Autor: Flit Paralisante
Pesquisa do Vox Populi, encomendada por um partido, mostra Dilma cinco pontos à frente de Serra 3
Direto da Fonte
Sonia Racy – O Estado de S.Paulo
Sem decisão
Se não tivesse prazo para terminar, o imbróglio sobre o vice de Serra poderia seguir os caminhos da novela O Direito de Nascer, que durou dois anos.
Assim que chegou de viagem, essa semana, Aécio declarou firmemente que não fará dupla com o candidato tucano.
No entanto, depois de ter conversado com o mineiro por telefone, FHC desligou acreditando existir chance de Aécio voltar atrás. Sentimento oposto do apurado por Tasso Jereissati, que falou pessoalmente com o ex-governador.
Conversa direta entre Aécio e Serra?
Antônio Anastasia é o mediador de campo.
E se não fosse tarde, há quem acredite que teria sido ele, Anastasia, a melhor escolha para Serra.
A confirmarTucanos estavam ontem, pela manhã, algo desanimados. Souberam que pesquisa do Vox Populi, encomendada por um partido, mostra Dilma cinco pontos à frente de Serra. 29 de maio de 2010 | 0h 00
Delegados da Polícia Civil lançam outdoor criticando duramente Governo do Estado 7
Delegados da Polícia Civil lançam outdoor criticando duramente Governo do Estado
Em São Carlos um dos pontos onde o outdoor pode ser visto é na avenida Comendador Alfredo Maffei, entre as ruas Totó Leite e Manoel de Mattos.
História
A ADPESP – Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – foi fundada no dia 11 de novembro de 1949. Segundo as atas feitas após a fundação, o principal objetivo da entidade é o de “congregar os Delegados de Polícia na defesa dos interesses da classe, ligados à sociedade, à segurança pública e ao desenvolvimento da Polícia de São Paulo”. A defesa da sociedade sempre esteve em primeiro lugar entre suas prioridades, e devido a esse aspecto, a ADPESP é reconhecida nacional e internacionalmente, sendo uma das entidades mais antigas e pioneiras no país em associação de Autoridades Policiais civis.
Idealizada, entre outros, pelo Dr. Antônio Ribeiro de Andrade, considerado o “Pai da Associação”, a ADPESP representa hoje mais de quatro mil e quinhentos Delegados de Polícia do Estado, organizados em carreira desde 23 de dezembro de 1905, quando o então presidente do Estado de São Paulo, Jorge Tibiriçá, propiciou o surgimento de uma polícia profissional, em detrimento daquela vigente, constituída por leigos. A ADPESP conta atualmente com mais de 4.000 associados e sede própria inaugurada em 11 de novembro de 1969.
O lema dos Delegados de Polícia reflete o orgulho, o destemor, a competência, o profissionalismo e a solidariedade com que encaram a sua missão: “Ação, Lealdade e União”. Em 30 de outubro de 1950 a Assembléia Legislativa de São Paulo declarou a ADPESP como entidade de utilidade pública (Lei estadual nº 816/50). http://www.saocarlosemrede.com.br/noticia.php?id=9688
PARABÉNS AO PRESIDENTE DO IPM QUE CONSEGUIU CONCLUIR E REMETER OS AUTOS COM PEDIDO DE PRISÃO PREVENTIVA POUCAS HORAS DO TERMO FINAL DA PRISÃO TEMPORÁRIA…MAGANÃO! A CORREGEDORIA DA PM É LETÁRGICA OU APRENDEU OS MACETES 9
Liberdade
Policiais acusados de matar motoboy em quartel de SP são soltos
Publicada em 28/05/2010 às 18h41m
SÃO PAULO – A Corregedoria da Polícia Militar (PM) encerrou o inquérito que apurava as responsabilidades da morte do motoboy Eduardo Luis Pinheiro de Souza, supostamente assassinado por PMs dentro de um batalhão na Zona Norte de São Paulo no início de abril. Os 12 suspeitos foram soltos na madrugada desta sexta-feira. Junto com o inquérito concluído, a Corregedoria da PM encaminhou o pedido de prisão preventiva. A prisão temporária, a qual os 12 acusados estavam submetidos desde o dia 28 de abril , venceu nesta sexta-feira, colocando os suspeitos em liberdade já na madrugada.
O Ministério Público (MP) recebeu o inquérito, mas ainda irá analisar o documento e confrontá-lo com o que for apurado pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que ainda vai concluir a investigação.
O promotor Marcos Hideki Ihara disse a familiares da vítima que vai aguardar as informações do DHPP para, então, avaliar se fará o pedido de nova prisão e contra quais policiais. O temor do MP é incorrer em um pedido de prisão pouco fundamentado, o que facilmente seria alvo de um habeas corpus, que colocaria os acusados novamente em liberdade.
O motoboy foi morto no dia 9 de abril, após se envolver em uma discussão na Casa Verde, na Zona Norte da capital. Segundo testemunhas, Eduardo Luis Pinheiro de Souza foi torturado e espancado até a morte dentro de um quartel da Polícia Militar, ao lado do 13º Distrito Policial (Casa Verde). O motoboy e outras três pessoas foram detidas após uma discussão sobre o sumiço de uma bicicleta.
