Os amarildos do Brasil – Eu tenho hoje ódio de polícia, eu peguei raiva de polícia, eu não sei se confio na polícia ou em bandido 36

O GLOBO

18 Ago 2013

SEM DEIXAR VESTÍGIOS

Drama vivido pelos parentes do pedreiro da Rocinha é comum a outras famílias do país

Gustavo Uribe e Marcelo Fiuza

SÃO PAULO

Já era noite quando Caíque de Lima, de 18 anos, e Matias do Nascimento, de 19 anos, caminhavam em direção a uma pastelaria no Jardim Presidente Dutra, bairro da periferia de Guarulhos (SP). Os amigos de infância, que trabalhavam como ajudantes de pedreiro, tinham combinado de encontrar no local as suas namoradas. No caminho, segundo moradores do bairro, teriam sido abordados por um carro de polícia. Desde o dia 12 de julho de 2012, nunca mais foram vistos. A mãe de Matias, Maria Alice, que tem esperanças de encontrar o filho, ainda guarda as suas roupas no armário e a sua bicicleta no quintal. Segundo ela, o jovem, que anos antes teve passagem pela Fundação Casa, tinha o sonho de tornar-se alinhador mecânico, como o pai.

– Eu tenho hoje ódio de polícia, eu peguei raiva de polícia, eu não sei se confio na polícia ou em bandido. Eu estou em depressão hoje, tudo nesta casa lembra o meu filho – desabafou a mãe.

O desaparecimento dos amigos de infância não foi o único caso ao qual O GLOBO teve acesso, e que, segundo testemunhas, envolveriam forças policiais. Como o ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, desaparecido há mais de um mês no Rio de Janeiro, jovens de São Paulo, Minas Gerais e Goiás não são vistos por suas famílias há anos. Os casos seguem sem solução.

No primeiro semestre deste ano, o Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos, recebeu 504 denúncias de uso de força não legítima pela polícia, número superior ao registrado no mesmo período do ano passado, de 413. Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Paraná concentraram metade das denúncias de violência policial neste primeiro semestre, 253. As denúncias de prisões ilegais também tiveram crescimento no período, de 44 para 121, assim como de execuções sumárias, de cinco para dez.

Neste ano também, a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo informou ter recebido cinco denúncias de desaparecimento de pessoas após abordagem policial. Segundo o coordenador da comissão da entidade civil, Martim de Almeida Sampaio, o perfil comum da maior parte dos desaparecidos nos últimos anos é de jovens negros e pobres, sem antecedentes criminais, que vivem na periferia das cidades. Os dados da entidade civil são subnotificados, ou seja, pode haver mais casos, uma vez que muitas testemunhas de desaparecimentos não notificam formalmente os episódios, muitas delas por medo de sofrer retaliação.

– O que tem acontecido de uns anos para cá são casos de desaparecidos por força de ação de grupos paramilitares, sobretudo milicianos, muitas vezes integrados por policiais militares, por membros das forças de segurança. E obviamente que esse pessoal, essas milícias, agem à margem da lei. E quem sofre desse tipo de ação tem um enorme medo e uma grande dificuldade de denunciar esses casos publicamente, porque podem ser as próximas vítimas – explicou o coordenador da Comissão de Direitos Humanos da OAB no Rio de Janeiro, Marcelo Chalréo.

Segundo O GLOBO apurou, não há estatísticas ou levantamentos oficiais nem nos estados nem no país de desaparecidos após abordagem policial. O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo (PSOL), criticou a precariedade em torno das informações sobre desaparecidos no país.

– Hoje, se consegue ter mais informações sobre carros roubados do que sobre pessoas desaparecidas, o que é sintomático em termos de prioridade do poder público na área de segurança pública. O fato é que não há qualquer tipo de diagnóstico feito. E quando não se tem diagnóstico, não se tem política pública – criticou.

O assessor de direitos humanos da Anistia Internacional no Brasil, Maurício Santoro, observa que o desaparecimento após abordagem policial não é um problema que tem se manifestado apenas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, mas no país inteiro. Ele avaliou que a apuração desses casos não é feita da maneira esperada, uma vez que, diante das denúncias de envolvimento de policiais, “a primeira reação da corporação é de proteger o policial”.

– A gente não tem como dizer com todas as letras que esses casos são maioria, porque não temos estatísticas oficiais para isso, mas a gente pode afirmar que eles são, pelo menos, uma parcela muito significativa de casos de desaparecimento – afirmou.

