NOVO CORREGEDOR O DR. ITAGIBA ANTONIO VIEIRA FRANCO 227

———- Mensagem encaminhada ———-
De: @superig.com.br>
Data: 23 de fevereiro de 2011 09:09
Assunto: NOVO CORREGEDOR O DR. ITAGIBA ANTONIO VIEIRA FRANCO
Para: dipol@flitparalisante.com

BOM DIA DR. GUERRA, FALA-SE AQUI QUE  SERÁ O DR. ITAGIBA  ANTONIO VIEIRA FRANCO.  TÁ  GOZANDO LICENÇA-PRÊMIO, ELE ERA DIVISIONÁRIO DA DIVISÃO DE PROTEÇÃO À PESSOA DO DHPP.

GOSTARIA QUE ELE FOSSE O NOVO DIRETOR DA CORREGEDORIA E VOCÊ?
SE QUISER POSTA AÍ.
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Há quase 23 anos – desde que ingressamos na Polícia –  escuto falar que o Dr. ITAGIBA é o melhor e mais digno Delegado da Polícia Civil.

Arnaldo Malheiros Filho: “Ninguém pode se deixar envolver pelo discurso de que esse é o preço para limpar a polícia porque, se o for, melhor que fique suja”. 30

Enviado em 23/02/2011 às 12:47- JOW

Artigos

Intimidade exposta

Prova colhida no caso da escrivã nua é ilícita

Por Arnaldo Malheiros Filho

O filme está no Youtube: “Escrivã de polícia deixada nua na delegacia e presa”. Seus 13 minutos de duração estão entre as coisas mais chocantes que se pode ver.

Uma diligência policial foi planejada para prender em flagrante a escrivã, que teria recebido propina de alguém. Uma comitiva de policiais civis, mais pelo menos uma PM, invade a sala e dizem que vão revistar a escrivã e tirar-lhe a roupa.

O artigo 249 do Código de Processo Penal é claro: “A busca em mulher será feita por outra mulher, se não importar retardamento ou prejuízo da diligência”. As exceções não ocorrem, pois a diligência foi planejada, até com o uso de câmara de vídeo e, além disso, havia uma policial presente. A escrivã postulou seu direito inequívoco: “Não vou ficar pelada na frente de homem”. Pediu que chamassem mulheres da corregedoria. Nada. Abusando ostensivamente de sua autoridade o delegado diz que não vai acatar o que é direito dela. Indo ao máximo da “reificação”, como é chamada a transformação de pessoa em coisa, diz: “você não tem que querer”.

Em reiteração do abuso, ladra que vai prendê-la em flagrante por desobediência e resistência, dois delitos – ele sabia perfeitamente – que de modo algum estavam ocorrendo. A ordem para tirar a roupa não era legal – como se vê do dispositivo de lei acima – e a escrivã, de maneira recatada e respeitosa, apenas postulava o que a lei lhe concede, sem resistência alguma.

Aí vieram as algemas. A Súmula Vinculante 11 do STF diz que “só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado”.

Nada disso ocorria, mas a escrivã foi algemada com as mãos para trás, para outros fins: não para coibir a inexistente resistência ou uma impossível fuga, mas para que lhe fosse infligida dor física – a isso se chama tortura -, reduzindo sua capacidade de reivindicar o que lhe era de direito.

Em cenas típicas de um estupro, policiais deitam a escrivã algemada no chão e arrancam-lhe calças e calcinhas, expondo-a em toda a sua intimidade não só àqueles homens como à objetiva.

Para maior humilhação, toda a filmagem foi parar – adivinhem por obra de quem – na internet.

Isso só não escandaliza quem perdeu a capacidade de se indignar diante da prepotência e da violência, do abuso de autoridade, do excesso policialesco típico da ditadura militar da qual pensávamos ter nos livrado.

Mulheres e homens que assistiram ao vídeo ficaram absolutamente chocados com o grau de brutalidade gratuita, exibida com empáfia e certeza de impunidade.