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Qualquer leigo sabe que um Promotor, em casos gravíssimos como esse, não possui condições de oferecer denúncia e representar pela prisão preventiva em poucas horas; tampouco o Juiz receber os autos e , fundadamente, decretar as prisões.
A CORREGEDORIA DA PM É LETÁRGICA OU APRENDEU OS MACETES?
Coronel Admir Gervásio Moreira: Eu entrei como soldado e, como tal, nunca aceitei nenhum café. Por quê? Por que são valores que eu aprendi no berço, com meu pai, minha mãe…CONVERSA, O MEIO PRESSIONA E CORROMPE! 20
29/05/2010- 03h00
“Prendemos muito mais do que matamos”, diz novo corregedor da PM
ROGÉRIO PAGNAN
DE SÃO PAULO
O novo corregedor da Polícia Militar de São Paulo, o coronel Admir Gervásio Moreira, vê no aumento de notícias sobre crimes envolvendo policiais uma campanha que inclui a intenção de alguns setores de acabar com as PMs.
Aumento de mortes causadas pela PM de SP não preocupa novo corregedor
Para o policial, o crescimento de 40% da letalidade da PM paulista no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, não o preocupa. “Nós não estamos mais agressivos. Muito pelo contrário. Nosso oponente é que está muito mais ousado, mais agressivo.”
Na entrevista concedida à Folha na tarde desta sexta-feira (28), Gervásio afirmou que a PM é uma das instituições menos racistas do país, pois tem em seus quadros 30% de negros ou descendentes. “O racismo está em cada pessoa.”
Disse que, de folga, já foi vistoriado por policiais e foi bem tratado, ao contrário do que já passou na escola.
“É de berço que as pessoas aprendem a ser preconceituosas“, afirma o coronel.
Folha – Tem havido mais crimes de policiais militares ou é a divulgação que tem sido maior?
Admir Gervásio Moreira – Não tem acontecido mais casos. Está numa sequência [de divulgação de notícias]. Estão voltando [a divulgar]. Falam um pouquinho, param, depois voltam. É o momento [político]. Não quero falar a palavra [política], você sabe o momento a que estou me referindo. Fica subentendido.
Estamos vivendo uma fase também em que existem grupos que querem falar de desmilitarização. Então vai por aí a fora: “Vamos atacar a Polícia Militar”.
Folha – Não se ouvia falar de grupos de extermínio formados por PMs, como “Os Highlanders”. Esses casos já existiam e a gente não sabia disso?
Moreira – São casos pontuais. É conduta individual. Não é conduta institucional. Não podemos dizer que dentro da polícia existe isso. Dá uma conotação de que está instituído.
Não concordo. [São] Pessoas, com problemas graves, que não têm nenhum compromisso institucional.
Folha – O sr. acha que os mecanismos da Polícia Militar hoje são suficientes para detectar essas pessoas?
Moreira – Vamos dar uma sugestão para o comando para criarmos um grupo de estudo. O que levou a esse tipo de conduta. E não só detectar, mas tratar também.
Folha – O número de mortes de civis em confrontos com a PM cresceu neste ano. Há uma preocupação quanto a isso?
Moreira – Os marginais estão mais ousados. A ousadia do marginal cresceu de forma violenta, inclusive com armamento. Eles têm um potencial de fogo considerável.
Folha – Essa é uma questão que não preocupa o sr.?
Moreira – Em princípio, não. Estamos equivalentes. De todos os confrontos, por exemplo, em que há quatro indivíduos, um é baleado e três são presos. Nós não estamos mais agressivos. Muito pelo contrário. Nosso oponente é que está muito mais ousado, mais agressivo. Nós estamos prendendo muito mais do que matando.
Folha – A promotora Eliana Passareli [que trabalhou no Tribunal de Justiça Militar] diz que a PM perdeu o comando da tropa. Isso aconteceu?
Moreira – Negativo. Em hipótese alguma. Posso lhe garantir. A instituição jamais perderá o comando da sua tropa.
Folha – A PM é racista?
Moreira – Não concordo piamente. Vamos tirar a figura do policial. Seria hipócrita se dissesse que não há racismo no Brasil. A instituição PM não é racista.
Se verificar o nosso efetivo quase 140 mil homens e mulheres, da ativa e da inatividade, acredito que mais de 30% sejam negros ou têm a raça negra na sua origem. A instituição não é racista. O racismo está em cada pessoa.
Folha – O sr. já foi abordado pela PM estando de folga?
Moreira – Já fui, e o tratamento não foi discriminador. Trataram-me com dignidade. Eu já sofri Já sofri discriminação em colégio, em internato, administrado pela Igreja Católica.
Folha – Ficou com trauma?
Moreira – Não, meu intelecto é muito superior a isso. A minha formação de berço não deixou que eu incurtisse isso. É do berço que as pessoas aprendem a ser preconceituosas.
Folha – Pelo cargo que ocupa, o sr. se protege de forma diferente?
Moreira – Não vejo necessidade. Se tivesse algum temor, não aceitaria o cargo. A grande maioria, 99,99% são bons policiais, honestos, dignos, legalistas, humanistas. Esses me protegerão.
