BOM NEGÓCIO É SER DESLIGADO DE POLÍCIA (de farda ou gravata ) DONO “OCULTO” DE EMPRESA DE VIGILANTES FUNCIONANDO TAL COMO A SEGURANÇA OFICIAL: INEFETIVA, ABANDONADA, INADEQUADA 37

Enviado em 09/02/2011 às 9:16- DENARC

09/02/2011 – 08h49

Chefe da Polícia Civil de SP cobra ação dos vigilantes de rua

DE SÃO PAULO

Ao falar ontem sobre o assalto à casa do secretário de Transportes e Logística do Estado de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, o delegado-geral da Polícia Civil de SP, Marcos Carneiro Lima, afirmou à Rádio Jovem Pan que “somente a polícia não consegue resolver problema dessa envergadura”.

Criminosos levaram R$ 4.500 da casa de secretário
Criminosos invadem casa do secretário de Transportes de SP

E mais: disse ainda que os vigias de rua precisam ter participação mais efetiva na segurança pública.

“Se eles [vigilantes] recebem dinheiro desses moradores para fazer uma segurança, ela tem de ser efetiva, e não apenas, como vimos várias vezes, cabines abandonadas, vigilantes que não estão fazendo o serviço adequado. Isso é importante que seja cobrado da polícia, mas também a participação de toda a população”, afirmou.

O assalto a casa do secretário aconteceu na noite da última segunda-feira, quando quatro homens armados invadiram o local e levaram R$ 4.500 em dinheiro. Os criminosos também roubaram dois celulares –um particular e um da secretaria–, quatro laptops, joias femininas, um revólver calibre 38 e uma pistola 380.

O delegado-geral disse que, a partir de agora, a polícia irá cadastrar e fiscalizar os vigilantes de rua autônomos da capital. A intenção é criar um banco de dados para que os cidadãos possam saber quem é contratado.

Vigias autônomos não podem andar armados –só os contratados de empresas de segurança particular autorizadas pela Polícia Federal.

Ele também anunciou que policiais serão destacados especialmente para coletar impressões digitais em cenas de crimes. Na casa de Saulo, a polícia não conseguiu coletar impressões digitais dos criminosos porque o local já havia sido alterado.

Além de três cabines de vigilantes, a rua é monitorada pela Prodefence Monitoramento Residencial e Empresarial, que pertencia ao delegado Clóvis Ferreira de Araújo. Procurada, Rejane Zachello, atual dona, não falou.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/872845-chefe-da-policia-civil-de-sp-cobra-acao-dos-vigilantes-de-rua.shtml

INFORMAMOS AOS FLITADORES QUE “OUVIDOS” PELA CORREGEDORIA GERAL – NO DIA 21 DE JANEIRO – NEGAMOS FORNECER QUAISQUER DADOS ACERCA DE USUÁRIOS E COMENTARISTAS DO FLIT PARALISANTE 45

 

———- Mensagem encaminhada ———-
De: 

8 de fevereiro de 2011 20:26
Assunto: FW: Policiais que acessaram RDO da esposa do Corregedor de Campinas são convocados
Para: dipol@flitparalisante.com

 Dr Guerra, publique por favor!!!
Não informe pelo amor de Deus a origem do e-mail, pois como o Sr. pode ver, estamos todos monitorados.
Peça a opinião dos leitores. Na sua opinião, isso seria uma espécie de intimidação?
Obrigado

Corregedoria de SP interroga policiais civis de Campinas

 

As informações iniciais dão conta de que se trata de caso em que mulher de corregedor de Campinas se envolveu em caso irregular

08/02/2011 – 13h36 . Atualizada em 08/02/2011 – 20h49

Portal RAC    
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Camopinas, Portal RAC
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A Corregedoria da Polícia Civil da Capital veio a Campinas para verificar uma investigação aberta em 2010. Os corregedores vão usar as dependências da Delegacia Seccional, no bairro Botafogo, para as inquirições.

O Portal RAC apurou que 46 policiais civis estão intimados para a ação corregedora. O motivo da chamada não foi confirmado pelo delegado e diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 2 (Deinter-2), Paulo Bicudo, até as 14h30 desta terça feira (08/02).

Ele explicou apenas que espaço da Delegacia Seccional havia sido cedido para a Corregedoria vinda da Capital. Campinas tem uma Corregedoria que não vai atuar no caso.

Segundo informações obtidas pelo Portal RAC, os policiais teriam sido chamados para explicar o motivo de terem tido acesso a um Boletim de Ocorrência (BO) do ano passado, em que a mulher de um delegado corregedor teria sido citada.

Os depoimentos vão acontecer em alguns dias. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Campinas e Região, Aparecido de Carvalho Lima, também conhecido por Kiko, apenas chegou na entidade ofício que solicitava a presença de policiais para declarações, mas disse que não sabia o motivo. Lima afirmou que dois advogados vão acompanhar os policiais chamados durante os depoimentos.

___________________________________

Não se trata de patrulhamento ou monitoração de leitores e comentaristas do blog Flit Paralisante. A investigação da Corregedoria, atendento a requerimento, cuida apurar o fornecimento indevido de dados oficiais aos jornalistas responsáveis pela matéria publicada por mídia profissional.

