“Todos sabem, mas ninguém publica?”…MARCELEZA, então bota pra fudê…se você não ganhou nada não tem nada pra perder 6

2010/04/19 at 0:23 – enviado pelo  MARCELEZA:

Todos sabem, más ninguém publica …

 O finado e querido Ramiro, patrício sangue bão e outros prepostos dele, foram mortos em razão de uma tomada de algumas mil gramas e por causa de apenas 7 números do lado esquerdo do zero, todos os números multiplicados por quatro.

Todos abafaram, pois iria derrubar até o seccional que agora está no DIRD. Era inclusive para ter morrido mais gente!

Segundo minhas investigações!
Será que o coxinha vomita tudo?

 Ia ser legal!

Será que os Cardeais vão começar a proteger os seus filhos bastardos, nós das fileiras, que somos abandonados às peripécias milicianas.

Existe MILÍCIA PAULISTA formada por bravios e infantes policiais?
Será que as corregedorias farão algo ou se maquearão, como sempre!
Parabéns aos Dr. Marcos Carneiro, um puta DELEGADO! Honra suas calças e sua função!
Quem já trabalhou com ele sabe, zica, exigente, más não tem rabo preso e bota pra foder. ( Marceleza )

 

SOBRE AS “ARMAS DE CHOQUE”: Aquilo é uma merda sádica que matou 70 pessoas nos EUA no ano passado. 4

2010/04/19 at 1:03 –  por OTACON

Agora, esse sargento aí da notícia tem batido em criança. Então ele só não é pior que quem é preso por bater na mulher e nos filhos.

Dr. Flit, e essa merda dessa arma de choque eim?
Pra substituir a arma de fogo não serve mesmo. Ou vai pedir pro policial atirar com aquilo em bandido armado? Vai esqucer do bom e velho Maquiavel com seu “os homens devem ser tratados com ternura ou eliminados…” (o que obviamente quer dizer que um ataque ou contra-ataque deve ser definitivo, pela segurança de todos)? Se aquilo substituir a arma de fogo fica tudo ainda mais perigoso pra todo mundo. Não tem alcance, não tem recarga imediata, não tem dissuasão. Então, a arminha sobra pra outras situações. Não pra enfrentar a bandidagem.

Mas ela NÃO É INOFENSIVA.

 Aquela arma que atira eletrodos que penetram na pele, onde está a maior parte da resistência do corpo humano. Com os eletrodos em contato direto com vasos sanguíneos, a corrente fica bem forte mesmo que a voltagem seja baixa (corrente=tensão/resistência, isso é Lei de Ohm). 50mA no coração já podem causar arritmia. Imagine isso numa pessoa com problemas cardíacos.
Eu tô falando de bandido armado? Não, tô falando de gente comum que vai tomar choque nos protestos da vida (ouviram isso, POLICIAIS CIVIS SINDICALIZADOS?). Policial nenhum é besta pra substituir a arma de fogo por aquele brinquedo importado. E se a arma de choque não pode substituir arma de fogo, vai fazer o quê então? Ou vira equipamento de tortura ou substitui o spray de pimenta, porque equipamento de dissuasão é que não é. Aquilo é uma merda sádica que matou 70 pessoas nos EUA no ano passado.
E tem aquela outra taser que nem eletrodos atira, é só um arco voltaico na ponta. Só serve pra dar choque em quem já tá dominado.
Então, a minha indignação é em primeiro lugar como contribuinte. Estão gastando dinheiro num treco inútil e importado cujo lobby invadiu toda a América Latina, principalmente na mídia que simplesmente não ouve ninguém que seja contrário. Na Argentina não estão sendo bestas, o caso tá na justiça federal e tende pelo veto às taser. Quem quer comprar é a Polícia Metropolitana da Gran Buenos Aires, do Maurício Macri (o Kassab portenho), que é de quinto mundo se comparada à Polícia Federal que faz a segurança na capital argentina. As Madres (ou Abuelas) da Plaza de Mayo são parte na ação porque sabem que se a moda pega, é nelas que vão dar o choque, não na bandidagem.
E como cidadão, fico em dúvida. Se querem fazer ladrão sofrer deliberadamente, acaba logo com a porcaria da constituição e para com a hipocrisia. Ou desiste de vez desse jabá todo que estão fazendo na mídia pra defender esse lixo como coisa de primeiro mundo. Sem meio termo.

REPERCUSSÃO NEGATIVA INTERNACIONAL – São Paulo: Esquadrão da morte formado por militares 3

18 Abril 2010 – 00h30

São Paulo: Esquadrão da morte formado por militares

Polícia procura assassinos a soldo

A Polícia Metropolitana de São Paulo está a levar a cabo uma autêntica caça ao homem para tentar prender membros de um esquadrão da morte, composto por homens da Polícia Militar, que actua na área metropolitana da capital paulista. O grupo terá morto, por encomenda, entre muitas outras pessoas, pelo menos três agentes da Judiciária e dois da Militar.

O último agente da Judiciária a ser executado foi Douglas Yamashita, morto com vários tiros, nos arredores de São Paulo, na passada terça-feira.

O autor dos disparos, um ex–soldado da Polícia Militar, acabou por ser ferido por Yamashita e foi detido ao procurar tratamento num hospital.

De acordo com fontes da investigação, o ex-soldado é um dos principais assassinos do esquadrão. Julga-se que só ele terá assassinado nos últimos tempos pelo menos oito pessoas, chegando a várias dezenas o total de vítimas. Uma delas poderá ter sido o coronel José Hermínio, assassinado numa avenida de São Paulo, há dois anos. O soldado preso servia nessa altura sob as ordens do coronel, que terá descoberto a existência do esquadrão e que tentava desarticulá-lo.