O mesmo drama da mãe de Matias do Nascimento é vivido pela família da assistente social Francilene Gomes Fernandes, irmã de Paulo Alexandre, desaparecido em 2006. O jovem, na época com 23 anos, estava em um bar com os amigos no bairro de Itaquera, Zona Leste de São Paulo, quando teria sido abordado, segundo testemunhas, por uma viatura das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), da Polícia Militar.

O caso ocorreu na semana em que explodiu uma crise em São Paulo entre o governo estadual e uma facção criminosa. Desde aquele dia, o jovem, que no passado havia cumprido pena pelo furto de R$ 11, nunca mais foi visto. A irmã chegou a escrever trabalhos acadêmicos sobre o desaparecimento.

Nota de corte para eliminação das Praças…( No Brasil nunca houve concurso honesto ) 27

Investigação

Candidatos suspeitam de fraude em prova para oficial da PM em SP

De A Tribuna On-line

Candidatos do concurso para oficiais da Polícia Militar de São Paulo, um dos mais concorridos do país, desconfiam da lisura da seleção e suspeitam de fraude. Segundo eles, os resultados foram divulgados antes do previsto pela Vunesp, organizadora do concurso, ainda no período previsto para dar entrada a recursos da prova de redação, como mostrou o Bom Dia São Paulo desta sexta-feira. Mais de 12 mil candidatos concorreram a uma das vagas para ingressar na Academia do Barro Branco.

Oficialmente, o resultado deveria sair nesta sexta, mas foi divulgado no dia 4 de agosto, enquanto os candidatos ainda podiam entrar com recursos da prova de redação. A Vunesp divulgou o resultado da nota de corte no próprio site e convocou os candidatos aprovados para a prova de condicionamento físico. Minutos depois, as informações sumiram do site.

Em nota, a Vunesp admitiu que divulgou equivocadamente a situação do candidato como “convocado para a prova de condicionamento físico”, enquanto deveria indicar apenas de ele havia sido eliminado ou habilitado.

“Esclarecemos, ainda, que, em um primeiro momento, o resultado inicial disponibilizado no site desta Fundação, equivocadamente, indicou a situação do candidato como “convocado para a prova de condicionamento físico”, enquanto deveria indicar, apenas, a situação “eliminado” ou “habilitado”. Todavia, ressaltamos que tal ocorrência em nada comprometeu a lisura do concurso público, vez que a convocação à prova de condicionamento físico será oportunamente efetivada aos 1.104 candidatos que obtiverem a melhor classificação na Prova Escrita”, informa o texto.

No concurso de oficial da PM teve uma  concorrência de 54 candidatos por vaga – eles passam por provas escrita e física. A Vunesp realiza o exame desde 2010. Antes, o concurso era organizado pela Fuvest.

O desprestígio da advocacia e dos advogados 14

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RAIMUNDO HERMES BARBOSA

A TRIBUNA DE SANTOS

Os advogados nunca estiveram tão desprestigiados como nos dias atuais. Todas as mazelas do Judiciário são deslocadas para os ombros da advocacia, como se a mesma fosse a responsável pelos desmandos do poder público com a Justiça. Se o processo demora colocam a culpa no excesso de recursos, como se fosse verdade. Entretanto, cumpre realçar que se o processo demora a culpa não é dos advogados, e sim, do Judiciário desaparelhado e carente de profissionais, tanto no campo dos serventuários, como no número reduzido de juízes, bem como nas Varas criadas e não instaladas por falta de pessoal.

O processo vai se arrastando, e ponha-se a culpa nos advogados, que recorrem das sentenças mal elaboradas, até mesmo por falta de tempo material dos juízes de primeira instância. Os juízes, por sua vez, sempre contam com os advogados para agilizar os processos de suas Varas. Toda via, a consideração com os advogados é nenhuma, basta que chegue atrasado para uma audiência, minutos que seja, e o mundo desaba sobre sua cabeça, pois no mínimo será considerada falta de zelo, afinal, onde já se viu um causídico chegar minutos atrasados, deixando sua excelência esperando.

Contudo, os advogados permanecem horas e horas aguardando ser chamado para uma audiência previamente marcada com horário distinto da realização da mesma. E a nossa querida Seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil silente, apática e tratando de várias outras questões, esquecida do exercício profissional e dos advogados guerreiros, sofredores do dia a dia do Fórum.

Não se tem conhecimento de uma reunião entre o presidente da OAB/SP e o presidente do TJ/SP para tratar de assuntos sérios relacionados com a Justiça, que cada dia se afasta mais do povo. Basta verificar o Peticionamento Eletrônico sem as devidas salvaguardas e alternativas para o cidadão. Por exemplo: caso o sistema saia do ar ou não funcione, como tem ocorrido, como ficarão os advogados que não conseguiram interpor o recurso e o prazo se exauriu? Como ficarão perante seus clientes, posto que não tiveram alternativa.

