Vítima tinha ido dar queixa de celular clonado, mas saiu sem bolsa do 1º DP…EM DUAS PALAVRAS: ESCULACHO E AVACALHAÇÃO 44

Edição do dia 14/05/2010 

Corregedoria da Polícia Civil apura caso da mulher roubada em delegacia

Vítima tinha ido dar queixa de celular clonado, mas saiu sem bolsa do 1º DP.
Assaltante levou R$ 13,5 mil dela em Salto; policiais viram e não fizeram nada.

Kleber Tomaz Do G1 SP 

A Corregedoria da Polícia Civil apura a responsabilidade dos policiais do 1º Distrito Policial em Salto, a 108 km de São Paulo, que não teriam ajudado uma mulher que afirma ter sido assaltada dentro da própria delegacia no final da tarde de quinta-feira (13). Ela contou a TV TEM que foi ao plantão policial registrar queixa do seu celular que havia sido clonado, mas saiu de lá sem R$ 13,5 mil que estavam dentro de sua bolsa que foi roubada por dois criminosos que entraram no DP. Ela havia sacado a quantia no banco horas antes. A bolsa foi encontrada jogada na rua sem o dinheiro.

 

A mulher, que pediu para não ser identificada, disse ainda que dois escrivães que estavam no local viram tudo e ficaram estáticos sem fazer nada para impedir o crime. “Entrou um rapaz alto, forte dizendo ‘eu quero a bolsa’”, afirmou a mulher à reportagem. “O escrivão disse depois que não intercedeu porque achou que era uma briga de marido e mulher. Eu achei um absurdo”

 

De acordo com o que a assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública afirmou ao G1 nesta sexta-feira (14), “o delegado titular da 7ª Corregedoria Auxiliar de Sorocaba, Marcio Vieira Rodrigues, informou que já foi instaurado um inquérito policial para apurar todos os fatos relacionados à ocorrência.”

 

Todos os policiais que estavam na delegacia serão chamados a prestar esclarecimentos na corregedoria sobre o caso no âmbito administrativo da Polícia Civil. Não há informações se os agentes de segurança continuam trabalhando ou se foram afastados. Caso sejam considerados culpados por omissão de socorro, os policiais poderão ser punidos ou desligados. A secretaria informou que o 1º DP registrou um boletim de ocorrência sobre o roubo da bolsa na delegacia. O órgão não tinha informações se a queixa do celular clonado também havia sido feita.

 

Polícia procura criminosos

 

Ainda, segundo a assessoria da secretaria, o “delegado diretor do Departamento de Polícia Judiciária de SP Interior da região de Sorocaba (Deinter 7), Weldon Carlos da Costa, informou que a Polícia Civil realiza investigações para tentar prender ainda hoje (sexta-feira) os dois homens que teriam roubado a comerciante.”

 

Ela relatou que chegou a entrar em luta corporal com os assaltantes para tentar impedi-los de levar a bolsa. “Ele [assaltante] puxou a bolsa de um lado, eu puxei do outro. Eu arremessei a bolsa por cima do balcão, que passou por cima dos atendentes e caiu do lado de dentro. Ele [criminoso] subiu no balcão, pulou do lado de dentro, pegou a bolsa e eu pendurei nele”, afirmou a vítima.

 

“Como ele [assaltante] viu que não se livraria de mim de jeito nenhum, ele gritou para o comparsa dele: ‘atira nela’. Daí, eu soltei”, disse a mulher. Na confusão, machucou o braço, que precisou ser enfaixado e imobilizado.

 

Segundo a TV TEM, o delegado do 1º DP confirmou a história, mas não quis gravar entrevista. O G1 tentou falar com o delegado da delegacia onde ocorreu o fato, mas ninguém atendia aos telefonemas. A reportagem também não conseguiu localizar os escrivães do DP para comentar o assunto.

 http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/05/corregedoria-da-policia-civil-apura-caso-da-mulher-roubada-em-delegacia.html

 

Se o Secretário está pedindo que a Polícia Civil prevarique, tal “pedido” indecoroso deve ser sumariamente ignorado.A investigação cabal e escorreita poderá ser, inclusive, a grande oportunidade para o hoje “Departamento” (DHPP) começar a fazer jus ao próprio “marketing” que criou em torno de si.E, para se redimir, também, pelo fato de ter parido tantos “trastes” que alçaram a cúpula. 12

2010/05/13 at 17:52 – DELTA UNO

Devem estar pressionando (leia-se ameaçando) inlcusive o próprio Secretário.

Seria o caso do Secretário se impor e dizer, como de seu hábito: “não passem vontade, não passem vontade…”.

O problema é um só: Bandido é bandido, com ou sem farda, com ou sem distintivo, com ou sem diploma.

