Delegacia fechada na hora do jogo de seleção é invadida 22

Delegacia fechada na hora do jogo de seleção é invadida

Três adolescentes invadiram, por volta das 17 horas de ontem, o 4º Distrito Policial de Itu, no interior paulista, após arrombarem uma das janelas. A delegacia, localizada na Rua Osasco com a Avenida da Paz Universal, no bairro de Cidade Nova, deveria estar aberta, mas, em razão do jogo da seleção brasileira, os policiais resolveram fechá-la para assistir à partida em outro local.

Aproveitando a pouca movimentação nas ruas da cidade, os jovens, menores, estouraram a janela, entraram e separaram armas apreendidas pela polícia, cartuchos de vários calibres e um colete à prova de balas. Eles foram flagrados por PMs da 5ª Companhia do 50º Batalhão do Interior (BPM/I), que foram à delegacia registrar um caso de furto. O material furtado foi recuperado.
 
 
 

Por Ricardo Valota, Agencia Estado, Atualizado: 16/6/2010 5:27

Após licença-prêmio e liminar, delegado Eduardo Tokuiti Tokunaga reassume posto em Pinhal 8

 Delegado reassume suas funções

Após licença-prêmio e liminar, delegado Eduardo Tokuiti Tokunaga reassume posto em Pinhal

LUÍS FERNANDO PEREZ

No dia 1º de abril, o Diário Oficial publicou a informação de que Eduardo Tokunaga, por decisão do delegado geral da Polícia Civil de São Paulo, Domingos Paulo Neto, havia sido removido para a Delegacia de Polícia de Hortolândia por interesse do trabalho policial.

Sem ter a pretensão de mudar de cidade, Eduardo Tokunaga decidiu impetrar ação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde obteve liminar suspendendo seu ato de remoção. A licença-prêmio terminou no dia 29 de abril e ele ficou esse período aguardando resultado da liminar. Após o trâmite, voltou a assumir suas funções em Espírito Santo do Pinhal desde a quarta-feira. “É uma satisfação imensurável ter reassumido minhas funções nesta cidade, mas, lamentavelmente, fico impossibilitado de fornecer maiores detalhes sobre o assunto por encontrar-se sub judice. Também manifesto minha alegria de voltar a trabalhar com policiais civis denodados e da competência dos que aqui labutam, ressaltando, como exemplo, os incansáveis, atuantes e probos delegados de polícia drs. Sérgio Ferreira do Carmo e Alvim Spinola de Castro [de Santo Antônio do Jardim, que assumiu interinamente o 1º Distrito Policial de Pinhal]”.

Campanha do Agasalho
A Polícia Civil participa da Campanha do Agasalho 2010 e, segundo Eduardo Tokunaga, não mede esforços para obter o mesmo êxito dos anos anteriores, quando foram arrecadadas centenas de peças de roupas, que foram distribuídas a famílias carentes da cidade. Intitulada ‘Quanto mais gente, mais quente’, a campanha vai até o dia 7 de julho. 

O delegado Eduardo Tokuiti Tokunaga reassumiu na quarta-feira, dia 9, suas funções na Delegacia de Polícia do Município e também como diretor da Circunscrição de Trânsito (Ciretran) após licença-prêmio de 30 dias e liminar que suspendeu sua remoção para Hortolândia.

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O “Flit Solution” averigua os motivos da remoção do Delegado:

  http://esaj.tj.sp.gov.br/cjsg/getArquivo.do?cdAcordao=4394117
 getArquivo.do

Vergonha na Educação
Isso já vem sendo investigado pela corregedoria.
Desde ano passado estão investigando, mas não realizaram nada de concreto até agora. 
Foi descoberto um grande esquema de desvio de dinheiro, suborno e outros crimes envolvendo “autoridades” e a diretoria de uma instituição de ensino superior.
É uma vergonha para a educação e para os alunos.
Tentam encobrir tudo enquanto os alunos pagam por um ensino de má qualidade. “

Funcionário da Record acusa policiais militares por agressão em estacionamento de SP 24

http://noticias.r7.com/videos/funcionario-da-record-acusa-policiais-militares-por-agressao-em-estacionamento-de-sp/idmedia/3717da55c257f9d25ed169539747b2cc.html

Crisler Miranda estava no estacionamento do pai na zona norte da capital paulista, onde também se aluga vagas para donos de barracas. Segundo ele, dois policiais questionaram em tom agressivo se no local era vendido churrasco e, ao verem que Crisler era da imprensa, jogaram o crachá dele longe e começaram a agressão. O pai dele foi empurrado ao tentar separar a briga e recebeu gás de pimenta no rosto. Segundo o operador de câmera da TV Record, os policiais o ameaçaram dizendo que o prenderiam e também que dariam um tiro nele. A Corregedoria da Polícia Militar disse que investiga o caso.

