Como realizar escutas e gravações e denunciar corruptos
Equipamentos diversos de escuta e espionagem – http://www.equipamentosespionagem.org/ Leia este artigo, As provas obtidas com violação da intimidade e sua utilização no Processo Penal
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| Presos suspeitos de assassinato de policial civil |
| 01/12/2011 20:13:27 (714 leituras) |
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No final da tarde desta quarta-feira (30), policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia Seccional de Carapicuíba prenderam em flagrante dois suspeitos de envolvimento no caso do assassinato de um policial civil no último sábado. As prisões aconteceram no Jardim Arpoador, zona oeste de São Paulo. A equipe havia recebido uma denúncia onde apontava C.A.M.S., vulgo “Dinho ou Pequeno”, 31 anos, como responsável pela distribuição de drogas na região de Cotia, além de possuir forte armamento e ser integrante de uma facção criminosa da capital. Os policiais foram ao local e perceberam grande aglomeração e gritaria na rua. Era D.R.R., 26 anos, que estava dispensando dinheiro pela janela. Dinho também estava no apartamento, e foi surpreendido tentando fugir por uma janela da lavanderia, que já estava com suas telas cortadas. Na residência estava a quantia de R$ 53.100,00, assim como anotações de valores e nomes, especialmente vulgos, indicando que o dinheiro era proveniente da venda e acerto de contas do tráfico. Foram apreendidos ainda celulares, um revólver, maconha, cocaína e pinos vazios utilizados no acondicionamento de entorpecentes. Por Silvia Freitas |
Policial atira sem querer contra a própria cabeça em SP
02 de dezembro de 2011 • 08h06
Um policial militar rodoviário morreu com um tiro disparado pela própria arma na madrugada desta quinta-feira, em São João da Boa Vista, interior de São Paulo. Daniel Cavalcanti da Silva, 29 anos, voltava de uma festa, com quatro amigos em um carro. Uma testemunha falou que ele brincava com a arma, quando tirou o carregador e esqueceu que ainda havia uma munição na “agulha”, disparando contra a própria cabeça.
Daniel era recém-formado e estava de férias. O policial iria trabalhar a partir de janeiro, em Mogi Mirim, também no interior de São Paulo. A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o caso.
“Esconder as informações do CNJ é erro histórico”
“Calandra está pautando o Brasil”, afirma Falcão
Sob o título “As portas se fecham, mas ficam abertas“, o artigo a seguir é de autoria de Joaquim Falcão, professor da Fundação Getulio Vargas (Direito/Rio) e ex-membro do Conselho Nacional de Justiça. O texto foi publicado originalmente no “Correio Braziliense“.
Há pouco, o presidente Calandra, da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), entrou com ação no Supremo Tribunal Federal para que os brasileiros não tivessem mais acesso direto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O STF colocou em pauta. A indignação social e midiática da Corregedoria-Geral de Justiça, dos advogados e da sociedade foi tamanha que o Supremo suspendeu o julgamento.
Até hoje não decidiu. Nem deve. Não deve decidir sobre pressão questões de natureza institucional, sobretudo sob pressão corporativa dos próprios magistrados. Tisna a imparcialidade. Mesmo assim, a AMB fez um imenso bem ao país. Pela primeira vez o brasileiro se apropriou do CNJ como se fosse algo seu. Fundamental para sua liberdade. A defesa do CNJ passou a ser causa nacional, defesa da democracia, julgamento justo a que todos têm direito.
Agora, bastou que Eliana Calmon anunciasse 62 processos em curso sobre enriquecimento ilícito de magistrados, para a AMB voltar ao CNJ, solicitar, sem nenhum processo administrativo, que sejam retirados do site as informações sobre os juízes que respondem a processos administrativos em tramitação nas corregedorias-gerais dos tribunais de Justiça dos estados, que lá estavam apenas com iniciais. Agora, nem mais iniciais querem. Por detrás dessa medida duas conclusões podem ser obtidas.
