DR. GUERRA, AGRADECEMOS A SUA DIVULGAÇÃO NO BLOG, ELE MOSTROU A FORÇA QUE TEM.
Autor: Flit Paralisante
Delegado que investigou facção criminosa em SP é atacado na Anchieta 55
Tiroteio
G1
O delegado Ruy Ferraz Fontes, que comandou as investigações sobre a facção criminosa que age dentro e fora dos presídios de São Paulo, foi atacado por criminosos no final da noite desta terça-feira, na região do ABC paulista. A polícia trata o caso como tentativa de assalto.
Fontes e uma investigadora seguiam de moto pela Rodovia Anchieta. Na entrada de São Caetano do Sul, foram cercados por dois homens que ocupavam outra moto e houve tiroteio.
Durante os tiros, a mulher foi atingida no pescoço, um dos criminosos foi baleado e morreu no local. O outro homem foi ferido e está internado no Pronto Socorro do Jabaquara, Zona Sul da capital paulista.
A investigadora foi internada no Hospital Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC. Segundo a Polícia Civil, a mulher está fora de perigo. O delegado, que de acordo com a Polícia Civil, atingiu os dois homens, nada sofreu.
DHPP
Segundo a polícia, embora tenha sido levado ao 2º DP de São Bernardo, o caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Marcola
Ruy Ferraz Fontes comandou as investigações sobre os atentados praticados por uma facção criminosa no estado de São Paulo em 2006, o sequestro do repórter Guilherme Portanova e indiciou os principais chefes da quadrilha que age dentro e fora dos presídios de São Paulo, entre eles Marcos Willians Herbas Camacho, o “Marcola”.
João Alkimin: Só agora 37
Só agora?
João Alkimin
João Alkimin
Por que o Ministério Público não processa os antigos membros do Principado da República : os corruptos coletores de impostos do Ministério Público Federal ; os ladrões do Ministério Público Militar e os afeminados dos Ministérios Públicos dos Estados ?
Afinal, os Promotres que lamberam os bagos do regime não participavam dos crimes?…
Só dos lucros?
Antonio F.P. envereda pela safadeza: Romão Gomes só para crime militar …( PM raramente comete crime militar ) 62
Assunto: Para: dipol@flitparalisante.com
Ferreira Pinto cogita Romão Gomes só para crime militar
O secretário da segurança pública, Antonio Ferreira Pinto, afirmou nesta terça-feira que irá repensar a utilização do presídio militar Romão Gomes, para onde os policiais militares são levados quando cometem crimes. A declaração foi feita após a cerimônia de passagem de comando, em que assumiu oficialmente o coronel Roberval França, novo comandante geral da PM. O governador Geraldo Alckmin e o prefeito Gilberto Kassab estiveram no evento, na Academia do Barro Branco.
Ferreira Pinto disse, em entrevista coletiva aos jornalistas, que a polícia está combatendo as ações criminosas dos próprios membros da corporação e citou uma quadrilha que assaltava condomínios e que foi presa recentemente pelo DEIC. O grupo de assaltantes, lembrou, contava com a ajuda de um policial militar em suas ações. “Aquele que trai o juramento que fez deve ir para a vala comum do sistema prisional”, disse o secretário. Ele afirmou que policiais que “passam para o outro lado” não podem ter privilégios e a sua ida para um presídio militar seria, de certa forma, uma vantagem sobre os outros membros da quadrilha, que cumprem pena em prisões comuns.
O secretário admitiu que é um desafio lidar com o assunto mas frisou que está bastante interessado em encontrar uma forma de utilizar o Romão Gomes somente para os crimes militares e não mais para os chamados crimes comuns.
Ainda no evento, após a cerimônia, o governador Geraldo Alckmin, falando à imprensa, afirmou que o Estado está investindo em tecnologia, armamentos, carreira e salários dos policiais. Ele contou que um dos desafios do novo comandante será manter a queda dos índices criminais como latrocínio e tráfico de drogas.