MARINA SILVA: Entre o sonho e a realidade 3

Merval Pereira

Entre o sonho e a realidade 

Ao contrário de Barack Obama nos Estados Unidos, que desafiou o sistema político tradicional por dentro do Partido Democrata e conseguiu vencer a favorita Hillary Clinton, viabilizando uma candidatura com a mobilização do eleitorado, especialmente a juventude, a candidata do Partido Verde à Presidência da República, Marina Silva, teve que sair do governo e do PT para viabilizar sua candidatura.

Com uma estrutura partidária incipiente, pouquíssimo tempo de propaganda na televisão e uma plataforma eleitoral que vende sonhos que alcançam uma parcela limitada de eleitores, enquanto a grande massa está anestesiada por políticas assistencialistas e uma sensação de bem-estar que, embora real, não tem bases estruturais que garantam sua permanência, ela tenta ser uma alternativa viável à polarização entre PT e PSDB.

Quando não se concorda com ela, é difícil criticá-la, tanto pela maneira suave, mas firme, com que defende suas ideias, como pela inequívoca seriedade com que as expõe. Suas teorias são ótimas, mas nada indica que sejam viáveis.

A ex-senadora Marina Silva se propõe a fazer política com transparência, pensando mais em um projeto de futuro para o país do que em manter o poder político à custa da estagnação dos avanços institucionais, que é o que detecta no nosso momento político.

Ela admite que as reformas necessárias para um avanço estrutural – da Previdência, tributária, trabalhista, política – são de difícil consecução, e se dispõe a viabilizar uma Constituinte para tratar desses temas espinhosos.

Com essa decisão, se exime, pelo menos neste momento da campanha, de explicitar quais são seus pontos de vista sobre cada um desses assuntos.

Mas convocar uma Constituinte, sem dar a ela parâmetros, pode resultar em uma falsa solução, com todos os movimentos sociais e lobbies interferindo no resultado final, sem que se chegue a um consenso.

Aliás, sempre que o assunto é polêmico, Marina Silva encontra no plebiscito uma saída.

Sobre o aborto, reafirmou que é contrária, mas defendeu um plebiscito sobre o tema, assim como sobre a descriminação do uso de drogas.

Mas voltou a reafirmar que é contrária ao casamento de homossexuais, apesar de reconhecer o direito deles de ter “uma união civil de bens”.

Mesmo quando lida com dificuldades de sua biografia recente, como a demora para deixar o PT diante de escândalos como os do mensalão em 2005, Marina encontra uma maneira de se explicar sem os subterfúgios tradicionais dos políticos profissionais.

As questões éticas a abalaram, mas é sincera ao admitir que não foram preponderantes na sua decisão de sair do partido, pois acredita que elas existam em todos os partidos.

Poderia permanecer no PT lutando por dentro para tentar corrigir essas falhas. “Inclusive no meu partido, o Partido Verde (PV), eu tenho que lutar dentro dele para combater os problemas éticos, porque nenhum partido é perfeito. Eu mesma não sou perfeita”, comentou a certa altura do programa “Roda Viva” de segunda-feira.

O que a convenceu a deixar o PT, depois de 30 anos de militância, foi a convicção de que não conseguira que a questão do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável fosse central para o partido e o governo.

Mas admitiu que o rompimento demorou, e comparou o processo ao fim de um casamento longevo, sem esconder a dificuldade que teve.

Sobre política de energia, aliás, ela vê falta de planejamento tanto no atual governo quanto no anterior, de Fernando Henrique, embora admita que houve avanço na área energética, após a criação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“Tivemos ameaça de apagão no governo do presidente Fernando Henrique. No governo do presidente Lula, a gente sofre o tempo todo essa ameaça de apagão. Isso tem um nome: falta de planejamento”, afirmou, numa crítica que atinge diretamente sua adversária Dilma Rousseff.

Ela também foi claramente contra a utilização da energia nuclear: “É uma fonte insegura e cara”.

Uma de suas utopias é governar com uma maioria no Congresso que una o PT e o PSDB e setores de outros partidos, até mesmo o PMDB, para tentar fugir do fisiologismo que tornou seus antecessores reféns de uma política “pragmática” e não “programática”, como deveria ser.

Ela quer preparar o país do futuro, mantendo os avanços alcançados nos governos Fernando Henrique e Lula. Ela quer discutir uma visão que antecipe os desafios do futuro, e é muito objetiva nesse aspecto: se o país não se preparar com pesquisas tecnológicas e a melhora da qualidade do ensino, não conseguirá assumir o papel que pode vir a ter num mundo multipolar em transformação.

Mas não consegue convencer da viabilidade de seu projeto, nem parece ter a força necessária para promover uma mobilização social que amplie seu eleitorado para além dos 10%, 12% com que aparece nas pesquisas.

Está literalmente emparedada por um sistema político que privilegia o assistencialismo e o fisiologismo, sem conseguir angariar apoios políticos que lhe permitam ampliar sua audiência.