A primeira é óbvia. Quanto mais difícil e mais escondida a informação, maior será o estímulo da mídia, dos profissionais, das associações e da corregedoria em prol da transparência da democracia. Maior será o esforço de revelar o escondido. Maior será o sucesso. É ingenuidade histórica o controle manu militari ou ex auctoritate legis da informação. A praça da liberdade de informação é do povo, como o céu é do condor, diria Castro Alves.
A dificuldade, e não a rotina de obter a informações, fará com que ela já chegue ao público com indesejada dose de escândalo. Quem agrava a informação não é sua revelação. É o seu esconder. O que não é bom para ninguém. Nem para as instituições democráticas. Mas esse será o resultado inevitável dessa política de tentar fechar as inúmeras portas da caixa preta. Tentativa de sucesso efêmero, demolidor de credibilidades e legitimidades.
O presidente Calandra da AMB está pautando o Brasil. É como se ele dissesse: corram atrás dessas informações que elas são relevantes para a boa Justiça e para a opinião pública do Brasil. Correrão. Está cometendo erro histórico político. Quase suicida.
O acesso à informação sobre os magistrados é antes um direito da cidadania do que uma férrea proteção do magistrado. Antes de tomar uma decisão dificultando informações nos sites, o CNJ deveria ouvir os que defendem nesse caso a liberdade de informação. A Ordem dos Advogados do Brasil não foi consultada. A Associação Brasileira de Imprensa não foi consultada. A Associação Nacional de Jornais não foi consultada. As universidades não foram consultadas. Os institutos de Advocacia do Brasil não foram consultados. As associações de classe não foram consultadas. As ONGs que defendem a democracia não foram consultadas. A prudência decisória que caracteriza os líderes do Judiciário deveria levá-los a ouvir, ouvir, ouvir. E só depois decidir.
O fato é que há três anos na gestão Gilmar Mendes e Gilson Dipp (2008/2010) os dados sobre os processos administrativos julgados pelo CNJ eram disponíveis. Era possível saber quais haviam sido julgados. Também era possível ter acesso às decisões desses processos, em sua íntegra, com os votos de todos os conselheiros. Tinha-se acesso inclusive aos documentos. Dificilmente havia sessão secreta. Eram televisionadas.
Hoje, o Tribunal do Acre, por exemplo, segue essa linha e tudo revela. Informa nos motivos do processo administrativo questões como “acumulação indevida de cargos”, “possíveis crimes contra a dignidade sexual, tráfico de influência e formação de quadrilha”, “excedimento de prazo”.
O Tribunal de São Paulo quase nada revela. Dos 167 processos, 163 têm como motivos “apuração preliminar da conduta do magistrado” ou “prática, em tese, de infração administrativa”.
Parece existir crescente abuso do uso do segredo de justiça no caso dos magistrados. Não justifica segredo de justiça quando se reclama de lentidão do magistrado. Não justifica quando ele comete uma falta meramente disciplinar. Justifica-se apenas em denúncias que atingem sua privacidade. Ou no inquérito, como defende Peluso. Nos outros casos, não.
O CNJ, por pressão da presidência da AMB, vai fechando as portas da liberdade de informação. Mas que continuarão abertas, ensina a história. É só esperar com a paciência democrática. O CNJ antes de regular a matéria, deveria dar o exemplo como tem dado. O momento é este: liberar plenamente as informações como já o fez em passado recente. Salvo em raríssimas exceções.
fonte: Blog do Fred
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Fernanda Simas, iG São Paulo | 30/11/2011 16:01
Em discussão no Congresso Nacional, a proposta para criar um novo Código de Processo Civil gera polêmica. O projeto tem a intenção de trazer celeridade ao trâmite dos processos ao diminuir o número de recursos e testemunhas. No entanto, para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) São Paulo e Distrito Federal, o novo Código vai prejudicar o direito de ampla defesa. Hoje é o último dia para parlamentares apresentarem emendas ao projeto.
“Juízes vão virar deuses e nós (advogados), escravos”, afirmou ao iG o professor de Teoria Geral do Processo e Direito Processual Civil da USP, Antônio Cláudio da Costa Machado, porta-voz da OAB São Paulo e Distrito Federal.