O desrespeito com os advogados é tão grande que o TJ/SP baixou uma resolução decretando que, mesmo que os advogados já estejam na fila às 19h, o expediente será encerrado. E aqueles que chegaram às 18h com um recurso, dentro do prazo fatal, e a fila não andou? Ele será responsabilizado pelo cliente mediante indenização, previsto no Estatuto, porém a culpa foi da fila, pois ele chegou a tempo de protocolizar.

Não podemos aceitar essa passividade da nossa entidade. Dentre as preocupações da Seccional de São Paulo da OAB, a primeira deveria e tem que ser com o exercício do mister do advogado no seu dia a dia, pois, através dele estará defendo em cada ponto do Estado, de maneira inquestionável, a cidadania.

(Raimundo Hermes Barbosa, presidente da Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo (Fadesp) http://www.fadesp.adv.br)

Operação Blecaute: Até Quando? interrompeu as atividades da Polícia Civil por cinco horas 27

Nesta terça-feira (13/08) Delegados e Policiais Civis de todo o Estado de São Paulo suspenderam suas atividades por cinco horas em protesto contra as péssimas condições de trabalho impostas pelo Governo e o avanço da criminalidade para o Interior Paulista.

A Operação Blecaute: Até Quando?, movimento organizado pela ADPESP (Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo), contou com a adesão de 98 por cento das mais de 2 mil delegacias do Estado. Este foi o terceiro ato de protesto realizado pela Polícia Civil em menos de quinze dias.
O ato teve por objetivo protestar contra o Governo Paulista que por mais de 20 anos vem executando uma administração equivocada de sucateamento da Polícia Civil, resultando nos altos índices de criminalidade e nas baixas porcentagens de esclarecimento, aumentando diretamente a insegurança da população e a criminalidade no Interior Paulista.
Após o período de interrupção das atividades, cerca de 700 Delegados e Policiais Civis da Capital e Interior paulista, representantes das mais de todas as seccionais do Estado, se reuniram no centro de Ribeirão Preto. O ato teve início com protesto realizado em frente ao Teatro Dom Pedro II, onde representantes de vários Sindicatos de Polícia fizeram uso da palavra, entre eles a presidente da ADPESP, Dra. Marilda Pansonato Pinheiro, do Emauri Lúcio da Mata, presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Ribeirão.
Logo depois do protesto houve passeata que caminhou rumo à Câmara Municipal de Ribeirão Preto, onde uma comissão de representantes da Polícia pelo presidente, vereador Cícero Gomes da Silva e pelo vereador, Samuel Zanferdini. No plenário, todos os participantes da passeata também foram recebidos em sessão ordinária transmitida pela TV Câmara e demais órgãos de imprensa local. Em discurso, a presidente da ADPESP,  Dra. Marilda Pansonato, salientou que a Polícia Civil segue impedida de exercer seu trabalho por conta do sucateamento feito pelo Governo.
Mais uma vez, o resultado bem-sucedido do movimento contou com a adesão total de todos os Delgados e Policiais Civis do Estado. E, até quando permaneceremos reféns do descaso do Governo Paulista em relação à Segurança Pública? O basta contra tantos desrespeitos vem sendo dado, dia a pós dia, com a união de toda classe à luta por melhores condições de trabalho para prestar um atendimento digno e de qualidade ao povo paulista.

Confira a repercussão na mídia:

Policiais civis protestam em Ribeirão por melhores condições de trabalho 17

Enviado em 14/08/2013 as 7:44 – MENDIGO

13/08/2013 23h10 – Atualizado em 13/08/2013 23h18

Sindicatos pedem mais estrutura em delegacias para combate ao crime.
SSP informou que está empenhada em negociar com a categoria.
Do G1 Ribeirão e Franca

