A MAIORIA DA POPULAÇÃO CARCERÁRIA É COMPOSTA POR POBRES QUE NASCERAM E CRESCERAM SEM INFÂNCIA DOURADA; SEM O PAI SE VESTINDO DE PAPAI NOEL…PODEM AFIRMAR EM QUALQUER TRIBUNAL: “Não sou bandido, não sou nenhum Pablo Escobar, não tenho quadrilha, não tenho fortaleza, não tenho dinheiro na Suíça”…MAS A POBRE E MORENINHO DIFICILMENTE A JUSTIÇA DÁ O MESMO TRATAMENTO DADO A MAURICINHOS E PATRICINHAS QUE VENDEM DROGAS PARA FINANCIAMENTO DO PRÓPRIO VÍCIO 12

As lições de Johnny  (ÉPOCA maio de 2009)
A história de João Estrella, rapaz de classe média preso por vender cocaína nos anos 90, ajuda a explicar por que hoje tantos universitários traficam ecstasy
celso masson, martha mendonça, solange azevedo e rafael pereira

 
CAMINHO TORTO
O ator Selton Mello na pele de João Estrella. A trajetória de usuário a traficante permite entender o fascínio do mundo das drogas

“Meu nome não é Johnny, meu nome é João. Não sou bandido, não sou nenhum Pablo Escobar, não tenho quadrilha, não tenho fortaleza, não tenho dinheiro na Suíça. Se eu fosse tão poderoso assim, minha família não ia estar vendendo o único imóvel para pagar a minha defesa. Eu usava droga, vendia, ia usando, ia vendendo…”

Com os olhos vermelhos de choro e vergonha, defendendo-se no tribunal perante a juíza Marilena Soares (Cássia Kiss), conhecida por seu rigor, o ator Selton Mello personifica, no filme Meu Nome não É Johnny, o carioca João Guilherme Estrella, jovem de classe média que se tornou um dos maiores fornecedores de cocaína nos anos 80 no Rio de Janeiro. A mãe de “Johnny”, a atriz Julia Lemmertz, enxuga as lágrimas ao ouvir o filho. No escurinho do cinema, avós, pais, mães e jovens se emocionam. Desconfiam que a cena poderia acontecer na família deles. O drama exposto com sensibilidade por Selton Mello é o de uma sociedade que não sabe como deter o fascínio que o mundo das drogas, com seu dinheiro fácil e a ilusão de onipotência, exerce sobre jovens aparentemente comuns. Por que, cada vez mais, os filhos da classe média, educados com carinho, mesada e oportunidades, e com um futuro róseo pela frente, escolhem o caminho do crime? E por que o ecstasy tomou o lugar da maconha e da cocaína como a droga típica do tráfico “de elite”?

Segundo a polícia, eles não se consideram bandidos por não ter antecedentes nem usar armas

Meu Nome não É Johnny, mesmo sem grandes pretensões, estreou em janeiro de 20o8( foi exibido na Globo, na última quarta-feira )  com sucesso retumbante. No primeiro fim de semana, 151.486 ingressos foram vendidos. Somados aos 38.921 espectadores que viram o filme nas pré-estréias, o público supera 190 mil pagantes. É uma das dez melhores bilheterias de estréia de filme nacional dos últimos 13 anos. Não houve cópias piratas como em Tropa de Elite, que também trata de tráfico de drogas, mas sob o ângulo do policial e do bandido. Johnny é um filme didático para a família. Por isso vêem-se na platéia adolescentes em companhia dos pais. Em muitos casos, a ida ao cinema é vista pelos pais quase como uma campanha de prevenção. Afinal, têm sido noticiadas com freqüência alarmante as prisões de quadrilhas de universitários traficantes. Cena raríssima há poucos anos, é hoje comum a aparição na mídia de jovens bem-nascidos algemados, fichados e presos.

 
SENTINDO CULPA
O advogado Paulo Roberto David segura a foto do filho, preso. “De alguma forma, devo ter errado como pai”

A história de Johnny como fornecedor de cocaína começou no fim dos anos 80. João tornou-se traficante quase por acaso, por sua popularidade junto aos “mauricinhos” e “patricinhas” da época. Depois de uma infância dourada, com o pai se vestindo de Papai Noel, passando as tardes de domingo em família no Maracanã e sendo tratado em casa como reizinho, saltou do consumo para o tráfico – quase uma ação entre amigos, a princípio – e foi preso em 1995, prestes a levar 6 quilos de cocaína para o exterior. Ficou dois anos no manicômio judiciário. Saiu barato a sentença. Ele diz que sua vida foi salva pela juíza, que não o enxergou como um criminoso irrecuperável nem como um perigo para a sociedade. Nem mesmo como um bandido, mas como um jovem “em desvio”.

Nos anos 80, Johnny era de fato um desvio. Uma exceção. Os traficantes de drogas ainda são, é claro, exceções em qualquer estrato social, e ainda mais entre os garotos de classe média. Menos, porém, bem menos que duas décadas atrás. Hoje, há muito mais Johnnies. A maioria deles nas universidades. A principal causa para a proliferação de traficantes ricos e cultos foi a chegada do ecstasy, uma droga que parece inofensiva e permanece desvinculada da violência dos morros. Sua aura de asséptica atenua o tabu que paira sobre o consumo de drogas e suaviza a fronteira que existe entre o usuário e o traficante.

Nos últimos dois anos, o Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) prendeu 2.068 traficantes em flagrante na cidade de São Paulo. Cerca de 200 vendiam ecstasy. Desses, pelo menos 80% eram de classe média. “A maioria era estudante universitário ou tinha o terceiro grau completo”, diz o delegado Luiz Carlos Magno, do Denarc. Desde 2003, o número de apreensões de ecstasy feitas pela Polícia Federal triplicou no país. No ano passado, seis de cada dez comprimidos foram apanhados em São Paulo. A pena para esse tipo de crime, considerado hediondo, vai de cinco a 15 anos de reclusão. Mesmo assim, quem vende não se vê como traficante. “Eles não se consideram bandidos. Costumam dizer que não têm antecedentes criminais, não usam armas nem obrigam as pessoas a tomar ecstasy”, diz Magno.

