O porta voz do Fernandinho do Pó volta atacar o delegado Mauro Marcelo, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) 19

Homem de confiança de Dirceu pode chefiar Inteligência de polícia tucana

Cláudio Humberto

O diretor da Polícia Civil de São Paulo provocou espanto, entre profissionais da corporação, ao indicar o delegado Mauro Marcelo, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Lula, para um cargo chave, considerado um dos mais estratégicos no Estado: chefe da área de Inteligência da própria Polícia Civil. O convite foi feito hoje e a indicação levada ao governador Geraldo Alckimin (PSDB), a quem caberá a palavra final.

Mauro Marcelo é considerado um dos homens de confiança do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, que inclusive o indicou para a direção-geral da Abin. A área de Ineligência da Polícia Civil paulista é considerada uma das mais bem equipadas do País, com “poder de fogo” semelhante ao da Polícia Federal. Mauro Marcelo foi demitido da Abin em setembro de 2005, após publicação de uma nota em ele se referiu a parlamentares como “bestas feras” e à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios como “picadeiro”. (Coluna de Cláudio Humberto)

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Mauro Marcelo não é homem de confiança do José Dirceu e o Dipol não possui “poder de fogo”; ainda não deixou de ser  tratado como mero setor de compras de equipamentos e programas de baixa qualidade.

“Gás pimenta nos olhos do povo é colírio”…( Efeitos da militarização da administração pública ) 9

13/04/2012-17h01

Cartaz colado na subprefeitura da Sé será investigado em SP

DE SÃO PAULO

“Gás pimenta nos olhos do povo é colírio”, dizia cartaz pregado no mural da Supervisão de Habitação, no 5º andar da Subprefeitura da Sé, no centro de São Paulo.

O cartaz foi colado no mural pelo coordenador daquela supervisão, Joceli Adair da Silva. Foi visto por dois integrantes do grupo de teatro Auto-Retrato, que estavam na subprefeitura na tarde de ontem para questionar sobre uma ação do órgão junto a moradores de rua, na praça da Sé.

Ao verem o cartaz, os dois informaram ao advogado da Subprefeitura da Sé, Rodolfo Richardo, que disse que iria apurar o “deslize pontual”.

À Folha, Richardo disse que já encaminhou um relatório detalhado do episódio ao subprefeito e que sugeriu a abertura de uma investigação preliminar, para apurar o cartaz.

Joceli Silva disse à reportagem que aquele cartaz foi encontrado nas mãos de um membro da Frente de Luta por Moradia, que estava colando o material em muros próximos à esquina da Conselheiro Nébias com rua Vitória, no centro, onde foi feita reintegração de posse de um imóvel em fevereiro.

“Esse cartaz é um equipamento de trabalho, uma informação técnica. Tenho que saber como essas pessoas pensam, para subsidiar meu trabalho”, disse.

Uma das funções de seu setor é dar suporte nas ações de reintegração de posse, fazendo mediação entre líderes de movimentos ligados às invasões e os proprietários dos locais ocupados. Ele disse que sempre acompanha ações de desocupação que ocorrem na Sé.

Segundo ele, o cartaz foi feito como crítica a uma ação anterior, na av. São João, em que policiais militares usaram gás de pimenta para conter os ocupantes. “Se foi usado gás de pimenta foi porque o pessoal começou a jogar pedra”, diz ele.

A Folha esteve no prédio da rua Conselheiro Nébias e encontrou um pedaço de um dos cartazes ainda colado. O prédio hoje passa por reforma e será transformado em hotel pelo proprietário.

Gaetano Vergine não é mais o chefe do Dipol, deverá ser substituído por Mauro Marcelo Lima e Silva ( que se diz fã de Edgar Hoover ) 98

13/04/2012-15h49

Polícia Civil paulista troca chefia do departamento de inteligência

ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO

O delegado Gaetano Vergine não é mais o chefe do Dipol (Departamento de Inteligência da Polícia Civil de SP), setor da polícia paulista que tem como uma de suas principais atribuições cuidar do grampos telefônicos realizados com autorização da Justiça.

Com passagens anteriores pela chefia do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e da Corregedoria Geral da Polícia Civil, Vergine deverá ser substituído por Mauro Marcelo Lima e Silva, que já foi diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), um órgão federal.