Se o Secretário está pedindo que a Polícia Civil prevarique, tal “pedido” indecoroso deve ser sumariamente ignorado.

No mais, é ir “pra cima”, investigar corretamente e responsabilizar quem deve ser responsabilizado.

Outra coisa: os críticos de sempre da Polícia Civil podem guardar suas insinuações de que os Delegados da Homicídios estariam com medo.

Em conversa com colegas do DHPP, não senti medo, nem recuo.

Senti a estupefação pela ousadia destes criminosos e a surpresa pela “amarelada” do Secretário.

Mas os Delegados que investigam eses homicídios estão trabalhando. E, trabalhando com a legislação ao alcance da mão. A legislação e todos os demais “instrumentos de trabalho” que devem ser mantidos, igualmente, ao alcance da mão.

2010/05/13 at 18:01 – DELTA UNO 

Nos anos 70, deu-se um “jeito” para a então Divisão de Homicídios do DEIC não “precisar” esclarecer os casos do esquadrão da morte sem passar, por isso, atestado de incompetência: Alterou-se sua competência territorial (como os corpos eram desovados na grande SP, a Homicídios só se responsabilizava pela investigação na cidade de SP).

Espera-se que não ocorra, aogra, um novo “jeitinho”…

A investigação cabal e escorreita poderá ser, inclusive, a grande oportunidade para o hoje “Departamento” (DHPP) começar a fazer jus ao próprio “marketing” que criou em torno de si.

E, para se redimir, também, pelo fato de ter parido tantos “trastes” que alçaram a cúpula.

O delegado plantonista de Ribeirão Pires, Hélio Gomes Hotts, 41 anos, foi encontrado morto na noite de domingo dentro de seu apartamento em Santos no litoral paulista. HOTTS MORREU DEVIDO A GRANDE DOSE DE HUMANIDADE ANOS ATRÁS MINISTRADA PELA CÚPULA SANTISTA 14

Matéria Publicada em: 12/5/2010 às 14:12:01
Delegado de Ribeirão é encontrado morto dentro de apartamento em Santos
O delegado plantonista de Ribeirão Pires, Hélio Gomes Hotts, 41 anos, foi encontrado morto na noite de domingo dentro de seu apartamento em Santos no litoral paulista. A causa da morte foi diagnosticada como infarto.

De acordo com informações da Delegacia, o delegado, que trabalhava há cerca de dois anos no município, fez o seu último plantão de quarta para quinta-feira da última semana.

Familiares de Hotts estranharam que ele não apareceu na casa da mãe no último domingo em que se comemorava o Dia das Mães e ligaram constantemente para a casa do policial, mas ninguém atendia aos chamados.

Por volta das 22h do domingo, o pai da vítima resolveu ir até o apartamento do delegado. Foi necessário arrombar a porta e encontraram Hotts caído no chão com a televisão ligada.

O médico assinou o óbito como infarto fuminante e acredita que ele tenha sofrido o infarto possivelmente no sábado a noite.

O corpo foi velado e enterrado na cidade de Santos e colegas de trabalho de Ribeirão Pires e Santo André prestaram a última homenagem ao amigo.

———————————————————-

nos termos do art.36, II, da LC 207/79,

a pedido, no DEINTER 6 – SANTOS, e designa a Delpolmun

de Guarujá, para sede de exercício do Dr. LUIZ RICARDO DE

LARA DIAS JUNIOR, RG. 24.545.033, Delegado de Polícia de 5ª

classe, padrão I, lotado na DGP, anteriormente classificado no

DEMACRO, com sede de exercício na Delpolmun de Mauá.(DGP-

3432-P)

a pedido, no DEMACRO, e designa a DelPOLMUN de Mauá,

para sede de exercício do Dr. HELIO GOMES HOTTS, RG.

17.599.358, Delegado de Polícia de 4ª classe, padrão II, lotado

na DGP, anteriormente classificado no DEINTER 6 – SANTOS, com

sede de exercício na Delpolmun de Guarujá.(DGP-3433-P)

HUMANIDADE com direito a remoção “extorquida”, inclusive!  

A MISSA DE 7º DIA será realizada amanhã, 14 de maio, as 19 horas, na Igreja Coração de Maria, avenida Ana Costa 74 – Santos.

EX-PM CONFESSA TER MATADO TRÊS POLICIAIS CIVIS 7

publicado em 13/05/2010 às 01h29:

Ex-policial confessa que cobrava
até R$ 50 mil para matar

Jairo Ramos dos Santos integraria quadrilha de matadores de aluguel de São Paulo

Do R7, com Jornal da Record 

Um ex-policial militar que foi expulso da corporação há dez anos confessou que agia como matador de aluguel. Ele admitiu que foi contratado para matar oito pessoas. Entre as vítimas, há policiais civis e empresários ligados a jogos ilegais. O Jornal da Record teve acesso ao seu depoimento e detalhes das investigações.