Ministério Público procura abortar a interessante iniciativa da Polícia Civil de São Paulo de criar delegacias de conciliação 26

FOLHA DE S. PAULO | EDITORIAL (A2)
JUDICIÁRIO | JUDICIÁRIO

Polícia conciliadora

Editoriais

editoriais@uol.com.br

Na contramão das tendências mais modernas do direito, de tentar agilizar a solução de demandas e desafogar o Poder Judiciário, o Ministério Público procura aniquilar “ab ovo” a interessante iniciativa da Polícia Civil de São Paulo de criar delegacias de conciliação. A ideia é apanhar casos envolvendo delitos de menor potencial ofensivo e solucioná-los no âmbito de um entendimento entre as partes, mediado pelo delegado.
Uma vez firmado o acordo -que pode incluir o pagamento da dívida, a reparação do dano ou o compromisso de não reincidir-, a vítima renuncia expressamente à ação penal. O parquet paulista, entretanto, considera a experiência ilegal, por entender que a conciliação só pode ser feita em juízo e com a sua interveniência.
Parece uma interpretação formalista. É possível alegar que a própria noção jurídica de “poder de polícia” já confere a autoridades a prerrogativa de valer-se daquilo que a doutrina chama de autoexecutoriedade e discricionaridade -palavras pomposas para força e arbítrio- quando o intuito é a promoção da paz pública.
Cabem, é claro, alguns alertas. A renúncia à ação penal por parte da vítima é até certo ponto precária, pois a Constituição determina que não pode haver limitação -nem mesmo legal- ao direito das pessoas de levar suas demandas à apreciação do Judiciário.
E essa precariedade, que pode em princípio parecer uma fraqueza das delegacias de conciliação, é, na verdade, um bom mecanismo de controle sobre o sistema. O temor, afinal, é o de que delegados abusem de suas prerrogativas para forçar acordos contra a vontade das partes. Nesse contexto, a possibilidade de revisão pela Justiça é uma segurança a mais.
Vale a pena, pelo menos, ampliar o experimento e ver como as delegacias de conciliação se comportam. Criar um sistema de solução de conflitos ágil e confiável é uma das prioridades do país.

FICOU PARA 2015: Por ‘motivos eleitorais’, como se verá, acaba de ser frustrada uma tentativa de reengenharia na Polícia Civil do Estado que estava sendo gestada há anos…EM 2014 O ARTIGO PODERÁ SER REPRODUZIDO ALTERANDO-SE OS NOMES DAS AUTORIDADES 10

DIÁRIO DO GRANDE ABC

Contexto Paulista
Ficou para 2011
08/07/2010

Por ‘motivos eleitorais’, como se verá, acaba de ser frustrada uma tentativa de reengenharia na Polícia Civil do Estado que estava sendo gestada há um ano com apoio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que bancou os custos de uma consultoria a respeito.

O plano era testar uma moderna central regional para o atendimento de chamadas e gestão do deslocamento de viaturas, além da unificação de delegacias. No planeta em mudanças, a Polícia Civil também quis se adaptar aos novos tempos. Se desse certo, a experiência poderia ser adotada em todo o Estado.

O projeto começaria experimentalmente neste mês nas seccionais de Piracicaba, Americana, Limeira, São João da Boa Vista, Casa Branca e Rio Claro, numa área que compreende 52 municípios e população de 2,8 milhões de habitantes. O Cepol (Centro de Comunicações e Operações da Polícia Civil), em Piracicaba, centralizaria o controle das informações.

A iniciativa se baseia na tendência de call centers, como fazem as operadoras de telefonia. A própria Polícia Militar está centralizando o atendimento do serviço 190 em regiões do Estado.

O objetivo seria aumentar a produtividade dos agentes policiais, que deixariam de fazer funções cartorárias e se dedicariam mais a ações conjuntas no combate ao crime – afinal, o que é esperado pela população. Pequenas unidades policiais absorvem demais os delegados em tarefas burocráticas, em prejuízo da investigação.

A reengenharia foi anunciada pelo governador Alberto Goldman em visita a Piracicaba no dia 21 de junho para inaugurar a sede da nova central, que custou 1,6 milhão, e iria propiciar “projeto piloto de reengenharia das unidades policiais civis do Estado”. Uma data foi marcada para o início do projeto: 1º de julho. “Vamos ter uma polícia investigativa mais eficiente”, prometeu o governador. Palmas.

Eleições
De fato, a maioria das delegacias foi instalada nas últimas três décadas de forma caótica e não integrada. Agora, são tempos de tecnologia e racionalização. “Não é possível manter a estrutura atual. Há a necessidade de se distribuir nossos recursos de forma mais racional. O crime não tem fronteiras e estávamos presos nas unidades”, disse o delegado-geral, Domingos Paulo Neto. “Não se cogita a extinção de nenhuma unidade policial, mas sim o agrupamento delas”, afirmou o delegado do Deinter-9 (Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior), Oduvaldo Mônaco. Goldman enfatizou que, com os avanços tecnológicos, ter acesso a uma delegacia não significa que seja preciso viver ao lado dela. E o secretário da área, Antonio Ferreira Pinto, tascou que a “Polícia Civil não é o número de imóveis, mas sim investigação. Polícia é serviço de inteligência, é troca de informações”. O discurso oficial parecia redondo.

Mas faltou o bendito diálogo regional para azeitar o plano. A população passou a temer prejuízos com a ausência de delegacias mais próximas a suas casas. Em Sumaré, com o apoio de autoridades, 600 pessoas realizaram protesto contra a fusão dos distritos policiais e a prefeitura ameaçou retirar os 42 funcionários administrativos emprestados à Polícia Civil. Vereadores se movimentaram também em Hortolândia. Em Americana, o Ministério Público prometeu agir. E em Campinas, o Parlamento Metropolitano da Região Metropolitana manifestou-se contrário à reengenharia. O governo do Estado, sozinho, sem o apoio da opinião pública em ano eleitoral, recuou solenemente.