A aprovação de Silva depende apenas de um aval da Secretaria da Segurança Pública.

http://veja.abril.com.br/280704/p_056.html

https://flitparalisante.wordpress.com/2008/07/12/mauro-marcelo-foi-guarda-costas-de-lula/

https://flitparalisante.wordpress.com/2011/05/12/antonio-ferreira-pinto-seriao-john-edgar-hoover-bandeirante-john-com-j-otinha/

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Verdadeiramente, o Mauro Marcelo é quem mais conhece de Inteligência na Polícia Civil.

Por tal esperamos que  sua suposta simpatia por Hoover não passe de piada.

Edgar Hoover foi um extorsionário.  

Gaetano Vergine deixa o DIPOL honradamente, apenas para o Secretário argumentar que promoveu mudanças uniformes nas áreas de inteligência das Polícias Civil e Militar.

Ou seja:

NÃO FEZ ESPIONAGEM; NEM MALVERSOU O ERÁRIO POR MEIO DE LICITAÇÕES FRAUDULENTAS…

MAS PROVIDENCIALMENTE FOI EXONERADO PARA JUSTIFICAR AS EXONERAÇÕES DOS OFICIAIS  PM ACUSADOS DE ROUBALHEIRA.

Após suspeitas de fraudes em licitações: Coronel Alfredo Deak Jr., ex- diretor de Tecnologia da Polícia Militar, foi transferido para a Zona Leste 26

Homologação

3.000 dos quase 12.000 tablets começaram a ser usados nas viaturas da PM, desde janeiro de 2011, sem a homologação da Anatel – os aparelhos só foram aprovados pela agência sete meses depois. O coronel Alfredo Deak, da PM, diz à Folha que “o equipamento foi homologado em agosto [de 2011] e a entrada em operação só se deu após essa data”. Mas e antes de agosto? Deak diz que “apenas uma parcela para teste” foi entregue no início do ano, e a maior parte foi entregue em julho. Segundo a Folha, a Anatel deve testar esses tablets para saber se o modelo em uso é exatamente o mesmo que foi certificado.

A fabricante Maxtrack diz que o tablet usa um modem GPRS/EDGE, “um subproduto interno ao equipamento homologado desde 2008″. Mas a Anatel diz que, mesmo que os componentes sejam certificados, o aparelho só pode ser vendido se for testado e aprovado pela agência como um todo.

Quem ganhou a licitação para distribuir os tablets foi a Neel Brasil Tecnologia. Lembra-se dela? Foi a mesma que distribuiu GPS xing-ling para a Guarda Civil Metropolitana de São Paulo – os aparelhos já foram lacrados pela Anatel. Também foi ela que venceu licitação para alugar tablets à prefeitura de São Paulo por R$14.000 a unidade – a licitação foi suspensa. E o dono da empresa, Carlos Alberto Zafred Marcelino, é acusado pelo Ministério Público de envolvimento em fraude de inspeção veicular no Rio Grande do Norte. Há ordem de prisão contra ele, mas Zafred é foragido da Justiça. [Folha e FSP (assinantes)]

 

Rádio SHOWTIME – Roberto Podval fala ao vivo amanhã sobre grampos ilegais em conversas de advogados 4

PARA NOTICIÁRIO CAMPANHA OAB/SP 2012

Brickmann & Associados Comunicação

Brickmann & Associados Comunicação – B&A – 13/04/2012 – www.brickmann.com.br

Roberto Podval fala ao vivo amanhã sobre grampos ilegais em conversas de advogados

Sem autorização judicial, grampos telefônicos da inviolável conversa entre advogados e clientes têm sido gravadas; programa de rádio Showtime é conhecido pelo árduo combate à corrupção policial, contra caça-níqueis e pela defesa dos profissionais do Direito

Podval: contra escutas ilegais de conversas de advogados Foto Jorge Araújo – Ag. Milenar Alta