Folha – Qual missão o sr. recebeu?
Moreira – Dar agilidade às investigações, principalmente aquelas que estão em andamento e aquelas que poderão chegar. Chegando, precisam ter uma resposta o mais rápido possível.
Folha – Isso não era feito?
Moreira – Isso sempre foi feito. A Corregedoria sempre trabalhou com o imediatismo. Posso me considerar como filho daquela casa. Antes de ser coronel, eu trabalhei, eu vivenciei aquilo por 17 anos.
Folha – Os policiais violentos, como os que se envolveram nos casos dos motoboys, são oriundos de onde? Da zona leste, zona sul, do interior?
Moreira – Não temos um estatística, um estudo voltado para isso. A Polícia Militar é uma instituição aberta. A seleção é feita naturalmente.
Passam por um processo de seleção, de investigação social, muitas vezes não se detecta qualquer anomalia comportamental do indivíduo que está entrando.
Mas, de repente, quando ele coloca isso daqui [a farda], ele acha que pode tudo. Aí, tem questão de valores. De ética, moral, de berço.
Por que um policial militar as vezes aceita uma propina?
Não foi a instituição que ensinou.
Isso está incutido no “eu” dele. São os valores que adquiriu de berço.
Eu entrei como soldado e, como tal, nunca aceitei nenhum café. Por quê?
Por que são valores que eu aprendi no berço, com meu pai, minha mãe.
Folha – O sr. vem com status de “remédio” para a PM. O que fazer para não acontecerem casos como os dos motoboys?
Moreira – Meu principal remédio é o exemplo. Ser exemplo positivo. Ser mais transparentes, ser mais ágeis. Dar uma resposta com mais rapidez.
A todos que carecem de uma resposta, inclusive a própria família da vítima. Por que não? Aquilo que foi apurado precisa ser levado à família da vítima, ou à vítima.
Folha – A Polícia Civil diz que a PM dificultou as investigações em um dos casos dos motoboys, não forneceu fotos…
Moreira – Não é verdade. Não é verdade. De imediato foram presos os envolvidos e tudo está nas mãos da Justiça. Isso não procede. O que pode ter acontecido naquele momento foi uma falha de comunicação. Tenho quase certeza de que foi isso.
Folha – O sr. diz que tem berço e, como policial, nunca aceitou um café. Quando ouve essas notícias, como sr. fica?
Moreira – Isso causa um mal estar. Não foi isso que a instituição ensinou. A instituição não nos preparou para isso. Providências precisam ser tomadas, e contundentes.
Folha – Pretende aumentar o número de policiais da Corregedoria?
Moreira – Tenho total apoio tanto do coronel Camilo, do secretário e do governador. Os claros [vazios] serão preenchidos.
Folha – Já fizeram a comparação do sr. e o corregedor negro [o ator Milton Gonçalves] do seriado policial [“Força Tarefa”] da TV Globo?
Moreira – Vou ser bem diferente. Lá é fantasia, aqui é realidade
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Polícia aceitando uma notinha, polícia extorquindo e matando: DEFEITO DE BERÇO…
Polícia doente mental, alcoólatra, sexualmente impotente, hipertenso, diabético, enfartado: DEFEITOS CONGÊNITOS.
A CULPA NÃO É DA INSTITUIÇÃO, É DO PAI E DA MÃE!
O Coronel é um baita de um preconceituoso que acredita piamente não ter preconceitos !
Pois bem, policiais civis, nesta semana, prenderam um traficante com 100 quilos de cocaína.
O rapaz de 25 anos é filho de um Capitão da PM de Roraima.
Logo, a culpa é do pai.
A culpa é do avô, já que o Capitão não soube transmitir valores; é do bisavô que não soube ensinar valores ao avô do traficante.
Coitado!
Que culpa o rapaz tem de nascer filho desse Capitão?
Enfim, há inúmeros fatores que podem contribuir para que uma pessoa acabe tomando rumo completamente diverso daquele ensinado pelos genitores.
Ora, há filhos honestos de homens desonestos; assim como criminosos nascidos e criados em berços virtuosos.
O Coronel defende a pureza de 99,99% dos policiais militares: PAPO FURADO!
Conversa de Santa Madre Igreja.
O policial ingressa puro, a maioria AINDA MENINOS ou MENINAS, cheio de ideais e sonhos.
Observando-se que, filho de criminoso, de vagabundo, não senta praça na Polícia. É reprovado, pagando pela culpa do pai, as vezes de um irmão ou mesmo um simples tio.
Favelado, também, não ingressa na Polícia. É punido pelo local em que vive.
Quem ingressa é submetido a profundas transformações: A POLÍCIA DEFORMA quem possuia formação de berço, A POLÍCIA APRIMORA quem possuia tendência para atravessar a linha da moralidade; A POLÍCIA ANESTESIA os mais briosos.
Afinal, quantos de nós aprendeu a matar com pai e mãe?
Ora, nove entre dez policiais ouviu dos pais o seguinte: “meu filho não seja policial, além de ser perigoso prender bandido, você vai aprender fazer coisa que não presta!”
Incutido no “Eu”, fala sério Coronel!