O ex-policial Jairo Ramos dos Santos prestou serviço de segurança a donos de bingos do ABC paulista. Mesmo com funcionamento proibido, as casas de jogos ilegais seguem funcionando, o que alimenta esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro do crime organizado.

– Ele (Jairo) tinha treinamento dado pelo Estado, através da polícia, para ser útil à sociedade, e ele o utilizou para praticar crimes – disse o diretor do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo), Marcos Carneiro Lima. 

A empresa de extermínio em que o ex-policial trabalhava possuía até uma tabela de preços. As mortes custariam entre R$ 7.000 e R$ 50.000, de acordo com a importância do alvo. Para matar policiais a quadrilha cobrava mais caro. Em caso de erros do assassino, o valor pago caia pela metade.

O ex-PM está ligado a vários crimes que ficaram conhecidos pela polícia e pela população, mas as investigações não descartam o envolvimento dele e dos comparsas em outros assassinatos.

vídeo:

http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/ex-policial-confessa-que-cobrava-ate-r-50-mil-para-matar-20100513.html

FUNCIONÁRIA ENCARREGADA DAS CIRETRAN DE SUMARÉ E HORTOLÂNDIA – DENUNCIADA POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA – É DEMITIDA POR PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE 7

4 Réu RITA DE CÁSSIA ALVES NIEPS

 

Tipo de Documento Nº do Documento UF Órgão Expedidor
Nº do Processo:
604.01.1999.016938-0
RG 20547111-0 SP
Qualificação da Parte
Sexo
Feminino
Cidade/UF
Sumaré/SP
Cor da Pele
Parda
Nacionalidade
Brasileira
Estado Civil
Casado
Escolaridade
2º Grau
Data de Nascimento
19/08/1967
Profissão
Funcionário Público Estadual
Denúncia da Parte   
Oferecida em
22/08/2005
Recebida em
06/12/2005
Artigo(s)
Código Penal, 297, c.c. art. 29, ambos do CP

Resoluções
De 11-5-2010
Aplicando:
à vista do apurado nos autos de Processo Administrativo
Disciplinar GS/670/07 – DETRAN/8.119.1/07, e nos termos dos
artigos 251, inciso IV, 252 e 260, inciso II, da Lei n.º 10.261, de
28 de outubro de 1.968, alterada pela Lei Complementar n.º
942, de 06 de junho de 2.003, a pena disciplinar de DISPENSA
a RITA DE CASSIA ALVES, RG nº 20.547.111, Oficial Administrativo,
em caráter temporário, padrão 1-B, Nível Intermediário, do
QSSP, classificada no DETRAN, em exercício na CIRETRAN de
Hortolândia, por infração ao disposto nos artigos 241, incisos III
e XIII e 256, inciso II, do mesmo dispositivo legal, c.c. artigo 35,
inciso IV, da Lei 500/74. Defensor: Dr. Pedro Alves Cabral – OAB/
SP nº 131.873

HC-FORMAÇÃODEQUADRILHACNH

 

 

AMIGO DO DR. PHODAS

Tuma Júnior levou contrabandista em visita oficial ao governo chinês 13

Tuma Júnior levou contrabandista em visita oficial ao governo chinês

O objetivo da viagem era discutir a cooperação nas áreas de combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro

13 de maio de 2010 | 6h 26

Cláudia Trevisan, correspondente

Foto: Departamento de Segurança do Distrito de Haidian/Pequim, China – 20/02/2009    

Apontado pela Polícia Federal como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo, Li Kwok Kwen, conhecido como Paulo Li, acompanhou o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, em viagem oficial que fez a Pequim em fevereiro de 2009, a convite do governo da China.

Veja também

lista Tudo que foi publicado sobre o caso Tuma Júnior

Fontes ouvidas pelo Estado afirmaram que apenas Tuma Júnior era convidado do Ministério da Segurança da China e disseram desconhecer em que condição Paulo Li integrava a comitiva do secretário, que não viajou acompanhado de nenhum assessor do Ministério da Justiça.

Outra fonte confirmou que Li participou de almoço oferecido a Tuma Júnior por autoridades do Ministério da Segurança no dia 20 de fevereiro do ano passado.

O objetivo da viagem era discutir a cooperação nas áreas de combate ao crime organizado e lavagem de dinheiro, principalmente por meio da capacitação de pessoal. A ideia era ter um acordo que pudesse ser assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, em maio de 2009. Porém as discussões não avançaram e a proposta de acordo foi abandonada.