Às 18h do dia 30 de junho, fim do expediente da véspera do dia marcado para o início oficial da reengenharia, o delegado seccional de Americana, João José Dutra, recebeu telefonema informando que a ideia havia sido abortada. “Por se tratar de um ano eleitoral, o projeto poderia ser visto como uma manobra política, o que não é o caso”, afirmou.

Em Limeira, o delegado seccional José Henrique Ventura também anunciou que a fusão dos distritos policiais não aconteceria mais, pelo menos por enquanto.”Essa questão começou a dar problemas em Americana e Sumaré, pois as populações destas cidades se posicionaram contra a reengenharia, achando que os distritos iam ser fechados. Mas isso não aconteceria, apenas iriam para um local só”.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado explicou que “a iniciativa não será implantada em decorrência de dificuldades advindas de restrições legais impostas pelo período eleitoral, quanto à movimentação de recursos humanos e efetivação de despesas não previstas em orçamento, imprescindíveis à concretização do projeto, que, por sua extrema relevância, há de ser retomado em momento oportuno”.

Combinado?
A suspensão do projeto acalmou a população e não criou animosidade aos candidatos do PSDB. O governo do Estado também não enfrentará problemas com a Justiça. Só faltou, a exemplo de Feola com os russos, combinar com os bandidos.

http://www.dgabc.com.br/Columnists/Posts/44/4216/Ficou%20para%202011.aspx

SELVAGERIA DA PM E A CONTINUIDADE DA GREVE 17

———- Mensagem encaminhada ———-
De: CIDADAO BRASILEIRO <CIDADAOBRASILEIRO@easy.com>
Data: 7 de julho de 2010 23:07
Assunto: SELVAGERIA DA PM E A CONTINUIDADE DA GREVE
Para: robertocguerra@gmail.com, dipol@flitparalisante.com

 

Notícias da ASSETJ

Postado por: Sylvio Micelli – em: 07-07-2010 / 18:53:58

SELVAGERIA DA PM E A CONTINUIDADE DA GREVE

SELVAGERIA DA PM E A CONTINUIDADE DA GREVE

Aguardem mais informações!

Tendo  em vista as cenas de selvageria e truculência protagonizadas pela Polícia Militar do Estado de São Paulo contra Servidores do Judiciário Paulista que realizavam um ato pacífico em frente ao Fórum João Mendes informamos a todos que faremos um noticiário completo sobre o acontecimento logo mais.

A situação agora é tranquila na Praça João Mendes. O presidente da ASSETJ, José Gozze acompanha, neste momento, os servidores feridos que, após terem sido medicados, registram Boletim de Ocorrência no 1º DP de São Paulo. Outros servidores que foram agredidos pela PM devem adotar o mesmo procedimento.

Para que todos saibam, a Assembleia Geral deliberou por unanimidade a continuidade da greve, nova Assembleia está marcada para o dia 14 de julho, às 14 horas na Praça João Mendes. Em reunião ocorrida hoje do meio-dia às 15 horas no Palácio da Justiça, o TJ-SP nada apresentou de proposta para a categoria.

Finda a Assembleia, a PM apresentou aos servidores, sem que nada justificasse a agressão, bombas de gás lacrimogênio, cacetetes e balas de borracha.

A ASSETJ lamenta o ocorrido, solidariza-se com os feridos e lembra que Servidor Público não é bandido até porque os bandidos têm assegurado o tratamento digno dentro daquilo que se convencionou chamar de Direitos Humanos.

As medidas judiciais cabíveis serão tomadas contra os responsáveis por terem transformado a Praça João Mendes, um espaço democrático, numa praça de guerra e numa luta desigual onde a PM dispunha de farta munição, inclusive metralhadoras e nós, servidores, apenas a ideologia e a luta pelo cumprimento da Constituição Federal do Brasil.

 

SERVIDORES SÃO AGREDIDOS PELA TROPA DE CHOQUE DA PM 11

http://www.assojuris.org.br/verDestaque.asp?Noticia=3923
 
SERVIDORES SÃO AGREDIDOS PELA TROPA DE CHOQUE DA PM
Depois da realização de mais uma Assembléia Geral da categoria, na Praça João Mendes, em São Paulo, onde os servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo deliberaram pela continuidade do movimento grevista, o funcionalismo foi agredido por dezenas de policiais militares que se deslocaram para lá a pedido da Presidência do Tribunal de Justiça.
AGRESSÃO – Após a realização do ato, os servidores iriam promover um abraço simbólico no entorno do prédio, quando passaram a ser atingidos por tiros de borracha e bombas de gás lacrimogênio, disparadas por policiais da Tropa de Choque e da Força Tática da PM. Vários servidores ficaram feridos pelos tiros, e inúmeros outros passaram mal após aspirarem o gás.
FORMA COVARDE – A direção da ASSOJURIS entende que a polícia agiu com excesso, de forma covarde, uma vez que os servidores, pacificamente, apenas entoavam refrões e palavras de ordem, sendo que a maioria era de mulheres. Vale ressaltar que os comandantes da ação policial, Major Rangel, Capitães Amarildo e Henrique, estão lotados no TJ/SP, prestando serviço diretamente para a Presidência do TJ/SP.
É importante lembrar ainda que, em recente entrevista, o Presidente do TJ/SP, Desembargador Antônio Carlos Viana Santos, havia dito que o confronto com os grevistas seria inevitável, e foi isso que aconteceu. De forma truculenta, o uso de gás e o disparo de tiros à queima roupa provocou corre-corre e ferimentos a dezenas de pessoas.
DEPUTADOS PRESENTES – A manifestação foi acompanhada pelos deputados Major Olímpio, do PT, e Carlos Gianazzi, do PSOL, que ao lado dos dirigentes de entidades, entre eles da ASSOJURIS, fizeram o uso do microfone falando aos representantes de comarcas de todo o Estado que estavam na Capital.
NENHUMA PROPOSTA – Nenhuma nova proposta foi feita pela Presidência do TJ/SP e o movimento segue ganhando importantes adesões em todo o Estado. É de fundamental importância que a categoria continue pressionando os deputados para que consigamos as assinaturas necessárias para a instauração de uma CPI &#8211 Comissão Parlamentar de Inquérito que vai investigar o Poder Judiciário do Estado na Assembléia Legislativa. Para que isso aconteça, a ASSOJURIS disponibiliza um modelo de abaixo assinado, que pode ser obtido clicando abaixo.
 