Incutido no “eu” está a fantasia do menino entrar na Rota e fazer subir gás de oponentes.
Valores difundidos, por meio de propagandas institucionais e eleitorais, pelos Doutores ROUBA MAS FAZ: Rota na Rua ou Bandido bom é bandido morto!
( Tanto faz: seja a Polícia Civil ou Militar, ambas podem deformar os melhores caráteres. )
Dilma diz que eleição deste ano vai apontar uma mulher para presidente 3
28/05/2010 – 22h38
Dilma diz que eleição deste ano vai apontar uma mulher para presidente
Especial para o UOL Eleições
Em clima de campanha, a pré-candidata do PT, a ex-ministra Dilma Rousseff, disse na noite desta sexta-feira (28) em Belo Horizonte que o país não pode retroceder e atribuiu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a abertura de “caminho para uma nova era de prosperidade”.
A plateia, formada por aproximadamente 600 mulheres, ouviu da pré-candidata que esta será a campanha “que vai levar pela primeira vez uma mulher à Presidência da República”.
“Sabemos que nessa luta vai aparecer muita gente falando, criticando, e sobretudo, tentando que a roda da vida volte para trás. Nós nos livramos de um modelo que era de estagnação, de desemprego e de desigualdade. Abrimos caminho para uma nova era de prosperidade”, disse durante o 5º Congresso Nacional da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), instituição ligada ao PDT, partido do qual a ex-ministra era filiada.
Dilma ressaltou os avanços conquistados pelas mulheres no governo Lula. Segundo ela, a prioridade de dar a titularidade do cartão do Bolsa Família a mulher, e não ao homem, foi um dos exemplos de valorização.
“Temos de dar continuidade a esse projeto de transformação que o presidente Lula iniciou com os partidos da base aliada”, afirmou.
Aos gritos de “Dilma presidente”, a ex-ministra prometeu criar 6.000 creches no âmbito do PAC 2, no período de 2011 a 2014, e erradicar a miséria do país. A pré-candidata ressaltou ainda que o país se livrou de pressões internacionais, principalmente de organismos como o FMI (Fundo Monetário Internacional).
Mineira e gaúcha
Durante discurso de oradoras que a precederam, a ex-ministra foi citada como gaúcha e mineira por duas mulheres.
“Dilma, tu é gaucha”, disse a prefeita de Santa Margarida do Sul, Cláudia Goulart, em referência a sua vida política, construída no RS. Por sua vez, a vereadora de Belo Horizonte Neuza Santos (PT) disse que Dilma saiu das montanhas de Minas e a classificou de “nossa menina de Belo Horizonte”. A ex-ministra é natural de MG.
A INDICAÇÃO DO MAJOR OLÍMPIO GOMES PARA VICE NA CHAPA DE ALOIZIO MERCADANTE ASSUSTA OS ALCKMISTAS QUE PROCLAMAVAM O “JÁ GANHAMOS”…LULÁ ENTRARÁ NA APROVAÇÃO DO DEPUTADO OLÍMPIO GOMES 29
A indicação pelo PDT do nome do deputado estadual Major Olímpio Gomes para vice na chapa de Aloizio Mercadante rachou o partido. ( NÃO HÁ RACHA )
O prefeito de Campinas, Helio de Oliveira Santos, ameaça deixar a legenda caso o seu escolhido, Carlos Henrique Pinto, seja preterido pela direção pedetista. ( UM GRANDE ADVOGADO DE CAMPINAS, MAS QUE NÃO POSSUI ELEITORADO )
Pinto nunca disputou uma eleição e é o atual secretário de Justiça de Campinas.
Olímpio foi indicado pelo grupo do deputado Paulinho da Força (PDT-SP). Mas encontra resistência no PDT e no PT. (um certo preconceito pelo fato de ser Policial Militar )
A situação está tão no limite que será feito um pedido ao presidente Lula para entrar na negociação e conversar diretamente com o ministro Carlos Lupi, presidente nacional do PDT.
FILIPE, PRIMEIRAMENTE FORMULE A DENÚNCIA PARA O DELEGADO DIRETOR DAQUELA CIRETRAN…ELE PODERÁ MARCAR OUTRA PROVA SEM ÔNUS E PESSOALMENTE ACOMPANHAR O PERCURSO 17
Olá, Meu nome é Filipe ….e estou abrindo essa reclamação esperando respostas ao meu inquérito.
Primeiramente moro em São Paulo no municipio de Guarulhos, Bairro dos …,Vila …
Fui candidato à primeira CNH e fiz todo o processo necessário até o exame prático de volante realizado no centro de guarulhos com todas auto-escolas..
No momento em que eu entrei no carro com o examinador para fazer exame cheguei á primeira parada obrigatória que ainda é no começo do percurso, parei o carro respeitando a sinalização dei seta para o sentido devido e pisei na embreagem.
Após passarem os carros de preferencia eu soltei embreagem até o ponto e tirei o pé do freio para dar partida,porém meu freio não soltou e nesse momento olhei pro pé do examinador que estava afundado no freio…
Então o examinador olhou pra minha cara e disse quanto tempo você vai esperar pra sair com o carro?
eu falei mas vocÊ está com o pé no freio,e ele disse: – Eu estou só arrumando meu pé.e tirou o pé do freio.
