ANDRÉ CARAMANTE: Delegado Paulo Fleury é demitido da Polícia Civil de São Paulo 4

02/06/2010-18h16

Delegado Paulo Fleury é demitido da Polícia Civil de São Paulo

ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

Paulo Sérgio Oppido Fleury foi demitido nesta quarta-feira da Polícia Civil de SP. Ele é filho de Sérgio Paranhos Fleury, diretor do extinto Dops (Departamento de Ordem Política e Social), morto em 1979.

Paulo Fleury era delegado da polícia paulista e tinha posto de 1ª classe –faltava apenas um degrau para que ele atingisse a classe especial na corporação– e estava na polícia havia 33 anos. A demissão de Paulo Fleury foi anunciada hoje pelo governador Alberto Goldman (PSDB), em seus despachos no “Diário Oficial”.

Desde o ano passado, Paulo Fleury travava uma batalha jurídica para tentar impedir sua demissão da Polícia Civil. O agora ex-policial afirmava ser “vítima de uma perseguição” por parte do secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto.

Em janeiro, Paulo Fleury protocolou pedidos de providências na Procuradoria Geral de Justiça e no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, contra o secretário. Nos documentos, ele o acusava de assédio moral, “tortura psicológica” e também pedia que o secretário fosse afastado do cargo.

As principais investigações contra Paulo Fleury na polícia começaram antes de Ferreira Pinto assumir a pasta, em março de 2009.

Quando estava na Delegacia de Turismo, Fleury foi acusado de apreender câmeras de vídeo que haviam sido furtadas e não registrar o encontro; já na Delegacia Antipirataria, o delegado presenteou escrivãs de uma juíza com bolsas falsificadas da marca francesa Louis Vuitton e mantinha uma empresa particular que cobrava para combater pirataria.

CONCURSO MP: Ministério Público de São Paulo Promulga lei que cria 255 cargos no órgão…”AMIGO REPÓRTER AÇO”, JÁ QUE ESTAMOS FAZENDO PROPAGANDA DA REDE LFG, do doutor LUÍS FLAVIO GOMES, QUERO DESCONTO NA MENSALIDADE DO MEU FILHO ( 100 % de desconto, viu ?) 4

2010/06/02 at 18:24 – REPÓRTER AÇO

Como é bom ter moral com os governantes de plantão.Aposto que vários cargos serão para atividade de investigação, produção de prova extrajudical, procedimentos administrativos de investigação ou outro nome qualquer para substituir o Inquérito Policial.

Fonte: Site LFG

Ministério Público de São Paulo Promulga lei que cria 255 cargos no órgão

02/06/2010-13:20

O Diário Oficial de São Paulo desta quarta-feira, 2 de junho, publicou a lei complementar nº 1.118/2010, que estabelece o plano de cargos e carreiras dos servidores do Ministério Público de São Paulo (MP/SP) e cria 255 cargos efetivos de todos os níveis escolares. A lei foi promulgada pelo governador paulista, Alberto Goldman, apenas uma semana depois da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) ter aprovado o projeto de lei complementar por unanimidade.

Com a promulgação da lei, ficam estabelecidos 40 cargos para auxiliar de promotoria I, 80 para oficial de promotoria I, 55 para analista de promotoria I (área de saúde e assistência social), 30 para analista de promotoria I e 50 para analista de promotoria II. Todas as 255 vagas deverão ser preenchidas através de concurso, o que gera a expectativa de realização de novos processos seletivos em breve. Também foram criados 50 postos de trabalho para assistente técnico de promotoria I, cargo enquadrado como função comissionada.

A atividade de auxiliar exigirá ensino fundamental, enquanto a função de oficial terá como requisito o nível médio. Já os cargos de analista pedirão ensino superior e serão para várias áreas de atuação, como assistência social, medicina, direito e administração.

O documento cita ainda os valores das remunerações das três carreiras. Os cargos de auxiliar nível I e oficial nível I terão salários iniciais de R$ 1.055,79 e R$ 1.709,44, respectivamente. Para analista nível I, a remuneração inicial corresponderá a R$ 2.304,68 e, para analista nível II, será de R$ 3.054,18. Por fim, as vagas de analista na área de saúde e assistência social contarão com salário inicial de R$ 1.728,51.

O plano de cargos possibilitará ainda que ocorra a chamada movimentação na carreira, com a progressão para diferentes níveis e classes, o que garantirá reajuste salarial aos funcionários da instituição. Desta forma, um servidor que ingresse no MP como analista de promotoria I classe A poderá ser promovido para as classes B e C e, posteriormente, para o nível II da carreira.

Recentemente, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira, publicou despacho autorizando a abertura de duas seleções para o cargo de assistente jurídico. De acordo com as autorizações, o primeiro processo seletivo disponibilizará 155 vagas para a capital paulista e a Grande São Paulo, enquanto o outro concurso preencherá 145 oportunidades no interior e litoral do Estado. Para participar, será preciso comprovar graduação completa em direito. Também será necessário possuir boa conduta social, não exercer a advocacia e não registrar antecedentes criminais.

Em 2009, o Governo de São Paulo promulgou a lei nº 13.794, que estabeleceu a criação de 900 cargos de assistente jurídico no MP. A previsão é que sejam abertas 300 vagas a cada ano. A lei promulgada hoje altera o nome do cargo, de assistente jurídico para analista de promotoria I.

Fonte: Jcconcursos

PREPARE-SE PARA ESTE CONCURSO COM A REDE LFG.

PROMOTORIA DENUNCIOU INJUSTAMENTE DELEGADO DA DISE DE SÃO BERNARDO DO CAMPO: JOSÉ MARIANO DE ARAÚJO FILHO FOI ACUSADO POR ABORTO, ASSÉDIO SEXUAL, ABUSO DE AUTORIDADE E CÁRCERE PRIVADO…JUIZ CORREGEDOR FEZ INJUSTO RELATÓRIO ACUSANDO INÉPCIA E LETARGIA DA DISE ENTÃO CHEFIADA POR JOSÉ MARIANO DE ARAÚJO FILHO 26

O Delegado José Mariano de Araújo Filho –  obviamente vítima de vingança por parte de traficantes – era inocente. Atualmente desenvolvendo excelente trabalho no DEIC, na Delegacia de Crimes em Meios Eletrônicos,  foi o responsável pelo inquérito contra o Flit Paralisante.

 acórdão encontrado:

https://ww2.stj.jus.br/processo/jsp/ita/abreDocumento.jsp?num_registro=199500607050&dt_publicacao=23-09-1996&cod_tipo_documento=

o4/03/2009 – 08h20

Blog policial com críticas a José Serra é tirado do ar pela Justiça

MARINA LANG
colaboração para a Folha Online

A blogosfera policial, que vem aumentando sua popularidade com o surgimento de páginas como Segurança Pública, Cultcoolfreak e Diário de um PM, sofreu uma baixa. O flit-paralisante.blogspot.com saiu do ar.

O “Flit Paralisante” (referência a um antigo inseticida) ficou conhecido por abordar a rotina dos policiais civis no Estado de São Paulo. Em tom de denúncia, seus textos criticam as estruturas internas da corporação e o governador José Serra (PSDB).