Já para o relator do projeto na Câmara dos Deputados, deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA), a diminuição dos recursos torna o processo civil mais rápido. “Não está escrito em nenhum lugar do Brasil que os advogados são obrigados a usar todos os recursos, isso é uma questão cultural. Quem tem o mau direito, termina se valendo desse artifício de usar os recursos legalmente previstos para adiar o cumprimento da obrigação do seu cliente”, afirma Barradas.
Segundo ele, com o novo Código, se houver tentativa de adiar a pena, pode haver aplicação de multa. “Se o juiz perceber que o advogado está usando de má fé e de recursos meramente protelatórios, ele poderá aplicar multas de 2% a 10% do valor da causa.”
O professor Costa Machado rebate essa ideia dizendo que já existe previsão de pena para o advogado que tentar apenas prorrogar uma decisão, mas que isso precisa ser aplicado. “Na verdade há uma eliminação de recursos e isso diminui o papel dos advogados. Essa forma de tornar as coisas válidas não é democrática, é ditatorial. Você compromete a ampla defesa, quando tira esses direitos da defesa”, argumenta.
“Em um processo a gente ganha ou perde a causa nas provas. Esse projeto elimina direitos. Hoje as partes podem arrolar (relacionar) três testemunhas para cada fato importante, o projeto diz que o juiz é quem vai determinar esse número. Meu direito de defesa estará prejudicado e não poderei discutir isso”, ressalta Costa Machado sobre outro ponto que considera polêmico.
Professor Antônio Cláudio da Costa Machado, é contra um novo Código
Para o professor, o novo Código traz mais poderes ao juiz de primeira instância, que acaba agindo sozinho e pode cometer erros como qualquer pessoa. “Dão poderes enormes ao juiz de 1ª instância”, disse.
Ele também diz ser preocupante a mudança em procedimentos adotados para que uma medida cautelar (como o mandado de busca e apreensão) seja cumprida. Atualmente, para cada medida a lei estabelece requisitos. No caso de busca e apreensão de uma criança, por exemplo, se for preciso arrombar a porta é necessária a presença de duas testemunhas. “Com o novo Código, haverá liminares rápidas sem ninguém ter pedido nada, só porque o juiz quer. Isso é coisa de ditadura. Quando se vive em uma ditadura a primeira coisa que vai para o espaço é o direito de defesa”, explica Costa Machado.
Conciliação
Outra ideia do projeto é tentar uma conciliação entre as duas partes logo no início do processo. O deputado Barradas argumenta que isso ajuda a tornar os processos mais rápidos, mas que é preciso que os alunos do curso de Direito sejam mais bem preparados. “Na sala de aula, a gente não tem um tempo prático para conciliação, mediação, arbitragem, que o professor convença o aluno de que um acordo pode ser a melhor opção.”
O professor Costa Machado aprova a ideia, com algumas mudanças. “As partes ainda não estão no clima de beligerância máxima e o mediador consegue fazer um acordo. A ideia é bárbara, mas o defeito é que para realizar essas conciliações o projeto diz que judiciário terá que criar um organismo dentro dele, mas nosso judiciário está a barrotado”, diz.
Outra proposta do novo Código de Processo Civil é fazer com que a sentença de um juiz de primeira instância seja cumprida logo após a sua definição. Hoje é possível esperar que essa sentença seja confirmada pela segunda instância – o Tribunal de Justiça – para depois ser cumprida. “Quem perde uma causa tem o direito de buscar uma segunda opinião e (de acordo com o projeto) não haverá mais essa segunda opinião. Muita injustiça vai ser praticada’, diz Machado.
Reforma do atual Código
“Vejo umas 50 coisas boas no projeto do novo Código, mas tudo o que eles projetam de bom pode ser inserido no Código vigente. O nosso Código é reconhecido como um dos mais modernos e democráticos. Um novo Código vai criar uma insegurança enorme quanto à interpretação da Lei”, diz o professor Costa Machado sobre a possibilidade de se fazer um reforma no Código de Processo Civil, que data de 1973.
