O NEOFACISMO TUCANO DURANTE FESTIVIDADE PROMOVIDA POR CELSO GIGLIO (PSDB) ESPANCA AGENTES DE TRÂNSITO DE OSASCO…HEHEHEHE…ESSA É A GENTE DE BEM BENVINDA NAS ORDENS TUCANAS 13

13/10/2010 19h15 – Atualizado em 13/10/2010 19h35

Imagens mostram agressão a fiscais em Osasco

Grupo atacou seis agentes de trânsito na cidade da Grande SP.
Eles levaram socos e pontapés enquanto multavam carros.

Do G1 SP

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Câmeras de monitoramento de um posto de gasolina de Osasco, na Grande São Paulo, podem ajudar a polícia a identificar o grupo que agrediu seis agentes de trânsito no dia 6 deste mês. O crime ocorreu na Avenida dos Autonomistas, uma das principais da cidade, enquanto os funcionários multavam carros estacionados em local proibido. Os suspeitos da agressão participavam de uma festa em um comitê eleitoral.

Imagens também foram captadas do sistema de monitoramento de trânsito das ruas de Osasco. Dois dos agentes tiveram o nariz quebrado e um deles vai ter que passar por cirurgia. Os funcionários aplicavam multas em veículos que faziam fila dupla. As cenas vão ajudar a polícia na identificação dos agressores.

Elas mostram uma multidão partindo para cima dos fiscais de trânsito, que levam socos e chutes. Alguns caem no chão. “Foi um verdadeiro terror”, disse Geraldo Silva, um dos agredidos.

Em nota, a assessoria de imprensa do deputado estadual eleito Celso Giglio (PSDB) informou que os envolvidos na agressão eram “penetras da festa” e que eles não têm envolvimento com o comitê ou o candidato.

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/10/imagens-mostram-agressao-fiscais-em-osasco.html?utm_source=g1&utm_medium=email&utm_campaign=sharethis

POLICIAIS CIVIS E MILITARES DEVEM SE UNIR PARA COLOCAR OS GUARDAS CIVIS NO DEVIDO LUGAR 86

Policial militar e guardas se desentendem
Gama nega agressão e afirma que PM teria tentado invadir a sede da corporação e ofendido guardas
Divulgação

Policial militar de São Paulo disse ter sido espancado por guardas

PÂMELA PADUAN E PAULO CORRÊA

AMERICANA

O policial militar Vitor Hugo Carrilho, 24, acusou ontem membros da Gama (Guarda Armada Municipal de Americana) de tortura. O caso teria ocorrido na noite de anteontem dentro da base da corporação, em Americana, onde segundo Carrilho teria recebido socos e pontapés após ter ido se queixar da abordagem de um guarda municipal nos arredores do Centro Cívico.

Carrilho diz ter sido confundido com um universitário que xingou um guarda que estava em patrulhamento no Economíadas (jogos universitários). “Ele disse que eu era um folgado e mandou eu encostar. Eu me apresentei, disse que era um policial de São Paulo. Ele respondeu que eu não apitava nada e quem mandava ali era a Guarda”, contou o policial, que é estudante da Universidade Mackenzie.

Inconformado com a atitude, Carrilho disse ter se direcionado até a base da Gama para prestar queixa. “Pedi para falar com um inspetor e um dos guardas começou a me tratar mal. Chegou um inspetor chamado Cícero e um outro guarda e começou um bate-boca”, relatou.

Segundo o policial, um dos guardas teria ameaçado puxar a arma e deu um tapa no rosto dele. “A partir daí não vi mais nada. Recebi chutes na cara, meu nariz está quebrado e fiquei algemado”, contou. Ele disse que prestou queixa por abuso de autoridade.

OUTRO LADO

A Gama nega o fato e acusa o policial militar de tentar invadir, embriagado, a sede da corporação. Um dos guardas informou à Polícia Civil, onde o boletim de ocorrência foi registrado, que estava na base quando o policial conversava com o sub-inspetor.

Durante a conversa, o policial teria começado a insultá-lo. O guarda disse que tentou explicar que ele não era o sentinela, momento em que o policial empurrou o sub-inspetor e entrou na instituição.

Os dois se agrediram e outros três guardas entraram na briga e conseguiram imobilizar o policial. Eles alegam que neste momento Carrilho bateu com o rosto no chão e fraturou o nariz.

O guarda que fazia sentinela disse que Carrilho também o xingou e ainda o ameaçou. O sub-inspetor Ciro confirmou a versão dos guardas e disse que o guarda que abordou o policial militar nos jogos é sub-inspetor e que teria alegado ter sido insultado.

A prefeitura contestou, através da assessoria de imprensa, as informações de Carrilho, reforçando que ele tentou invadir a sede da corporação visivelmente embriagado e que agrediu verbalmente os guardas.

