A+ = “ALTAMENTE RECOMENDADOS”…VALE DIZER: um amigo ou parente “CONTRIBUINTE”… 7

Conforme a Folha revelou no final do ano passado, candidatos ligados a funcionários do IC foram aprovados irregularmente num concurso que teve 17,6 mil inscritos. Após a reportagem, o secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, anulou a segunda fase do concurso.

Os concorrentes “altamente recomendados” tinham um “A+” no verso do prontuário e aprovação praticamente garantida. Um “A” significava ser um amigo ou parente. Cruzamento feito pela Corregedoria revelou que 75 concorrentes receberam nota “A+”. Desses, 95% deles foram aprovados.

Procurado, Perioli, que continua como chefe da Polícia Científica, não quis falar. Além dele, outros quatro policiais são citados como envolvidos no caso. O então diretor do IC, José Domingos Moreira das Eiras, é um deles. Ele perdeu o cargo após a Folha revelar a fraude –um parente dele estava entre os beneficiados.

O colapso da polícia científica 2

O colapso da polícia científica

 

Enquanto no plano político dirigentes governamentais acenam com a possibilidade de construção do trem-bala e de outros projetos de duvidosa prioridade que exigem investimentos vultosos da União e dos governos estaduais, no cotidiano de algumas áreas da administração pública a situação é de carência de recursos humanos, de infraestrutura adequada e de equipamentos modernos. Isso pode ser visto nas escolas públicas, na rede médico-hospitalar e na área de segurança.

Reportagem publicada domingo no Estado mostra que, em matéria de perícia criminal, o quadro é sombrio. Em quase todo o País, a polícia científica não dispõe de maletas com kit de varredura de locais de crime e acidentes. Os peritos carecem de notebook, trena a laser, máquina fotográfica digital e até de material para exame de DNA e exame de balística com microcomparador. Sem esses equipamentos, é quase impossível produzir provas documentais para esclarecimento de homicídios e latrocínios. Muitas vezes, os peritos são obrigados a trabalhar somente com lápis e papel.

Em vários Estados, a polícia científica também não conta com laboratórios nem com reagentes químicos para fazer os exames mais elementares com o objetivo de identificar causas de mortes e produzir provas materiais. Faltam ainda cromatógrafos gasosos, luz forense, luminol e laboratório de fonética.

Por falta de veículos, há municípios em que os corpos de vítimas de acidentes de trânsito ficam até dez horas à espera de remoção. E as câmaras frias para a conservação de corpos têm mais de 30 anos de funcionamento e vivem quebrando. E, como também não há geladeiras em número suficiente, muitas vezes os corpos têm de ser sepultados às pressas, sem a realização de autópsia – e depois, havendo necessidade de apurar se a morte derivou de crime, acidente e causas naturais, é preciso exumar o corpo.

Para atender os 5.560 municípios brasileiros, existem somente 60 Institutos de Criminalística e Institutos de Medicina Legal. Segundo os especialistas, seriam necessárias, no mínimo, mais 300 unidades. A média considerada adequada é de um instituto para cada 15 cidades.

Para atuar nas 32 especialidades de perícia criminal adotadas pelo Brasil, conforme a legislação penal, existem cerca de 12 mil peritos. Como pelas recomendações dos organismos internacionais a média adequada é de 1 perito para cada 5 mil habitantes, o País tem uma carência de 26 mil peritos.

Os serviços mais precários estão no Norte e Nordeste e os mais eficientes, no Sul e Sudeste. E as deficiências mais graves estão nos Estados de Sergipe, Rio Grande do Norte, Maranhão e Roraima, nos quais a maioria dos equipamentos para a realização de perícias e exames científicos está faltando.

Na falta de câmaras frigoríficas, por exemplo, os IMLs do Maranhão utilizam geladeiras comuns para guardar corpos. Em vez de luz forense multiespectral, a polícia científica sergipana utiliza nas análises uma precária luz ultravioleta – e ela está queimada. Em Pernambuco, o Instituto de Criminalística não está preparado para fazer exame de DNA e as poucas maletas de perícia não dispõem de notebook digital. Já o Rio Grande do Norte conta com laboratório de DNA, mas não tem funcionários para operá-lo. Em Roraima, como faltam equipamentos laboratoriais e reagentes químicos, determinadas perícias somente são concluídas se houver empréstimo de material pela iniciativa privada. Embora não disponha de laboratório de DNA, câmaras frias no IML, cromatógrafos e luz forense, o Piauí conta com um microcomparador balístico, que compartilha com o Maranhão e o Ceará.