A tentativa de sua equipe está em repercutir suas ideias através dos novos meios tecnológicos da internet: blogs, Twitter e sites de relacionamento social, como o Orkut e o Facebook.

Tudo na esperança de transformar os sonhos de Marina em uma onda junto aos jovens eleitores que possa ser amplificada para outros setores da sociedade.

GRANDE ARMAÇÃO POLÍTICA PARA PREJUDICAR ALOYZIO NUNES: ENGENHEIRO DO RODOANEL PRESO ILEGALMENTE POR RECEPTAÇÃO DE JÓIA 13

São Paulo, terça-feira, 15 de junho de 2010
 
 
Ex-diretor da Dersa é preso ao negociar joia na Gucci

Bracelete de R$ 20 mil que ele tentou avaliar havia sido furtado da própria lojaANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

Paulo Vieira de Souza, 61, ex-diretor de engenharia da Dersa (empresa de transportes do Estado de São Paulo), foi preso em flagrante no sábado, na loja de artigos de luxo Gucci, do shopping Iguatemi (zona oeste de São Paulo). Ontem à noite, a Justiça mandou libertá-lo.
Ele é acusado de receptação de material ilícito -no caso, um bracelete de brilhantes avaliado em R$ 20 mil, que havia sido furtado da própria Gucci.
Souza e o joalheiro Musab Asmi Fatayer, 28, foram à loja para pedir que os funcionários avaliassem o bracelete. Pretendiam negociar a joia entre si.
Assim que Souza e Fatayer chegaram, por volta das 15h30 do sábado, foram atendidos pelo gerente da loja, Igor Augusto Pereira, 30, e pediram para que o bracelete fosse avaliado.

DELEGACIA
Desconfiado da origem da joia, Pereira pediu para que Souza e Fatayer esperassem um momento. Foi então consultar o livro de registros dos bens da loja.
Ao cruzar as informações sobre o bracelete negociado por Souza e Fatayer, o gerente da Gucci descobriu que aquela mesma joia havia sido furtada da loja no dia 7 de maio passado.
Foi aí que a Polícia Militar foi chamada até o shopping Iguatemi.
Diante do que o gerente da Gucci contou aos policiais militares, Souza e Fatayer foram levados para o 15º Distrito Policial (Itaim Bibi).
Em seu depoimento à Polícia Civil, o gerente da Gucci informou que foi Souza quem entregou o bracelete para que ele o avaliasse.

NEGOCIAÇÃO
O ex-diretor da Dersa, que foi exonerado do cargo no dia 10 de abril, disse à polícia que havia recebido a joia de Fatayer. Afirmou ainda que estava disposto a pagar R$ 20 mil por ela.
Interrogado, Fatayer afirmou ter comprado o bracelete por R$ 18 mil de “um desconhecido” que foi ao seu escritório, em Jundiaí (58 km de São Paulo).

RECEPTAÇÃO DOLOSA
Ao fim das conversas, a delegada-chefe do 15º DP, Nilze Baptista Scapulatiello, decidiu que tanto Souza como Fatayer deveriam ser presos por receptação dolosa, crime cuja pena prevista vai de um a quatro anos de prisão -caso haja condenação.
A delegada confirmou na noite de ontem à Folha a prisão do ex-diretor da Dersa e de Fatayer, mas disse que não podia falar nada sobre o caso “por questões de sigilo”.
A polícia apreendeu R$ 11.242 em dinheiro com Souza e R$ 1.614, com Fatayer.
Na Dersa, Souza foi responsável por grandes obras viárias, como o trecho sul do Rodoanel. No ano passado, recebeu o título de eminente engenheiro do Instituto de Engenharia.

Engenheiro Paulo Vieira de Souza, responsável pelo Rodoanel, foi preso no shopping Iguatemi no sábado

 

arte Folha de S.Paulo/arte Folha de S.Paulo  
 

 

Com efeito, alguém consciente da procedência ilícita de uma jóia Gucci jamais levaria o exemplar para avaliação na  própria joalheria produtora.

O DELEGADO ALBERTO ANGERAMI SERÁ APOSENTADO “NO FINAL DE AGOSTO…APÓS 49 ANOS DE SERVIÇO NA POLÍCIA CIVIL” 19

Sociedade de Heráldica homenageia Alberto Angerami

Na noite de 4 de junho, o delegado geral adjunto da Polícia Civil, Alberto Angerami, recebeu homenagem da Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística. A solenidade aconteceu no Círculo Militar de São Paulo, no bairro do Ibirapuera.

Com o objetivo de oferecer orientação heráldica às organizações militares e civis quando na elaboração de seus brasões, bandeiras, símbolos e escudos, assim como reconstruções de armas e escudos brasileiros, a referida Sociedade também oferece homenagens de cunho cultural, educacional, ecológico, cívico e filantrópico.

