O que a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) tem a ver com ciência? 8

+Marcelo Leite

A ciência do PCC


Nós, jornalistas, precisamos conversar menos com policiais e políticos


O que a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) tem a ver com ciência? Nada, à primeira vista. A ciência é que tem algo a dizer sobre o PCC.
Questiona-se com frequência por que o jornalismo científico não trata das ciências humanas, privilegiando as naturais. Embora a delimitação reforce uma noção estreita e determinista de ciência, ela faz sentido do ponto de vista prático. Humanidades e ciências naturais são de fato universos separados, tanto na academia quanto no imaginário social.
Algo os mantém em contato, entretanto: o valor da informação empírica como critério do conhecimento seguro. Na esfera dos fatos e processos sociais, onde não há muito lugar para experimentos, ela pode ser obtida por meio de observação, pesquisas de opinião, cruzamentos estatísticos ou entrevistas, por exemplo.
Foi o que fez a socióloga Camila Nunes Dias com o PCC. Após entrevistar dezenas de “irmãos” (integrantes), a doutoranda da USP reconstituiu o esquema de funcionamento da organização. O trabalho, apresentado ao 14º Congresso Brasileiro de Sociologia no final de julho, ajuda a entender o enigma da redução da violência no Estado de São Paulo nesta década.
Apesar de ter voltado a crescer no primeiro semestre de 2009, o número de homicídios vinha caindo desde 1999. Em 2000 eram 15 por dia na capital paulista; hoje são 3,5. Há muita discussão, e pouca conclusão, sobre as causas do fenômeno.
O governo do Estado de São Paulo atribui a queda à sua intervenção, claro. A polícia está mais aparelhada. Mais mandados de prisão são executados. Novas prisões foram construídas, passando de 62 para 147. Agora que a criminalidade voltou a subir, porém, o governo culpa a crise econômica…
Outra explicação plausível para a diminuição vem da demografia. Há na população paulista, proporcionalmente, cada vez menos jovens do sexo masculino. Desse contingente sai a maioria dos militantes do crime.
Segundo análise de João M.P. de Mello e Alexandre Schneider na revista acadêmica “Coleção Segurança com Cidadania”, a demografia explica 70% da variação. “Um aumento de 1% na proporção de jovens entre 15 e 24 anos causa um aumento de 3,27% nos homicídios”, calcularam.
Mais provável é que a redução resulte de uma mistura dos dois fatores, ação do Estado e demografia. Há uma terceira possibilidade, porém, mais perturbadora: o PCC pode ser responsável por parte dessa redução.
Camila Nunes Dias constatou que o “Partido” se encontra hoje estruturado de maneira empresarial e com domínio completo sobre os presídios paulistas. Cada um deles é gerenciado pelo “piloto”, que se reporta à cúpula de 18 líderes. Fora das prisões, seus representantes são os “torres”, com jurisdição sobre cada área de código DDD do Estado de São Paulo.
Não foi só o número de homicídios que recuou, mas também o de rebeliões e assassinatos dentro das penitenciárias. A violência aberta tornou-se contraproducente para os negócios do PCC e hoje vigora mais como “ultima ratio”, medida excepcional. Para matar, todo irmão precisa de autorização da direção do Partido.
Para o bem e para o mal, o PCC racionalizou-se, mostram as ciências humanas. Se quisermos entender melhor o que está acontecendo, nós jornalistas precisamos conversar menos com policiais e políticos e mais com politólogos, sociólogos e antropólogos -além de presos e criminosos, como fez Camila Nunes Dias.