Li foi preso em setembro, sete meses depois da viagem à China com Tuma Júnior. Interceptações de conversas telefônicas e de e-mails realizadas pela Polícia Federal (PF) em um período de seis meses indicaram que Li contrabandeava telefones celulares da China, adulterava os aparelhos com a colocação de marcas consagradas e os vendia por cerca de R$ 200 cada um. A PF estimou na época que o esquema movimentava R$ 1,2 milhão por mês.

Os laços entre Li e o secretário foram revelados pelo Estado na quarta-feira da semana passada, quando o jornal publicou trechos de diálogos entre ambos. Nas gravações telefônicas, feitas pela Polícia Federal com autorização judicial, os dois discutem a emissão de vistos para chineses em situação irregular no Brasil e o secretário chega a encomendar mercadorias.

Afastado. Anteontem, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, decidiu afastar por 30 dias Romeu Tuma Júnior da Secretaria. Informalmente, ele disse que resolveu “tirar férias” para se defender.

Naturalizado brasileiro, Li tem longa ligação com a família Tuma e trabalhou em campanhas do senador Romeu Tuma (PTB-SP). Dono de academia de kung fu no bairro da Liberdade, em São Paulo, Li deu aulas de artes marciais a policiais no período em que o senador foi superintendente da PF.

Li foi preso com 15 pessoas na Operação Wei Jin – que, em chinês, significa trazer mercadoria proibida. No ato da prisão, ligou para Tuma Jr., na frente dos policiais. Depois, o secretário pediu para ser ouvido na investigação da PF.

A assessoria de imprensa do Ministério da Justiça informou que “o secretário viajou a convite do governo chinês”. Sobre a viagem de Paulo Li, Tuma Júnior mandou dizer, por meio da assessoria, que “o jornal deve procurar o advogado do empresário”.

A SEMANA

Dia 5

‘Estado’ revela que investigação da PF liga Tuma Jr. a Paulo Li

Dia 6

Secretário nega envolvimento, mas não se explica

Dia 7

‘Estado’ publica relatório em que a PF coloca o secretário como suspeito de ter usado o prestígio do cargo para liberar mercadorias apreendidas

Dia 8

Novas escutas mostram Tuma Jr. tentando relaxar apreensão de US$ 160 mil em Guarulhos

Dia 10

Secretário diz que o caso foi encerrado no ano passado e voltou à tona por causa de seus ataques ao crimes organizado

Ontem

Ministro da Justiça afasta Tuma Jr. do cargo por 30 dias

Tuma Júnior recebeu, nos últimos três anos, valores que chegam a R$ 110 mil em diárias de viagens que ele realizou 8

Viagem de Tuma Jr. foi publicada no ‘Diário Oficial’

Segundo despacho, secretário participou de ‘reuniões de trabalho com autoridades chinesas’

13 de maio de 2010 | 8h 22

Leandro Colon – O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – A autorização do governo para a viagem do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, à China foi publicada no Diário Oficial da União em17 de fevereiro do ano passado. De acordo com o despacho, Tuma Júnior iria “participar de reuniões de trabalho com autoridades chinesas, em Beijing, Shangai, Xian e Guangzhou, China, no período de 17 de fevereiro a 1.º de março de 2009, incluindo o trânsito, com ônus”.

 

Transparência

Segundo o Portal da Transparência, que divulga os gastos do governo, Tuma Júnior recebeu, nos últimos três anos, valores que chegam a R$ 110 mil em diárias de viagens que ele realizou.

Vários países

Por causa do cargo que ocupa, Tuma Júnior viajou para vários países, desde que assumiu a Secretaria Nacional de Justiça, em 2007. Ele – que é delegado de carreira da Polícia Civil de São Paulo – foi para os Estados Unidos, Suíça, Portugal, e países da América do Sul.

LEIAM NO BLOG DO IMBROGLIONE: MATADORES FARDADOS – DEPOIS DE EXECUTAREM CORONEL PM – AGORA ESTÃO AMEAÇANDO DELEGADOS DE POLÍCIA 67

“Circula nos corredores do Palácio dos Bandeirantes, da Assembléia Legislativa e da Polícia Civil uma história macabra: delegados da Divisão de Homicídios do DHPP que investigam assassinatos na Zona Norte da Capital, incluindo aí chacinas, estão sendo vítimas de ameaças de policiais militares suspeitos de envolvimento nos crimes.