Foi relatado ainda que ele teria tentado arrancar a arma de um dos guardas e que por isso foi imobilizado.

RATÃO: “Ele sempre foi muito discreto. Para mim, ele era um empresário”, disse o delegado Emílio Braga Françolin, que o chefiou no Denarc e na seccional…EMPRESÁRIO DO PÓ COM GESSO 64

Policial civil paulista está entre os presos por tráfico em Portugal

Investigador que já foi do departamento antidrogas é um dos acusados de[br]levar 1,7 tonelada de cocaína para a Europa

14 de outubro de 2010 | 0h 00 

Marcelo Godoy – O Estado de S.Paulo

A apreensão de quase 2 toneladas de cocaína com cinco brasileiros em Portugal provocou um terremoto na Polícia Civil de São Paulo. Tudo porque um dos presos pela polícia portuguesa é o investigador Walter José Bernal. Conhecido como Ratão, ele foi um importante policial do Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) até 2006. Atualmente, está na 5.ª Delegacia Seccional de São Paulo, na zona leste.

 

“Ele (Bernal) é inocente. Ele estava no lugar errado, na hora errada e com a pessoa errada”, disse o advogado Daniel Bialski, que defende o investigador. A apreensão de 1,7 tonelada de cocaína na cidade de Montijo foi a conclusão de uma investigação da polícia portuguesa que durou seis meses. A droga está avaliada em 20 milhões.

A cocaína, de origem colombiana, chegou a Portugal pelo Porto de Leixões, no norte do país. Estava em cinco contêineres misturada a placas de gesso, que foram transportados até Montijo, de onde seria enviada à Espanha. Segundo a investigação, os traficantes planejavam o envio de mais nove contêineres.

Bernal está há 21 anos na polícia. Em 2007, se tornou chefe dos investigadores da seccional, função que exerceu até 2009, quando, com a mudança de direção da delegacia, deixou a chefia, mas ficou na unidade.

A Polícia Federal foi avisada do envio de cocaína para a Europa pela polícia portuguesa. Na apuração, descobriu que Bernal tem um apartamento na Vila Nova Conceição, na zona sul. Com as prisões, ocorridas no dia 7 de outubro, os federais foram ao apartamento. Com um mandado expedido pela juíza Noemi Martins de Oliveira, da 5.ª Vara Federal de Guarulhos, na Grande São Paulo, a PF apreendeu dois cofres, documentos, fotos, celulares e cartões de memória de telefones.

Amigo. Bernal seria ligado ao empresário Paulo Eduardo Costa Junqueira, um dos sócios da empresa de gesso Aprendendo a Somar, com sede em Montijo. A empresa de Junqueira teria ainda como sócio Rarisson Soares da Silva, também investigado no caso.

As casas de Junqueira em Mairiporã e em Guarulhos, na Grande São Paulo, foram revistadas pelos federais. O empresário está entre os presos em Portugal. Ele foi detido em companhia do empresário Emerson Rodrigues de Salas e Bernal. A reportagem não localizou a defesa dos dois.

Bernal disse aos policiais portugueses que passava férias com sua mulher. De fato, ele está de férias desde 27 de setembro. “Ele foi a Portugal a convite do Paulo (Junqueira)”, afirmou Bialski.

A prisão causou desconforto na polícia. “Ele sempre foi muito discreto. Para mim, ele era um empresário”, disse o delegado Emílio Braga Françolin, que o chefiou no Denarc e na seccional. O investigador seria sócio no Brasil de uma empresa de factoring.

A Corregedoria da Polícia Civil abriu uma investigação sobre o caso. Ele vai verificar se outros policiais estão envolvidos no caso e se outros carregamentos de gesso foram enviados à Europa pelo grupo.

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Caracas, o ABADIA ESTAVA MESMO CORRETO.

O DENARC ERA O QUARTEL GENERAL DO TRÁFICO.

O DISCRETO POLICIAL É MORADOR DESTA MODESTA VILA

WALTER JOSÉ BERNAL PRESO SOB SUSPEITA DE EXPORTAR 1700 QUILOS DE COCAÍNA PARA PORTUGAL ERA “DAQUELE TIME” DO DENARC 14

Acusado de tráfico de drogas em Portugal atuou no Denarc
14 de outubro de 2010 07h11 

Um dos cinco brasileiros presos no último sábado em Portugal sob suspeita de traficar 1,7 t de cocaína é um ex-integrante do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil de São Paulo. O investigador Walter José Bernal atualmente está lotado na 5ª Delegacia Seccional Leste. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Simultaneamente à operação que culminou com a prisão do grupo na zona industrial de Montijo, ao sul de Lisboa, a Polícia Federal apreendeu dois cofres fechados em um flat de luxo onde o policial vivia, na Vila Nova Conceição, na zona sul da capital paulista. Foram apreendidos também celulares, fotos e cartões de memórias para serem usados como possíveis provas. Segundo as autoridades portuguesas, Bernal usava técnicas de combate ao narcotráfico aprendidas no Denarc para traficar drogas. Na década de 1990, o policial foi investigado por suspeita de comprar armas na Argentina.