O carro morreu pois eu soltei a embreagem pensando que o freio estava livre para partir,após o incidente de patifaria do examinador eu fiquei abalado e o carro morreu novamente,entao o examinador me disse pode descer do carro você está reprovado.
Estou fazendo essa reclamação e espero resposta no meu e-mail para que eu possa recorrer o sentido que dá a entender é que eu não paguei proprina de exame prático,logo ele me prejudicou…
Por gentileza ouvidoria me responda no e-mail
Atenciosamente Filipe
QUADRILHA DE LADRÕES NO EXÉRCITO…LEMBRANDO DA SUCESSÃO DO GENERAL MÉDICI: NA FALTA DE MILITAR “HONESTO” A GENTE BOTA O “ERNESTO” NA PRESIDÊNCIA DA NOSSA REPÚBLICA…NINGUÉM PERCEBERÁ A DIFERENÇA! 3
Fraude em alto escalão
E-mail envolvendo generais faz MP Militar pedir a prisão de oficial acusado de falcatruas no IME
Carla Rocha e Vera Araújo
Um email com revelações bombásticas sobre supostas ações criminosas dentro do Instituto Militar de Engenharia (IME) foi encaminhado à Justiça e circula em listas de discussões de oficiais do Exército na internet. Com denúncias que vão de enriquecimento ilícito a pagamento de propinas mensais a generais do instituto e até a agentes da Polícia Civil, o documento é atribuído ao major Washington Luiz de Paula, mas não há confirmação de que ele seja o autor. Por considerar que a distribuição do material prejudica as investigações, o Ministério Público Militar pediu a prisão preventiva do oficial. Ele é um dos principais investigados no inquérito que apura um esquema de fraude no conceituado centro acadêmico, conhecido por ter um dos mais difíceis vestibulares do país. As denúncias do documento atingem 14 oficiais do Exército.
A mensagem foi enviada um dia depois de a primeira de uma série de reportagens sobre as irregularidades no IME ter sido publicada pelo GLOBO. O caso revelado pelo jornal tratava sobre as investigações em torno de um cartel de empresas que agia dentro da instituição de ensino, tendo como sócios parentes ou pessoas ligadas a militares da unidade à época dos fatos. Além de oficiais da ativa, agora lotados em outros quartéis, havia ainda, entre os suspeitos, militares que já passaram pelo instituto, mas atualmente estão na reserva.
O conteúdo do email, que relata fatos com riqueza de detalhes – a veracidade de alguns deles já foi constatada -, causou constrangimento no meio militar. A prisão do major Washington está sendo pedida por dois procuradores e uma promotora que integram a força-tarefa criada exclusivamente para investigar o caso: Maria de Lourdes Sanson, Antônio Antero dos Santos e Ana Cristina da Silva. Como as denúncias divulgadas no email se referem a oficiais lotados nos mais altos postos do Exército, o MP também considerou que houve quebra de hierarquia e disciplina. A Justiça, agora, tenta identificar a origem do material através de um rastreamento digital. O juízo da Auditoria Militar também já recebeu e analisa uma cópia do email.
Por meio de nota, a assessoria de imprensa do Exército informou que, durante as apurações preliminares que deram origem ao inquérito policial-militar, o oficial teria negado a autoria das denúncias divulgadas através da rede mundial. Os nomes dos integrantes do esquema de fraude são citados na mensagem eletrônica, porém, como as denúncias ainda estão sendo investigadas, os militares não serão identificados nesta reportagem. O autor do email diz que dispõe de provas, como vídeos e gravações. Ele também afirma estar sendo ameaçado de morte, dizendo saber que sua “cabeça está a prêmio”.
“Armadilha de rato” será investigada
As revelações, supostamente feitas pelo major Washington Luiz de Paula em tom de desabafo, atingem em cheio a cúpula do Exército. São passagens, por exemplo, sobre o pagamento de uma mesada de R$35 mil em espécie a um oficial do instituto a quem chama de “Meu general”. Este era o valor exigido pelo superior hierárquico para encobrir as falcatruas do grupo no IME e que deveria ser pago em notas de R$100. Por causa do fracionamento da propina, Washington teria ganhado o apelido de “Pica-fumo”. Os envolvidos nas fraudes, ainda segundo a mensagem eletrônica, se reuniam frequentemente, às vezes para jogos de futebol. O autor do email lembra que, nessas ocasiões, o tal general costumava justificar seus atos: “Isso é em nome da instituição”. Depois, ria e, batendo no bolso, afirmava: “Nosso bolso”. De acordo com o email, o mesmo general teria tido um filho aprovado no IME com uma “ajudinha” do major e seus cúmplices. O jovem teria, inclusive, morado, por um tempo, no apartamento de um dos integrantes da quadrilha, na Urca.
