ESTUDANTE COM MORTE CEREBRAL: aquela ação foi apenas fruto de incompetência e omissão de chefes e delegados que não exercem suas funções com dignidade, deixando muitos policiais agirem como bandos 7

Enviado pelo DARTANHAN  em 21/11/2009 às 13:47

O curso até que é bom para recrutas que irão lutar no afeganistão, porém, inadequado para a polícia judiciária de são paulo, só serve mesmo para propaganda política do serrágio, que exporá na mídia que a polícia de são paulo está sendo treinada pela swat americana.
Enquanto isso no Grajaú, um agente policial e um carcereiro, ambos de folga, à noite, no horário de saída escolar, tentam fazer um “bico” (tomar dinheiro de biqueira)………………. e blá blá blá…
muito bem, aqui sim necessita de um grupo especial para avaliar a situação, principalmente as causas, o que levou estes “policiais” agirem desta maneira. Eles são algozes ou vítimas????????? agora aparece a corró e os rigores da lei, onde está os rigores das leis com os omissos da PC, deixando correr solto o desvio de função, policiais despreparados exercendo função alheia……..etc.
muitos de nós somos culpados também, temos contato no dia a dia com “colegas” cometendo crimes e somos omissos, até que ocorre uma tragédia desta. E se o estudante com morte cerebral fosse seu filho, se coloque no lugar dos pais dele agora sabendo que aquela ação foi apenas fruto de incompetência e omissão de chefes e delegados que não exercem suas funções com dignidade, deixando muitos policiais agirem como bandos.
Este fato lamentável deveria servir para reflexão, algo está errado e precisa mudar, não basta punir os “policiais”, mesmo porque um deles já pagou com a vida, aqui fica a pergunta ele foi algoz, ou vítima do sistema injusto e de corruptos de colarinho branco engravatados. Até quando estes fatos que elameiam toda a PC acontecerão, basta, a PC exige e merece respeito, abaixo a swat, queremos cursos adequados para todos integrantes da POLÍCIA JUDICIÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. E não para um ínfemo número de policiais para fazer propaganda política. 

Membros da Guarda Municipal de Hortolândia protestam pedindo a saída do secretário do cargo. Eles acusam o coronel de perseguição. 2

CONTRA A PAREDE

Ex-funcionário reforça denúncia contra secretário em Hortolândia

O ex-funcionário da Secretaria de Segurança Pública de Hortolândia, Cícero Batista, reforçou ontem ao TodoDia a denúncia sobre a atuação irregular da servidora comissionada da Siurb (Secretaria de Infra-estrutura Urbana) da Prefeitura de Hortolândia, Michele Curcio de Araújo, como advogada particular do secretário de Segurança, o coronel aposentado Osny Rodrigues da Silva, durante o horário de expediente da prefeitura.

Segundo Batista, a funcionária comissionada se reuniu com sua esposa por mais de uma hora, no mês passado, durante horário comercial no escritório dela, na Rua Luiz Camilo de Camargo, no bairro Remanso Campineiro, para tratar do processo de lítigio da Panificadora e Confeitaria Santa Esmeralda, no bairro homônimo. Ontem, membros da Guarda Municipal realizaram um protesto pedindo a saída do secretário do cargo. Eles acusam o coronel de perseguição.

A reportagem esperou por mais de duas horas o secretário no prédio da Guarda e depois aguardou contato da assessoria de imprensa sobre o caso O secretário não atendeu a equipe e, em nota oficial, o governo Ângelo Perugini (PT) não respondeu o questionamento sobre a suposta atuação da assessora comissionada como advogada do secretário em horário de expediente num processo particular. O TodoDia não conseguiu contato com a servidora da Siurb.

Cícero informou que a mulher e a filha do secretário de Segurança é que são sócias legais da padaria, no entanto, é o secretário que conduz o negócio que existe há mais de seis meses. O ex-servidor da Guarda relata que desde setembro ele vem sofrendo pressão para comprar a parte da sociedade do coronel.

Após as reuniões que tratavam do litígio entre os dois sócios, a filha de 17 anos de Cícero, – que acompanhava as negociações – foi internada às pressas no HES (Hospital Estadual de Sumaré) e transferida para o HC (Hospital das Clínicas) da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O pai tenta descobrir se a doença, que não foi identificada, está relacionada ao stress emocional em virtude das dívidas das famílias.
O ex-secretário já responde a uma sindicância na prefeitura após o TodoDia ter denunciado a realização de uma festa regada a bebida alcoolica no horário de expediente no prédio da secretaria.

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DEM, PT, PTB, PSDB, PMDB,  seja de que partido for o prefeito: TODOS PREFEREM A MARCA COROMÉ .  

O porte de arma desmuniciada constitui crime? E a posse de munição? 5

O porte de arma desmuniciada constitui crime? E a posse de munição?

 

Rodrigo Capitani ( * ) 

O porte de arma desmuniciada e de munição não é crime. E a razão é lógica: não há qualquer potencialidade lesiva em uma arma ou munição nessas condições. No julgamento do RHC 81057/SP (Informativo 349), cuja relatoria coube ao Min. Sepúlveda Pertence, no qual se discutiu a matéria, deliberou-se que porte de arma sem munição não apresenta potencialidade lesiva, motivo pelo qual não configura crime.

Consta no voto, em parte destinada à análise dos princípios da lesividade e da potencialidade:

“Na figura criminal cogitada, os princípios bastam, de logo, para elidir a incriminação do porte de arma de fogo inidônea para a produção de disparos: aqui, falta à incriminação da conduta o objeto material do tipo.”

“Estou – com os doutrinadores cujas premissas endossei – em que, nessa hipótese, é preciso distinguir duas situações, à luz do princípio da disponibilidade.

Se o agente traz consigo a arma desmuniciada, mas tem a munição adequada à mão, de modo a viabilizar sem demora significativa o municiamento e, em conseqüência, o eventual disparo, tem-se arma disponível e o fato realiza o tipo.