Domingos G. Serrinha Correspondente São Paulo  –  Correio da Manhã de Portugual
 

SARGENTO “TOPETUDO” FALA UM MONTE DE ASNEIRA…MAIS UM SEMI-ANALFABETO DIPLOMADO EM DIREITO VOMITANDO ARROGÂNCIA…TORTURANDO E FORJANDO FLAGRANTES 16

Domingo, 18 de abril de 2010 – 08h39  Gangue do Topete
Grupo é suspeito de prisões ilegais e tortura no interior de São Paulo

G1

O Ministério Público de São Paulo apura denúncias de abusos de autoridade, ameaças de morte, agressões, torturas, toque de recolher, rachas com carros oficiais, forjamento de drogas, prisões ilegais e invasões a domicílios sem mandados judiciais em Potirendaba, a 443 km da capital paulista.

Os crimes, segundo as denúncias, foram praticados por uma milícia armada apelidada de “Gangue do Topete”, formada por guardas municipais, policiais civis e militares que trabalham na cidade de 15 mil habitantes.

Recentemente, a prefeitura comprou dos Estados Unidos 11 pistolas de choque não letais para serem usadas pela Guarda Municipal, o que assustou ainda mais as vítimas da gangue. De acordo com a Coordenadoria de Segurança do município, a arma “age diretamente sobre o sistema nervoso central, paralisando a pessoa por alguns segundos até que o guarda consiga imobilizá-la”.

Entre os alvos dos “topetudos” estão moradores, trabalhadores rurais que vivem do cultivo e coleta da cana-de-açúcar, milho e café, além de pessoas suspeitas por tráfico de drogas ou que já tiveram passagens pela polícia. Todos temem que o aparelho, entregue oficialmente no dia 21 de março, seja usado de modo indiscriminado pelos guardas. Dos 16 homens treinados para utilizar a pistola, três são investigados por suspeita de tortura.

No dia 3 de março, o promotor Rodrigo Vendramine já havia pedido a instauração de inquérito policial na Delegacia Seccional da região de São José do Rio Preto para investigar irregularidades cometidas por agentes da força de segurança em Potirendaba. O procedimento foi aberto a partir de dez denúncias feitas à Ouvidoria das polícias.

As corregedorias das polícias Militar e Civil também apuram o caso, mas no âmbito administrativo, porque os 13 suspeitos são funcionários públicos. A prefeitura informou que vai apurar as denúncias contra a Guarda Municipal. O comando da Polícia Militar em Potirendaba negou as acusações. O delegado da cidade e o responsável pela guarda não foram localizados para comentar o assunto.

A reportagem esteve em Potirendaba e constatou que os seis policiais militares, quatro policiais civis e os guardas-civis municipais citados nas denúncias como suspeitos de cometer excessos durante as abordagens continuam a trabalhar nas ruas. Questionada, parte da população confirmou as denúncias de agressões.

Alguns cidadãos ainda elogiaram a ação policial na cidade ao justificar que a truculência reduzia o tráfico. Outros moradores criticam o que chamam de violência gratuita da polícia e encaminharam um abaixo-assinado com cerca de 50 nomes no início deste ano à Câmara Municipal. O documento pedia providências e foi entregue à prefeita Gislaine Montanari Franzotti (PMDB). Ela não foi localizada para comentar o assunto.

As denúncias foram feitas à Ouvidoria, por telefone e e-mail, no período entre 16 de dezembro de 2009 e 17 de fevereiro deste ano. As vítimas dos policiais e guardas são dois irmãos que afirmam ter apanhado, a mãe deles, uma testemunha que diz ter visto a agressão, a mulher de um ex-detento que reclama da casa invadida e um catador de material reciclável que alega ter sido torturado num canavial.

Radialista foge da cidade

Um radialista de 36 anos afirmou que abandonou Potirendaba e foi morar na capital do estado após ter sido agredido, detido injustamente com o irmão, um ciclista de 38 anos, e ficado preso com ele por um mês sob a acusação de tráfico.

“Ficamos no Centro de Detenção Provisória de São José do Rio Preto porque os policiais plantaram droga no meu carro. Tudo começou no dia 24 de outubro (de 2009). Eu vi que policiais militares deram um cavalo de pau e atropelaram meu irmão, que estava de bicicleta. Depois, eles deram uma gravata nele e falaram para ele não passar por uma estradinha porque já era noite e ele devia estar em casa. Perguntei qual o motivo daquela agressão e os policiais partiram para cima de mim também. Me agarraram no pescoço, me bateram e desmaiei. Algumas testemunhas viram tudo. Depois fui levado à delegacia algemado e acabei preso sob a acusação de traficar drogas. Eu não fumo nem cigarro, nunca tive passagem pela polícia e a PM forjou 25 cápsulas de cocaína no meu carro. Depois fomos soltos”, relata o radialista, que responde ao processo de tráfico contra ele em liberdade.

“Esses policiais do Bando do Topete são terroristas, arruaceiros. Eles ficam fazendo arruaça e fazendo terror na cidade. Eles abordam pessoas que não têm nada a ver. Eles seguem pessoas com o farol das viaturas apagado. Jogam a viatura em cima das pessoas. Eles querem fazer ‘marvadeza’, ganhar nome, subir de cargo. Faz 18 anos que moro aqui e meus filhos apanharam deles. Ficaram presos 30 dias. O mais velho estava morando numa chácara. Estavam seguindo com farol apagado. Derrubaram ele da bicicleta. Tem mais gente que está apanhando, mas muita gente tem medo de denunciar”, disse a mãe do radialista.

Testemunha coagida

O servente de pedreiro de 22 anos já foi detido por desacatar um guarda civil municipal em 2008. Depois disso, afirmou que viu policiais militares baterem em crianças numa praça de um bairro de Potirendaba. No dia 17 de fevereiro deste ano, ele afirmou que teve a casa invadida pela PM. Armados e usando gás pimenta, os policiais o agrediram e pediram para ele mudar o depoimento que daria na Corregedoria da PM.

“Os policiais viviam aqui no bairro agredindo todo mundo. Aí o radialista filmou a agressão contra a molecada. Eu vi e me coloquei como testemunha. Os policiais invadiram minha casa, disseram para eu mudar o depoimento senão matariam eu e minha família. Eu disse que não mudaria o depoimento e apanhei”, afirmou o servente, que ainda foi preso. “Os policiais me acusaram de agressão, ameaça e resistência à prisão.”