Policiais civis de diferentes cidades da região de Ribeirão Preto (SP) se reuniram na Praça XV de Novembro, no Centro de Ribeirão, para reivindicar melhores condições de trabalho. Com cartazes e apitos, a categoria reclamou ao governo estadual melhorias na estrutura, melhores salários e aumento no número de funcionários nas delegacias para tornar mais efetivo o combate ao crime. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) informou que está aberta a negociações com os policiais.
O protesto, que faz parte de um movimento realizado em outras cidades do Estado e denominado Operação “Blecaute”, paralisou os serviços das 10h às 15h em delegacias de Ribeirão Preto, que só atenderam flagrantes nesse período. A manifestação pacifica teve adesão de entidades como o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) e a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp).
saiba mais
Homem se passa por delegado da PF e faz vítimas em Ribeirão Preto
Justiça condena 4 dos 22 envolvidos em ‘tribunal do crime’ em Ribeirão
“A Polícia Civil paulista não tem qualquer condição de realizar o seu trabalho, e a culpa não é dos policiais. A culpa é do governo que não estrutura a Polícia Civil para que possa fazer as investigações. Os policiais querem, mas infelizmente o governo não nos dá condições de trabalho”, afirmou George Melão, presidente do Sindpesp.
Segundo ele, o número de profissionais que trabalham nas delegacias paulistas é o mesmo de 1994 e os prédios estão em condições precárias. “Não temos equipamentos a contento, equipamentos de ponta, não temos delegacia com estrutura de delegacia, ou seja, prédios que não possuem qualquer condição de abrigar uma unidade policial. Se o Governo de São Paulo não acordar vamos à falência.”
A falta de condições de trabalho têm levado muitos policiais civis a desistirem da carreira ou se mudarem do Estado, de acordo com Marilda Pansonato Pinheiro, presidente da Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo. “Depois de 20 anos de sucateamento, pouco restou do policial civil. Desmotivado, desvalorizado, totalmente esquecido e o resultado quem paga é a sociedade. Em São Paulo, a cada dez dias um delegado abandona a carreira. Ou ele vai para outra carreira jurídica ou vai para outro Estado ser delegado de polícia”, disse.
Governo do Estado
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo comunicou, em nota, que está empenhada em negociar com os policiais e informou que nos últimos dois anos eles tiveram reajuste salarial e inclusão de benefícios.

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http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2013/08/policiais-civis-protestam-em-ribeirao-por-melhores-condicoes-de-trabalho.html

Dissídio coletivo das categorias policiais – Audiência marcada pelo Desembargador José Gaspar Gonzaga Franceschini, vice-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, para 22 de agosto 181

VicePresidenteJoseGasparGonzagaFranceschiniEnviado em 14/08/2013 as 7:26

14 de agosto de 2013 Notícias
No dia de ontem – 13/08/2013, o SIPESP, representado pelo Presidente João Rebouças, juntamente com o escritório que administra o Departamento Jurídico, representado pelos Drs. Evandro Capano e Fernando Capano, estiveram no Tribunal de Justiça para dar prosseguimento ao pedido de Audiência no Dissídio Coletivo das categorias.

Foi uma surpresa muito gratificante a receptividade do Desembargador José Gaspar Gonzaga Franceschini, o qual com uma simplicidade e grande conhecimento, mostrou-se sensível as nossas reivindicações.

Levamos ao conhecimento do mesmo, o motivo da nossa preocupação pelo momento em que passa a Segurança Pública no Estado.

Imediatamente foi marcada a data de 22 de Agosto de 2013, para a primeira audiência, na qual o governo será “intimado”, para sentar-se à mesa de negociações com as entidades.

Foi uma Vitória Fantástica do SIPESP e de seu Departamento Jurídico.

Agora o governo do Estado deverá, neste Dissídio, comparecer perante a Justiça e iniciar as negociações.

fonte: site Sipesp: http://www.sipesp.org.br/comunicado-2/#more-989

Altamiro Borges: Protestos contra Alckmin vão crescer – “Fora Alckmin” 18

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publicado em 13 de agosto de 2013 às 15:00

por Altamiro Borges, em seu blog

Nesta quarta-feira, dia 14, estão agendados dois protestos contra o propinoduto tucano, o esquema de corrupção envolvendo os governos do PSDB de São Paulo e poderosas multinacionais do setor de transporte – como Siemens e Alstom.

O primeiro, que sairá do Vale do Anhangabaú às 15 horas, é organizado pelo Sindicato dos Metroviários e pelo Movimento Passe Livre (MPL).

Já o segundo, às 17 horas, é convocado por centrais sindicais e movimentos estudantis e comunitários, ocupará a frente da Assembleia Legislativa e exigirá a instalação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para averiguar as denúncias de corrupção em licitações do Metrô.

Apesar das diferenças de enfoques – há setores que já pregam o chamado “Fora Alckmin” e outros que centram suas energias na exigência da criação da CPI -, há consenso nos movimentos sociais de que é preciso intensificar a pressão contra o tucanato que hegemoniza o estado há quase duas décadas.

A ideia é não abandonar as ruas nas próximas semanas. Uma plenária de entidades da juventude na semana passada fixou um intenso calendário de mobilizações. A avaliação é de que o PSDB está fragilizado, inclusive com a quebra da blindagem da mídia, e que é necessário reforçar a pressão da sociedade contra os seus desmandos e os seus estragos em São Paulo.