 
 
http://www.assojuris.org.br/verDestaque.asp?Noticia=3923

GREVE.doc

O prefeito de Tanabi (SP), José Francisco de Mattos Neto, do DEM, roubou a cena hoje no jantar de empresários e políticos em apoio à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Além de declarar o apoio à candidata, o prefeito fez duras críticas aos governos tucanos no Estado de São Paulo 25

PM/07/08 às 12:53 – REPÓRTER AÇO

O ilustre colaborador Zé Francisco tá por cima.Foi citado no Blog do Azenha.

Prefeito de Tanabi quer que direita escreva Brasil com “s”

Prefeito do DEM declara apoio a Dilma e ataca tucanos
07 de julho de 2010 | 21h 53

sugestão do leitor Celso Neves Cavallini

GUSTAVO PORTO – Agência Estado

O prefeito de Tanabi (SP), José Francisco de Mattos Neto, do DEM, roubou a cena hoje no jantar de empresários e políticos em apoio à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Além de declarar o apoio à candidata, o prefeito fez duras críticas aos governos tucanos no Estado de São Paulo. “São duas décadas de desmonte do Estado e de sucateamento do serviço público”, disse Mattos Neto. Segundo ele, Dilma é a mais preparada para a Presidência e os servidores públicos estão mobilizados para eleger o senador Aloizio Mercadante governador paulista.

O prefeito afirmou ainda, sem citar o seu partido, que a atual direita vai acabar no País e que vai haver uma nova direita “que escreve Brasil com ‘’s” e que sabe negociar”.

Dilma chegou por volta das 20h45 a um bufê de São José do Rio Preto, acompanhada de Mercadante e de Marta Suplicy, candidata do PT ao Senado. Um pouco mais tarde, chegou Netinho de Paula, candidato a senador pelo PCdoB.

Na mesa da candidata do PT, sentaram-se alguns empresários, entre eles os usineiros Luciano Sanches, do Grupo Cerradinho, e Hermelindo Ruete de Oliveira, do Grupo Virgolino de Oliveira.

SEGUNDO PESQUISA DA FGV JUÍZES, POLÍTICOS, PADRES E POLICIAIS NÃO MERECEM CONFIANÇA 11

Credibilidade da Justiça só ganha do Congresso

Índice de confiança no Judiciário fica em 33% dos entrevistados contra 28% no Legislativo e 21% nos partidos

Fausto Macedo – O Estado de S.Paulo

 

Quando o tema é confiança nas instituições públicas, a Justiça vai mal e só ganha do Congresso e dos partidos políticos. A informação sobre o elevado grau de descrédito da toga consta da mais recente investigação do ICJBrasil (Índice de Confiança na Justiça), iniciativa da Escola de Direito da FGV para verificar resultados das relações entre o cidadão e o Judiciário  só 33% dos entrevistados dizem confiar nos tribunais, 28% no Legislativo e 21% nas agremiações partidárias.

A apuração, realizada no segundo trimestre, mostra que a população confia bem mais em outras sete instituições citadas, até na polícia  corporação frequentemente alvo de denúncias por corrupção e arbítrio. As Forças Armadas lideram a tabela dos que estão bem acreditados, com 63% de aprovação. Depois, seguem grandes empresas (54%), governo federal (43%), emissoras de TV (42%), imprensa escrita (41%), polícia (38%), Igreja Católica (34%).

“Essa é a grande novidade do trabalho, a comparação do patamar de confiança no Judiciário e outras instituições, públicas e privadas”, diz Luciana Gross Cunha, professora da Direito GV e coordenadora do ICJ. “É uma questão que chama muito a atenção nesse momento por causa do resultado. A Justiça só ganha do Congresso e dos partidos.”

O radar ICJBrasil ouviu 1.550 pessoas de diversas faixas de renda e de escolaridade e crava que a avaliação da Justiça segue negativa porque ela não desgruda de características anacrônicas: lenta, cara e pouco acessível.

A credibilidade do Poder nos quesitos honestidade, imparcialidade e competência para solucionar os casos que são de sua alçada também está em baixa. Ainda assim, a maioria dos entrevistados respondeu que não hesitaria em procurar o Judiciário para solucionar eventuais conflitos.

Quase metade dos entrevistados já acionou a Justiça. Questões trabalhistas (28%)e de família (24%)lideram razões para busca do Judiciário. Outros motivos são relativos a direitos do consumidor (19%), causas previdenciárias (8%), criminais (6%), trânsito (3%).

O ICJBrasil adotou quatro categorias para a consulta: muito satisfeito, pouco satisfeito, muito insatisfeito e pouco insatisfeito.

Os muito insatisfeitos e aqueles que se declararam pouco satisfeitos somam 49%. Quanto menor a renda, menor o contingente de entrevistados que foram à Justiça  19% dos que disseram já ter batido à porta dos tribunais recebe até dois mínimos; e 57%, mais de 4 e até 12 mínimos.

A maioria dos entrevistados já consultou advogado  75%, dos quais 34% acessaram a defensoria pública. “Ou seja, o Judiciário não é tão desconhecido assim”, destaca Luciana Gross.

No item Judiciário e resolução de conflitos trabalhistas, apesar de depositar pouca confiança na Justiça a população ainda prefere decisão do juiz a acordo por mediador ou conciliador.

Outro lado. “Essa conta não é só nossa”, reagiu Mozart Valadares, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). “Não quero dizer que não haja casos de juízes que deixam a desejar, mas existem outros fatores que provocam o desgaste da imagem do Judiciário”, diz, citando que tem ministro do Superior Tribunal de Justiça com 13 mil processos. “Em Pernambuco, juízes e promotores respondem simultaneamente por até três comarcas distantes 100 quilômetros uma da outra.”

Para Valadares, “tudo o que é lentidão” jogam na conta do Judiciário. “Na ação penal o titular é o Ministério Público”, anota. “Há verdades nessa pesquisa (ICJBrasil), mas também há injustiças porque a população precisa enxergar onde é que está o verdadeiro gargalo”, alerta.