“Não sei dizer por que, exatamente, o blog saiu do ar, mas foi em duas ocasiões: a primeira em 30 de outubro [de 2008] e essa de janeiro. A representação, da última vez, trouxe como vítimas o governador José Serra e outros”, diz o autor do blog, o delegado da Polícia Civil em São Vicente (65 km de São Paulo), Roberto Conde Guerra.

Com a derrubada do endereço eletrônico, ocorrida em janeiro, Guerra reativou seu espaço na rede pelo servidor WordPress, no qual permanece em funcionamento (flitparalisante.wordpress.com).

“Quando apagaram o blog, deram a entender que eu era anônimo. Nunca escrevi escondendo minha identidade. Nada ali afeta a idoneidade do governador”, defende-se.

O blogueiro suspeita que a primeira retirada do ar (30 de outubro) tenha ocorrido pelos “desabafos” sobre o confronto entre polícias e a ação desastrada na morte de Eloá.

Um ofício judicial, ao qual a Folha Online teve acesso, foi enviado à Guerra pelo próprio Google, detentor do domínio blogspot.com. Entretanto, o documento não solicita a retirada do blog do ar –mas pede dados cadastrais do autor e endereços virtuais (IPs) utilizados por ele para a publicação.

O delegado José Mariano de Araújo Filho, da Delegacia de Crimes em Meios Eletrônicos, foi o responsável pelo inquérito contra o Flit Paralisante. Embora o nome do governador José Serra apareça no ofício judicial, Araújo Filho diz que o “governador de São Paulo não é parte”.

Procurado, o Palácio dos Bandeirantes não quis se pronunciar –tampouco o Google, que diz apenas cumprir um pedido da Justiça.

  Diego Padgurscchi/16.10.08/Folha Imagem  
Policiais militares em confronto com tropa civil, em outubro; críticas ao Executivo seriam motivo da retirada do blog

Delegado X delegado

“[A retirada do blog] foi uma medida cautelar, pois se trata de um funcionário público, e o site foi usado como veículo de difusão de calúnia, injúria e difamação”, alega Araújo Filho. A medida cautelar é um ato preventivo, que é deferida pelo juiz quando há a comprovação de lesão de qualquer natureza ou motivo justo. Ela pode ser autorizada pelo juiz sem que a outra parte tome conhecimento. Também é provisória, ou seja, há um prazo para que o autor mova a ação principal.

Joel Silva/12.02.09/Folha Imagem
Governador José Serra é situado como uma das vítimas em inquérito policial que retirou endereço de blog “Flit Paralisante” do ar

O nome do governador está ali, segundo ele, para “justificar” a medida. “Caso ele se interesse, pode tomar parte na ação principal, pois ele é uma das partes”, diz.

ordem judicial para supressão do flit

O delegado confirma ainda que houve acusações de maneira genérica e dirigida a promotores e juízes. Serra foi chamado de “nazista”, de acordo com ele. “Não foi possível apagar apenas algumas das postagens porque o encadeamento dos posts e comentários era ofensivo. A internet maximiza isso”, observa Araújo Filho, afirmando que as supostas ofensas não partiram apenas do autor do blog, “mas também dos comentários nas postagens.”

Cicarelli

“Chega a ser amador e hilário. Com a censura, é claro que um blog se transfere para um servidor estrangeiro. De quebra, faz com que as pessoas se interessem mais ainda pelo assunto”, analisa o professor da Fundação Getúlio Vargas e advogado especialista em internet Marcel Leonardi.

Segundo ele, é possível que o governador José Serra saiba, informalmente, a respeito do inquérito. “Mas não dá para afirmar categoricamente que ele esteja envolvido”, afirma Leonardi. “Isso lembra até o caso da [Daniela] Cicarelli [e do bloqueio do YouTube], em que ela afirmou que o namorado era o responsável pelo processo, não ela.”

Aí MARIANO , parabéns pela fundamentação. 

Já que ele não é parte em inquérito acerca de suspostos crimes contra a honra ( dele ).

Responda-me :

O JOSÉ SERRA –  por acaso – JÁ É CONSIDERADO PRESIDENTE DESTA PÁTRIA QUE NOS PARIU?

Obviamente o ilustre colega  do DEIC  –   departamento manchado pelas acusações de ser um órgão em que só trabalha quem compra a cadeira(cargo) –   deve saber que apenas aos casos de ofensas ao  Presidente da República –  como se trata de uma Instituição – a legitimidade para requisitar a instauração de inquérito e promoção da ação penal é deferida a terceiro, no caso: Ministro da Justiça.

Acho que poderei pleitear uma indenização do Estado, nos moldes da ESCOLA BASE.

Para você pagar a conta.

DEVOLVA-ME,  COM JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA.

Por fim, mais uma acusação genérica:   SÓ PODIA SER DO DEIC, NÉ?

não boline a Dani, agora é estupro!

É um Breitling? É original ou “ching ling”? Se for quente, conta prá nós como um Delegado que ganha R$ 5.000,00 por mês, pode comprar um relógio de  milionário?

EIXO DO MAL NA ROTA: PM MATANDO PM 12

2010/06/02 at 15:06 – O MASKARA

Promotoria e Corregedoria investigam “eixo do mal” na PM de SP; três são presos

ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

O Ministério Público Estadual e a Corregedoria da Polícia Militar investigam a existência de um grupo criminoso chamado de “eixo do mal” da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), espécie de tropa de elite da PM paulista. Por volta das 12h desta quarta-feira, Renata Gomes de Oliveira Franco, o policial militar Deoclécio Onofre Souza e Lucio Flávio Moreira Santos, os três acusados de ligação com o grupo foram presos temporariamente –por 30 dias.

Eles são acusados pela Promotoria e Corregedoria da PM de matar o soldado da Rota Emerson Barbosa da Silva Santos, 32, marido de Renata. O soldado Santos foi encontrado morto em Louveira (71 km de SP), em setembro de 2006.

O PM Onofre Souza foi preso hoje dentro do 15º Batalhão, em Guarulhos (Grande São Paulo). Ele trabalhava na Rota até 2006, era vizinho e amigo do PM assassinado.

O “eixo do mal” tem cerca de dez PMs e é suspeito de praticar crimes como roubo de carga e homicídios. Hoje, a maior parte dos PMs suspeitos está fora da Rota e trabalha na região norte da Grande São Paulo.

Pelo que descobriram a Promotoria e a Corregedoria da PM, o soldado Santos era integrante do “eixo do mal” da Rota e brigou com PMs do grupo, que usava as técnicas militares aprendidas na Rota para praticar crimes.

Dentro da Corregedoria da PM, as conclusões de que o soldado Santos foi assassinado por outros PMs foram feitas por um setor especializado em investigar mortes de policiais militares conhecido como “PM Vítima”.

Cartão de felicitação

O corpo carbonizado do soldado Santos foi encontrado em uma área rural de Louveira. Ele estava dentro do carro do policial, um Astra.

Perto do veículo, o setor “PM Vítima” encontrou um cartão de felicitações endereçado ao soldado Santos e, segundo os investigadores, ele era “oriundo do 1ºBPChq”, sigla da PM para a Rota.