fonte: UOL 

MANIFESTOS DE 13 DE AGOSTO 10

Ato Marca 1 ano de greve de policiais
   
   Um ato nas proximidades da Delegacia Seccional de Bauru, hoje, lembra o aniversário de um ano da paralisação dos policiais civis do Estado. A categoria permaneceu em greve durante 65 dias ininterruptos em Bauru e região. Policiais civis irão manifestar o sentimento de luto por não terem suas reivindicações atendidas. A paralisação foi suspensa no dia 14 de novembro, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) considerar a greve ilegal.
   Delegados, escrivães e investigadores irão se reunir às 12h, em frente ao Plantão Policial, para lembrar que as reivindicações da categoria ainda não foram atendidas. “A greve está suspensa e, inicialmente, não pretendemos retomá-Ia. Mas a luta por nossos direitos continua até o governo se sensibilizar e nos atender”, afirma Edson Cardia, delegado regional, do Sindicato dos Delegados do Estado de São Paulo (Sindpesp).
   Entre as reivindicações, os policiais civis pediam aumento salarial de 15% em 2008 e reajustes de 12% nos dois anos seguintes. A Assembléia Legislativa concedeu aumento salarial de 6,5%. Os deputados também aprovaram a extinção da quinta classe na Polícia Civil, a de remuneração mais baixa entre as carreiras. Além disso, ficou definida aposentadoria especial aos 30 anos de trabalho, em vez dos atuais 35 anos, para quem ingressou até 2003 e tenha 20 anos de atividade policial.
   Márcio Cunha, delegado regional do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp), destaca que não há nada para se comemorar. “Tivemos alguns benefícios, mas foi muito pouco. Os policiais do Interior continuam ganhando menos que os colegas da Capital. O plano de aposentadoria especial não saiu conforme havíamos proposto na mesa de negociações. ”
   Por isso, Cunha afirmou que a manifestação vai relembrar que há muito o que pleitear. “Vamos relembrar o pontapé inicial que foi dado na porta do plantão”, diz.
   A delegada Marilda Pinheiro, que faz parte do conselho de representação da Associação dos Delegados de Polícia, avalia que a manifestação será um momento de reflexão. “Continuamos buscando o resgate da dignidade e respeito ao policial civil, para a melhoria do atendimento à população e para que os policiais consigam dar conta de suas atribuições”, diz.
   Para Marilda, a paralisação do ano passado ainda repercute. “Houve um despertar. Estávamos um tanto letárgicos. Mas hoje, há uma nova Polícia Civil. A partir do movimento, acendeu um espírito de luta entre os policiais, para cobrar o respeito que merecem”, .afirma. (LL)

fonte: Jornal A Cidade de Bauru

VERDADE…GREVE, SINDICATOS, VOTO UNIVERSAL, DEMOCRACIA REPUBLICANA E O EXERCÍCIO DE TODOS OS DIREITOS FUNDAMENTAIS SÃO MALÉFICOS…AO PAREDÃO! 21

Greve não traz beneficio a nenhuma das partes, principalmente a sociedade” – THIAGO LOPES DAMACENO, Delegado Sindical do SIPESP.

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Tal regra , como toda regra,  deve comportar a exceção:  greve só é  benéfica aos sindicatos e  líderes grevistas…

Até o  Lula – hoje –  deve concordar com as palavras do nosso “delegado sindical” ( “sic” ); talvez a fonte de inspiração de sublime constatação.

Assim,   apenas  nos resta cultivar fé…

SEM PAGAMENTO DE DÍZIMOS.

PARTIDO VERDE OU PARTIDO VENDE-SE? 3

Deputado rompe com o PV, ataca o Governo Serra e alerta Marina: “Você não merece esse engodo” 11/08/2009 

O deputado estadual Major Olimpio, de São Paulo, acaba de romper com o PV. Em entrevista ao Brasília Confidencial, ele afirma que o PV abre mão até de seus projetos ambientais em nome de um “apoio cego” à aliança PSDB-DEM. Rebelado desde o início do mandato, em 2006, Major Olímpio aponta o fisiologismo do partido e a censura que o PV impôs a suas denúncias contra o Governo José Serra (PSDB). Para a senadora Marina Silva (PT), que pode fazer o caminho contrário, aderindo ao PV para concorrer à Presidência da República, ele manda um recado: “Você não merece esse engodo”.

    Policial militar por 29 anos, eleito em 2006 pelo PV com 52.386 votos para a Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado fez um acordo com o partido e ficou com o mandato, depois de alegar justa causa para deixar a legenda. PT, PDT, PSOL e PTB estão sondando o deputado, que adianta: “Não vou simplesmente trocar de cela”.

 

BRASÍLIA CONFIDENCIAL. O senhor deixou o PV ou foi o PV que o deixou?

MAJOR OLIMPIO – Eu deixei o PV. Entrei com uma ação na Justiça, inclusive, alegando justa causa. Depois, recentemente, eles me procuraram para um acordo. Fiquei com o mandato e retirei a ação.

 BC – O que o senhor alegou nessa ação?

MAJOR OLIMPIO – Até as censuras e discriminações que sofri. Para você ter uma idéia, eu fui proibido de fala em nome do partido. Fui excluído da vice-liderança… O caso é que, nas eleições passadas, o PV teve candidato próprio em São Paulo e, portanto, não compunha a base de apoio do José Serra (PSDB). Então, legal e moralmente, não há nenhum compromisso do PV com esse governo.

BC –O senhor faz oposição isolada ao governador Serra. Como isso começou?

MAJOR OLIMPIO – Eu não poderia jamais, como filho de servidor, como policial durante 29 anos em São Paulo, me prostrar diante desse desmonte, desse absurdo que o governador tem feito no serviço público, na polícia. Eu não me elegi para me prostrar diante do governador. O PV fez isso em troca de um cargo, de uma Secretaria de Assistência Social. E em troca de duas secretarias do aliado de Serra, o prefeito Gilberto Kassab (DEM). Eu descobri que a candidatura do PV foi um jogo de cena. Eu entrei nessa porque nunca tive muita habilidade política, nessa política de cartas marcadas. Em minha vida, eu passei 29 anos na polícia, correndo atrás de bandidos. Eu não soube entender que era tudo uma grande armação. Foi uma campanha armada para que eles se jogassem depois nos braços de Serra e Kassab.