Em São Paulo, os dados mostram grande produtividade dos juízes, reconhecida pelo Banco Mundial, segundo Paulo Dimas De Bellis Mascaretti, presidente da Associação Paulista de Magistrados. “Mas mesmo assim não conseguimos passar uma imagem positiva”, afirma ele.

SENTENÇA IMUTÁVEL: OS POLICIAIS MILITARES GANHAM MAL E MORRERÃO GANHANDO MAL…PRAGA DE MILHÕES DE BRASILEIROS! 3

ENQUANTO EXISTEM TANTOS BANDIDOS AÍ MATANDO, A POLICIA ESTÁ BATENDO EM FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, COMO ELES TAMBÉM O SÃO E PIOR DE TUDO, UM FUCIONALISMO (ESTADUAL) QUE GANHA TÃO MAL EM SÃ PAULO. ACHO QUE PENSAM QUE NÃO SÃO FUNCIONÁRIOS PUBLICOS “ESTADUAIS”, QUE PENA POR ISSO QUE GANHAM MAL E VÃO MORRER GANHANDO MAL.

NO CHILE, NA FRANÇA, NA ALEMANHA SE FOSSE LÁ A COISA SERIA MUITO DIFERENTE E O PAU IA QUEBRAR MESMO.

É UMA PENA QUE BRASILEIRO PENSA QUE É SEMPRE ELITE.
ACORDAAAAAAAAAAAAAAA

Promotor Thales Schoedl pede indenização de R$ 400 mil por danos morais causados pelo JORNAL O ESTADO 32

AM/07/08 às 0:39 – REPÓRTER AÇO

Fonte: Consultor Jurídico.

Já ganhou, já ganhou.

Atenção para os nomes dos advogados.

Mauzangão.

Alguém tem saudades do paipai dos ilustres ?

Depois da absolvição

Promotor Thales Schoedl pede R$ 400 mil por dano
Por Fernando Porfírio

O promotor de Justiça Thales Ferri Schoedl entrou na Justiça com ação de reparação de danos contra a empresa S.A. O Estado de S. Paulo, responsável pelos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde. A defesa de Thales pede que a empresa seja condenada a pagar indenização, por danos morais, no valor de R$ 400 mil.

Os advogados Luís Felipe Marzagão e Rodrigo Otávio Marzagão, que representam o promotor, sustentam que os dois jornais faltaram com o dever de informar. E que seu cliente foi vítima de injúrias e xingamentos em reportagens e editoriais publicados. Afirmam que empresa responsável pelos jornais extrapolou o direito de informação ao invadir a intimidade, a honra, a imagem e a vida do promotor de Justiça.

A defesa de Thales chama de “verdadeira campanha de ódio” feita com o intuito de “condenar o promotor por antecipação”, à série de reportagens e editoriais produzidas pelos veículos de comunicação. Segundo os advogados, em várias reportagens seu cliente é tratado como “assassino”, mesmo antes do julgamento pelo Tribunal de Justiça que acabou absolvendo-o.

“O jornal teve a intenção deliberada de mentir, com a finalidade clara de promover um falso esclarecimento à opinião pública, colocando-a contra o autor, de forma a acabar com a reputação dele e tentar prejudicá-lo nos diversos julgamentos pelos ainda teria de passar”, afirmam os advogados do promotor de Justiça ao comentar um dos editoriais do Estadão.

A ação de indenização por danos morais foi proposta à 35ª Vara Cível Central da Capital paulista. A defesa de O Estado de São Paulo, a cargo da advogada Lourice de Souza, já contestou as acusações feitas por Thales. Procurada pela revista Consultor Jurídico, a defesa do jornal disse que preferia não se manifestar.

O caso
Em dezembro de 2004, após uma discussão à saída de uma festa no condomínio Riviera de São Lourenço, no litoral paulista, Schoedl atirou contra um grupo de rapazes que importunava sua namorada. Matou Diego Mendes Modanez e feriu Felipe Siqueira Cunha de Souza. Além das vítimas outros dois rapazes compunham o grupo. Um deles mexeu com a garota.

Uma discussão começou e o promotor sacou uma pistola Taurus, calibre 380, e fez 14 disparos para o alto, para o chão e contra o grupo. Diego foi atingido por dois disparos e morreu na hora. Felipe foi baleado quatro vezes, mas sobreviveu. A defesa do promotor alegou que ele disparou em legítima defesa, por se sentir acuado pelos jovens que o provocavam.

O Tribunal de Justiça de São Paulo, por votação unânime, aceitou a tese da defesa de Schoedl e o absolveu da acusação dos crimes de homicídio e tentativa de homicídio. Os desembargadores entenderam que o promotor de Justiça agiu em legítima defesa e sem cometer excessos.

Para o Tribunal, Schoedl fez os disparos usando de meio necessário. Para o relator, desembargador Barreto Fonseca, ele tinha menor estatura do que as vítimas. “Apesar do número de disparos, não se pode dizer que foi um uso imoderado da arma porque ele atirou antes para o alto e para o chão”, disse na época o relator.

A ação penal contra Schoedl não tem decisão definitiva, pois ainda depende de dois recursos que aguardam decisão do Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal.

Grevistas do Judiciário e PM entram em confronto em São Paulo 29

FERNANDO GALLO
DE SÃO PAULO

Atualizado às 21h02.

Com os braços cruzados há mais de 2 meses, servidores do Judiciário paulista entraram em confronto nesta quarta-feira com o batalhão de choque da Polícia Militar na praça João Mendes, região central de São Paulo.

Cerca de 500 manifestantes tentavam impedir, de braços dados, a entrada e saída de pessoas do fórum quando o tumulto começou.

A PM, que alega que os grevistas jogaram pedras nos policiais, e que não pode compactuar com a interrupção do livre trânsito das pessoas, jogou bombas de efeito moral e disparou balas de borracha, que feriram alguns manifestantes. Cerca de 100 policiais participaram da ação, que durou cerca de cinco minutos.

Os grevistas, no entanto, alegam que o confronto teve início quando os servidores se aproximaram das grades que cercam o prédio e a polícia disparou gás de pimenta.