Ao vivo, o advogado criminalista Roberto Podval, um dos maiores e expressivos defensores das prerrogativas dos advogados, será ouvido neste sábado, 14 de abril, às 9 horas da manhã, em um dos mais populares programas de rádio e internet do Vale do Paraíba, comandado pelo radialista João Alckmin. A Rádio SHOWTIME pode ser acessada de qualquer lugar do mundo pelo endereço http://www.showtimeradio.com.br. A central da rádio é em São José dos Campos, SP, e o programa tem se destacado pelas denúncias de corrupção, contra os jogos ilegais e conluio de autoridades, e pelo debate do papel do advogado, dos juízes e da imprensa pelo Estado de Direito.
Além de vários assuntos do momento, de debates com jornalistas, o programa versará sobre denúncia feita pela Corregedoria e pela Polícia Judiciária de Taubaté, apontando que a Polícia Militar e o Ministério Público estariam grampeando conversas de advogados, sem autorização judicial.
Roberto Podval é pré-candidato da oposição à presidência da OAB/SP, que terá eleições em novembro deste ano. Para ele, não é mais possível que a entidade fique alheia aos vários problemas com esse que vêm sendo enfrentados pela categoria profissional. “Revistam nossas pastas no Fórum. Invadem nossos escritórios. Grampeiam nossas conversas. A OAB/SP, a maior seccional do país, não pode mais ficar omissa como esteve nos últimos nove anos”, afirma o combativo advogado.
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Você pode fumar baseado baseado em que você pode fazer quase tudo 29

Alunos da USP farão ‘semana do baseado’

Universitários promovem atividades para debater a proibição do uso de drogas no câmpus; programação do evento inclui noite do ‘fumo lícito’

12 de abril de 2012 | 22h 37
Camilla Haddad – O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Alunos da Universidade de São Paulo (USP) promoverão, entre segunda e sexta-feira, a Semana de Barba, Bigode e Baseado. Serão cinco dias de atividades para discutir a proibição do uso de drogas ilícitas no câmpus do Butantã, na zona oeste da capital. Está prevista uma noite do fumo, que, “para efeitos jurídicos”, terá “apenas orégano, substância lícita”. O convite para o evento é feito pelo Facebook.

 

Cartazes convocam para evento na FFLCH - Daniel Teixeira/AE
Daniel Teixeira/AE
Cartazes convocam para evento na FFLCH

“A semana terá um caráter lúdico e libertário”, disse Caio Andreucci, estudante do 3.º ano de Ciências Sociais e um dos organizadores. Ele contou que a ideia surgiu na Frente Uspiana de Mobilização Antiproibicionista (Fuma). O grupo foi fundado no fim do ano passado, em meio aos protestos surgidos após a Polícia Militar flagrar três estudantes com maconha na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), que acabaram com a invasão da Reitoria.

Segundo Andreucci, a maioria dos participantes é da FFLCH, mas devem marcar presença também alunos do Direito. “A gente vai discutir a moralidade na questão das drogas com ironia e piada”, prometeu.

Na segunda-feira, dia 16, serão apresentados documentários sobre drogas e mulheres que vivem no mundo do tráfico. As sessões serão exibidas no Espaço Verde, um sala da FFLCH, a partir das 20 horas. No dia seguinte, será a vez do fumo lícito, como definiu o regulamento do evento. Na mesma página na internet, os estudantes postaram que “droga não é demônio” e o que estará em pauta é a “autonomia sobre o próprio corpo e a liberdade de escolha”. Professores da USP estão entre palestrantes anunciados no Facebook.

Apesar das frases, Caio lembrou que não serão fornecidas drogas no local. “É uma questão que não podemos controlar, mas não vamos incitar.”

Arrecadação. No último dia de discussões, previsto para a próxima sexta-feira, será realizada uma cervejada na faculdade. O dinheiro arrecadado com a venda de bebidas será revertido para a Marcha da Maconha, movimento que defende a legalização da droga no Brasil.

A Assessoria de Imprensa da Reitoria da USP informou que não vai se manifestar sobre o evento. No mês passado, o coronel da reserva Luiz de Castro Junior assumiu a Guarda Universitária da USP. Ele não foi localizado pela reportagem para comentar o assunto.

 

Oficiais da PM pagavam R$ 100 mil por promoção 12

Nacional
Cachoeira promovia “farra dos coronéis” em Goiás, apontam escutas da PF
12/04/2012 – 22h41

UOL

Novos documentos da operação Monte Carlo, da Polícia Federal, mostram que o excesso de promoções a coronel na Polícia Militar de Goiás teria relação com a influência do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro sob a acusação de explorar jogos ilegais.

