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Alckmin será alvo de dois protestos em São Paulo 32
DIÓGENES CAMPANHA
DE SÃO PAULO
O governo de Geraldo Alckmin (PSDB) será o alvo de dois protestos programados para amanhã, em São Paulo, contra o suposto cartel em licitações do metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
O principal deles, organizado pelo Sindicato dos Metroviários, terá o apoio do Movimento Passe Livre, da CUT e de militantes do PT.
Os sindicalistas pretendem sair do Vale do Anhangabaú, no centro, a partir das 15h, e entregar uma carta de reivindicações na sede da Secretaria de Transportes Metropolitanos, também na região central, no fim da tarde. A dispersão deve ocorrer às 18h30, na praça da Sé.
O roteiro planejado pelos manifestantes deve incluir também outros órgãos do governo paulista e a sede do Ministério Público do Estado.
Apesar de o material de divulgação elaborado pelos metroviários fazer menção às “negociatas dos governos do PSDB”, os integrantes do MPL evitam classificar o “fora, Alckmin” como principal bandeira dos protestos.
“Não é pontualmente o Alckmin o responsável por esses atos de corrupção, apesar dos indícios de que os governos do PSDB tinham conhecimento de tudo”, disse Nina Capello, uma das representantes do movimento.
Segundo ela, o MPL, que se declara apartidário, se unirá “aos trabalhadores” para denunciar os problemas do transporte público.
O Sindicato dos Metroviários é filiado a uma central ligada ao PSTU. Narciso Soares, diretor da entidade, disse que o protesto será contra “os corruptos e corruptores, não só contra ele [Alckmin]”.
Ele afirmou que “a tendência” é que as palavras de ordem contra o governador sejam puxadas por petistas.
O PT não participa da organização da manifestação, mas seu presidente, Rui Falcão, disse na semana passada que militantes da sigla deverão participar do ato.
Já a CUT, ligada ao partido, deve engrossar não somente a manifestação programada para o centro da cidade, mas também um outro protesto, programado para as 17h na Assembleia Legislativa.
Um grupo da Central de Movimentos Populares quer levar até 500 pessoas para ocupar as galerias e a entrada da sede do Legislativo paulista para cobrar a instalação de uma CPI na Assembleia para investigar as denúncias sobre o suposto cartel. O PT trabalha pela criação da comissão de inquérito na Casa.
Um crime que compensa 16
Necessidade de repensar as polícias civil e militar ganha força no parlamento, na academia e nas redes sociais 81
Repórter na Segurança 11/08/2013 | 06h02
Ciclo único, corrupção nas corporações e mais eficiência na investigação são temas debatidos
Tema de duas Propostas de Emenda Constitucional (PEC) esquecidas no Congresso, a desmilitarização da Polícia Militar ganhou corpo em episódios como a repressão da PM em São Paulo nos protestos e com o recente desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Na esteira do debate sobre a desmilitarização, assuntos como ciclo único (polícia responsável tanto pela repressão ao crime quanto pela função judiciária), corrupção nas corporações e mais eficiência na investigação vêm à tona. Para especialistas e defensores dos direitos humanos, seria hora de repensar a polícia.
Na sexta-feira, foi informado o afastamento do coronel César Augusto Morelli do comando da Tropa de Choque da PM paulista, entre outras razões, pela contestada atuação nos protestos. Também surgiu a informação de que um traficante teria matado o pedreiro Amarildo para incriminar a PM.
A discussão sobre a reinvenção das corporações ocorre num contexto de violência em alta. O Brasil só perde para Venezuela e Colômbia em taxa de homicídios na América Latina, conforme a Organização das Nações Unidas (ONU), e tem a maior quantidade de mortes violentas do mundo em números absolutos, com cerca de 50 mil por ano — a Índia, segunda colocada, tem 40 mil homicídios por ano, com população cinco vezes maior que a brasileira. Para piorar, a taxa de solução desse tipo de crime no Brasil é de apenas 8%. E ainda há os cerca de 8,6 mil casos que não entram na estatística, conforme revelou na semana passada o Mapa dos Homicídios Ocultos, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Em maio de 2012, a Dinamarca chegou a recomendar, na reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que o Brasil extinguisse a Polícia Militar. A Anistia Internacional tem a mesma postura, em defesa da unificação das polícias em um padrão civil, com ciclo único (leia entrevista abaixo). O sociólogo Marcos Rolim é adepto da ideia de manter as duas polícias, mas com o ciclo completo em ambas (policiamento e investigação), sendo os casos divididos por tipo de delito.