JOSÉ SERRA É TECNICAMENTE HONESTO: FOI DENUNCIADO E ABSOLVIDO EM 14 AÇÕES; LUTA PARA SER ABSOLVIDO NAS FALCATRUAS DE SOCORRO AOS BANQUEIROS NA ÉPOCA DE FHC…MAS COM TAL EXPERIÊNCIA COMO RÉU – 17 AÇÕES – NEM SEQUER SERIA ACEITO COMO CANDIDATO EM CONCURSO DE AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS NA POLÍCIA CIVIL…PARA FINS DE CONCURSO PÚBLICO – NAS CARREIRAS MENOS COMPLEXAS, INCLUSIVE – ELE SERIA CONSIDERADO “FICHA SUJA” E REPROVADO! 4

Serra luta contra três processos judiciais

Na Justiça, três processos contra José Serra

Dilma Rousseff e Indio da Costa não sofrem ações. Temer tem três casos já julgados

 

Apesar de realizado antes do primeiro turno das eleições, um levantamento feito pelo site Congresso em Foco sobre a situação judicial dos candidatos a Presidência e Vice-Presidência da República passou praticamente em branco por parte da mídia. No caso, os números mostram que o presidenciável do PSDB, José Serra, tem 17 processos contra ele em seu currículo. Destes, três continuam ativos. Em um dos casos, ainda segundo o site, uma juíza teria considerado que houve, por parte de Serra, dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos.

No entanto, o Jornal do Brasil consultou o histórico do processo, no qual não consta qualquer decisão final. Já a rival de Serra na campanha, Dilma Rousseff, informa não haver processos contra ela. Em relação aos candidatos a vice, o papel se inverte. O peemedebista Michel Temer, da chapa de Dilma, lista três processos contra ele, e o candidato do DEM, Indio da Costa, da chapa de Serra, diz não ter sido processado.

Os candidatos são obrigados, por lei, a informar ao Tribunal Superior Eleitoral a respeito dos processos judiciais contra eles.

Num dos processos contra Serra, uma denúncia feita pelo Ministério Público Federal, e aceita pela juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, é por improbidade administrativa, dos tempos em que o tucano era ministro do Planejamento no governo Fernando Henrique Cardoso. No caso, a ação diz respeito ao Proer, programa implementado no primeiro governo FHC para sanear instituições financeiras que enfrentaram dificuldades na virada do período de hiperinflação para o início do Plano Real.

Além de Serra, as ações envolvem diversas pessoas que tiveram algum grau de responsabilidade nas decisões relativas ao programa, como o então ministro da Fazenda, Pedro Malan. As ações questionam a assistência prestada pelo Banco Central, no valor de R$ 2,975 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, entre outras decisões adotadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O JB não conseguiu entrar em contato com a juíza Daniele Maranhão Costa. De acordo com as informações no site do TSE, a magistrada teria apenas recebido a denúncia, e não proferido uma decisão. O presidenciável do PSDB também responde por crimes de imprensa, calúnia e injúria, em ações ajuizadas pelo Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. Em uma delas, o ex-presidente do PT Ricardo Berzoíni é o autor das denúncias, que foram recebidas pela Justiça de São Paulo e estão em andamento.

O Jornal do Brasil entrou em contato com a assessoria de Serra, para que o candidato comentasse a respeito dos processos. Até o fechamento desta edição, não houve resposta.

Sobre os processos contra Michel Temer, um deles é um recurso do Banco Central contra um pedido feito pelo próprio Temer à Justiça para a liberação recursos em dinheiro bloqueados durante o governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, na época do plano que confiscou parte dos recursos depositados em cadernetas de poupança. Nos outros dois processos contra Temer, um deles é citado como “caso eliminado”, sem oferecer mais detalhes. O outro é citado como uma apelação civil contra deputados da bancada paulista na Câmara dos Deputados.

Casos encerrados A assessoria de Temer informou, segundo o Congresso em Foco, que todos os casos contra o peemedebista estão transitados em julgado, isto é, já percorreram todas as instâncias judiciais e foram objeto de julgamento, não oferecendo qualquer risco para o candidato.

 

 

OS FALSÁRIOS 3

Os falsários

DEMÉTRIO MAGNOLI

O GLOBO 

Carlos Augusto Montenegro, o presidente do Ibope, profetizou há muitos meses uma vitória folgada de José Serra, no primeiro turno. A campanha não havia começado e o Ibope não tinha pesquisas relevantes. O Oráculo falou para bajular aquele que, presumia sua sabedoria política, seria o próximo presidente. Mais tarde, durante a campanha, de posse de inúmeras pesquisas, o Oráculo asseverou com a mesma convicção que Dilma Rousseff venceria no primeiro turno. A bajulação dos poderosos de turno obedece a uma lógica inflexível. Na mesma entrevista, ele sugeriu que a oposição atentava contra a democracia ao repercutir os escândalos no governo. Cada um fala o que quer, nos limites da lei, mas o Oráculo de araque não se limita a isso: ele vende um produto falsificado.