A prática está sendo chamada de “farra dos coronéis” e teria ocorrido entre o fim de 2008 e 2010. As escutas mostram conversas entre Lenine Araújo de Souza, que seria um dos homens de confiança do bicheiro, e o coronel Carlos Antônio Elias, ex-comandante geral da PM goiana.

Por lei, Goiás deveria ter 28 coronéis, mas atualmente conta com 32 homens na ativa, número que já chegou a 38. Testemunhas relataram ao Ministério Público que a diminuição se deu pela grande pressão que os homens têm sofrido, e acabam pedindo aposentadoria.

Com as recomendações feitas por Cachoeira, surgiu uma figura militar atípica: um coronel, que possui patente, mas não comanda um batalhão, e só ficaria nos corredores. O Ministério Público de Goiás começou a investigar na quarta-feira (11) a informação destes oficiais que teriam sido beneficiados por um suposto tráfico de influência.

O diálogo foi gravado no fim de 2010 e mostra Souza dizendo que as promoções teriam de acontecer antes de o novo governo assumir –Marconi Perillo (PSDB) havia sido eleito para suceder o governador Alcides Rodrigues (PP). Elias concorda: “Se não, passa da hora”. E continua: “Me ajuda daí, que eu vou fazendo força daqui também”. A conversa teria surgido a mando de Cachoeira.

De acordo com o MP, duas testemunhas ouvidas nesta quarta-feira fazem parte do grupo dos “coronéis de corredor”. Eles contaram aos promotores que perderam os cargos para que outros assumissem.

“A partir do momento que eu estou sendo afastado, a minha vaga fica disponível para que outro seja promovido em meu lugar”, explicou o coronel Israel Becker.

O ex-comandante Carlos Antônio Elias disse que não há nada de errado com as nomeações, e que não vai mais comentar o caso.

Outras denúncias

O deputado estadual Junio Alves de Araújo (PRB), conhecido como Major Araújo, afirmou ao promotor de Justiça Fernando Krebs que Cachoeira teria influência na PM goiana e que cobrou propina para a promoção de coronéis. “No meu gabinete oficiais disseram ter pago até R$ 100 mil”, diz Araújo.

A polícia, de acordo com o parlamentar, teria até mesmo uma tabela com valores para as promoções. A assessoria de imprensa da PM afirma que a preocupação da corporação com as irregularidades é antiga, e que todos os casos vão ser investigados.

O Secretário de Segurança é a personificação do estilo PSDB-DEM de fazer oposição: BATE CARTEIRA E GRITA PEGA LADRÃO! 39

Enviado em 12/04/2012 as 12:43 – E SE EU CASAR COM UM  COXINHA VOCÊS CONTINUARÃO ME AMANDO

OS COMENTÁRIOS DESTE POST EM SUA MAIORIA SÃO INTELIGENTES E BASTANTE ESCLARECEDORES, DOS MAIS ENGRAÇADOS AOS MAIS SÉRIOS… E QUASE TODOS NOS LEVAM A UMA CONCLUSÃO MAIS DO QUE LÓGICA, O SECRETINO DE INSEGURANÇA PÚBLICA DECIDIU ACABAR COM A BANDA PODRE DA POLÍCIA CIVIL, PRATICANDO DIVERSAS ILEGALIDADES, PARA DESVIAR O FOCO E DE FORMA BEM TRANQUILA DAR MAIS PODER PARA A BANDA PODRE DA POLÍCIA MILITAR….

Antonio F.P. para se aguentar com a “pasta” da segurança engana e insinua desonestidade administrativa do ex-comandante geral da PM: “QUE FEZ COMPRAS DE 300 MILHÕES NO APAGAR DAS LUZES” 41

Secretário suspende compras de antenas e softwares da PM

Ferreira Pinto afirma que tomou decisão após saber de suspeitas de irregularidades

Ele chegou a dizer que estava ‘analisando’ a utilização de tablets por policiais, mas depois voltou atrás

ROGÉRIO PAGNAN DE SÃO PAULO REYNALDO TUROLLO JR. COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, determinou a suspensão de todas as compras da Polícia Militar na área de Tecnologia de Informação feitas desde dezembro de 2011.

Na lista de compras atingidas estão duas das maiores licitações da PM. Elas envolvem quase R$ 300 milhões: as compras de antenas repetidoras de rádio e de 36 softwares para a inteligência.