— O problema é que temos duas metades de polícia que ficam brigando uma com a outra e não compartilham informação — observa Rolim.
Com a estrutura atual, prevista no artigo 144 da Constituição Federal, à PM cabe o policiamento ostensivo e à Civil as funções de polícia judiciária. Na visão do delegado Fábio Motta Lopes, diretor da Divisão de Ensino da Academia de Polícia Civil (Acadepol) e professor de Direito na Unisinos, o ciclo completo nas duas esferas é inviável.
— Policiamento de rua e investigação criminal são funções totalmente distintas — defende Lopes.
À semelhança das Forças Armadas
Por trás do termo desmilitarização há ainda outro aspecto sensível: a PM é constitucionalmente definida como uma força reserva do Exército, portanto, submetida a um modelo organizacional concebido à imagem e semelhança das Forças Armadas em questões de hierarquia e disciplina.
— Na medida em que não estão organizadas como polícias, mas como pequenos exércitos, os resultados são, salvo honrosas exceções, os desastres que conhecemos: ineficiência no combate ao crime, incapacidade de exercer controle interno, insensibilidade no relacionamento com os cidadãos — enumera o antropólogo Luiz Eduardo Soares, ex-secretário nacional de Segurança Pública.
Essa característica estrutural teria reflexos no treinamento dos soldados, voltado para combater o inimigo e não para mediar conflitos sociais. O coronel reformado da Polícia Militar do Distrito Federal Jair Tedeschi diz que o treinamento militar acabou — exceto nas unidades de choque. Durante os protestos no país, foi justamente a tropa de choque que atuou na contenção de multidões e na repressão aos grupos de vândalos infiltrados nos movimentos sociais. Em Estados como Rio e São Paulo, multiplicam-se críticas às corporações. Na Capital, 50 expedientes foram abertos pela Defensoria Pública para apurar supostos excessos na conduta policial.
PÍLULAS PARA DEBATE
Confira algumas propostas, com argumentos a favor e contra
Menos violência: a defesa da desmilitarização ganhou força após a repressão às manifestações de rua, principalmente no centro do país.
* Desvincular a PM das Forças Armadas. Acabaria com a hierarquia militar interna, abrindo mais a instituição.
* Poderia resultar em um enfraquecimento da instituição, calcada em hierarquia e disciplina inspiradas no Exército.
Mais transparência: mais proximidade com as comunidades e mais transparência na prestação de contas de suas ações.
* Aumentaria o índice de confiança popular na polícia.
* Não há contrariedade nesse ponto.
Ciclo completo: A PM começa o que não termina e a Civil termina o que não começa. Polícias devem patrulhar e investigar.
* Seriam solucionados problemas de concorrência entre as duas estruturas hoje existentes e de baixa cooperação mútua.
* As funções são muito distintas. A separação aumentaria os mecanismos de controle, uma estrutura regulando a outra.
Carreira única: delegados da Polícia Civil e oficiais da Polícia Militar têm carreiras distintas de inspetores e soldados.
* Aumentaria a perspectiva de progredir na carreira.
* Criaria uma demanda por recrutas mais especializados já no processo seletivo inicial.
Fontes: Fábio Motta Lopes, delegado e diretor da Divisão de Ensino da Acadepol, Jair Tedeschi, coronel reformado da Polícia Militar do Distrito Federal, Luiz Eduardo Soares, antropólogo e ex-secretário nacional de Segurança Pública, Marcos Rolim, sociólogo e consultor em segurança pública e Maurício Santoro, cientista político e assessor de Direitos Humanos da Anistia Internacional no Brasil.
ENTREVISTA — Jair Tedeschi, coronel da PM e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal
Coronel reformado da PM do Distrito Federal há 17 anos, Jair Tedeschi diz temer que a desmilitarização da polícia enfraqueça a hierarquia e a disciplina que sustentam a instituição há mais de 200 anos. Em entrevista, Tedeschi falou sobre mudanças na formação da polícia brasileira.
Zero Hora — São cada vez mais frequentes os questionamentos sobre a ação policial. O Brasil precisa repensar o seu modelo?