Ninguém foi preso.

Como em toda quarta-feira, os grevistas fizeram uma assembleia e decidiram manter por mais uma semana a greve iniciada em 28 de abril. Eles reivindicam 20,16% de reajuste imediato.

VIVA O LEÃO DA CANELEIRA…VIVA O JABUCA…VIVA ESPANHA PROVANDO A SUPERIORIDADE DO POVO IBÉRICO…AH, VIVA OS GALELOS! MAS VAMOS EXPULSAR O SANTANDER DO BRASIL, LADRÃO POR LADRÃO FIQUEMOS COM OS NACIONAIS 5

Jabuca: JABAQUARA ATLÉTICO CLUBE

Nome: Jabaquara Atlético Clube
Alcunhas: Jabuca, Leão da Caneleira
Mascote: Leão
Fundação: 15 de novembro de 1914
Estádio: Espanha
Capacidade: 5.000 pessoas
Presidente: Delchi Migotto Filho

 

O Jabaquara Atlético Clube é um clube brasileiro de futebol do estado de São Paulo. Localizado na cidade de Santos, no Estádio Espanha, o time (antes chamado de Hespanha), é um dos membros fundadores da Federação Paulista de Futebol.
História
Com a união de associações ou agremiações esportivas dos imigrantes europeus na região de santos no início do século XX, e o interesse na nova modalidade esportiva, reuniam-se em torno do atual bairro do Jabaquara e fundaram o Hespanha Foot Ball Club, conforme denominavam, em 15 de novembro de 1914.
A sua primeira partida oficial ocorreu em 1916, contra o Clube Afonso XIII, em um resultado de 1×1 numa ocasião em que foi levantado o primeiro pavilhão do clube. Surpreendeu com uma gloriosa vitória e arrecadação contra o SPR no ano seguinte, onde festejaram e conquistaram diversos associados e atenção na cidade.
Nos anos de 1918 a 1920, conquistou a “Taça Grande Café D’Oeste” e participou como convidado na inauguração do estádio da Associação Atlética Portuguesa.
O seu crescimento foi tamanho a partir de então, que em 1924 foi construído um estádio maior, localizado no bairro do Macuco como “Estádio Antonio Alonso”, que levou o nome do seu proprietário, passando a ser chamado o time popularmente como o “Leão do Macuco”.
Em 1930, o Hespanha enfrenta seu primeiro adversário internacional com uma vitória de 3×2 contra a Seleção de Buenos Aires.
Com a fundação da Federação Paulista de Futebol, esteve presente o Hespanha nos campeonatos oficiais de São Paulo na divisão principal.
Como o início da década de 40 trouxe a Segunda Guerra Mundial, houve a necessidade de mudança do Hespanha, pois levava o nome de país, o que não era permitido a partir de um decreto de lei, passando a denominar-se após votação como Jabaquara Atlético Clube em homenagem ao seu bairro de origem, gerando o popularizado apelido de “Jabuca”.
Em 1944 o time atingiu o seu auge com o melhor ataque do futebol paulista. Foi no período entre 1940 e 1957 que o clube revelou vários craques, com o técnico Arnaldo de Oliveira, popularmente conhecido como Papa. As maiores estrelas reveladas foram o goleiro Gilmar, ingressado depois no Sport Club Corinthians Paulista e na Seleção Brasileira de Futebol, e Osvaldo da Silva, conhecido como Baltasar, que era o nome do seu irmão que jogava no Santos FC. Outros craques formados: Marcos (revelado para o Corinthians); Feijó, Getúlio, Ramiro e Álvaro (para o Santos); Célio (para o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro); e Melão, (do Santos para o SPAL na Itália).
No entanto, em 1945 o clube sofreu grave crise financeira que afetou o time quase com o rebaixamento à segunda divisão, senão disposse de um recurso de seu advogado. Houve a venda de um valorizado terreno, próximo à praia, no bairro Ponta da Praia (Santos), que não saldou as dívidas do clube, para questionamento de muitos até os dias atuais. Restou treinar em um campo na cidade vizinha de São Vicente.
Assim correram os anos até que em 1957, com uma vitória de virada em partida histórica contra o bicampeão paulista Santos FC na Vila Belmiro, sob cordenação de Nelson Ernesto Filpo Nuñes, passando a ser chamado de Dom Filpo pelo seu feito de vitórias consecutivas no Jabaquara, salvando ainda o clube de um rebaixamento pela segunda vez em 1959. O inevitável rebaixamento ocorreu em 1963.
Finalmente, uma grande área definitiva com 67.380m2 para o clube em um local alagadiço e pouco valorizado, que contribuiu a partir de 1961 para o crescimento do bairro da Caneleira. Apesar de ser bem maior que o Estádio Urbano Caldeira da Vila Belmiro, nenhum torcedor admite a venda do local por lembranças amargas de sua história. Em virtude das crises, em 1967 o Jabaquara passa a se dedicar a equipes amadoras, deixando o futebol profissional, para retornar somente em 1977 inserido na terceira divisão.
Em luta pela sobrevivência, este histórico clube alterna entre a segunda e a terceira divisão, como privilegiado como fundador da Federação Paulista. Em 1983, Nabi Abi Chedid aumentou o número de times na segunda divisão, inserindo o clube, mas acabou retornando à terceira. Somente conseguiu vitória no campeonato da Terceira Divisão em 1993, entre 56 equipes, e em 1995 entre os Juniores.
Em 1997, destacou-se o artilheiro Sérgio Miler, e no ranking paulista, ocupou o 9° lugar. Com uma invencibilidade de 23 jogos, o Jabaquara tornou-se campeão paulista da série B-3 de 2002 e a 11ª colocação no Campeonato Paulista da Série B-2 de 2004.
No ano de 2006, o Jabaquara fez uma de suas piores campanhas no campeonato paulista da segunda divisão e no ano de 2007, através de uma parceria com a equipe do Litoral F.C. chegou às quartas de final do Campeonato Paulista da segunda divisão.
A luta desse clube honroso e histórico fazem a paixão de seus torcedores e a simpatia dos torcedores rivais regionais São Vicente Atlético Clube(com quem faz o maior clássico da região atualmente, o Derby Praiano), Santos FC e Portuguesa Santista.
Em 2008 a equipe anexou ao seu patrimônio o Litoral Futebol Clube, clube de um projeto social idealizado por Pelé, do qual agora o Jabaquara também faz parte. Com isso a equipe conseguiu apoio para as disputas da Série B estadual e para as categorias de base, alem de um patrocínio com a empresa alemã fornecedora de materiais esportivos Puma. Além do Jabaquara, o recém criado Monte Alegre e o Paulista de Jundiaí também fazem parte do projeto.
Títulos Estaduais
Vice-Campeonato Paulista: 1927.
Campeonato Paulista – Série A3: 1993.
Campeonato Paulista Segunda Divisão B3: 2002.
Outras Conquistas
Taça Grande Café D’Oeste: 3 vezes 1918, 1919 e 1920