O governador Geraldo Alckmin está na berlinda e será o principal alvo dos protestos. Num primeiro momento, ele negou as denúncias e afirmou que não sabia de nada. Na sequência, ele montou uma comissão de fachada – com entidades que inclusive são financiadas pelas multinacionais envolvidas no esquema de corrupção – para “averiguar” as denúncias de corrupção.

A bancada governista na Assembleia Legislativa tem feito de tudo para evitar a instalação da CPI, mas os deputados morrem de medo da pressão das ruas. A batalha contra o propinoduto tucano será decidida nos próximas dias, o que reforça a urgência de massivas mobilizações populares.

Desde 1995, a agremiação que rouba as cartas em São Paulo é o PSDB. 15

Enrolado, Alckmin se agarra às más companhias

Josias de Souza – UOL

13/08/2013 20:59

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, convocou uma entrevista coletiva para repassar aos jornalistas duas informações sobre o conluio que fraudou licitações para a compra de equipamentos de trens e do metrô:

1. Seu governo não está na chuva sozinho: “Não houve cartel só em São Paulo. […] Há irregularidades em licitações de transporte e energia em diversos outros Estados e também em obras do governo federal.”

2. A delatora Siemens será processada: “A empresa foi chamada duas vezes pela controladoria do Estado de São Paulo para prestar esclarecimentos. E, por duas vezes, se recusou a colaborar com as investigações. Cabe a nós, agora, conseguir o ressarcimento devido ao Estado.” Os contratos serão mantidos.

É curiosa, muito curiosa, curiosíssima a movimentação do tucanato. A plateia fica com a impressão de que as plumas e os bicos só se mexem quando alguém grita “pega ladrão”.

Trocando em miúdos: descobriu-se que os trilhos de São Paulo cheiravam mal em 2008. Naquele ano, noticiou-se no estrangeiro que a fancesa Alstom encontrava-se sob investigação na França e na Suíça. A empresa pagara propinas ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Só no metrô de São Paulo, a Alstom distribuíra por baixo da mesa US$ 6,8 milhões. (Nessa fase, a encrenca também tinha ramificações noutros Estados e no governo federal, então sob Lula).

Uma autoridade envolvida nessa apuração que veio à luz em 2008 relatara que, três anos antes, pessoas responsáveis pelas compras de equipamentos em São Paulo sugeriram à Alstom que desse “um presente político para o caixa do partido”. Que partido? Desde 1995, a agremiação que dá as cartas no Estado é o PSDB.

Surpreendido pela notícia, o tucanato prometera rigorosas apurações. E nada. Num raciocínio de lavadeira, os tucanos imaginaram que bastaria colocar o ferro em cima do escândalo e esperar o tempo passar. Erro. De repente, a alemã Siemens, parceira da Alstom num dos contratos do metrô paulista, propôs ao Cade trocar autodelação por leniência punitiva.

Celebrado o acordo, a Siemens levou à mesa as cartas marcadas de São Paulo, do Distrito Federal e, pelo que diz Alckmin, também de outras praças. O que faz o governador de São Paulo? Finge que 2008 não existiu, declara que seu governo é “vítima”, insinua que o estouro de cartéis é atribuição do Cade, trata o delator a pontapés e liga o ventilador: “Não houve cartel só em São Paulo.” Novo erro.

As más companhias não melhoram nem pioram a alma de ninguém. Judas andava com Cristo. E vice-versa. Na verdade, o que as más companhias –e sobretudo as péssimas companhias— oferecem é a ilusão que faz certas pessoas se imaginarem melhores do que são. O PSDB ainda não se deu conta. Mas as ruas cheias de junho revelaram o surgimento de um Brasil diferente. Um país que já não aceita passivamente o papel de bobo.

13/08/2013 – Acompanhe a estimativa de adesão das delegacias a Operação Blecaute: Até quando? 57

http://www.adpesp.org.br/noticias_exibe.php?id=5612

 

Última atualização: 12h50

1ª SECCIONAL – (Centro – Capital) – 82% de adesão

2ª SECCIONAL (Sul– Capital) – 91% de adesão

3ª SECCIONAL (Oeste– Capital) – 72% de adesão

4ª SECCIONAL (Norte– Capital) – 83% de adesão

5ª SECCIONAL (Leste– Capital) – 74% de adesão

6ª SECCIONAL (Sul– Capital) – 87% de adesão

7ª SECCIONAL (Leste– Capital)  – 90% de adesão

8ª SECCIONAL  (Leste– Capital) – 83% de adesão

SECCIONAL GUARULHOS – 87% de adesão
Guarulhos, Arujá e Santa Isabel

SECCIONAL DE MOGI DAS CRUZES – 83% de adesão

SECCIONAL SANTO ANDRÉ – 95% de adesão

SECCIONAL DE SÃO BERNARDO DO CAMPO – 89% de adesão

SECCIONAL TABOÃO DA SERRA – 79% de adesão

SECCIONAL FRANCO DA ROCHA – 89% de adesão

SECCIONAL DIADEMA – 81% de adesão

SECCIONAL CARAPICUIBA – 79% de adesão

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – 84% de adesão

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS: Caçapava, Jambeiro e Monteiro Lobato