Jair Tedeschi — A sociedade se rebela contra o cerceamento de qualquer direito. E esquece que tem dever. Ela quer ter o direito de se manifestar da forma mais livre possível, então inventou a nova bandeira da desmilitarização. A Polícia Militar recebeu essa denominação por causa da sua criação, mas hoje é muito mais cidadã. É uma força militar reserva do Exército para ser empregada numa situação extrema, mas está à disposição do Estado. Ela vem se transformando cada vez mais numa polícia cidadã.
ZH — Então o senhor é contra a desmilitarização?
Tedeschi — Desmilitarizar é tirar a hierarquia e a disciplina. Você tem uma instituição como a Brigada Militar aí no Sul, e a Polícia Militar, que são bicentenárias e estão vivas até hoje porque são calcadas em hierarquia e disciplina.
ZH — Mesmo no modelo que está posto, o treinamento da polícia poderia ser menos voltado para o enfrentamento?
Tedeschi — O treinamento militar acabou. Se você pegar hoje o currículo de formação de qualquer academia vai encontrar matérias realmente muito mais voltadas para o social. Hoje nos quartéis não existe mais esse negócio de ficar em forma, de fazer educação física, de treinar tiro. À exceção das unidades de choque, que são um pouco mais aquarteladas.
ZH — E qual sua opinião sobre a unificação das polícias civil e militar?
Tedeschi — Falando como cidadão, não como policial, quero uma polícia que me proteja. Quero ter uma entidade que me defenda, que esteja na rua evitando crime e que esteja apurando crime. Se for uma polícia única, tudo bem. Acho bom unificar, mas será que todo mundo aceita? No início de Brasília, nos anos 60, era uma polícia única, a Guarda Especial de Brasília. Depois é que se separou. Poderia ter sido um embrião, mas não foi essa a ideia. Se funciona? Funcionou naquele período.
ENTREVISTA — Maurício Santoro, assessor de Direitos Humanos da Anistia Internacional no Brasil
O cientista político Maurício Santoro, assessor de Direitos Humanos da Anistia Internacional no Brasil, defende a extinção da Polícia Militar e unificação das polícias num padrão civil. Confira trechos da entrevista.
Zero Hora — O atual momento do país gerou questionamentos em torno da estrutura da polícia brasileira. O Brasil precisa repensar o seu modelo de polícia?
Maurício Santoro — É uma pauta que não nasceu agora, mas ganhou um novo gás porque um conjunto muito significativo de pessoas da classe média, que não costuma ser vítima da violência policial, passa a ser, e isso gerou uma revolta. Em alguns lugares, como no Rio, tem havido uma interlocução entre os ativistas de classe média e os moradores das favelas. Isso ficou muito evidente no caso do Amarildo, que está simbolizando de uma maneira muito forte vários problemas que envolvem a Polícia Militar e a segurança pública.
ZH — O que o senhor pensa sobre a unificação das polícias Civil e Militar?
Santoro — Nossa posição (da Anistia Internacional) é de que a polícia brasileira seja unificada num padrão civil. Uma polícia de ciclo único, responsável tanto pelas funções de prevenção e repressão ao crime quanto da polícia judiciária. O modelo policial do Brasil coloca duas polícias num nível de cooperação frágil, isso acaba criando um ambiente que favorece o crime. A persistência da impunidade, a enorme dificuldade de a polícia investigar a si mesma, a existência de uma Justiça Militar dificultam muito qualquer reforma.
ZH — Uma polícia nesse formato seria mais transparente?
Santoro — Sim. Seria mais transparente, teria uma melhor prestação de contas, teria um outro tipo e relação com a sociedade. A lógica da Polícia Militar, sobretudo no Brasil, que é braço das Forças Armadas, é combate. Ela é treinada para enfrentar o inimigo. Só que isso é uma situação de campo de batalha e não de segurança pública, que deveria ter tipo de diálogo, um envolvimento mais forte com o dia a dia das comunidades onde atua. Outra situação que a militarização atrapalha muito no Brasil é que cria uma estrutura hierárquica rígida, de modo que um policial que queira criticar um oficial que esteja numa atitude ilegal, por exemplo, não vai encontrar ambiente favorável. Muito pelo contrário.