O delegado Alberto Angerami recebeu como homenagem a “Ordem do Mérito Cívico e Cultural”, oficializada pelo Governo Federal. Ele, que ingressou na carreira policial como investigador no ano de 1961, está preste a encerrar a carreira na instituição que tanto valoriza. “Essa homenagem eu recebo com muita emoção e carinho, e ela está acontecendo porque no final de agosto eu me aposento após 49 anos de serviço na Polícia Civil”, disse emocionado o congratulado.

Angerami falou em seu discurso do conhecimento que possui sobre a instituição e o seu contexto social. Segundo sua definição, policiais são, acima de tudo, “experts em investigação criminal”. Isso porque são eles que apuram as infrações penais, conforme determina a Constituição Federal. “Além de apurar as infrações penais, atendemos pessoas, principalmente as mais necessitadas, carentes, desprovidas de quaisquer recursos materiais”, acrescentou Angerami ao lembrar do trabalho social e ininterrupto do policial.

Outro homenageado da noite, o delegado David dos Santos Araújo, parabenizou àquele a quem se refere não só como amigo, mas como irmão. “Nossa instituição deve a você respeito, porque você não só a promoveu e a dignificou, mas nos ensinou o caminho da consciência e da honradez”. David Araújo é delegado aposentado e grande benemérito da Sociedade Brasileira de Heráldica e Humanística.

O delegado geral Domingos Paulo Neto, assim como membros do Conselho da Polícia Civil, convidados e amigos estiveram presentes na solenidade para prestigiar Alberto Angerami, que recebeu a honraria de Dom Galdino Cocchiaro, presidente daquela Sociedade e grão-mestre do Sodalício Heráldico.

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Completará 70 anos; assim será aposentado compulsoriamente.

Uma forma de aposentadoria decorrente de invalidez presumida pelo implemento de idade.

MINISTRO DA JUSTIÇA E O PÉ NA BUNDA: “Estando fora do cargo que atualmente ocupa, Tuma Jr. poderá melhor promover sua defesa”…NA POLÍCIA CIVIL A EXPLICAÇÃO PARA DEFENESTRAMENTO É A SEGUINTE: ” TE PRESERVAR “ 16

Romeu Tuma Júnior, secretário nacional de Justiça, é exonerado do cargo após denúncias de ligação com máfia chinesa

14/06 às 15h20 Jailton de Carvalho* e Roberto Maltchik

BRASÍLIA e UBERLÂNDIA – Romeu Tuma Júnior foi exonerado nesta segunda-feira do cargo de secretário nacional de Justiça, mais de um mês após a publicação das primeiras denúncias de envolvimento com a máfia chinesa. Em reunião no domingo, o presidente Luiz Inácio Lula da Siva e o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, chegaram à conclusão que não existia mais clima para o retorno do secretário, que estava de férias, ao governo. Ao GLOBO, Tuma Júnior disse que foi “vitima de uma injustiça”.

– Eles queriam que eu pedisse demissão. Mas como eu vou pedir demissão se eu não fiz nada de errado? – questionou.

Em nota , o ministro da Justiça afirmou que a medida foi tomada para que Tuma Júnior possa preparar melhor sua defesa. O pedido de exoneração já foi encaminhado à Casa Civil.

“Estando fora do cargo que atualmente ocupa, Tuma Jr. poderá melhor promover sua defesa”, afirmou Paulo Barreto, destacando “os relevantes trabalhos prestados” pelo ex-secretário no Ministério da Justiça.

Tuma Júnior é acusado de envolvimento com o chinês Li Kwok Kwen, o Paulo Li, preso por contrabando e outros crimes em São Paulo. Pela versão oficial, entrou de férias por 30 dias para se defender das acusações.

O ex-secretário é alvo de três frentes de investigação. Além do inquérito aberto pela polícia federal (pf) , também é investigado pela comissão de ética pública da presidência e por uma sindicância da Controladoria-Geral da União (CGU), que apura se ele cometeu falta ética no exercício da função.

Os problemas de Tuma começaram com a divulgação de trechos de diálogos entre ele e Paulo Li interceptadas pela polícia durante a Operação Wei Jin. Nos diálogos, os dois falam sobre preços de telefone celular, videogame e até sobre uma mala. Em outro inquérito aberto para apurar tráfico humano, a PF descobriu indícios de fraudes em processos de naturalização de chineses.

A investigação mostrou ainda que eram frequentes os contatos entre Tuma Júnior e Paulo Li. A proximidade entre os dois foi realçada após a revelação de que li acompanhou o secretário à china , em fevereiro de 2009.

