Folha de São Paulo edita a matéria em que defendia o governo Tarcísio de Freitas de manipular o celular do então perito do TSE…Mas revela ilegal apreensão e custódia do aparelho pelas autoridades policiais da Seccional de Franco da Rocha 2

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/painel/2024/08/celular-de-ex-assessor-do-tse-que-municiou-inqueritos-de-moraes-foi-lacrado-apos-apreensao-diz-bo.shtml

Verdadeiramente, já que o aparelho não foi apreendido para realização de exames periciais , nada justificava a apresentação “espontânea” do aparelho pelo cunhado do preso , conforme os termos constantes na matéria alusivos ao boletim de ocorrência. 

O lacre do invólucro plástico em que o celular foi acondicionado pode ser   facilmente violado  e substituído .

Não estamos afirmando que foi!

Mas desnecessariamente o aparelho permaneceu com a Polícia Civil por seis dias , sendo que não se gasta mais de seis minutos para transferir os dados de um celular para outro dispositivo . Transferência que não depende da senha do proprietário, basta um cabo tipo USB .

Aliás, um pequeno corte no invólucro bastaria para a manipulação e transferência de  dados; sem quebra do lacre policial tão seguro quanto fita Durex.

Desperta atenção a pronta defesa do governo Tarcísio Freitas e , logo depois, a urgente edição com a subtração dessa  estranha  defesa  jornalística do governador contraposta em relação a suspeitas levantadas nas redes sociais.

Diga-se , não apontadas objetivamente  pelo jornalista .

Quem suspeitou do Tarcísio ?

Com efeito , aparentemente, além do dono do aparelho , os únicos que tiveram acesso ao celular foram o cunhado e policiais de Franco da Rocha.

Assim , excluindo-se o próprio perito do compartilhamento com a imprensa ( algo duvidoso por importar  crime funcional com quase certa demissão da PF ; levando-se em conta que toda fonte jornalística acaba sendo revelada ) , quem mais pode ter sido além do cunhado ou policiais civis interessados em agradar  ( ou obedecer para não ser defenestrado ) a cúpula da Secretaria de Segurança?

Será que o cunhado é tão safado a ponto de receber o celular , devassar e armazenar o conteúdo e , logo após, em vez de entregar a familiares ou mesmo à Polícia Federal ( já que era de uso funcional) , deixar a bomba sob a guarda da PC?

Outra coisa , qual o fundamento para a apreensão do aparelho , dias depois restituído ao dono ?

Foi serviço de achados , perdidos e descaminhados ?

De se observar que : quem se antecipa à futuras indagações acaba se increpando!

Leiam o boletim de ocorrência…

Evidentemente, já que  não foram acidentalmente reveladas por exame pericial , as mensagens foram obtidas criminosamente .

A quem intere$$aria ?

Mensagens ” fora do rito” obtidas pela Folha foram ilicitamente  transcritas e vazadas por  bolsonaristas …Fora do rito são os  crimes  cometidos por funcionários públicos ou  pessoas com acesso a documentos processuais 11

Quando da prisão do perito criminal E. T. , então comissionado no TSE , se fez a apreensão do aparelho celular do flagranciado para suposta comprovação de crimes de violência doméstica, ou seja, ofensas morais e ameaças à mulher.

Obviamente, houve devassa no dispositivo ; extrapolando-se o objetivo do inquérito policial iniciado pelo flagrante de ameaças e disparo de arma de fogo.

Não há dúvidas de que o conteúdo foi vazado , com quebra de sigilo funcional , para a Folha de São Paulo.

Pode-se até suspeitar que tal vazamento foi feito sob encomenda da pestilenta cúpula das polícias. Diga-se, um suposto escândalo desacreditando o ministro Alexandre de Moraes atende , providencialmente , aos interesses do bolsonarismo que infectou os órgãos policiais.

E caberá ao MP ( Federal, inclusive )  e à Corregedoria da Polícia Civil apurar  quem vazou o laudo e as mensagens de cunho funcional recebidas e trocadas pelo perito federal.

Concluindo , fora do rito ( criminoso ) foi a devassa e vazamento do conteúdo armazenado no celular submetido a exame .

—————————–

Retificação: conforme se vê em postagem posterior , com base em noticiário da Folha, o celular não foi apreendido como corpo do delito para comprovação de ameaças e outros crimes relacionados a violência doméstica. 

Quando da audiência de custódia o preso confiou a guarda do aparelho a cunhado ( não se sabe se por parte da esposa ou de irmã ) . Contudo o cunhado sendo cunhado , não se sabe bem o porquê ou a mando de quem , levou o objeto à Delegacia Seccional de Franco da Rocha ;   onde foi apreendido , desligado e “lacrado” com a observação acerca do exibidor desconhecer a senha.

Vale dizer : houve devassa e vazamento ilícito de mensagens relacionadas ao exercício funcional do perito do TSE.

Ora, não é qualquer cunhado que merece confiança…Assim como não se deve confiar nos lacres e na  lisura de muitos policiais civis !

Como afirmam os deputados Palumbo e Cunha há muitas ratazanas na PC …E a escolha para cargos de confiança atende a intere$$e$ nada ético$ e meritório$…

Procurador de Justiça Eduardo Souza é vítima do racismo consagrado na Polícia Militar “de alma branca e cristã” …O racista da SS/PM trabalhava como segurança à paisana (reservado ) do Tribunal de Justiça 2

O racismo é um problema persistente e profundamente enraizado em muitas instituições ao redor do mundo, incluindo as forças policiais. No Brasil, casos de racismo envolvendo a Polícia Militar (PM) são frequentemente relatados, destacando a necessidade urgente de reformas e conscientização para combater essa questão.

O Caso de Eduardo Souza

Eduardo Souza, um procurador que se tornou vítima de racismo, representa um exemplo alarmante de como o preconceito racial pode se manifestar em instituições que deveriam proteger todos os cidadãos de maneira igualitária. Embora detalhes específicos sobre o incidente envolvendo Eduardo Souza não sejam amplamente divulgados, o contexto geral de racismo na Polícia Militar brasileira pode ajudar a entender a gravidade da situação.

Contexto do Racismo na Polícia Militar

A Polícia Militar no Brasil tem uma longa história de acusações de racismo e violência contra minorias, especialmente contra a população negra. Estudos e relatórios indicam que pessoas negras são desproporcionalmente alvo de abordagens policiais, detenções e violência. Este padrão não é apenas um reflexo de atitudes individuais, mas também de práticas institucionais e culturais que perpetuam o racismo.

Impacto e Repercussões

Casos como o de Eduardo Souza têm várias repercussões:

  1. Impacto Pessoal: As vítimas de racismo sofrem danos emocionais e psicológicos significativos. No caso de Eduardo Souza, ser alvo de racismo enquanto ocupa uma posição de autoridade e respeito, como a de procurador, é particularmente perturbador e pode afetar sua vida pessoal e profissional.
  2. Confiança Pública: Incidentes de racismo minam a confiança do público nas forças policiais. Quando a polícia, que deveria proteger a todos, é vista como uma fonte de discriminação, a relação entre a comunidade e a polícia se deteriora.
  3. Reformas Necessárias: Casos de racismo destacam a necessidade de reformas profundas nas forças policiais. Isso inclui treinamento em diversidade e inclusão, políticas de tolerância zero para comportamentos racistas, e mecanismos eficazes de denúncia e punição.