BC – Como o senhor percebeu isso?

MAJOR OLIMPIO – Logo no começo do mandato eu entendi. Meus sete colegas de bancada votaram em favor de vetos de Serra a projetos ambientais. Um deles era para a despoluição dos rios. Olha, eles se esqueceram até dos princípios ambientais. É uma obediência cega ao Serra. Chega ao absurdo, ao desrespeito absoluto ao eleitor. Eles (os deputados do PV) nem comparecem muito às sessões. Por causa do meu comportamento, fui destituído da condição de vice-líder e nem podia mais falar pelo partido nas sessões. Eu virei um deputado zumbi. CPIs, então, nem pensar. A coisa que eu mais aprendi na minha carreira policial foi investigar bandidos. Mas nunca vi uma CPI nessa Assembleia de São Paulo. Até meus projetos o PV mandou que eu retirasse. Um deles, por exemplo, previa melhorias nas condições salariais dos policiais, que é o meu setor eleitoral. Queriam me destruir no meu segmento.

BC – O senhor propôs uma CPI para investigar o Governo Serra?

MAJOR OLIMPIO – Sim, em 2007. Vou falar disso porque tenho informações fidedignas. As tropas me informam de tudo e eu documento. Mas não consegui assinaturas suficientes para uma CPI.  O fato é que os helicópteros da Polícia Militar viraram táxi-aéreo de “aspones” e secretários do governador. Para você ter uma idéia, houve um sábado (em 2007) que o Goldman (Alberto Goldman, vice-governador de São Paulo) pegou seus chinelinhos e seu cachorro e chamou um “táxi-aéreo do governo”, que era, na realidade, um helicóptero de resgates da PM, para ir passear em Campos do Jordão. E isso ainda acontece nesse governo. As madames, mulheres dos usuários desse “serviço”, reclamaram então que nos helicópteros havia fuzis e elas não gostavam dos fuzis no seu táxi-aéro. Mandaram tirar; e a PM teve que retirar. Olha, isso é o fim do mundo. Fico revoltado, porque esses helicópteros devem servir para as ações policiais, não para transportar madames nem gente que quer passear com o cachorrinho em Campos do Jordão, nos sábados ensolarados. Mas o PV me mandou calar a boca.

BC – E o senhor não denunciou de outra forma?

MAJOR OLÍMPIO – Sim, pedi a CPI e também denunciei o caso à Procuradoria da Justiça do Estado de São Paulo. Sabe qual foi o resultado? O parecer foi de que esse uso dos helicópteros pelo governo é legítimo. Mesmo com as aeronaves de socorro. Então, o governador pode tudo.

BC – Houve alguma outra situação em que o senhor ficou indignado?

MAJOR OLIMPIO – Muitas. Quando houve a inundação no Maranhão, São Paulo mandou 30 bombeiros para lá. Eles foram enviados em um avião da FAB. Ajudaram e tal. Na volta, não tinha mais como eles voltarem no avião da FAB. Sabe o que o governo paulista fez? Nada. Os 30 bombeiros passaram três dias molhados, feridos, cansados,  no aeroporto do Maranhão. O governo paulista não queria pagar passagens para os 30 bombeiros voltarem para suas casas, depois dessa missão autorizada. No último dia 3 eu fiz essa denúncia no Plenário. Sabe como eles voltaram? Nós, policiais, pagamos as passagens para os colegas com um fundo nosso mesmo, que mantemos para garantir café e bolachinhas nos quartéis. Nós, policiais, pegamos desse dinheiro e pagamos as passagens para os colegas. Na volta, eles nos contaram que não receberam sequer as diárias pelos dias que passaram lá, ajudando a salvar vidas. Como é que eu, um policial por 29 anos, posso apoiar esse governador?

BC – O senhor já decidiu seu futuro político? Vai se filiar a um partido de oposição?

MAJOR OLIMPIO – Olha, por enquanto, só tenho duas certezas: nunca mais o PV nem o PSDB e seus apoiadores. Eu não posso sair de uma cela para entrar em outra cela. Tenho até o dia 30 de setembro para decidir. Fui convidado pelo PT, PSOL, PDT, PTB. Eu me dou muito bem com o PTB, por exemplo, mas eles também apóiam o Serra.  Então, eu vou avaliar isso muito bem, porque agora o mandato é meu, não do PV.

 BC – Nesse momento em que o senhor rompe com o PV, a senadora Marina Silva (PT) avalia a sua adesão ao partido para garantir uma bandeira ambiental para disputar a Presidência da República. O senhor daria algum recado à senadora?