http://ligeirinhosena.blogspot.com/2009_04_09_archive.html

Em ano eleitoral, Câmara dá piso a polícias: A Câmara aprovou ontem à noite, em primeiro turno e por unanimidade de 349 votos, a chamada PEC dos Policiais, uma Proposta de Emenda Constitucional que institui um piso salarial para policiais dos estados e bombeiros 31

Em ano eleitoral, Câmara dá piso a polícias

Depois de Lula dizer que não aumentaria despesas de pessoal, projetos do Executivo criam mais 2 mil cargos no Itamaraty, AGU e TRTs

Cristiane Jungblut

 

BRASÍLIA. A Câmara aprovou ontem à noite, em primeiro turno e por unanimidade de 349 votos, a chamada PEC dos Policiais, uma Proposta de Emenda Constitucional que institui um piso salarial para policiais dos estados e bombeiros. Em 180 dias, a partir da promulgação da emenda, o governo terá de enviar ao Congresso projeto de lei propondo o valor do piso e ainda o funcionamento de um fundo a ser criado para arcar com essa despesa.

Foi retirado do texto da PEC qualquer valor para os pisos, como estava anteriormente. A PEC ainda tem de passar por um segundo turno de votação na Câmara. Em seguida, voltará ao Senado, onde terá de passar por mais dois turnos de votação. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), negociou a retirada, da proposta original, do trecho que fixava na Constituição um piso provisório para as categorias, de R$ 3,5 mil para soldados e de R$ 7 mil para oficiais. A área econômica avisou isso causaria um rombo de cerca de R$ 25 bilhões aos cofres públicos.

O deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP) criticou a decisão de tratar do piso dos policiais na Constituição: — Deixaram os policiais satisfeitos e colocaram mais uma função para o presidente da República. 

Ficará para o próximo.

Governo quer mais 400 vagas de diplomatas Mesmo depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter dito que não enviaria ao Congresso novos projetos que aumentassem as despesas com pessoal, o governo enviou ontem duas mensagens criando 1.853 novos cargos no âmbito do Poder Executivo — 1.293 no Itamaraty e 560 na Advocacia Geral da União, além da transformação de cargos já existentes. Foram enviados projetos de lei criando outras 230 vagas ( 213 cargos e 17 funções gratificadas) no âmbito de Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs), a pedido do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Ao todo, os projetos somam 2.083 vagas: 2.066 cargos e 17 funções gratificadas. No Ministério das Relações Exteriores, o governo pede a criação de 400 vagas de diplomatas e 893 cargos de oficiais de chancelaria.

Com as alterações, o quadro de diplomatas pularia de 1.397 para 1.805. Como os cargos não serão preenchidos imediatamente, mas a partir de 2011, o governo sustenta que não há impacto nos gastos. Cálculos do gabinete do deputado Arnaldo Madeira apontam que eles representarão um aumento de despesa de R$ 242,3 milhões no Poder Executivo e ainda R$ 31,5 milhões no Poder Judiciário, totalizando R$ 273,8 milhões.

Como O GLOBO revelou ontem, no governo Lula já foram criadas 265.222 vagas, sendo 219.022 cargos e mais 46.200 funções comissionadas.

Ontem, a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou a criação de 100 cargos efetivos na Agência Nacional de Cinema (Ancine). Também na noite de ontem, a Câmara aprovou, com alterações, a MP 483, que dá status de ministério a quatro secretariais especiais da Presidência e cria cargos de confiança, os chamados DAS, para os Ministérios da Saúde e da Integração Nacional. O texto prevê a criação de 72 cargos, além dos 134 previstos no original, mas sem aumento nos gastos.

QUANTA INGENUIDADE DE QUEM EXPURGAVA A PONTUAÇÃO PARA O FAMOSO DEFUNTO…ESSA INVESTIGAÇÃO PARECE TRAMITAR EM UNIDADE SEM COMPETÊNCIA LEGAL, POIS O CRIME É FUNCIONAL…NO ÂMBITO DE CIRETRAN – SÓ PODERIA SER PRATICADO APÓS DEFERIMENTO DE REQUERIMENTO FRAUDULENTO, PROTOCOLADO E REGISTRADO, INSTRUÍDO COM CÓPIAS DE DOCUMENTOS DOS INTRESSADOS E COM O EMPREGO DE SENHA PRIVATIVA DO DELEGADO DE TRÂNSITO PARA ALTERAÇÃO DOS PONTOS NO BANCO DE DADOS DA PRODESP 1

publicado em 06/07/2010 às 11h47:

Polícia investiga quadrilha suspeita de
usar habilitação do morto em Santos

Documento acumula, até julho deste ano, 969 pontos de multas

Da Agência Record

A Polícia Civil de Santos, no litoral de São Paulo, investiga uma quadrilha suspeita de aplicar golpes com uma carteira de habilitação de um homem que morreu há seis anos. O morto acumula, até julho deste ano, 969 pontos de multas na carteira.

Segundo a polícia, o grupo atua há pelo menos um ano no litoral de São Paulo. A suspeita partiu do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) que desconfiou da quantidade de infrações acumuladas em um só documento, o que indicaria que o proprietário cometeria infrações diariamente.