Medidas de Combate ao Racismo na Polícia

Para combater o racismo na Polícia Militar, várias medidas podem ser implementadas:

  1. Educação e Treinamento: Programas de treinamento contínuos sobre racismo, preconceito implícito e direitos humanos são essenciais para mudar atitudes e comportamentos dentro da força policial.
  2. Recrutamento Diversificado: Promover a diversidade no recrutamento pode ajudar a criar uma força policial que reflita melhor a comunidade que serve.
  3. Políticas Rigorosas: Implementar e fazer cumprir políticas rigorosas contra o racismo, incluindo punições severas para aqueles que violam essas políticas.
  4. Supervisão Independente: Estabelecer órgãos de supervisão independentes para investigar denúncias de racismo e outras formas de má conduta policial.
  5. Engajamento Comunitário: Fortalecer as relações entre a polícia e a comunidade através de iniciativas de engajamento comunitário pode ajudar a construir confiança e colaboração.

Conclusão

O caso de Eduardo Souza é um lembrete doloroso de que o racismo ainda é uma realidade nas forças policiais brasileiras. Abordar essa questão requer um esforço conjunto de reformas institucionais, educação e conscientização. Somente através de ações concretas e comprometidas será possível criar uma força policial que realmente sirva e proteja todos os cidadãos de maneira justa e equitativa.

 

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/08/09/racismo-institucional-diz-silvio-almeida-sobre-pm-acusado-de-gritar-e-obrigar-procurador-passar-por-revista-no-tj.ghtml

Influência da Promoção Automática à Classe Especial na Hierarquia Policial 16

 

A promoção automática à classe especial após 30 anos de serviço nas carreiras policiais pode ter um impacto significativo na hierarquia dentro da corporação. Este processo de ascensão não só reconhece a experiência e dedicação dos policiais, mas também pode alterar a dinâmica interna e a estrutura de comando. Abaixo, exploramos como essa promoção influencia a hierarquia e o funcionamento da corporação policial.

1. Reforço da Estrutura Hierárquica

Experiência e Liderança

  • Mentoria e Orientação: Policiais promovidos à classe especial trazem vasta experiência, tornando-se mentores naturais para os colegas mais jovens. Sua presença pode fortalecer a liderança e a orientação dentro da corporação.
  • Tomada de Decisões: Com mais experiência, esses policiais podem assumir papéis críticos na tomada de decisões, contribuindo para uma gestão mais eficaz e informada.

Distribuição de Responsabilidades

  • Especialização: Policiais na classe especial podem ser alocados em funções que exigem maior especialização e conhecimento, como investigações complexas ou gestão de crises.
  • Delegação: A promoção pode permitir uma melhor delegação de responsabilidades, aliviando a carga de trabalho dos oficiais superiores e permitindo uma gestão mais equilibrada.

2. Dinâmica de Promoção e Carreira

Motivação e Retenção

  • Incentivo à Permanência: A perspectiva de uma promoção automática pode servir como um incentivo para que os policiais permaneçam na corporação, reduzindo a rotatividade e mantendo talentos valiosos.
  • Motivação Contínua: Saber que há uma recompensa tangível após 30 anos de serviço pode aumentar a motivação e o comprometimento dos policiais ao longo de suas carreiras.

Equidade e Meritocracia

  • Equilíbrio entre Tempo de Serviço e Mérito: Embora a promoção automática valorize o tempo de serviço, é crucial manter um equilíbrio com a meritocracia para evitar descontentamento entre os policiais que se destacam por desempenho excepcional.
  • Critérios Claros: Estabelecer critérios claros para a promoção pode ajudar a manter a equidade e a transparência no processo, garantindo que todos os policiais entendam os requisitos e as expectativas.

3. Impacto na Cultura Organizacional

Valorização da Experiência

  • Cultura de Respeito: A promoção à classe especial pode fomentar uma cultura de respeito e valorização da experiência dentro da corporação, reconhecendo a importância do conhecimento acumulado ao longo dos anos.
  • Exemplo Positivo: Policiais promovidos à classe especial podem servir como exemplos positivos, demonstrando que a dedicação e o compromisso são recompensados.

Adaptação e Modernização

  • Inovação e Tradição: A presença de policiais experientes pode ajudar a balancear a inovação com a tradição, garantindo que novas práticas sejam implementadas sem perder de vista os valores e as lições do passado.
  • Continuidade e Mudança: A promoção automática pode facilitar a continuidade das práticas eficazes, ao mesmo tempo em que permite a adaptação a novas demandas e desafios.

4. Desafios e Considerações

Gestão de Recursos Humanos

  • Planejamento de Carreira: A promoção automática requer um planejamento cuidadoso para garantir que haja posições suficientes na classe especial e que a progressão de carreira seja bem gerida.
  • Impacto Financeiro: Considerar o impacto financeiro da promoção automática é crucial, pois pode afetar o orçamento destinado a salários e benefícios.

Equilíbrio Hierárquico

  • Evitar Saturação: Garantir que a promoção automática não resulte em uma saturação de policiais na classe especial, o que poderia desbalancear a hierarquia e criar desafios na gestão de pessoal.
  • Transição Suave: Facilitar uma transição suave para a classe especial, com programas de treinamento e desenvolvimento, pode ajudar a integrar os policiais promovidos de maneira eficaz.

Conclusão

A promoção automática à classe especial após 30 anos de serviço tem o potencial de influenciar positivamente a hierarquia dentro da corporação policial, reforçando a liderança, motivação e cultura organizacional. No entanto, é essencial que essa política seja implementada com critérios claros e um planejamento cuidadoso para garantir que os benefícios sejam maximizados e os desafios, mitigados. Ao valorizar a experiência e o compromisso dos policiais, a corporação pode fortalecer sua estrutura e melhorar a qualidade do serviço prestado à sociedade.

TARCÍSIO DE FREITAS PROVE QUE NÃO É BAJULADOR APENAS DA PM e DA PGE – Promoção à Classe Especial Automática aos 30 Anos de Serviço nas Carreiras Policiais 13

Promoção à Classe Especial Automática aos 30 Anos de Serviço nas Carreiras Policiais

Contexto e Importância

A promoção automática à classe especial após 30 anos de serviço nas carreiras policiais é um tema relevante e frequentemente debatido no âmbito das políticas de segurança pública e gestão de recursos humanos. Esta medida visa reconhecer e valorizar a dedicação e o tempo de serviço dos profissionais de segurança, proporcionando-lhes uma progressão na carreira que reflita sua experiência e compromisso.