A consequência inevitável do sucateamento da polícia científica no País é o baixo índice de esclarecimento de homicídios. A média nacional é de 25 crimes esclarecidos a cada 100. Mas nos Estados onde a perícia criminal praticamente inexiste, o índice cai para 2,8%.

Para reduzir a violência não basta só a repressão – acima de tudo, é preciso inteligência, equipamentos de ponta e uma polícia científica preparada e devidamente equipada. Sem isso, não há como debelar a crise de segurança pública.

Aumenta chance de Dilma vencer no 1º turno, diz Ibope 1

Aumenta chance de Dilma vencer no 1º turno, diz Ibope

Petista chega a 43% das intenções de voto, contra 41% dos adversários somados; Serra só lidera no Sul

 

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, entra no horário eleitoral pela TV com 11 pontos de vantagem sobre o tucano José Serra. Com 43% das intenções de voto, ela poderia vencer no primeiro turno se a eleição fosse realizada hoje, segundo pesquisa do Ibope encomendada pelo Estado e pela TV Globo. Serra tem 32%, e Marina Silva (PV), 8%. Juntos, outros candidatos chegam a 1%. Ou seja, a petista (43%) e os adversários somados (41%) estão empatados dentro da margem de erro, de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa, concluída às vésperas do início do horário eleitoral, é a primeira a captar os efeitos das entrevistas do Jornal Nacional com os candidatos, entre 9 e 11 de agosto. No dia 5, data do levantamento anterior do Ibope, a petista tinha 39%, e o tucano, 34%. Dilma deve a liderança ao eleitorado mais pobre. Entre os que têm renda familiar de até um salário mínimo, a vantagem sobre Serra chega a 22 pontos (48% a 26%). Na divisão por regiões, Serra só se mantem à frente no Sul (44% a 35%).

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, abriu 11 pontos de vantagem sobre o tucano José Serra. Com 43% das intenções de voto, ela poderia vencer no primeiro turno se eleição fosse realizada hoje, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo.

Serra tem 32% e Marina Silva (PV), 8%. Juntos, outros candidatos chegam a 1%. Ou seja, a petista (43%) e os adversários somados (41%) estão empatados dentro da margem de erro.

Levando-se em conta apenas os votos válidos (sem contar os brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 51% das preferências, enquanto Serra tem 38%. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa obter pelo menos 50% dos votos válidos mais um.

A pesquisa, concluída às vésperas do início do horário eleitoral, é a primeira a captar inteiramente os efeitos da série de entrevistas do Jornal Nacional com os candidatos, entre os dias 9 e 11 de agosto. No dia 5, data do levantamento anterior do Ibope, a petista tinha 39% e o tucano, 34%.

“Dilma se consolidou como favorita e tem na pesquisa espontânea o que Serra só alcança na estimulada”, disse Márcia Cavallari, diretora-executiva do Ibope. “Aumentaram as chances de vitória no primeiro turno, mas é preciso fazer a ressalva de que o horário eleitoral nem começou.”

A candidata petista deve a posição de liderança ao eleitorado mais pobre. Entre os que têm renda familiar de até um salário mínimo, a vantagem sobre Serra chega a 22 pontos porcentuais (48% a 26%). Na faixa de um a dois salários mínimos, a diferença entre os dois é de 15 pontos (45% a 30%).

Já nos segmentos de renda maior, de cinco a dez salários mínimos e acima de dez, Serra empata e lidera (41% a 41% e 48% a 29%, respectivamente).

Dilma conseguiu ultrapassar Serra no eleitorado feminino (39% a 33%) e, entre os homens, ampliou de 10 para 17 pontos porcentuais sua vantagem sobre o tucano. A petista perdia entre as mulheres até junho. Em julho, empatou com o adversário, situação que perdurou até a pesquisa do início de agosto.

Considerando o nível de instrução dos eleitores, Dilma mantém um melhor desempenho na parcela do eleitorado com escolaridade média,. Serra lidera apenas no eleitorado com ensino superior (40% a 34%), faixa na qual cresceu nove pontos.

Geografia do voto. Na divisão do eleitorado por regiões, Serra só se mantém na liderança no Sul. onde praticamente não houve variação nos índices de intenções de voto desde o dia 5. O tucano vencia por 42% a 34% e agora lidera por 44% a 35%.

No Nordeste, Dilma avançou de 46% para 53% e ampliou sua vantagem de 19 para 29 pontos porcentuais.

A principal mudança ocorreu no Sudeste, onde se concentra a maioria do eleitorado do País. Dilma saiu de uma situação de empate técnico (35% a 35%) para uma vantagem de nove pontos (41% a 32%).