A ilegalidade do que foi feito é a mais flagrante possível. Foi deliberada e abertamente violada a determinação legal de não expor a mulher à manipulação por homem. A vítima foi até longe demais ao dizer “se quiser me passar a mão, passa, mas eu não vou ficar pelada na frente de homem”; pior, ao se ver desgraçada, acedeu à abusiva e ilegal imposição do beleguim, desde que os outros homens e a câmera saíssem da sala. Tudo em vão, pois o que valia era degradar a vítima e bravatear na internet. Grandes machos, valentes, bravos, quando se juntam em bando conseguem submeter uma solitária mulher à sua vontade.

As forças armadas tiveram heróis que se orgulhavam de bater em pessoas amarradas. Há autoridades que algemam para dar-se ao heróico gesto de agredir gente incapacitada de reação e submetida a dor física. Os que o fazem são tão burros que não enxergam sequer a lição da História, a mostrar que os torturadores da polícia jamais chegaram à classe especial – como os das forças armadas jamais atingiram o generalato – por uma razão muito simples: quem manda fazer o serviço sujo despreza não só o serviço (do contrário fá-lo-ia), como despreza quem aceita prestá-lo; por isso os valentes de bater em gente algemada jamais subiram na carreira.

Não há a menor dúvida quando à ilicitude da prova colhida da maneira exibida no vídeo, o que a torna inadmissível no processo, como diz o inciso LVI do artigo 5º da Constituição Federal. Ou seja, além de desrespeitar ilegalmente uma pessoa, os policiais envolvidos na operação anularam a prova que, se obtida por meios lícitos, poderia levar à condenação da servidora.

Se as autoridades quiserem mostrar ao povo compromisso com a legalidade, os direitos humanos e o respeito à dignidade da mulher, cabe-lhes promover, na forma da lei, a responsabilização criminal, civil e disciplinar dos partícipes dessa brutalidade, não só pelo que fizeram, mas também pelo prejuízo da prova que tão arrogantemente invalidaram.

Ninguém pode se deixar envolver pelo discurso de que esse é o preço para limpar a polícia porque, se o for, melhor que fique suja.

Fosse esse o preço, não se deveria pagá-lo, mas sim adotar atitude que faria outro servidor pensar duas vezes antes de dar vazão a uma barbaridade como essa.

Arnaldo Malheiros Filho é advogado criminalista e presidente do Conselho Deliberativo do Instituto de Defesa do Direito de Defesa.

Revista Consultor Jurídico, 23 de fevereiro de 2011

http://www.conjur.com.br/2011-fev-23/nao-duvida-quanto-ilicutude-prova-colhida-escriva-nua

Marta Suplicy condena abuso policial contra escrivã em São Paulo 36

22 de Fevereiro de 2011 – 22h03

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Marta Suplicy condena abuso policial contra escrivã em São Paulo

Ao comentar as recentes imagens vazadas na internet de uma ex-escrivã sendo submetida a revista íntima por parte de policiais do sexo masculino em São Paulo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) manifestou sua indignação contra o fato. Filmado em 2009, o vídeo mostra delegados da Polícia Civil de São Paulo cometendo abusos contra a ex-escrivã.

“As imagens, para quem pode ver, não deixaram dúvidas da truculência e do abuso da autoridade policial. A escrivã, acusada de receber propina, foi revistada por policiais homens que lhe tiraram as peças íntimas, alegando que precisavam confirmar a prova incontestável do delito”, explicou a senadora.

Marta Suplicy disse que o Código de Processo Penal estabelece que “a busca em mulher será feita por outra mulher”, ou seja, a revista em mulheres deve ser realizada por policiais mulheres. A senadora afirmou que o vídeo mostra que havia uma autoridade policial feminina na sala no momento do abuso, ocorrido na 25ª DP na zona sul da capital paulista.

– Foi um horror ver aquilo – afirmou a senadora, acrescentando que fatos desse tipo ocorrem diariamente em várias delegacias, cadeias e presídios Brasil afora.

Para Marta Suplicy, é necessário um melhor preparo e capacitação dos policiais e autoridades brasileiras para que a violência contra mulheres deixe de ser comum nos sistema penal do país.