MAJOR OLIMPIO – Muito claramente: Marina, pense muito bem. Você tem uma história de vida… Os princípios do PV são fantásticos no papel, na conversa. Mas não são reais. Você não merece esse engodo.

PROTESTO RELÂMPAGO DA POLÍCIA CIVIL 4

PC faz protesto relâmpago ao meio dia desta quinta.
Policiais Civis do Estado de São Paulo prometem um fazer protesto em sinal de alerta nas unidades policiais

12/08/2009 – 22h25 . Atualizada em 12/08/2009 – 22h42

Janaína Oliveira
Da Agência Anhangüera 

Os Policiais Civis do Estado de São Paulo prometem fazer um protesto nesta quinta-feira (13/8) em sinal de alerta, a partir do meio dia, em todas as unidades policiais – delegacias, distritos e plantões – com as sirenes das viaturas ligadas por um minuto, pelo não cumprimento das reivindicações da categoria acordadas na greve que durou três meses no ano passado. O movimento terminou em novembro, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou a greve ilegal. Durante a paralisação, a Polícia Civil travou um embate com o Estado em busca de melhores salários e condições de trabalho.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região (Sinpol), Aparecido Carvalho, a categoria reivindica quatro pontos que foram acordados e até agora não foram cumpridos: aposentadoria especial; incorporação do adicional de local de exercício (ALE) nos vencimentos; realinhamento de salários e reestruturação das carreiras policiais ‘Não vemos na pratica a resolução das reivindicações. O protesto é um alerta da Representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo ao governador, para que ele cumpra o que foi acordado.’ Carvalho reclamou que foram cumpridas apenas metade das reivindicações. ‘Em abril deste ano começaram as negociações e até agora nada foi definido. Não queremos fazer greve, apenas que seja definida uma data para recebermos o que foi acertado’ , disse.

Em 2008, o governador José Serra (PSDB) sancionou quatro projetos de lei complementares com benefícios para policiais civis, militares e té cnico-científicos, além de aposentados e pensionistas. Entre o conjunto de medidas está o reajuste no salário-base em 13%, sendo 6,5% ano passado e o restante que deverá ser pago no mês que vem.

As novas leis elevam o piso de todos os cargos das carreiras policiais. O delegado eleva o salário de R$ 3,7 mil para R$ 4,9 mil. Em 2009, esse valor subirá para R$ 5,2 mil, um reajuste acumulado de 40,3%. No caso dos investigadores e escrivães, o piso inicial das carreiras, em cidades com menos de 200 mil habitantes, passa dos atuais R$ 1.757,82 para R$ 2.056,96 e chega a R$ 2.142,56 em 2009, reajuste acumulado de 21,89%.
Outra ponto de impasse é quando ao tempo para aposentadoria especial. A categoria reivindica que o tempo de trabalho para se aposentar seja reduzido em cinco anos. O tempo de contribuição para a aposentadoria cai de 35 anos para 30 anos com o fim da exigência da idade mínima para quem ingressou na carreira até 2003. O sindicato tamb ém luta para que o reajuste dos aposentados tenha o mesmo índice dos que estão na ativa
Ontem, o governador José Serra foi procurado pela reportagem e disse que não tinha conhecimento sobre o protesto de amanhã (13/8) nas delegacias.

NOMEAÇÃO DO DELEGADO SECCIONAL DE SANTOS 4

Quarta-Feira, 12 de Agosto de 2009

Nomeação de Rony Oliveira sai hoje

Da Redação

 

EDUARDO VELOZO FUCCIA

O delegado Rony da Silva Oliveira é o novo seccional de Santos. Fontes da Polícia Civil garantiram ontem que a sua nomeação para o cargo é publicada na edição de hoje do Diário Oficial do Estado (DOE).

Com atuação em várias delegacias e distritos da região, Rony, de 45 anos de idade e 21 como delegado, assume a Seccional de Santos no lugar de Rosier Pereira Jorge, que se transfere para a Capital.

Atualmente, Rony era o titular do 3º DP de Santos, na Ponta da Praia. Rosier comandará a Divisão de Assistência Policial do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic).

A nomeação de Rony é resultado de indicação do delegado Waldomiro Bueno Filho, diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior-6 (Deinter-6), que foi avalizada pela cúpula da Polícia Civil.

Mais importante das quatro delegacias seccionais do Deinter-6, a Seccional de Santos também abrange os municípios de São Vicente, Praia Grande, Cubatão, Guarujá e Bertioga.