Entre os mais jovens, com idade entre 16 e 24 anos, a candidata do PT tem vantagem de 13 pontos (46% a 33%). Na pesquisa anterior, havia um empate técnico nesse segmento. Nas faixas etárias acima de 25 anos, Dilma também lidera, mas por margens menores.

Outro item em que a petista leva vantagem é na expectativa de vitória. Agora, a maioria absoluta do eleitorado (51%) acredita que a ex-ministra da Casa Civil será a sucessora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para 29%, Serra vencerá a eleição. No Nordeste, os índices dos dois são de 59% e 22%, respectivamente.

Rejeição e segundo turno. Os índices de rejeição dos dois principais candidatos seguem estáveis desde o início de junho. Enquanto 27% dos eleitores declaram que não votariam em José Serra de jeito nenhum, a rejeição a Dilma é de 19%.

Na pesquisa espontânea, modalidade em que os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista de candidatos, Dilma aparece com 31%, 12 pontos à frente do presidenciável tucano. Pouco mais de um terço dos eleitores (35%) declara-se indeciso sobre sua intenção de voto (eram 44% na pesquisa anterior) e 7% têm intenção de votar em branco ou anular o voto.

Na eventualidade de ocorrer um segundo turno entre os candidatos do PT e do PSDB, a petista venceria por 48% a 37% se eleição fosse realizada hoje.

 

Dados técnicos

Foram entrevistados 2.506 eleitores em 174 municípios, entre 12 e 15 de agosto. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 23548/2010

Serra: ‘picaretas’ hoje estão com Dilma 13

Serra: ‘picaretas’ hoje estão com Dilma

Tucano lembra declaração dada por Lula em 1993 sobre Congresso e critica ainda apadrinhamento em estatais

João Guedes* e Chico Luz* 

 

PORTO ALEGRE e NOVO HAMBURGO (RS). Durante o lançamento de um movimento suprapartidário de apoio à sua candidatura em Porto Alegre, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, lembrou, para alfinetar a presidenciável petista, Dilma Rousseff, uma famosa frase do presidente Lula. Serra ironizou a maioria governista na Câmara, mencionando sentença de Lula, que, em 1993, disse que o Congresso tinha 300 picaretas.

— Eu não sou daqueles que dizem que o Congresso tem 300 vigaristas ou picaretas. Teve alguém que disse isso. Hoje estão todos com a outra candidata.

O comentário foi feito quando Serra criticava concessão de cargos em estatais a apadrinhados: — Os Correios foram privatizados.

Sua diretoria não serve aos Correios, mas a partidos e setores de partidos. Nunca o patrimonialismo e a fisiologia avançaram tanto. Nunca o governo foi tão usado para fins privados como é hoje no Brasil.

Serra foi recebido numa churrascaria na capital gaúcha por militantes, vereadores, prefeitos e deputados de PSDB, DEM, PPS, PP, DEM, PTB e PMDB, que lançaram o grupo suprapartidário Gaúchos com Serra.

Depois, Serra foi a Novo Hamburgo, tradicional polo coureirocalçadista, onde visitou uma fábrica de calçados e deu entrevista a uma rádio e a um jornal.

Ao falar sobre carga tributária a empresários, o tucano defendeu redução dos gastos públicos para que os impostos caiam e voltou a alfinetar Dilma: — A desoneração tributária pedida aqui tem a ver com os gastos públicos, que estão crescendo demais. Dilma diz que a carga atual é boa, mas não é: é muito alta. É a maior entre todos os emergentes — disse, antes de criticar a taxa de câmbio. — A taxa de câmbio nos faz perder combatividade. Ela estimula o Brasil a importar, não a exportar, e o setor coureiro-calçadista sofre com essas condições macroeconômicas.

O tucano, porém, afirmou que o câmbio deve continuar flutuante, “mas de verdade”.

Na entrevista, Serra disse que o governo Lula se recusa a fazer concessões com a parceria privada e que “por isso o setor aeroportuário está paralisado”. ¡ (*) Especial para O GLOBO

CORREGEDORIA APONTA CELSO PERIOLI COMO ENVOLVIDO NA FRAUDE DO CONCURSO DE FOTÓGRAFOS POLICIAIS…MAS CAUTELOSAMENTE – COMO DETERMINA A JUSTA RAZÃO – AGUARDARÁ A OPINIÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO PARA FORMAL INDICIAÇÃO CRIMINAL…O LADO INFELIZ: IDÊNTICA CAUTELA NÃO É ADOTADA EM RELAÇÃO AOS POLICIAIS CIVIS MENOS EMINENTES E VALOROSOS 6

http://cabecadebacalhau.wordpress.com/2010/08/17/corregedoria-conclui-que-chefe-da-policia-cientifica-de-sp-participou-de-fraude-em-concurso/