Ao contrário, se a munição não existe ou está em lugar inacessível de imediato, não há a imprescindível disponibilidade da arma de fogo, como tal – isto é, como artefato idôneo a produzir disparo – e, por isso, não se realiza a figura típica.

Entretanto, em recente decisão da Primeira Turma do STF (HC 81.057): “Para a configuração do crime de porte ilegal de arma de fogo não importa se a arma está municiada ou, ainda, se apresenta regular funcionamento”. Essa decisão, segue a senda do perigo abstrato, que ignora o Direito penal da ofensividade e levisidade.

Consoante a decisão, a configuração da materialidade do delito de porte ilegal de arma de fogo é prescindível de exame pericial. Ora, isso é um verdadeiro retrocesso, pois a regra geral, quando se trata de arma de fogo, é a realização do exame pericial para provar a capacidade lesiva da arma. Aliás, o que a lei pune é exatamente essa idoneidade lesiva, que deve ser concreta.

Nesse sentido, Luiz Flávio Gomes (Súmula do STF sobre porte de arma desmuniciada.http://www.oquintopoder.com.br/informativo/ed29_IV.php Acesso em 22.05.2009).

“O crime de posse ou porte de arma ilegal, em síntese, só se configura quando a conduta do agente cria um risco proibido relevante (que constitui exigência da teoria da imputação objetiva). Esse risco só acontece quando presentes duas categorias: danosidade real do objeto + disponibilidade,reveladora de uma conduta dotada de periculosidade. Somente quando as duas órbitas da conduta penalmente relevante (uma, material, a da arma carregada, e outra jurídica, a da disponibilidade desse objeto) se encontram é que surge a ofensividade típica. Nos chamados “crimes de posse” é fundamental constatar a idoneidade do objeto possuído. Arma de brinquedo, arma desmuniciada e o capim seco (que não é maconha nem está dotado do THC) expressam exemplos de inidoneidade do objeto para o fim de sua punição autônoma.” Qual é o bem jurídico protegido no art. 14? Bens individuais (vida, integridade física etc.) e supra-individuais (incolumidade pública). Esse bem jurídico só pode ser afetado quando a conduta concreta o coloca em risco concreto. Arma desmuniciada, quebrada etc. não provoca risco concreto para ninguém. Por isso que não serve para a configuração do delito.

Sabe-se que para a configuração do delito, indispensável perícia fidedigna na arma a fim de que se esclareça se objeto conta com potencialidade lesiva, dado essencial para a realização do tipo e para o sucesso da ação penal. Ademais, a criminalização de uma simples munição sem nenhuma arma de fogo é totalmente inadmissível, visto que não há qualquer perigo concreto no porte de uma munição. A decisão (HC 81.057 – STF) tornou o crime de porte de arma totalmente de perigo abstrato. Dessa forma, fere-se ferronhamente um dos mais basilares princípios norteadores do Direito Penal: o da ofensividade (nullum crime sine iniuria). Tal decisão, não merece prosperar, deve ser derrubada pelo antigo entendimento sobre o fato, visto que não se relaciona com o Direito penal da ofensividade e parte da presunção de que toda arma é potencialmente lesiva. Destarte, toda presunção, contra o réu, contraria a Constituição brasileira visto que ofende a dignidade humana. Não se pode olvidar que o Direito Penal é guiado pelo princípio da ofensividade do fato, segundo o qual não há crime sem ofensa a um bem jurídico (nullum crimen sine iniuria). Além disso, os crimes de perigo abstrato prescindem da comprovação da existência da situação em que se colocou em perigo o bem jurídico protegido, havendo, neste sentido, uma presunção juris et de jure. Sendo assim, só poderá ser punida conduta que resulte danosa a um bem jurídico penalmente tutelado ou que represente um perigo provável de dano a este bem. Por todo o exposto, percebe-se a incompatibilidade com a ordem constitucional hoje adotada pelo ordenamento jurídico brasileiro qualquer decisão que parta da presunção de que todas as armas são (por si sós) potencialmente ofensivas. Devemos perceber, não obstante, que a criminalização (perigo abstrato) não é a solução para os problemas da nossa sociedade.

BIBLIOGRAFIA:

Acórdão. Porte ilegal de arma sem munição. STF, RHC 81057-São Paulo, informativo do STF n. 385. Material da 1ª aula da Disciplina Princípios constitucionais penais e teoria constitucionalista do delito, ministrada no Curso de Especialização TeleVirtual em Ciências Penais – UNIDERP – REDE LFG -IPAN.

BITENCOURT, Cezar Roberto; MUÑOZ Conde, Francisco. Teoria geral do delito. São Paulo:Saraiva, 2000.

BRUNO, Aníbal.Direitopenal.PG.4.ed.RiodeJaneiro:Forense,1984.

GOMES, Luiz Flávio. Arma de fogo: voltou a ser crime de perigo abstrato?. Disponível em: http://www.lfg.com.br. Acesso em: 30 mar. 2009. Material da 1ª aula da Disciplina Princípios constitucionais penais e teoria constitucionalista do delito, ministrada no Curso de Especialização TeleVirtual em Ciências Penais – UNIDERP – REDE LFG – IPAN.

GOMES, Luiz Flávio. Princípio da ofensividade no Direito Penal. São Paulo: RT, 2002.

JESUS, Damásio E. de. Direito Penal, v.1. São Paulo: Saraiva, 1998.

MIRABETE, Júlio Frabbrini Manual de Direito Penal, v.1. São Paulo: Atlas, 2000.