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO
DELEGACIA GERAL DE POLÍCIA DR. MAURÍCIO
HENRIQUE GUIMARÃES PEREIRA
Portarias do Delegado Geral, de 11-8-2009
Autorizando:
em caráter excepcional, o Dr. RONY DA SILVA OLIVEIRA
– RG 16.590.351, Delegado de Polícia de 1ª classe, padrão V,
lotado na Delegacia Geral de Polícia, classificado no DEINTER
6 – SANTOS, para exercer a função de Delegado Seccional de
Polícia I da Delegacia Seccional de Polícia de Santos, fazendo
jus, nos termos do artigo 33 da referida Lei Complementar nº
207/79, ao pagamento da diferença entre os vencimentos de
seu cargo de 1ª classe padrão IV e os do cargo de Classe Especial
padrão V e a gratificação de “pró labore” de 10% calculada
sobre o valor do respectivo padrão de vencimento, de conformidade
com o artigo 6º da Lei Complementar nº 731, de 26 de
outubro de 1993.(DGP- 4679-P)

Policial assassinado tinha vínculo com dono de bingo em Santo André…( POLICIAL PERDE A VIDA E A HONRA ) 1

Policial assassinado tinha vínculo com dono de bingo em Santo André

Sérgio Vieira
Do Diário do Grande ABC

A família do chefe do SIG (Serviços de Investigações Gerais) de Santo André, Ramiro Diniz Júnior, executado na tarde de domingo com 12 tiros de fuzil, já teve relação comercial com o empresário José Maria dos Santos, dono do bingo Estação, no Centro da cidade, que foi morto no dia 5 de junho.

No cadastro da Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo), José Maria consta, até março de 2008, como sócio de Flávia Elene Fernandes, mulher de Ramiro, na Casa de Carnes Empório Jaçatuba, na Avenida Itamarati, Vila Curuçá, em frente ao local onde o investigador foi morto. Ele tinha 50% das cotas do estabelecimento. Também faz parte da sociedade do açougue a sogra do policial, Sonia Marli Pereira Fernandes.

O SIG também atua no combate do uso de máquinas caça-níqueis em estabelecimentos comerciais da região.

Com a proibição do funcionamento de bingos na maioria das cidades da Região Metropolitana, Santo André se tornou a capital do jogo no entorno da cidade de São Paulo. O bingo de José Maria, localizado em frente à estação Santo André da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), era um dos mais procurados, principalmente por apostadores das cidades próximas.

Semelhanças – As mortes ocorreram de forma parecida. Nos dois casos, houve execução sumária, sem qualquer tipo de abordagem.

José Maria foi assassinado com dois tiros na cabeça em frente a um restaurante de frutos do mar, no bairro Jardim. Um homem se aproximou do empresário e atirou, antes de o dono do bingo entrar em seu carro, um Porsche Cayenne preto. Policiais não descartaram a hipótese de o crime ter sido encomendado.

Ramiro morreu em frente à família, quando chegava ao açougue, em seu Honda Civic. Segundo testemunhas, os criminosos chegaram encapuzados em um Peugeot prata com vidros escuros. Assim como no caso do empresário, nada foi levado do investigador de Santo André.

Chefe de polícia é executado em frente à família em Santo André, SP Resposta

Chefe de polícia é executado em frente à família em Santo André, SP

Plantão | Publicada em 10/08/2009 às 06h41m

Bom Dia São Paulo, Tahiane Stochero, Diário de S. PauloSÃO PAULO – O policial civil Ramiro Diniz Junior, de 44 anos, foi morto na tarde deste domingo em frente a um açougue em Santo André, na Grande São Paulo. Chefe do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia Seccional da cidade, Junior foi assassinado logo após estacionar seu carro, um Honda Civic cinza na Avenida Itamaraty. Ele foi morto em frente à família, que escapou ilesa. Segundo a polícia, um cliente do açougue, que presenciou o crime, foi ferido por estilhaços de tiros no pé. Medicada, a vítima, que não teve seu nome divulgado, passa bem. O corpo do policial foi enterrado nesta segunda-feira.

 

Segundo testemunhas, logo após o policial estacionar, um homem, usando touca ninja, desceu de um outro carro e se aproximou do investigador, que estava sentado no banco do motorista e com o vidro fechado e disparou um fuzil.

 

Os tiros abriram um buraco no vidro lateral do motorista, atingindo braços, rosto e peito do investigador. Ele foi socorrido ao Pronto-Socorro Central de Santo André, onde chegou morto. Ao lado do carro foram encontradas 13 cápsulas de fuzil calibre 5.56 mm, de uso exclusivo das Forças Armadas. Um dos filhos do policial conseguiu descer do carro e buscar abrigo em uma padaria próxima.

 

O caso foi registrado na 2ª Delegacia de Polícia de Santo André, mas o Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu a investigação do crime, tratado como execução. Nada foi roubado. Ainda no domingo, o DHPP ouviu três testemunhas sobre o caso, entre elas a mulher de Junior, que estava dentro do açougue na hora do crime. Há três meses, um investigador parceiro de Junior foi assassinado também com 20 tiros de fuzil. A investigação trabalha com uma suposta relação entre os dois assassinatos.