A investigação aponta que o soldado Santos não foi morto em Louveira, mas, sim, dentro de sua casa, em Guarulhos (Grande SP).

Depois de ser morto a tiros, o corpo do PM foi levado em uma van, que era escoltada por alguém que dirigia o carro do PM. Em Louveira, o cadáver foi colocado no veículo e queimado.

Zona norte de São Paulo

Após a morte do soldado Santos, alguns dos PMs suspeitos de integrar o “eixo do mal” da Rota foram transferidos para o 18º Batalhão da PM, na zona norte de SP.

Mais tarde, esses mesmos PMs foram investigados sob suspeita de participar do atentado a tiros que matou em janeiro de 2008 o coronel José Hermínio Rodrigues.

Uma das hipóteses para a morte de Rodrigues, comandante da PM na zona norte, é a de que ele combatia PMs do 18º Batalhão que formaram um grupo de extermínio.

A reportagem não conseguiu localizar os advogados de defesa do PM Onofre Souza, de Renata Franco e de Lúcio Santos.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/744525-promotoria-e-corregedoria-investigam-eixo-do-mal-na-pm-de-sp-tres-sao-presos.shtml

O PDT formalizou ontem, junto à direção do PT paulista, a indicação do deputado estadual Major Olímpio para candidato a governador na chapa liderada por Aloízio Mercadante 6

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01/06/2010
     O PDT formalizou ontem, junto à direção do PT paulista, a indicação do deputado estadual Major Olímpio para candidato a governador na chapa liderada por Aloízio Mercadante. Ao mesmo tempo e ainda sem indicar nome, o PR reivindicou a vaga de suplente da candidata petista ao Senado, Marta Suplicy.
    O presidente estadual do PT, Edinho Silva, disse que o partido espera decidir sobre as duas vagas até a segunda semana de junho e considerou a apresentação do nome do Major Olímpio como boa para abrir as conversas sobre o candidato a vice.
    Petistas próximos a Mercadante atribuem ao Major Olímpio o trunfo de deter a confiança da Polícia Militar paulista. Apesar de ter começado na Assembleia como integrante da base do Governo José Serra (PSDB), desde 2007 o Major Olímpio tem denunciado o sucateamento da polícia promovido pelas sucessivas gestões tucanas, como fez no ano passado em entrevista exclusiva aBrasília Confidencial.
    Um alto dirigente do PT que acompanha o debate sobre a chapa de Mercadante aposta que o PDT ficará mesmo com a vaga de candidato a vice. Já o atendimento da reivindicação do PR parece menos provável. O resultado da negociação está condicionado ao nome que o PR apresentar e também à desistência da candidata ao Senado, Marta Suplicy, de ter como suplente o atual deputado federal Antônio Palocci. 

Paulo Fleury, que estava há 33 anos na polícia, afirmou que Ferreira Pinto fez campanha para demiti-lo da corporação 11

Delegado ameaçado de demissão diz que secretário o persegue

Sáb, 30 de Janeiro de 2010 10:48
SÃO PAULO

Prestes a ser demitido da polícia, o delegado Paulo Sérgio Óppido Fleury (filho de Sérgio Paranhos Fleury, diretor do Dops -Departamento de Ordem Política e Social-, morto em 1979) tenta reagir contra o que chama de “perseguição e tortura psicológica” por parte do secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto.

Na última semana, Paulo Fleury protocolou pedidos de providências na Procuradoria Geral de Justiça e no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo, contra o secretário.

Nos documentos, ele o acusa de assédio moral, “tortura psicológica” e também pede que o secretário seja afastado.
Paulo Fleury, que está há 33 anos na polícia, afirma que Ferreira Pinto mantém uma campanha para demiti-lo da corporação. Com os pedidos, ele tenta ganhar tempo para conseguir a aposentadoria antes.

A base das representações de Paulo Fleury é um encontro ocorrido com o secretário em abril do ano passado e no qual ele diz ter sofrido intimidação.
Nesse encontro, segundo a versão do delegado, Ferreira Pinto teria caminhado em sua direção e dito “não passa vontade”. O delegado afirmou à Folha não saber o motivo de o secretário ter dito isso a ele.

Dentro da polícia, a versão para a frase foi uma reação ao fato de que Paulo Fleury teria espalhado que precisava ser feito algo contra Ferreira Pinto.
Um oficial da PM e o delegado Marco Antônio Ribeiro de Campos estavam no gabinete do secretário quando aconteceu o encontro.

Dias depois, Fleury voltou à sede da secretaria e, com uma câmera escondida em uma gravata, gravou uma conversa com o delegado Campos na qual tentou confirmar que havia sido destratado pelo secretário.

O ex-perito do IC (Instituto de Criminalística) Onias Tavares de Aguiar, acusado pelo sumiço de 50 laptops que estavam à espera de perícia em 2005, foi contratado por Paulo Fleury para produzir um laudo sobre a gravação com o delegado Campos e que foi juntado nas representações.

No rol de testemunhas das representações contra Ferreira Pinto, Paulo Fleury citou os nomes, entre outros, dos também delegados Ruy Ferraz Fontes e Alberto Pereira Mateus Júnior, que eram do Deic, já tiveram prestígio na polícia paulista e hoje estão em cargos de menor relevância. À Folha, Fleury disse que tanto Fontes quanto Mateus Júnior sofrem o mesmo tipo de pressão que ele por parte de Ferreira Pinto.

As principais investigações contra o delegado Paulo Fleury na polícia começaram antes de Ferreira Pinto assumir a pasta, em março de 2009.

Quando estava na Delegacia de Turismo, Fleury foi acusado de apreender câmeras de vídeo que haviam sido furtadas e não registrar o encontro; já na Delegacia Antipirataria, o delegado presenteou escrivãs de uma juíza com bolsas falsificadas da marca francesa Louis Vuitton e mantinha uma empresa particular que cobrava para combater pirataria.

Procurado, Ferreira Pinto não quis se manifestar. A presidente da Associação dos Delegados de SP, Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro, que assumiu o posto no dia 11, estava em viagem e não foi localizada para falar sobre as ações da Corregedoria contra delegados no Estado. (ANDRÉ CARAMANTE)

DIREITO DISCIPLINAR DO INIMIGO: O querido e influente Delegado Paulo Sérgio Oppido Fleury acabou demitido com fundamento no hediondo artigo 74, II, da LC 207-79…Foi vítima da lei forjada pela Ditadura Militar para perseguir e expulsar os inimigos do sistema defendido pelo pai: “DOUTOR FLEURY” 20

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
 
 
 
 
 
 
 

Decreto de 1º-6-2010
Aplicando
arts. 67, V, 70, I, 74, II, da LC 207-79, com as alterações
editadas pela LC 922-2002, e à vista do que consta no
processo DGP-6.156-03-SSP – Vols. I a IV e apensos, a
Paulo Sérgio Oppido Fleury, RG 6.900.074, Delegado de
Polícia de 1ª Classe, efetivo, do Quadro da Secretaria da
Segurança Pública.
32.875.007-4 (D.O. 20-4-2010).