De acordo com o servente, ele não conseguiu registrar boletim de ocorrência na delegacia contra os policiais. “Me disseram que as vítimas eram eles, e não eu.”

Dona de casa tem imóvel invadido

A dona de casa afirma que as invasões aos imóveis do bairro Buracão são rotina. Ela disse que a PM entra sem qualquer mandado judicial nas casas.

“O Bando do Topete chega sem dó nem piedade. Bate o pé na porta da gente toda vez que alguém é roubado no centro da cidade. Acham que somos nós, só porque somos pobres. No meu caso é pior porque fico marcada por ser casada com um ex-detento. Ele trabalha hoje e já pagou o crime que fez na cadeia”, disse a jovem de 21 anos.

Parte da opinião pública do município está dividida: há quem apoie uma ação mais truculenta dos agentes de segurança. Procurados, os policiais militares negaram as acusações.

“Tem que apanhar mesmo”, disse a dona de casa Marli Ribeiro, 44. O sitiante Valter Manoel Pereira, 62, aprova a ação da polícia em Potirendaba.

Providências

O ouvidor das polícias, Gonzaga Dantas, informou que nenhum agente de segurança tem o direito de agredir suspeitos. “Todas as denúncias que chegarem serão encaminhadas aos órgãos competentes e vamos cobrar providências”, disse.

“Inicialmente pedi para apurar abuso de autoridade que pode estar ligado à suposta tortura, furto e direção perigosa”, disse o promotor Rodrigo Vendramine. “A população precisa de uma resposta porque mexeram nos maiores temores. Não posso confiar em quem devia confiar.”

O sargento Nilton Garcia de Oliveira, comandante da PM em Potirendaba, afirmou que as denúncias foram feitas por traficantes e negou as acusações.

Quando eu pego um produto ilícito dentro da sua casa eu não preciso de mandado. Abordar pessoas na rua não pede mandado. Se eu entender que você está num local errado, na hora errada e seu comportamento for suspeito, eu vou te abordar. Isso é legal. É só pegar o Código de Processo Penal e ler. Independente de mandado. Eu conheço a Constituição, graças a Deus, eu sei quando eu posso e quando eu não posso entrar. Agora, se eu entrar na sua casa sem mandado e eu sair de lá com 1 kg de maconha ou não sei o quê, você está preso, meu amigo. Eu não preciso de mandado. Vai ser autuado, com certeza. Mas se eu entrar na sua casa, por livre e espontânea vontade, e não encontrar nada de ilícito, opa, aí eu cometi abuso. Nossa consciência está tranqüila. Não existe isso. Não há abuso nenhum, certo? Em nenhum momento. Nossas ações são legais. Eu sou formado em Direito. Eu tenho 22 anos de policial. Então eu sei me conduzir e sei conduzir o trabalho da polícia”, afirmou o policial.

Procurada, a assessoria de imprensa da Polícia Militar condena incursões da PM em quaisquer residências sem mandado judicial, mesmo em casos de denúncias. A exceção à regra se faz em duas situações: quando houver flagrante de crime ou para prestar socorro a alguém.

____________________________________________

 

O Sargento arrola testemunhas civis – vizinhos , por exemplo – antes de ingressar em domicílio de “suspeitos” para a realização de buscas?

Não, né?

Deve ser pelo fato de em tais  ocasiões nunca se encontrar única alma para “testemunhar”…

O “resto” não vale nem comentar…

Esse  Sargento “é o cara”!

A REESTRUTURAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL FOI SEPULTADA…A PORTARIA DO DGP ( Portaria DGP – 22, de 16-4-2010) É MERO CONSOLO 26

MENSAGEM DA PRESIDENTE DA ADPESP

Colegas,
 
Soubemos que o projeto de reestruturação havia retornado da Secretaria de Gestão Pública para a Delegacia Geral de Polícia e fomos então buscar notícias e informações oficiais, obtendo cópia do despacho exarado pelo setor técnico da Secretaria, onde do projeto original, pouco (ou nada) restou.
 
Um exame ainda superficial do “texto”, sugere o sepultamento do projeto, portanto, diante desse fato novo, novas ações devem ser implementadas.
Estaremos nos reunindo com a Diretoria Executiva, com o Departamento Jurídico e de Comunicação, além do SINDPESP para traçarmos novas estratégias, haja vista a nossa insatisfação com o tratamento que nos tem sido dispensado, ferindo nossa DIGNIDADE.
 
Se de um lado a frustação com o falecimento do projeto nos aborrece, de outro “desmascara” a tentativa de nos ludibriar enviando textos daqui para ali e dali para acolá se esvaiu de vez…
 
Gostaria de, mais uma vez, agradecer aos colegas que se debruçaram sobre a questão da “inamovibilidade” e ao DGP que “abraçou” a proposta, transformando-a em Portaria que deve ser publicada amanhã no DOE, que surge como bálsamo para nos motivar a dar continuidade na nossa luta árdua, estafante, desigual e “quase” inglória, não fosse a força e a confiança dos colegas.
 
Vamos iniciar uma nova etapa no nosso movimento, considerando que o principal objetivo da Operação Padrão era o projeto…
 
Vamos definir com inteligência, estratégia e união nossos próximos passos, contando agora, quem sabe, com TODOS os colegas que se posicionaram contrários ao nosso movimento, haja vista que caminhamos para um trágico fim onde apenas haverão “estrelas” e não “cadeiras”….
E “estrelas” não são para civis…
 
Um abraço e força a todos…
 
Marilda – ADPESP 2010

POLICIAIS CIVIS DA CAPITAL FORAM DESTACADOS PARA GARANTIR A INTEGRIDADE DO RADIALISTA JOÃO ALCKMIN, VÍTIMA DE AMEAÇAS E DOIS ATENTADOS CONTRA A VIDA PRATICADOS POR CRIMINOSOS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 13

17.04.2010 23h.50  
  Radialista ameaçado de morte                     O radialista João Alckmin chegou e saiu escoltado por policiais da Capital, nesse sábado, 17, para fazer seu programa, Show Time, na Rádio Piratininga de São José dos Campos.
 
  por Redação  
     
  O radialista foi jurado de morte pelo crime organizado após denunciar a fabricação e funcionamento de máquinas caça níqueis na cidade e a remessa delas para o Estado do Espírito Santo, envolvendo policiais; – Muitos criminosos contam com cobertura de pessoas conhecidas e de políticos. Nada parece amedrontar o crime organizado instalado no maior pólo tecnológico da América Latina.