A determinação não atinge a compra dos 11.750 tablets por R$ 25 milhões -ela foi feita em 2010. A Folha revelou ontem que os aparelhos não funcionam direito e que chegaram a ser usados sem autorização da Agência Nacional de Telecomunicações.

Ontem, o secretário chegou a dizer que, por causa das falhas, o uso dos tablets pelos policiais estava sendo alvo de “análise”, mas depois mudou de versão (leia texto ao lado).

SIGILO

Segundo Ferreira Pinto, a decisão de suspender novas compras ocorreu entre “30 dias e 40 dias” atrás.

A medida vinha sendo mantida em sigilo pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB). ( MENTIRA DO K. )

O secretário disse que tomou a decisão após “uma série de comentários” e o recebimento de um relatório enviado pelo deputado Major Olímpio Gomes (PDT). “Foi uma medida preventiva.”

O relatório diz haver direcionamento para compra das antenas e dos tablets.

“Diante de informações tão complexas, determinei que não se gastasse mais nada em tecnologia de informação até a assunção do novo comando. Vamos ver caso a caso. Se tiver irregularidade, será apurada”, disse Ferreira Pinto.

TROCA DE COMANDO

A suspensão das compras determinada pelo secretário atinge as últimas ações do coronel Álvaro Camilo no posto de comandante da PM.

Sua saída repentina, na semana passada, causou surpresa porque ele mesmo dizia que ficaria no cargo até 21 de maio, quando iria para a reserva.

Ontem, Camilo disse que a antecipação de sua saída não se insere nesse contexto. Afirmou ter sido decisão pessoal.

Para o lugar de Camilo, o governo escolheu o coronel Roberval França, que é especialista em tecnologia.

Ferreira Pinto nega haver suspeitas contra o coronel Camilo.

Mas diz que pesou na sua decisão o fato de ele estar no fim de sua gestão, “no apagar das luzes”, e estar fazendo aquisições para o sucessor. ( Hehe!…Só se for para o sucessor do Kassab ! )

A PM não se manifestou oficialmente ontem sobre as declarações do secretário.

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Para Alckmin, problema em tablet é ‘pontual’

DE SÃO PAULO

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem que os problemas de funcionamento dos tablets da Polícia Militar, noticiados pela Folha, “são questões pontuais”.

“Eu dou uma sugestão: que você converse hoje [ontem] com o novo comandante-geral, coronel Roberval [França], e com o secretário da Segurança que eles vão detalhar.”

O coronel não atendeu ao pedido de entrevista. Já o secretário Antonio Ferreira Pinto chegou a dizer que os tablets estavam sob “análise”.

“Estou pedindo uma análise do que foi comprado, se corresponde aos objetivos da PM quando foi comprado”, disse. Minutos depois, recuou: disse que a análise cabia à PM e que “não havia pretensão de revisão dos tablets”.

REDE 4G

Os 11.750 tablets comprados por R$ 25 milhões funcionam mal, dizem PMs. Os equipamentos operam na rede GSM da Vivo -tecnologia anterior à 3G. Técnicos ouvidos pela Folha dizem que rede e aparelho não “conversam” bem.

Para “turbinar” o projeto, a PM testou nos tablets, até fevereiro, uma tecnologia de conexão de quarta geração (4G) em parceria com a multinacional Alcatel-Lucent. O 4G ainda não existe no Brasil.

A empresa investiu cerca de US$ 2 milhões nos testes na frequência de 700 MHz -na qual já opera nos EUA.

Essa faixa, porém, é destinada no Brasil a canais de TV digital. A destinação de faixas é feita pela Anatel, que quer o 4G no país em 2,5 GHz.

Segundo o coronel da PM Alfredo Deak, a implantação do 4G em 700 MHz é cinco vezes mais barata. Ele pleiteia junto à Anatel a liberação.

O pleito vai ao encontro do que pedem as operadoras de telefonia ao governo federal. A Anatel disse que só analisará o tema depois de 2016.

“Estrebucha! Filho da puta”, “filho da puta, você não morreu ainda? Olha pra cá! Maldito. Não morreu ainda?” 27

Corregedoria identifica policiais militares do caso ‘estrebucha’

Corregedoria identifica policiais militares do caso ‘estrebucha’ “Estrebucha! Filho da puta”, “filho da puta, você não morreu ainda? Olha pra cá! Maldito. Não morreu ainda?”