Procurado, Perioli, que continua como chefe da Polícia Científica, não quis falar.
Além dele, outros quatro policiais são citados como envolvidos no caso.
O então diretor do IC, José Domingos Moreira das Eiras, é um deles. Ele perdeu o cargo após a Folha revelar a fraude -um parente dele estava entre os beneficiados.
No documento enviado à Promotoria, a Corregedoria confirma a existência da fraude, recomenda o cancelamento da fase do concurso, mas não indicia ninguém -apesar de citar os nomes dos envolvidos.
A Folha apurou que caberá aos promotores o indiciamento (acusação formal) de parte da banca.

Segundo informações da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo houve fraude no concurso público para contratação de fotógrafos para o Instituto de Criminalística (IC) e as irregularidades tiveram participação do chefe da Polícia Científica, Celso Perioli. 7

Corregedoria liga chefe da Polícia Científica a fraude em concurso
17 de agosto de 2010 08h53  

Segundo informações da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo houve fraude no concurso público para contratação de fotógrafos para o Instituto de Criminalística (IC) e as irregularidades tiveram participação do chefe da Polícia Científica, Celso Perioli. Candidatos ligados a funcionários do IC foram aprovados irregularmente num concurso que teve 17,6 mil inscritos. O secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, anulou a segunda fase do concurso. Eles foram selecionados com altas notas entre os 128 aprovados, mesmo não respondendo a grande parte das questões da prova oral. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Uma senha irregular guiava a fraude. Notas de “A” a “C” foram registradas clandestinamente durante uma entrevista secreta realizada minutos antes da prova oral. O “A+” era aprovação praticamente garantida. Cruzamento feito pela Corregedoria revelou que 75 concorrentes receberam nota “A+”. Desses, 95% deles foram aprovados. A Corregedoria confirmou a existência de senhas nos testes de todos os 343 candidatos submetidos à entrevista, sendo 25% anotados por Perioli, que continua como chefe da Polícia Científica. Outros quatro policiais são citados como envolvidos no caso. O então diretor do IC, José Domingos Moreira das Eiras, é um deles. Ele perdeu o cargo. Caberá aos promotores o indiciamento de parte da banca.

 
redação Terra

RECORDANDO: A DELEGACIA GERAL CONSIDEROU O “DELEGADO SERGIO MARCOS ROQUE” MENTIROSO…O GOVERNO AMIGO, O SECRETÁRIO AMIGO, A PM “MAIS AMIGA AINDA” ( dias depois baixou a porrada em grevistas desarmados ) 22

1 de outubro de 2008 11:16
assunto[FLIT PARALISANTE – Jornal da Polícia.] QUARTA-FEIRA tem um comentário novo.

ocultar detalhes 01/10/08

SÉRPICO deixou um novo comentário sobre a sua postagem “QUARTA-FEIRA”:

DECLARAÇAO DOS DIRETORES – PC
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO

CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O Egrégio Conselho da Polícia Civil, integrado pelos delegados de polícia Diretores

de Departamento, em reunião realizada hoje, sob a presidência do Delegado Geral de

Polícia, tendo em vista a entrevista concedida à Folha de S. Paulo pelo delegado Sergio

Marcos Roque, presidente da Associação dos Delegados de Polícia, com o objetivo de

restabelecer a verdade, vem a público informar que o governador José Serra em nenhum

momento permitiu ingerências indevidas, de quem quer que seja, nos destinos da

Instituição responsável pela apuração das infrações penais.

Outrossim, cabe esclarecer que, quanto aos recursos materiais tidos como

insuficientes pelo entrevistado, os policiais civis operacionais são testemunhas de que,

em tempo algum, tiveram tantos equipamentos como armas, munições, coletes e viaturas

para o desempenho de suas funções.

Por outro lado, é descabida a assertiva segundo a qual o Secretário da Segurança

trata os policiais como se fossem “marginais”. É de domínio público o tratamento lhano,

cortês e sempre respeitoso que o Doutor Ronaldo Marzagão dispensa a todas as pessoas

com as quais convive. Ressalte-se que o Secretário, com equilíbrio e coerência,

qualidades fundamentais para liderar o processo de modernização da Polícia paulista,

tem apoiado todos os projetos apresentados pelos integrantes deste Conselho,

notadamente os voltados para a área de Tecnologia da Informação e de Inteligência

Policial.

A relação com a Polícia Militar é a mais cordial possível, haja vista os cursos

integrados, como o Superior de Polícia e de Piloto de Helicópteros.