NÃO FORNECEMOS – JAMAIS FORNECEREMOS –  QUAISQUER DADOS ACERCA DE NOSSOS LEITORES E COMENTARISTAS. O COMPROMISSO ÉTICO COM  LEITORES E COMENTARISTAS FOI REAFIRMADO NOS AUTOS DOS PROCEDIMENTOS DA CORREGEDORIA.

http://www.tvb.com.br/jornalismo/POLICIA+INVESTIGA+ENVOLVIMENTO+DE+FUNCIONARIAS+DO+ESTADO+

EM+VENDA+ILEGAL+DE+REMEDIOS/2.1,2262

Mulher de deputado começou briga em boate, dizem policiais Resposta

Mulher de deputado começou briga em boate, dizem policiais

Político contesta e diz que paqueraram sua mulher em casa noturna de São Paulo

 

08/02/2011 – 07:46

Globo.com/G1

 

Os dois policiais civis e o comerciante suspeitos de agredir o deputado estadual eleito por São Paulo Antonio de Sousa Ramalho (PSDB), de 61 anos, e sua mulher, a empresária Viviane de Brito, de 26 anos, na casa noturna Villa Country, Zona Oeste de São Paulo, negaram ter começado a briga, ocorrida na madrugada da sexta-feira (4).

“Toda essa briga foi por causa dela. Ela estava descontrolada. Foi ela quem começou”, afirmou o investigador Pedro Henrique Brustolin dos Reis, de 29 anos. Ele, o policial Otávio Bruno Iokota Fabricator, também de 29 anos, e o comerciante Alexandre de Amaral Alves, de 30 anos, todos suspeitos das agressões, deram entrevista ao G1.

Segundo os três amigos, a mulher do político foi quem agrediu primeiro. Na versão deles, ela jogou a bebida que tomava num copo no rosto de Pedro, após ele tentar cortejar uma empresária amiga de Viviane, uma chinesa de 24 anos, na pista de dança.

“Estavam duas moças dançando juntas, aparentemente solteiras, e pedi para dançar com a oriental. ‘Dá licença que sou casada’, disse a mulher, que, depois eu viria a saber, era casada com o deputado. Mas eu disse que não queria dançar com ela, mas sim com a amiga dela, a oriental. O deputado veio, pegou sua mulher pelo braço. Eu pedi desculpas, ele foi supergentil, aceitou as desculpas. Nisso, a mulher do deputado chegou e jogou um copo de bebida na minha cara. Eu revidei jogando bebida também. O deputado então me deu um soco na boca. Novamente revidei”, disse Pedro, que é solteiro e policial há seis anos. Ele trabalha no 98º Distrito Policial, no Jardim Miriam, na Zona Sul.

Para defender Pedro, Otávio e Alexandre disseram ter tentado apartar a briga. Na confusão, Otávio disse que chegou a apanhar.

“Eu também fiquei ferido devido à minha interferência objetivando separar a briga. Mas em momento algum agredi o deputado, sua mulher ou qualquer outra pessoa”, afirmou Otávio, que é casado e tem um filho de 3 meses. Policial há dois anos, atualmente trabalhando na delegacia do aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, ele disse que tinha ido à boate pela primeira vez.

“Fui defender Pedro. E houve agressão posterior, mas como reação para defender meu amigo”, disse Alexandre, que é solteiro.

De acordo com o deputado e sua mulher, foram os três amigos que desferiram primeiro socos e pontapés. Além disso, o casal disse que Pedro paquerou também Viviane, além da empresária chinesa amiga dela.

“Minha mulher queria assistir ao show e fomos. Depois, fiquei na mesa e Viviane foi dançar com uma amiga. Em seguida, minha mulher foi abordada por esse policial civil [Pedro]. Ela então mostrou a aliança no dedo, disse que era casada e que eu estava no local. Mesmo assim, ele insistiu. Então fui pegá-la para dançar. O rapaz ainda se desculpou pelo que fez. Eu disse que tudo bem. Quando me virei, levei um soco do amigo dele, o outro policial [Otávio]. Aí não vi mais nada. Só sei que me contaram que, mesmo caído, me chutaram e chutaram minha mulher, que tentou me defender. Só pararam com a intervenção dos seguranças da casa. Eles pareciam estar bêbados”, disse Ramalho, que falou com a reportagem na sala de seu escritório. Ele é líder do sindicato dos trabalhadores da construção civil em São Paulo.

Com o olho esquerdo roxo e hematomas no braço direito e na perna esquerda, segundo ele, frutos da agressão na casa noturna, o deputado, que será empossado em março, afirmou que espera que os três suspeitos sejam punidos.

“Após acordar, liguei para a Polícia Militar, que levou todo mundo para a delegacia [no 23º DP, em Perdizes], mas como dois agressores eram policiais, tivemos de ir para a Corregedoria”, disse Ramalho, que pretende criar um projeto de lei que proíba a entrada de policiais com armas em bares e casas noturnas. Pedro e Otávio negam que tenham entrado armados no Villa Country ou usado armas no local. Mesmo assim, a Corregedoria apreendeu uma arma que estava em nome de Pedro e estava em seu carro no momento da briga. Também foi solicitado exame de dosagem alcoólica para saber se os envolvidos estavam embriagados.

O delegado-adjunto da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Rezende Rebello da Silva, afirmou que, após prestarem depoimento, os dois policiais suspeitos foram liberados para trabalhar normalmente. Foi elaborado um termo circunstanciado, para crimes de menor potencial ofensivo. Será instaurado procedimento administrativo disciplinar para apurar a conduta dos policiais.

“Policial é policial 24 horas por dia, mesmo quando está de folga. Por isso a Corregedoria vai apurar suspeita de desvio de conduta. No caso, há suspeita de falta grave”, disse.