Os policiais Sérgio Benedito e Cristiano Cardoso de Albuquerque, do 38º Batalhão da PM, zona leste de São Paulo, são os responsáveis pelo vídeo em que essas frases são ditas a dois suspeitos baleados que agonizavam no chão.

O episódio ocorreu em 2008. As imagens foram reveladas pela reportagem em agosto de 2011; a partir dali, a Segurança Pública e as polícias Civil e Militar passaram a investigar o caso.

A conclusão de que o cabo Benedito, hoje na 1ª companhia do 38º Batalhão, e o soldado Albuquerque, da 5ª companhia, são os responsáveis pelo caso “estrebucha” é da Corregedoria da PM.

Quem agonizava no chão eram o borracheiro Diego Arruda Ramos, hoje com 20 anos, e seu tio, Tiago Silva de Oliveira, suspeitos de roubar cheques, celulares e R$ 525.

Eles foram atingidos por tiros disparados pelo guarda-civil André Pereira Alves, que reagiu ao roubo atribuído à dupla. Ferido por um tiro na cabeça, Oliveira morreu depois de três dias internado.

Ramos, à época com 16 anos, tomou seis tiros, ficou um mês internado e sobreviveu. No vídeo, ele aparece com uma blusa amarela.

Após a divulgação do vídeo, Ramos disse em entrevista que as humilhações por parte dos PMs duraram cerca de 40 minutos.

O comandante-geral da PM à época da divulgação do vídeo, coronel Álvaro Batista Camilo, pediu desculpas públicas aos familiares de Oliveira por causa do episódio.

Um dia após o vídeo ser revelado pela reportagem, Camilo mandou prender dez policiais militares (inclusive Benedito e Albuquerque) que participaram de alguma forma desta ocorrência policial.

Hoje, a partir das 9h30, na sede do Comando de Policiamento da Capital, Benedito e Albuquerque serão interrogados por um Conselho de Disciplina (processo administrativo da PM) para decidir se eles serão expulsos, demitidos ou permanecerão na corporação.

ATENÇÃO: o vídeo a seguir contém imagens agressivas

 


OUTRO LADO

“Esses PMs [cabo Sérgio Benedito e soldado Cristiano Cardoso de Albuquerque] são vítimas de uma injustiça sem tamanho. Eles não fizeram aquelas imagens que ficaram conhecidas como o vídeo do estrebucha.”

É assim que Adilson Aparecido de Menezes, advogado de defesa dos policiais, responde ao ser questionado sobre o caso. “Eles são policiais exemplares e estão sendo penalizados por algo que não fizeram. A Corregedoria não os responsabilizou pela gravação do vídeo. Eles são acusados de não ter evitado que aquilo acontecesse.”

Menezes afirma que seus clientes não têm condições de apontar com certeza quem gravou as imagens. “Eles suspeitam de quem possa ter feito aquele vídeo, mas não podem dar os nomes.”

Eis o melhor reforço psicológico contra a corrupção: DIGNIDADE FUNCIONAL…O resto é juramento pra viadinho 16

11/04/2012 22:53

Policia se corrompe iludida com dinheiro

Delegado-geral, Marcos Carneiro, admite que a corrupção nunca vai acabar, mas os valores estão mudando

Cristina Christiano cristinamc@diariosp.com.br

“Juro, na condição de policial civil, respeitar e aplicar a lei, na luta contra a criminalidade em prol da Justiça, arriscando a vida, se necessário for, na defesa da sociedade e dos cidadãos.”

O novo juramento da Polícia Civil, criado em março deste ano, sintetiza a expectativa da instituição em relação ao trabalho de seus policiais. “Tudo tem de ser feito dentro da lei porque, quem não a respeita, não tem como aplicá-la”, afirma o delegado-geral, Mario Carneiro.
A intenção dele é afixar o juramento na entrada da Academia de Polícia para sua mensagem ficar gravada na lembrança dos recém-chegados. Mas sabe que nem todos vão cumprir a promessa feita no momento de receber a arma e o distintivo. “A corrupção nunca vai acabar. Mas os valores estão evoluindo e, com certeza, ela vai diminuir muito”, afirma.