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE CRUZEIRO – 81 % de adesão

CRUZEIRO: Arapeí, Areias, Bananal, Lavrinhas, Queluz, São José do Barreiro e Silveiras.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE GUARATINGUETÁ – 79% de adesão

GUARATINGUETA: Aparecida do Norte, Cachoeira Paulista, Canas, Cunha, Lorena, Piquete, Potim e Roseira.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE JACAREÍ – 82% de adesão

JACAREÍ: Igarata,  Paraibuna e Santa Branca.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SÃO SEBASTIÃO – 69% de adesão

SÃO SEBASTIÃO: Caraguatatuba, Ilha Bela e Ubatuba.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE TAUBATÉ – 83% de adesão

TAUBATÉ: Campos do Jordão, Lagoinha, Natividade da Serra, Pindamonhangaba, Redenção da Serra, Santo Antonio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São Luiz do Paraitinga e Tremembé.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE CAMPINAS – 85% de adesão

CAMPINAS: Indaiatuba, Paulínia, Valinhos e Vinhedo

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE BRAGANÇA PAULISTA – 86% de adesão

BRAGANÇA PAULISTA: Águas de Líndóia, Amparo, Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Joanópolis, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Nazaré Paulista, Pedra Bela, Pinhalzinho, Piracaia, Serra Negra, Socorro, Tuiuti e Vargem.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE JUNDIAÍ – 77% de adesão

JUNDIAÍ: Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Itatiba, Itupeva, Jarinú, Louveira, Morungaba e Várzea Paulista.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE  MOGI GUAÇU – 89% de adesão

MOGI GUAÇÚ: Estiva Gerbi, Holambra, Itapira, Jaguariúna, Mogi Mirim, Pedreira e Santo Antonio da Posse.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE RIBEIRÃO PRETO – 100% de adesão

RIBEIRÃO PRETO: Altinópolis, Brodosqui, Cajuru, Cravinhos, Cássia dos Coqueiros, Guatapará, Jardinópolis, Luiz Antonio, Santa Cruz da Esperança, Santa Rosa do Viterbo, Santo Antonio da Alegria, São Simão, Serra Azul e Serrana.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE ARARAQUARA – 86% de adesão

ARARAQUARA: Américo Brasiliense, Boa Esperança do Sul, Borborema, Candido Rodrigues, Dobrada, Fernando Prestes, Gavião Peixoto, Ibitinga, Itápolis, Matão, Motuca, Nova Europa, Rincão, Santa Ernestina, Santa Lúcia, Tabatinga, Taquaritingae Trabijú.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE BARRETOS – 77% de adesão

BARRETOS: Altair, Cajobi, Colina, Colômbia, Embaúba, Guaíra, Guaraçi, Jaborandi, Olimpia e Severinia.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE BEBEDOURO – 78% de adesão

BEBEDOURO: Ibituúva, Monte Azul Paulista, Pirangi, Taiaçu, Taiuva, Terra Roxa, Viradouro e Vista Alegre do Alto.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE FRANCA – 77% de adesão

FRANCA: Aramina, Batatais, Buritizal, Cristais Paulista, Guará, Igarapava, Itirapuã, Ituverava, Jeriquara, Miguelópolis, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Restinga, Ribeirão Corrente, Rifaina e São José da Bela Vista.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SÃO CARLOS – 79 % de adesão

SÃO CARLOS: Descalvado, Dourado, Ibaté, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito e Santa Rita do Passa Quatro.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SÃO JOAQUIM DA BARRA – 85% de adesão

SÃO JOAQUIM DA BARRA: Ipuã, Morro Agudo, Nuporanga, Orlândia e Sales Oliveira.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SERTÃOZINHO – 86% de adesão

SERTÃOZINHO: Barrinha, Dumont, Guariba, Jaboticabal, Monte Alto, Pitangueiras, Pontal, Pradópolis e Taquaral.