Corregedoria da Polícia Civil entre a cruz e a espada 35

Corregedoria da Polícia Civil entre a cruz e a espada caso da escrivã despida 22/02/2011 20h28

Corregedoria da Polícia Civil entre a cruz e a espada

Vídeo que mostra delegados despindo à força escrivã suspeita de corrupção abala a credibilidade do órgão responsável pela moralidade da Polícia Civil

Cristina Christiano
DIÁRIO SP

 O afastamento dos delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves, que despiram à força em uma sala do 25 Distrito Policial  (Parelheiros) uma escrivã suspeita de corrupção, fizeram a Corregedoria da Polícia Civil passar da condição de “estilingue” à “vidraça”. Desde a semana passada, quando imagens da operação gravadas pela equipe, foram parar na internet, o órgão responsável pela fiscalização da conduta moral de policiais civis é alvo de críticas.

 

“O que fizeram àquela funcionária é uma violação aos direitos fundamentais do ser humano. É crime hediondo. É um processo de coação moral, física e psicológica”, afirma o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP, Martim de Almeida Sampaio.

 

O advogado defende punição exemplar a todos os envolvidos no episódio e até sugere demissão a bem do serviço público. “É uma boa oportunidade de o governador Geraldo Alckmin mostrar a sua autoridade”, diz.

 

foto: Reinaldo Canato / Diário de SP

Atrás do símbolo da Justiça, escrivã espera provar sua inocência

 

DESGASTE / O episódio também desgastou a imagem da corregedora Maria Inês Trefiglio Valente, que vinha fazendo um bom trabalho à frente do órgão. Pessoas próximas a Alckmin dizem que Maria Inês ficou em situação desconfortável, principalmente após defender a ação, que classificou de “moderada”.

 

A indignação da opinião pública com a truculência dos policiais é tanta que até o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia, George Melão, diz ter sentido “repugnação” ao assistir ao vídeo. “Infelizmente, os excessos são cometidos”, diz. Para ele, o afastamento, determinado pelo secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, é salutar. “Espero que não se limite a eles. A medida deve se estender  à corregedora”, diz. No site do sindicato, Melão cita inúmeras leis violadas pela Corregedoria durante a operação, entre as quais a Constituição e a Lei Orgânica da Polícia.

 

Cenas da escrivã no Youtube saíram do ar diversas vezes

O vídeo que mostra os delegados algemando a escrivã, jogando-a no chão e arrancando a calça e a calcinha dela à força para provar que ela havia escondido R$ 200 saíram várias vezes do ar ontem. Muitos internautas não conseguiram acessá-lo no Youtube em alguns momentos.

 

Especialistas explicam que, geralmente, isso corre quando alguém que se sente ofendido com as imagens exige a retirada delas do ar. Porém, como inúmeros internautas conseguiram fazer cópias do vídeo, alguém com interesse em exibi-lo o coloca no ar novamente.

 

As imagens  causaram repúdio no presidente do Sindicato dos Escrivães de Polícia, Heber Souza dos Santos. Na opinião dele,  além de abuso de autoridade, os policiais cometeram crime de tortura. 

 

Para protestar e exigir a exoneração dos envolvidos, a categoria organiza um ato público na Praça da Sé, a partir das 11h de sexta-feira, seguido de caminhada até a Secretaria da Segurança Pública.

 

A psicóloga Fátima Marques, da Coordenadoria Municipal da Mulher, vê machismo no vídeo. “Ele mostra que homens ainda acham que têm poder sobre a mulher.”

http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/02/37348-corregedoria+da+policia+civil+entre+a+cruz+e+a+espada.html

O GECEP É MEIO ESQUISITO: DENUNCIA O CARREL SEM MATERIALIDADE E ABSOLVE O “DIRD” EM RAZÃO DO DESAPARECIMENTO “DA MATERIALIDADE”…GECEP, BAH! 29

Enviado em 22/02/2011 às 17:01

Luciana Frugiuele, Promotora de Justiça há 15 anos, integrante do Grupo de Ação Especial para o Controle Externo da Atividade Policial (GECEP), é quem vai coordenar as investigações sobre o comportamento dos delegados da Corregedoria da Polícia Civil de são Paulo que participaram da chamada Operação Pelada.