Fontes palacianas contaram a este blogueiro que a situação anda tensa na Secretaria da Segurança. O secretário da Segurança, ex-PM, estaria pressionando a turma do DHPP para deixe os pms em paz. E que a história não vaze para a imprensa.” ( Imbroglione )

http://blogdoimbroglione.wordpress.com/2010/05/12/pms-matadores-ameacam-delegados-em-sp/

Assembleia Legislativa aprova aumento de salários da polícia de SP 30

2010/05/12 at 23:56 – REPÓRTER AÇO
Olha o Jack Palance de volta.

ACREDITE SE QUISER.

Fonte: BOL

Assembleia Legislativa aprova aumento de salários da polícia de SP

12/05/2010 – 23h25 | da Folha Online

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou, na terça-feira (11), projeto de lei que aumenta o salário dos policiais civis, militares e científicos do Estado.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o aumento será de até 23,82%, caso dos soldados de 2ª classe da PM em cidades com até 200 mil habitantes. Agentes policiais, carcereiros, auxiliares de papiloscopistas e atendentes de necrotério de municípios com até 200 mil habitantes terão os vencimentos elevados em 20,98%.

Quando enviou o projeto para votação, o governo dizia atender duas reivindicações históricas dos policiais: a incorporação integral do Adicional por Local de Exercício (ALE) e a extinção dos menores ALE, que são pagos aos policiais que atuam em cidades com até 200 mil habitantes. O objetivo foi corrigir distorções administrativas, como o maior interesse dos funcionários em trabalhar em grandes cidades, com mais de 500 mil habitantes.

“O maior aumento é para o policial que está mais próximo da população, na ponta da linha, protegendo a sociedade e garantindo a segurança pública”, disse, na época, o secretário Antônio Ferreira Pinto.

De acordo com a SSP, a redução de três para dois níveis de ALE custará ao Estado R$ 236,6 milhões por ano –por mês, a lei implicará em aumento de despesa de R$ 17,7 milhões.

O projeto do governo estadual não sofreu alteração no conteúdo, e agora deve ter a sanção do governador.

Quando houve a apresentação do projeto, a Adpesp (associação dos delegados) o classificou de “esmola” e ameaçou entrar em greve, mas depois convocou apenas operação padrão.

A VERDADE SOBRE A GREVE DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO 10

2010/05/13 at 0:02 – ESCREVENTE

a VERDADE SOBRE A GREVE DOS SERVIDORES …. Mídia manipula informações … distorce a realida …FAZ uma imagem deturpada do SERVIDOR PUBLICO…a quem interessa essa imagem errada do serviçlo público????

segu
http://servtjsp.blogspot.com/2010/05/o-estadao-e-greve-do-judiciario.html
nda-feira, 3 de maio de 2010
O “Estadão” e a greve do judiciário

Com relação à matéria “A greve dos servidores judiciais” publicada no jornal “O Estado de São Paulo” no último dia 30, julgo necessários alguns esclarecimentos. O texto, que se não estivesse estampado em um jornal de grande circulação, poderia ser confundido com um papo informal de botequim e não com o trabalho jornalístico de um profissional, visto que permeado de impressões de senso comum e vazio de dados e fatos concretos. O autor, da maneira como se expressa, induz o leitor a confundir reposição inflacionária com aumento real, o que não está na pauta de reivindicações. Ainda cita a suposta falta de água mineral e ar condicionado nos prédios – sabe-se lá de onde tirou estes itens, que não fazem parte da pauta de reivindicações. É mencionada ainda a falta de condições legais e orçamentárias para atender os pleitos, em razão da Lei de Responsabilidade Fiscal. Todavia não menciona que o TJ gasta menos de 4% do orçamento com pessoal, quando poderia gastar até o limite de 6% imposto pela LRF.

Com relação ao plano de cargos e carreira, antiga reivindicação, inclusive para se adequar à determinação constitucional, o Projeto de Lei dorme nos escaninhos da Assembléia Legislativa desde 2005, vítima da morosidade e falta de vontade dos deputados em aprová-lo, assim como o Projeto de Lei nº 479/2004, que concederia, se aprovado, reposição da inflação referente ao período de 2001 a 2004, mas tramita há mais de seis anos sem qualquer perspectiva de ser colocado na pauta de votação.