LEMBRANDO DO MEU VELHO ( Avellaneda- Buenos Aires, 1935 – Santos, 2008 ) 3

POR QUÉ CANTO ASÍ
Versión cantada por Julio Sosa
Letra de Celedonio Esteban Flores
Música de “La Cumparsita”  

Pido permiso, señores,
que este tango… este tango habla por mí
y mi voz entre sus sones dirá…dirá por qué canto así.
Porque cuando pibe,
porque cuando pibe me acunaba en tango la canción materna
pa’ llamar el sueño,
y escuché el rezongo de los bandoneones
bajo el emparrado de mi patio viejo;
porque vi el desfile de las inclemencias
con mis pobres ojos llorosos y abiertos
y en la triste pieza de mis buenos viejos
cantó la pobreza su canción de invierno.
Y yo me hice en tangos,me fui modelando en barro, en miseria,
en las amarguras que da la pobreza,
en llantos de madre,
en la rebeldía del que es fuerte y tiene que cruzar los brazos
cuando el hambre viene.
Y yo me hice en tangos porque… ¡ porque el tango es macho!,
¡porque el tango es fuerte!,
tiene olor a vida,
tiene gusto… a muerte;
porque quise mucho, y porque me engañaron
y pase la vida masticando sueños;
porque soy un árbol que nunca dio frutos,
porque soy un perro que no tiene dueño,
porque tengo odios que nunca los digo,
porque cuando quiero,
porque cuando quiero me desangro en besos,
porque quise mucho, y no me han querido;
por eso, canto tan triste…
Por eso!

NOSSAS HOMENAGENS DE DIA DOS PAIS AO CORREINHA, AO MATSUO E AO MASSARO HONDA…E TANTOS OUTROS QUE DERAM A VIDA E A HONRA PELO POVO E PELA POLÍCIA CIVIL 11

Enviado CANADURA  em 08/08/2009 às 13:38

Grande Correinha!! Não tive o prazer de conhece-lo pessoalmente, mas lendo alguns trechos de seu livro ja da para notar seu carater e personalidade. Dr. Guerra, onde andara o pessoal que ele chefiou na del. de roubos, os quais são mencionados em agradecimento no seu livro????? (ex: Matsuo, Massaro Honda, etc)

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Aliás, dois mal agradecidos: O  NOSSO POVO E A NOSSA  INSTITUIÇÃO.

Recoloquei o link do livro do Correinha no blog; que  desde o início esteve no antigo Flit. Merece leitura e reflexão, mas só quem sofreu injustiça será capaz de entendê-lo , melhor: sentir a dor.

EM SÃO PAULO CONSELHEIRO É TESTEMUNHA DE ACUSAÇÃO E DEPOIS JULGADOR DO PROCESSO…O CORREGEDOR INSTAURA A SINDICÂNCIA E ELABORA O PARECER OU DECISÃO FINAL 1

Publicado em 8/8/2009 às 04:21 h

Judiciário reintegra policial civil demitido em processo disciplinar da Corregedoria

 

 

No último dia 04, o ex-agente de polícia judiciária JONAS MELO, demitido a bem do serviço público, após processo administrativo disciplinar que tramitou na Corregedoria de Polícia Civil, foi reintegrado aos quadros da Polícia Civil, em decisão liminar, da Desembargadora Marilza Maynard Salgado de Carvalho nos autos do Mandado de Segurança (processo nº 2009109869).

A desembargadora concordou com a tese de defesa da assessoria jurídica do Sindicato dos Polícias Civis de Sergipe (SINPOL/SE) que comprovou que um dos membros da comissão permanente de disciplina da corregedoria de polícia civil participou como testemunha de acusação no processo criminal sobre o mesmo fato ferindo o princípio da imparcialidade e o que reza o art. 41, III, da Lei nº 4.364/2001 (são impedidos de participar da comissão processante disciplinar: servidores que venham a participar como testemunha do processo).

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Aliás, a Polícia Civil deve ser o único órgão em que um membro do Conselho elabora representação contra outro Delegado, por suposto crime contra a honra, figurando como testemunha de acusação  depois do interrogatório do processado e, posteriormente, participa do julgamento como membro do Conselho da Polícia Civil. 

Ou seja: faz papel de acusador e de julgador em feito que é parte interessada em desfecho que não pode ser outro senão a condenação do subalterno, pois se este não cometeu crime contra a honra, por consequencia, aquele terá que dar explicações como réu.