Benefícios da Promoção Automática

  1. Valorização do Profissional:
  • Reconhecimento: A promoção automática é uma forma de reconhecer o esforço e a dedicação dos policiais que dedicaram três décadas de suas vidas ao serviço público.
  • Motivação: Promover automaticamente os policiais pode servir como um incentivo para que continuem desempenhando suas funções com excelência.
  1. Melhoria na Qualidade do Serviço:
  • Experiência: Policiais mais experientes na classe especial podem contribuir significativamente para a formação e orientação dos novos integrantes da corporação.
  • Estabilidade: A promoção pode aumentar a estabilidade e a satisfação no trabalho, resultando em um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo.
  1. Benefícios Financeiros e de Carreira:
  • Aumento Salarial: A promoção geralmente vem acompanhada de um aumento salarial, o que pode melhorar a qualidade de vida dos policiais e suas famílias.
  • Benefícios Adicionais: Além do salário, a classe especial pode oferecer outros benefícios, como melhores condições de aposentadoria e outros incentivos.

Critérios e Processos

Para que a promoção automática seja justa e eficaz, é importante que existam critérios claros e um processo bem definido. Alguns pontos a serem considerados incluem:

  1. Critérios de Elegibilidade:
  • Tempo de Serviço: O principal critério é o cumprimento de 30 anos de serviço na carreira policial.
  • Histórico Disciplinar: Manter um histórico disciplinar limpo e sem infrações graves pode ser um requisito adicional para a promoção.
  1. Processo de Avaliação:
  • Revisão de Desempenho: Embora a promoção seja automática, pode ser necessário realizar uma revisão de desempenho para garantir que o policial esteja apto a assumir a classe especial.
  • Treinamento e Capacitação: Oferecer programas de treinamento e capacitação contínua pode ajudar os policiais a se prepararem para as responsabilidades adicionais da nova classe.

Desafios e Considerações

  1. Sustentabilidade Financeira:
  • Orçamento: A implementação da promoção automática pode ter implicações financeiras significativas para o orçamento público, exigindo planejamento e adequação orçamentária.
  • Impacto na Folha de Pagamento: O aumento no número de policiais na classe especial pode impactar a folha de pagamento e os recursos destinados à segurança pública.
  1. Equidade e Mérito:
  • Equidade: Garantir que a promoção automática acabe com as desigualdades e o descontentamento entre os policiais que estão distantes da Capital e longe do grupo de poder interno, ou seja, garantir que a classe especial não seja uma espécie de reserva de mercado para quem tem muito dinheiro no banco e parentes importantes.
  • Meritocracia: Manter um equilíbrio entre a promoção automática e a valorização do mérito e desempenho individual.

Conclusão

A promoção automática à classe especial após 30 anos de serviço nas carreiras policiais é uma medida que pode trazer inúmeros benefícios tanto para os profissionais quanto para a sociedade. No entanto, sua implementação deve ser cuidadosamente planejada e monitorada para garantir que seja justa, sustentável e eficaz. Valorizar os policiais experientes é fundamental para fortalecer a segurança pública e promover um ambiente de trabalho mais motivador e produtivo.

Só os absolutamente desonestos serão contrários.

O governador Tarcísio de Freitas deveria ler este texto e fazer algo de bom pelos policiais. Quem na última reforma deixou a promoção á classe especial apenas pelo critério do merecimento ( apadrinhamento ) foram DELEGADOS CORRUPTOS , MAFIOSAMENTE CORPORATIVISTAS e SEM NENHUMA VISÃO ADMINISTRATIVA.

Rcg

Quais são as maiores pressões psicológicas que um Delegado de Polícia enfrenta 2

Os delegados de polícia enfrentam diversas pressões psicológicas significativas em seu cotidiano profissional. Essas pressões podem ser atribuídas a vários fatores, incluindo a natureza do trabalho, as condições institucionais e a cultura organizacional. Abaixo estão algumas das maiores pressões psicológicas que esses profissionais enfrentam:

Principais Pressões Psicológicas

Sobrecarga de Trabalho e Desvalorização
Delegados de polícia frequentemente lidam com uma carga de trabalho excessiva e um sentimento de desvalorização. A sobrecarga de trabalho pode levar ao esgotamento físico e mental, enquanto a falta de reconhecimento profissional agrava o estresse e a insatisfação no trabalho. Esses fatores combinados contribuem para altos índices de adoecimento mental, como ansiedade e depressão[1][3].

Exposição a Situações de Alto Estresse e Trauma
O trabalho policial envolve a exposição constante a situações de alto estresse, incluindo a investigação de crimes violentos e o enfrentamento direto com a criminalidade. Essa exposição contínua pode resultar em traumas psicológicos, estresse pós-traumático e outros problemas de saúde mental. A necessidade de tomar decisões rápidas e muitas vezes de vida ou morte aumenta ainda mais a pressão[1][4].

Falta de Recursos e Suporte Institucional
A precarização das condições de trabalho, incluindo a falta de recursos materiais e humanos, é uma realidade para muitos delegados. Além disso, a ausência de suporte psicológico adequado e de políticas de saúde mental eficazes dentro das instituições policiais agrava o sofrimento desses profissionais. A falta de apoio institucional pode levar a um sentimento de abandono e desamparo[3][6].

Violência Psicológica e Assédio Moral
Delegados de polícia também enfrentam violência psicológica e assédio moral no ambiente de trabalho. A cultura organizacional muitas vezes reforça comportamentos agressivos e a falta de diálogo, contribuindo para um ambiente de trabalho tóxico. O assédio moral pode resultar em sérios problemas de saúde mental, incluindo ideação suicida[5][6].

Conflitos Internos e Falta de Apoio dos Superiores
Conflitos entre colegas e a falta de apoio dos superiores hierárquicos são comuns no ambiente policial. Esses conflitos podem gerar um clima de trabalho hostil e aumentar o sofrimento psicológico dos delegados. A falta de coesão e de uma rede de suporte dentro da instituição dificulta ainda mais a gestão do estresse e dos problemas de saúde mental[3][4].

Consequências para a Saúde Mental

As pressões psicológicas enfrentadas pelos delegados de polícia podem ter várias consequências negativas para a saúde mental, incluindo:

  • Depressão e Ansiedade: Altos índices de depressão e ansiedade são comuns entre os delegados, muitas vezes levando a afastamentos prolongados do trabalho[3][6].
  • Síndrome de Burnout: O esgotamento físico e emocional resultante do estresse crônico pode levar à síndrome de burnout, caracterizada por exaustão extrema, cinismo e sentimento de ineficácia[1][3].
  • Estresse Pós-Traumático: A exposição a eventos traumáticos pode resultar em estresse pós-traumático, afetando a capacidade do delegado de desempenhar suas funções de maneira eficaz[4][5].
  • Suicídio: Infelizmente, as taxas de suicídio entre policiais são significativamente mais altas do que na população geral, refletindo a gravidade dos problemas de saúde mental enfrentados por esses profissionais[5][6].