Um dos pontos que podem ser checados pelo Ministério Público Militar diz respeito a uma multa de R$600 mil aplicada após uma fiscalização em despesas do IME pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O órgão teria encontrado irregularidades na dispensa de uma licitação em dezembro de 2004. O problema foi atribuído à cobiça de um outro general, que queria ganhar mais do que o combinado. “Depois do futebol combinávamos seu percentual, lembra? O senhor sempre querendo mais do que da última vez, que ganância desenfreada”, afirma o autor do email. E conclui afirmando que a “conta” foi paga pela Fundação Ricardo Franco. A fundação é um braço do IME, que funcionava fazendo a intermediação dos contratos entre o instituto e as empresas. “Mas como a fundação levava muito “dindin” (sic), tudo se acertou. O senhor até levou uma graninha respeitável, né, meu genera”. A Fundação Trompowsky, outra ligada ao IME, também é citada.
A pessoa que se apresenta como Washington afirma ter preparado uma “armadilha de rato” para um coronel do esquema. Ele diz ter tratado da compra de uma cobertura na Urca para o superior usando um cheque assinado pelo sócio de uma das empresas que prestaram consultoria ao IME. É informado, então, o nome do empresário Marcelo Cavalheiro, dono das empresas Grisa, GNBR/JLG e Alce Olecram – todas prestaram consultoria ao instituto. Cavalheiro, que tinha como sócios em algumas empresas parentes do major Washington, é um dos investigados no inquérito que corre na Procuradoria. O autor debocha da situação criada: “O senhor, meu coronel, ficou de rabo preso, lembra? Aquela investida da Polícia Civil? Mais grana que saiu”. Neste ponto, ele faz referência a várias extorsões que teriam sido praticadas por servidores do TCU, das polícias Federal e Civil e Icefex (possivelmente, Inspetoria de Contabilidade e Finanças do Exército).
Para verificar se foi usado o cheque de uma das empresas que prestavam serviço ao IME no pagamento de um imóvel comprado por um oficial do Exército, os investigadores da Procuradoria de Justiça Militar terão que recorrer à quebra do sigilo bancário e fiscal dos suspeitos. O GLOBO apurou que, na escritura da referida cobertura, arquivada no 3º Registro de Imóveis do Rio, não consta o número do cheque e do banco envolvido na operação imobiliária, o que é um procedimento de praxe. Nele, o comprador, um oficial das Forças Armadas, informa apenas que o pagamento foi feito de forma antecipada.
Suspeito já foi acusado de fraude
No email, há também perfis de todos os envolvidos nas irregularidades dentro do IME. No capítulo sobre outro investigado no inquérito, o capitão Márcio Vancler Augusto Geraldo – que era da comissão de licitação do instituto e hoje está lotado no 1º Depósito de Suprimentos no Rio -, é revelado que ele já esteve envolvido em outro escândalo, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais do Exército (Esao), de onde foi afastado. Em 2006, o capitão teria sido acusado de compra das provas para instrutor. De fato, já foi comprovado que Márcio Vancler foi expulso da unidade por este motivo. Mas a acusação, investigada na 1ª Auditoria da Justiça Militar, acabou arquivada. O oficial, depois, entrou com um mandado de segurança na Justiça Federal do Rio para recuperar o direito a promoções, que haviam sido canceladas, mas não teve o seu pedido aceito.
Ainda sobre Vancler, é dito que ele seria amigo íntimo do ex-capitão Ailton. A suspeita é de que Ailton seja o mesmo oficial que foi investigado pelo Exército no caso do desvio de armas da corporação que foram parar no arsenal de traficantes do Morro da Rocinha, em 2006. Depois disso, embora sem relacionar a decisão ao episódio, o Exército afastou Ailton por considerá-lo incompatível com a carreira militar. Outro evento mencionado no email é sobre o período em que Vancler ainda era aspirante. Ele teria sido autuado por um assalto em Niterói. Também teria sido preso administrativamente no IME. Segundo a mensagem eletrônica, Vancler teria 18 imóveis. O jornal levantou que o oficial tem, hoje, 13 apartamentos e salas.
Um centro de excelência acadêmica
Desde a década de 50, uma instituição intocável
No olho do furacão desde que vieram à tona as denúncias sobre fraudes em pagamentos por consultorias, em especial entre os anos de 2004 e 2006, o Instituto Militar de Engenharia (IME), um dos mais importantes do país, se viu, pela primeira vez, envolvido no noticiário criminal. O instituto tem sua origem na Academia Real Militar, a primeira escola de engenharia das Américas e terceira do mundo, fundada em 1811. Em 1959, com a fusão da Escola de Engenharia Militar com o Instituto Militar de Tecnologia, surgia o IME, que oferece cursos de graduação e pós-graduação para alunos militares e civis. Fica no bairro da Urca, ao lado do Bondinho do Pão de Açúcar.
Além de se dedicarem à formação acadêmica, os profissionais do IME também dão apoio técnico a grandes obras de infraestrutura, como no caso das parcerias com o Dnit que estão sendo objeto da investigação. A restauração do Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República, concluída em abril, foi custeada por empresários e realizada pela Fundação Ricardo Franco. O IME também participa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em vários estados. Após as denúncias, o instituto foi alvo de uma operação de busca e apreensão feita pelo MP Militar, algo incomum em unidades militares.