Caso sejam considerados culpados, eles poderão ser punidos com advertência, suspensão ou expulsão. Além disso, os dois policiais e o comerciante também vão responder por lesão corporal no Juizado Especial Criminal.

Imagens gravadas pelo circuito interno de monitoramento por câmeras da casa noturna foram requisitadas pela Corregedoria para saber quem deu início à briga. Por meio de nota, a assessoria de imprensa do Villa Country diz que colabora com o trabalho da polícia.

Leia a nota do Villa Country:

“Em relação ao fato ocorrido na madrugada do dia 4 de fevereiro, envolvendo o cliente, e também deputado estadual, Ramalho, a gerência da casa esclarece que os seguranças prestaram atendimento imediato ao cliente agredido, encaminhando-o à enfermaria da casa. A equipe de seguranças da casa deu continuidade ao procedimento padrão acionando a Polícia Militar, que constatou que dois dos agressores eram policiais civis. O caso agora tramita nas instâncias responsáveis, que apurarão a responsabilidade dos envolvidos.

http://eptv.globo.com/noticias/NOT,0,0,334783,Mulher+de+deputado+comecou+briga+em+boate+dizem+policiais.aspx

ROUBADORES ATACAM A FAMÍLIA DE SAULO DE CASTRO ABREU FILHO 85

Hoje às 5h34 – Atualizada hoje às 5h36

Bandidos assaltam casa de ex-secretário de Segurança de São Paulo

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SÃO PAULO – A casa do ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo e atual secretário de Transporte do Estado, Saulo de Castro Abreu Filho, foi alvo de bandidos na noite de segunda-feira.

De acordo com a rádio CBN, quatro homens renderam mulher e filha de Saulo Abreu por volta das 20h30, quando elas chegavam em casa, no bairro de Pinheiros, Zona Oeste da capital paulista. O secretário estava em casa e acabou sendo feito refém junto das duas, por cerca de meia hora, dentro da residência. Os três não foram agredidos, ficando o tempo todo deitados no chão.

Os assaltantes fugiram em carro da família, levando computadores, telefones celulares, joias e dinheiro. O carro acabou sendo encontrado cerca de duas horas depois no bairro Butantã, próximo à rodovia Raposo Tavares.

O próprio secretário teria registrado a ocorrência no 14º Distrito Policial, em Pinheiros. O Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil foi acionado e até por volta das 4h desta terça estava na caça aos assaltantes.

Saulo Abreu Filho foi secretário de Segurança de São Paulo de 2002 a 2006. Antes disso, em 2001, foi presidente da antiga Febem, atual Fundação Casa, deixando o cargo para assumir a Secretaria. Também já atuou como corregedor geral da Administração do governo paulista.

 

A PM DEVERIA PRENDER O GOE INTEIRO…ALIÁS, GOEs, GERs, SORBs e demais SURUBAS ENFEITADAS QUE SERVEM APENAS COMO SUPORTE PARA EMPRESAS DE SEGURANÇA DE CERTOS DESLIGADOS DE POLÍCIA ( desligados só da Polícia, pois no resto estão completamente ligados ) 41

Enviado em 07/02/2011 às 21:36- MESSI

Segunda-feira, 07/02/11 – 10:26

PM prende suspeitos que usavam uniforme do GOE

Três homens em um Vectra foram presos por resistência e porte ilegal de armas, em Santo André, no Grande ABC, por volta das 12h do último domingo (6). Os suspeitos estavam encapuzados e vestiam roupas com emblemas do Grupo de Operações Especiais (GOE).

Policiais militares foram designados pelo Copom para averiguar uma denúncia de que quatro homens conduziam um Vectra prata pela favela Tamarutaca, utilizando toucas ninjas e roupas com emblemas do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil. Na avenida Prestes Maia, os policiais viram o Vectra, que havia saído em alta velocidade da favela. Os policiais acompanharam o carro suspeito por um longo trecho e, no percurso, o Vectra bateu em uma guia de calçada. Quatro homens saíram correndo do carro e, armados, passaram a atirar na direção dos policiais, que revidaram.

O servente A.R.S.R., de 24 anos, pulou em um córrego e tentou se esconder sob a ponte, mas foi detido pelos policiais. Os outros três suspeitos seguiram para a favela Sacadura Cabral. O estudante R.S.R., de 22, entrou em uma casa vazia, mas rendeu-se logo depois, entregando a arma aos policiais. O comerciante R.C.S. , de 24, também entrou num imóvel, mas foi detido logo depois. O quarto suspeito conseguiu fugir.

O comerciante R.S.R. confessou aos policiais que tinha roubado apostadores em uma rinha de galos. Os três suspeitos foram encaminhados ao 2º DP de Santo André, onde foi lavrado boletim de ocorrência de roubo de veículo, resistência, captura de procurado, uso de documento falso e localização, apreensão e entrega de veículo.

Com o trio foram apreendidos telefones celulares, carteiras, relógios, dinheiro, talões de cheque, um distintivo da Polícia Civil, um giroflex, uma espingarda, oito pistolas e uma submetralhadora. A Polícia Civil investiga o caso e procura o quarto suspeito, que conseguiu fugir.

Bianca Galvani

PUBLICADO NO SITE DO SINDPESP: REIVINDICAÇÃO SALARIAL 89

Caro amigo Guerra, por favor publicar no Flit notícia oriunda do SINDPESP
Abs
Décio ®
 
 
REIVINDICAÇÃO SALARIAL

Nossa reivindicação é tratamento igualitário com a Polícia Federal, tanto em vencimentos (em torno de R$ 14.000,00 para Delegado de Polícia e R$ 7.500,00 para os demais policiais civis), quanto em plano de carreiras, inclusive. Se as demais entidades de classe da polícia civil assim entenderem, deverão os benefícios estender-se a todas as carreiras policiais, ou seja, D I G N I D A D E para toda a polícia civil paulista.