Em resumo, os delegados de polícia enfrentam diversas pressões psicológicas que podem ter sérias repercussões para sua saúde mental e bem-estar. A sobrecarga de trabalho, a exposição a situações de alto estresse, a falta de recursos e suporte institucional, a violência psicológica e os conflitos internos são alguns dos principais fatores que contribuem para o sofrimento desses profissionais.

Citations:
[1] https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2024/03/6823721-saude-mental-e-problema-para-a-policia-civil-ansiedade-e-depressao-preocupam.html
[2] https://www.camaravc.ba.gov.br/home/noticia/31207/delegado-marcus-vinicius-denuncia-pressao-psicologica-sofrida-por-policiais
[3] http://www.adpeb.com.br/v18/views-kp/ad_artigos/arq/As-Invisibilidades-do-trabalho-dos-delegados-de-policia.pdf
[4] https://www.scielo.br/j/csc/a/MgkjVYq6nWCRHgY7hW5qQvf/
[5] https://blogfca.pucminas.br/colab/prevalencia-de-problemas-psicologicos-entre-policiais-e-grave-no-brasil/
[6] https://fenapef.org.br/saude-mental-dos-policiais-e-a-necessidade-de-mudancas-urgentes

Nota: aplica-se a todos os policais , salvo os proprietários das polícias.

Evolução da Carreira de um Delegado de Polícia em Termos de Pressões Psicológicas

 

A carreira de um Delegado de Polícia é marcada por diversas pressões psicológicas que se intensificam ao longo do tempo. A seguir, são abordados os principais fatores que contribuem para essas pressões e suas implicações na saúde mental dos profissionais.

Fatores de Pressão

  1. Exposição a Situações de Alto Estresse e Trauma
  • Delegados de Polícia frequentemente lidam com crimes violentos e situações traumáticas, o que gera um desgaste emocional significativo. A exposição contínua a esses eventos pode levar ao desenvolvimento de transtornos como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático[2][5].
  1. Sobrecarga de Trabalho e Baixo Efetivo
  • A sobrecarga de trabalho, aliada ao baixo efetivo, é uma constante na carreira de Delegado de Polícia. Essa situação resulta em jornadas extenuantes e na sensação de desvalorização, contribuindo para o adoecimento mental dos profissionais[2][6].
  1. Pressões por Resultados
  • A cobrança por resultados e a necessidade de cumprir metas institucionais aumentam a pressão sobre os delegados. Essa demanda constante pode levar à mecanização do trabalho e à perda de capacidade cognitiva, além de afetar a qualidade de vida[1].

Impactos na Saúde Mental

  1. Adoecimento Mental
  • Estudos indicam que a saúde mental dos delegados de polícia é severamente afetada, com altos índices de ansiedade e depressão. Em alguns casos, a falta de apoio psicológico adequado agrava a situação, levando a consequências graves como suicídio[4][5][7].
  1. Síndrome de Burnout
  • A síndrome de burnout é comum entre delegados de polícia devido ao estresse crônico e às exigências excessivas do trabalho. Sintomas incluem exaustão emocional, despersonalização e redução da realização pessoal[4].
  1. Problemas Psicossomáticos
  • A pressão psicológica também pode se manifestar em problemas físicos, como insônia, hipertensão e outros distúrbios psicossomáticos. A constante necessidade de estar alerta e a falta de descanso adequado contribuem para esses problemas[2][6].

Estratégias de Mitigação

  1. Apoio Psicológico
  • A implementação de programas de apoio psicológico e espaços de descompressão pode ajudar a mitigar os efeitos negativos do estresse. A Policlínica da Polícia Civil do Distrito Federal, por exemplo, oferece atendimento psicológico e social aos policiais[5][6].
  1. Higiene Mental
  • Técnicas de higiene mental, como práticas de relaxamento e atividades físicas, são recomendadas para ajudar os delegados a lidar com o estresse. No entanto, essas estratégias podem não ser suficientes sem o acompanhamento profissional adequado[2].
  1. Avaliações Psicológicas Regulares
  • A realização de avaliações psicológicas regulares e a oferta de tratamento adequado são essenciais para a manutenção da saúde mental dos delegados. Essas medidas podem prevenir o agravamento de problemas psicológicos e promover um ambiente de trabalho mais saudável[6].

Conclusão

A carreira de um Delegado de Polícia é intrinsecamente ligada a pressões psicológicas que evoluem e se intensificam ao longo do tempo. A exposição contínua a situações de alto estresse, a sobrecarga de trabalho e a cobrança por resultados são fatores que contribuem para o adoecimento mental dos profissionais. Medidas de apoio psicológico e estratégias de higiene mental são fundamentais para mitigar esses efeitos e promover a saúde mental dos delegados.

Citations:
[1] https://fontesegura.forumseguranca.org.br/pressao-como-rotina-do-topo-a-base/
[2] https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2024/03/6823721-saude-mental-e-problema-para-a-policia-civil-ansiedade-e-depressao-preocupam.html
[3] https://sindepol.com.br/artigos/origens-e-evolucao-historica-do-cardo-de-delegado-de-policia-no-brasil/
[4] http://www.adpeb.com.br/v18/views-kp/ad_artigos/arq/As-Invisibilidades-do-trabalho-dos-delegados-de-policia.pdf
[5] https://www.metropoles.com/colunas/grande-angular/pesquisa-com-policiais-civis-revela-que-74-tem-ansiedade-e-depressao
[6] http://sipesp.org.br/profissao-perigo-depressao-e-outras-doencas-assombram-os-corredores-das-delegacias/
[7] https://www.scielo.br/j/csc/a/MgkjVYq6nWCRHgY7hW5qQvf/

Nota do Blog: aplica-se a todos os policiais, salvo os milionários donos da polícia. Cadeirante apenas sofre quando perde a mamata!

Quais são as consequências dos baixos vencimentos na segurança pública

Os baixos vencimentos na segurança pública têm diversas consequências negativas que afetam tanto os profissionais da área quanto a sociedade em geral. A seguir, apresento um resumo das principais consequências baseadas nas informações dos resultados de pesquisa:

Consequências dos Baixos Vencimentos na Segurança Pública

Desmotivação e Desvalorização Profissional

Os baixos salários levam à desmotivação dos profissionais de segurança pública. Policiais frequentemente se sentem desvalorizados, o que pode impactar negativamente sua performance e comprometimento no trabalho. A falta de reconhecimento financeiro adequado para o risco e a responsabilidade envolvidos na profissão contribui para um sentimento generalizado de insatisfação[2][3].

Aumento da Corrupção e da Criminalidade

A baixa remuneração pode tornar os profissionais mais suscetíveis à corrupção. Policiais mal pagos podem ser mais propensos a aceitar subornos ou se envolver em atividades ilícitas para complementar sua renda. Isso compromete a integridade das forças de segurança e pode aumentar os índices de criminalidade[1].