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TUMINHA –  ALÉM DE ATROPELAR A FILA  – DEU MUITO PÉ NA BUNDA DE COLEGAS…

AGRILHOAMENTO ELETRÔNICO: SOLUÇÃO TIPICAMENTE INSPIRADA NA ESCRAVOCRACIA BRASILEIRA 11

14/06/2010 – 07h00
Prestes a virar lei, monitoramento eletrônico de presos pode mandar 80 mil para casa
Carlos Madeiro
Especial para o UOL Notícias
Em Alagoas

Estados já debatem uso da tornozeleira eletrônica; juiz que iniciou monitoramento no Brasil defende que “sistema prisional deve ser para presos perigosos

O Brasil está prestes a adotar o monitoramento eletrônico de pessoas condenadas por crimes de pequeno potencial como alternativa para reduzir a superlotação dos presídios. Caso seja implementado no país, 80 mil presos de baixa periculosidade poderão deixar as superlotadas celas e passar a ser vigiados eletronicamente em casa.

Segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o sistema carcerário brasileiro fechou 2009 com 473.626 presos e um déficit de aproximadamente 140 mil vagas. Destes, 80 mil têm direito ao semiaberto. O modelo, já adotado com sucesso em outros países e testado em diversos Estados, está previsto por duas novas regulamentações federais.

A primeira regulamentação que versa sobre o assunto foi aprovada pelo Senado no último dia 19. Trata-se de um projeto que altera a Lei de Execução Penal e acrescenta o uso de instrumentos para monitorar presos do sistema semiaberto. Para entrar em vigor, falta apenas a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A regulamentação dos parâmetros para adoção do monitoramento em substituição à prisão ainda deverá ser feita pelo Ministério da Justiça. Paralelamente, a proposta do novo Código Penal, que chegou à última fase de debate na semana passado no Senado, também prevê a adoção do modelo.

Outro ponto citado como vantajoso do sistema é o preço. Segundo a Câmara dos Deputados, cada preso brasileiro custa em torno de R$ 1.600 por mês. Já com uma tornozeleira ou pulseira eletrônica, esse valor cai para cerca de R$ 400.

O Depen (Departamento Penitenciário Nacional) informou ao UOL Notícias que não possui dados sobre quantos Estados e quais os resultados dos testes já feitos no país, pois as unidades da federação são autônomas para suas avaliações. Mas adiantou que aprova o monitoramento eletrônico.

O diretor-geral do Depen, Airton Aloísio Michels, acredita que o monitoramento trará benefícios à sociedade. “A ideia é possibilitar que presos condenados e provisórios com menor potencial ofensivo deixem de ingressar no sistema penitenciário tradicional, racionalizando o sistema penal brasileiro. Mas essa utilização pelo poder público e a definição do beneficiado dependerão de regulamentação legal”, disse.

Segundo ele, há possibilidade da utilização de tornozeleiras como forma alternativa à prisão nos casos de crimes de menor potencial ofensivo. “Iniciamos em 2009 a participação em eventos sobre o assunto para colher dados comparados de outros países, com o objetivo de verificar a forma que melhor atende ao Brasil”, disse.

Estados já testaram

Mesmo sem regulamentação federal, muitos Estados já realizaram testes com tornozeleiras e adiantaram a discussão nas assembleias legislativas. Rio Grande do Sul e São Paulo aprovaram o monitoramento eletrônico de presos em 2008, enquanto o Legislativo do Rio de Janeiro deu o aval no ano passado.

Mato Grosso do Sul e Paraíba – que foi o primeiro Estado a realizar testes – estão com debates nos legislativos em andamento. Alagoas e Distrito Federal também já realizaram seus testes, que sempre são feitos com presos que concordam em participar da experiência.

Alguns Estados estão em fase ainda mais avançada para adoção do sistema. Em Pernambuco, que iniciou os testes em 2008, o governo já lançou edital há dois anos para adquirir até 5.000 tornozeleiras. A licitação prevê a realização de mais de 100 testes. Três empresas já passaram pelas avaliações, mas o processo ainda não foi finalizado. “Não podemos correr o risco de errar”, alegou o secretário-executivo de Ressocialização, Humberto Viana.

OAB questiona

O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, argumentou, logo após aprovação de projeto no Senado, que é preciso aprofundar as discussões sobre o assunto. “Se não tivermos o devido cuidado, a tornozeleira pode vir a funcionar de forma inversa, marginalizando ainda mais o apenado ou provocando rejeição social”, afirmou.

Outro questionamento levantado pelo presidente da OAB é se o Brasil está preparado para adotar o monitoramento. “De que adiantará o apenado ficar em casa se sua família não tiver meios financeiros que garantam sua sobrevivência? O Estado apenas transferirá a responsabilidade que é sua para a sociedade”, avalia

DIZEM QUE A PM GOZA DE MELHOR CONCEITO DO QUE NÓS DA POLÍCIA CIVIL…O POVO É MASOQUISTA? NÃO, PM É COMO SACERDOTE PEDÓFILO OU LADRÃO: CULPA SEMPRE O DIABO! 11

Comerciante é morto pela polícia em Jundiaí, SP, quando ia ver filho nascer

Plantão | Publicada em 11/06/2010 às 21h20m

SÃO PAULO – Um comerciante foi morto por policiais militares a poucos metros do hospital onde a mulher dele estava internada em trabalho de parto, em Jundiaí, a 65 quilômetros de São Paulo. O filho dele nasceu três horas depois da morte. No carro do comerciante há pelo menos 7 perfurações. Os parentes ainda tentam entender porque Alex Soares Santana, 26, foi morto a tiros pela polícia militar.