Outro item colocado é a possibilidade de um reajuste de 4,17%, como sendo o máximo que o Tribunal pode fazer, visto que tem outras “prioridades” como informatização e reforma de prédios deteriorados (sic). Mas se um projeto de igual teor, que repõe as perdas inflacionárias de quase dez anos atrás, não foi aprovado até agora – e provavelmente nunca vai ser colocado em votação – porque este novo projeto haveria de vingar? Além disso, é feita uma menção à única proposta concreta do TJ: negociar com o Banco do Brasil o restabelecimento do cheque especial e abertura de linha de crédito aos trabalhadores…

O autor ainda critica a falta de uma lei de greve como entrave para eventuais sanções aos grevistas, como se estes fossem criminosos, mas se “esquece” que quem infringe a Lei, neste caso, são as autoridades, que negam aos serventuários direitos elementares a qualquer trabalhador, como a reposição anual da inflação. Nesse sentido, é imperioso salientar que em 2009, segundo pesquisa do DIEESE feita junto a categorias da iniciativa privada, em 93% das negociações salariais houve ao menos a reposição da inflação, e em 80% dos casos houve aumento real de salário. E a greve, no caso do Judiciário paulista, não é uma atitude impensada, mas o último recurso depois de mais de dois anos de exaustivas tentativas de negociação, sem qualquer resposta, numa atitude de descaso e desrespeito. E a falta de regulamentação para a greve prejudica, na verdade, os servidores, que, ao contrário dos trabalhadores da iniciativa privada, se tornam reféns do próprio Poder Judiciário. Todavia, já existe decisão do Supremo Tribunal Federal regulamentando a situação, portanto a greve, repito, não é ilegal, mas o legítimo exercício de um direito constitucional.

O interessante é que o “Estadão” não demonstra o mesmo ímpeto quando se tratam de irregularidades dos “poderosos”, como, entre outros, o caso do “auxílio-voto” recebido irregularmente por magistrados, que pode até ser considerado como ato de improbidade administrativa e crime contra a ordem tributária!

Por fim, esclareço que enviei, dias antes da publicação da matéria supra citada, artigo ao “Estadão”, no qual esclarecia as reivindicações e informava acerca das tentativas frustradas de negociação. A resposta recebida? “O Estadão agradece a atenção, mas não vai publicar o artigo”. Além disso, quaisquer informações poderiam ser obtidas junto às entidades. Mas o autor preferiu tirar suas próprias conclusões e julgar, sob seu limitado ponto de vista, um movimento legal, legítimo e necessário.

Acima de tudo, o texto como apresentado afeta os mais elementares princípios do bom jornalismo. O autor deveria levar isso em conta antes de publicar um texto no qual presta um desserviço à população, que merece ser bem informada sobre assunto de seu vital interesse.

http://servtjsp.blogspot.com/2010/05/o-estadao-e-greve-do-judiciario.html

“Precisamos resgatar a dignidade da instituição, que foi violada”, Nathan Rosemblatt… 7

Ladrão furta 8 armas de delegacias

Invasão de imóvel que sedia unidades da Polícia Civil, em Itanhaém, aconteceu de madrugada após retirada dos miolos das fechaduras

Uma câmera fotográfica digital, pertencente à Polícia Civil, e um caderno apreendido de traficantes, contendo anotações, também foram levados

“Precisamos resgatar a dignidade da instituição, que foi violada”.

A frase é do delegado seccional de Itanhaém, Nathan Rosemblatt, que ontem à tarde montou força-tarefa envolvendo todos os policiais civis do município para esclarecer o crime e recuperar o material furtado. “Esperamos a conclusão do trabalho da perícia para nos reunir com os policiais e determinar o máximo empenho nas investigações. As folgas foram cortadas e elucidar o caso é ponto de honra”,acrescentou Rosemblatt. De acordo com o seccional, algumas pistas já foram levantadas pelos peritos, mas elas não foram reveladas para não prejudicar as investigações. Na opinião do delegado, a ousada ação criminosa foi direcionada aos armamentos, “porque havia objetos de valor que não foram furtados”. Entre esses objetos, o seccional citou computadores, outros aparelhos eletrônicos e a quantia de R$ 180,00 de um funcionário. Em relação ao caderno com anotações sobre a venda de drogas, Rosemblatt disse que “ainda não está bem positivada a sua subtração”.

Sabe por que a PF investiga Tuma Júnior? O nome de Tuma Júnior surgiu em quatro operações da PF: Persona, Trovão, Wei Jin e Linha Cruzada. 15

publicado em 12/05/2010 às 06h01:

Entenda por que a PF investiga Tuma Júnior

O secretário nacional de Justiça é investigado por supostas ligações com a máfia chinesa

Do R7
Agência BrasilFoto por Agência Brasil

Romeu Tuma Júnior é investigado pela Polícia Federal

O secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, é investigado pela Polícia Federal por suas relações com Li Kwok Kwen, também chamado de Paulo Li e apontado como um dos chefes da máfia chinesa em São Paulo.

O caso veio à tona na semana passada, com uma série de reportagens publicadas pelo jornal o Estado de S. Paulo que trazem trechos de ligações telefônicas e e-mails interceptados durante seis meses pela Polícia Federal. 