Notas:

* Rodrigo Capitani. Advogado. Pós-graduado em Ciências Penais. Pós-graduado em Direito Público. Pós-graduando em Direito Previdenciário. E-mail: rodrigocapitani@yahoo.com.br

https://secure.jurid.com.br/new/jengine.exe/cpag?p=jornaldetalhedoutrina&id=72985&id_cliente=7297&c=3

Swat treina polícia de São Paulo para ações de alto risco 27

Swat treina polícia de São Paulo para ações de alto risco – UOL
Os policiais passam por aulas de condicionamento físico, socorros de urgência, tiro policial, transporte e desembarque aero-tático, resgate aéreo e defesa pessoal. Também são submetidos à extrema pressão física e psicológica para observar qual será a reação deles numa situação de crise grave. O UOL Notícias acompanhou um dia de treinamento.

Veja a reportagem de Daniela Paixão

http://tvuol.uol.com.br/permalink/?view/id=swat-treina-policia-de-sao-paulo-para-acoes-de-alto-risco-0402376AD8818366/user=1575mnadmj5c/date=2009-11-20&&list/type=tags/tags=113766/edFilter=all/

POLICIAIS CIVIS E GANSOS EM MISSÃO EXTRAORDINÁRIA 28

Enviado pelo JOW em 20/11/2009 às 11:19

Tiroteio na porta de escola mata 2
Policiais e informante sequestraram suspeitos de tráfico; tiros na ação atingiram estudantes

DANIELA DO CANTO e JOSMAR JOZINO

Uma extorsão mediante sequestro cometida por dois policiais civis e um informante contra dois rapazes acusados por tráfico de drogas terminou em duas mortes e em prisões, na noite de anteontem, no Jardim Mirna, zona sul. Houve tiroteio em frente uma escola e o estudante Lucas Cordeiro Gomes, de 17 anos, morreu após ser atingido por bala perdida. Um agente policial também morreu. Duas alunas ficaram feridas.

O agente policial Luís Carlos Burgo Breslizek, de 28 anos, lotado no 80ºDP (Vila Joaniza) e o carcereiro Washington Luís Albino Pereira, 38 anos, do 48º DP (Cidade Dutra), sequestraram às 21h30 Willian Sobral Pinheiro dos Santos e Rollyson Ramos Nogueira, ambos de 19 anos. Os dois rapazes foram colocados no Gol branco, de placas CSS-2479/SP, de propriedade de Márcio Soares de Souza, 38 anos. Ele era informante dos dois policiais.

Na esquina da Estrada Municipal e Rua Marco Aurélio Marliani, no Jardim Mirna, duas motos interceptaram o Gol. Houve intenso tiroteio. O agente policial Breslizek morreu. O carcereiro foi atingido de raspão. Um grupo de estudantes saía da escola. Lucas foi atingido na cabeça e não resistiu. As alunas Adriana Silva de Arruda, 15 anos, e Ariane Caroline Magalhães, 17 anos, foram baleadas e levadas para o hospital.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o Gol foi interceptado por quatro homens em duas motos Honda Twister. O carcereiro revidou aos disparos. O agente policial não teve tempo de sacar sua arma. O carro foi atingido por mais de 20 disparos em poucos segundos.

Em nota divulgada ontem, a Secretaria da Segurança Pública informou que os dois policiais civis não estavam em serviço, eram lotados em delegacias distintas e não avisaram seus chefes que estariam investigando traficantes de drogas. O caso foi registrado no 85º DP (Jardim Mirna).

Presos

O carcereiro Pereira alegou que tinha prendido, junto com o agente policial, os dois rapazes e que ambos portavam 27 papelotes de cocaína, 41 pedras de crack e 14 trouxinhas de maconha. Os delegados da Corregedoria da Polícia Civil, Renato Francisco de Camargo Melo e Rodrigo de Oliveira, acompanharam o depoimento. Pereira e o informante Souza acabaram presos, assim como os rapazes.

http://www.jt.com.br/editorias/2009/11/20/ger-1.94.4.20091120.21.1.xml

NA FALTA DE ASSUNTO MELHOR : PÉS E PINTO NA SENZALA, DIGO, O PINTO NA COZINHA DA CASA-GRANDE 8

Cláudio Humberto: FHC teve outro filho “por fora”, com a empregada! Esse ele reconheceu?

publicada em quarta, 18/11/2009 às 12:28 e atualizado em quarta, 18/11/2009 às 12:34

A informação está no blog do jornalista Cláudio Humberto – que foi assessor de Collor, e hoje escreve na internet, além de assinar colunas em vários jornais Brasil afora.

Cláudio Humberto diz que Maria Helena Pereira – ex-empregada de FHC – teria tido um filho com o patrão. O garoto, sempre segundo o blog do Cláudio Humberto, chama-se Leonardo, tem 20 anos e trabalha numa repartição pública –http://www.claudiohumberto.com.br/principal/index.php.

O jornalista diz que ligou para a asessoria de FHC, na tentativa de confirmar a informação. Mas não obteve resposta.

http://www.malhete.com.br/Artigos/artigos.imagem.asp?id=163&row=1&box=1 http://img.listal.com/image/385986/180full-sergio-buarque-de-holanda.jpg http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2008/06/gilberto_freyre.jpg

Longe do legado de Florestan, FHC fez-se homem cordial (na acepção de Buarque): e reviveu Gilberto Freyre?

Por hora, vale a máxima cunhada pela “Folha”, a respeito da ficha (aquela, sim, falsa) de Dilma: a informação não pode ser confirmada, mas também não pode ser descartada. Vamos aguardar.

Leonardo teria quase a mesma idade de Thomas (filho do ex-presidente garanhão com uma jornalista da Globo). Na época, FHC era senador, e pelo visto tinha os hormônios à flor da pele. Outro dado curioso: Leonardo não foi mandado para o exterior, como Thomas. A mãe teria ganho uma casinha na periferia de Brasília (lá, eles chamam de “entorno”).

A mãe de Thomas é branca. A mãe de Leonardo é negra.