SECCIONAL DE POLÍCIA DE BAURU – 100% de adesão

BAURU: Agudos, Arealva, Avaí, Balbinos, Borebi, Cabrália Paulista, Duartina, Iacanga, Lençois Paulista, Lucianópolis, Macatuba, Paulistania, Pederneiras, Pirajuí, Piratininga, Presidente Alves, Reginópolis e Ubirajara.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE ASSIS – 79% de adesão

ASSIS: Campos Novos Paulista, Cândido Mota, Cruzália, Flórinia, Ibirarema, Lutécia, Maracaí, Palmital, Paraguaçu Paulista, Pedrinhas Paulista, Platina e Tarumã.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE JAÚ – 87% de adesão

JAÚ: Bariri, Barra Bonita, Bocaina, Boracéia, Dois Corregos, Igaraçu do Tietê, Itajú, Itapuí e Mineiros do Tietê.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE LINS – 83% de adesão

LINS: Cafelândia, Getulina, Guaiçara, Guaimbê Guarantã, Pongaí, Promissão, Sabino e Uru.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE MARÍLIA – 86% de adesão

MARÍLIA: Álvaro de Carvalho, Alvinlândia, Echaporã, Fernão, Gália, Garça, Júlio Mesquita, Lupércio, Ocauçu, Oriente, Oscar Bressane, Pompéia e Vera Cruz.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE OURINHOS – 100% de adesão

OURINHOS: Bernardino de Campos, Canitar, Chavantes, Espírito Santo do Turvo, Ipaussú, Óleo, Ribeirão do Sul, Salto Grande, Santa Cruz do Rio Pardo, São Pedro do Turvo e Timburi.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE TUPÃ – 85% de adesão

TUPÃ: Arco Iris, Bastos, Borá, Herculândia, Iacri, Parapuã, Quatá, Queiroz,  Quintana e Rinópolis.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – 100% de adesão

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO: Adolfo, Bady Bassit, Bálsamo, Cedral, Guapiaçú, Ibira, Icém, Ipiguá, Jaci, José Bonifácio, Mendonça, Mirassol, Mirassolândia, Monte Aprazível, Neves Paulista, Nipoã, Nova Aliança, Nova Granada, Onde Verde, Orindiúva, Palestina, Paulo de Faria, Planalto, Poloni, Potirendaba, Tanabi, Ubarana, Uchôa, União Paulista e Zacharias.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE ANDRADINA – 98 % de adesão

ANDRADINA: Castilho, Guaraçaí, Ilha Solteira, Itapura, Lavínia, Mirandópolis, Muritinga do Sul, Nova Indepêndencia, Pereira Barreto, Sud Menucci e Suzanápolis.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE ARAÇATUBA – 89% de adesão

ARAÇATUBA: Alto Alegre, Auriflama, Avanhandava, Barbosa, Bento de Abreu, Bilac, Birigui, Braúna, Brejo Alegre, Buritama, Clementina, Coroados, Gabriel Monteiro, Gastão Vidigal, General Salgado, Glicério, Guararapes, Guzolândia, Lourdes, Luziânia, Nova Castilho, Nova Luzitânia, Penápolis, Piacatú, Rubiácea, Santópolis do Aguapeí, Santo Atonio do Aracangua, São João do Iracema, Turiúba e Valparaíso.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE CATANDUVA- 83% de adesão

CATANDUVA: Ariranha, Catiguá, Elisário, Novais, Palmares Paulista, Paraíso, Pindorama, Santa Adélia e Tabapuã.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE FERNANDÓPOLIS – 78% de adesão

FERNANDÓPOLIS: Estrela D’Oeste, Guarani D’Oeste, Indiaporã, Macedônia, Meridiano, Mira Estrela, Ouroeste, Pedranópolis, Populina, São João das Duas Pontes e Turmalina.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE JALES – 86% de adesão

JALES: Aparecida D’Oeste, Aspásia, Dirce Reis, Dolcinópolis, Marinópolis, Mesópolis, Nova Canaã Paulista, Palmeira D’Oeste, Paranapuã, Pontalinda, Rubinéia, Santa Albertina, Santa Clara D’Oeste, Santa Fé do Sul, Santa Rita D’Oeste, Santa Salete, Santana da Ponte Pensa, São Francisco, Três Fronteiras, Urânia e Vitória Brasil.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE NOVO HORIZONTE – 93% de adesão

NOVO HORIZONTE: Irapuã, Itajobi, Marapoama, Sales e Urupês.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE VOTUPORANGA – 86% de adesão

VOTUPORANGA: Álvares Florence, Américo de Campos, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Macaubal, Magda, Monções, Nhandeara, Parisi, Pontes Gestal, Riolândia, Sebastianópolis do Sul e Valentim Gentil.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SANTOS – 84% de adesão

SANTOS: Bertioga, Cubatão Guarujá, Praia Grande,  São Vicente e Vicente de Carvalho.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE ITANHAÉM – 89% de adesão