Em sua defesa, Tuma Júnior disse que não cometeu irregularidades e informou, em programa da TV Bandeirantes, que vai tirar férias do cargo por “alguns dias” para tentar se defender.

– Eu fui alvo de uma investigação. Ninguém está acima da lei, mas não fui indiciado, não fui denunciado, e o inquérito foi arquivado. […] Não cometi nenhum ilícito, nenhuma irregularidade.

Os procedimentos deram origem à operação Wei Jin, deflagrada em setembro de 2009 e que resultou na prisão 14 pessoas, entre elas Li, acusado de comandar um esquema de contrabando de telefones celulares falsificados e importados da China.

Foi a partir das investigações sobre os negócios de Paulo Li que a PF chegou a suas ligações com Tuma Júnior.

Entenda o caso e saiba quais são as principais suspeitas:

Encomendas – Em algumas ligações, o secretário de Justiça aparece como “cliente” de Li. Ele pergunta ao chinês sobre mercadorias que estaria interessado em adquirir, como aparelhos celulares, computadores, videogame, câmera fotográfica e malas de viagem.

Estrangeiros – O inquérito da PF aponta também que Li conseguia agilizar processos em tramitação junto ao Departamento de Estrangeiros, subordinado diretamente ao secretário, além de intermediar a emissão de vistos permanentes para chineses em situação ilegal no Brasil.

Anistia – Após a aprovação da lei que regularizou a situação de imigrantes que viviam irregularmente no Brasil, em julho, o chinês relatou a Tuma Júnior a existência de um mercado ilegal que agenciava processos de anistia para estrangeiros, algo que segundo a PF ele próprio fazia.

Liberação de contrabando – Tuma Júnior é suspeito de ter usado seu cargo para liberar mercadorias apreendidas que pertenciam ao chinês Fang Ze, suposto integrante da rede de negócios de Paulo Li.

Dólares – O secretário foi gravado em um telefonema tentando reverter um flagrante no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, quando agentes da PF apreenderam US$ 160 mil que estariam sendo levados ilegalmente para os Emirados Árabes.

Lobby a favor de “genro” – Diálogos interceptados pela PF revelam que Tuma Júnior também buscou obter a aprovação do namorado de sua filha em um concurso público da Polícia Civil de São Paulo.

Investigação e explicação – Na última terça-feira (11), a Polícia Federal divulgou nota na qual confirma que a que a Corregedoria Regional em São Paulo emitiu um parecer favorável à instauração de um inquérito policial específico para investigar o secretário por suposta prática de crime contra a Administração Pública. O nome de Tuma Júnior surgiu em quatro operações da PF: Persona, Trovão, Wei Jin e Linha Cruzada.

Antes, na segunda-feira (10), a Comissão de Ética da Presidência da República cobrou explicações sobre o envolvimento do secretário com a máfia chinesa. Ele terá um prazo de cinco dias para se explicar.

Quem é – Tuma Júnior é filho do senador Romeu Tuma (PTB-SP) e delegado da Polícia Civil. Ele foi deputado estadual entre 2003 e 2007, quando ocupou o cargo de corregedor parlamentar e foi presidente das comissões de Segurança Pública e de Defesa dos Direitos do Consumidor.

Sua nomeação para a Secretaria Nacional de Justiça ocorreu em 2007. Desde abril, Tuma Júnior preside ainda o Conselho Nacional de Combate à Pirataria. Além disso, é conselheiro vitalício do Corinthians e foi diretor do clube.

ORA, FOI SEM QUERER! TANTO QUE DEIXARAM A MÃE VIVA COMO TESTEMUNHA 8

Não foi homicídio culposo, dizem especialistas sobre morte de motoboy por PMs em SP

OCIMARA BALMANT
da Reportagem Local

Os quatro policiais militares de São Paulo suspeitos de terem espancado até a morte o motoboy Alexandre Menezes dos Santos, 25, na madrugada de sábado (8), não deveriam ter sido autuados por homicídio culposo (sem intenção de matar), segundo especialistas.

“Analisando a quantidade de policiais envolvidos, o depoimento da mãe, o atestado de óbito [que mostrou que a morte foi por traumatismo craniano e asfixia] e a profissão dos agressores, que deveriam ser preparados para esse tipo de condição, não podemos ter uma modalidade culposa”, diz Fernando José da Costa, advogado criminalista e conselheiro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) São Paulo.

Homicídio culposo é aquele no qual o agente não quer a morte da vítima, explica Gustavo Romano, 35, responsável pelo treinamento jurídico da Folha e fundador do projeto Para Entender Direito. “Qualquer pessoa minimamente normal sabe que submeter uma pessoa a meia hora de espancamento por quatro policiais fisicamente preparados pode gerar a sua morte”, afirma.