A ordem da Procuradoria-Geral é não poupar esforços para encontrar um caminho que permita a reabertura do caso. O desafio é grande. O primeiro inquérito policial foi arquivado a pedido do procurador Lee Robert Kahn da Silveira. Além de não enxergar abuso nas imagens que chocaram o País, ele ainda elogiou a atuação dos delegados (veja post sobre o assunto aqui). Como o pedido do promotor anterior foi acatado pelo juiz da Vara Distrital de Parelheiros, onde corria o inquérito, os três promotores que integram o grupo estão trabalhando em conjunto.

Não é difícil vislumbrar a divergência deles em relação a Kahn da Silveria. Hoje de manhã, Fernando Albuquer Souza, um dos integrantes do CEGEP postou no Facebook uma mensagem que pode sintetizar a disposição do trio. “Para aqueles que têm acompanhado as notícias do caso da escrivã de polícia que foi despida em busca do dinheiro ilegalmente recebido, informo que o inquérito policial foi arquivado a pedido da Promotoria de Parelheiros. Eu e meus colegas, integrantes do GECEP, respeitosamente discordamos desse posicionamento por entender que a busca foi contrária à lei”.

A primeira providência, que já foi tomada, foi oficiar a Corregedoria solicitando o envio de todo o material que integrou os procedimentos administrativos. Os passos seguintes não serão divulgados porque, segundo Luciana Frugiuele, envolvem as intimidades da vítima, o sigilo a que os delegados têm direito e a privacidade de muitas outras pessoas. “Nada aqui será violado, nem em nome da contenção do clamor público”.

“Vocês só vão saber o resultado quando todos os elementos forem colhidos e permitirem uma conclusão”. A promotora, no entanto, pede que a população confie no Ministério Público. “Nós vamos dar o máximo do nosso esforço para que seja feita justiça nesse caso”, arremata Frugiuele.

http://www.pannunzio.com.br/?p=7177

A tia vai cair!…(A TIA É MULHER QUE HONRA O CARGO COMO NINGUÉM…UM EXEMPLO DE CORAGEM E LEALDADE QUE DEVERIA SER SEGUIDO POR TODOS OS DELEGADOS DESTE ESTADO ) 110

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Gabriel Silvestre
Data: 22 de fevereiro de 2011 12:29
Assunto: A tia vai cair!
Para: dipol@flitparalisante.com

Publica ai Guerra!
 
 

Operação Pelada: Corregedora-geral é a próxima da lista de exonerações

February 22 | Posted by Fábio Pannunzio | Direitos humanos, Manchetes, Notícias, Segurança Tags: , , , , ,

Trefiglio: se ela não ligar pedindo a conta, o Secretário liga para ela.

A situação da Corregedora-Geral da Polícia São Paulo é crítica. A saída dela deve ser anunciada nas próximas horas, segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública. Maria Inês Trefiglio causou embaraços ao Palácio dos Bandeirantes e à cúpula da Polícia Civil ao apoiar e elogiar a ação truculenta da turma de delegados que algemou, despiu e humilhou uma escrivã acusada de concussão nas dependências da delegacia de Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo. “Ou ela sai a pedido, ou saímos com ela”, afirmou um dos integrantes da cúpula da Segurança no Estado.

A postura de Trefiglio causou revolta e indignação em todas as categorias da Polícia Civil.  Ela chegou a afirmar ao repórter Sandro Barboza, da Rede Bandeirantes, que ” reportagens como essa só servem para desestimular o trabalho sério feito pelos bons policiais”. A censura da Corregedora-Geral tinha como alvo a divulgação das imagens da prisão em flagrante de V.S.L.F., feita em primeira mão pelo Blog do Pannunzio e pela TV Bandeirantes. De acordo com assessores dela, o comportamento dos policiais, afastados no começo da noite desta segunda-feira, foi “honrado e corajoso”.