A Cidade do Avião é hoje local preferido pelos marginais que atuam em diversas atividades como roubos de cargas, assaltos, tráfico de drogas, exploração da prostituição, máquinas caça níqueis, fabricação e distribuição de cds piratas e muito contrabando que é depositado e comercializado em lojas no centro e nos bairros, muitas delas sem alvará de funcionamento.

Tudo a vista da Fiscalização Municipal, Estadual, Federal, Ministério Público, Judiciário, Polícia.

Acobertados pela impunidade, os criminosos se tornaram tão ousados que foi preciso a presença de policiais civis da Capital para garantir a vida do radialista João Carlos Alckmin.

Ex-PM assumiu ter assassinado o policial civil José Carlos dos Santos, 38, em 30 de março de 2009 no Jardim Irene, na periferia de Santo André. Ele foi assassinado com 20 tiros de fuzil 10

16/04/2010 22:18
Ex-PM confessa ter matado oito pessoas na Grande São Paulo
 
Folha Online

O ex-policial militar Jairo Ramos dos Santos, 69, preso na quinta-feira (15) em um hospital de Taboão da Serra, foi interrogado na noite de  sexta-feira   e assumiu ser o autor de oito mortes por encomenda.Em depoimento ao Ministério Público e à Polícia Civil, ele revelou ter matado um empresário em Guarulhos (Grande São Paulo) e mais três pessoas na capital paulista, além de três policias civis.

O ex-PM assumiu ter assassinado o policial civil José Carlos dos Santos, 38, em 30 de março de 2009 no Jardim Irene, na periferia de Santo André. Ele foi assassinado com 20 tiros de fuzil.

Em depoimento, o ex-PM disse que o crime foi cometido por engano, já que o policial que deveria ser morto não era José Carlos, mas outro, conhecido pelo apelido de Banana, que trabalhava no mesmo setor da polícia, o SIG (Setor de Investigações Gerais)de Santo André

O ex-PM, que foi transferido para o Hospital Municipal de Santo André, também assumiu ter assassinado o policial civil Ramiro Diniz Junior, 44. O crime ocorreu no Dia dos Pais do ano passado, 10 de agosto, quando Diniz estava na porta do açougue que era dono, na Vila Curuçá, em Santo André.

Diniz Junior também trabalhava no SIG. Ele foi morto com 12 tiros de fuzil quando estava em seu carro, um Honda Civic, acompanhado da mulher e dos dois filhos.

No depoimento desta sexta, o ex-PM Santos disse que as mortes eram encomendadas por um criminoso conhecido como Carlinhos. Eles se encontravam em uma casa de produtos nordestinos na zona leste de São Paulo, quando Carlinhos passava o nome e todas as informações das futuras vítimas. Nesses encontros Santos recebia armas, celulares e os carros usados nos assassinatos.

Para a Polícia Civil, Santos é o matador de aluguel de uma máfia que explora o jogo do bicho, máquinas caça-níqueis, bingos clandestinos e tráfico de drogas na região do ABC e Guarulhos.

O terceiro policial vítima de Santos morreu na terça (13), quando chegava em um clube em Santo André. Douglas Yamashita, 29, foi baleado, atropelado e arrastado por cerca de 50 metros pelo carro do atirador.

Ainda na noite de hoje a polícia solicitou à Justiça a prisão de um PM que trabalha no grupo aéreo da corporação suspeito de acobertar crimes cometidos por Santos. Também foi pedida a prisão de um médico que o levou ao hospital onde recebeu socorro, mas os pedidos não foram acatados pela Justiça

Justiça mantém a prisão de 3 delegados de Itapetininga 2

A TRANSFERÊNCIA PARA O PEPC NÃO PRECISA DE NADA DISSO. SEMPRE DELEGADOS E DEMAIS POLICIAIS DE OUTRAS CARREIRAS SÃO TRANSFERIDOS PARA LÁ E UNS PERMANECEM BASTANTE TEMPO, CONFORME ABAIXO SE VÊ:

OPERAÇÃO USURPAÇÃO – [ 16/04 ]
Justiça mantém a prisão de 3 delegados de Itapetininga
Marcelo Roma
Ministério Público ofereceu denúncia à Justiça contra os acusados presos semana passada na Operação Usurpação, entre eles três delegados de Itapetininga que estão presos, agora preventivamente. José Antônio Vieira Ramos (que ocupava o cargo de delegado seccional), Alexandre César Costa Vianna e Ivan Scott (respectivamente titular e assistente da Delegacia de Investigações Gerais – DIG) continuam detidos no Presídio Especial da Polícia Civil (Pepc), na capital.

A decisão do juiz da 2.ª Vara Criminal de Itapetininga, de manter os delegados presos, saiu no início da noite de ontem. Oito pessoas estavam sob prisão temporária e o prazo vencia ontem. Seis ficaram presas preventivamente: além dos delegados, o advogado Washington Martins de Oliveira, o empresário Renato Ribeiro dos Santos e o gerente da empresa de segurança Itapê Security, Sílvio de Jesus Barbosa.