ZERO HORA
Operação Blecaute: O apagão continua | 08.08.2013 55
Publicado em 09/08/2013
No dia 08 de agosto, Delegados e Policiais Civis de todo o Estado de São Paulo interromperam as atividades por quatro horas, das 10h00 às 14h00. O movimento, organizado pela ADPESP, contou com a adesão de 98 por cento das mais de 2 mil delegacias do Estado. A Operação Blecaute de 8 de agosto foi o segundo ato de protesto realizado pela Polícia Civil em menos de dez dias. O movimento teve por objetivo conscientizar a população contra as péssimas condições de trabalho, a desvalorização e o sucateamento da Polícia Civil, fatores que impossibilitam a prestação de um serviço de qualidade, gerando investigações improdutivas que deixam de prender os autores de pequenos delitos, estimulando-os a praticar os grandes crimes resultando na impunidade e na progressão criminosa.
TUCANOS E COLABORADORES – Ex-meganha beneficiário de cabide de emprego compara alunos do curso de direito da USP ao PCC 22
Coronel da segurança da USP compara alunos de direito ao PCC
Do UOL, em São Paulo
09/08/201319h35 > Atualizada 09/08/201320h37
O coronel Jefferson Almeida, ex-PM e atual diretor de Planejamento e Ações Comunitárias na Superintendência de Segurança da USP (Universidade de São Paulo) comparou nesta sexta-feira (9) os alunos de direito ao PCC (Primeiro Comando da Capital), facção criminosa que atua dentro e fora das cadeias paulistas.
Os estudantes decidiram entrar em greve nesta sexta (9) para pedir a mudança da grade do curso de direito da USP e eleições diretas para diretor e reitor na universidade.
O DCE Livre da USP postou uma foto de uma assembleia dos alunos e disse na legenda os motivos da greve e que tinha início o “primeiro Comando Aberto de Mobilizações e Greve”. Cerca de uma hora após a postagem, o coronel comentou a foto: “Primeiro Comando… só falta inserir Capital”.
No Facebook, algumas pessoas caracterizaram o comentário como “infeliz”. “Trata-se de um escândalo e absurdo sem precedentes. O suposto responsável pela segurança do conjunto da comunidade universitária uspiana simplesmente comparou estudantes da USP a criminosos!”, disse o DCE um nota publicada em seu site.
Resposta
Em nota enviada por meio da assessoria da USP, o coronel disse que não quis ofender o movimento. “Minha postagem no Facebook não compara os alunos de direito ao PCC. Foi apenas uma simples frase inserida dentro do estado democrático de direito, feito como um cidadão. Ressalto que em nenhum momento quis ofender o movimento estudantil, movimento este que entendo legítimo e necessário para as mudanças políticas em nosso país.”
OUTRA BARBARIDADE : Família de GCM chacinada 44
Subcomandante da Guarda Civil de Mairinque e esposa são executados
Laercio de Souza Lanes, subcomandante da Guarda Civil de Mairinque e sua esposa, Lindalva Prado Lanes, foram executados a tiros na noite desta sexta-feira (9). Um dos filhos do casal, de 10 anos, também foi baleado e socorrido em estado grave. Os três foram surpreendidos na casa da família, na rua Maria dos Santos Bernardo, Jardim Vitória. De acordo com as primeiras informações, Laercio foi atingido por um tiro na nuca, Lindalva nas costas e o garoto na cabeça. O menino foi internado no Hospital Regional de Sorocaba.
Os dois carros da família que estavam na casa foram levados. Um Ford Fiesta que seria de Lindalva, utilizado pelos criminosos para a fuga, capotou nas proximidades da residência. O de Laercio, um Pálio, foi incendiado em um bairro próximo. Não há informações sobre presos.
ADPESP – Operação Blecaute: Até Quando? Reage Interior! Dia 13 de agosto em Ribeirão Preto 157
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Caros Colegas
Propinoduto Tucano 29
Polícia Civil faz ‘operação blecaute’ e protesta na porta do DHPP 63
Policiais foram às ruas por melhores salários e condições de trabalho e pediram a saída do governador Geraldo Alckmin

Vagner Magalhães Direto de São Paulo
Cerca de 200 policiais civis fizeram um protesto na tarde desta quinta-feira, pelas ruas da região central de São Paulo. O ato, que começou na avenida Ipiranga, passou pela frente do Palácio da Polícia, onde fica a sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e seguiu para a sede da Secretaria de Segurança Pública. Na pauta, pedidos de melhoria de salários e condições de trabalho nas delegacias do Estado, e críticas contra o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB). Os policiais, inclusive, pediram a saída do tucano do governo.