, a pena de demissão, nos termos dos

DESPACHOS DO GOVERNADOR,
DE 1º-6-2010
 
 
 
 
 
 

No processo administrativo DGP-6156-2003, vols. I
a IV (CC-7419-2010) c/aps. CC-7418-2010 + CC-7890-
2010 + CC-17118-2010, em que é interessado Paulo
Sérgio Oppido Fleury: “À vista dos elementos de instrução
constantes dos autos, destacando-se o parecer 421-
2010, da AJG, bem assim o despacho aditivo exarado
pela Chefia desse mesmo órgão, julgo parcialmente
procedente a acusação irrogada a Paulo Sérgio Oppido
Fleury, RG 6.900.074, Delegado de Polícia, do Quadro

da Secretaria da Segurança Pública, aplicando-lhe a

pena de demissão, com fundamento nos arts. 67, V, e

74, II, da LC 207-79.”

______________________________

 
 
 
 
 
 
 

O artigo 74, II, é  fórmula genérica para fundamentar DEMISSÃO SIMPLES;  assim descrita na lei:  PROCEDIMENTO IRREGULAR DE NATUREZA GRAVE. Fórmula que serve para a Administração da Polícia Civil, por meio de mera argumentação,  fazer construções falaciosas em desfavor dos INIMIGOS. Fundamentando, falsamente, a legalidade da expulsão do indesejável.

Exemplo: ” NÃO AMAR A POLÍCIA.”

De regra atropelando, também,  princípios como o da subsunção, da legalidade,  moralidade e proporcionalidade. 

Enfim, atropelando o dever de honestidade. 

 

 
 
 

Em sentido contrário, por meio de construções argumentativas falsas, desclassifica GRAVES CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA e até CRIME DE TRÁFICO DE ENTORPECENTES, favorecendo  amigos com penalidade de suspensão de 90 dias. 

No caso do Delegado Paulo Fleury, a Administração da Polícia Civil  – nos autos de processo administrativo cuja competência julgadora caberia ao Governador – recomendou mera suspensão, acolhida e aplicada por anterior Secretário de Segurança, ou seja, a penalidade mais branda foi aplicada por autoridade incompetente para a decisão de processos instaurados para apuração da conduta de Delegado de Polícia. O Dr. Ferreira Pinto anulou a decisão do antecessor, encaminhando os autos ao Governador do Estado; assim observando-se a demissão hoje tornada pública.

Idêntico “modus operandi” foi empregado para absolver os ex-Delegados Gerais  Álvaro Franco e Braga Braum, ambos condenados criminalmente por peculato e formação de quadrilha. Contudo, até o momento, nada sabemos em relação ao atual Secretário ter anulado tais absolvições.

É de se ver que , no passado recente, poucos acompanhavam atentamente o Diário Oficial.

Assim  muitas ilegalidades eram despercebidas.

Atualmente, em virtude e pelas virtudes da Internet, somos fiscais da Administração. A manifesta ilegalidade das absolvições dos ex- Delegados Gerais aqui denunciamos há mais de dois anos.

 

https://flitparalisante.wordpress.com/2009/02/11/secretaria-de-seguranca-absolveu-os-delegados-que-desviaram-cem-milhoes-de-dolaresquem-assinou-marzagao-ou-malheiros/

Pela Internet, também,  verificamos que pessoas em razão de nome sujo no SPC e SERASA, com cheques sem fundos de pequeno valor em decorrência de desemprego, são impedidas de ingressar na Polícia, algumas exoneradas durante o estágio probatório, enquanto que vagabundos, ladrões, depois da cadeia, aguardam melhores “ventos”  fazendo curso para promoção.

Ao Dr. Fleury desejamos que obtenha reintegração, demonstradas a perseguição e ilegalidade da demissão, por sentença do Poder Judiciário.  

Justiça para todos!

Hoje foi ele, amanhã pode ser eu. 

ONU aponta ineficácia do Brasil no combate a violência policial: as “execuções extrajudiciais continuam em grande escala” no Brasil 2

FOLHA.COM
ONU aponta ineficácia do Brasil no combate a violência policial

ANDRÉ CARAMANTE

 

A ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou na manhã desta terça-feira em Nova York um relatório de 22 páginas no qual aponta uma série de ineficiências do Brasil para combate a violência policial.

O documento “Report of the Special Rapporteur on extrajudicial, summary or arbitrary executions” é o desdobramento de uma investigação realizada em 2007 por Philip Alston, relator especial da ONU sobre execuções extrajudiciais.

De acordo com Alston, ainda hoje, apesar dos alertas feitos pela ONU num primeiro relatório divulgado ano passado, as “execuções extrajudiciais continuam em grande escala” no Brasil.

Alston destacou hoje que os casos de “resistência seguida de morte” ainda não são investigados como deveriam no país.

A denominação “resistência seguida de morte” não existe no Código Penal. Quando usada pela Polícia Civil para registrar supostas trocas de tiros envolvendo PMs, quem morreu figura como investigado e quem matou (o policial) é a vítima.

O documento de Alston também afirma que foram cumpridas parcialmente apenas 11 das 33 recomendações feitas ao Brasil para diminuir a violência policial.

Um dos pontos positivos destacados pelo relator especial da ONU foi a prisão, no começo de 2009, de policiais militares do 37º Batalhão (zona sul de SP) acusados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público Estadual de integrar o grupo de extermínio “Os Highlanders”, denunciado em outubro de 2008 pela Folha.

Atualmente, nove PMs “highlanders”, assim chamados porque cinco de suas 12 supostas vítimas foram decapitadas, estão presos.
 

LEIAM DOCUMENTO QUE DEMONSTRA QUE O PROJETO DE REESTRUTURAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL FOI ELABORADO POR “GRANDES ESPECIALISTAS” EM DIREITO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 18

2010/06/01 at 18:49 – E AÍ?????????

do site ADPESP

: Leia documento que cria obstáculos para aprovação do projeto de Reestruturação
Com o objetivo de dar total transparência aos atos que dizem respeito à classe, a ADPESP divulga — na íntegra — o documento que criou obstáculos para que o projeto de Reestruturação da carreira fosse aprovado pelo Governo de São Paulo. A negociação já dura dez anos e ainda está pendente de resposta.

O parecer negativo foi enviado recentemente pela Secretaria de Gestão Pública à Delegacia Geral, que deverá fazer apreciações sobre novas exigências. Uma das propostas mais polêmicas do parecer diz respeito à discussão que se propõe entre as Polícias Civil, Cientifica e Militar. De acordo com o documento, não será possível implementar um projeto dessa magnitude sem ampla discussão, que emperra ainda mais, além de desnaturar a proposta inicial da carreira.

O texto do parecer ainda ressalta os empecilhos para implementações de projetos dessa natureza em decorrência do período eleitoral. O artigo 21, da Lei de Responsabilidade Fiscal, diz ser nulo de pleno direito o ato que provoque aumento de despesa com pessoal e não atenda as exigências dos artigos 16 e 17 desta lei e do parágrafo 1º do artigo 169 da Constituição.