De acordo com o delegado titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Santos, Luiz Eduardo Lino, dez pessoas já foram indiciadas e mais de 200 já prestaram depoimentos. Segundo ele, motoristas que desejavam se livrar de multas para não perder a carteira de habilitação pagavam para a quadrilha transferir a pontuação para o documento do motorista morto.

A família do dono do documento informou ao delegado que não sabe como a carteira foi parar nas mãos da quadrilha.

( Ora, para esse  trambique nem  há necessidade de documento! )

__________________________________

Depois de tantas transferências de pontuação qualquer JOSÉ DA SILVA acaba famoso; dava até para decorar o RG, CPF, registro da CNH…

Ah, é do Zé?

Então nem precisa do “processinho”, já sei de cor!

Enfim, é possível que 969 “Josés da Silva” cometam 969 fraudes; enganando funcionários e autoridades do DETRAN.

Mas não é possível diversos funcionários e diversas autoridades do DETRAN efetuarem, inocentemente, ao longo de um ano,  a transferência de 969 pontos para o mesmo José da Silva.

A BRONCA DO PAULINHO: contra os policiais bandidos que tratam por envergonhar aqueles que tentam trabalhar honestamente na Polícia de São Paulo 9

Carta aberta ao órgãos de repressão a crimes cometidos por bandidos travestidos de policiais

7 de julho de 2010

Intimação entregue pelos bandidos de distintivo ( ver no Blog do Paulinho )

Atenção senhores Delegado Geral da Polícia Civil de São Paulo, Secretário de Segurança Pública e membros da Corregedoria da Polícia.

Publico abaixo a cópia da intimação que dois bandidos travestidos de policiais civis, deixaram na portaria do prédio onde possuo um imóvel.

Nela podemos observar o nome da Delegacia “do Idoso”, seu endereço (Santo Amaro) e a conveniente ausência do nome do Delegado Responsável.

No canto direito do documento observamos o nome de Roberto Sena – possivelmente escrivão – e o telefone (11) 5541-9074.

Trata-se do 11º DP, “contratado” por Edgard Ortiz para que investigassem um crime inexistente, denunciado pelo bando de Edgard Soares.

Traduzindo, na verdade, queriam me dar a famosa “prensa”, para depois, como acabou por acontecer, utilizarem o inquérito para tentar me chantagear.

Mas, colocaram suas imundas mãos no vespeiro errado.

Espero que providencias sejam tomadas contra os policiais bandidos que tratam por envergonhar aqueles que tentam trabalhar honestamente na Polícia de São Paulo.

 

CAIO, CERTAMENTE O GÊNIO É DO TIPO NEM SEQUER COMPETENTE E CONFIÁVEL PARA SÍNDICO DE PRÉDIO 8

AM/07/07 às 9:34 – Caio T. de Freitas Jr.

Dr. Guerra:
“A Cesar o que é de César”, como diz a passagem bíblica. Parece que a culpa de ter computadores encostados é da própria PC, ou pelo menos, do gênio aí dentro que teve a “fantástica” idéia de adquirir computadores com o SO Linux.
Quanto ao hardware propriamente dito, só conheço a empresa Syntax pq utilizo seus computadores para trabalhar, os quais me parecem ser uma “linha cinza” disfarçada (montados com componentes de diferentes fornecedores, sem qualquer integração mais profunda).
Quanto a Lenovo (se grafa tudo junto), a coisa muda de figura, é uma das gigantes do setor; entre outras coisas, a empresa adquiriu recentemente (em 2008) TODA a divisão de computadores pessoais (desktops e laptops) da IBM, sendo também a fornecedora dos computadores da equipe de F-1 Mclaren. Tive um laptop Lenovo e minha única queixa é quanto ao suporte da empresa para os clientes, o habitual calcanhar de aquiles das empresas chinesas.
Pode parecer propaganda enganosa, mas a Microsoft há muito argumenta que a economia aparente na aquisição de SOs Linux é perdida no retreinamento de pessoal e integração de TI (tecnologia de informação) existente, que obrigatoriamente tem de ser reformulada. Não é por outra razão que o sistema operacional mais vendido é até hoje, é velho Windows XP (versão SP3), apesar de existirem versões mais recentes e que a própria MIcrosoft estendeu o suporte a este SO até 2014.
P/ o sr. ter uma idéia, minha esposa recentemente solicitou e conseguiu a aquisição de 15 laptops para seu setor (empresa multinacional de grande porte). Apesar de serem equipamentos topo de linha, os SOs instalados foram Windows XP, o que gerou custos adicionais de aquisição. Em contrapartida, os computadores integrados sem problemas na Intranet da empresa e a produtividade se manteve inalterada.
Agora um dado para deixar o sr. com o cabelo em pé, se é que o sr. ainda não tem essa informação: os computadores Syntax e Lenovo citados pelo sr. também foram recebidos pela SPTC. Ao contrário dos computadores da PC, os da SPTC vieram com SOs Windows XP instalados, pelo simples motivo de que é esse SO que se integra na Intranet da SPTC.
Para chutar um pouco mais o cachorro morto, acho o “kernell customizável” do Linux um enigma e não tenho o menor desejo de começar a entender o que isso significa, mas acho que a “economia porca” gerada na aquisição desses micros deve ser atribuída a própria PC. Adianto que não sei qual o processo de especificação do equipamento, mas tenho imensa curisosidade de saber o que passou pela cabeça do “sensiente”…

Caio,  nada  consultei sobre o equipamento LENOVO, ao contrário dos modelos Syntax que foram objeto de antigas postagens neste Blog; quando o atual Delegado Geral era Diretor do DIPOL.  Assim, verificarei melhor a configuração dos modelos adquiridos pela Polícia Civil. Consignando que a Syntax produzia modelos muito superiores aos comprados em 2007, aliás, certamente, um bom aparelho, considerando-se o preço oferecido no mercado, para uso doméstico. Mas incompatível com as exigências policiais.

Em relação ao enigma do Kernell da Linux: quanto a PC paga pela customização do Linux (do inglês “custom” com o maranhês custo )  contratada a empresas tipo e-Flit Solution?

e-Flit Solution: sistema policial hiperbólico de visuograficação de fractais pitagóricos.

Eis a trinca: não trabalhar, roubar, dividir o lucro.