FHC gostava de alardear sua relação de amizade (e de proximidade intelectual) com o grande Florestan Fernandes. De fato, os dois foram amigos. As duas famílias se frequentavam. Mas, no fim da vida, o velho Florestan estava muito desgostoso com FHC…  Não pelos hábitos romântico-sexuais do tucano. Mas pelas posições políticas.

Tanto que Florestan (o pai) nem foi à festa da posse de FHC, em janeiro de 95. Como sei disso? Eu fui à festa  com o convite do velho Florestan. Eu cobrira a posse, em Brasília, pela TV Cultura, e queria acompanhar de perto a festa no Itamaraty. Florestan (o filho – amigo de longa data) me passou o convite do pai – que ficaria sem uso. Interesse jornalístico. Mas havia uns vinhos bons. Disso eu me lembro bem.

Florestan Fernandes nem chegou a acompanhar a aventura neo-liberal de FHC no governo, porque o velho sociólogo morreu pouco tempo depois da posse…

Se confirmada a informação de que FHC teve um filho com a empregada (repito, é preciso aguardar o pronunciamento de FHC), seria mais uma demonstração simbólica de que o tucano abandonou mesmo o legado renovador de Florestan. Preferiu a velha tradição da Casa Grande&Senzala. Gilberto Freyre vive?

Tudo isso seria uma questão de cunho puramente pessoal. Mas há um detalhe: FHC foi presidente, teve que apresentar declarações de IR quando se candidatou. O (s) filho (s) apareciam como dependentes? Estamos diante de um ex-presidente (e ex-ministro da Fazenda) que não dava muita bola pra essas coisas, é isso?

Um homem cordial – na verdadeira concepção buarquiana do conceito. O “cordial” para Sergio Buarque de Holanda não significava “gente boa”, ou “gentil”  – como imaginamos no senso comun. “Homem cordial” é aquele que age pelo coração – não segue as regras (impessoais) que devem reger uma República. O que importa são os laços afetivos, de proximidade e compadrio.

Sergio Buarque de Holanda vive.

Fernando Henrique Cardoso é que eu já não sei mais se vive. O sociólogo se foi há muito tempo. O presidente – por falta de compostura (política) – também está apagando sua imagem.

Um fim tristonho. Mas o (s) filho (s) não tem nada com isso. Que sejam felizes

CTT DA FAMÍLIA FANGANIELLO: Há suspeita de que o número de armas roubadas em Ribeirão Pires seja maior do que o informado à polícia paulista 2

Encontrado no RJ arsenal roubado de centro tático de SP

AE – Agencia Estado –

Oito meses depois do roubo de 22 fuzis e 89 pistolas semiautomáticas do Centro de Treinamento Tático (CTT) de Ribeirão Pires, no ABC paulista, surgem provas de que esse arsenal foi vendido para o crime organizado do Rio de Janeiro.

Dois daqueles fuzis foram apreendidos pela polícia carioca com traficantes de drogas. Por enquanto, não há pistas dos autores do assalto, ocorrido em 5 de março, mas a suspeita é a de que policiais tenham participado do crime, tanto que o inquérito sobre o caso está a cargo da Corregedoria da Polícia Civil paulista. O arsenal do CTT era usado para treinar policiais civis e militares. A cúpula da Segurança Pública fluminense suspeita que um atravessador trouxe o armamento para o Estado e negociou com várias quadrilhas, pois as armas foram achadas em favelas dominadas por diferentes facções criminosas. O Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) cruzará a lista de 22 fuzis e 89 pistolas roubados com o armamento apreendido desde março para novas identificações. Os dois fuzis apreendidos têm impressas as siglas CTT/CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos) – o CTT ficava em terreno da CBC, maior fabricante nacional de cartuchos. A primeira arma identificada foi apreendida em 29 de outubro, quando traficantes do Complexo Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, trocaram tiros com policiais militares que faziam uma incursão no lugar. Pelo menos oito criminosos foram avistados pelos policiais. Sete fugiram e um morreu. Com o suposto traficante morto foi encontrado um fuzil Colt-Imbel, de calibre 5,56 mm. O lugar onde o tiroteio aconteceu é controlado por bandidos ligados ao Comando Vermelho (CV). O caso foi registrado na 62ª Delegacia de Polícia. O exame da arma apreendida mostrou que sua origem era o lote de fuzis roubados do CTT. A inteligência da polícia informou o caso à cúpula da Secretaria da Segurança. A polícia fluminense relatou ainda a sua descoberta à polícia de São Paulo. Suspeitava-se, então, que os ladrões de armas tivessem vendido todo o arsenal para o CV. Segundo laudo As investigações, no entanto, desmentiram essa hipótese. Dias depois um segundo laudo demonstrou que, em 26 de outubro, outra arma do CTT já havia sido encontrada pela polícia do Rio. Era também um fuzil Colt-Imbel, mas de calibre 223. A arma estava equipada com uma luneta e havia sido apreendida pelos homens do Grupo de Apoio Tático Especial (Gate), da Polícia Militar, na Serrinha, em Madureira, uma área controlada pelo Terceiro Comando Puro, facção rival do CV. Foi a partir dessa constatação que a polícia passou a trabalhar com a hipótese de que os ladrões do CTT negociaram com mais de uma facção criminosa, pulverizando o arsenal. A falta de informações sobre as investigações da polícia paulista irritou a cúpula da polícia fluminense.