Pesquisas de opinião declaram uma margem de erro e um intervalo de confiança.

A margem de erro expressa a variação admissível em relação aos resultados divulgados. O intervalo de confiança expressa a confiabilidade da pesquisa — ou seja, a probabilidade de que ela fique dentro da margem de erro.

Na noite de 3 de outubro, o Ibope divulgou as pesquisas de boca de urna para a eleição nacional e para 16 estados, registradas com margem de erro de 2% e intervalo de confiança de 99%.

Das 17 pesquisas, 12 ficaram fora da margem de erro. O intervalo de confiança real é inferior a 30%. Um cenário similar, catastrófico, emerge das pesquisas para o Senado. Há tanta diferença assim entre isso e vender automóveis com defeitos nos freios? O Ibope não está só. Datafolha, Sensus e Vox Populi não fizeram pesquisas de boca de urna, mas suas pesquisas imediatamente anteriores também não resistem ao cotejo com as apurações.

Todos os grandes institutos brasileiros cometem um mesmo erro metodológico, bem conhecido pelos especialistas.

Eles usam o sistema de amostragem por quotas, que tenta produzir uma miniatura do universo pesquisado. A amostra é montada com base em variáveis como sexo, idade, escolaridade e renda. Isso significa que a escolha dos indivíduos da amostra não é aleatória, oscilando ao sabor de variáveis arbitrárias e contrariando os princípios teóricos da amostragem estatística.

O Gallup aprendeu a lição depois de errar na previsão de triunfo de Thomas Dewey, nas eleições americanas de 1948. Venceu Harry Truman e o instituto mudou sua metodologia, adotando um plano de amostragem probabilística, que gera amostras aleatórias. Quase meio século depois, os institutos britânicos finalmente renunciaram à amostragem por quotas. O copo entornou em 1992, quando as pesquisas baseadas na metodologia furada previram uma vitória trabalhista, mas triunfou o conservador John Major. Na sequência, uma equipe de especialistas identificou o problema e apresentou a solução. Os institutos brasileiros conhecem toda essa história. Não mudam, pois a metodologia atual é mais prática e barata.

 

Vendem gato por lebre.

A amostragem por quotas não permite calcular a margem de erro. Os institutos “resolvem” a dificuldade chutando uma margem de erro, que exibem como fruto de cálculo rigoroso. Como as eleições brasileiras costumam ter nítidos favoritos, eles iludem deliberadamente a opinião pública, cantando acertos onde existem, sobretudo, equívocos.

Não é um fenômeno novo. Jorge de Souza, no seu “Pesquisa eleitoral: críticas e técnicas” (Editora do Senado, 1990), já registrava que 16 das 23 pesquisas Ibope referentes às eleições estaduais de 1986 situaram-se fora da margem de erro — o mesmo desastroso intervalo de confiança, em torno de 30%, verificado neste 3 de outubro.

 

Nem todos os institutos são iguais.

O Datafolha conserva uma notável isenção partidária, embora também utilize o indefensável sistema de amostragem por quotas. O Oráculo do Ibope anda ao redor dos poderosos, sem discriminar partidos ou candidatos, farejando oportunidades em todos os lados.

 

Marcos Coimbra, seu congênere do Vox Populi, pratica uma subserviência mais intensa, porém serve apenas a um senhor. Durante toda a campanha, o Militante assinou panfletos políticos governistas fantasiados como análises técnicas de tendências eleitorais. Dia após dia, sem descanso, sugeriu a inevitabilidade do triunfo da candidata palaciana no primeiro turno.

Sua pesquisa da véspera do primeiro turno, publicada com fanfarra por uma legião de blogueiros chapa branca, cravou 53,4% dos votos válidos para Dilma Rousseff. Errou em 6,5 pontos percentuais, quase três vezes a margem de erro proclamada, de 2,2%.

Pesquisas obviamente não decidem eleições. Mas elas têm um impacto que não é desprezível. Sob a influência dos humores cambiantes do eleitorado, supostamente captados com precisão decimal pelas pesquisas, consolidam-se ou dissolvem-se alianças estaduais, aumentam ou diminuem as doações de campanha, emergem ou desaparecem argumentos utilizados na propaganda eleitoral, modifica-se a percepção pública sobre os candidatos. Os institutos comercializam um produto rotulado como informação. Se fosse leite, intoxicaria os consumidores. Sendo o que é, envenena a democracia.