O deputado Sérgio Barradas Carneiro afirma que não é possível fazer a reforma, já que o atual Código tem diversas mudanças. “O atual CPC já está muito emendado. Foram 65 leis que o modificaram, então é preciso fazer um novo, com o que esse tem de consolidado e bom e com instrumentos novos que visam colaborar para desatar os nós que foram se formando ao longo desses 35 anos na Justiça brasileira.”
Reforma administrativa
Em um ponto o relator Carneiro e o professor Costa Machado concordam: a demora em julgar os casos não será resolvida com uma reforma ou um novo Código de Processo Civil. “O novo CPC não é um remédio para todos os males. É preciso repensar o poder judiciário”, considera o deputado.
“O problema da nossa Justiça é por fata de estrutura administrativa. Há 25 anos, a justiça paulista era a melhor e hoje, é a do Rio de Janeiro, porque lá eles julgam o recurso em menos de um ano e aqui em até sete anos. O problema não é a lei, é a infraestrutura”, afirma Costa Machado.
PREZADO DR. GUERRA, OS NOVOS POLICIAIS CIVIS DO ESTADO DE SP (SE É QUE ASSIM POSSAM SER CHAMADOS) AINDA AGUARDAM NOMEAÇÃO DOS CONCURSOS DE INVESTIGADOR DE 2009 E ESCRIVÃO DE 2010.. SEGUNDO PESSOAS LIGADAS AO CERTAME OS CONCURSOS DERAM ENTRADA NA CASA CIVIL DE SP DIA 11/11/2011 PARA SUAS RESPECTIVAS NOMEAÇÕES, MAS INFELIZMENTE DEVIDO A MOROSIDADE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO E A FALTA DE VONTADE POLÍTICA AINDA IMPEDEM A NOMEAÇÃO DOS MESMOS… SERÃO USADOS COMO PROPAGANDA POLÍTICA PRA TENTAR ELEGER OS ALIADOS DO GOVERNO NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS DE 2012..O CHEFE DO ESTADO DISSE ONTEM EM PROGRAMA DE ENTREVISTAS QUE AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS SÃO DE GRANDE VALIA PARA O GOVERNO ESTADUAL.. DISSE QUE ESTE ANO O ESTADO FORMOU 6000 PM’S, MAS DESDE NÃO FALOU HÁ QUANTO TEMPO NÃO POE UM PC NA ACADEPOL.. EM OUTRAS ENTREVISTAS RECENTES DISSE À POPULAÇÃO QUE EM JANEIRO ESTARIAM NAS DP’S DO ESTADO MAIS 1050 INEVSTIGADORES E 400 ESCRIVÃES, O QUE É MENTIRA, O CORRETO DISSO SÃO 610 INVESTIGADORES (SE NÃO DIMINUIR ATÉ APOSSE) E 300 ESCRIVÃES (SE TB NÃO DESISTIREM ATÉ A POSSE) UM CONCURSO DE 2008 FOI HOMOLOGADO NO DIA 24/11/2011 E ENCAMINHADO À CASA CIVIL NA MESMA DATA, TENDO SUA NOMEAÇÃO DECRETADA EM 28/11/2011, COM PUBLICAÇÃO NO DOSP EM 29/11/2011.. FICAM AS PERGUNTAS: COMO QUE 2 CONCURSOS QUE DERAM ENTRADA NO PROTOCOLO DA CASA CIVIL COM 15 DIAS DE ANTECEDENCIA DO OUTRO FICOU PRA TRAS??? COMO OS TRÂMITES OCORRERAM DA SEXTA PARA A SEGUNDA-FEIRA EM UM, E EM OUTROS OS TRÂMITES CORREM HÁ PELO MENOS 20 DIAS??? SERÁ QUE EXISTE ISÔNOMIA NO ESTADO DE SP??? OU SERÁ QUE EXISTE O MEDO DE AÇÃO DO MP??? COMO QUE NINGUEM SABE DO ANDAMENTO DOS PROCESSOS DENTRO DESSE ORGÃO DO ESTADO??? PORQUE OS FUNCIONÁRIOS DÃO INFORMAÇÕES DESENCONTRADAS??? PEÇO QUE O SENHOR DIVULGUE MAIS UMA VEZ ESSA CAUSA…
***** AGRADECIMENTOS AO JOÃO LEITE NETO, POR NUNCA NOS ESQUECER, SEMPRE FALA DE NÓS EM SEU QUERIDO MILKNEWS.. AO DR. GUERRA, OBRIGADO PELO ESPAÇO!!!