Em seu discurso de posse, Roberval França ressaltou a grandeza de São Paulo, da Polícia Militar e de seu objetivo à frente da corporação. Ele disse que o trabalho da polícia se baseia em controle da ordem pública e proteção aos cidadãos. Com esses dois objetivos claros, pretende fazer com que a PM seja referência nacional e internacional. O coronel falou sobre algumas mudanças que serão feitas na sua gestão e na estrutura da polícia, que visam a valorização do profissional e incentivam novos comportamentos da PM com a sociedade.
Aos policiais, ele deixa uma mensagem: “Não se limitem ‘a fazer’ polícia. Façam história”. Camila Lessa
Câmara de Santa Bárbara d’Oeste aprova lei que dá poder policial à GM…Os guardas municipais da cidade já portam pistola calibre 38 e atualmente são cerca de 150 no município, número maior do que o do efeitvo da PM 116
Antes, guardas só podiam proteger bens, serviços e instalações públicas.
Secretário da Pasta diz que mudança dá respaldo legal à função já exercida.
Do G1 Piracicaba e Região
GM de Santa Bárbara d’Oeste terá poder de polícia, após aprovação de lei (Foto: Cláudio Mariano) A Câmara de Santa Bárbara D’Oeste (SP) aprovou por unanimidade nesta terça-feira (24), à noite, o projeto de lei que dá ‘poderes de polícia’ à Guarda Municipal. A nova emenda à Lei Orgânica do Município libera a GM para proteger a população.
Antes, a corporação podia proteger apenas bens, serviços e instalações públicas. Segundo o secretário de Segurança, Trânsito e Defesa Civil de Santa Bárbara d’Oeste, Eliel Miranda, a GM da cidade é a primeira a ter esse poder no Estado.
“Com a emenda, a Guarda Municipal fica autorizada a proteger o cidadão e a intervir na paz pública. Esse trabalho já era feito, porém, sem respaldo legal”, ressaltou Miranda.
Os guardas que recebem manifestações contrárias à sua atuação têm que arcar com os custos quando acionados na Justiça ou acabam sendo contestados pelo Ministério Público, o que impedia a corporação de auxiliar mais na segurança, ainda segundo o secretário.
“A GM dará continuidade ao seu trabalho, porém, com apoio da lei”, afirmou o comandante da GM Joel Soares.
No último dia 16 de abril, a matéria já tinha sido aprovada por unanimidade em primeira discussão.
Os guardas municipais da cidade já portam pistola calibre 38 e atualmente são cerca de 150 no município, número maior do que o do efeitvo da PM.
O secretário explicou, na época, que a nova emenda não vai afetar os cofres públicos.
CAMPINAS: Levantamento mostra que escrivão fica responsável por 1 mil inquéritos; alguns delegados já acumulam mais de 8 mil procedimentos com prazos de 30 dias para solução 25
Campinas tem 300 policiais a menos do recomendado, aponta sindicato
Demora no atendimento leva população a desistir do registro de ocorrências.
Levantamento mostra que escrivão fica responsável por 1 mil processos.
Do G1 Campinas e Região
A cidade de Campinas (SP) enfrenta o maior déficit de funcionários em delegacias nos últimos 30 anos, segundo levantamento feito pelo sindicato da Polícia Civil. A estimativa é de que faltam pelo menos 300 policiais para a margem recomendada a uma cidade com cerca de 1 milhão de habitantes.
“A população cresceu, a cidade se expandiu, o crime avança e nós encolhemos. Isso é falta de gestão do governo, significa que a cidade está deixando de ter segurança pública, um dever constitucional do estado”, critica o presidente do sindicato, Aparecido Lima de Carvalho.
Carvalho aponta que a função do escrivão é a mais prejudicada, seguida dos cargos de investigador e delegado.
Cada profissional deveria cuidar de 100 inquéritos por mês, mas com a falta de estrutura acumulam cerca de um mil processos. A defasagem de funcionários nos últimos 10 anos corresponde a 40%, segundo o sindicato.