Dois gritos de “guerra”, gravados e difundidos por um carro de som, deram o tom da manifestação. “Polícia acordou, o povo decidiu, PSDB, pior salário do Brasil” e “Segurança para o povo é paga com tributo, não pode ser usada pra pagar propinoduto.”
A manifestação foi promovida pela Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp), que afirma representar mais de 4 mil delegados de polícia. Desde segunda-feira há uma grande movimentação em frente ao DHPP por conta das investigações sobre a morte de dois policiais militares e mais três integrantes da família, na Vila Brasilândia, zona norte da capital paulista.
A paralisação ocorreu por quatro horas, das 10h às 14h. Nesta quinta-feira, parte das delegacias permaneceram de portas abertas, mas com as atividades paralisadas. Segundo a entidade, a cada 10 dias um delegado deixa a carreira por conta da má remuneração.
Segundo a Adpesp, 44 DPs em São Paulo aderiram à paralisação nesta quinta-feira. Ao todo, a capital paulista tem 103 distritos policiais.
Além de São Paulo, paralisaram os serviços DPs das cidades de Jundiaí, São José dos Campos, São João da Boa Vista, Presidente Prudente, Campinas, São Joaquim da Barra, Piracicaba, Aguaí, Limeira, Sertãozinho, Águas da Prata, Ribeirão Preto, Casa Branca, Santa Cruz do Rio Pardo, Ourinhos, Monte Alto, Parque São Rafael, Rio Claro, Americana, Monte Aprazível, Bebedouro, Serra Negra, Lindoia, Jaboticabal, Santa Maria da Serra, Avaré, Jaú, Paulínia, Lins, Socorro, Araraquara, Mongaguá, Sumaré, Aguas de Lindóia, Amparo, Presidente Prudente, Ubarana, Zacarias, São Caetano, Registro, Santa Cruz das Palmeiras, Tambaú, Caconde, Tapiratiba, Mococa, Itabi, Barretos, Divinolândia, Ibitinga, Agudos, Torrinha, São Sebastião da Grama, Suzanópolis, Adamantina, Itu, Matão, São Carlos, Santana Passa Quatro, Santana de Parnaíba, Votuporanga, Pitangueiras, Jaboticabal, Guariba, Dumond, Taquaral, Bauru, Barrinha, Pradópolis, Bragança Paulista, Nazaré Paulista, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Joanópolis, Pedra Bela, Pinhalzinho, Piracaia, Tuiuti, Vargem, Peruíbe, Ibirá, Palestina, Orindiúva, Olímpia, Altair, Iracemápolis, Cordeirópolis, São José do Rio Preto e Adamantina.
RESPOSTA DA SSP AO JORNAL O IMPARCIAL SOBRE AS DECLARAÇÕES DO SIPOL DE PRESIDENTE PRUDENTE E REGIÃO. 29
sipol-prudente.blogspot.com.br
“1 – A SSP informa, por meio de sua Assessoria de Imprensa, que respeita todo tipo de manifestação e acredita que as autoridades responsáveis pelos departamentos e pelas unidades policiais vão assegurar que não haja prejuízos à população.
E para os céticos: “Quem não apóia seu Sindicato não trabalha contro o Sindicato. Trabalha contra SI próprio, contra os COLEGAS e contra a própria família, pois toda luta sindical, essa sim é pra VOCÊ”. Obs. Não é crítica, é um pedido de conscientização e apoio.
Policiais civis fazem protesto na região central de São Paulo 51
Manifestantes caminhavam em direção à Secretaria da Segurança Pública.
Policiais pedem melhores salários e condições de trabalho.
Do G1 São Paulo

Cerca de 300 delegados e policiais civis faziam uma manifestação às 15h20 desta quinta-feira (8) nas ruas da região central de São Paulo, segundo a Polícia Militar. Delegacias de todo o estado tiveram suas atividades paralisadas em protesto entre as 10h e as 14h desta quinta.
Os manifestantes bloquearam vias do Centro durante a caminhada em direção à secretaria. A categoria protestava por melhores condições de trabalho e por maiores salários.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo disse que respeita qualquer tipo de manifestação. A pasta afirmou, porém, que os policiais civis de todo o estado tiveram recomposição salarial, na qual receberam 27,7% de aumento nos últimos dois anos.