DR. MAURICIO JOSÉ LEMOS FREIRE

DELEGADO GERAL DE POLÍCIA

DR. PAULO AFONSO BICUDO

DELEGADO GERAL DE POLÍCIA ADJUNTO

DR. GEORGE HENRY MILLARD

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO INTERIOR –
DEINTER 3 – RIBEIRÃO PRETO

DR. RUY ESTANISLAU SILVEIRA MELLO

DIRETOR DO DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO – DETRAN

DR. MARCO ANTONIO MARTINS RIBEIRO DE CAMPOS

DIRETOR DA ASSISTÊNCIA POLICIAL CIVIL DO GABINETE DO SECRETÁRIO

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO

CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL

DR. RENATO CRUZ SWENSSON

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO INTERIOR –

DEINTER 4 – BAURU

DR. MARCO ANTONIO PEREIRA NOVAES DE PAULA SANTOS

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DA CAPITAL – DECAP

DR. WALDOMIRO BUENO FILHO

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO INTERIOR –

DEINTER 6 – SANTOS

DR. ELSON ALEXANDRE SAYÃO

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DA MACRO SÃO PAULO –

DEMACRO

DR. JOSÉ CARNEIRO DE CAMPOS ROLIM NETO

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO INTERIOR –

DEINTER 9 – PIRACICABA

DR. WELDON CARLOS DA COSTA

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO INTERIOR –

DEINTER 7 – SOROCABA

DR. GAETANO VERGINE

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE INTELIGÊNCIA DA POLÍCIA CIVIL – DIPOL

DRª ANA PAULA BATISTA RAMALHO SOARES

DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO DA

POLÍCIA CIVIL – DAP

DR. CARLOS JOSE PASCHOAL DE TOLEDO

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE HOMICÍDIOS E PROTEÇÃO À PESSOA – DHPP

DR. YOUSSEF ABOU CHAHIN

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE INVESTIGAÇÕES SOBRE CRIME ORGANIZADO –

DEIC

DR. KLEBER ANTONIO TORQUATO ALTALE

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO INTERIOR –

DEINTER 2 – CAMPINAS

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO

CONSELHO DA POLÍCIA CIVIL

DR. DIRCEU JESUS URDIALES

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO INTERIOR –

DEINTER 8 – PRESIDENTE PRUDENTE

DR. EVERARDO TANGANELLI JÚNIOR

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE INVESTIGAÇÕES SOBRE NARCÓTICOS –

DENARC
DR. ANTONIO MESTRE JÚNIOR

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO INTERIOR –

DEINTER 5 -SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

DR. TABAJARA NOVAZZI PINTO

DIRETOR DA ACADEMIA DE POLÍCIA – ACADEPOL

DR. PEDRO HERBELLA FERNANDES

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE IDENTIFICAÇÃO E REGISTROS DIVERSOS –

DIRD

DR. GODOFREDO BITENCOURT FILHO

DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA JUDICIÁRIA DO INTERIOR – DEINTER 1 –

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

DR. ALBERTO ANGERAMI

DIRETOR DA CORREGEDORIA GERAL DA POLÍCIA CIVIL – CORREGEDORIA

Postado por SÉRPICO no blog FLIT PARALISANTE – Jornal da Polícia. em 1 de Outubro de 2008 11:16

VENDE-SE A POLÍCIA CIVIL…(EU COMPRO, MAS SÓ A PARTE QUE CHAMAM DE “RESTO” E OS “AMOTINADOS”) 12

CAPITULINO

para”dipol@flitparalisante.com” <dipol@flitparalisante.com>

data15 de agosto de 2010 20:17
assuntoVende-se a Polícia Civil
assinado porgmail.com

ocultar detalhes 20:17 (3 horas atrás)

Vende-se a Polícia Civil
Instituição com pouco mais de 100 anos, que em tese, seria a Polícia Judiciária, gera grandes “lucros” bom “baixo” investimento e gastos.

Bem localizada, sempre ha alguma por perto, seus funcionários se viram com pouco, acostumados a humilhações e não são exigentes.

Abaixo veja o quadro e suas características:

Delegado: Os cardeais são fiéis, como fantoches de seu dono e até com a PM. Os demais, parte vivem reclamando e nada fazem, outros, complementam seu salário com outras atividades, sendo também esses, fantoches. Bem domesticáveis, não se voltam contra seus superiores e donos.

Escrivão: Boa parte é acostumada a trabalhar em péssimas condições de trabalho, saúde e convivência. Alguns com problemas com alcool, outros nem ao menos sabem fazer um BO, porém, são exímios carimbadores e xerocopiadores.