Desistência e falta de apoio A falta de funcionários retarda o tempo de atendimento nas delegacias e leva pessoas a desistirem do registro das ocorrências. “Estou aqui há uma hora e meia. É preciso ter muita paciência”, lamenta o engenheiro agrônomo Carlos Dias durante espera no 1º Distrito Policial.
A supervisora de atendimento Claudia Rodrigues justifica a espera. “Se não fosse uma causa para a empresa que trabalho, eu teria ido embora”, critica.
Na região do Ouro Verde, os moradores criticam o horário de funcionamento do 9º Distrito Policial. “Meia noite está fechado. Agora são 9h, acabaram de abrir a porta”, resume a ajudante geral Simone Bispo. Embora tenham prioridade no registro de ocorrências, policiais militares reclamam da estrutura das delegacias. “Pela demanda, a estrutura é precária. Precisa de mais funcionários”, avalia o PM Alisson Capatto. No mês de março, a equipe da EPTV mostrou o atendimento limitado da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que possui 18 funcionários. A Norma Técnica de Padronização das Delegacias Especializadas de Atendimento às Mulheres recomenda 125 funcionários.
O que será feito Segundo o delegado seccional de Campinas, José Carneiro Rolim Neto, o governador Geraldo Alckmin já assinou decreto para a criação da 2ª delegacia seccional do município. Ele afirmou que concursos para seleção de profissionais estão em andamento, mas não define prazo para as melhorias.
Por outro lado, o prefeito Pedro Serafim Jr. (PDT) analisa a liminar concedida pela Justiça que suspendeu a doação da área de 15 mil metros quadrados na Avenida Rui Rodrigues, via que dá acesso à região sudoeste da cidade.
ANISTIA PARA O ( “NOSSO” ) DIRCEU: Há 41 anos servindo de Cristo – Dirceu Gravina aos 19 anos foi recrutado como investigador do DOI-CODI, desde então – há 41 anos – suporta calvário sem fim…( Foi injustamente reprovado dezenas de vezes na prova oral para Delegado , inclusive ) 20
24/04/201215h30 > Atualizada 24/04/201218h19
MPF denuncia Ustra e delegado da Polícia Civil por sequestro durante a ditadura
Guilherme Balza Do UOL, em São Paulo
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta terça-feira (24), à Justiça Federal o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra e o delegado da Polícia Civil de São Paulo Dirceu Gravina pelo crime de sequestro qualificado, ocorrido em 1971, durante a ditadura militar.
Ustra comandou o DOI-Codi (Destacamento de Operações Internas de São Paulo, órgão de repressão da ditadura militar) entre 1970 e 74. Já Gravina, segundo a denúncia, era um dos responsáveis pelas torturas no DOI-Codi.
A vítima é o bancário e líder sindical Aluízio Palhano Pedreira Ferreira, da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), organização liderada por Carlos Lamarca na qual militou a presidente Dilma Rousseff.
Os procuradores afirmam que a denúncia não está em desacordo com a Lei da Anistia, cuja validade foi reafirmada em julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) em 2010, uma vez que o sequestro de desaparecidos políticos, no entendimento do MPF, é um crime permanente, diferentemente do crime de homicídio, esse sim, enquadrado na Lei da Anistia.
A reportagem do UOL telefonou para a casa de Ustra em Brasília, mas foi informada por uma funcionária que trabalha no local que ele não atende jornalistas. A reportagem também está tentando localizar Gravina.
A denúncia
Segundo a denúncia, Ferreira foi preso ilegalmente por agentes a serviço do governo federal em 6 de maio de 1971 e submetido a torturas nas dependências do DOI-Codi –na rua Tutóia, zona sul da capital paulista– e na “Casa de Petrópolis”, centro clandestino do Exército em Petrópolis (RJ).
Caso a denúncia seja aceita pela Justiça, os acusados poderão ser condenados a penas entre dois e oito anos de prisão. A denúncia foi feita por procuradores do Grupo de Trabalho Justiça de Transição, criado em outubro de 2011 para investigar crimes cometidos durante a ditadura.