A denúncia formalizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) acusa os delegados de três crimes: peculato, concussão e formação de quadrilha. No crime de peculato o funcionário público apropria-se de dinheiro ou bem em razão da sua função. A concussão também é crime praticado por funcionário público, que obtém vantagem indevida.

http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=36&id=284660
Vianna e Scott são apontados como donos da Itapê Security e, com a participação de Ramos, forçariam organizadores de festas e eventos a contratar os serviços da empresa de segurança. O argumento dos acusados seria de que a Itapê era a única legalizada na região e de outra maneira o evento poderia ser inviabilizado. Viaturas e recursos da Polícia Civil seriam utilizados pela empresa.

De acordo com o promotor Wellington dos Santos Veloso, do Gaeco, essa é a primeira denúncia à Justiça como consequência da investigação conduzida pela Polícia Federal e Ministério Público Estadual. Novas denúncias referentes a outros crimes serão apresentadas nos próximos meses, adiantou o promotor.

JOW, A VERDADE DEVE SER DITA: ESTA PORTARIA É DE AUTORIA DO DOUTOR ALBERTO ANGERAMI…CONFORME SEMPRE DEFENDEU DOUTRINARIAMENTE 17

Dr. War,
Vamos saudar e agradecer o nosso Exmo. DGP. Depois de 22 anos da promulgação da Constituição Federal, foi o primeiro Delegado Geral a reconhecer que os Princípios consitucionais da Impessoalidade e Moralidade Administrativa se aplicam aos procedimentos de remoção dos Policiais Civis.
Estamos avançando !
Att. Jow !


Portaria DGP – 22, de 16-4-2010*

*Disciplina os procedimentos administrativos para edição dos atos de remoção
de integrantes da carreira de Delegado de Polícia*

O Delegado Geral de Polícia,

Considerando que a validade de qualquer ato administrativo somente se
aperfeiçoa com a explicitação das circunstâncias de fato ou de direito que
determinam sua prática;

Considerando, ainda, que a ausência ou insuficiência de motivação do ato
administrativo induz, necessariamente, à sua invalidade e, potencialmente, à
responsabilidade funcional sei legítimo o móvel para sua edição;

Considerando, também, que o art. 4º da Constituição do Estado de São Paulo
preconiza que, nos procedimentos administrativos, qualquer que seja o
objeto, observar-se-ão, entre outros requisitos de validade, a igualdade
entre os administrados e o devido processo legal, sobretudo quanto à
exigência da publicidade, do contraditório, da ampla defesa e do despacho ou
decisão motivados.

Considerando, ademais, que a Lei Estadual nº 10.177/1998, em harmonia com o
artigo 37 da Constituição da República, dispõe, em seu art. 4º, que
Administração Pública atuará em obediência aos princípios da legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade, razoabilidade, finalidade,
interesse público e motivação dos atos administrativo, declarando, ainda, no
art. 8º, VI, inválidos os atos administrativos que desatendam os
pressupostos legais e regulamentares de sua edição, ou os princípios da
Administração, especialmente nos casos de falta ou insuficiência de
motivação;

Considerando, por derradeiro, que a Constituição do Estado de São Paulo, no
art. 140, § 3º, relativamente à remoção de integrante da carreira de
Delegado de Polícia, prevê, somente, as hipóteses de remoção a pedido do
interessado ou mediante deliberação do Conselho da Polícia Civil, resolve:

Artigo 1º – Todo ato de remoção de integrante de qualquer carreira da
Polícia Civil
deverá trazer explicitada sua suficiente motivação, com
circunstanciada exposição das razões fáticas e jurídicas que determinaram
sua edição, sob pena de invalidade
.

Artigo 2º – A remoção de integrante da carreira de Delegado de Polícia
somente poderá ocorrer a pedido do interessado ou, na forma da lei, mediante
manifestação favorável do Conselho da Polícia Civil.

Parágrafo único – A proposta de remoção de Delegado de Polícia no interesse
do serviço policial somente será submetida à deliberação do Conselho da
Policia Civil se devidamente instruída com circunstanciada motivação exarada
pelo proponente e com manifestação escrita do indicado para remoção.

Artigo 3º – Toda proposta de remoção de Delegado de Polícia, a pedido,
somente será admitida na Delegacia Geral de Polícia, para análise e
processamento da publicação oficial posterior, se suficientemente instruída
com:

I – requerimento de remoção exclusivamente manuscrito pelo próprio
interessado, com sua firma publicamente reconhecida por autenticidade
;

II – indicação, no requerimento inicial, dos motivos determinantes da
movimentação, mediante circunstanciada exposição das suas razões de fato e
de direito;

III – manifestação conclusiva exarada pelos respectivos superiores mediato e
imediato do interessado;

IV – parecer terminante expendido pelo Diretor de Departamento de
classificação do requerente.

Parágrafo único – Na hipótese de solicitação de remoção por permuta, as
formalidades previstas nos incisos anteriores serão exigíveis em relação a
ambos os requerentes.

Artigo 4º – Incumbirá, privativamente, ao Diretor do Departamento de
classificação do Delegado de Polícia requerente analisar o pedido de
remoção, providenciar a publicação dorespectivo ato e, por conseguinte,
exercitar o controle de regularidade das medidas previstas no artigo
anterior, e seu parágrafo único, na hipótese de a movimentação do Delegado
de Polícia verificar-se:

– de uma para outra unidade do mesmo departamento especializado de execução,
de apoio ou de apoio aos de execução, desde que não implique designação para
exercício noutro município;

II – de uma para outra unidade da mesma Delegacia Seccional de Polícia da
Capital;

III – de uma para outra unidade da mesma Delegacia Seccional de Polícia do
interior ou da região metropolitana, desde que não acarrete em designação
para exercício noutro município.

Artigo 5º – Existentes indícios de que a proposta de remoção de Delegado de
Polícia seja decorrente de indevida satisfação de interesse ou sentimento
pessoal, ou de que tenha resultado de pedido simulado ou de sanção
dissimulada, promover- se-á à apuração de eventual ilícito penal ou
administrativo subjacente, sem prejuízo da adoção das medidas tendentes à
anulação do ato de movimentação viciado.