Há suspeita de que o número de armas roubadas em Ribeirão Pires seja maior do que o informado à polícia paulista.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

https://flitparalisante.wordpress.com/2009/03/07/coincidentemente-os-donos-do-centro-de-treinamento-tatico-tambem-sao-socios-do-valoroso-diretor-do-denarc/

AS OPERADORAS NÃO FACILITAM A INVESTIGAÇÃO…ESTÃO CERTAS! A POLÍCIA TAMBÉM NÃO FACILITA PARA A PRÓPRIA POLÍCIA 6

Segunda-feira, 16 de novembro de 2009 – 16:59

Oi barra acesso da polícia a dados cadastrais de clientes

Empresa alega que procedimento é violação de privacidade; polícia fala que prática ajuda em investigações

Mayco Geretti
Agência BOM DIA

A operadora Oi de telefonia celular entrou com recurso na Justiça para barrar o acesso da Polícia Civil de Sorocaba aos dados cadastrais de seus clientes.  A decisão da  9ª Câmara  Criminal do Tribunal paulista, baseada no argumento da empresa de que o fornecimento dos dados seria uma violação da privacidade, também é adotada pela Justiça em outras cidades do Estado.

Os dados foram solicitados à Oi pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes, em setembro. O pedido foi autorizado pelo juiz corregedor da Polícia Judiciária de Sorocaba, Emerson Tadeu de Camargo.

 Ele alegou que os dados poderiam ajudar a polícia a levantar informações sobre pessoas investigadas por suspeita de envolvimento em práticas  criminosas.
 O juiz solicitou que a Oi concedesse uma senha que possibilitasse o acesso da Polícia Civil aos cadastros de todos os clientes na cidade.

Ao receber o ofício, um gerente da operadora se negou a atender a solicitação e buscou a Justiça.
 
Checar dados,  não grampear
Segundo o delegado José Ordele, a checagem dos dados cadastrais em nada tem a ver com grampos telefônicos que possibilitam as gravações de conversas. “Temos apenas acesso ao nome do dono da linha, aos seus documentos e ao seu endereço”, explica. “Nem a relação de ligações feitas e recebidas podem ser vistas com este recurso. É uma análise inicial.”

O delegado diz que a verificação dos dados é usada há anos pela polícia. “A cada 30 dias temos de prestar contas à Justiça sobre quais cadastros verificamos”, conta. “Só checamos pessoas com indícios de envolvimento no crime e por no máximo 15 dias”.

 O delegado explica que após o veto da Justiça, a delegacia já obteve êxito em outras solicitações de mesma natureza. “As operadoras não facilitam a investigação, mas são ferramentas das quais não podemos abrir mão.”

Além de Sorocaba, a Justiça já vetou  o acesso ao cadastros de clientes de telefonia móvel a unidades policiais de Botucatu e São José do Rio Preto.

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NEM SEQUER PARA O RECEBIMENTO DE UM PRESO A POLÍCIA FACILITA PARA A PRÓPRIA POLÍCIA.

TIPO: “NESTA CADEIA NÃO INGRESSA FLAGRANCIADO COM PASSAGEM POR ESTUPRO”.

SE VIRA!

EXPERIMENTEM PEDIR INFORMAÇÕES PARA UM DELEGADO DE DIG OU SETOR DE INTELIGÊNCIA?

EXPERIMENTEM PEDIR ENSINAMENTOS SOBRE QUALQUER MATÉRIA RELEVANTE?

UM CASO EXEMPLAR DE INVESTIGAÇÃO PRIVADA EFETIVADA PELA HP…QUEM COMPRA PRODUTOS AMADORES COM SYNTAX E OKI JAMAIS SE PREOCUPARIA COM A ORIGINALIDADE DE TONER 5

terça-feira, 17 de novembro de 2009, 10:02 | Online

Operação flagra empresas que vendiam toner pirata 

AE – Agencia Estado 

SÃO PAULO – 

Três empresas suspeitas de fraudar centenas de licitações do governo de São Paulo e de prefeituras do Estado, incluindo a capital, foram alvo ontem de uma operação da Polícia Civil. As empresas vendiam cartuchos e toner para impressoras que pirateavam a marca Hewllet-Packard (HP). Os produtos seriam feitos no Brasil e na China e vendidos como verdadeiros. Para vencer licitações, os suspeitos se aproveitariam do critério do menor preço – os deles eram, em média, 5% menores do que os de mercado.
Até as Polícias Civil e Militar estão entre as vítimas do grupo. Sete batalhões, seis comandos de policiamento de área e até a Caixa Beneficente da PM foram enganados. No “golpe do pague menos e leve produto pirata” também caíram seis seccionais (incluindo as de Santos e de Guarulhos) e o Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), que comanda as delegacias de toda São Paulo. Não escapou nem mesmo o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), responsável pelo inquérito do caso.
E a polícia não foi a única vítima da venda de produtos piratas em licitações. O Estado ainda comprou toner e cartuchos falsos para abastecer hospitais, escolas e penitenciárias, como a Feminina de Sant?Anna e a Penitenciária 1 de Itapetininga, além de dois Centros de Detenção Provisória (CDP) – há ainda o registro de venda para a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Todos constam da lista de clientes das empresas investigadas.
“Nosso inquérito apura a fraude em licitação e crime contra o consumo. Todos os órgãos públicos que compraram esses produtos são vítimas”, disse o delegado Jorge Esper Ares, da Delegacia de Repressão à Pirataria, do Deic. Na Prefeitura de São Paulo, as empresas suspeitas teriam vendido para 22 subprefeituras, 2 secretarias municipais e para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Ao lado do nome e do telefone de cada comprador do produto, as empresas mantinham registrados os nomes dos contatos do cliente.
As investigações da polícia começaram há um mês, quando o representante da HP procurou o Deic. Trazia embaixo do braço provas contra três empresas com sede em São Paulo – uma no Ipiranga (zona sul), uma na Lapa (zona oeste) e outra na Vila das Mercês (zona sul). Com base nesse material, os policiais pesquisaram na Bolsa Eletrônica de Compras (BEC) e constataram que vários órgãos públicos haviam contratado essas empresas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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Eu disse: produtos amadores; não disse vagabundos. Podem ser úteis em residências e pequenos escritórios, mas são incompatíveis com o pesado serviço policial.