A denúncia cita duas decisões do STF –os julgamentos das Extradições 974 e 1150– que versam sobre a extradição de militares para a Argentina que cometeram crimes semelhantes ao dos denunciados. Uma das decisões é posterior ao julgamento do STF sobre a Lei da Anistia.
Nos dois casos, o Supremo considerou que “os delitos de sequestro, quando os corpos não são encontrados (…), em que pese o fato do crime ter sido cometido há décadas, na verdade, está-se diante de um delito de caráter permanente, em relação ao qual não há como assentar-se a prescrição”. Para o procurador Ivan Marx, “a similitude dos casos são muito claras.”
Esta é a segunda denúncia contra militares que atuaram durante a ditadura. Em março deste ano, o MPF no Pará usou a mesma interpretação da decisão do STF para denunciar o coronel reformado do Exército Sebastião Curió Rodrigues de Moura, conhecido como Major Curió, pelo desaparecimento de militantes que participaram da Guerrilha do Araguaia (1972-75). A Justiça Federal do Pará rejeitou esta tese em primeira decisão, mas o MPF recorreu.
Os procuradores afirmam também que a denúncia não se confronta com a Lei 9.140, de 1995, que considerou mortos todos os desparecidos durante a ditadura. Segundo o MPF, a lei tem fins civis, e não possui abrangência penal. “A própria lei prevê a dúvida da morte ou não da vítima. Para fins penais, essa lei não serve, já que a morte só pode ser comprovada com provas materiais ou testemunhais”, afirma Ivan Marx.
A procuradora Eugênia Gonzaga afirma que “somente os réus sabem do destino” de Palhano. “Apenas eles podem declarar o que aconteceu com a vítima. Sem corpo, não há que se falar em homicídio.”
Testemunhas
Para fazer a denúncia, o MPF baseou-se em depoimentos de três testemunhas. São elas: Altino Dantas Júnior e Lenira Machado, presos em 13 de maio de 1971, no DOI-Codi, e Inês Etienne Romeu, amiga de Palhano que foi presa pelos militares em 5 de maio de 1971.
De acordo com a denúncia, Inês afirmou que Palhano foi preso durante um encontro com um camponês conhecido como “Primo”, no dia posterior à detenção dela, que foi presa também em um encontro com a mesma pessoa.
Já Dantas Júnior e Machado, segundo o MPF, afirmaram ter visto Palhano chegar ao DOI-Codi, vindo de Petrópolis. Dias depois, diz a denúncia, ambos viram a vítima “muito machucada”, afirmando ter sido torturada na cidade serrana do Rio de Janeiro. As testemunhas disseram ainda que, em seguida, ouviram Palhano ser torturado, já que a cela onde ambos estavam ficava ao lado da sala de torturas.
Segundo as mesmas testemunhas, Dirceu Gravina, à época apelidado de JC, participou diretamente das torturas. Os procuradores dizem que os métodos empregados pelas equipes de interrogatório do Doi-Codi de São Paulo incluíam, além dos espancamentos, o uso de “pau de arara”, “cadeira do dragão”, afogamentos e choques elétricos.
A investigação aponta que Palhano foi preso meses após ter retornado de Cuba, onde se exilou após perder os direitos políticos, em 1964, e ser perseguido. Conforme o MPF, os militares monitoraram toda a movimentação do militante, que estava clandestino no Brasil.
A prisão, sustenta o MPF, é considerada ilegal mesmo no regime de exceção instituído pelo golpe de 1964 porque não foi comunicada ao juiz competente, o que era determinado pela Emenda Constitucional de 1969. “Nem mesmo o AI-1 e o AI-5 autorizavam o sequestro das pessoas, tortura e outros métodos para obtenção de informações”, diz o procurador Sergio Suiama.
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Alexander José Ibsen Voeroes
Discordamos, ninguém salvará o rabo- de- cavalo do Dirceu.