LÍGIA…teus olhos castanhos me metem mais medo que um dia de sol 37

Caro Sr. Guerra, não sei se o Sr. postará meu comentário… mas ai vai assim mesmo… Senti que o Sr. tem problema com amantes, estou certa, ou será que isso se deu após o Sr. TER SIDO MANDADO EMBORA DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO A BEM DO SERVIÇO PÚBLICO??? ISSO PORQUE O SR. SABE BEM QUE TER AMANTES NA POLÍCIA É “STATUS”.
Então gostaria de informá-lo sobre algo que o Sr. talvez não saiba sobre nós, AMANTES… Fui amante de um Policial Civil durante 16 anos e vou dizer uma coisa Sr. Guerra, eu só o fiz crescer… Também sou Policial e ninguém jamais soube do meu caso com ele, a não ser um ou outro que nos eram mais próximos, inclusive tenho um filho dele de 17 anos que a esposa nem se quer imagina que exista, porque nem nome dele tem, mas isso não vem ao caso Sr. Guerra, o que quero mesmo dizer é que conheço muitas ESPOSAS DE POLICIAIS que não valem o que comem e sabe por que? Porque se rendem ao mundo masculino, ao mundo que se entende tudo livreporque o Sr. sabe bem que ser Policial… É SER LIVRE. O Sr. diz que existem “supóstas amantes” que cobram por isso ou por aquilo, mas vou ser franca com o Sr. conheço esposas e EX-esposas que se prevalecem de serem esposas, PRINCIPALMENTE DE DELEGADOS DE POLÍCIA, que mandam e aterrorizam repartições, pobres e meros mortais, por serem ESPOSAS e umas duas EX-ESPOSAS que perderam o trono, mas que não perderam a majestade. Sei de esposas que SIM, estas cobravam de funcionários para mandá-los para aqui ou ali… Conheci uma tal de “CIDINHA”, o Sr. se lembra dela??? Acho que sim, pois acredito que nessa época, o Sr. ainda fazia parte do quadro de funcionários de nossa instituição… Fui amante sim Sr. Guerra, porém quando eu RARAMENTE ia a uma festa de Policias, ia com uma amiga também amante Sr. Guerra e sabe por que? Vou lhe dizer Sr. Guerra, iamos juntas porque (continua…)

(continuação)… Sr. Guerra, iamos juntas porque voltavamos juntas, porque ao soar do Wisky, as “ESPOSAS” começavam asentar em qualquer colo masculino que encontravam pela frente… então eu e minha amiga, sabiamos que estava na hora e irmos embora. Por favor Sr. Guerra, será que o que o Sr. disse a respeito dessa “supósta amante”, é real??? O Sr. pode afirmar com 100% de certeza de que ela realmente é o que o Sr. está dizendo? Será que o Sr. assim como tantos outros está se fazendo de “moralista”, coisa quem lhe conhece sabe bem que de moralista e “SUJO”, o Sr. não tem muita coisa, não é mesmo??? Caso contrário ainda estaria na instituição, creio EU.pois é Sr. Guerra, eis ai sua chance de mostrar pra que serve este blog… ou será que o Sr. não quer que seus leitores saibam QUAL É REALMENTE A SUA INTENÇÃO FRUSTRADA, QUANDO METE O SARRAFO EM POLICIAIS/AMANTES E AFINS. Para resumir Sr. Guerra FUI AMANTE SIM, GRAÇAS À DEUS, porque sou uma mulher digna, honrada e criei meu filho, um menino do bem que não fuma, não bebe, jamais se drogou ou chegou bebado em casa… AGORA LHE PERGUNTO: QUANTAS DIGNISSIMAS ESPOSAS DE POLICIAIS PODEM DIZER O MESMO??? Espero que o Sr. não se furte de publicar este comentário porque daí sim SABEREI DOS PESOS E MEDIDAS QUE O SR. USA AQUI. Obrigada e tenha um EXCELENTE FINAL DE SEMANA. ASS. LIGIA.

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roberto conde guerra

08/08/2009 em 6:40

Cara Lígia:

PRIMEIRO: Jamais quis ofender a condição de companheira, concubina, ou seja, de mulher com quem um homem já formalmente casado se apaixona e acaba constituindo outra família.
Não gosto da palavra amante… Trocarei por “pretensa esposa”.
Na postagem escrevi “suposta amante”, pois nem sei se é absoluta verdade a informação que eu tenho, mas está relacionada àquele contexto.
Aliás, não poderia – dentro daquele contexto – denominá-la companheira ou concubina, pois – tal como o chefe – é casada.

SEGUNDO: Até a presente data, ou seja, 06h30min da manhã, deste sábado, basta pesquisar o Diário Oficial, CONTINUO COMO DELEGADO DE POLÍCIA DESTE ESTADO.

TERCEIRO: não respondo a nenhum processo administrativo ou criminal QUE POSSA SER DEMITIDO A BEM DO SERVIÇO PÚBLICO.