Investigador: Trabalham em condiçoes precárias também, boa parte é o grande braço direito do Delegado, sendo grandes profissionais em buscar lanches e alimentos. Alguns são exímios contatores e economistas, outros, vivem de remédios para depressão e ficar acordado, pois, complementam sua renda em outras funções.

Agente de Telecomunicações: Grandes controladores de rádio, trabalham em condições sub-hamanas, quando não operam rádio, fazem com excelência e maestria seu trabalho de repassar e-mails, jornada de 6 horas.

Os demais: Tida como “resto” pela cúpula e alguns profissionais das carreiras acima descritas, é um grande coringa. Fazem a função desde Investigador a Escrivão, quando o chefe se cansar deles, ou, eles se rebelarem ou questionarem alguma ordem, basta falar que eles estão ali de favor, que é carreira de 1° Grau e humilha-los perante a todos, execrando eles de onde trabalham. Principais carreiras deste quadro, CARCEREIRO e AGEPOL.

E não é só isso

De brinde ainda leva a Polícia Científica que se acha “outra” Polícia, mas estão na mesma situação da Polícia Civil, dotados de Peritos e Médicos Legistas e os demais (parecido com o acima citado)
 
Principais ferramentas:

Boletim de Ocorrência (BO): Principal ferramente e serviço da Policia Civil, é o âmago da Instituição, já foi de ocorrências de cunho Criminal, porém hoje, qualquer assunto é caso de BO, estamos prontos para atende-lo, encaminha-lo a perícias que seriam particular, mas fazemos isso para você. Fonte de nossas estatísticas, podemos até maquiar sua natureza, por exemplo, um FURTO QUALIFICADO pode virar Estelionato e até BO Não Criminal, reduzindo assim o registro de furto, logo, podendo dizer que DIMINUIMOS O CRIME DE FURTO.

Inquérito Policial: Em sua grande maioria é um mero juntado de papeis, que não apontam ninguém e é meramente estatística. Quando esse aponta e prende alguém, é todo refeito no Judiciário, porém seus donos, Delegados, acham que peça fundamental.

Em ambos os casos acima, o Escrivao pode fazer com maestria, ou não, sem a participação efetiva de um Delegado, podendo assim, economizar em contratações, e o melhor de tudo, que o Escrivão não irá ganhar nada a mais por isso, logo, assim como os Delegados, sao bem domesticáveis.

Relatório de Investigação: Assim como os BO´s, muitos não chegam e nem apontam ninguém. Quando chegam será mais papel no Inquérito Policial e caso haja qualquer´dúvida, será encaminhado a Corregedoria.

Ordem de Serviço: É a maneira mais fácil de transformar um Investigador em Carteiro.

Laudo Pericial: Elaborado pelo Perito, segue o mesmo ritual do BO.

Corregedoria: Caso alguns dos seus funcionários, quiserem fazer motim, reclamar, pedir melhorias, basta acionar essa grande ferramente, que funciona como na época dos navios, os “chicoteadores” dos remadores do navio. Reclamou, CORRÓ Neles. Todos domesticáveis.

Ainda, o grande Marketing da PC, são os “Bad Boys” do GER, que são playboys e adoram se fantasiarem de policais amando fotos, fazendo isso com o proprio dinheiro deles.

Esta aberto o leilão!

É CLARO QUE O DOUTOR SÉRGIO ROQUE MERECE NOSSO APOIO E ESFORÇOS…MAS NÃO ESTÁVAMOS INFORMADOS ACERCA DESSA CANDIDATURA 27

AM/08/15 às 10:03 – ANDERSON

Caro “Flit”, não está na hora de deixar de lado as indiferenças e dar apoio ao candidato a deputado Sergio Roque para que tenhamos na Assembléia alguém que já lutou por nós quando estava na ADPESP?

_______________________________

Eu não cultivo nenhuma “diferença”, “indiferença”, desapreço, mágoa ou quaisquer sentimentos negativos pelo nosso ex-Presidente. 

SERGIO ROQUE DO LADO ESQUERDO DO PEITO DE MERCADANTE

Serra caiu nos Estados que mais visitou – EU BEM QUE PEDI PARA O MEU GOVERNADOR JOSÉ SERRA CONTINUAR SENDO O NOSSO GOVERNADOR…CAIU NA ARMADILHA ALCKMISTA! 10

JANIO DE FREITAS

Sinais da reviravolta


Resta a Serra introduzir alguma perspectiva capaz de seduzir aspirações frustradas do eleitorado