Falta de Estrutura e Recursos

Além dos baixos salários, muitas vezes há uma falta de estrutura e recursos adequados. Policiais relatam a falta de equipamentos essenciais, viaturas em más condições e instalações inadequadas, o que dificulta o desempenho eficiente de suas funções[2][8].

Sobrecarga de Trabalho e Adoecimento Mental

A falta de efetivo, combinada com baixos salários, resulta em sobrecarga de trabalho para os policiais. Isso pode levar ao adoecimento mental, incluindo estresse, ansiedade e depressão. A sobrecarga também pode resultar em erros operacionais, afetando a segurança pública de maneira geral[5].

Dificuldade de Recrutamento e Retenção

Os baixos vencimentos tornam a carreira na segurança pública menos atraente, dificultando o recrutamento de novos profissionais. Além disso, muitos policiais acabam deixando a carreira em busca de melhores oportunidades, resultando em uma alta rotatividade e perda de experiência nas forças de segurança[8].

Desigualdade Salarial

Há uma grande disparidade salarial entre diferentes estados e entre os níveis hierárquicos dentro das forças de segurança. Isso gera insatisfação e pode criar um ambiente de trabalho desarmonioso, além de dificultar a implementação de políticas de segurança pública uniformes e eficazes[1][3][4].

Impacto na Qualidade de Vida

Os baixos salários não permitem que os policiais tenham uma qualidade de vida adequada, o que pode afetar sua saúde física e mental. Muitos policiais precisam fazer “bicos” para complementar a renda, o que aumenta ainda mais a carga de trabalho e o desgaste físico e emocional[8].

Falta de Investimento em Capacitação

A falta de recursos financeiros também afeta o investimento em capacitação e treinamento dos policiais. Sem treinamento adequado, a eficiência e a eficácia das operações de segurança pública são comprometidas, o que pode resultar em uma resposta inadequada a situações de emergência e criminalidade[3][6].

Em resumo, os baixos vencimentos na segurança pública têm um efeito cascata que afeta negativamente a motivação, a eficiência, a integridade e a saúde dos profissionais, além de comprometer a segurança e a qualidade de vida da população.

Citations:
[1] https://www.poder360.com.br/brasil/desigualdade-salarial-nas-policias-causa-impacto-na-seguranca-diz-estudo/
[2] https://www.camara.leg.br/noticias/518062-policiais-militares-paulistas-reclamam-de-falta-de-estrutura-e-salarios-baixos/
[3] https://cobrapol.org.br/amazonas-lidera-o-ranking-salarial-dos-policiais-civis-no-inicio-da-carreira/
[4] https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/02/27/policia-civil-em-sp-esta-entre-as-mais-mal-pagas-do-brasil-policiais-penais-tambem-ganham-abaixo-da-media-diz-pesquisa.ghtml
[5] https://www.almg.gov.br/comunicacao/noticias/arquivos/Deputados-questionam-falta-de-efetivo-sobrecarga-e-adoecimento-na-seguranca-publica/
[6] https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/06/18/projeto-de-reajuste-salarial-na-seguranca-publica-vai-a-ccj
[7] https://apidspace.universilab.com.br/server/api/core/bitstreams/42188a37-3745-4373-809a-f35a9f828ea6/content
[8] https://www.otempo.com.br/cidades/mg-policiais-denunciam-baixo-salario-e-falta-de-estrutura-para-combater-faccoes-1.3453816

Baixos Vencimentos de Delegados de Polícia: Causas e Consequências 4

Os baixos vencimentos dos delegados de polícia no Brasil são um problema significativo que afeta tanto os profissionais quanto a sociedade em geral. Este fenômeno é causado por uma série de fatores e tem várias consequências graves.

Causas dos Baixos Vencimentos

  1. Desigualdade Salarial
  • Existe uma grande disparidade salarial entre os estados brasileiros. Estados como Minas Gerais pagam salários significativamente mais baixos em comparação com outros estados, como Mato Grosso e Goiás[2][6].
  1. Falta de Políticas de Valorização
  • A ausência de políticas sérias voltadas para a valorização dos profissionais de segurança pública contribui para a manutenção de salários baixos. Em muitos estados, os reajustes salariais são insuficientes para acompanhar a inflação e o custo de vida[6][7].
  1. Centralização Burocrática e Ineficiência Administrativa
  • A centralização burocrática e a ineficiência na gestão financeira das polícias civis dificultam a implementação de melhorias salariais e estruturais[3].
  1. Comparação com Outras Carreiras
  • Profissionais qualificados muitas vezes preferem seguir carreiras como a de promotor de Justiça ou juiz, que oferecem salários iniciais muito mais altos. Isso reduz a atratividade da carreira de delegado[6][7].

Consequências dos Baixos Vencimentos

  1. Evasão de Profissionais
  • A baixa remuneração é uma das principais causas de evasão do cargo. Muitos delegados abandonam a carreira em busca de melhores oportunidades, o que resulta em uma perda de talentos e experiência[6][7].
  1. Desmotivação e Qualidade do Serviço
  • Profissionais mal remunerados tendem a estar desmotivados, o que pode afetar a qualidade do serviço prestado. A falta de motivação pode levar a uma menor eficiência na investigação e resolução de crimes[7].
  1. Corrupção
  • Embora não justifique a má conduta, a baixa remuneração pode aumentar a vulnerabilidade à corrupção entre os policiais. Isso compromete a integridade das forças de segurança e a confiança da população[4][7].
  1. Sobrecarga de Trabalho
  • Em estados com baixos salários, é comum que os delegados acumulem responsabilidades, muitas vezes respondendo por várias cidades ao mesmo tempo. Isso sobrecarrega os profissionais e prejudica a eficácia das operações policiais[6][7].
  1. Impacto na Segurança Pública
  • A desigualdade salarial e a consequente evasão de profissionais qualificados têm um impacto direto na segurança pública. A falta de delegados bem treinados e motivados pode resultar em uma menor capacidade de combate ao crime e na resolução de casos[1][7].

Em resumo, os baixos vencimentos dos delegados de polícia no Brasil são causados por uma combinação de desigualdade salarial, falta de políticas de valorização, centralização burocrática e comparação desfavorável com outras carreiras. As consequências são graves e incluem evasão de profissionais, desmotivação, aumento da corrupção e impacto negativo na segurança pública.