Publicado em: 3/2/2011

EQUIPE DILMA PRETENDE TIRAR DINHEIRO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS LEGALMENTE CONCURSADOS PARA BANCAR OPULENTOS VENCIMENTOS E SUBSÍDIOS DOS PARASITAS COM CARTEIRINHA PARTIDÁRIA ( eleitos, não eleitos e os “profissionais de partido” ) 14

Governo pretende limitar os gastos com servidores

Equipe de Dilma debate impor teto de 2% para aumento real do funcionalismo

Trava às despesas com pessoal restringirá novas contratações e reestruturação de carreiras federais

NATUZA NERY

DE BRASÍLIA

O governo pretende resgatar a proposta que limita o aumento real dos gastos com o funcionalismo público (governo federal, Legislativo e Judiciário). O tema será tratado como prioridade neste primeiro ano de mandato da presidente Dilma Rousseff.
Segundo a Folha apurou, a discussão ainda é preliminar. Embora o número ainda não esteja fechado, já se fala em impor um teto de 2% ao ano, além da inflação.
A trava ao gasto com pessoal restringe reajustes salariais e limita contratações e reestruturações de carreiras.
O percentual discutido hoje na Presidência da República é maior que o proposto pelo Ministério da Fazenda em 2007 (1,5%), porém menor que os 2,5% a serem aplicados até 2019, já aprovados no Senado e aguardando deliberação da Câmara.
De todo modo, será uma guinada. De 2009 para 2010, por exemplo, dados do Tesouro Nacional mostram que o crescimento das despesas com pessoal na União chegou a 9,8% no período, sem contar a inflação acumulada.
O Executivo ainda não decidiu se vai mandar uma nova proposta ou recuperar a que está no Legislativo.
Sabe, porém, que enfrentará resistências da categoria, tradicional base de apoio eleitoral do PT. No passado, o ex-presidente Lula concedeu aumentos generosos ao funcionalismo público, apesar de recomendações contrárias da área econômica.
Sob Lula, os desembolsos com servidores da União mais que dobraram. Em 2002, último período de FHC na Presidência, havia 1,82 milhão de funcionários públicos ativos e inativos distribuídos nas estruturas dos três Poderes, a um custo de R$ 73,3 bilhões.
No ano passado, chegou-se à marca de 2,02 milhões de servidores, com uma conta robusta de R$ 166,5 bilhões.
Logo que assumiu, Dilma determinou à sua equipe rigor nas despesas este ano e prometeu um bloqueio “duro” e “realista” no Orçamento Geral da União. Teme não ter gordura para investir por conta do compromisso fiscal que terá de honrar.
Em 2008, a área econômica chegou a sugerir a suspensão de reajustes. O objetivo era economizar R$ 6 bilhões. Lula, porém, determinou o cumprimento dos acordos negociados na ocasião.

OBSTÁCULO
Mas a expectativa de impor mais rigor aos gastos já vê obstáculos. Segundo o site Contas Abertas, o Congresso prevê aumento de R$ 860 milhões em sua folha em 2011.
O levantamento engloba o reajuste de 62% dos salários de deputados e senadores, os encargos aos aposentados e pensionistas e mudanças no plano de carreira. No fim de 2010, os congressistas aprovaram um aumento em seus próprios vencimentos, de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil.
Enquanto o projeto que limita o gasto com o funcionalismo está há três anos no Congresso com poucos avanços, o recente aumento, que elevou também o salário do presidente da República e dos ministros, foi aprovado em votação-relâmpago pouco antes da virada do ano.
A proposta que Dilma deseja resgatar estabelece punições para o Poder que estourar o limite. Apesar da esperada resistência, o projeto tem grandes chances de virar lei se contar com o peso real da pressão do governo.

OS VERDADEIROS PARASITAS DA POUPANÇA PÚBLICA: POLÍTICOS E EX-POLÍTICOS…RESSALTANDO QUE TAL TIPO DE MALANDRO TEM VIDA MUITO LONGA 3

07/02/2011 – 07h12

São Paulo gasta R$ 35 milhões por ano com ex-deputados

FERNANDO GALLO
DE SÃO PAULO

O Estado de São Paulo gasta atualmente R$ 2,9 milhões por mês com pagamento de pensão a 283 ex-deputados estaduais ou dependentes. Em termos anuais, o valor chega a R$ 34,5 milhões.

A informação foi repassada pela secretaria da Fazenda, a pedido da Folha.

Entre os beneficiados estão 127 ex-deputados e 156 dependentes. A Fazenda não revelou quem são e disse “preservar o sigilo em relação à identificação”. Informou apenas que considera como dependentes “viúvas, filhos e companheiras”.

Os vencimentos variam de R$ 10.021 a R$ 20.042 no caso de ex-deputados, e de R$ 7.515 a R$ 20.042 no caso de dependentes.

A Fazenda não explicou a diferença entre os valores mínimos. O teto, em ambos os casos, é igual ao salário recebido pelos deputados.

O salário dos deputados paulistas subiu quase 62% em fevereiro, em efeito cascata provocado pelo aumento nos salários de deputados federais e senadores.