A polícia diz que Alex desobedeceu a uma ordem de parada e atirou contra os policiais. Um vizinho que não quis gravar entrevista contou que durante a madrugada ouviu barulho de viatura e vários tiros. Alex foi baleado a poucos metros do hospital onde a mulher estava internada. Pelo boletim de ocorrência o comerciante morreu às 4 horas. O filho dele nasceu às 7h. O carro tem placas de São Paulo e o documento está em nome da Igreja Universal do Reino de Deus.

Dentro do carro ainda estão as malas com roupas para o filho e a esposa. Um pastor revela que Alex já teve problemas com drogas. Mas, conseguiu se recuperar, era evangélico e tinha passado a noite na igreja. A polícia militar disse que vai investigar a conduta dos policiais militares.

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2010/06/14 at 9:22  _   DOUTOR PM BARBOSA

No caso da carreira jurídica militar, pretendida pelos oficiais da Polícia Militar de Minas, há muitos palpiteiros e até respeitáveis juristas, escrevendo um monte de excrescências e inverdades, demonstrando mais retaliações ideológicas e políticas, do que realmente argumentos para refutar a tese defendida pelos pretendentes.
Penso que tais argumentos não colaboram para o impasse nem tampouco frustra a luta dos oficiais pela aprovação e dos delegados pela sua rejeição, que mesmo que padeça de requisitos de inconstitucionalidade, deverá ser apreciada pela assembléia legislativa, órgão que analisara sua pertinência. Em sendo assim será melhor para a democracia e para o exercício da cidadania que haja um embate na arena política,mas com o devido respeito que todos os cidadão merecem, porque sabemos que rejeição popular às polícias é muito intensa, e a polícia civil supera em muito os índices da polícia militar, e quanto a questão de violência policial, participação nas atrocidades do período de exceção, e os abusos são praticas que ainda persistem em ambas corporações.
E não precisamos afirmar o que de domínio público, de que a responsabilidade das polícias é proteger e garantir direitos, e deveriam ser as primeiras a se respeitar no complexo circuito de lutas por valorização profissional, talvez seria mais produtivo se ambas somassem forças para sua luta, ao invés de dar um pessimo exemplo para os cidadãos,que em última instância serão quem vai decidir sobre a carreira jurídica militar.
Vamos refletir e ser pelo menos mais educados, pois a persistir tais ataques, veremos somente a confirmação daquilo que os cidadãos pensam da polícia civil.

FUNCIONÁRIOS DO JUDICIÁRIO DEMONSTRAM O PODER PARALISANTE DE QUEM VERDADEIRAMENTE REALIZA TAREFAS IMPRESCINDÍVEIS 10

 

Paralisação atinge os fóruns de quatro cidades da RPT
Leslie Cia Silveira | Patrícia Vieitez – editornet@liberal.com.br
José Roberto Bueno   
 

A greve do Judiciário atingiu o ápice sexta-feira(11 de junho) na região. Quatro fóruns da RPT (Região do Polo Têxtil), com exceção da unidade de Nova Odessa, não funcionaram. Os manifestantes bloquearam as portas dos prédios já no período da manhã, impedindo a entrada de funcionários, advogados e da população. A manifestação foi pacífica apesar de em alguns momentos do dia a Polícia Militar e as guardas municipais terem enviado parte do efetivo para o local da concentração. 

Eram 9 horas quando os grevistas se concentraram no único acesso ao fórum de Americana. Munidos de cornetas eles fizeram barulho para chamar a atenção de quem na verdade estava a cerca de 157 quilômetros de distância: o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Antonio Carlos Viana Santos, que se mantém irredutível nas negociações com a categoria.

Em Santa Bárbara d’Oeste a adesão ao protesto foi total segundo o escrevente e membro da comissão de greve na cidade, Jorge Luís Martins. “É paralisação por tempo indeterminado”, avisou, garantindo que não foi preciso realizar piquetes para impedir o pessoal de entrar.

Até ontem, o Fórum estava com 30% dos 180 servidores parados. A partir de agora só serão atendidos casos de urgência, como flagrantes e mandados de segurança que envolvam vidas.