Protesto anterior
Delegados e policiais civis de São Paulo também fizeram uma paralisação semelhante no dia 29 de julho. A paralisação, que começou oficialmente às 10h, se estendeu por um período de duas horas, segundo a ADPESP.
De acordo com a associação, cerca de 80% dos mais de mil distritos policias paulistas participaram do ato e paralisaram temporariamente as atividades. Durante o protesto, a delegacias permaneceram com as portas abertas, mas os policiais não atendiam a população.
CREDIBILIDADE NO LIXO: PSDB quer instituir uma investigação privada para esconder a corrupção no metrô 14
Governo de SP vai lançar comissão independente para investigar contratos
BRUNO BOGHOSSIAN
DO PAINEL
O governo de São Paulo vai lançar na manhã desta sexta-feira uma comissão externa, formada por representantes de entidades e organizações da sociedade civil, para investigar as denúncias de formação de cartel em licitações dos sistemas de trem e metrô do Estado.
O objetivo da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) é passar a imagem de que está colaborando com a apuração do caso e que o Estado é vítima de um acordo entre as empresas que venceram as concorrências.
O grupo será formado por ao menos 15 integrantes, indicados por instituições e entidades de classe como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Transparência Brasil, MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral) e Instituto Ethos.
A comissão, segundo integrantes do Palácio dos Bandeirantes, terá independência para investigar as denúncias e terá acesso a documentos do governo e da Corregedoria-Geral da Administração.
CADE
O caso já é investigado pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a partir de denúncia da multinacional alemã Siemens. A Folha revelou que a empresa apresentou às autoridades brasileiras documentos nos quais afirma que o governo paulista soube e deu aval à formação de um cartel.
A negociação com representantes do Estado, segundo a Siemens, está registrada em “diários” apresentados pela empresa ao Conselho.
Em troca das informações, a empresa assinou com o Cade um acordo de leniência, que pode lhe garantir imunidade caso o cartel seja confirmado e punido.
De acordo com os documentos apresentados pela empresa, o suposto conluio ocorreu no período dos governos de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB.
Alckmin negou que o governo tenha dado aval à formação de um cartel para a licitação da linha 5 e disse que, caso algo seja provado e exista um agente público envolvido, ele será rigorosamente punido.
O governo de Alckmin chegou a ir à Justiça para obter documentos sobre investigação de cartel mas teve o pedido negado.
Major Olímpio – Manifestação de Policiais 18
DENARC : Número de delegacias passa de 10 para 6 e o total de funcionários cairá de 400 para 220 39
Após escândalo, Denarc é reduzido e tem nome alterado
Nº de delegacias passa de 10 para 6 e o total de funcionários deve ir de 400 para 220; sigla inclui agora ‘Prevenção’
O suposto esquema de extorsão, tortura e sequestro de traficantes, envolvendo policiais do Departamento de Narcóticos de São Paulo, que levou à prisão temporária de 13 agentes, provocou uma profunda reformulação na pasta, anunciada ontem por decreto no Diário Oficial do Estado.
As mudanças atingiram desde o nome do departamento, passando pelo tamanho, estrutura e atividades. “O principal objetivo é fortalecer as ações do departamento e o controle sobre suas atividades”, disse o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira.
A sigla do departamento permanece a mesma. Mas o Denarc passa a se chamar Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (foi acrescentado o termo Prevenção ao antigo nome). O limite de atuação também fica restrito à capital, em vez de compreender todo o Estado.
“As investigações no interior só devem ocorrer em casos excepcionais, com autorização do diretor do departamento”, afirma Grella.
Ainda será criada uma Unidade de Contrainteligência Policial (Ucip) para identificar vazamentos de informações que possam prejudicar o trabalho investigativo. Em relação à estrutura, serão também criadas a Divisão de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise), que substituirá as extintas Divisão de Investigações Gerais (DIG) e a Divisão Especial de Apoio (Deap). A nova organização reduz em quatro o total de delegacias subordinadas às antigas divisões, passando de 10 para 6.
O trabalho da Dise será concentrado em investigar o tráfico na capital, combatendo organizações criminosas. Segundo o secretário de Segurança, o total de funcionários do departamento deve cair de 400 para cerca de 220.








