministério Público que é constitucionalmente o fiscal da Lei poderia ou poderá ao mesmo tempo ser investigador e parte, porque queiram ou não, gostem ou não, os promotores são partes como os advogados e, não podem se esquecer que o advogado requer, o promotor opina e o juiz decide. Quem quer andar de viatura com highlight e arma na cinta, preste concurso para polícia e acima de tudo aprenda a usar uma arma, para não termos “acidentes” como um promotor que atirou na própria perna, ou então, como na caso em que balearam dois jovens em um  luau. Para ser policial é necessário antes e acima de tudo, um profundo equilíbrio.
Talvez o Supremo Tribunal Federal permita que os promotores conduzam investigações, afinal, como já dizia Ruy Barbosa, o Supremo é o Tribunal que tem a prerrogativa de errar por último. Mas tenho a absoluta certeza de que o Congresso Nacional editará medida proibindo a investigação por parte do ministério Público. Afinal, seria a aberração das aberrações.
O Promotor investiga-me, colhe as provas que melhor lhe interessem e as usa contra  mim. E as que me seja favoráveis certamente serão desprezadas. Mas a culpa disso também é dos senhores Delegados de Polícia, pois durante minha longa vida, assisti a inúmeros Delegados de Polícia em sua ânsia de serem simpáticos ao ministério Público e, diga-se de passagem, época em que o Ministério público não tinha o poder que possui hoje, dizerem ao advogado quando o mesmo falava de alguma testemunha de defesa: “a doutor, essa o senhor apresenta em juízo . E alguns outros iam além, sustentando que o inquérito tinha como destinatário o ministério público. Óbvio que isso geralmente ocorria, pois é só ler um inquérito policial e se notará que na maioria das vezes, a denúncia é cópia  fiel do relatório da autoridade policial e as testemunhas arroladas pela autoridade policial, são sempre as mesmas usadas pelo Ministério Público. Nunca vi nenhum Delegado de Policia arrolar testemunhas sugeridas pela defesa.
Portanto, estão pagando e levando toda a Polícia Civil a pagar um preço muito alto pelo próprio puxa saquismo.
Onde estava o Ministério Público, Fiscal da lei, quando demitiram o Delegado Conde Guerra por repercutir notícia? Ou o Delegado Frederico?
Onde está o Ministério Público quando temos policiais civis presos pelo tempo acima do permitido pela lei, no presídio da policia civil?
Onde estava o Ministério Público e quais providências tomou quando uma escrivã de policia foi selvagem, canalha e  despudoradamente torturada por 2 Delegados enquanto o titular do Distrito se omitia canalhamente, virando as costas e fazendo ouvidos moucos aos lancinantes gritos da escrivã pedindo socorro?
Estava o ministério Público concordando com o que aconteceu, pois até agora nenhuma providência foi tomada.
Portanto, espero que os senhores Deputados e Senadores tenham um mínimo de vergonha na cara e proíbam qualquer tipo de investigação efetuada pelo Ministério Público.
Enquanto isso não ocorrer, o Ministério Público ainda possui tempo para investigar o que um dos seus pares, o ex Secretário Ferreira Pinto, fazia no shopping entregando documentos ao jornalista Mário Carvalho, da Folha. Ou investigando os grampos ilegais que atingiram à jornalistas e Desembargadores.
Se querem prestar algum serviço a sociedade, façam isso. Ou então, recolham-se a sua nobre função constitucional que é a de Fiscal da lei. E não se esqueçam do velho ditado “o sapateiro não deve ir além da sola “.
João Alkimin