A COINCIDÊNCIA DOS programas de propaganda eleitoral, a se iniciarem nesta semana, com a ultrapassagem de Dilma Rousseff sobre José Serra agora constatada também pelo Datafolha, oferece duas deduções.
Quanto a Dilma, mais significativa do que a conquista da liderança, cedo ainda, a propaganda de TV e rádio é a oportunidade de forçar a continuidade do seu impulso atual e, com uns poucos pontos a mais, alcançar logo a indicação de vitória no primeiro turno.
Essa condição funciona, em geral, como atrativo de votos mais numerosos e mais protetores. É o que se dá, a esta altura, com Eduardo Campos e Sérgio Cabral, com suas crescentes possibilidades de vencer em Pernambuco e no Rio no primeiro turno.
Para Serra, fica evidente que está em sua última oportunidade, ou muito perto dela, de indicar ao eleitorado o motivo de sua candidatura. Que sentido tem, afinal? O que Serra pretendeu a ponto de deixar o governo de São Paulo para lançar-se na disputa pela Presidência?
Sob o peso da aprovação popular de Lula, o próprio Serra diz que não é candidato de oposição, e de fato não se mostra como tal. Adversário da candidata do governo, também não é governista. Logo, o que lhe sobra é uma fímbria pela qual introduzisse algo novo, uma perspectiva capaz de seduzir e convencer aspirações frustradas do eleitorado.
Mas nem vislumbre de alguma ideia assim, até agora. Trata-se de uma candidatura que não se sabe o que representa nem o que pretende além de uma intenção pessoal.
As pequenas lantejoulas que revestem a candidatura de Serra, do tipo “vou duplicar o Bolsa Família” (sem ao menos explicar se em valor ou em beneficiados), ou “vou criar o Ministério da Segurança”, “vou restabelecer os mutirões da saúde”, e outros “vou” que não chegam a lugar algum, prestam-se a ampliar a impressão de vazio dada na improdutiva preferência de sua campanha pelos minúsculos corpo a corpo.
Ocupar-se tanto em criticar Dilma por estar “na garupa” de Lula? Serra e seus marqueteiros poderiam perceber que assim só confirmam o que é a principal bandeira de sua adversária. Façamos justiça: a candidatura de Dilma e seu êxito são produtos de Lula, como Gilberto Kassab foi de Serra, mas o PSDB e seu candidato não têm regateado facilidades e outras colaborações à candidata governista.
O horário eleitoral traz em ocasião oportuna um recurso que tanto pode ser decisivo para Dilma como para Serra. Os três minutos a mais no tempo da aliança petista não alteram a equivalência das oportunidades: em TV e em rádio, sete minutos – tempo de Serra – já são um arremedo de eternidade.
Oneroso, nesse item, é o minutinho de Marina Silva, cujo sucesso nas palestras não se reproduz em mais do que 10% dos eleitores pesquisados, mas talvez o fizesse, em boa parte, com maior tempo de TV. O horário gratuito segue a regra fundamental brasileira: mais renda concentrada em quem já a tem alta.
Para preencher o tempo até o início da nova fase de propaganda, uma boa especulação é a das causas da queda forte de Serra, quatro pontos em três semanas, e do grande ganho de Dilma, com os cinco pontos que a elevaram a 41 contra 33. O debate na Bandeirantes e as pequenas e ruins entrevistas na Globo não convencem como causa de tamanha reviravolta, até porque já insinuada, antes dos programas, em outras pesquisas.

_________________________________

Serra caiu nos Estados que mais visitou

Tucano concentrou campanha no Sudeste, mas perdeu seis pontos no Rio, quatro em Minas e três em São Paulo

Desde abril, tucano já foi 13 vezes a Minas e 10 vezes ao Rio de Janeiro; ele ficou estável no DF, local que não visitou

SILVIO NAVARRO
BRENO COSTA
DE SÃO PAULO

O desempenho do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, caiu nos três Estados que ele mais visitou nas últimas três semanas, segundo o último Datafolha.
No intervalo entre as duas últimas pesquisas, de 23 de julho até anteontem, Serra teve pelo menos sete agendas de campanha em São Paulo, cinco em Minas Gerais e três no Rio de Janeiro.
Com 56 milhões de eleitores, os três Estados são os maiores colégios eleitorais do país.
Serra apareceu pela primeira vez atrás de Dilma Rousseff no Datafolha, com 33% das intenções de voto no país ante os 41% da petista.
No Rio, onde esteve três vezes nos últimos 20 dias, o tucano perdeu seis pontos percentuais -foi de 31% a 25%, e a petista ganhou quatro pontos, chegando a 41%.
O Estado é base eleitoral do vice na sua chapa, o deputado federal Indio da Costa (DEM), que tem percorrido o interior, visitando pelo menos nove municípios.
O Rio de Janeiro foi palco de desentendimento entre o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), e a campanha tucana na semana passada. Maia criticou Serra por não socorrer financeiramente o candidato ao governo Fernando Gabeira (PV), que está a 43 pontos do líder Sérgio Cabral (PMDB).