SAULO DE CASTRO ABREU FILHO – EX-SECRETÁRIO DE INSEGURANÇA DE ALCKMIN – FOI DENUNCIADO POR AFIRMAR QUE O PT ESTARIA POR TRÁS DOS ATAQUES TERRORISTAS DO PCC 18
TSE aceita denúncia contra ex-secretário de Segurança
São Paulo – Por maioria de votos, o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, nesta quinta-feira, abertura de ação penal ao dar provimento a recurso de denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra Saulo de Castro Abreu Filho, ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo em 2006.
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) havia rejeitado a denúncia do MPE e, com isso, negou a abertura de processo contra Saulo pela entrevista dele à Rede Bandeirantes de Televisão, quando afirmou que o “Partido dos Trabalhadores (PT) estaria por trás de atentados terroristas praticados pela organização criminosa conhecida como Primeiro Comando da Capital (PCC), crimes que visavam desestabilizar o governo do estado de São Paulo”, durante o ano eleitoral de 2006.
De acordo com o relator da matéria, ministro Arnaldo Versiani, a conduta do ex-secretário, no entanto, “se reveste de tipicidade e autoriza a instalação da ação penal com o recebimento da denúncia”. Disse que o artigo 325 do Código Eleitoral estabelece que é crime eleitoral “difamar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação”.
O ministro explicou que, certamente, não houve ato de propaganda eleitoral, mas entrevista de televisão concedida à Rede Bandeirantes, pelo então secretário, em 7 de agosto de 2006, para prestar esclarecimentos sobre acontecimentos que estavam ocorrendo na cidade de São Paulo.
O PSDB NÃO APRENDE: Querer com tanto vigor um vice considerado forte para ter garantia de mais votos significa que o candidato a presidente, por si só, é incapaz de atrair positivamente a atenção do eleitor 3
Aécio Neves, uma esperança que mata
Postado por: Rafael Motta – 27/05/2010
Essa teimosia de tucanos graúdos em acreditar que Aécio Neves poderá mudar de ideia (ou ser compelido a isso) até a convenção nacional do partido, em 12 de junho, leva às seguintes considerações:
1. Os que creem num recuo de Neves após um anúncio tão convincente e definitivo têm dúvidas sobre ele — sua palavra, suas convicções, seu caráter. Se o ex-governador for assim tão volúvel, beira a contradição desejar um vice de estatura pessoal tão baixa;
2. O forte desejo desses tucanos de que Aécio Neves reveja sua decisão denota a escassez de quadros partidários, dentro do PSDB e em legendas aliadas, para o posto de vice;
3. A “escassez” pode ter como causas a grave incerteza quanto ao sucesso da candidatura de José Serra ou a dúvida em relação à capacidade política e moral de outros eventuais indicados à vice-presidência — relevância partidária e risco de denúncias contra si durante a campanha;
4. Querer com tanto vigor um vice considerado forte para ter garantia de mais votos significa que o candidato a presidente, por si só, é incapaz de atrair positivamente a atenção do eleitor. Ou seja, põe-se à prova a força política de seu próprio presidenciável;
5. A hipótese de que Aécio Neves venha a ser forçado a aceitar o posto de vice, supostamente pelo bem do partido e em troca de uma eleição praticamente certa ao Senado, indicaria uma conduta próxima ao desespero e que confirmaria o escrito nos quatro parágrafos anteriores;
6. Afinal, o eleitorado está preocupado com tudo isso ou se trata de uma conversa entre entendidos (ou pretensamente conhecedores) de política? O eleitor está mais interessado em biografias de candidatos ou propostas para seu bem-estar?;
7. O PSDB (e não só ele: isso ocorre mesmo entre governistas) não aprende.
SALVO ENGANO EX-DELEGADO GERAL – QUADRO DO PSDB – FOI HOMENAGEADO E CONDECORADO PELA BOLÍVIA…ALGUÉM PODERIA CONFIRMAR? 10
QUE MERDA: A CARABINA CALIBRE 30 DAQUELA MARCA DO BOI NÃO PRESTA: Secretaria de Segurança devolveu 1.550 carabinas cujas balas não disparam 11
Polícia do Rio gasta R$ 6 milhões em armas que não funcionam
Secretaria de Segurança devolveu 1.550 carabinas cujas balas não disparam
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Rio de Janeiro investiu R$ 6 milhões na compra de 1.550 carabinas calibre ponto 30 em novembro do ano passado. As armas seriam usadas pela Polícia Militar. Passados sete meses, o arsenal foi devolvido no último dia 21 ao fabricante, que ganhou o processo de licitação, porque testes verificaram que as munições emperram e não são disparadas.
Algumas dessas carabinas, segundo a SSP, foram distribuídas para batalhões da corporação. Como foi verificado o problema em algumas das armas, todas foram recolhidas. Um laudo sobre o problema foi elaborado pela PM e entregue à pasta de segurança.
De acordo com a secretaria, a ideia era usar as carabinas em substituição a fuzis. A pasta deu um prazo de 90 dias para que a empresa devolva as armas devidamente prontas para o uso.
O plano do governo fluminense é que, até 2016, apenas as tropas de elite, como o Bope (Batalhão de Operações Especiais), usem fuzis nas ruas. O alcance de tiro dessas armas pode chegar a 2 km. Os disparos feitos por carabinas alcançam até 500 metros.