DELEGACIA DE EMBU LAVRA BOLETIM ACUSANDO IRREGULARES OBRAS ONDE AS PILASTRAS DO RODOANEL DESABARAM Resposta

Rodovia

Funcionários faziam obras não autorizadas na BR-116

Informações são de um boletim de ocorrência feito da delegacia de Embu
 Redaçao Bem Paraná
Um boletim de ocorrência, registrado por um engenheiro coordenador de tráfego da Autopista na delegacia de Polícia Civil de Embu (SP), região onde aconteceu o acidente no trecho Sul do Rodoanel da Régis Bittencourt, dá indícios do que pode ter sido a causa. Segundo ele, os funcionários das empreiteiras que constroem o trecho faziam obras na rodovia sem autorização da Autopista — concessionária que administra a rodovia — na última quinta-feira (12).

A obra estaria sendo feita no mesmo ponto onde as três pilastras de concreto desabaram, obstruíndo o trânsido sentido Curitiba São Paulo. O boletim foi lavrado para preservação de direito contra o consórcio, segundo as informações da delegacia. A empresa deveria ter sido avisada para que comunicar os motoristas que passavam no local.

A interdição da pista que foi feita por funcionários do consórcio com o auxílio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ainda segundo o boletim, os guindastes seriam instalados na pista da rodovia para que pudessem içar as vigas.

Segundo a assessoria da Autopista, o boletim não é criminal, mas garante a isenção de responsabilidade da empresa caso algum acidente fosse provocado.

A Autopista disse ainda que o consórcio tinha autorização para colocação de dez vigas entre os dias 7 a 10 de novembro. No entanto, nos dias 7 e 8 a chuva impossibilitou que os trabalhos fossem feitos. No dia 9, um uma das máquinas apresentou um problema e no dia 10 foram colocadas as quatro vigas (três caíram no dia seguinte).

Acidente — As vigas,  com 85 toneladas e 40 metros de comprimento cada uma, foram instaladas na rodovia no começo da semana. Na sexta-feira (13), elas despencaram de uma altura aproximada de 20 metros e atingiram um caminhão e dois carros. Três pessoas ficaram feridas.

As causas do acidente estão sendo investigadas tanto pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas quanto pelo Instituto de Criminalística de São Paulo, segundo as informações da Bandnews de São Paulo.O laudo da perícia do Instituto de Criminalística deverá ficar pronto em 30 dias.

Dersa — Segundo entrevista concedida neste sábado (14), as obras na região onde houve a queda das pilastras é de responsabilidade das empresas  OAS, Mendes Júnior e Carioca. A Carioca é a mesma empresa responsável pela obra do viaduto do Fura-Fila que caiu na Vila Prudente, em abril de 2008. O lote cinco do Rodoanel, com 35 pontes e viadutos, tem mais de 18 quilômetros de extensão e representa 19,7% da obra.

PAPATERRA: todos reconhecem no Dr. Desgualdo aquele tipo de policial que honra e dignifica a categoria de vocês 1

O SR. PRESIDENTE – GILBERTO NASCIMENTO – PMDB – Para encerrar esta sessão, falará agora o Dr. Mário Magalhães Papaterra Limongi, Secretário Adjunto, representando neste momento o Dr. Marco Vinício Petrelluzzi, Secretário de Estado da Segurança Pública.

 

            O SR. MÁRIO MAGALHÃES PAPATERRA LIMONGI – Exmo. Sr. Presidente, Deputado Gilberto Nascimento, Delegado de Polícia que representa a categoria nesta Casa, em nome de quem saúdo todos os Srs. Parlamentares, que estiveram aqui presentes e fizeram o uso da palavra; meu caro Delegado-geral, Dr. Marco Antônio Desgualdo; Cel. PM Rui César Melo, 1º Comandante Geral da Polícia Militar; senhores membros do Egrégio Conselho da Polícia Civil de São Paulo; senhores militares e senhores Delegados de Polícia, o Governador do Estado vem a esta cerimônia para de um lado parabenizar a Polícia Civil pelos 96 anos de existência e, de outro, agradecer a inestimável colaboração, o empenho, a dedicação, a qualidade e o profissionalismo da Polícia Civil de São Paulo.

            O Governador do Estado reconhece na Polícia Civil de São Paulo a melhor Polícia Civil do Brasil e não por acaso, porque na semana em que se comemora os 96 anos da Polícia Civil, a Polícia Civil de São Paulo nos encheu de orgulho na investigação, rápida, eficiente e legalista, que estourou um seqüestro que inquietava a todos nós.

            Portanto, é um momento para parabenizar a polícia não só por este trabalho, mas pelo aumento significativo de prisões, de apreensões de armas, de tóxicos, drogas, pela modernização do Detran, pelo fim da Cracolândia e pela desativação de vários distritos policiais.

            Temos, sim, o que comemorar e se alguém algum dia imaginou que por questões salariais a Polícia Civil pudesse desaparecer, certamente essa pessoa não conhece o brio e o empenho de cada um de vocês, não conhece com certeza a vocação de cada um de vocês, não conhece com certeza a grandeza de uma instituição que é absolutamente indispensável. Não há hipótese de a Polícia Civil desaparecer, não há hipótese de se dispensar o trabalho investigativo. Nenhum estado pode dispensar o trabalho dos senhores.

            Não há por que imaginar que nas fileiras da Polícia Civil não haja patriotismo, não haja dedicação, não haja profissionalismo.

            Portanto, no ensejo das minhas palavras, quero dizer do reconhecimento pelo extraordinário trabalho que a Polícia Civil de São Paulo, sob a batuta serena e competente de um policial da estirpe do Dr. Marco Antônio Desgualdo, vem conduzindo os destinos do Estado de São Paulo.

            Peço vênia para fazer esta observação em meu nome, em nome do Dr. Petrelluzzi e em nome do Governador do Estado, porque todos reconhecem no Dr. Desgualdo aquele tipo de policial que honra e dignifica a categoria de vocês.