A opinião diverge frontalmente da que foi manifestada  pelo Secretário de Segurança Antônio Ferreira Pinto. Embora não tenha feito referências diretas à atuação da Corregedora, ele manifestou, em nota oficial, “perplexidade com o requerimento de arquivamento do inquérito policial instaurado por abuso de autoridade pelo representante do Ministério Público oficiante” –  um recado claro do descontentamento do governo paulista com todos os que conspiraram para que os delegados permanecesem impunes.

Sob a coordenação de Maria Inês Trefiglio, a Corregedoria cerceou a defesa da escrivã e impediu que o video com as sevícias contra a escrivã até que fosse divulgado, na última sexta-feira, Blog do Pannunzio e pela Band.

Conhecida como “honesta”, “inflexível” e “durona”, Trefiglio vai cair por seu exacerbado corporativismo. Ela não teria informado seus superiores da existência do video, que circulou abertamente pelos computadores da Corregedoria enquanto seus  funcionários zombavam dos detalhes anatômicos e dos gritos de socorro de V.S.L.F.

PIADA!…APURA; COMO APURA ! 15

Enviado em 22/02/2011 às 15:25

MP apura suposto abuso policial em ação que despiu escrivã em delegacia.

Caso está com promotores que investigam atividade policial e do Patrimônio.

Vídeo com ação que tirou calça e calcinha de ex-policial circula na internet.

Kleber Tomaz Do G1 SP

O Ministério Público Estadual de São Paulo vai apurar se quatro delegados da Corregedoria da Polícia Civil, responsáveis por investigar ilegalidades praticadas por policiais, e outros agentes públicos cometeram abuso de autoridade contra uma então escrivã dentro de uma delegacia na capital paulista. A mulher foi despida à força pelas autoridades durante uma ação gravada pela corregedoria que acabou vazando na internet.

A Promotoria de Justiça de SP instaurou procedimentos para apurar a denúncia a partir das notícias veiculadas na imprensa. De acordo com nota publicada na segunda-feira (21) no site da Procuradoria-Geral de Justiça, duas promotorias do Ministério Público vão apurar o caso do suposto abuso praticado por esses policiais civis contra a escrivã no 25º Distrito Policial, em Parelheiros, Zona Sul, há quase dois anos.

Segundo a procuradoria, o caso “já é objeto de investigação” dos promotores do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep), do Ministério Público. Segundo a assessoria de imprensa do MP, a procuradoria recebeu uma representação em dezembro de 2010 para a reabertura das investigações sobre o fato e o encaminhou ao Gecep.
O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, determinou na noite desta segunda-feira (21) o afastamento de dois delegados lotados na Corregedoria da Polícia Civil. Eles aparecem em um vídeo em que uma ex-escrivã é obrigada a ficar nua para ser revistada.
Os outros promotores que irão apurar o caso são da Promotoria do Patrimônio Público e Social. Segundo o MP, na segunda-feira (21), o órgão “instaurou procedimento para apurar a possível ocorrência de abuso e ilegalidade, além da prática de atos de improbidade administrativa por parte de delegados de polícia e outros agentes públicos, naquela ocorrência.”

CARA ODETE, A POSIÇÃO DO FLIT ESTÁ POSTA HÁ QUASE DOIS ANOS: HOUVE ESTUPRO E IMPERATIVO A PRISÃO DAS PRETENSAS AUTORIDADES ( DELEGADOS DE POLÍCIA NÃO SÃO; NUNCA SERÃO! ) 20

Enviado em 22/02/2011 às 16:04- ODETE

Caro Guerra, boa tarde, se puder destacar estas colocações agradeço;

Vamos lá, em que pese a servidora estar sendo averiguada pela Casa Censora, o despreparo dos agentes públicos desaguaram em uma tragédia de erros que beira a insanidade.
Muito se falou aqui, em violência, violação, abuso, tortura, ditadura.
Pois bem caríssimos, a única conclusão a qual podemos chegar é a seguinte:

O ato foi um atentado violento ao pudor?
Fica claro a tortura física e psicologica pela qual a servidora passou?
tais condutas são equiparados ao crime hediondo ?
Crimes hediondos são punidos com maior severidade ?