Beto Richa, o governador eleito em primeiro turno no Paraná, obteve da Justiça Eleitoral a proibição da divulgação de pesquisas eleitorais que não o favoreciam. A censura é intolerável, principalmente quando solicitada por alguém que se comprazia em dar publicidade a pesquisas anteriores, nas quais figurava à frente. Ele poderia ter usado o horário eleitoral para expor a incúria metodológica dos institutos e o lamentável papel desempenhado por alguns de seus responsáveis, como o Oráculo e o Militante. A opinião pública, ludibriada a cada eleição, encontrase no limiar da saturação. Mais um pouco, aplaudirá o gesto oportunista de Richa e clamará pela censura. Que tal os institutos agirem antes disso, mesmo se tão depois do Gallup? Ah, por sinal: qual é mesmo a taxa de aprovação do governo Lula?

DEMÉTRIO MAGNOLI é sociólogo e doutor em Geografia Humana pela USP.

E-mail: demetrio.magnoli@terra.com.br.

PT pede que MP investigue Paulo Souza, ligado a Serra 2

Por FAUSTO MACEDO, estadao.com.br, Atualizado: 13/10/2010 20:08

PT pede que MP investigue Paulo Souza, ligado a Serra

A bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo pediu hoje à Procuradoria Geral de Justiça investigação sobre Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, suposto arrecadador de recursos de campanhas do PSDB e ex-homem forte da empresa Desenvolvimento Rodoviário SA (Dersa), vinculada à Secretaria Estadual de Transportes. Documento de 26 páginas subscrito por 32 deputados, dos quais 12 eleitos último dia 3, aponta movimentos de Souza nos bastidores do Palácio dos Bandeirantes na gestão de José Serra (PSDB).

Souza ocupou os cargos de diretor de Relações Institucionais e de Engenharia da Dersa. Foi responsável pela medição de obras de grande porte e pagamentos às empreiteiras contratadas para construir o trecho sul do Rodoanel, o prolongamento da Avenida Jacu Pêssego e a reforma da Marginal do Tietê. Em 9 de abril, dias depois que Serra deixou o governo para candidatar-se à Presidência, Souza foi demitido.

Seu nome ganhou evidência na noite de domingo, durante o debate da TV Bandeirantes, quando Dilma Rousseff (PT) atribuiu a Souza suposto sumiço de R$ 4 milhões da campanha do PSDB.

Na representação ao Ministério Público de São Paulo, o PT aponta ‘possível favorecimento’ da filha de Souza, a advogada Priscila Arana de Souza Zahran, que trabalha para um escritório que defende, perante o Tribunal de Contas do Estado e o da União, as construtoras que seu pai contratou quando dirigente da Dersa.

Foi Priscila, segundo os parlamentares petistas, quem emprestou, em 2007, R$ 300 mil ao senador eleito Aloysio Nunes Ferreira, então secretário da Casa Civil de Serra, para a compra de um apartamento no bairro Higienópolis, zona central da capital paulista. ‘Um típico negócio de pai para filho’, declarou o deputado Antônio Mentor, líder do PT na Assembleia.

A bancada do PT sustenta ainda que o atual presidente da Dersa, José Max Reis Alves, ‘participou da elaboração do programa de Serra para o governo de São Paulo e do alto escalão do governo Fernando Collor na função de chefe de gabinete da então ministra da Fazenda Zélia Cardoso’. Segundo o documento, Max ‘foi acusado de participar do esquema PC por ter recebido no final de 1990 US$ 53 mil, segundo consta do relatório final da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que investigou o caso no Congresso’.

Castelo de Areia

O advogado José Luís Oliveira Lima, que defende Souza, rebateu as acusações. Ele rechaçou a informação de que o escritório de advocacia para o qual a filha de Souza trabalha tenha atuado em favor da Dersa. O criminalista disse ainda desconhecer investigação no Ministério Público Estadual contra seu cliente.

Salientou que o inquérito da Operação Castelo de Areia, no qual Souza é citado como possível destinatário de pagamentos da construtora Camargo Correa, está sob análise do Superior Tribunal de Justiça (STJ). ‘Nunca o chamaram para prestar depoimento’, anotou Lima. A Dersa não se manifestou.

FOLHA CORRIDA DO MEU GOVERNADOR JOSÉ SERRA…( a minha é mais limpinha ) 11

http://saraiva13.blogspot.com/2010/10/ficha-imunda-de-serra-ele-tem-17.html

Alguns processos contra Serra na Justiça Federal do DF. Há outros processos em outros tribunais.

Se a Justiça no Brasil fosse mais rápida para políticos, José Serra (PSDB) já poderia estar ao lado de Joaquim Roriz e impedido de candidatar-se pela lei da ficha suja.

Serra tem 17 processos declarados à Justiça Eleitoral, de acordo com as certidões que ele mesmo apresentou (a contragosto, por imposição da lei, senão a candidatura fica impugnada).