            A todos vocês, o meu abraço, a minha gratidão e o meu reconhecimento. (Palmas).

http://www.al.sp.gov.br/StaticFile/integra_sessao/006aSS010420.htm

O MAIS INTELIGENTE INVESTIGADOR; DEPOIS O MAIOR DELEGADO DO DHPP.

A Fuvest divulgou nesta segunda-feira (16) os locais de prova da primeira fase e a concorrência do vestibular 2010. Resposta

16/11/2009 – 09h34
Fuvest divulga locais de prova e relação candidato/vaga do vestibular 2010
Da Redação
Em São Paulo

A Fuvest divulgou nesta segunda-feira (16) os locais de prova da primeira fase e a concorrência do vestibular 2010. Os exames serão aplicados em 112 endereços: 46 na capital, 13 nas cidades da região metropolitana, 50 no interior do Estado e três em cidades de outros estados brasileiros (Brasília, Curitiba e Belo Horizonte); confira:

A relação final de candidatos por vaga para esse ano também foi divulgada. Os vestibulandos que não foram aprovados nos exames específicos já foram realocados para a segunda opção. Veja a lista:

No próximo domingo, dia 22 de novembro, a primeira fase será aplicada para 128.144 vestibulandos, que estarão disputando 10.812 vagas oferecidas pela USP (Universidade de São Paulo), pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Os portões serão abertos às 12h30 e fechados às 13h. Não será permitida a entrada de retardatários.

Calendário

Veja as datas das provas e divulgação de listas:

  • 22/11/2009 – 1ª fase da Fuvest, com 90 testes de múltipla escolha. O vestibulando terá cinco horas para resolver as questões.
  • 14/12/2009 – lista de aprovados na primeira fase.
  • 3/1/2010 – 2ª fase da Fuvest, prova dissertativa de português (dez questões) e redação. Atenção: os candidatos convocados para a segunda fase deverão entregar, no primeiro dia de exame, uma foto 3×4, recente. O tempo de prova é de quatro horas.
  • 4/1/2010 – 2ª fase da Fuvest, com prova dissertativa (20 questões) das disciplinas história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês. Cada questão poderá abranger conhecimentos de mais de uma disciplina. O candidato tem quatro horas para acabar a prova.
  • 5/1/2010 – 2ª fase da Fuvest, com 12 questões de duas ou três disciplinas específicas (seis ou quatro de cada), de acordo com a carreira escolhida. A duração do exame é de quatro horas.Na segunda fase, os convocados responderão a um total de 42 questões e elaborarão uma redação, independentemente da carreira escolhida (exceção para os candidatos inscritos nas duas carreiras da Polícia Militar).

    Mudanças na Fuvest 2010

    No novo formato, a Fuvest 2010 manterá a primeira fase com 90 questões – mas as provas da segunda fase foram alteradas.

    A primeira fase também passou a ser eliminatória – ou seja, a nota não conta mais no final do processo seletivo para classificar os estudantes. Apenas elimina quem não tiver desempenho suficiente para chegar à etapa final.

    A segunda fase do vestibular vai avaliar todas as matérias do ensino médio. Até a Fuvest 2009, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram alvo de exames.

    Enem

    O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 não deve ser utilizado como parte da nota do vestibular 2010. A nova data do exame inviabilizou sua utilização na prova.

  • Fuvest 2010: Manual do Candidato (arquivo em .pdf)
  • Fuvest 2010: Manual do Candidato da Academia do Barro Branco (arquivo em .pdf)

    Inclusp

    A universidade definiu novo cálculo dos bônus para substituir o Enem 2009 na bonificação do Inclusp (Programa de Inclusão Social da USP). Em vez de considerar o exame, a universidade irá utilizar a primeira fase do vestibular: os candidatos terão que fazer mais de 22 pontos na prova para receber 1,8% de bonificação.

    A pontuação pode chegar a até 6% pontos a mais nas 1ª e 2ª fases do processo seletivo. O novo cálculo foi idealizado depois que os organizadores da Fuvest decidiram não utilizar a pontuação do Enem 2009 no vestibular 2010. Para candidatos não-optantes pelo bônus, valerá só a nota do vestibular; antes, o Enem valia 20% do total de pontos na 1ª fase.

    A fórmula utilizada para o cálculo será a seguinte:

    Bônus Fuvest (%) = 1,8 + [4,2 x (NF-22)]/50

    Na qual NF é a nota da prova da primeira fase, que contém 90 questões. Se o candidato acertar só até 21 perguntas, não ganhará nenhum ponto de bonificação. Acima de 22, os candidatos recebem 1,8% de bônus, podendo chegar até 6% para aqueles que acertarem 72 ou mais questões.

    Além do bônus baseado na nota da 1ª fase, o Inclusp dá 3% a mais para estudantes oriundos de escolas públicas e até 3% de bonificação para quem faz a prova do Pasusp.

    Outras informações podem ser obtidas no site da Fuvest.

  • FHC, NÃO PRECISA CONSULTAR ADVOGADO…É SÓ COMPARECER AO CARTÓRIO COM R$ 100,00 PARA AS CUSTAS ( JÁ QUE NÃO SÃO POBRES ), EM 20 MINUTOS O RAPAZ TERÁ O NOME DO PAI NA CERTIDÃO E LOGO EM TODOS OS DOCUMENTOS…MALANDRÃO, NÉ? PREFERIU A PATERNIDADE DO FILHO DO ITAMAR FRANCO: “O REAL” 11

    0,,10830256-EX,00FHC decide reconhecer oficialmente filho que teve há 18 anos com jornalista