Com o aumento, o gasto total anualizado com as pensões subiu de R$ 21,3 milhões para R$ 34,5 milhões.

Segundo a Fazenda, o cálculo das pensões considera não só o salário mas também verbas como ajuda de custo e pagamento por comparecimento a sessões extras.

O benefício foi estabelecido em 1976, em lei que instituiu uma carteira de previdência exclusiva para os deputados da Assembleia. A lei foi extinta em 1991 e os beneficiários passaram a integrar o quadro de pensionistas do Estado, mas mantiveram os direitos assegurados.

De acordo com a lei, o deputado que contribuísse por oito anos já podia pleitear a pensão, e receberia metade do valor total. Com vinte anos, receberia o valor total.

Nenhuma pensão foi concedida depois de 1991.

‘IMORAL’

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, o pagamento das pensões é “imoral”, ainda que de acordo com a lei. “Agride o bom senso e o bolso do contribuinte”.

Segundo ele, as diversas legislações especiais de aposentadorias e pensões criadas em vários Estados do país a partir da década de 1970 eram “aberrações” e “sugadouros de dinheiro público”, porque não previam nem necessidade de contribuição para a Previdência.

“Infelizmente era a lógica de privilégios a ex-governadores e ex-parlamentares, fazendo do público uma extensão do privado.”

Ophir avalia que o sigilo em relação aos nomes dos ex-deputados e dependentes beneficiados é incompatível com os princípios de transparência da Constituição.

GERALDO VIU QUE FANTÁSTICO?…HORRA, QUALQUER DR. BONFIM SABE QUE A OBESIDADE DAS PROFESSORAS É DOENÇA “PROFESSIONAL” DECORRENTE DAS PÉSSIMAS CONDIÇÕES FUNCIONAIS…VOSSA EXCELÊNCIA PENSA EM INDENIZAR NOSSAS EDUCADORAS ? 15

Gordinha da USP é inabilitada.

Mas a putinha da UNIBUNDA pode!

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Enviado em 06/02/2011 às 21:55 – HORÁRIO DE ALMOÇO

Quando eu falo que o PSDB é um partido Malígno não é a atoa não…

REPROVAR PROFESSORES APROVADOS EM CONCURSOS PORQUÊ SÃO OBESOS É O CÚMULO DO ABSURDO.

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4925446-EI8266,00.html

Alckmin: reprovação de professoras obesas não foi por estética

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou na manhã desta quarta-feira, na capital paulista, que a reprovação de cinco professoras da rede pública de ensino não foi uma questão de estética, mas obedeceu a “critérios técnicos”. De acordo com o governador, caso o resultado do exame de saúde tenha sido considerado “injusto”, cabe recurso. “O estatuto do funcionário público exige o exame de aptidão física, mas se houver erro ou injustiça, ele será corrigido”, disse Alckmin.

A declaração foi uma resposta a questionamento gerado por reportagem da edição desta quarta-feira do jornal Folha de S.Paulo, segundo a qual cinco servidoras de três cidades diferentes declararam ter sido reprovadas por terem peso acima de 90 kg e serem consideradas obesas “mórbidas” e portanto “inaptas” ao trabalho. Elas afirmam ainda que a reprovação foi comunicada pelos respectivos diretores da escola e que não tiveram acesso ao laudo. A Secretaria de Gestão Pública, responsável pelo Departamento de Perícias Médicas de São Paulo, disse que a exigência é que o candidato tanha “boa saúde” e alegou sigilo médico para não informar se o sobrepeso reprovou as candidatas.

Em nota, a presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, Maria Izabel Azevedo Noronha, manifestou indignação com a decisão, que “denota preconceito e desrespeita direitos fundamentais da pessoa humana, bem como os direitos adquiridos por aqueles que participaram do concurso e nele foram aprovados”. No comunicado, Maria Izabel afirma que boa parte desses professores já dão aula na rede estadual como docentes não efetivos.

‘É isso que dá votar em partidos que tratam seres humanos como números. Alckmin vai trabalha na iniciativa privada seu demônio.’

Professoras não entram em concurso por serem obesas

Fabiana, Lídia e Ana Paula chegaram a ser nomeadas como professoras efetivadas do estado de São Paulo, mas, no momento de tomar posse, foram informadas de que não são aptas para o trabalho.
//

Três professoras, aprovadas em um concurso público em São Paulo lutam para saber por que não conseguem assumir o cargo que conquistaram. Quando finalmente vencem a burocracia, elas descobrem: não foram chamadas porque são obesas.

Fabiana e Ana Paula são professoras de português. Lídia, de matemática. As três já dão aula em escolas da rede pública do estado de São Paulo. Fabiana há um ano, Lídia há três e Ana Paula há mais de dez. Mas o contrato delas é temporário. Para serem efetivadas, prestaram um concurso público.

Fabiana, Lídia e Ana Paula fizeram um primeiro exame e foram aprovadas. Fizeram um curso preparatório, um segundo exame e foram aprovadas, chegaram a ser nomeadas com os nomes publicados no Diário Oficial, mas, no momento de tomar posse como professoras efetivadas do estado, o que aconteceu?

“Eu fiquei sabendo que o laudo médico da perícia eu fui considerada inapta para exercer a função de professora”, conta Fabiana Azevedo.

A mesma informação aparece no laudo médico das outras duas professoras e na cabeça delas surge a mesma pergunta: inapta para o cargo que já exercem por quê?

“Não deram justificativa nenhuma”, revela Lídia. “Nesse laudo, não vem nenhuma justificativa, simplesmente a informação de não-apta”, afirma Fabiana.