Deve a autoridade policial agir de ofício?

Já que a divulgação está sendo ampla e irrestrita, sugiro o encaminhamento do caso ao tribunal Penal internacional e à Corte de Haia.
Seguem os dados para encaminhamento, esperandojustiça em favor de um ser humano cujo grito continua ecoando em nossas mentes….

Please use one of the working languages of the Court – English or French – for any correspondance.

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O Exmº Secretário deveria, em razão do cerceamento da defesa com supressão da verdade real, anular imediatamente sua decisão demitindo a escrivã…EMÍLIO, A GENTE QUE TE CONHECE SABE QUE VOCÊ MANDOU ESCRACHAR A ESCRIBA…Sr. CORREGEDOR, Bah! 344

O secretário da Segurança Pública, ao tomar conhecimento das imagens veiculadas pela Rede Bandeirantes de Televisão, relacionadas com operação desenvolvida pela Corregedoria da Polícia Civil em 15 de junho de 2.009, determinou a saída dos delegados de polícia EDUARDO HENRIQUE DE CARVALHO FILHO e GUSTAVO HENRIQUE GONÇALVES, lotados até a presente data na Corregedoria.


O terceiro delegado de polícia que participou da diligência, RENZO SANTI BARBIN, já não mais integra os quadros daquele Departamento.

Determinou ainda a instauração de Processo Administrativo Disciplinar para apurar a responsabilidade funcional de cada um deles, bem como do delegado de polícia EMÍLIO ANTONIO PASCOAL, à época titular da Divisão de Operações Policiais da Corregedoria, que concorreu para o desfecho daquela intervenção policial.

Por fim, determinou a expedição de ofício ao Exmo. Sr. Procurador de Justiça manifestando perplexidade com o requerimento de arquivamento do inquérito policial instaurado por abuso de autoridade, pelo representante do Ministério Público oficiante, à época, junto ao juízo criminal da Vara Distrital de Parelheiros.

http://videos.band.com.br/v_87844_delegados_que_deixaram_ex_escriva_nua_em_revista_serao_afastados.htm

Endereço de nosso Blog: Sindicato dos Escribas do Estado de São Paulo 22

———- Mensagem encaminhada ———-
De: Sindicato dos Escribas do Estado de São Paulo <sindicatodosescribas@gmail.com>
Data: 21 de fevereiro de 2011 22:40
Assunto: Endereço de nosso Blog
Para: dipol@flitparalisante.com

Saudações,
 
 
Por gentileza, verifique a possibilidade de ser inserido o endereço de nosso Blog, “Boletim de Ocorrência – Blog do Novo Sindicato dos Escrivães de Policia de SP”.
 
 
Grato
 
Max

OS TRUCULENTOS DA DOP FORAM AFASTADOS DA CORREGEDORIA…SERÁ QUE HÁ VAGAS NO CANIL DA PM? 122

Enviado em 21/02/2011 às 20:35

Jornal da Band
pauta@band.com.br
A SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado de São Paulo confirmou na noite desta segunda-feira o afastamento dos delegados que deixaram uma ex-escrivã nua durante uma revista em uma delegacia de São Paulo. As imagens foram gravadas e a informação foi divulgada com exclusividade pelo Jornal da Band.

O caso teria acontecido em uma delegacia da zona sul de São Paulo, em junho de 2009. A ex-escrivã, acusada de receber propina, é despida na frente de colegas. Durante o ato, ela pede para ser revistada por mulheres.

Ela responde a processo criminal por concussão, que é a corrupção praticada por funcionário público.

Enviado em 21/02/2011 às 20:47-  PATRÍCIA

21/02/2011 – 20h31
Secretaria afasta delegados suspeitos de abuso contra escrivã
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ANDRÉ MONTEIRO
DE SÃO PAULO

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo decidiu afastar da Corregedoria da Polícia Civil dois delegados suspeitos de abuso de autoridade na prisão de uma escrivã em 2009.