    MÔNICA BERGAMO
    COLUNISTA DA FOLHA

    O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso decidiu oficializar o reconhecimento do filho que teve com a jornalista Mirian Dutra, da TV Globo.
    Tomas Dutra Schmidt tem hoje 18 anos. O tucano já consultou advogados e viajou na semana passada a Madri,onde vive a jornalista, para cuidar da papelada.
    A Folha falou com FHC no hotel Palace, na Espanha, onde ele estava hospedado. O ex-presidente negou a informação e não quis se alongar sobre o assunto. Disse que estava na cidade para a reunião do Clube de Madri.
    Mirian também foi procurada pela Folha, que a consultou a respeito do reconhecimento oficial de Tomas por FHC. “Quem deve falar sobre este assunto é ele e a família dele. Não sou uma pessoa pública”, afirmou a jornalista.
    O ex-presidente e Mirian tiveram um relacionamento amoroso na década de 90, quando ele era senador em Brasília. Fruto desse namoro, Tomas nasceu em 1991. FHC e Mirian decidiram, em comum acordo, manter a história no âmbito privado, já que o ex-presidente era casado com Ruth Cardoso, com quem teve os filhos Luciana, Paulo Henrique e Beatriz.
    No ano seguinte, a jornalista decidiu sair do Brasil e pediu à TV Globo, onde trabalhava havia sete anos, para ser transferida. Foi correspondente em Lisboa. Passou por Barcelona e Londres e hoje Trabalha para a TV em Madri.
    Quando FHC assumiu o ministério da Fazenda, em 1993, a informação de que ele e Mirian tinham um filho passou a circular entre políticos e jornalistas.
    Procurados mais de uma vez, eles jamais se manifestaram publicamente.
    Em 1994, quando FHC foi lançado candidato à Presidência, Mirian passou a ser assediada por boa parte da imprensa.
    E radicalizou a decisão de não falar sobre o assunto para, conforme revelou a amigos, impedir que Tomas virasse personagem de matérias escandalosas ou que o assunto fosse usado politicamente para prejudicar FHC.
    Naquele ano, a colunista se encontrou com ela em Lisboa e a questionou várias vezes sobre FHC. “Nem o pai do meu filho pode dizer que é pai do meu filho”, disse Mirian.
    Em 18 anos, o ex-presidente sempre reconheceu Tomas como filho, embora não oficialmente, e sempre colaborou com seu sustento. Nos oito anos em que ocupou a Presidência, os dois se viam uma vez por ano. Tomas chegou a visitá-lo no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.
    Depois que deixou o cargo, FHC passou a ver o filho, que na época vivia em Barcelona, com frequência. Mirian o levava para Madri, Lisboa e Paris quando o ex-presidente estava nessas cidades. No ano passado, FHC participou da formatura de Tomas no Imperial College, em Londres.
    Neste ano, Tomas mudou para os EUA para estudar Relações Internacionais na George Washington University.

    _______________________

    Papo furado isso de reconhecer extra-oficialmente.  Fosse o  menino –  agora o rapaz  –  obrigado a exibir documentos de identidade na USP, SOFRERIA A MAIOR DE TODAS AS DISCRIMINAÇÕES PRATICADAS PELO POVO BRASILEIRO  (  ESPECIALMENTE  PELOS ACADÊMICOS COMO O EX-PRESIDENTE )…

    FILHO DE PUTA…JÁ QUE NÃO TEM NOME DO PAI NO DOCUMENTO…

    ESSE É O PENSAMENTO ODIOSO E O TRATAMENTO DISPENSADO “AOS FILHOS DE PAI DESCONHECIDO“.

    tomas dutra da silva

    INTEGRAR AS POLICIAIS…PRIMEIRAMENTE CUIDEMOS DE INTEGRAR A POLÍCIA CIVIL, ATROPELADA INTERNA E EXTERNAMENTE POR CUSPIDORES DE PORTARIAS E LEGULEIOS 1

    Especialistas divergem sobre a eficácia dos “remendos”

    DA SUCURSAL DO RIO

    Gabinetes de gestão integrada (GGIs), informatização das informações e treinamento conjunto são algumas das medidas implementadas para melhorar a integração entre as polícias estaduais no país. Mas gestores e especialistas da área divergem sobre a eficácia dos “remendos” feitos para melhorar a organização do setor.
    Os GGIs são espaços para criar ações integradas entre as duas polícias.
    A informatização da informação torna sua transferência entre os órgãos independente de relação pessoal. O treinamento conjunto, ainda não implementado, diminuiria a diferença cultural entre as polícias.
    Para o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari, estas medidas “são experiências, não modelos definitivos”. Para ele, o sistema atual duplica cargos e gastos.
    “Há uma disputa por poder natural entre as instituições. Isso gera problemas não só de relacionamento mas também na qualidade do serviço.”
    O coronel Luiz de Castro Jr., diretor de polícia comunitária da PM paulista, defende o sistema atual. Para ele, a integração entre as polícias “é plenamente possível”. “O texto constitucional dá missões diferenciadas às polícias. Não havendo conflito de competência, não há porque não ter harmonia.”
    Na avaliação do ex-secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Eduardo Soares, “o sistema atual exige que uma instituição se relacione com outra de forma perfeita, o que é sociologicamente inviável quando há treinamento e cultura distintas”.
    Para o presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil, Abizair Paniago, o baixo investimento no setor, o desvio de policiais de suas funções e falta de regulamentação da atividade policial impedem a condenação do modelo atual.
    “Não se pode condenar algo sem ter sido implementado.”
    Mas para o secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, esta é uma “argumentação dissimulatória”. “Não adianta ficar investindo na conjuntura, se a estrutura é adversa.”
    O sociólogo Luiz Flávio Sapori diz que o sistema atual não é o ideal, mas “não é suficiente para explicar os elevados níveis de homicídios no Brasil”. “Boa gestão da política de segurança pode reduzi-lo.”
    Para o pesquisador da FGV-SP, Theodomiro Dias Neto, “esse esforço de integração no campo do comando muitas vezes não chega aos escalões inferiores”. Ele diz que investir em polícia comunitária é mais eficaz do que apostar na reforma.