Artigo 6º – Esta portaria entra em vigor na data

* *

*32 – *São Paulo, 120 (72) *Diário Oficial *Poder Executivo – Seção I
sábado, 17 de abril de 2010

—————————————————————————–

JOW:

A portaria –   praticamente 22 anos depois de vigência de uma nova ordem constitucional – revela a torpeza da Administração policial, posto  falar-se que Delegado de Polícia, operador do direito,  não pode alegar ignorância aos princípios e institutos legais. 

É o fim da picada a DGP editar portaria para dizer, em linhas gerais,  o seguinte, A PARTIR DE AGORA VAMOS CUMPRIR O ORDENAMENTO JURÍDICO. 

Contudo possui vício, pois  NÃO PREVÊ   manifestação escrita do indicado para remoção de  integrante de qualquer carreira da Polícia Civil.  ( leia-se: qualquer é o  não Delegado )

Abominável a diferença de tratamento para situações idênticas, causadoras de problemas pessais e  familiares semelhantes.

Especialmente no interesse do serviço de um para outro município deste Estado.

A prerrogativa do Delegado  ao procedimento de remoção ser votado pelo Conselho não lhe confere a exclusividade de ser a única carreira com direito a “ampla defesa”.  

Por outro lado, considerando que tal portaria revela, implicitamente,  que na Polícia Civil imperou a fraude e o desrespeito aos direitos, vislumbrando-se até a existência de  requerimentos simulados –  TANTO QUE O REQUERIMENTO AGORA DEVE SER MANUSCRITO E COM FIRMA RECONHECIDA  (  ninguém tem crédito ) –  no mesmo ato administrativo em referência, o DGP  deveria ter feito constar ” expressamente”:

O PRAZO DE 15 DIAS  PARA A POSSE DE  FUNCIONÁRIO REMOVIDO NO INTERESSE DO SERVIÇO DE UM PARA OUTRO MUNICÍPIO  É CONTADO A PARTIR DO PAGAMENTO DA AJUDA DE CUSTO POR REMOÇÃO.

O FUNCIONÁRIO NÃO SERÁ PENALIZADO COM FALTAS AO SERVIÇO  EM RAZÃO DO NÃO PAGAMENTO DA AJUDA DE CUSTO  À VISTA DO ATO DE REMOÇÃO PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL.

Exposição de motivos: há Delegado que quando não é burro se faz de para prejudicar o desafeto.

Assim, tudo deve ser explicadinho…

Nos mínimos detalhes…rs

JOGO DO BICHO 7

Boa tarde delegado Roberto,
 
Para seu conhecimento e deliberação, segue o link de matéria que versa sobre o combate ao jogo do bicho no RJ.
 
Fica a pergunta: Será que é somente no RJ que temos a prevaricação reinando quando a matéria diz respeito às polícias e a exploração do jogo e demais variáveis? Como fica o Estado de São Paulo? Será que não há jogo do bicho?
 
Nossos informes sobre a sua região (baixada santista), nos dão conta de que prolifera esta situação em cada esquina, inclusive com mesas e cadeiras dispostas nas calçadas para quem quiser ver. E a polícia, por onde anda? ou melhor, será que os policiais podem exercer sua função e prendê-los?
 
Fica a pergunta no ar, para quem quiser ou puder responder!
 
Saudações
 
O link é:

Corregedoria de Polícia Civil vai investigar omissão no combate ao jogo do bicho

Marcos Nunes – Extra

 

PF filme ponto de jogo do bicho no Centro do Rio. Foto: Reprodução

RIO – A Corregedoria de Polícia Civil instaurou um inquérito, por requisição do promotor Homero das Neves Freitas Filho, coordenador da 1ª Central de Inquéritos, para apurar a omissão de autoridades policiais estaduais no combate ao jogo de bicho no Rio. Nesta sexta-feira, o Extra Online e o site do Globo publicaram, com exclusividade, imagens de um dossiê feito pela Polícia Federal (PF) mostrando o funcionamento de pontos de bicho próximo à delegacias e batalhões. 

No documento, enviado por ofício ao procurador geral de Justiça, Cláudio Lopes, o superintendente da PF do Rio Angelo Fernandes Gioia, sustenta que a iniciativa foi tomada “considerando a ostensividade do jogo de bicho do estado do Rio de Janeiro e a omissão da Secretaria de Segurança Pública na repressão dessa modalidade contravencional, à qual, conforme conhecimento público, movimenta milhões de reais e empresta suporte financeiro a outros crimes”. A elaboração do dossiê é mais um round de uma queda de braço, travada nos bastidores entre a PF e a Secretaria de Segurança 

 
http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/materias/2010/04/16/corregedoria-de-policia-civil-vai-investigar-omissao-no-combate-ao-jogo-do-bicho-916362149.asp

Prisões e Justiça criminal do Brasil são disfuncionais, diz relatório Resposta

17/04/2010- 07h30

ANDRÉ MONTEIRO
da Reportagem Local

Relatório elaborado pela Associação Internacional dos Advogados (IBA, na sigla em inglês) afirma que o sistema prisional e a Justiça criminal brasileira são “disfuncionais”. Nesta semana o país sediou o 12º Congresso da ONU de Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, em Salvador (BA), e o Conselho Nacional do Ministério Público reuniu mais de cem promotores e procuradores em Brasília para discutir o sistema carcerário.

Ministério diz enfrentar problema prisional de forma contundente
No Brasil não existe política penitenciária, diz delegado

No mês passado, um painel paralelo ao Conselho de Direitos Humanos da ONU e uma comissão da OEA (Organização dos Estados Americanos) já haviam discutido o tema, após denúncias sobre detentos amontoados em prisões no Espírito Santo.

O estudo internacional cita as denúncias no Estado, mas aponta que os problemas são generalizados no país. “A superlotação extrema, condições sanitárias precárias, violência entre organizações criminosas e motins deterioram o sistema prisional, onde os maus-tratos, incluindo espancamentos e tortura, são comuns.”