ITANHAÉM: Mongaguá, Itariri, Pedo de Toledo e Peruíbe.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE JACUPIRANGA – 82% de adesão

JACUPIRANGA: Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado Paulista e Pariquera-Açu.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE REGISTRO – 82% de adesão

REGISTRO: Iguape, Ilha Comprida, Juquiá, Miracatú,  Santa Rita do Ribeira e Sete Barras.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SOROCABA – 86% de adesão

SOROCABA: Alumínio, Araçariguama, Araçoiaba da Serra, Ibiúna, Iperó, Itú, Jumirim, Mairinque, Piedade, Pilar do Sul, Porto Feliz, Salto, Salto de Pirapora, São Roque, Tapiraí, Tietê e Votorantim.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE AVARÉ – 77% de adesão

AVARÉ: Águas de Santa Bárbara, Arandú, Barão de Antonina, Cerqueira César, Coronel Macedo, Fartura, Iaras, Itaí, Itaporanga, Mandurí, Paranapanema, Piraju, Sarutaiá, Taguaí, Taquarituba e Tejupá.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE BOTUCATU – 89% de adesão

BOTUCATU: Anhembi, Areiópolis, Bofete, Conchas, Itatinga, Laranjal Paulista, Pardinho, Pereiras, Porangaba, Pratânia, São Manoel e Torre de Pedra.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE ITAPETININGA – 76% de adesão

ITAPETININGA: Alambarí, Angatuba, Boituva, Campina de Monte Alegre, Capela do Alto, Cerquilho, Cesário Lange, Guareí, Quadra, São Miguel Arcanjo, Sarapuí e Tatuí.

 

DELEGACIA SECCIONAL DE POLÍCIA DE ITAPEVA – 80% de adesão

ITAPEVA: Apiaí, Barra do Chapéu, Bom Sucesso do Itararé, Buri, Capão Bonito, Guapiara, Iporanga, Itaberá, Itaoca, Itapirapuã Paulista, Itararé, Nova Campina, Ribeira, Ribeirão Branco, Ribeirão Grande, Riversul e Taquarivaí.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE PRESIDENTE PRUDENTE – 91% de adesão

ITAPETININGA: Alambarí, Angatuba, Boituva, Campina de Monte Alegre, Capela do Alto, Cerquilho, Cesário Lange, Guareí, Quadra, São Miguel Arcanjo, Sarapuí e Tatuí.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE ADAMANTINA – 76% de adesão

ADAMANTINA: Flora Rica, Flórida Paulista, Inúbia Paulista, Irapurú, Lucélia, Mariápolis, Osvaldo Cruz, Pacaembú, Pracinha, Sagres e Salmourão.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE DRACENA – 100% de adesão

DRACENA:  Junqueirópolis, Monte Castelo, Nova Guataporanga, Ouro Verde, Panorama, Paulicéia, Santa Mercedes, São João do Pau D’Alho e Tupi Paulista

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE PRESIDENTE VENCESLAU – 79% de adesão

PRESIDENTE VENCESLAU: Caiuá, Euclides da Cunha Paulista, Marabá Paulista, Mirante do Paranapanema, Piquerobi, Presidente Epitácio, Ribeirão dos Indios, Rosana, (Primavera), Santo Anastácio e Teodoro Sampaio.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE PIRACICABA – 87% de adesão

PIRACICABA: Águas de São Pedro, Capivari, Charqueada, Elias Fausto, Mombuca, Rafard, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Maria da Serra e São Pedro.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE AMERICANA – 79% de adesão

AMERICANA: Artur Nogueira, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Hortolândia, Monte Mor, Nova Odessa, Santa Bárbara D’Oeste e Sumaré.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA – 100% de adesão

SÃO JOÃO DA BOA VISTA: Aguaí, Àguas da Prata, Divinolândia, Espiríto Santo do Pinhal, Santo Antonio do Jardim, São Sebastião da Grama, Vargem Grande do Sul.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE LIMEIRA – 76% de adesão

LIMEIRA: Araras, Conchal, Cordeirópolis, Iracemápolis, Leme, Pirassununga, Santa Cruz da Conceição.

 

SECCIONAL DE POLÍCIA DE RIO CLARO – 83% de adesão

RIO CLARO: Analândia, Brotas, Corumbataí, Ipeúna, Itirapina, Santa Gertrudes e Torrinha.

 

DELEGACIA SECCIONAL DE POLÍCIA DE CASA BRANCA – 89% de adesão

 

CASA BRANCA: Caconde, Itobi, Mococa, Santa Cruz das Palmeiras, São José do Rio Pardo, Tambaú e Tapiratiba.