O delegado-geral observa que o envolvimento de policiais com a atividade criminosa é uma mancha que existe nas polícias do mundo todo e defende a necessidade de utilização de pessoas da própria instituição para realizar a ação corregedora. “O ser humano, de um modo geral, tem a tendência de ser corrompido, mas quando o policial é objeto de investigação, curiosamente, ele não reage porque sabe que, se atingir o colega, estará atacando a instituição. E isso, pelo menos, é o mínimo que o segura”, comenta.

Porta-voz da Corregedoria da PM, o major Levi Felix afirma que, até hoje, não existe estudo que explique o que leva um policial treinado para combater o crime a jogar fora todo o investimento feito pela instituição em cima dele e passar para o lado do criminoso. “Na minha opinião, o serviço de monitoramento do rádio da polícia para quadrilhas, como fariam os soldados suspeitos de envolvimento com arrastões ou explosões de caixas eletrônicos, é uma modalidade que oferece pouco risco e, ao mesmo tempo, é muito tentadora. Ele precisa apenas dar um telefonema para avisar os comparsas”, diz.

Segundo o major Levi, muitas vezes o policial é cooptado pelos bandidos sem saber o motivo e aceita porque a oferta é alta. “Mas, mesmo assim, o risco que ele oferece à sociedade é o mesmo dos criminosos comuns”, afirma.
PROXIMIDADE /Para o especialista em segurança José Vicente da Silva, coronel da reserva da PM, a proximidade do policial com o criminoso dá mais oportunidade para ele se corromper. Essa facilidade, na opinião dele, é maior entre os policiais civis, porque passam mais tempo interagindo com o criminoso.

“Recentemente, em uma operação no Rio de Janeiro para prender um traficante conhecido, a encarregada dos trabalhos contou posteriormente ter ficado com medo de ser morta pelos colegas porque o bandido ofereceu R$ 1 milhão em troca de sua liberdade e o grupo ficou tentado a aceitar. Ela chegava a dormir com a pistola embaixo do travesseiro”, conta.

O deputado estadual e major da PM Olímpio Gomes concorda que a linha estreita entre o criminoso e o policial favorece a tentativa de cooptação. Mas afirma que está na hora de a população dar um basta na corrupção e começar a denunciar as irregularidade que vê. “Infelizmente, embora se diz contra, o cidadão adora encontrar um policial que aceita caixinha quando é pego em erro.”
Olímpio diz que o sentimento do policial bom diante daquele que mancha o nome da sua instituição chega, muitas vezes, a ficar acima da lei. “O comentário da maioria é que um cara desse não merece viver.”

Rádio pirata da guarda do Kassab não funciona; quem comprou?…( Não conta prá ninguém que foi um Coromé 12 anos ) 11

12/04/2012

Rádio com defeito dificulta socorro a guarda baleada

Josmar Jozino do Agora

Os rádios digitais da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo apresentaram problemas de áudio no dia 5, quando uma agente foi baleada na boca por ladrões ao impedir um roubo em uma creche no Jardim Princesa, Brasilândia (zona norte).

A central de comunicação tentou fazer contato com as guarnições da corporação para saber se a agente havia sido socorrida e também para mandar reforço para o local onde houve o confronto.

O Agora teve acesso a uma gravação do pedido de socorro.

O som está inaudível por diversas vezes e a central de rádio da GCM demora pelo menos 40 minutos para descobrir o endereço do tiroteio e também o hospital no qual a agente foi socorrida.

Resposta

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana, responsável pela GCM, informou que vai apurar o caso, e não comentou as queixas sobre o mau funcionamento dos rádios de comunicação.

O DIABO VESTE FARDA: PM ladrão foi responsável pela morte do vigilante de rua no Morumbi 4

Enviado em 12/04/2012 as 8:03 – INIMIGO OCULTO

Alguém pode confirmar que um dos PMs que foi preso por assuntar mansões do Morumbi, e privilegiar com informações valiosas os seus pares do Primeiro Comando de Força Patrulha da Capital fazia bravo no quadrilátero das rua Puréus, Rua Pirapó, Rua Sanharó e Rua Santo Eufredo, tendo sido preso no golzinho preto que rondava as ruas? Parece que foi preso no qth do bravo, dentro do golzinho preto… Alguém possui maiores informes? Talvez seja porisso que tentaram matar um vigilante de rua que frustrou um roubo naquele qth, só que voltaram na semana seguinte e o vigilante estava de férias, e acabaram matando o substituto, equivocadamente, após zoarem-no muito e desferirem um tiro na cabeça e levaram o colete balístico.