( Verdadeiramente, não teve benesse! )
Ele alegou que também não era bem-visto no DOI-Codi. “Não gostavam de mim lá porque eu acompanhava o movimento social da época. Havia uma revolução cultural, um modo de se trajar e eu não era igual a eles. Achavam que eu era playboy”, garantiu.
Professor de Direito Internacional Privado, o delegado não vê qualquer incongruência nessa missão com o seu trabalho no DOI-Codi. Para ele, as leis, naquela época, podiam estar erradas. “Mas tinham de ser cumpridas. Eu não tinha que me preocupar com a questão política. Tinha que cumprir a minha função, mesmo se não concordasse. Esse é o lado ruim da polícia”, afirmou. “Mas nunca fui chamado para comissão nenhuma. Nunca fui questionado em nada. Por que não me chamaram para falar na época da ditadura?
Foi só eu virar delegado e aí querem me pegar.”
O vereador de São Vicente Marcelo Correia de Souza do PSDB foi preso acusado de tráfico e afiliação ao PCC… ( Há outros políticos traficantes na cidade, cadê o resto ? ) 29
Vereador “tucano” é preso por trafico de drogas e ligações com o PCC
http://www.atribuna.com.br/imprimir.asp?idnoticia=146425&idDepartamento=11&idCategoria=0
Crime organizado
Vereador de São Vicente é preso acusado de ter envolvimento com o tráfico
Com informações da TV Tribuna
O vereador de São Vicente Marcelo Correia de Souza, do PSDB, foi preso em casa, em Praia Grande, na manhã desta terça-feira, acusado de associação ao tráfico.
A Polícia Civil de Praia Grande passou um ano investigando o crime organizado na Cidade, até fazer as prisões desta manhã. Além do vereador, outras seis pessoas foram levadas à Delegacia Sede e prestam depoimento.
Investigação
De acordo com a polícia, Rinaldo Bispo do Santos, que se identificou como assessor do vereador, comandava o tráfico de drogas em Praia Grande. Entretanto, o advogado do vereador Marcelo, Wilson Barbosa, alega que Rinaldo não é assessor de seu cliente. “Não tem nada, não tem subsídio algum. Na verdade, a defesa não tem acesso a nada. A autoridade policial que pode dar melhores informações neste sentido. A defesa vai se preparar para entrar no processo e tomar as medidas cabíveis neste sentido”.
Apesar do advogado negar, Rinaldo foi preso com um documento que o identifica como assessor parlamentar.
Segundo o delegado Bruno Mateo Lázaro, da Delegacia Sede de Praia Grande, a ligação do vereador com o crime organizado seria blindar o assessor Rinaldo Bispo dos Santos. “Ele sendo assessor parlamentar, teria prerrogativas contra uma eventual incursão da polícia e a lavagem de dinheiro”.
O delegado ainda explicou que a moradia do vereador estava em nome de Rinaldo Bispo dos Santos. “Mediante investigações, três dias depois, o vereador teria adquirido o imóvel do assessor como contato de uso, que é uma ação típica de dinheiro”. ( “Sic”, deve ser COMODATO DE USO = EMPRÉSTIMO )
Câmara
Os vereadores de São Vicente disseram que ainda não foram notificados oficialmente e por isso preferiram não se manifestar sobre o caso.
Parabéns às autoridades e demais policiais civis de Praia Grande.
AMANHÃ: ATO PÚBLICO EM PROL DO NÍVEL UNIVERSITÁRIO PARA ESCRIVÃES E INVESTIGADORES 100
Punição a servidor rico 18
24 Abr 2012
Reforma no Código Penal incluirá prisão de até cinco anos para o enriquecimento ilícito de funcionários públicos
DIEGO ABREU – CORREIO BRASILIENSE
A comissão de juristas que debatem no Senado a reforma do Código Penal aprovou ontem a criminalização do enriquecimento ilícito de servidores públicos. Atualmente, nenhum artigo da lei estabelece pena para funcionários públicos que apresentem patrimônio incompatível com o salário. Pela proposta, a prática será tipificada como crime passível de condenação entre um e cinco anos de prisão. A sugestão foi apresentada pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, que preside o grupo.