Citations:
[1] https://www.poder360.com.br/brasil/desigualdade-salarial-nas-policias-causa-impacto-na-seguranca-diz-estudo/
[2] https://jcconcursos.com.br/noticia/brasil/salario-de-delegado-veja-ranking-nacional-dos-maiores-salarios-da-carreira-110720
[3] https://www.jusbrasil.com.br/artigos/autonomia-gerencial-e-financeira-a-policia-judiciaria-civil/307653895
[4] https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/baixo-salario-nao-justifica-ma-conduta-policial-diz-especialista-05zj35gxb3n7b29qwqo21uyj2/
[5] https://www.sindepominas.com.br/noticia/pcmg-esta-entre-as-mais-mal-pagas-do-pais-apesar-de-se-destacar-como-uma-das-mais-eficientes
[6] https://www.jusbrasil.com.br/noticias/delegados-de-minas-recebem-o-salario-mais-baixo-do-brasil/3157411
[7] https://sindpolmg.org.br/delegados-de-minas-recebem-o-salario-mais-baixo-do-brasil/


Aplica-se a todos os policiais civis!
Mas a causa principal é a corrupção na cúpula da polícia , ou seja, aqueles que ocupam cargos  de direção ( os nomeados pelo governo ) , de regra, apadrinhados por políticos ou herdeiros de distintivo .  
Ganham muito para não fazer nada além de cobrança$ de produtividade e impedir manifestações e a luta por melhores condições de trabalho ; especialmente: melhor remuneração! 
Como anos atrás um colega do DEIC nos alertou: “cuidado,  quem ganha R$ 200.000,00 por mês chora muito mais pela perda da cadeira do que pela morte de um filho(a). 
Verdade, infelizmente! 

O Jogo do Bicho e a corrupção policial na região da Baixada Santista 2

O Jogo do Bicho e a corrupção policial na região da Baixada Santista são temas complexos e interligados que têm uma longa história nessa área do litoral paulista.  Abaixo uma abordagem  de forma superficial :

 Jogo do Bicho

O Jogo do Bicho é uma loteria ilegal que surgiu no final do século XIX no Rio de Janeiro e se espalhou por todo o Brasil. Na Baixada Santista, desde a década de 1960 , quando da Ditadura Militar , assim como em outras regiões, essa prática se enraizou profundamente na cultura local.

Absurdamente , o jogo de bicho na Baixada Santista teve a organização e divisão de áreas  supervisionada e garantida pelo DEOPS, sob o pretexto de pacificar as violentas disputas .

Verdadeiramente: organizar a recolha de propinas tanto para políticos como para policiais. A corrupção policial institucionalizada sob ordens do Governo do Estado é um dos fatores que permite a continuidade dessa prática, criando um ambiente de impunidade e desconfiança nas instituições de segurança pública

Características do Jogo do Bicho na Baixada Santista:

Prevalência e Operação

Casas de Apostas: O Jogo do Bicho é operado através de casas de apostas clandestinas espalhadas pela região, muitas vezes disfarçadas como outros tipos de estabelecimentos comerciais.

Organização Estruturada: A operação do Jogo do Bicho é altamente organizada, com hierarquias bem definidas e uma rede de operadores que inclui banqueiros, cambistas e “gerentes” de pontos de apostas, técnicos em tecnologia de informação , profissionais de alta capacitação para desenvolvimento de plataformas e sistemas eletrônicos de gerenciamento e apostas via internet.

1. Popularidade: Apesar de ilegal, o jogo é amplamente aceito e praticado pela população local.

2. Organização: Existe uma estrutura hierárquica bem definida, com “banqueiros” no topo e “apontadores” nas ruas.

3. Movimentação financeira: Estima-se que o jogo movimente mais de cem milhões de reais anualmente na região.

4. Influência social: Os “bicheiros” frequentemente financiam eventos culturais e ações sociais, ganhando simpatia da comunidade.

5. Trocas de comandos e de centrais operacionais. Atualmente o jogo de bicho , especialmente por meio de máquinas eletrônicas , conta com a parceria entre banqueiros do Litoral Paulista e os do  Rio de Janeiro ;  também fazendo parte dessa associação criminal bicheiros da Capital deste Estado , políticos  e supostas relações com o PCC.

 Corrupção Policial

A corrupção policial é um problema gravíssimo em muitas partes do Brasil, e a Baixada Santista não é exceção. A problemática relação entre o Jogo do Bicho e a corrupção policial é frequentemente noticiada pelos órgãos de imprensa.

Aspectos da corrupção policial na região:

1. Propinas: Há denúncias recorrentes de policiais que recebem , quinzenalmente, pagamentos para não interferir nas atividades do Jogo do Bicho.

2. Proteção: Alguns policiais são acusados de fornecer informações privilegiadas aos bicheiros sobre operações planejadas. O vazamento de requisições do Ministério Público afastou a Corregedoria da Polícia Civil de quaisquer colaborações com o GAECO local.

3. Envolvimento direto: Casos de policiais diretamente envolvidos na administração de pontos de jogo já foram relatados.

4. Dificuldade de investigação: A corrupção dentro das forças policiais dificulta a investigação e o combate ao Jogo do Bicho. Formas de Corrupção

 Impactos na Sociedade

A combinação do Jogo do Bicho com a corrupção policial tem diversos efeitos na sociedade da Baixada Santista:

1. Desconfiança nas instituições: A percepção de que a polícia está envolvida em atividades ilegais mina a confiança da população nas forças de segurança.

2. Normalização da ilegalidade: A aceitação do Jogo do Bicho como parte da cultura local pode levar à normalização de outras atividades ilegais.

3. Violência: Disputas por território entre grupos rivais de bicheiros podem resultar em conflitos violentos, especialmente depois da negociação com bicheiros paulistanos que supostamente empregam membros do PCC como milícia .  

4. Lavagem de dinheiro: O grande volume de dinheiro movimentado pelo jogo pode ser usado para lavar dinheiro de outras atividades criminosas. Tais como: construtoras, postos de gasolina , mercados de bairro , bares e restaurante , além de revenda de automóveis usados.

Falta Esforços de Combate

Apesar dos desafios, não há – por parte das forças policiais – quaisquer esforços para combater tanto o Jogo do Bicho quanto a corrupção policial na Baixada Santista:

1. Operações especiais: Forças-tarefa são realizadas pelo GAECO, envolvendo apenas a PM e a Polícia Federal ; ocasionalmente formadas para investigar e desmantelar esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro.

2. Corregedoria: A corregedoria da polícia nada faz para investigar e punir policiais envolvidos em atividades ilegais. Aliás, faz sim: procrastina por anos a conclusão de processos administrativos que ficam arquivados até eventual condenação criminal confirmada pelo STF.

Policiais corregedores podem receber subornos para ignorar ou proteger operações de Jogo do Bicho, permitindo que essas atividades continuem sem interferência.

Em alguns casos, policiais corregedores  podem fornecer proteção direta aos policiais operadores do Jogo do Bicho ( os recolhas ) , avisando-os sobre operações de fiscalização iminentes.

Em situações mais graves, policiais corregedores podem estar diretamente envolvidos na operação do Jogo do Bicho, atuando como intermediários ou facilitadores.

Socorro Dr. Guilherme Santana, a Corregedoria não tem correção!

Memória da Polícia Civil de São Paulo- - Delegado de Polícia Guilherme  Santana da Silva, foi o Corregedor mais conhecido na Policia Civil  paulista, iniciando uma nova fase de atuação na Corregedoria

3. Falta conscientização pública: Campanhas educativas deveriam informar a população sobre os prejuízos causados pelo jogo ilegal e pela corrupção.