Alckmin diz ser grave vazamento de vídeo de escrivã despida
Caso de delegados que deixaram escrivã nua é arquivado

Também vai reabrir a investigação contra eles. A decisão foi tomada nesta segunda-feira pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo secretário Antonio Ferreira Pinto.

Em nota, a SSP afirma que foi determinado por Ferreira Pinto a instauração de processo administrativo disciplinar para apurar a responsabilidade dos delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves.

Também será investigada a conduta do delegado Emílio Antonio Pascoal, que na ocasião era titular da Divisão de Operação Policiais da Corregedoria.

O secretário também afirmou que vai enviar ofício ao chefe do Ministério Público “manifestando perplexidade com o requerimento de arquivação do inquérito policial instaurado por abuso de autoridade pelo representante do Ministério Público oficiante à época junto ao juízo criminal da Vara Distrital de Parelheiros”.

Imagens divulgadas no fim de semana pelo blog do jornalista Fábio Pannunzio mostram que, durante a abordagem, os dois delegados tiraram a calça e a calcinha da escrivã, que era investigada pelo crime de concussão (quando um servidor exige o pagamento de propina).

O caso aconteceu em junho de 2009, quando ela trabalhava no 25º DP, no bairro de Parelheiros (zona sul de São Paulo).

Ao longo dos 12 minutos do vídeo, a escrivã diz que os delegados poderiam revistá-la, mas que só retiraria a roupa para policiais femininas. Mas nenhuma investigadora da corregedoria foi até o local para acompanhar a operação.

O vídeo abaixo traz trechos cedidos pela TV Bandeirantes (cuja íntegra da reportagem pode ser vista aqui) que mostram imagens do incidente:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/879059-secretaria-afasta-delegados-suspeitos-de-abuso-contra-escriva.shtml

OBS: JA VÃO TARDE///!

O delegado Emilio Antônio Paschoal, que chefiava a equipe da corregedoria, negou ter dado a ordem para despir a escrivã…O jurista Luiz Flávio Gomes afirma que a ação dos delegados da corregedoria foi ilegal e inconstitucional: CRIMES DO INÍCIO AO FIM 92

-feira, 21 de fevereiro de 2011 – 19h39       Última atualização, 21/02/2011 – 19h39

Ministra pede punião aos policiais que despiram escrivã à força  

Do Jornal da Band

http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=100000402499

pauta@band.com.br

A ministra dos Direitos Humanos pediu hoje punição aos policiais que despiram e revistaram à força uma escrivã em São Paulo. O Jornal da Band revelou com exclusividade, na última sexta-feira, as imagens do abuso de poder. A policial acusada de cobrar propina foi algemada antes de ter a roupa retirada pelos colegas.

Maria do Rosário ficou indignada ao ver as imagens exibidas em primeira mão pela Band, da prisão de uma policial civil, acusada de corrupção. No vídeo, policiais da corregedoria arrancam as roupas da acusada em busca de provas. A ministra de Direitos Humanos quer a reabertura imediata do caso.

Durante a ação, gravada pela própria corregedoria, o delegado Eduardo Henrique de Carvalho filho, diz ter ordens expressas de um superior.

A escrivã, que foi expulsa da polícia e que responde a processo por corrupção, não se nega a ser revistada. Só pede que seja por mulheres, o que é garantido por lei.

Procurado, o delegado Emilio Antônio Paschoal, que chefiava a equipe da corregedoria, não quis gravar entrevista. Mas em depoimento no inquérito que apurou se houve abuso de autoridade de seus subordinados, negou ter dado a ordem despir a suspeita.

O jurista Luiz Flávio Gomes, que já atuou na polícia, no Ministério Público e como juiz, ficou impressionado com a gravação da corregedoria. Para ele a ação dos delegados da corregedoria foi ilegal e inconstitucional.

O processo por abuso de autoridade contra os delegados foi arquivado. Agora, o Ministério Público tenta encontrar uma forma jurídica para que o caso seja reaberto.

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CHUPA CÃO SARNENTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!