Entre os processos, pelo menos três são por corrupção (improbidade administrativa).

O maior dos escândalos de corrupção envolvendo José Serra, e que o levou ao banco dos réus, foi sobre o PROER, com rombo nos cofres públicos de R$ 3 bilhões beneficiando o Banco Econômico, e de R$ 1,7 bilhões para o Banco Bamerindus ser comprado pelo HSBC.

O processo 2003.34.00.039140-7 corre na Justiça Federal do DF, e demonstra que José Serra, junto a outros tucanos do governo FHC, descumpriram as leis e as normas do próprio PROER, ao injetar bilhões do dinheiro público que foi para o ralo, em instituições que não poderiam receber socorro, e teriam que ser liquidadas.

Já houve uma decisão da juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, aceitando que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso.

É a ante-sala para José Serra entrar na lista dos fichas sujas, caso se confirme uma condenação por juízes, em colegiado.

O demo-tucano também responde processos por crimes de imprensa, calúnia e injúria.

SERRA DIZ QUE ESCOLHE BOAS EQUIPES…VERDADE, O LAURO MALHEIROS SERÁ O MINISTRO DE SEGURANÇA PÚBLICA 4

13/10/2010 – 18h09

No RS, Serra se irrita com pergunta sobre ex-diretor da Dersa e diz que escolhe boas equipes

Alexandre de Santi
Especial para o UOL Eleições
Em Porto Alegre

Durante visita ao Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (13), o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, mostrou irritação com uma pergunta sobre o engenheiro Paulo Vieira de Souza, ex-diretor de engenharia da Dersa que, segundo reportagem da revista Isto É, teria desviado dinheiro da campanha tucana. Serra afirmou que “escolhe boas equipes”. Em debate no último domingo (10), Dilma Rousseff (PT) citou a reportagem para atacar o adversário.

Em tumultuada entrevista coletiva, Serra evitou falar sobre sua relação com Paulo Souza e sobre o suposto sumiço de R$ 4 milhões da campanha do PSDB. O ex-governador paulista encerrou a entrevista repentinamente quando foi perguntado diretamente sobre o assunto e disse: “Isto é pauta petista”.

https://flitparalisante.wordpress.com/2010/09/19/20475/

BOLINARAM NO PONTO “G” DO JOSÉ SERRA…(hehehe…esse ponto G é doloroso ) 7

Serra se irrita com jornalista por pergunta sobre Paulo Preto
13 de outubro de 2010 18h02 atualizado às 18h14 

Flavia Bemfica
Direto de Porto Alegre

O candidato à presidência da República, José Serra (PSDB), demonstrou irritação na tarde desta quarta-feira (13), em Porto Alegre (RS), ao ser novamente questionado por jornalistas sobre o caso do ex-assessor Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Na saída de uma reunião que manteve com o candidato derrotado do PMDB ao governo, José Fogaça, Serra disse que não tinha nada para comentar a respeito do caso do assessor. “Considero um preconceito odiento (sic) se referirem a uma pessoa com este apelido”, declarou o candidato. Questionado sobre o porque havia dito inicialmente negado conhecer o assessor, ele justificou dizendo que havia sido perguntado pelo apelido.

Segundo Serra, não houve desvio de dinheiro em sua campanha. “A Dilma (Rousseff, do PT) está preocupada com o desvio de dinheiro na minha campanha, o que não aconteceu. Eu já estou preocupado com o desvio de dinheiro na Casa Civil”. Em seguida, Serra começou a criticar a imprensa e o jornalista Sérgio Bueno do Valor Econômico que havia feito a pergunta. “Eu sei que no caso vocês não têm interesse na Casa Civil, naquilo que foi desviado e etc. O seu jornal pelo menos não tem”.

Após as declarações, uma das assessoras de Serra encerrou a conversa. Fogaça, que estava ao lado do candidato, fez um comentário diretamente para Serra, ao que ele respondeu em voz alta. “Mas o Valor também é meio assim (gesticulou). Não é só ele (o jornalista), não”. Depois do comentário de Serra, o jornalista disse: “isso é preconceito, candidato”. Ao que Serra respondeu: “não é preconceito. Vocês fazem manchete para o PT botar no horário eleitoral”.

Antes do encontro com Fogaça, que aconteceu na antiga casa de campanha do candidato do PMDB, no bairro Bela Vista, Serra havia feito um discurso defendendo a liberdade de imprensa junto a apoiadores no Hotel Everest. Durante o evento, o tucano se esquivou de todas as perguntas sobre o ex-assessor.

“Para nós, liberdade e democracia não são instrumento de retórica e a liberdade de imprensa é indispensável. Eu reclamo da imprensa às vezes, mas vou lutar até a morte para que sejam livres no que dizem. Democracia é respeitar aqueles que não estão de acordo”. 