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1006512-cameras-gravam-assassinato-de-vigilante-no-morumbi-veja.shtml

Estadão ataca Delegados de Polícia por meio de mentiroso e preconceituoso editorial ( opinião sob encomenda ) 30

 A pretensão dos delegados                                           

12 Abr 2012

Cedendo a pressões dos delegados da Polícia Civil, o governador Geraldo Alckmin enviou para a Assembleia Legislativa uma Proposta de Emenda à Constituição do Estado de São Paulo (PEC n.º 19/2011), que inclui os membros da corporação nas chamadas carreiras jurídicas de Estado. Pela PEC, que acrescenta quatro parágrafos à Constituição, a carreira de delegado é definida como “atribuição essencial à função jurisdicional do Estado e à defesa da ordem jurídica”.

Essa é uma antiga reivindicação da categoria. O que interessa aos delegados é aumentar sua autonomia, conquistando as mesmas prerrogativas dos promotores e juízes. Pela PEC, que foi já aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia, os delegados passam a ter “independência funcional pela livre convicção nos atos de polícia judiciária”. Com isso, se o plenário aprová-la, os delegados só poderão ser removidos do cargo a pedido ou por motivo de interesse público justificado pelo Colegiado Superior da Polícia Civil.

Ao justificar a ampliação das prerrogativas dos delegados, Alckmin alegou que a medida visa a “elevar o nível de qualificação dos delegados” e a promover “o aperfeiçoamento institucional da Polícia Civil”. No mesmo tom, os integrantes da CCJ da Assembleia afirmaram que a aprovação da PEC “terá o salutar efeito de externar o empenho da Administração em continuar imprimindo maior e mais atualizada gestão à Polícia”. E, para os delegados, o aumento das prerrogativas lhes permitiria trabalhar “livre de ingerências indevidas”.

O que levou o governo a apresentar essa PEC não foi a preocupação com a reforma da máquina estadual, mas um acordo firmado com os líderes sindicais da Polícia Civil para evitar novas greves. Em 2011, os delegados só ameaçaram suspender suas atividades. Mas, em 2008, eles haviam cruzado os braços por 59 dias consecutivos e só voltaram ao trabalho depois que o ministro Gilmar Mendes, do STF, considerou o protesto inconstitucional. “É possível um poder de onde se emana soberania fazer greve? No caso da polícia, tem outro componente, inclusive para a ordem pública. Um órgão incumbido de manter a ordem pública passa, na verdade, a ser um elemento de eventual perturbação”, disse ele.

Como era de esperar, a possibilidade de aprovação da PEC n.º 19/2011 estimulou os delegados da Polícia Federal (PF) a defender reivindicações semelhantes às dos delegados paulistas. Além da inamovibilidade, os delegados federais pedem vitaliciedade e irredutibilidade de vencimentos – o que, na prática, os coloca no mesmo patamar dos procuradores da República e da magistratura. Os delegados federais alegam que, sem essas prerrogativas, continuarão sofrendo interferências políticas no combate ao crime organizado. “A categoria precisa de garantias porque é comum a influência de outros poderes e mesmo da máquina governamental nos procedimentos conduzidos por delegados federais. É muito comum que as operações policiais passem a envolver altas autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário “, diz o presidente do Sindicato dos Delegados da PF em São Paulo, Amaury Portugal.

Que há pressões e tentativas de ingerência nas investigações policiais, disso ninguém duvida. Mas, para contê-las, bastam determinação e seriedade, por parte dos delegados. O que não se pode é dar à corporação uma independência e prerrogativas que a converteriam em Poder político. No Estado de Direito, a Polícia Civil é comandada pelo governo, cujos dirigentes são eleitos democraticamente e precisam de flexibilidade e discricionariedade para implementar políticas de segurança pública. Já as carreiras com as quais os delegados querem equiparação envolvem funções de Estado inerentes ao princípio da tripartição dos Poderes – e é por isso que seus integrantes precisam de autonomia funcional.

Preocupado em evitar greves dos delegados paulistas, Alckmin cometeu um grave erro político. Se, com as regras vigentes, muitos policiais já exorbitam, o que poderá acontecer se tiverem as mesmas prerrogativas de promotores e juízes?