Publicado pelo Instituto de Direitos Humanos da IBA em fevereiro, o relatório diz ainda que “o sistema de Justiça criminal brasileiro parece ser tão ruim em punir os culpados quanto em proteger os inocentes”. O Ministério da Justiça diz enfrentar o problema de forma contundente.

O relatório cita exemplos de violência dentro das prisões, como o caso dos 25 detentos queimados em Ponte Nova (MG) em agosto de 2007, e até os ataques do PCC em maio de 2006 como reflexos da crise do sistema criminal no país.

Com base em entrevistas com o Ministério da Justiça e o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o instituto estima que “dezenas de milhares de pessoas condenadas à prisão, na realidade, não cumprem as suas penas devido à lentidão dos processos judiciais, à ineficiência administrativa dentro do sistema e aos baixos padrões de segurança.”

Por outro lado, aponta o dado do CNJ –que serviu de título ao relatório– de que está na prisão irregularmente um a cada cinco presos, a maioria sem assistência jurídica.

“Devido ao excesso da população prisional, muitos presos em regime de prisão provisória estão detidos em delegacias e carceragens. Essas não são concebidas como prisões, e raramente são equipadas com instalações adequadas para manter indivíduos presos por longos períodos, o que aumenta o risco de que os presos sejam submetidos a maus-tratos.” A IBA afirma que uma visita a uma “cadeia da polícia no Rio, durante a pesquisa, mostrou condições que se encaixam no padrão geral” descrito pelo relatório. A Polícia Civil confirma a situação.

Ao citar a dificuldade de encontrar informações precisas e atualizadas sobre a população carcerária, os autores do relatório afirmam que “nenhuma quantidade de novas leis ou de novas instituições pode solucionar ineficiências e a incompetência; elas poderiam, de fato, agravar a situação existente ao acrescentar novas camadas de burocracia e confusão administrativa àquelas que existem atualmente.”

Entre as soluções para a crise, o relatório recomenda uma reforma para aumentar a eficiência do Judiciário, o desenvolvimento de alternativas à detenção, o combate ao crime com um policiamento mais eficaz, e o fortalecimento da Defensoria Pública.

Entretanto, a IBA afirma que “há limites quanto a quão eficazes as soluções importadas podem ser”, e sustenta que a saída deve passar por “soluções práticas de origem doméstica”.

Financiamento

Fundada em 1947, a IBA reúne cerca de 35 mil advogados e 197 associações em todo o mundo. O relatório foi financiado pela ONG Open Society Institute, do megainvestidor George Soros, e cita, além da pesquisa própria, levantamentos de entidades como Anistia Internacional, Human Rights Watch, Pastoral Carcerária, Justiça Global e ONU.

DENTISTA E INVESTIGADOR? É O NOSSO TIRA-DENTES 33

OUTRO DIA OUVI UM COMENTÁRIO DE UM COLEGA, DIZENDO QUE O SR. RONALDO TUMA (DENTISTA), ERA INVESTIGADOR DE POLÍCIA, NÃO ACREDITEI E FUI PESQUISAR NO SITE DA IMPRENSA OFICIAL. NÃO É QUE É VERDADE. O QUE MAIS ME INTRIGA É ONDE ESSE RAPAZ TRABALHA, QUANTAS VEZES ENTROU NUMA DELEGACIA, QUANTO JÁ RECEBEU DOS COFRES PÚBLICOS SEM TRABALHAR, QUEM ASSINA SUA FREQUÊNCIA? QUERO TOMAR ESTE ESPAÇO PARA DESABAFAR, POIS AINDA VERIFIQUEI QUE O MESMO FOI PROMOVIDO Á CLASSE ESPECIAL NA MINHA FRENTE, EU QUERO SABER SE ELE FEZ O CURSO NA ACADEMIA DE POLÍCIA? TOMEI A LIBERDADE DE FAZER UMA INVESTIGAÇÃO PARTICULAR E VERIFIQUEI, AS DELEGACIAS QUE O MESMO PASSOU,”NINGUÉM NUNCA OUVIU FALAR DO MESMO”, NUNCA ABRIU UM TALÃO, NUNCA PRENDEU NINGUÉM, NUNCA FEZ NADA, COMO ALGUNS QUE CONHEÇO.iSSO É UM ABSURDO, UMA VERGONHA, PARA ESSA SEM VERGONHA DESSA POLÍCIA CIVIL. ESTOU DENUNCIANDO, NÃO SÓ PORQUE É O FILHO DO SENADOR QUE INFELIZMENTE JÁ FUI ELEITOR, MAS PORQUE EXISTEM VARIOS NESSE MESMO ESQUEMA E NENHUMA AUTORIDADE TOMA PROVIDENCIAS, NEM O SR. DR. DELEGADO GERAL, NEM A SRA DRA. MARIA INES, NEM O SR. DR. HALAGE, NEM NINGUÉM. SE EXISTE ALGUM REPORTER QUE CHEGOU A LER ESTE DESABAFO, POR FAVOR VERIFIQUEM E PUBLIQUEM, POIS ISSO REALMENTE DESMOTIVA QUEM TRABALHA E AS VEZES PERCORRE DIVERSOS QUILÓMETROS PARA CUMPRIR SUAS FUNÇÕES, POR UM MÍSEO SALÁRIO, E DESCOBRIMOS QUE UM FULANO RECEBE DESDE QUE ENTROU NOS QUADROS DA POLICIA; POR 25 ANOS DE SERVIÇO X 13 SALARIOS POR ANO DE R$4.500,00 – FERIAS = 1.462.500,00 (HUM MILHÃO, QUATROCENTOS E SESSENTA E DOIS MIL E QUINHENTOS REAIS. FICAMOS REVOLTADOS, PQ NÓS QUE TRABALHAMOS ESTAMOS SUJEITOS A MORRR EM COMBATE, DOENÇAS ADQUIRIDAS NO AMBITO DO SERVIÇO, E OUTRO, RECEBEMOS O MESMO DE QUEM SUPOSTAMENTE FICA O DIA INTEIRO ASSISTINDO SESSÃO DA TARDE. gOSTARIA DE VER ESTA CORREGEDORIA SÉRIA TOMAR PROVIDÊNCIAS OU ALGUM DIRETOR DE CULHÃO.EXISTEM MAIS NESTE MESMO EMBROMEITION. MAS COM CERTEZA, A SUJEIRA SERÁ VARRIDA SOB OS TAPETES VERMELHOS DA POLÍCA CIVIL.