SERRA DESPENCA: Dilma tem 48% e Serra soma 40% Resposta

13/10/2010 – 18h38

Vox Populi: Dilma tem 48% e Serra soma 40%

Do UOL Eleições
Em São Paulo

A primeira pesquisa Vox Populi para o segundo turno das eleições presidenciais, divulgada nesta quarta-feira (13), aponta liderança da candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, com 48% dos votos, ficando à frente do rival José Serra (PSDB), com 40%, caso a votação fosse hoje. O pleito será em 31 de outubro.

Na sondagem contratada pelo portal iG, brancos e nulos somaram 6% e os indecisos, também. Levando-se em conta apenas votos válidos, desconsiderando-se brancos e nulos, o resultado final apontaria Dilma com 54,5% e Serra com 45,4% do eleitorado.

O instituto entrevistou três mil pessoas de 10 a 11 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual. Os números do Vox Populi são semelhantes ao da pesquisa Datafolha divulgada no sábado (09), na véspera do primeiro debate entre os presidenciáveis: ali a petista tinha 48% e Serra, 41% dos votos.

Além da corrida presidencial, o instituto apurou a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A aprovação ao mandatário é de 78%. Para 17% dos entrevistados, o desempenho dele é regular e 4% o reprovam.

“CARO REALISTA FANTÁSTICO”, DILMA É TÃO “TERRORISTA DESQUALIFICADA” QUANTO ALOYSIO NUNES E JOSÉ SERRA…A DIFERENÇA: SERRA FUGIU NAS PRIMEIRAS HORAS DO GOLPE MILITAR, ALOYSIO FUGIU DEPOIS DE CONSUMAR ALGUMAS AÇÕES PATRIÓTICAS…DILMA – MUITO NOVA E FRÁGIL – FOI CAPTURADA, TORTURADA E CONDENADA SEM PROVAS…RESUMINDO: JOSÉ SERRA FOI UM SUBVERSIVO “CAUTELOSO” QUE ABANDONOU A CAUSA…ABANDONOU OS COMPANHEIROS VOANDO NAS ASAS DA PANAIR…DIZEM QUE SERRA ERA AGENTE DA CIA, AJUDOU A DERRUBAR JANGO; DEPOIS FOI COLABORAR NA DERROCADA DE SALVADOR ALLENDE ( que não era parente de Dnª Mônica )…hehehe 3

PM/10/13 às 18:38 – REALISTA FANTÁSTICO

Bem, eu falo sobre algo de que pelo menos haja o mínimo de indícios. Agora, ficar levando fé numa terrorista desqualificada que joga palavras ao vento sem apoio em quaisquer fatos, não, isso eu não faço. Se você faz, descobrimos um bom exemplo do significado da palavra leviandade – sempre achei o dicionário que tenho meio obscuro nesse verbete, hehehe.

DECISÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO O QUAL CONCEDE APOSENTADORIA ESPECIAL AOS POLICIAIS 9

WAGNER NUNES LEITE GONCALVES paradipol@flitparalisante.com

data13 de outubro de 2010 11:32
assunto APOSENTADORIA ESPECIAL

 

BOM DIA DR. GUERRA , SEGUE A DECISÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO O QUAL CONCEDE APOSENTADORIA ESPECIAL AOS POLICIAIS, BASTANDO APENAS QUE O POLICIAL FAÇA ESTE PEDIDO ADMINISTRATIVAMENTE. ESTE DOCUMENTO É PÚBLICO POIS NÃO HÁ DECRETAÇÃO DE SEGREDO DE JUSTIÇA E O MESMO PODE SER ACESSADO ATRAVÉS DO SITE http://www.tj.sp.gov.br/  CLIKAR NO LINK JUSRISPRUDÊNCIA  FORNECENDO NÚMERO DO PROCESSO OU PESQUISA FONÉTICA.
 UM ABRAÇO! WAGNER.

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A bala de ouro: o papel de Dilma na reconfiguração política do Brasil não pode ser atropelado por um estilo de campanha construído em cima de factóides malévolos, distorções, temas-tabu e retóricas que celebram um vandalismo desastroso (inclusive para os próprios autores). Resposta

Quarta, 13 de outubro de 2010, 11h17 Atualizada às 12h00

A bala de ouro

Paulo Costa Lima
De Salvador (BA)

 

1. Não se faz um país sem povo. Mas, ora, o Brasil foi durante séculos, justamente algo nessa direção. Tudo começou de forma oficial na Praça Thomé de Souza – Salvador, em 1549, com um Regimento Geral aprovado em Lisboa e funcionários portugueses envolvidos na aventura da implementação. Os indígenas lá longe.

2. Por aqui o país oficial sempre foi um, e o povo sempre precisou inventar o seu próprio. Fez isso de forma genial, reinventando formas de vida – e essa é talvez nossa melhor marca distintiva, da música à culinária. Mas, quanto ao problema da dissociação entre vida e participação política ainda estamos longe de uma transformação estável.