Segundo Romano, a conduta se encaixa muito melhor em um outro crime do Código Penal: a lesão corporal seguida de morte. Nesse crime, os agentes querem machucar a vitima (ou seja, praticam uma lesão corporal dolosamente), mas machucam tanto que acabam ocasionando a morte da vítima sem querer (culposamente).

Se os quatro policiais forem condenados por lesão corporal seguida de morte podem pegar de 4 a 12 anos de reclusão, que provavelmente começará a ser cumprida em regime fechado. Além disso, o crime permite ter prisão preventiva decretada. No homicídio culposo, se houver pena, ela já começa no regime semiaberto. Neste caso, os policiais suspeitos foram liberados depois do pagamento da fiança estipulada em R$ 480.

Em nota à Folha, o delegado responsável pela autuação, José Carlos de Campos Chedid Júnior, disse que, “naquele momento, os elementos apurados levaram a este enquadramento”, mas que “nada impede que, durante o andamento do inquérito policial, esta natureza seja modificada.”

A tipificação do crime pode ser mudada, também, pelo Ministério Público ou pelo Poder Judiciário.

Crime

A Procuradoria Geral de Justiça designou o promotor Carlos Roberto Marangoni Talarico, do 1º Tribunal do Júri da Barra Funda, para acompanhar o caso. Talarico afirmou que ainda não é possível fazer qualquer comentário sobre o crime, pois recebe o inquérito nesta terça-feira.

O crime ocorreu na madrugada de sábado. Segundo a Polícia Militar, os policiais avistaram, durante patrulhamento na região da Vila Marari (zona sul de SP), uma motocicleta transitando sem placa e na contramão. O motoboy não teria obedecido ao pedido de parada e fugiu. Ele foi abordado na rua Guiomar Branco da Silva –em frente a sua casa– e, após resistência, os policiais aplicaram uma gravata para imobilizar Santos.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, como a vítima se livrou da imobilização, os policiais aplicaram o golpe novamente, quando Santos teria perdido os sentidos. Os PMs levaram o motoboy para o hospital, mas ele não resistiu.

Os quatro policiais militares envolvidos no caso foram encaminhados ao 43º DP (Cidade Ademar), mas pagaram fiança de R$ 480, cada um, e foram liberados. No entanto, eles foram presos pela PM no dia do crime, por “uso excessivo de força física” e permanecem no presídio militar Romão Gomes. Os nomes não foram informados.

Na segunda-feira (10), o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afastou os comandantes da área de trabalho dos policiais suspeitos.

O governador Alberto Goldman (PSDB) disse que vai apurar o crime. “Vamos apurar profundamente quais são as razões para que isso aconteça pela segunda vez, um fato tão deplorável, que nos deixa absolutamente constrangidos e revoltados”, afirmou.

Compartilhe

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u733487.shtml

E não é a primeira vez que os garis recolhem esse tipo de lixo ( DOCUMENTOS DA POLÍCIA ) 11

Documentos da polícia são descartados no meio da rua em SP
Papelada de delegacia foi jogada perto de avenida movimentada no Centro.
Nos documentos, constam dados pessoais, como números de RG e CPF.

À beira da Avenida 23 de Maio, uma das mais movimentadas de São Paulo, um monte de papéis chama a atenção dos motoristas que passam pelo local. O mais curioso é que o material é produzido por uma delegacia de polícia, próximo de onde eles foram descartados.

São boletins de ocorrência, fichas de identificação, dados criminais, pedidos de perícia, tudo emitido neste ano. Nos documentos, há dados pessoais, como nome completo, filiação, números de identidade e do CPF, endereço, telefone de vítimas e testemunhas de crimes. E não é a primeira vez que os garis recolhem esse tipo de lixo.

Os documentos saíram da 1ª delegacia, no Centro de São Paulo. As informações encontradas no lixo foram passadas para o sistema informatizado da polícia e, portanto, os crimes estão registrados. Mas os papéis não poderiam ter sido jogados fora, na rua. Dois decretos obrigam a polícia a guardar dados sigilosos em segurança.

O delegado responsável pelas delegacias da região central diz que os dados em mãos erradas poderiam ser usados em fraudes, como compras em nome de terceiros. E explica que o correto é a destruição e reciclagem dos documentos pelo Fundo Social de Solidariedade, que fica com a renda.

No lixo, também havia documentos originais de um rapaz, preso duas vezes na delegacia do Centro. Segundo a polícia, não há registro de que os documentos do rapaz tenham passado pela delegacia.

Os documentos foram devolvidos para a família dele. E o restante do material foi entregue ao delegado seccional do Centro.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/05/documentos-da-policia-sao-descartados-no-meio-da-rua-em-sp.html