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Essa é nova. Não sabia  que o Senador era pai de três valorosos policiais: um Delegado da  PC, um agente da PF e o nosso Tira-dentes.

POLÍCIA CIENTÍFICA SOB SUSPEITA DE VENDER LAUDOS PARA DIRECIONAMENTO DE FAVORECIMENTO AO CONSÓRCIO VIA AMARELA E IGREJA RENASCER 36

São Paulo, sexta-feira, 16 de abril de 2010

Peritos do IC são suspeitos de vender laudos
Corregedoria e Promotoria investigam se policiais venderam laudos para favorecer o Consórcio Via Amarela e a Igreja Renascer

Perícias envolvem o acidente na obra do metrô, quando 7 pessoas morreram em 2007, e da queda do teto do templo no Cambuci, com 9 mortes

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
ROGÉRIO PAGNAN
DA REPORTAGEM LOCAL

Ao menos quatro peritos do IC (Instituto de Criminalística) de São Paulo estão sendo investigados pela suspeita de fraude em laudos que beneficiariam o Consórcio Via Amarela, que constrói uma linha do metrô, e a Igreja Renascer em Cristo.
As investigações são conduzidas pelo Ministério Público do Estado e pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil e surgiram depois que o Gaeco (grupo especial do Ministério Público de combate ao crime organizado) identificou incongruências nas conclusões feitas pelos peritos no caso do metrô.
Nem a Promotoria nem a Corregedoria da Polícia Civil deram detalhes da investigação sob o argumento de que a divulgação poderá prejudicar a apuração dos casos.
As suspeitas apontam que laudos reduziriam a responsabilidade do consórcio pelo acidente na obra do Metrô em Pinheiros, que deixou sete mortos em janeiro de 2007, e da Renascer, em razão da queda do teto do templo no Cambuci, onde nove pessoas morreram e centenas ficaram feridas em janeiro do ano passado.

Investigação
Os laudos do IC são um dos itens da investigação da polícia para apurar a responsabilidade criminal dos envolvidos, a exemplo do que ocorreu no júri do caso Isabella Nardoni.
Pelo Ministério Público, a investigação de fraude pericial é conduzida em duas frentes: Promotoria do Patrimônio Público, que apura improbidade administrativa dos funcionários, e pelo Gaeco. Na Corregedoria, além de sindicância, há um inquérito de improbidade.
Na lista dos investigados está o perito José Domingos Moreira das Eiras. Ele foi, até dezembro do ano passado, o diretor-geral do Instituto de Criminalística e foi afastado após a suspeita de fraudes em concursos do IC revelada pela Folha.
Também são investigados os peritos Edgard Engelber, Henrique Honda e Jaime Telles. Telles assina ambos e Engelber, assina o laudo do metrô, mas nenhum dos órgãos divulgou porque Honda foi incluído no caso, já que não assina nenhum dos dois laudos sobre os acidentes.

Documento desprezado
As suspeitas no caso do metrô ganharam força depois do surgimento de dúvidas sobre a qualidade e a veracidade das informações dos peritos.
Isso levou a Promotoria a desprezar o documento na denúncia apresentada à Justiça contra diretores e funcionários do Consórcio Via Amarela (integrado pelas empresas CBPO [grupo Odebrecht], OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Alstom e do Metrô.
Em junho do ano passado, reportagem da Folha revelou que promotores e peritos do próprio Instituto de Criminalística, sob a condição de anonimato, diziam que havia informações falsas que amenizavam a responsabilidade dos diretores do Consórcio Via Amarela pelas mortes.
Agora, o processo corre o risco de ser anulado pelo Tribunal de Justiça a pedido da defesa.
Já as “considerações finais” do laudo que apurou as causas do acidente do teto da Igreja Renascer praticamente descartam qualquer culpa da igreja pelas mortes e não citam o nome da instituição. Cópia desse documento é até disponibilizada em link do site da assessoria de imprensa da Renascer.
Os peritos do Instituto de Criminalística apontaram, no trecho final do documento, que houve responsabilidade da empresa Etersul, que havia realizado uma reforma no telhado, do Corpo de Bombeiros e da Prefeitura de São Paulo, por conta da falta de inspeções na segurança da estrutura. Mas em nenhum momento citam se houve falha da direção da Renascer em não fazer a manutenção do local.

Ex-PM é preso sob suspeita de matar investigador a tiros 2

DA REPORTAGEM LOCAL

O ex-policial militar Jairo Ramos dos Santos foi preso ontem pela Polícia Civil em um hospital de Taboão da Serra sob a suspeita de ter matado a tiros um investigador da Polícia Civil -ele estava com identidade falsa.
Douglas Yamashita, 29, foi morto na terça, em Santo André, quando chegava a um clube para jogar squash. Baleado, foi atropelado e arrastado por cerca de 50 metros pelo carro em que o assassino e um cúmplice fugiram.
Santos é investigado sob a suspeita de ser matador de aluguel de máfia que explora jogo do bicho, caça-níqueis, bingos clandestinos e tráfico de drogas. É suspeito de participar de ao menos outras quatro mortes de policiais.
As investigações ainda não apontaram se os policiais foram mortos porque tentavam acabar com o esquema ou se estavam envolvidos.
Por temer tentativas de resgate ou assassinato -Santos afirmou ser um “arquivo vivo”-, 20 policiais estão escoltando o ex-PM no hospital. A reportagem não conseguiu contato com ele. Seus advogados não foram localizados. (ANDRÉ CARAMANTE )