Enviado em 30/11/2011 as 23:51 – DelporPoliciais rodoviários atuavam em 5 cidades da região de Franca; inquérito militar apura denúncias
EPTV – vídeo
A corregedoria da PM (Polícia Militar) prendeu, em Franca, 17 policiais rodoviários, nesta quarta-feira (30), suspeitos de fazer parte de um esquema de recebimento de propina. As prisões ocorreram na Base Rodoviária.
Os policiais atuavam em Franca, Brodowski, Pedregulho, Ituverava e Igarapava. Segundo as investigações, eles receberiam uma porcentagem do valor pago por cada carro guinchado e encaminhado ao pátio de veículos de Ituverava.
Desde abril, o pátio da cidade recebe os veículos retidos por documentação irregular ou por falta de manutenção.
Segundo informações não oficiais, o esquema teria sido descoberto depois de uma denúncia e interceptação de escutas telefônicas. De acordo com a PM, os policiais foram levados à capital e devem ficar pelo menos cinco dias na sede da corregedoria, até a apuração dos fatos.
Em nota, a corregedoria informou que já está em andamento um inquérito policial militar para apurar as denúncias. Segundo a PM, outros policiais vão ser remanejados para as bases da polícia rodoviária da região.
CRIME ORGANIZADO:A PONTA DO ICEBERG PODE ESTAR NO GUARUJÁ
O que há por trás das mortes de um colombiano e um argentino dentro de um condomínio de luxo no Guarujá?João Leite Neto volta a seus tempos de repórter investigativo e tenta decifar esse mistério.
“Ele precisará de um tratamento cirúrgico para implante. Ele teve que ficar internado”, contou.
“Esmurrou a traição alguém mais fraco fisicamente; a vítima não esperava e nem tinha como se defender do ataque”, disseram as testemunhas.O Seccional não explicou a razão de o policial não sofrer prisão em flagrante.
29/11/2011 – 12:08
Um delegado-plantonista foi agredido por um investigador dentro da Delegacia Seccional de Limeira na noite de segunda-feira (28). O investigador Marco Antonio Correa é investigado em uma sindicância da Polícia Civil após dar entrevista à EPTV no sábado (26) sobre a entrega irregular de alimento aos presos suspeitos de participarem de esquema de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e sonegação fiscal. Entre os denunciados pelo Ministério Público estão a primeira-dama de Limeira, Constância Félix, e os dois filhos, Maurício e Murilo Félix.
No fim de semana, o investigador Marco Antonio Correa disse que a entrega de alimentos no sábado nos dois locais onde estava detido o grupo era privilégio apenas para os envolvidos no caso da primeira-dama de Limeira, e que recebeu a informação de um escrivão que a ordem teria partido do delegado seccional. “Eu disse para o carcereiro que isso era revoltante, porque para as pessoas humildes a determinação é de não receber nada”, afirmou o agente. No sábado, o delegado seccional José Henrique Ventura alegou que a entrega era permitida, o que no meio policial é conhecido como “jumbo”, mas mudou de opinião nesta segunda-feira (28).
De acordo com o investigador, ele vem sofrendo represálias após o anúncio da abertura da sindicância. Segundo Marco Antonio Correa (foto ao lado), ele discutiu com o delegado-plantonista, identificado como Marcelo pelo investigador, porque recebeu ordens para buscar lanche em outro bairro da cidade. O investigador se negou a fazer o serviço, porque, segundo ele, isso “não é trabalho dele”. Em seguida, recebeu uma ligação de que a esposa dele passou mal e que estava no hospital. Ele então pediu ao delegado-plantonista para buscar a mulher com uma viatura da polícia, porque estava de moto. O pedido foi negado, mas o seccional autorizou a ida do investigador, que retornou uma hora depois para a delegacia.