4. Propostas de legalização: Alguns argumentam que a legalização e regulamentação do Jogo do Bicho poderia reduzir a corrupção associada a ele. De fato, as propinas seguiriam apenas para os membros do topo da pirâmide.  Salientando-se que a corrupção policial sempre foi na forma de pirâmide invertida , ou seja , é maior na cúpula.

Observando-se que a cidade de São Vicente já tem a sua própria Loteria Municipal,  entregue aos cuidados de gente da cidade de Niterói.  

Vale dizer: o poder público municipal espalha o vício.  

Estratégias para Combater o Jogo do Bicho e a Corrupção Policial

 1. Reformas Institucionais

Transparência e Prestação de Contas: Implementar medidas de transparência e prestação de contas nas forças de segurança para reduzir oportunidades de corrupção.

Reformas Administrativas: Realizar reformas administrativas para melhorar a supervisão e o controle interno, garantindo que policiais corruptos sejam identificados e punidos.

2. Treinamento e Capacitação

Treinamento Anticorrupção: Oferecer treinamento regular sobre ética e combate à corrupção para policiais e outros agentes de segurança.

Capacitação em Investigação: Capacitar policiais e investigadores para identificar e combater operações de Jogo do Bicho e outras atividades ilegais de forma eficaz.

 3. Tecnologia e Inovação

Ferramentas de Monitoramento: Utilizar tecnologias avançadas, como análise de dados e vigilância eletrônica, para monitorar atividades suspeitas e identificar redes de corrupção.

Plataformas de Denúncia: Desenvolver plataformas seguras e anônimas para que cidadãos e policiais possam denunciar atividades corruptas sem medo de retaliação.

 4. Cooperação Interinstitucional

Ferramentas de Monitoramento: Utilizar tecnologias avançadas, como análise de dados e vigilância eletrônica, para monitorar atividades suspeitas e identificar redes de corrupção.

Plataformas de Denúncia: Desenvolver plataformas seguras e anônimas para que cidadãos e policiais possam denunciar atividades corruptas sem medo de retaliação.

Em conclusão, o Jogo do Bicho e a corrupção policial na Baixada Santista representam um desafio complexo e enraizado, que requer uma abordagem multifacetada para ser efetivamente combatido. A solução passa por mudanças culturais, fortalecimento das instituições e um compromisso contínuo com a integridade e a aplicação da lei , buscando-se  uma comunidade mais segura e justa.

MENDIGO DELIVERY EXPRESS – Sob forte influência da Polícia Militar a GCM de Santos – feudo do oficialato da PM – ensaia boicote à gestão da Dra. Raquel Gallinati 12

Membros do comando da Guarda de Santos ‘pedem pra sair’ após mudança de posturas
Além de exigir uma postura mais humana, Raquel teria descoberto outros problemas no comando e por isso a mudança foi necessária

CARLOS RATTON

Segundo uma fonte dentro da Guarda Municipal, os comerciantes ( observação do FLIT: amigos e pagantes ) não precisavam ligar sequer para o número 153, bastando apenas enviar uma foto de pessoas deitadas em frente ao seus estabelecimentos para exigir a ação

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTOS

A informação é extraoficial, mas parte do comando da Guarda Municipal de Santos teria pedido exoneração após a nova Secretária Municipal de Segurança, Raquel Kobashi Gallinatti Lombardi, ter exigido uma mudança de posturas da Corporação, sendo a principal delas o fim da abordagem de pessoas em situação de rua ao acreditar que a ação não é de segurança e competência da GCM, mas da Assistência Social, por se tratar de saúde pública. A secretária já havia declarado publicamente não concordar com as abordagens de cunho higienista e as exonerações já foram publicadas no Diário Oficial do Município (DOM).


Além de exigir uma postura mais humana, Raquel teria descoberto outros problemas no comando e por isso a mudança foi necessária.


Flagra
Ainda no início da gestão da nova secretária, quando os exonerados estavam no Comando, o Diário chegou a flagrar ações higienistas por dois dias seguidos. Uma equipe da GCM usava de força excessiva para abordar e retirar pertences de pessoas em situação de rua. A Reportagem flagrou as duas ações no entorno do Gonzaga, nas ruas Goitacazes e Carlos Fonseca, sempre nas primeiras horas da manhã.

O filme Colchão de Pedra, uma produção do Diário com a Universidade Santa Cecília (Unisanta), mostra claramente a situação que perdurava até pouco tempo atrás e foi sempre negada pela Comando da GCM de Santos, mesmo quando o filme servia de base para uma discussão, em outros veículos de comunicação, sobre pessoas em situação de rua.

Saúde pública
Antes de deixar a pasta da Secretaria de Desenvolvimento Social de Santos e voltar a ocupar uma cadeira na Câmara de Vereadores, Audrey Kleys, em entrevista ao Diário, já havia se manifestado sobre a luta contra o higienismo social: “É preciso que as pessoas compreendam que a legislação impede que pessoas sejam retiradas à força das ruas e que seus objetos sejam confiscados”.

Audrey estava tentando montar uma forte rede de apoio e capacitação para as pessoas, com o objetivo delas resgatarem a autonomia e serem reinseridas no mercado de trabalho. Também estava tentando otimizar os equipamentos e serviços oferecidos pelo setor, principalmente em relação à assistência às pessoas em situação de rua da Cidade, que aumentaram muito em função da pandemia de Covid 19.

Audrey Kleys, enquanto secretária, buscava combater esses problemas, entendendo que em muitas vezes a raiz do problema é mais de saúde pública do que social.

“Essas pessoas vivem em sofrimento. Muitas vezes, até durante os surtos, quando ficam violentos, os funcionários do desenvolvimento social têm dificuldades em atender. Estou reforçando a necessidade da atuação, em parceria conosco, dos profissionais da área da saúde, que têm a experiência em lidar com essas situações-limite”, revelava.

Prefeitura
Procurada, a Prefeitura de Santos nega categoricamente que a GCM tenha realizado ou esteja realizando “abordagens de cunho higienista”. 

A secretária Raquel Gallinati reafirma sua posição contrária a qualquer ação higienista ou ilegal. Ela esclarece que não houve uma mudança no padrão de atuação da GCM, mas sim um reforço nas ações direcionadas à identificação de possíveis criminosos entre as pessoas em situação de rua, respeitando a legalidade e garantindo a preservação da dignidade humana.

Raquel Gallinati também ressalta que o efetivo da GCM continuará prestando apoio às ações das secretarias de Desenvolvimento Social, Saúde, e de todas as pastas que solicitarem a colaboração da Seseg.

Em relação aos pedidos de exoneração, a Seseg informa que a GCM permanece sob o comando do comandante Ronaldo Pereira Pinto, que atualmente está em férias. A Secretaria esclarece que ocorreram mudanças pontuais na corporação, todas realizadas de forma voluntária, com as exonerações solicitadas sendo devidamente acatadas.