BOI CT 30 – clone de armamento desenvolvido por indústria do Chile.
Acredito que, mesmo em perfeitas condições de utilização para fins policiais, não valeriam acima de R$ 750,00 ( setecentos e cinquenta reais ).
As carabinas calibre 40 da Polícia Civil deste Estado aparentemente foram soldadas nalguma funilaria boca- de- porco; se externamente é ruim, internamente deve ser podre.
MELHOR DEVOLVER A COMISSÃO SOBRE O VALOR E CANCELAR O CONTRATO.
GILMAR MENDES “versus” PAULO HENRIQUE AMORIM: JUÍZO NATURAL PARA JULGAMENTO DE CRIMES CONTRA A HONRA DIVULGADOS PELA INTERNET É O DO DOMICÍLIO DO RESPONSÁVEL PELO BLOG OU SITE 3
Processo de Gilmar Mendes contra jornalistas será julgado em São Paulo
Ao receber a representação, o procurador-geral da República determinou que o processo deveria ser apreciado pela Procuradoria da República de São Paulo, já que Paulo Henrique Amorim reside naquele estado. Já a Procuradoria Estadual opinou que a representação deveria ser arquivada, uma vez que o próprio STF suspendeu 20 artigos da Lei de Imprensa, e que não haveria dolo na publicação das supostas matérias caluniosas. Mas a 4ª Vara de São Paulo declinou da competência para alguma vara do Distrito Federal, sob o argumento de que os autos do processo não trariam o endereço de Amorim, mas apontaria Brasília como o local de domicílio dos outros réus.
A 10ª Vara do DF, entretanto, alegou que o artigo 42 da Lei de Imprensa determina que a competência territorial é determinada pelo local onde o jornal é imprenso ou onde se localiza o estúdio transmissor ou agência de notícias.
No seu voto, o ministro Arnaldo Esteves apontou que a competência territorial da Lei de Imprensa era realmente a prescrita no artigo 42, entretanto o dispositivo legal não foi validado pela Constituição Federal e foi suspenso, pelo próprio STF, em abril de 2009. Para o ministro, isso obriga a aplicação da legislação comum, como o Código Penal. “Em consequência, também as regras sobre a competência aplicáveis ao caso são as comuns, notadamente a prevista no artigo 70 do Código de Processo Penal”, explicou. O artigo define que o local da infração será onde esta foi consumada. O ministro observou que o site e a revista têm distribuição nacional, mas que o crime é uno, mesmo se a notícia é divulgada em vários locais.
Para o ministro Esteves, o local da calúnia seria onde se imprimiu a revista Isto É, ou seja, em São Paulo. No caso da internet, o ministro considerou que o local onde a suposta calúnia se consumou seria onde o responsável pelo blog ou sítio se encontrar. Isso facilitaria a delimitação do lugar exato e uma eventual coleta de provas, observou ainda. Como Amorim reside e trabalha habitualmente em São Paulo, esse também é o local da competência. Com esse entendimento, o ministro determinou a competência da 4ª Vara de São Paulo, sendo acompanhado por unanimidade pela Terceira Seção do STJ.
Doutor Ferreira Pinto me ajuda aí pô !! Revoga a minha remoção, cujo indeferimento do pedido de anulação foi assinado pelo Malheiros p.p./ Marzagão…Deixa eu esperar a demissão pertinho de casa! Datena, me ajuda aí pô !! 6
Quinta-feira, 27 de maio de 2010 – 20h23
Nova unidade
Central de Polícia Judiciária irá otimizar ocorrências em Santos
Eduardo Velozo Fuccia – A TRIBUNA DE SANTOS
Para otimizar o atendimento das ocorrências de maior gravidade em Santos, será inaugurada na próxima terça-feira a Central de Polícia Judiciária (CPJ). A expectativa é de que a CPJ dinamize as investigações dos crimes em geral.
A Central será composta por quatro equipes formadas por um delegado e dois escrivães cada. Ela funcionará no Palácio da Polícia, junto ao plantão do 1º DP, mas de forma independente.
Para a implantação da nova unidade foram encomendados estudos ao Setor de Inteligência da Delegacia Seccional de Santos. De acordo com o levantamento, no ano passado, em Santos, foram lavrados 516 autos de prisão em flagrante durante o período das 20 às 8 horas, bem como nos finais de semana e feriados. Isso representa uma média de 1,41 flagrante por plantão na Cidade inteira.
Dos seis distritos policiais de Santos, apenas o 1º (Centro), 3º (Ponta da Praia) e 7º (Gonzaga) funcionam de forma ininterrupta. Devido à demanda de flagrantes, verificou-se um mau aproveitamento dos recursos humanos, porque os delegados dessas unidades ficavam sem lavrar um só auto de prisão em vários plantões noturnos ou de feriados e finais de semana.
Sacados das escalas noturnas, os delegados dos 1º, 3º e 7º DPs exercerão funções típicas da carreira. Presidirão os inquéritos policiais com condições de acompanhá-los de perto. E terão melhores condições de adotar as medidas necessárias para a elucidação dos delitos, como requerer mandados de busca e apreensão e interceptações telefônicas, entre outras.