Marco Antonio Correa questionou a postura do delegado-plantonista e houve discussão. Eles entraram em luta corporal e o delegado-plantonista foi atingido no rosto com um soco. do investigador. “Quebrei mesmo. E quebro. E vou responder por isso, mas nenhum delegado me faz de ‘trouxa'”, disse Correa.
O delegado seccional de Limeira não foi encontrado na manhã desta terça-feira (29) para comentar o assunto e dizer se os envolvidos no caso serão punidos, mas em entrevista na noite de segunda-feira (28) José Henrique Ventura informou que a sindicância seria aberta nesta terça.

| terça-feira, 29 de Novembro de 2011 | 09:00 |
O grupo de hackersLulzsec Portugal acedeu ilegalmente aos computadores do Ministério da Administração Interna (MAI) e roubou informação pessoal de 107 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), divulgando-os publicamente e ameaçando publicar os dados de todos os agentes da PSP.
O ataque surge em resposta à violência policial a que se assistiu durante o protesto em frente ao Parlamento no dia 24, avança o jornal Público.
Os dados publicados dos 107 agentes, de três esquadras de Lisboa, incluem nomes, postos, números de identificação, locais de trabalho e cargos desempenhados, números de telefone e contactos de e-mail, tendo o grupo começado a divulgar as informações no domingo à noite.
Esta segunda-feira de manhã vários agentes contactados pela publicação ainda não sabiam do ataque à Rede Nacional de Segurança de Segurança Interna, que inclui também dados pessoais de outras forças como a GNR e os bombeiros, também tuteladas pelo MAI.
«Em resposta às detenções e violência sobre civis desarmados iremos divulgar os dados de todos os agentes da PSP, esquadra a esquadra, indivíduo a indivíduo, a começar pela esquadra de Chelas», lê-se no texto divulgado pelo grupo Lulzsec Portugal.
No entender do presidente da Associação Sindical dos Oficiais da Polícia (ASOP), Hélder Andrade, estas alegações justificam «pedir esclarecimentos à Direcção Nacional [da PSP]».
«O que posso adiantar é que esse pedido de esclarecimentos já está a ser encaminhado e que a Direcção Nacional, tendo sabido desde ontem [domingo] à noite do que se passava, terá pedido a todo o efectivo para ter especiais cuidados na abordagem deste problema», sublinhou Hélder Andrade.
A informação revelada pelo grupo de hackersé relativa a agentes da 14.ª esquadra, na Via Principal de Peões, da 16.ª esquadra, na Avenida João Paulo II, Zon
O grupo de hackers LulzSec Portugal, responsável pela divulgação de dados de agentes da PSP, está a convidar outros hackers portugueses a juntarem-se em ataques informáticos e de divulgação de dados, numa operação que deverá arrancar já no próximo dia 1 de Dezembro.
Num texto publicado esta terça-feira, avança o diário Público, o LulzSec Portugal anuncia que pretende juntar-se ao Anonymous Portugal (ambos inspirados nos grupos internacionais homónimos) para dar início ao que chamam a operação #AntiSecPT (mais uma vez, inspirada numa operação semelhante a nível internacional).
Ao mesmo tempo, os autores do texto publicado no site TigaLeaks, que tem vindo a divulgar informação sobre este género de acções no nosso País, incitam os «auto-didatas, e hackers a espalharem pelo nosso país, assinando anonimamente em nome do movimento #AntiSecPT, em defacements [alterações a sites], ataques DDOS [ataques que visam tornar um site inacessível] e leaks [fugas de informação], que exponham online a corrupção».
A mensagem agora divulgada encoraja ainda acções fora da Internet, nomeadamente, através de «graffitis pelas paredes, pela música, por vídeos e textos» o divulgar do apelo ao «combate à corrupção em nome do movimento #AntiSecPT».
a J, e da 38.ª esquadra, na Rua Ricardo Ornelas, Lote 378 R/C A, Zona 1, em Chelas.
Fonte: Diário Digital