3. A manutenção de milhões de pessoas em estado de miserabilidade, a desigualdade regional, o desincentivo à produção significam justamente que não há um país para todos. E incide diretamente sobre o desafio de inclusão econômica e política dessa impressionante camada. Com o atraso secular produzido pela ditadura militar de 64, tivemos todas as iniciativas nessa direção adiadas até praticamente o início dos 90.

4. Não resta dúvida alguma que a era Lula teve um efeito bastante positivo sobre esse processo, relativizando a força secular das soluções e valores adotados pela elite. A sociedade precisará dizer se considera ‘virtuoso’ ou ‘vicioso’ o processo de articulação popular desenvolvido pelo período Lula, no bojo mais amplo de sua perspectiva de gestão.

5. Falo em articulação popular como processo amplo e não como prestígio de um personagem solo. O conjunto de todos os vetores sociais na direção de uma nação com menos desigualdade e maior autonomia – econômica, política, de conhecimento…

6. Também como dimensão civilizatória de participação mais eqüitativa, coisa que nunca alcançamos, sempre meio que hipnotizados pela tal agenda “dos de cima”, pelos seus juízos técnicos e valorativos, muitas vezes absolutamente parciais, porém tornados em unanimidade forçada, sua visão de mundo distribuída pelos sistemas de comunicação hegemônicos.

7. Não que haja uma perspectiva popular pronta, aguardando ser projetada por algum governo. Trata-se justamente do desafio de fazer aflorar a possibilidade de construí-la. De abrir espaço para um laboratório de novos circuitos sociais, com todos os riscos (e benefícios) inerentes ao desafio. Seguir o bom senso “dos de cima”, nossa tradicional solução, mobiliza adeptos históricos, sempre prontos a desacreditar processos de transformação do poder – de inclusão de novos personagens políticos;

8. No final das contas é isso que estaremos decidindo. Se as marcas do governo Lula nessa direção são autênticas e merecem continuidade ou não. Leio agora na internet o significativo apoio de Chico Buarque e diversos outros artistas e intelectuais.

9. A rigor, a ex-candidata Marina Silva nada precisaria dizer. Toda sua vida pública – desde a tênue possibilidade de sua existência até a pujante presença como senadora e ministra – falam da virtuosidade do processo de mobilização de lideranças populares desencadeado pela era Lula.

10. Do ponto de vista dos movimentos sociais, da cultura como direito de cidadania, do ponto de vista de uma política de conhecimento para o Brasil, do ponto de vista do desenvolvimento com inclusão, e de vários outros ângulos, a virtuosidade do ciclo Lula é bastante clara. Dialoga claramente com a aprovação de 80% do seu governo. Com a transformação cultural de perceber que um “de baixo” (e, portanto, mil “de baixo”) podem assumir liderança de forma inovadora. Podem dialogar com o bom senso das elites de forma construtiva.

11. Ora, a delicadeza da montagem desse laboratório de reconfiguração política do país, que também toca nas questões de peso regional – e o papel de Dilma nesse processo – não pode ser atropelado por um estilo de campanha construído em cima de factóides malévolos, distorções, temas-tabu e retóricas que celebram um vandalismo desastroso (inclusive para os próprios autores).

12. Devemos lutar contra esse ambiente anti-democrático que se auto proclama como defesa da democracia, e exigir tranqüilidade e honestidade na discussão dos temas que realmente importam.

13. A bala de ouro, longe da associação vampirista da tal ‘bala de prata’ tão comentada durante a campanha – será a oportunidade de mobilização popular em defesa do espaço duramente conquistado. E atingirá apenas o modelo secular de um país sem povo.

(manifesto minha posição com a traquilidade de quem já foi eleitor de vários outros partidos, desde o tempo de Covas; de quem não depende de nenhuma benesse governamental e que escreve apenas como ato de consciência).

Paulo Costa Lima é compositor. Pesquisador pelo CNPq. Professor de composição da Universidade Federal da Bahia.
http://www.myspace.com/paulocostalimahttp://www.paulolima.ufba.br/

Bergamo: Pesquisa indica que eleitor não aceitou bem Serra não ter defendido a mulher 4

QUESTÃO DA MULHER
As pesquisas qualitativas tanto da campanha de José Serra (PSDB) quanto da de Dilma Rousseff (PT) revelaram que o eleitor não aceitou bem o fato de Serra não ter defendido a mulher, Monica, quando a petista a acusou de participar de uma campanha de difamação ao declarar que Dilma é a favor de “matar criancinhas”. Na segunda à noite, o programa de Serra saiu em defesa da ex-primeira dama de SP.

TUDO BESTEIRA
Na saída do debate da Band, José Serra minimizou o fato de não ter respondido, no ar, ao ataque de Dilma a Monica Serra. “Defender de quê? De uma besteira dessas?”, disse ele à coluna.