De acordo com as normas atuais, o agente público que enriquece ilicitamente está sujeito a sanções legais, podendo responder por peculato ou corrupção. No entanto, quando a polícia ou a Justiça não comprovam a existência do crime, o servidor escapa da punição mesmo quando verificado o enriquecimento ilícito. A ideia na reforma, segundo Dipp, é que as rendas incompatíveis com a riqueza do servidor sejam presumidas como ato ilícito quando a origem do dinheiro não for comprovada, como ocorre em outros países.
“Esse é um tipo penal previsto na convenção da ONU contra a corrupção, que foi assinada pelo Brasil e ainda não foi tipificado em nosso ordenamento jurídico. Tendo o tipo penal de forma clara, de forma definitiva, certamente isso será um fator de inibição à prática de corrupção”, destacou Gilson Dipp, referindo-se ao documento das Nações Unidas firmado pelo país em 2003.
O anteprojeto de reforma do Código Penal deve ser apresentado para os senadores até 25 de maio. Entre as novidades do texto, também estará o fim da distinção entre os crimes praticados por funcionários públicos e por outras pessoas. Na semana passada, a comissão aprovou também o aumento no rigor contra o crime de abuso de autoridade. A pena máxima, que hoje é de seis meses, passará a ser de até cinco anos de prisão.
FOTOS DO LOCAL DE ACIDENTE COM VIATURA DA POLÍCIA MILITAR-( 2º CIA.PM. DO 48º BPM-I SUMARÉ-SP )…Causas do acidente: viatura sem manutenção – suspensão, alinhamento e cambagem ; todos os pneus carecas – desgastados nas bordas 46
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Após o acidente em uma estrada vicinal da Rodovia Anhanguera ( 3 de abril ), que ocorreu durante uma perseguição a um carro roubado em Sumaré e deixou dois policiais mortos, a Companhia do 48º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPMI) remanejou outros oficiais da área administrativa para atender as ocorrências na cidade.
A viatura foi levada para a sede do batalhão e ficará no local até o resultado da perícia, que deve ser concluída em 30 dias.
Segundo a coordenadora operacional do batalhão, Major Damicélia Kanno, os policiais recebem treinamento de direção defensiva e abordagem de suspeitos.
“Os policiais certamente vão ter um pouco mais de cuidado na condução das viaturas. Isso que aconteceu foi uma fatalidade”, afirma.
Pessoas que viram o site da PM sendo invadido nos disseram que as reportagens lá colocadas na verdade eram as que o jornalista Sandro Barboza da Band fez sobre a Banda Podre da PM 5
A PM informou que se tratava de vídeo sobre o Maluf…Hehe!
Em protesto, Anonymous invade site da PM paulista 5
São Paulo – O site da Polícia Militar de São Paulo foi alvo de uma invasão do grupo de hackers Anonymous, que publicou uma mensagem de protesto no site da PM.
A polícia paulista está no centro de uma polêmica desde que contratos de tecnologia da PM passaram a ser questionados pelo Ministério Público e por deputados de oposição ao governo do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo.![]()
De acordo com os denunciantes, houve direcionamento em licitações para a compra de softwares usados na gestão de dados da PM. UM grupo de deputados também questiona a aquisição de tablets 3G pela polícia que, na avaliação desses parlamentares, não funcionariam corretamente.
Em resposta, o governo paulista suspendeu temporariamente a compra de softwares. O governador do Estado, Geraldo Alckmin, defendeu o comando da PM, mas disse que todas as denúncias serão investigadas.
Agora, o grupo de ciberativismo dispara uma ação contra a polícia, publicando uma mensagem em sua página na web. No texto, o grupo não faz acusações diretas, mas apenas críticas genéricas contra a “opressão, corrupção e pobreza”.
Veja abaixo a íntegra da mensagem publicada pelo grupo na página da polícia. No mesmo link, há um vídeo do YouTube em que aparecem políticos já acusados de desvios éticos, como o ex-presidente José Sarney e o deputado federal Paulo Maluf.