O anteprojeto de lei complementar é composto de 17 artigos que dispõem sobre a reestruturação das carreiras policias civis, do Quadro da Secretaria de Segurança Pública, contendo em síntese alteração da composição das carreiras policiais civis, passando de 14 para sete carreiras.

Leia a íntegra do parecer:
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA GABINETE DO SECRETÁRIO
INTERESSADO: Delegacia Geral de Polícia
ASSUNTO: Reestruturação das Carreiras Policiais Civis
INFORMAÇÃO UCRH N° 24712010

I – alteração da composrçao das – carreiras policiais CIVIS, passando de 14 (quatorze) para 7 (sete) -carreiras, na seguinte conformidade:
· Delegado de Polícia
· Escrivão de Polícia
· Investigador de Polícia
· Médico Legista
· Papiloscopista Policial
· Perito Criminal
· Agente de Polícia
A nova carreira de “Agente de Polícia” absorve as carreiras de; Agente Policial, Agente de Telecomunicações, Atendente de Necrotério, Auxiliar de Necropsia, Auxiliar de Papiloscopista, Carcereiro, Desenhista Técnico Pericial e Fotógrafo Técnico Policial;
II – extinção das carreiras policiais civis de Agente Policial,Agente de Telecomunicações, Atendente de Necrotério, Auxiliar de Necropsia, Auxiliar de Papiloscopista, Carcereiro, Desenhista Técnico Pericial e Fotógrafo Técnico Policial, sendo assegurada a opção de manutenção da• nomenclatura originária;

111 – alteração da estrutura das carreiras policiais civis na seguinte conformidade:

• Classe Inicial
• Classe Intermediária
• Classe Final
• Classe Especial

IV – modificação dos intervalos entre as classes das carreiras policiais civis, de 10,5% para no mínimo 20%, sendo fixadas novas escalas de vencimentos;

V – alteração de dispositivo vigente para fazer constar que a atividade policial civil, em qualquer caso, será considerada penosa, insalubre e perigosa, em grau máximo, para todos os efeitos legais; VI – fixação de novos percentuais para as funções diretivas de unidades policiais, privativas da carreira de Delegado de Polícia;

VII – instituição de nova nomenclatura: “Policial Civil Substituto”, para o policial (exceto Delegado de Polícia) em estágio probatório, independente da carreira para o qual foi nomeado;

VIII – fixação de exigências para provimento das carreiras,
introduzindo nível universitário para: Papiloscopista Policial, Investigador
de Polícia e Escrivão de Polícia;

IX – fixação de exigências para provimento da carreira de Delegado de Polícia, com aprovação em exame da Ordem dos Advogados do Brasil;
x – alteração dos critérios de Evolução Funcional na seguinte conformidade:

a) Interstícios: mínimo de 5 anos na Classe Inicial, e 10 anos nas demais classes (Intermediária, Final e Especial); b) Requisitos para promoção: conclusão de Curso Específico de Aperfeiçoamento para promoção da Classe Intermediária para a Classe Final; conclusão de Curso Superior de Polícia, para carreira de Delegado de Polícia e de Curso Específico de Aperfeiçoamento nas demais carreiras policiais para promoção da Classe Final para a Classe Especial; nesses casos não há limite fixado; e c) A promoção da Classe Final para a Classe Especial será feita exclusivamente por merecimento, observados critérios fixados (conduta, assiduidade, eficiência elaboração de trabalho técnico-científica, participações em cursos e eventos de interesse da Polícia Civil, inscrição do policial), limitado a 4% do total das carreiras, semestralmente;

XI – alteração da caracterização do Regime Especial de Trabalho Policial- RETP para jornada de 44 horas semanais; e XII – alteração de percentuais da gratificação “pro labore” pelo exercício da função de direção e chefia de unidades caracterizadas como atividades específicas das carreiras policiais civis.

Os autos foram instruídos com as seguintes documentações:

Minuta do projeto de lei complementar referente a Reestruturação das carreiras policiais civis, incluindo outras providências (fls.61/72);
Custo da propositura elaborada (fl. 43); Ofício n° 324/2009, da Delegacia Geral de Polícia (fls.02/08);

Ofício 259/2009, da Delegacia Geral de Polícia Adjunta (fls.091 17);
Parecer da Consultoria Jurídica da Pasta (fls.82/89);
Exposição de motivos do Senhor Secretário da

Segurança Pública (fls.73/77) e, Despacho da Senhora Chefe de Gabinete daquela Pasta, encaminhando os autos à Unidade Central de RecursosHumanos (fl.91).

Por despacho do Senhor Secretário da Segurança Pública (fl. 90) o expediente foi encaminhado a esta Secretaria de Gestão Pública
para apreciação. Por conseguinte, foram os autos encaminhados a esta Unidade Central de Recursos Humanos, por despacho da Senhora Chefe de Gabinete, para análise e manifestação a respeito.

Relatado. Passamos a nos manifestar.

Preliminarmente, no que tange a alteração da composição das carreiras policiais civis, passando de 14 (quatorze) para 7 (sete) carreiras e a extinção das seguintes carreiras policiais civis: Agente Policial,Agente de Telecomunicações, Atendente de Necrotério, Auxiliar de Necropsia, Auxiliar de Papiloscopista, Carcereiro, Desenhista Técnico Pericial, Fotógrafo Técnico Policial, sendo assegurada a opção de manutenção da nomenclatura originária, entendemos que tal medida acarretará:

1) dificuldade na gestão do quadro de carreiras e classes, bem como dos servidores pertencentes a carreiras diversas, porém com as mesmas atividades;

2) a junção de 8 (oitolatuais carreiras em uma única carreira, nivela no atual quadro existente, pessoas de formação diferenciada e, em conseqüência de vencimentos diferenciados, além do fato de unificar
atividade técnicas com auxiliares;

No tocante a alteração da estrutura das carreiras policiais civis, de 5 para 4 classes e sobre a alteração dos critérios de evolução funcional com os tempos de interstícios (5 anos na primeira ascensão e 10 anos nas demais), entendemos que o formato proposto permitirá uma ascensão em até 25 anos, porém em períodos muito distantes, podendo provocar um desestimulo ao policial. Cabe-nos esclarecer que a proposta de evolução funcional não considera a avaliação de desempenho do policial, somente a exigência de formação em cursos específicos de aperfeiçoamento ministrados pela Academia de Polícia, o que em parte contrapõe a atual política de recursos humanos. Ressalta-se, ainda, que na proposta não consta previsão de limite de contingente a ser promovido, somente com relação à classe especial, limitado a 4% do contingente. Dessa forma, entendemos necessária a revisão da forma de mobilidade proposta, de modo a considerar avaliação por competências adquiridas e testadas, bem como na existência de limites de forma a assegurar um equilibro de crescimento vegetativo de folha, garantindo assim o seu equilíbrio.