Em Sumaré também não houve expediente nesta sexta-feira, mas na segunda a greve deve seguir o mesmo ritmo, segundo a diretora da administração geral Eliana Menezes. “Estava com 60% do efetivo parado”, lembrou. Ontem, entretanto, nada foi feito o dia todo. “Só sobraram o diretor, estagiários e funcionários cedidos pela Prefeitura”, contou. Gente insuficiente para dar andamento a qualquer processo. “Recebe o papel e ele fica ali, na pilha”, disse ela, dizendo que a adesão foi pacífica.

Em Hortolândia o protesto também não teve confusão e cerca de 20 servidores participaram. O auxiliar administrativo Cícero de Moraes, relatou que os trabalhos foram interrompidos após uma assembléia por volta das 11h30. “A distribuição e a vara civil estão fechadas e na criminal só sobraram os chefes”, contou. No entanto, a paralisação total só foi aprovada para esta sexta-feira e na segunda eles retomam o estado de greve que já vinha ocorrendo.

Não aderiu – O Fórum de Nova Odessa é o único na RPT que não aderiu ao protesto e não está em greve. Segundo a escrevente e membro da comissão de grevistas de Americana, Irene Luiz, os funcionários dessa unidade retomaram as atividades há duas semanas. “É uma das únicas que está trabalhando”, informou.

Os grevistas que estavam desde a noite de quarta-feira no Fórum João Mendes, em São Paulo, desocuparam o prédio por volta das 11h40 de ontem. Um dos juízes auxiliares do presidente do TJ informou que o fórum deve ser reaberto na segunda.

UNIFICAR DELEGACIAS: O principal desafio do delegado seccional de Americana, João José Dutra, em relação à unificação de delegacias da Região e o suprimento de nove DPs (Distritos Policiais), é conseguir novos prédios 17

Estrutura desafia unificação de delegacias
Seccional elaborou projeto para construção de um novo prédio, que comportaria todas as unidades
Arquivo | TodoDia Imagem

Dutra procura novos prédios

ANDERSON BARBOSA DA SILVAREGIÃO

O principal desafio do delegado seccional de Americana, João José Dutra, em relação à unificação de delegacias da Região e o suprimento de nove DPs (Distritos Policiais), é conseguir novos prédios com estrutura para comportar duas delegacias. O próprio delegado admitiu que grande parte dos prédios não têm capacidade física para a mudança e a polícia já busca novos imóveis.

“Temos que cumprir a determinação do Estado e por enquanto as estruturas serão as mesmas. Mas já estamos conversando com o Estado e com prefeituras para resolver o problema”, afirmou Dutra. Segundo ele, o problema de estrutura poderá ser superado com a utilização dos DPs desativados como arquivos.

“Grande parte da ocupação dos prédios fica por conta de inquéritos e boletins de ocorrência arquivados nas delegacias. Os prédios que são do Estado serão usados como estoque. Isso vai desafogar o espaço”, explicou o delegado. De acordo com ele, com a reorganização, muitos investigadores que estavam prestando serviços burocráticos voltarão para as ruas. Com isso, as delegacias serão usadas para prestar um atendimento melhor à população.

Um projeto elaborado pelo próprio delegado para a construção de um novo prédio, no qual funcionariam todas as delegacias de Americana, já foi apresentado ao prefeito Diego De Nadai (PSDB). A prefeitura não se manifestou.

Parte dos investigadores ouvidos pelo TodoDia, que pediram para não serem identificados, são contrários à unificação em função da falta de estrutura nos prédios. “Vai ficar complicado. Com uma delegacia já é difícil e com duas vai ficar impossível”, relatou um investigador de Americana.

Para uma escrivã de Santa Bárbara d’Oeste, a convivência será comprometida. “É o mesmo que colocar dez pessoas para morar dentro do banheiro”, advertiu.

Com as alterações, em Americana o 4º DP será integrado ao 3º DP, enquanto o 2º funcionará com o 1º DP.

Santa Bárbara sofrerá mudanças na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) que passará a funcionar junto ao 1º DP, enquanto o 2º DP será integrado ao 3º distrito.

Em Sumaré, a DDM passa para o 1º DP, o 2º DP será integrado ao 3º DP e o 4º distrito integrado ao 5º DP. Já Hortolândia, terá apenas uma delegacia integrada.

O delegado de polícia, titular da Delegacia de Ouroeste, José Benine, 66, morreu na madrugada deste domingo (13/06), depois de se envolver em um acidente no quilômetro 584+800 metros da rodovia Percy Waldir Semeghini. 3

Polícia – Ouroeste
Delegado de Polícia morre em acidente na Percy Semeghini
13/06/2010 – 08:46:00 – Da Redação
Acidente aconteceu próximo a cidade de ouroeste na rodovia Percy Waldir Semeghini
 
 
 

O delegado de polícia, titular da Delegacia de Ouroeste, José Benine, 66, morreu na madrugada deste domingo (13/06), depois de se envolver em um acidente no quilômetro 584+800 metros da rodovia Percy Waldir Semeghini. O fato foi registrado às 3h15.