“Olá Povo Brasileiro, permitam-me introduzir-me a vocês como Anônimo. E apenas como Anônimo, pois não sou mais do que uma ideia, uma ideia de um mundo livre, sem opressão e pobreza e que não é comandada pela voz tirânica de um pequeno grupo de pessoas no poder.
Um mundo onde o verdadeiro propósito e prioridade é viver em liberdade sem ser restringido por regimes corruptos e governado apenas pela sede de lucro e poder. Talvez você já tenha ouvido falar de mim.
Nós não desejamos ameaçar o jeito de viver de ninguém. Nós não desejamos ditar nada a ninguém. Nós não desejamos aterrorizar sua população. Anonymous já esta e sempre esteve entre ela. Anonymous é a voz de cada oprimido sem rosto dentro deste país, nós estamos em todos os lugares, vocês nos veem todos os dias, quando andam na rua observando vocês, observando os erros dos seus governantes e a corrupção crescer a cada dia.
Não toleramos corrupção!”
“Meus direitos só foram respeitados quando a Polícia Civil assumiu o caso”, 26
Não joga bomba porque tem criança’, disse preso por PM em ato anticorrupção Pedro Urizzi estava de passagem pela Paulista quando foi, segundo ele, gratuitamente abordado
Ricardo Chapola – estadão.com.br SÃO PAULO – Um dos rapazes detidos pela Polícia Militar durante a Marcha da Corrupção na Avenida Paulista, no último sábado, 21, foi solto após, segundo ele, ter sido injustamente agredido pelos policiais. Pedro Urizzi, de 25 anos, foi solto depois de depôr na 8ªDP. No boletim de ocorrência, Urizzi é qualificado como autor de desacato à autoridade, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Já a PM esclareceu que foi coerente na atuação e que apurará qualquer eventual abuso. O caso bombou na internet: no Facebook, teve mais de cinco mil compartilhamentos.
A caminho para um jantar na casa de um amigo, Urizzi passou pela Paulista enquanto acontecia a manifestação anticorrupção. Quando estourou o tumulto entre manifestantes e a polícia, o rapaz disse ter tentado impedir que um policial lançasse um saco de bombas de efeito moral contra um grupo com crianças. “Eu gritei: ‘não joga bomba porque tem criança!’. Logo, um PM me abordou, me pegou pela nuca. Fui jogado no chão, colocaram o pé nas minhas costas e me algemaram”, relatou. “Até ali, eles mal tinham pedido minha identificação”.
O rapaz foi levado para a 8ªDP, no Brás, na região central de SP, onde só então foi ouvido, ao depôr. Na mesma delegacia, foi aberto o boletim de ocorrência em que estão descritos o relato de Urizzi e também do PM envolvido no caso. Em seguida, Pedro Urizzi foi encaminhado para o IML para fazer o exame de corpo delito, com escoriações e uma lesão no pulso. Ele foi liberado perto das 22h.
Urizzi afirmou que procurará responder por seus direitos, garantindo que processará a instituição, embora dissesse saber o nome do PM que o agrediu. “Meus direitos só foram respeitados quando a Polícia Civil assumiu o caso”, reclamou.
Repercussão.
O episódio ganhou destaque na internet logo depois que Pedro Urizzi publicou em seu perfil no Facebook sua manifestação contra a ação do PM. Cinco horas após sua postagem na rede social, sua mensagem foi compartilhada por milhares de pessoas, como também comentada por outras tantas. O teor das mensagens era, essencialmente, o mesmo: a demonstração de revolta e como um pedido por justiça diante do ocorrido.
STJ: 90% do País quer penas duras, mas Código Penal será técnico 17
Para acabar com a sensação de impunidade no País e fazer do Judiciário uma instituição confiável, 90% dos brasileiros que mandaram sugestões à comissão que elabora o novo Código Penal (CP) defendem que é preciso punir severamente os criminosos. A maioria das 2,5 mil ideias que chegaram à mesa do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, presidente da comissão, exige prisão perpétua, pena de morte, castração para estupradores, redução da maioridade penal para 10 anos e trabalho forçado aos presos. Mesmo entendendo os “anseios do povo”, ele assegura ao Terra que o anteprojeto, que deve ser enviado ao Congresso em até dez dias, será técnico, equilibrado e sem excessos.