No que se refere à remuneração proposta fixada para o salário-base da carreira policial, constante do anexo I da minuta de lei complementar apresentada a fi. 37, esclarecemos que representará um aumento na inicial das carreiras, mantidos os ALEs atuais, da seguinte ordem:

• Delegado Geral de Polícia – 88,37%
• Delegado de Polícia – 42,97% a 70,57%
• Escrivão de Polícia- 120,56% a 184,10%
• Investigador de Polícia – 120,56% a 184,10%
• Papiloscopista Policial- 114,79% a 174,99%
• Agente de Polícia – 21,86% a 77,37%
• Perito Criminal- 7,92% a 23,03%
• Medico Legista – 7,92% a 23,03%

Neste contexto, há que ser observado que deixará de existir a equivalência entre as carreiras de Médico Legista e Perito Criminal com a carreira de Delegado de Polícia, implementada no ano de 2009, em atendimento a solicitação da própria Secretaria de Segurança Pública. Esclarecemos que a carreira de Delegado de Polícia na classe inicial, considerando o ALE I, ficará com a proposta com remuneração superior a do Médico Legista e Perito Criminal em aproximadamente 35%. Ressalta-se, com a medida de alteração da remuneração, que deixará também de existir a equivalência, atualmente praticada, com a carreira policial militar.

Ainda, dentre desse contexto, observa-se que a remuneração proposta parta o cargo de Delegado Geral de Polícia, na inicial, ultrapassa o teto salarial fixado para o Poder Executivo. Com base nos dados extraídos da folha de pagamento do mês de janeiroj2010, elaboramos o acréscimo da despesa referente a reestruturação pelos valores fixados no Anexo I da minuta de lei complementar apresentada neste processo (fi. 37), que importou em R$ 188.341.351,06 (cento e oitenta e oito milhões, trezentos e quarenta e um mil, trezentos e cinqüenta e um reais e seis centavos) mensais e R$ 2.493.294.622,58 (dois bilhões, quatrocentos e noventa e três milhões, duzentos e noventa e quatro mil, seiscentos e vinte e dois reais e cinqüenta e oito centavos) anuais, o que representa um acréscimo da ordem de 90,1% sobre o valor total mensal da atual folha de pagamento da Secretaria da Segurança Pública.

Outrossim, informamos que no presente custo estão considerados os integrantes da carreira de policiais civis ativos e inativos, como também o valor referente a contribuição previdenciária patronal de 22% sobre os vencimentos do servidor. Os pensionistas não estão sendo considerados no referido custo, tendo em vista a falta de informação no sistema da São Paulo Previdência – SPPREV que nos permita tal previsão.Ainda podemos salientar que não há previsão do cargo em comissão de Superintendente da Polícia Científica no corpo do anteprojeto, o que é apresentado somente no anexo relativo à remuneração, não havendo distinção para o mesmo no comando da referida área a exemplo do Delegado Geral de Polícia.

Concernente ao enquadramento, disposto no artigo 10 da Disposição Transitórias do anteprojeto de lei complementar, verificamos que o mesmo dar-se-á também por tempo de serviço, independentemente da classe que esteja ocupando atualmente .. O correto enquadramento seria de uma classe para a outra, definida pela complexidade das atuais existentes para as propostas. O tempo de serviço não implica
necessariamente essas competências.

Cabe-nos ressaltar, conforme apontado pelo Senhor Secretario da Segurança Pública (fls 73/77), que em 2004 esta Unidade Central de Recursos Humanos participou dos estudos de revisão da carreira policial civil, contudo os mesmos não prosperaram em virtude dos aspectos polêmicos levantados na época e que perduram até hoje, a exemplo da equivalência existente entre a remuneração das Policias Civil e Militar.

Nesse contexto, entendemos que sem uma ampla discussão entre as Polícias Civil e Científica, bem como a Militar, não é viável a implementação de projeto dessa magnitude.

Finalizando, ressalta-se ainda as questões de legalidade para implementações de projetos dessa natureza em decorrência do período eleitoral, tendo em vista o disposto nas seguintes normas:

1. Lei Complementar 101, de 04/05/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal). Artigo 21 – É nulo de pleno direito o ato que provoque aumento de despesa com pessoal e não atenda:

I – as exigências dos artigos 16 e 1 7 desta Lei Complementar, e o disposto no inciso XIII do artigo 37 e no § 1 o do artigo 169 da Constituição;

II – o limite legal de comprometimento aplicado às despesas com pessoal inativo. Parágrafo único – Também é nulo de pleno direito o ato que resulte aumento da despesa com pessoal expedido nos cento e oitenta dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder ou órgão referido no artigo 20. ” (GN)

Nota: observado o disposto nos incisos do “caput”, reajuste salarial poderia ser concedido somente até 30/06/2010. A partir de 01/07/2010 nenhum ato pode ser efetivado que gere aumento de despesa com pessoal.

2. Lei Federal n? 9.504, de 30/09/1997:

“Artigo 73 – São proibidas aos agentes públicos, servidores ou não, as seguintes condutas tendentes a afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos nos pleitos eleitorais:

VIII – fazer, na circunscrição do pleito, revisão geral da remuneração dos servidores públicos que exceda a recomposição da perda de seu poder aquisitivo ao longo do ano da e leição, a partir do início do prazo estabelecido no artigo 7° desta Lei e até a posse dos eleitos.” (GN)

Nota: a partir de 06/04/2010 fica vedado à revisão de remuneração que exceda a recomposição da perda do poder aquisitivo. Sendo o que nos cumpria informar, submetemos o presente à consideração superior.

UCRH-G.T. II, 05 de abril de 2010.
Rodrigo Marin Alves Nunes
Diretor Técnico 111 -Substituto
_________________________
O grande absurdo do parecer é condicionar a restruturação na Polícia Civil a “amplo debate” com a Polícia Militar. Amplo debate com as carreiras policiais civis, conforme defendemos desde o anúncio do tal projeto, aliás,  vetusto,  de autoria do Delegado Alberto Angerami.

GAIATO FOI MEU GOVERNADOR, TROCAR REELEIÇÃO GARANTIDA…O DEIXARÃO A VER NAVIOS DURANTE A CAMPANHA: “COLIGAÇÃO SALVE-SE QUEM PUDER” 3

2010/06/01 at 17:22 – REPÓRTER AÇO

Será que ninguém quer cantar “Entrei de gaiato no navio”, dos Paralamas do Sucesso ?

Fonte: Último Segundo

Preocupados em resolver problemas detectados nas últimas semanas, PSDB, DEM e PPS se reúnem hoje em São Paulo

Adriano Ceolin, iG Brasília | 31/05/2010 16:45

Os presidentes dos três partidos que apoiam a candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência da República marcaram para a noite desta segunda-feira uma reunião para tentar solucionar os problemas detectados na campanha nas duas últimas semanas.

Os principais motivos de preocupação são a falta de uma agenda prévia, indefinição sobre coordenações regionais e, principalmente, o nome do vice. O encontro será realizando em São Paulo, com a presença dos presidentes Roberto Freire (PPS), Rodrigo Maia (DEM) e Sérgio Guerra (PSDB).

Não foi confirmada a presença de Serra na reunião apesar de ele estar na capital paulista. O tucano deveria ir a Uberaba, cidade localizada a 481 km de Belo Horizonte. Estava prevista também a presença do ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB).

Parte da crise enfrentada neste momento pela campanha serrista tem a ver também com as declarações de Aécio de que ele não será candidato a vice. A chapa puro-sangue era um sonho dos aliados de José Serra.