Por fim, a Seseg declara desconhecer as denúncias mencionadas e assegura que a GCM continua a dar apoio às polícias civil e militar, garantindo total segurança aos guardas municipais

Leia mais em: https://www.diariodolitoral.com.br/santos/membros-do-comando-da-guarda-de-santos-pedem-pra-sair-apos-mudanca/184519/

FLIT ARTIFICIAL – A violência e a corrupção policial aumentam o PIB …Formação escolar, capacitação e valorização dos policiais impedem o desvio de dinheiro público para os bolsos de políticos e representantes da elite do atraso 10

Verdadeiramente,  formação escolar e o treinamento dos policiais desempenham um papel crucial na mitigação da resistência cultural à implementação de tecnologias anticorrupção ( em sentindo amplo ).

Aqui – com auxílio de IA – tentaremos  exemplificar , abreviadamente , algumas iniciativas pelas quais a educação e a capacitação podem influenciar positivamente essa resistência:

1. Aumento da Compreensão e Aceitação

Treinamentos bem estruturados ajudam os policiais a entenderem o propósito e os benefícios das novas tecnologias. Quando os agentes compreendem como essas ferramentas podem melhorar a transparência, a eficiência e a segurança tanto para eles quanto para o público, a aceitação tende a aumentar.

2. Desenvolvimento de Competências Técnicas

A resistência muitas vezes surge do medo do desconhecido ou da falta de habilidades técnicas. Programas de treinamento que ensinam os policiais a usarem novas tecnologias de maneira eficaz reduzem a ansiedade e aumentam a confiança no uso dessas ferramentas.

3. Promoção de uma Cultura de Integridade

A formação contínua em ética, direitos humanos e práticas de policiamento transparente poderão ajudar a promover uma cultura de integridade dentro da força policial.

Quando os policiais são treinados para valorizar a transparência, a legalidade  e a responsabilidade, a resistência à tecnologia que promove esses valores tende a diminuir.

4. Incentivo à Participação Ativa

Envolver os policiais no processo de treinamento e implementação das tecnologias pode aumentar a sensação de pertencimento e responsabilidade. Quando os agentes sentem que suas opiniões e experiências são valorizadas, eles estão mais propensos a adotar novas práticas.

Espirito de corpo nada tem a ver com corporativismo mafioso!

E o tempo do cale a sua boca já morreu ( ou deveria )! 

5. Exemplos Práticos e Casos de Sucesso

Mostrar exemplos práticos e casos de sucesso de outras jurisdições onde a tecnologia ajudou a reduzir a corrupção e melhorar a eficiência pode ser inspirador. Treinamentos que incluem estudos de caso e demonstrações práticas ajudam a ilustrar os benefícios tangíveis das novas ferramentas.

6. Feedback contínuo e Ajustes

Programas de treinamento que incluem feedback contínuo permitem ajustes e melhorias baseados nas experiências dos policiais. Isso não só eleva a eficácia do treinamento, mas , também,  demonstra maior compromisso com o aprimoramento contínuo e a adaptação às necessidades dos agentes.

7. Reforço Positivo e Reconhecimento

Incorporar sistemas de reconhecimento e recompensas para policiais que utilizam as tecnologias de maneira eficaz e ética pode incentivar a adesão. O reforço positivo ajuda a criar uma cultura onde o uso de tecnologias anticorrupção é valorizado e recompensado.

8. Desmistificação de Preconceitos

Treinamentos que abordam e desmistificam preconceitos e medos relacionados às novas tecnologias podem reduzir a resistência. Explicar claramente que as tecnologias são ferramentas para melhorar o trabalho policial e não para punir injustamente os agentes é essencial.

9. Corregedorias independentes

Corregedorias independentes  composta por profissionais de elevada experiência policial e reconhecida honradez.

Com efeito , tal iniciativa foi adotada durante um governo ( José Serra)  , todavia a corrupção endêmica na Polícia Civil venceu e tudo voltou a ser como antes.

Subordinada ao Delegado Geral retornou a ser um instrumento de perseguição e higienização dos desafetos e inconvenientes. 

10. Escolha do Delegado Geral  da PC e do Comandante Geral da PM , por meio de lista tríplice e com mandato de , no mínimo, dois anos.

11. Reestruturação da Polícia Civil 

Urge o enxugamento dos inúmeros cargos existentes na PC , com definição de atribuições e garantias funcionais contra as diversos formas de assédio praticadas no órgão. Tais como: promoções por antiguidade até a classe especial; aposentadoria com integridade e paridade, além de assistência médica integral para o policial e núcleo familiar. 

Abaixo exemplo de Implementação de Treinamento desfeito por uma política corrupta.

– Câmeras Corporais em São Paulo:

 A Polícia Militar de São Paulo , no Governo anterior, apesar da resistência,  tentou implementar um programa de treinamento abrangente para o uso de câmeras corporais, incluindo sessões práticas e teóricas. Isso ajudou a reduzir a resistência inicial e aumentou a aceitação das câmeras.

Com efeito , tal iniciativa a princípio exitosa foi desfeita pela atual política de segurança pública implementada tendo como doutrina “a lei da bala , da tortura e da corrupção” !

Policiais  corruptos e violentos , desde o princípio, temeram   que o uso de tecnologias de monitoramento, como câmeras corporais e demais sistemas de rastreamento, pudessem  expor suas ações a um maior escrutínio, resultando em repercussões disciplinares ou criminais .

Essa desconfiança levou à sabotagem ativa ou passiva das tecnologias.

Conclusão

A formação , treinamento e recursos materiais confiáveis são ferramentas poderosas para influenciar positivamente a cultura organizacional e reduzir a resistência à implementação de tecnologias anticorrupção.

Sem esquecer de salário digno!

Para superar a resistência cultural é necessário um esforço coordenado que envolva várias estratégias:

  • Engajamento e Comunicação: Envolver os policiais no processo de implementação das tecnologias, explicando seus benefícios e ouvindo suas preocupações, pode ajudar a reduzir a resistência.
  • Liderança Forte: Líderes que demonstram um compromisso claro com a transparência e a integridade podem influenciar positivamente a cultura organizacional.
  • Capacitação e Educação: Programas de treinamento contínuo que destacam os benefícios das novas tecnologias e ensinam como usá-las eficazmente são essenciais.
  • Incentivos e Recompensas: Oferecer incentivos para comportamentos éticos e o uso adequado das tecnologias pode motivar os policiais a adotarem-nas.
  • Proteção e Suporte: Garantir que os policiais tenham proteção contra represálias por denunciar corrupção e que recebam suporte adequado pode ajudar a reduzir o medo e a desconfiança.

Superar a resistência cultural é um processo gradual que requer paciência, persistência e um compromisso genuíno com a reforma e a transparência.

Investir em programas de capacitação bem estruturados e contínuos é essencial para garantir que os policiais estejam preparados e motivados a adotar novas práticas que promovam a integridade e a transparência.

Observação: texto parcialmente produzido com o auxílio de Inteligência Artificial gratuita; podendo conter erros e acidental plagiamento.