“Sabemos os anseios do povo e a sensação de insegurança que a sociedade vive. Claro que a comissão sempre examina e lê as sugestões, mas nós temos aqui um trabalho técnico, que não pode ser dissociado da realidade. Esperamos entregar um projeto razoável, bem feito, equilibrado”, adiantou o ministro. Conforme ele, crimes graves devem ser punidos com mais rigor, enquanto os de menor importância serão retirados.
“Crimes violentos, contra a vida, saúde e liberdade e aqueles que tragam grande lesividade social terão um tratamento firme. Outros, como o jogo do bicho, hoje contravenção penal, também serão incluídos no Código Penal, pois com eles há uma série de outros ilícitos”, afirmou Dipp. A comissão de reforma do CP foi instalada em novembro de 2011 no Senado. Após a elaboração do anteprojeto pelos juristas, uma outra comissão, de parlamentares, será designada pela Casa, e então o projeto pode se tornar lei.
Terrorismo, eutanásia e aborto
De acordo com Dipp, os ministros estão preparados para as reações aos pontos polêmicos do novo Código Penal, como o aborto e a eutanásia. “Estamos sugerindo a ampliação da possibilidade de aborto e pedindo a liberação da eutanásia, hoje proibida. Já os crimes de terrorismo e de internet – muito complexos -, seguirão tendências internacionais”, salientou ele.
Pelo texto, o aborto seria legal até a 12ª semana, quando o médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade, e também inclui o aborto em caso de anencefalia ou quando houver anomalias que podem causar a dependência da pessoa. No caso da eutanásia, ela poderá ser praticada com o consentimento de parentes, seguido da liberação de um juiz.
O advogado criminalista Roberto Podval, que defendeu o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, condenados por matarem a menina Isabella Nardoni em 2008, espera que as diferenças ideológicas do Congresso não estraguem a coerência do trabalho jurídico. “O Congresso não é necessariamente técnico, e muitas vezes a modificação pontual de artigos quebra a coerência da própria legislação. O melhor seria, respeitando ideologias, que o Congresso acate as sugestões trazidas pelos técnicos com menos rupturas possíveis”, afirmou.
“A coerência não está necessariamente nos anseios sociais. Nós, enquanto sociedade, queremos até uma certa vingança, mas não é por aí, devemos ser técnicos”, completou o advogado.
OAB está ao lado dos juristas
O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, diz entender a “posição da sociedade e a indignação”, mas sustenta que não se deve perder “o equilíbrio e fazer uma legislação que não vá resolver o problema”.
“Se lei acabasse com impunidade, nós certamente não teríamos um caso de corrupção no País. A grande questão não é a proliferação ou endurecimento de penas, como a morte e castração química, que a Ordem não concorda, mas a compatibilidade da legislação com nossos dias atuais”, defendeu.
Ophir diz que é preciso, além de um novo Código Penal, a reforma do Judiciário. “Temos que buscar mecanismos para dar efetividade à lei, e nisso está a reestruturação do Judiciário. Não será uma lei penal que reduzirá o crime no Brasil”, concluiu.
Código Penal tem 70 anos
O Código Penal vigente no País foi criado pelo decreto-lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, pelo então presidente Getúlio Vargas durante o período do Estado Novo. Ele só entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 1942 (artigo 361).
A substituição foi tentada em outubro de 1969, durante a ditadura militar, mas as críticas foram tão grandes que o Código acabou modificado em dezembro de 1973. Apesar de vários adiamentos para o começo de sua vigência, ele acabou revogado em outubro de 1978 e permanece o mesmo da época de Getúlio Vargas.











