Mesmo após as declarações do ex-governador mineiro de que disputará o Senado, há aliados que ainda têm esperança. Para o presidente do PPS, Roberto Freire, isso é ruim: “Vamos ter de escolher um outro nome. É preciso acabar com essa ambiguidade”.

A questão da vice deverá entrar na pauta da reunião esta noite. No entanto, o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), avalia que ainda há tempo para discutir um nome. “Vamos esperar uns dias”, disse. “Sem Aécio, o caminho natural é que a vaga fique com alguém do DEM.”

Em entrevista aos jornalistas após a palestra no Exame Fórum, em São Paulo, Serra respondeu que não iria falar sobre escolha do vice. No entanto, comentou em seguida: “existe uma angústia por parte da imprensa. Eu, pessoalmente, que sou o mais interessado, não estou angustiado, mas vamos ter uma boa solução”.

Outro problema na campanha serrista é a falta de definição de uma agenda prévia. Conhecido como concentrador, Serra tem fechado compromissos, na maioria das vezes, apenas nas vésperas. Isso tem irritado alguns aliados nos Estados.

Nesta segunda-feira, por exemplo, não havia nenhum compromisso definido. Coordenadora da agenda de Serra, a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) decidiu viajar para Marselha, na França, onde representará o Congresso num evento. “Mas tudo está encaminhado”, disse.

Coordenações regionais

A campanha de Serra também ainda não escolheu os oito coordenadores regionais responsáveis pelas estratégias nos Estados. O anúncio de que haveria os cargos foi feito há mais de 40 dias, mas até agora nenhum nome foi definido.

Dezenas de deputados e senadores se colocaram para tentar ficar com uma das vagas. Coordenador-geral da campanha de Serra, Sérgio Guerra ainda estuda os nomes para evitar celeumas ou disputas internas.

NA LISTA TEM ATÉ O DELEGADO QUE POR MEIO DA IMPRENSA PROPALOU QUE TINHAMOS “FICHA SUJA”; NOS CHAMANDO DE DESLEAL POR “ACUSAR SEM PROVAS” 7

2010/06/01 at 10:48 – BAKULATION
Mas o que o Senhor não sabe é que provavelmente consta na lista um certo Doutor que no passado deu tiro nas costas de pipoqueiro utilizando-se do revólver de titanium da esposa, respondeu por abuso e tortura contra policiais civis, (o que lhe porporcionava orgasmos múltiplos ofender e bater na cara de polícia preso), utilizava e utiliza do patrimônio público para o translado da livre prática docente, indecente, é responsável pelo segmento securitário da empresa de segurança patrimonial do irmão que cuida da guarida e segurança de conteiners de alguns orientais
 Ai se alguém for muito incidente contra os contratantes, vai parar direto na casinha, no colo do capeta!
A propósito, uma dica, ele queria ser magistrado, más em razão de boncas do passado de quando era tira, não conseguiu, ficou magoadinho e cultivou uma fúria contra os policiais civis!
É so no goszolation, gozolation, gozolation…
http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/policiais-obrigam-jovens-a-dancar-o-rebolation-no-para-20100601.html

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Qual é nome do suposto torturador de policiais?  Bater na cara de algemado é fácil, né?

MASKARA, UMA DEMONSTRAÇÃO DA DESONESTIDADE ADMINISTRATIVA AINDA VIGENTE NA POLÍCIA MILITAR NO TRATO DE PUNIR O OFICIALATO…ALÉM DA DELONGA 16 ANOS PARA JULGAR, APLICA PENALIDADE DE EFEITO “MORAL”…PARABÉNS AO EX-CAPITÃO ANTÕNIO JOSÉ DE AZEVEDO LOPES, INDIGNO DAS ESTRELAS, MAS DIGNO DOS PROVENTOS DA APOSENTADORIA…ESTÁ SUSTENTANDO A VIÚVA? 2

( Comentário de O MASKARA )

Dr. Guerra,    

A pena de demissão quando aplicada à funcionários públicos inativos não deveria ser convertida em cassação da aposentadoria?
Bem, isto não ocorre quando o TJM julga um Capitão PM que mata Investigador aposentado em ação policial (?) tresloucada.
Houve condenação para a perda do posto e patente (não é mais Oficial PM), porém ficou preservado o pagamento dos proventos, ou seja, é um indigno remunerado.

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DOE 01/06/2010, caderno II, página 01:

SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA
POLÍCIA MILITAR
Decreto de 31-5-2010

Aplicando a perda de seu posto e patente, à vista do acórdão proferido pelo Egrégio Tribunal de Justiça Militar nos autos de indignidade para o Oficialato 21/06-TJMESP – Vols. 1 e 2, que julgou indigno para o oficialato e com ele incompatível o Cap. Ref. PM RE 770826-2 Antonio José de Azevedo Lopes, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e decretou a perda de seu posto e patente, aplica-lhe, nos termos do art. 23, I, alínea “c”, e parágrafo único, da LC 893-2001, a pena de demissão, a produzir efeitos desde 5-4-2010, ficando preservados, nos termos dessa mesma decisão, o pagamento dos proventos decorrentes da sua precedente transferência para a inatividade.

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Capitão e seis soldados da PM são condenados por matar aposentado – 22/3/1994
MARCELO GODOY
DA REPORTAGEM LOCAL

O capitão da PM Antônio José de Azevedo Lopes foi condenado a sete anos e dois meses de prisão por assassinato pelo Conselho Superior de Sentença do TJM (Tribunal de Justiça Militar). Com ele, também foram condenados a seis anos de prisão os soldados Aparecido Albuquerque e Edson da Silva. A decisão encerrou no TJM um dos casos mais rumorosos de violência policial da década de 80.

No dia 30 de maio de 1985, o investigador aposentado da Polícia Civil Eduardo Almeida brigou com sua mulher, Zilda Thomé de Almeida, no apartamento do casal, na rua Tapes, 67, no Cambuci (região central). Um vizinho chamou a polícia pensando que estava havendo um roubo. Os policiais chegaram às 23h30 e o porteiro do prédio lhes disse que não havia nenhum assaltante no edifício.

“Houve apenas uma discussão entre o sr. Almeida e a mulher dele, no apartamento 25, mas isso também acabou”, disse o porteiro aos policiais. Mesmo assim, segundo a tese do promotor Franco Caneva Junior, os PMs resolveram invadir o prédio sem que houvesse ordem superior ou motivo para a ação. Chegaram no apartamento do aposentado e mandaram que abrisse a porta.

Almeida se recusou e disse que era policial civil. Os PMs lhe ordenaram que se entregasse com as mãos na cabeça. O aposentado pegou o telefone e ligou para o Cepol (Centro de Operações da Polícia Civil) para pedir socorro. Os PMs tentaram arrombar a porta a tiros, com um extintor de incêndio e, finalmente, a abriram a pontapés.