Mas as professoras têm a mesma desconfiança. “Durante a consulta com o endocrinologista, ele me disse que obesidade era um fator sim de reprovação em concurso público”, lembra Fabiana.

Com Lídia, primeiro foi o clínico geral que comentou: “Obesidade reprova”.

Será? Fomos ouvir a Secretaria de Gestão Pública do estado.

A obesidade é considerado um fator de inaptidão para exercer o cargo?

“A obesidade não. Só a obesidade não é motivo de não aptidão. Obesidade não pode ser o motivo, porque não é uma questão de aparência. Quem tem problema de vista usa óculos. Não tem sentido isso, não faz sentido”, comenta a perita médica Bartira Granata.

Então qual foi o motivo? As professoras procuraram o Departamento de Perícia Médica para saber. No momento em que a professora vai buscar o laudo, o resultado, ela tem direito de saber por que ela não foi aprovada.

Mas não foi isso que aconteceu e os protocolos provam. Lidia, por exemplo, foi agendada para ver seu prontuário só daqui a dois meses. “Pode ser uma falha dos atendentes, da parte burocrática. Mas ela tem esse direito”, aponta perita.

A repórter Renata Ceribelle pergunta se ela chegar no local com essas pessoas elas vão ter acesso. A perita é categórica: “Tem que ter. Obrigatoriamente, elas têm que ter acesso ao prontuário”.

Nós acompanhamos as professoras em uma nova tentativa de conseguir ver os seus prontuários médicos.

– Mas eu não posso ver hoje? Eu tenho o direito de ver na hora.

Renata Ceribelle: O que elas estão pedindo?
XXX: Vista do prontuário.
Renata Ceribelle: Por que elas não podem ver agora?
XXX: Há um rito a ser seguido aqui.

Passa um pouquinho e eles autorizam a gente a entrar. Enquanto elas são atendidas, o diretor técnico aparece e tenta impedir que a nossa câmera mostre os documentos.

Renata Ceribelle: Mas ela não tem o direito de saber o motivo na hora?
XXX: Na hora não. Tem que fazer uma solicitação para que ela adquira uma cópia e faça sua defesa.

Quando Fabiana tenta tirar uma dúvida do que está escrito no prontuário dela, ele tira o documento da mesa sem explicar.

Renata Ceribelle: Qual o motivo que ela foi considerada inapta?
XXX: Ela vai falar com o advogado dela e saber as motivações.

Enquanto isso, a outra professora, Lídia, já tinha conseguido olhar o parecer médico que a reprovou no concurso e nos mostra. Em cima do carimbo do médico está escrito: “obesidade”.

XXX: Não é discriminação.
Renata Ceribelle: É o que?
XXX: Ela está sendo considerada uma pessoa doente. Este é o ponto.

“Não vejo que obesidade seja obstáculo a ocupar um cargo publico, a menos que fosse para alguma atividade que exigisse um desempenho maior, como educação física. Fora isso, não vejo qualquer ligação entre obesidade e desempenho de uma atividade intelectual”, afirma Ives Gandra.

Mas a Secretaria de Gestão Pública informa que a obesidade não é uma informação definitiva, é só uma parte do processo da perícia.

Do lado de fora do Departamento de Perícias, Fabiana conta o que conseguiu ler antes do diretor retirar o seu prontuário da mesa: “No meu laudo, estava escrito inapta e ao lado estava escrito um ‘CID-E66’”.

CID é o Código Internacional de Doenças. E66 significa obesidade, que pode ser mórbida ou não.

“Me formei na USP, no ano de 1988, sempre morei na periferia, estudei em escola pública do estado. Foi uma batalha de vida para mim me formar, com o sonho de ser professora, e tentar ajudar essas pessoas que, como eu, moram na periferia e estudam em escola pública. Mas eu fui retida por ser obesa”, desabafa

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1646177-15605,00-PROFESSORAS+NAO+SAO+ENTRAM+EM+CONCURSO+POR+SEREM+OBESAS.html