QUARTO: não sou falso moralista e sou MAIS SUJO QUE A GRANDE MAIORIA DOS POLICIAIS… MAS BEM MENOS SUJO DO QUE AQUELES QUE ME DIFAMARAM… Pode tirar cópia e divulgar.

QUINTO: ter um amor e família não convencional não deve ser motivo de status, deve ser motivo de alegria e honra. Apesar de a lei e o falso moralismo condenarem OS MILHÕES DE RELACIONAMENTOS EXISTENTES… OS MILHÕES DE FILHOS NASCIDOS DO CONCUBINATO.

SEXTO: trabalhei com funcionárias concubinas de policiais, mulheres honradas e honestas…

SÉTIMO: Um homem honrado – especialmente uma autoridade – jamais deixa de honrar seus filhos: sejam de um mero encontro, sejam de uma grande paixão ou de um amor maduro.

OITAVO: nunca tive problemas com amantes, namoradas, esposas e ex-esposas…

Apesar de um ser um grande canalha!

NONO: peço-lhe perdão e também a todas as mulheres que amaram policiais nas mesmas condições que a Senhora.

DÉCIMO: “a suposta amante” pode ser exatamente o tipo como a tal CIDA referida pela Senhora, dessas que o Cardeal arruma chefia ou cargo de Delegada; depois ela sai como se fosse a dona da empresa prejudicando qualquer um que atravesse o seu caminho…
Essa prostituta que vai fazer papel de cafetina para “o seu” Delegado… Pelas quais eles abandonam as famílias, inclusive. Mas que elas, tão logo caia a arrecadação, o poder e outras coisas, acabam dando um pé no traseiro. Ah, voltando a ser fiel ao marido, também, policial… rs. Creio que a Senhora conheceu casos assim, não é?
As muitas Cidas como a tal Cida, mencionada pela Senhora, que fazia a recolha da propina do denominado zoológico.

DÉCIMO: um feliz domingo para o seu menino; que o pai dele – se não teve a coragem de lhe dar o nome, aliás, as vezes é melhor nem ter o nome do pai – pelo menos tenha lhe dado algum amor.

CHUPETA: Três dos denunciados eram investigadores do 3º DP de Diadema, na Grande São Paulo, e outros dois eram do 41º DP na Vila Rica, na zona leste de São Paulo 5

06/08/2009 22h55

Nacional

MP denuncia policiais acusados de extorquir Abadía ( Chupeta )

Cinco policiais civis e um informante acusados de extorquir dinheiro de pessoas ligadas ao traficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadía foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE). Três dos denunciados eram investigadores do 3º DP de Diadema, na Grande São Paulo, e outros dois eram do 41º DP na Vila Rica, na zona leste de São Paulo.

Segundo a Promotoria, de Daniel Bráz Maróstica, apontado como braço direito de Abadía, os policiais de Diadema tiraram uma moto, vendida por R$ 34 mil. Maróstica foi cercado por quatro homens – três deles seriam os investigadores Pedro Paulo Rodrigues Oliveira, Thiago Luiz Berbare Bandeira e Claudio Batista Freiria.

Os policiais decidiram abordá-lo após supostamente serem passados para trás por colegas do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), que teriam extorquido dinheiro do traficante Henry Edval Lagos, amigo de Abadía, em US$ 280 mil.

Descontente com o que ganhou de Maróstica, Oliveira procurou os policiais Anselmo Ferreira e Christian Renner Fernandes de Godoy para atacar o piloto André Luiz Telles Barcellos, de quem tiraram US$ 100 mil e R$ 110 mil em dinheiro e uma picape Nissan Frontier, vendida por R$ 70 mil.

O NOSSO SALÁRIO NÃO COMPRA CAMISAS FEITAS NA OSCAR FREIRE…ALIÁS, NEM DE LINHO OU SEDA PUROS VALERIAM R$ 390,00 3

Enviado DELPOL DURO  em 07/08/2009 às 18:18

Doutor Guerra já encomendou uma camisa pois adpesp firmou um convenio está no site da associação, baratinho baratinho?
cinco camisas = salario base

Com esse vencimento nem camisinha dá para comprar.

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http://www.silviocarvalho.com.br/adpesp/

Vendendo de  R$ 150,00 a R$  390,00  ,  cada  camisa de algodão , esse tal Sílvio Carvalho deve achar que todo Delegado é ladrão e trouxa.

Esse pessoal da ADPESP tá debochando de nós.

Quero saber quanto o alfaiate está pagando pela propaganda?

Vou chamar o DEIC:  isso é camisa made in  “São Bento” , algodão italiano  de “olho puxado” , com direito a uma customização.

 

 

 

ITALIANA " xing-ling" por  R$ 390,00

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