Os policiais entraram no apartamento atirando. Uma bala acertou a cabeça do aposentado, que falava ao telefone com o delegado Waldir Sanches, do Cepol. Em seguida, o levaram para um hospital, onde Almeida morreu. A cena foi assistida pela mulher do aposentado.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/3/22/cotidiano/37.html

CAPITÃO, O EX-MINISTRO VICENTE LEAL DO STJ SE ARVORA INVENTOR DO CRIME DE BAGATELA…MENTIRA! FUI EU;”SEM COBRAR”! É SÓ VER NOSSO PRONTUÁRIO: DEZENAS DE SINDICÂNCIAS E INQUÉRITOS POR “NÃO FAZER FLAGRANTE” 14

O Princípio da Insignificância no Direito Penal: o crime, em sua composição, engloba, rasamente falando, o aspecto formalístico (descrição na lei penal) e o aspecto material. Furto é furto, qualquer que seja o bem furtado, isso é o que a lei formaliza.

Porém, na atual visão do Direito Penal, não devemos atentar somente para o formalismo, mas sim fazer uma análise à luz da Constituição Federal. Diante do bem maior que é a dignidade da pessoa humana, caberá ser presa cautelarmente (em flagrante) somente se o crime patrimonial atingir de forma firme o objeto jurídico tutelado. Nós policias, podemos começar a desenvolver o tema no dia a dia e auxiliar numa “mudança” cultural sobre a questão!
Quem furta bens ou quantias caracterizadas como “de bagatela” (pequenos bens), não chega a atingir de forma grave a objetividade jurídica, não sendo então caracterizado como crime o fato em análise.
Dessa forma existe a ATIPICIDADE do fato, pois entre a dignidade da pessoa humana e o pequeno bem, não se justifica ação penal ou prisão em flagrante haja vista a importância constitucional da dignidade humana. Ícone no tema hoje no país é o jurista Luís Flávio Gomes em suas diversas obras e artigos jurídicos.
Há também ilustres Delegados de Polícia que tratam do tema quando se debruçam sobre a questão da discricionariedade no ato de prisão em flagrante e seu registro.
Fica a pergunta, Dr Guerra: O que falta para que as autoridades de polícia judiciária, o Delegado de Polícia, faça uso da doutrina e DEIXE de autuar em flagrante essas pessoas , geralmente pobres, surpreendidas em furtos considerados de “bagatela”?
Se o Delegado de Polícia aplicar a lei de forma sistêmica, casos como os narrados acima deixarão de ocorrer!
Fica o tema aberto ao debate…

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O Ministro Vicente Leal, diziam,  pela batatela de um milhão,  transformava uma tonelada de cocaína em ” baseado para consumo pessoal do paciente”.

O Delegado deixa de lavrar “flagrantão de tentativa de furto de carne“, primeiro ganha a “parte” da PM, depois uma requisição de inquérito do MP, a bronca do Seccional e, ao final,  no mínimo, fica com a ficha suja em razão de ter  correta e humanamente  registrado o fato para inquérito e, desde 1998 para cá, posterior providencias do Juizado Especial Criminal. 

Um dia a ficha suja, por deixar de “FAZER FLAGRANTE“,  será jogada na sua cara: PELA IMPRENSA  ( como fez comigo o Delegado Caetano Paulo Filho)  e  NOS AUTOS DE PROCESSO ADMINISTRATIVO.

A polícia encontrou na manhã desta segunda-feira um corpo em estado adiantado de decomposição, enterrado no Morro da Vila Baiana, na Enseada, em Guarujá. Suspeita-se que ele seja irmão de um policial militar de São Paulo – pivô de uma onda de execuções na Baixada Santista 1

Segunda-feira, 31 de maio de 2010 – 20h08

Onda de violência

Polícia localiza corpo enterrado em terreno no Morro da Vila Baiana

Da Redação

Créditos: Alexsander Ferraz

A polícia encontrou na manhã desta segunda-feira um corpo em estado adiantado de decomposição, enterrado no Morro da Vila Baiana, na Enseada, em Guarujá. Suspeita-se que ele seja irmão de um policial militar de São Paulo – pivô de uma onda de execuções na Baixada Santista. 

O desconhecido tem cerca de um 1,90 metro de altura. Ele estava com as mãos e pés amarrados com uma corda, aparentava estar morto há mais de dois meses e apresentava sinais de que foi torturado.

As buscas estavam sendo realizadas no local há cerca de uma semana. Uma pá quebrada e uma cueca rasgada teriam sido as primeiras pistas para que o corpo fosse encontrado. Três cães farejadores auxiliaram nas buscas.

Onda de violência

Após o soldado Paulo Raphael Ferreira Pires, de 27 anos, da Força Tática do 21º BPM/I (Guarujá), ser morto com tiros de fuzil, uma série de assassinatos ocorreu na região. O crime aconteceu enquanto ele dirigia o seu carro, em Vicente de Carvalho, no dia 18 de abril.

Entre os dias 18 e 26 de abril foram contabilizados 22 homicídios. Indícios sugerem que os crimes foram cometidos por um grupo de extermínio formado por PMs autodenominados ninjas. As ações foram em retaliação à execução do soldado da Força Tática. As suspeitas ganharam evidências com informações sobre a suposta morte do irmão de um policial militar.

Interferência nas promoções de policiais não é privilégio de São Paulo…MAÇANETA VEADINHO FURA FILA EM TODAS POLICIAIS BRASILEIRAS 9

2010/06/01 at 0:48 – REPÓRTER AÇO

Interferência nas promoções de policiais não é privilégio de São Paulo.

Fonte: Gazetaweb

Crise na Polícia Militar: caso em aberto

Governador elogia comando da segurança pública em Alagoas, que barrou promoção de oficiais indicados por Teotonio Vilela

Blog do Célio Gomes

O governador Teotonio Vilela (PSDB) segue um roteiro previsível depois das revelações que a Gazeta trouxe no último domingo, sobre a crise vivida com o comando da Polícia Militar. Ao ser abordado na manhã desta segunda-feira pelo repórter Maurício Gonçalves, Vilela tratou de elogiar o comando da segurança pública, especialmente o secretário de Defesa Social, Paulo Rubim.

É natural. Diante do impasse criado com as promoções para coronel, o governador manifestou a intenção de trocar o comandante da PM, Dalmo Sena. Ocorre que Rubim ameaça deixar o posto, caso a mudança seja feita. Para o governo, o importante é esfriar a história.

O problema é que isso não resolve o principal: como pacificar o processo em andamento de promoções na PM? Indicados diretos do governador e do vice foram barrados pela comissão que trata do assunto. Por outro lado, oficiais ligados ao comando das polícias estão quase lá. A comissão é controlada por Dalmo Sena e Rubim.

Essas informações eram desconhecidas até dois dias atrás. Foram apuradas pelo repórter Davi Soares. Em sua reportagem, ele explica detalhadamente a dança de nomes e patentes na disputa pelas promoções. Detalhe crucial: o governador teve sua autoridade solenemente ignorada, o que é sempre um perigo, sob vários aspectos. Enquanto vai negando a crise, o governo avalia o que fazer para contê-la. Caso em aberto.

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Também tem aqueles que furam a fila das promoções tapando furo da primeira-dama.

Tapando o furo do Governador…Verdade! Tem cada “história” cabeluda …Deixa prá lá.