MINAS
O tucano caiu quatro pontos percentuais (de 38% para 34%) em Minas, onde teve cinco eventos de campanha nas últimas semanas, e foi superado por Dilma (35% a 41%). Em Belo Horizonte, a queda foi de nove pontos.
O grosso do material de campanha de Antonio Anastasia (PSDB), apoiado por Aécio Neves na disputa pelo governo mineiro, não contém a imagem de Serra.
Em São Paulo, base eleitoral do tucano e Estado que administrou até março, ele caiu três pontos -foi de 44% para 41%, mas ainda mantém vantagem de sete pontos sobre Dilma. Ao mesmo tempo, o candidato do seu partido ao Palácio dos Bandeirantes, Geraldo Alckmin (PSDB), aumentou sua vantagem em cinco pontos, atingiu 54% e venceria no primeiro turno se as eleições fossem hoje.
Como na capital paulista Serra (40%) aparece em empate técnico na margem de erro com Dilma (37%), oscilando um ponto positivo nesse período, a conclusão é que o ex-governador estaria perdendo terreno no interior.
Desde o início da pré-campanha ao Palácio do Planalto em abril, Minas (13 vezes) e Rio (10 vezes) foram os dois itinerários mais recorrentes.
Nos Estados pesquisados pelo Datafolha, Serra registrou a maior queda em Pernambuco (nove pontos). Na Bahia, foram seis. Único local em que não pisou no período, o Distrito Federal não registrou queda -tem 27%

PERÍCIA CRIMINAL NO BRASIL BEIRA A INDIGÊNCIA…O INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO É EXEMPLO DA FICÇÃO QUE É A ESTRUTURA DO ÓRGÃO DE PERÍCIAS FORENSES DA POLÍCIA CIVIL…ASSÉPTICO, FUTURISTA E BELO SÓ NA CAPITAL (EM FOTO DE MANCHETE) 8

AM/08/15 às 11:46 – HARPIA

Pública aí Dr. Guerra.

Agencia Estado, Atualizado: 15/8/2010 8:15
Perícia criminal no País é extremamente precária
Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo em todo o País constatou que a perícia criminal – salvo raríssimas exceções – é tão precária que beira a indigência. A polícia não tem a parafernália tecnológica da ficção do seriado de TV CSI, nem possui o estritamente necessário. Não há maletas para perícia de local de crime, câmaras frias decentes para conservação de corpos, reagente químico ou laboratório para os exames mais elementares.

Em todo o País, existem apenas 60 Institutos de Criminalística e de Medicina Legal (ICs e IMLs) para examinar causas de mortes e produzir provas criminais. Para atender aos 5.560 municípios, seriam necessárias 360 unidades desse tipo, ou seis vezes mais, uma média de um instituto para cada 15 municípios. Existem pouco mais de 12 mil peritos para atender a todos os Estados nas 32 especialidades de perícia criminal adotadas no País. A correlação recomendada por organismos internacionais é de 1 perito para cada 5 mil habitantes. Para todo o território, seriam necessários 38 mil profissionais, o triplo do quadro atual.

Em alguns Estados, as velhas geladeiras dos IMLs estavam quebradas, produzindo mau cheiro e cenas degradantes. Há locais em que, nos acidentes de trânsito, os corpos das vítimas ficam até dez horas na estrada à espera de remoção. Por falta de câmaras frias, pessoas são sepultadas às pressas, sem autópsia, e só depois exumadas para conclusão de exames que vão detectar se a morte derivou de crime, acidente ou causas naturais.

A reportagem do Estado enviou nas últimas duas semanas às 27 unidades da federação um questionário perguntando se as polícias tinham ao menos os itens essenciais para a realização de perícias criminais: a maleta com kit de varredura de locais de crime (notebook, GPS, trena a laser, máquina fotográfica digital, etc), exame de DNA, exame de balística (com microcomparador), câmaras frias (para preservação de corpos), cromatógrafos gasosos, luz forense, laboratório de fonética, reagente químico e luminol. Sem eles, é impossível produzir prova científica cabal para esclarecimento de crimes.

Na média nacional, a perícia criminal brasileira foi reprovada porque apenas 37% das respostas foram positivas. De um total de 207 itens – 9 para cada um dos 23 Estados que responderam ao questionário -, só 78 foram assinalados “sim”. Os 63% restantes responderam “não” (45%) e “parcialmente” (84%). Em muitos casos, parcialmente é quase nada.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.