TENENTE FUNDA NOVO PARTIDO: O PPN 34

En-viado em 06/02/2011 às 17:19 -romulofariasgaveo@hotmail.com
IP 189.123.64.85

Senhores policiais;
A atividade delegada chegou às serras norte do parnapiacaba da ilustre terra rasgada conhecida por Sorocaba. Dou-lhes meio segundo para adivinharem o partido do prefeito que aqui governa. Acertaram? Muito rápido o raciocínio de vcs ein. Pois é, o dignissimo Vitor Lipppi, foi eleito pelo colegiado PSDB…sta. Mais uma enganação aos nossos valorosos policiais militares do tipo: “ou é isso ou é nada”. E quando seus filhos querem comer no Mc Donalds e ter um tenis do Backyardigans, qual escolha os senhores fariam? Pois é. Hoje as Polícias estão separadas por um fio, prestes a ser rompido pela tesoura tucana. Basta um estopim, quem sabe um novo confronto defronte ao Palaácio dos Bandeirantes? Seria a gota dagua para a democracia hipocrita tão pregada, arregaçar as mangas e navalhar de vez essa escaramuça entre as irmãs que tanto brigam.A PM é o irmão mais velho, que bate nos irmãos, xinga, mas sempre precisa dele, além disso, é também o irmão esperto que vive dando presentinhos e medalhinhas aos pais. Enquanto isso, a PC é o ovelha negra da familia, sempre reclamamndo salario, enchendo o saco do irmão mais velho, revoltado com as coisas erradas que ve, masi ninguem o ouve por ele ser mais novo e incipiente. É esta, senhores, não a minha visão; mais a visão de nosso pátrio-partido, eleito pela plebe-ignorante e burgo-interesseiros. Fizeram de tudo, até que afastam de vez o pouco e infimo contato entre os irmãos que hoje, desconfiam um do outro. Belo pai que nos adotou por mais de dezesseis anos. Gostaria muito de, a dois meses atras, ter sido encontrado numa lata de lixo, abandonado e que um pai de bigode cheiroso, amigo de nossa mae Dilma tivesse me adotado. Infelizmente, teremos de aturar por mais quase 4 anos, afinal pai a gente não escolhe, neste caso os bestas é que escolheram. Mas deixemos as metáforas e voltemos ao caos da Segurança Pública Srs policiais. Os famigerdos indices criminais? Ah bendita seja a matemática que salvou o partido e rendeu-lhes numeros de ouro. Homicidio? Quase não existe. São Paulo é quase uma Suiça ou talvez França, já o resto do Brasil tem muito o que aprender com nossa especializada secretaria quanto ao maquiamento da matematica. Valorização do homem é o que há de excepcional nesta gestão: Quer melhor valorização do que trabalhar em viaturas zeradas, com gps, programas de policiamento, cem por cento da tropa com equipamentos de proteção individual, etc. E a vergonha de sentar na cadeirinha do Banco do Brasil para refinanciar o emprestimo que eu fiz? Ah, desculpem, isso nada tem a ver com valorização do homem, mas sim valorização do Banco. Falei merda. Não vou falar de outra secretaria, mas sinto o terror dos hospitais e odrma dos contribuintes. sinto pena. As escolas? Professores cada vez mais desligados ao amor pela causa de ensinar, pois sabem o quão baixo é o seu valor no tocante ao reconhecimento. Porém são professores, estudados e ~sábios : “Se não sou reconhecido não vou me esforçar para ensinar”. E aí estão os filhos pródigos e semi-analfabetos que a Dilma firmou resgatar. Bom, e a nossa Polícia como está. Uma faliu, a outra quase falida, em termos de sociedade já nem existem. São meros brinquedinhos preto-vermelhos que piscam as luizinhas para a criançada achar graça ou para dar mergem a materia jornalista de sensacionalismo. Delegados e Oficiais querem manter as cadeiras pois foi muito dificil enfrentar esse concurso, sabe? Então, melhor puxar o saco do que não ter o que puxar. Mas e os escrivaes, cabos e soldados, investigadores, sargentos???? Ah…esses se viram como podem, afinal, o bico existe pra isso.
Senhores, cansado de toda esta palhaçada, é que tenho a honra de convidá-los para o partido que acabo de fundar: PPN (Partido de Porra Nenhuma). Quem tivero interesse de continuar esquecido ainda há tempo de filiar-se. Seja um de nós. Seja também um idiota do PPN.
Tenente.

O PROBLEMA DOS PRÊMIOS NA POLÍCIA É SECULAR, POIS INFORMALMENTE SEMPRE EXISTIRAM…O PRÊMIO ACARRETA A FRAUDE NAS PRISÕES E INVESTIGAÇÕES; MAIS A EXECUÇÃO SUMÁRIA DE PEQUENOS INFRATORES 3

Premiação é positiva, mas pode trazer eventuais distorções

Medida põe foco em planejamento; polícia, porém, pode passar a trabalhar apenas os indicadores analisados

O PERIGO É A POLÍCIA MAXIMIZAR O RESULTADO APENAS DOS INDICADORES CONSIDERADOS NA PREMIAÇÃO

IGNÁCIO CANO

ESPECIAL PARA A FOLHA

A instituição de incentivos econômicos é um mecanismo padrão de gerenciamento em organizações públicas ou privadas para garantir a consecução de metas.
Nos últimos anos, as corporações de segurança pública fizeram esforço para melhorar a gestão institucional e se afastar dos velhos paradigmas baseados no modelo militar, no caso das PMs, ou no modelo exclusivamente jurídico das Polícias Civis.
A criação de premiações é um elemento dentro desta nova abordagem, que inclui, entre outras coisas, a ênfase no planejamento, o estabelecimento de metas, a integração entre as diferentes instituições, o georrefenciamento das ocorrências criminais para mapear a incidência etc.
Em suma, as premiações devem ser consideradas como uma ferramenta potencialmente positiva na modernização institucional das polícias. Inclusive, elas podem atingir um impacto potencialmente maior em instituições que oferecem baixas remunerações aos agentes da base da pirâmide organizacional (soldados, detetives).
Entretanto, elas envolvem também riscos e efeitos potencialmente negativos. Assim, os prêmios devem ser concedidos em função de indicadores de desempenho amplamente divulgados. O perigo é que qualquer pessoa ou instituição cuja remuneração dependa de indicadores ficará tentada a maximizar o resultado apenas dos indicadores considerados.
O problema na polícia é maior, porque ela mesma produz informações em relação às quais será avaliada. E possui diversas formas de influenciar registro dos crimes. A tentativa de registrar os crimes em outras áreas diferentes não é preocupante, desde que haja instância superior que resolva os conflitos.
Uma questão mais delicada é que, segundo as pesquisas, parte das vítimas vai à delegacia, mas acaba não registrando a ocorrência por diversos motivos: longa espera, policiais que insistem em que o fato não tem gravidade ou não vai dar em nada.
As soluções para este problema não são fáceis. Idealmente, as premiações deveriam depender não apenas de dados da própria instituição mas também de informações externas, como pesquisas de vitimização, mas essas pesquisas comportam custos bastante elevados. Também é preciso aprimorar a fiscalização das corregedorias sobre a forma como as delegacias produzem os registros.
Por último, recomenda-se que as premiações sejam coletivas em vez de individuais, que incluam todos os membros das equipes (e não só os chefes), que incentivem colaboração interinstitucional e prevenção ou resolução dos crimes minimizando o grau de violência empregado.