Segundo boletim de ocorrência, uma colisão frontal entre dois veículos teria sido a causa das mortes do delegado que estava uma Fiat Strada e de Edson Fernandes Sanches dos Santos, 26 anos, morador em Ouroeste, que dirigia um Vectra.

José Benine era viúvo, residiu vários anos em Fernandópolis e atualmente morava em Ouroeste onde assumiu como delegado titular na Delegacia de Polícia.

Um terceiro veículo (Parati) também se envolveu no acidente e seu condutor Marco Aurélio Bastos, morador em Ouroeste, apenas sofreu ferimentos leves.

Duas das três vítimas foram socorridas até o Hospital Municipal de Ouroeste.

O corpo do delegado será velado e enterrado no final da tarde deste domingo no Cemitério Municipal de Ouroeste.

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Nossos sentimentos pelo trágico passamento do Delegado.

Nossos ressentimentos por quem denominou rodovia essa estradinha vicinal.

Será que há cobrança de pedágio?

MARILDA: É a falência da Segurança Pública, o próprio secretário acabou declarando a falência da Segurança Pública, respondeu ao ser questionada sobre o que acha do Estado contratar seguranças terceirizados para dar segurança a unidades policiais 40

SALTO – [ 12/06 ]

Delegados falam em greve durante protesto

Leandro Nogueira

Notícia publicada na edição de 12/06/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 7 do caderno A .

 
  • Nilson Lisboa / Jornal Taperá Marilda Aparecida Pinheiro, da Associação dos Delegados 

A presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp), Marilda Aparecida Pansonato Pinheiro, disse na tarde de ontem que pode sim haver uma paralisação, mas não é isso que a gente pretende (…) não existe uma data, estamos tentando esgotar as negociações (com o governo). Tal declaração foi feita durante protesto por melhores condições de trabalho, promovido em Salto, cidade onde R$ 13 mil foram roubados de uma comerciante no interior do 1º Distrito Policial, há exatos 30 dias. O caso ainda não foi solucionado.

A possível paralisação é pensada pelas mesmas reivindicações que em 2008 levaram os policiais civis à greve: a aprovação na íntegra do projeto de reestruturação da Polícia Civil. Os principais aspectos do projeto considerado pelos policiais como modernizador de uma Polícia Civil com mais qualidade prevê a redução do número de carreiras e critérios objetivos para promoções.

Segundo a delegada Marilda Pinheiro, há 208 cargos vagos em todo o Estado, devido aos salários baixos em comparação ao de outros estados, como o Rio de Janeiro, e as condições de trabalho. Atualmente existem 3.244 para os 3.448 cargos disponíveis no Estado de São Paulo. Quando tem concurso as vagas são preenchidas, mas em menos de um ano eles (delegados) vão embora por falta de atrativos na carreira (…) temos muitas cidades onde faltam delegados de polícia, afirmou.

 

Falência

 

É a falência da Segurança Pública, o próprio secretário acabou declarando a falência da Segurança Pública, respondeu ao ser questionada sobre o que acha do Estado contratar seguranças terceirizados para dar segurança a unidades policiais. Para ela, se o atual contingente de policiais for concentrado em menos unidades não existiria a necessidade de contratar a segurança privada. A principal função da Polícia Civil é investigar e nós não estamos conseguindo fazer isso, afirmou.

Reclamou que o Estado cria novos distritos policiais por questões políticas, sem que haja delegados o suficiente. Para a Adpesp o atual contingente de delegados só seria suficiente se fossem desativados os DPs, que segundo a delegada Pinheiro, foram criados por politicagem.

A cidade de Salto foi escolhida para sediar o protesto por causa do assalto no DP e a delegada Pinheiro enfatizou que não pode jogar para o delegado da linha de frente a responsabilidade que não é exclusiva dele. Em Salto o delegado titular foi afastado após ou assalto no DP. A manifestação reuniu apenas 12 delegados, sendo a maioria deles os próprios organizadores. Ela foi promovida pela Adpesp e pelo Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo. Marida Pinheiro disse que o objetivo não era mobilizar muito profissionais, mas chamar a atenção da sociedade sobre as condições de trabalho e que a responsabilidade também é do Estado.

 

Estado não comenta

 

Por meio da assessoria de comunicação a Secretaria de Segurança Pública do Estado informou ontem que não comentaria a manifestação realizada em Salto. Apenas reforçou as informações já divulgadas pelo Cruzeiro do Sul na quinta-feira: o investimento anual em segurança soma 11,2 bilhões, sendo 9,5 bilhões destinados a salários. Em todo o Estado há 3.244 delegados para o total de 130 mil homens da Polícia Civil. O novo salário inicial do delegado em início de carreira, sancionado no último dia 27, é de R$ 5.495,00 para cidades com menos de 500 mil habitantes e R$ 5.810,00 para cidades maiores