IGNÁCIO CANO é professor da UERJ e membro do Laboratório de Análise da Violência

O RIDÍCULO PRÊMIO POR PRODUÇÃO CRIA NOVA MODALIDADE DE CHUTE…AGORA, EM VEZ DE MERA VAGABUNDAGEM O OBJETIVO É A PROPINA OFICIALIZADA…FALTA VERGONHA NA CARA DESSAS AUTORIDADES 16

Por prêmio, delegado “empurra” crime para colega no Rio

Policiais tentam passar registros de ocorrências para outras áreas para cumprirem metas e receberem dinheiro extra

A maioria dos pedidos é negada: mais de 150 recursos foram feitos, mas só 47 alterações foram aceitas

ITALO NOGUEIRA

DO RIO

O sistema de premiação financeira por metas na segurança pública criou no Rio um jogo de “empurra crimes” entre delegados da Polícia Civil do Estado.
Titulares das delegacias recorrem à Corregedoria da Polícia Civil para transferir crimes contabilizados na sua área para outra circunscrição, alegando erros nos boletins de ocorrência.
A maioria dos pedidos, porém, é negada. Mais de 150 recursos (cada um pode se referir a mais de um BO) já foram interpostos na Corregedoria. Mas, entre janeiro e setembro do ano passado, apenas 47 alterações foram aceitas, 28 delas referentes ao local do delito -as demais corrigiram registros duplicados ou com erro de classificação.
O principal motivo para os recursos é a preocupação em cumprir as metas de redução de crimes elencados como prioritários pela Secretaria de Segurança -homicídios, roubos de veículos e de rua, até o ano passado.
“Se puder passar para ele [outro delegado], vai computar na estatística dele e não na minha. Tenho mais chance de alcançar minha meta. Mas isso é feito com critério e investigação”, disse o delegado Rodolfo Monteiro, da 18ª DP (Praça da Bandeira).
A transferência de uma delegacia para outra pode depender de poucos metros de distância. Um dos limites da 18ª DP, por exemplo, é marcado pelo número 190 da rua Paulo de Frontin.
As mudanças constam em relatórios do ISP (Instituto de Segurança Pública), órgão do Estado responsável pelos registros criminais e monitoramento das metas. Segundo o instituto, uma delegacia conseguiu cumprir sua meta após ter o recurso aceito -não foi revelada qual.
Se a região atingir a meta semestral, cada policial recebe ao menos R$ 500. A partir deste ano, serão R$ 1.000.
O objetivo da Secretaria de Segurança para criar as metas foi, além de cobrar resultados, estimular a integração entre as polícias Civil e Militar. Agentes das duas corporações seriam incentivados a trocarem informações para atingirem um bom resultado para ambos. Já foram distribuídos cerca de R$ 17 milhões em prêmios.
Procurada, a secretaria não comentou o caso.
De acordo com delegados, o estabelecimento de metas estimulou o acompanhamento dos índices em cada região. Para o delegado Rafael Menezes, da 20ª DP (Vila Isabel), a preocupação com os recursos não tem vínculo só com as gratificações.
“Isso passou a ser uma nova visão. Passou-se a cobrar que cada unidade acompanhe como está o índice de sua área”, disse Menezes, que fez parte de comissões que analisam recursos.

O capitão da Policia Militar, Augusto Rosa, está articulando a criação de um partido para abrigar militares e simpatizantes de suas causas 63

Militares articulam criação de partido político

05 de fevereiro de 2011 | 0h 00

Tânia Monteiro – O Estado de S.Paulo

O capitão da Polícia Militar de São Paulo, Augusto Rosa, está articulando a criação de um partido para abrigar militares e simpatizantes de suas causas. Batizado de Partido dos Militares Brasileiros (PMB), o nome já criou polêmica porque militares das Forças Armadas não se sentem representados por PMs.

O capitão Augusto diz que já conta com 5 mil inscritos, sendo 70% deles das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica), metade deles da ativa. Ser da ativa é um problema porque a legislação veta a militância partidária. O artifício usado para esconder a identidade é, quase sempre, mobilizar e inscrever as respectivas mulheres nas listas de apoio ao novo partido.

O militar será uma espécie de filiado “tipo 2”, conforme explicou o capitão, o que significa, na prática, que ele só existirá nos registros secretos do partido.

O ânimo do capitão não leva em conta que militares das Forças Armadas não se integram a iniciativas lideradas por PMs, ainda mais por iniciativa própria. O PMB é pouco conhecido na cúpula das três forças e nos Clubes Militares, que costumam replicar as vozes da ativa das Forças Armadas.

Conforme o capitão, o partido será “extremamente democrático”, exigirá uma ficha “limpíssima” de seus filiados e terá como pilar “os direitos humanos e a democracia”. Segundo ele, o partido quer ter candidatos a vereador e prefeito em 2012 e, em 2014, a presidente, governador, deputado estadual e federal e senador. A primeira convenção nacional do futuro PMB foi realizada online, no dia 29 de janeiro.