Srs e Sras do DECAPO 14º DP de Pinheiros puseram todos os escrivãs da CPJ, que trabalham a noite para trabalhar também de dia.A chefia do 14º DP quer que os escrivaes trabalhem no período das 07 as 15h e no outro dia na escala noturnanormal que é das 22h as 7h, folgando apenas um dia…Ademais o Diretor fez uma Portaria nº 8, e no artigo 23, a chefia do 14DP nao respeita, e sim desrespeita oDiretor do Decap e os funcionarios escrivaesVejam a nova escala com os Escrivaes da CPJ (doc anexo)No artigo 23 da Portaria 8 o Excelentissimo Diretor do DECAP diz assim: “Serão designadas, em cada uma das C.P.J.´s, 03(três) equipes fixas, com a composição precitada, em ESCALA EXCLUSIVAMENTE NOTURNA de 09(nove) horas trabalhadaspor 63 (sessenta e três) horas de descanso – início às 22 horas e término às 07 horas da manhã do dia seguinte.Então, como podem desrespeitar uma Portaria, que é uma Lei na Administração da Polícia Civil,no DECAP
OBS….- NO DOCUMENTO ANEXO ESTÃO TODOS OS ESCRIVÃES DA CPJ(14ºDP) NOTURNO, QUE IRÃO TRABALHAR DE DIA POR CAUSA DAS FERIAS DO “ESCRIVÃO AD DOC” M… C…R…, QUE NÃO É FUNCIONÁRIO DA POLÍCIA CIVIL, E SIM EX-FUNCIONÁRIO.
AGUARDO SOLUÇÃO
Dr. Indignado
Depois de anunciar que usaria soldados à paisana nos ônibus para conter incêndios, a Polícia Militar decidiu agora escoltar os coletivos, a distância, com veículos descaracterizados. O governo estadual teme o desgaste provocado pelos ataques.
O transporte público ficou paralisado em parte da zona sul na noite de quarta-feira porque a empresa Via Sul decidiu recolher veículos de sete linhas. Já foram incendiados 11 veículos desde a última semana – o último, anteontem em Ferraz de Vasconcelos, foi queimado após ser assaltado por cerca de 20 adolescentes.
A violência continuou na madrugada, quando uma base da 4.ª Companhia do 27.º BPM, no Grajaú, zona sul da capital, foi alvo de tiros. Segundo testemunhas, dois homens em uma moto fizeram os disparos. Nenhum policial ficou ferido.
Subcomandante da PM, o coronel Hudson Camilli confirmou ontem que além das viaturas descaracterizadas, policiais à paisana deverão acompanhar ônibus “em áreas onde há venda de drogas”. Ele também admitiu pela primeira vez que há problemas. “Existe uma crise instalada e nós estamos preparados para atuar no combate”, afirmou.
Segundo o subcomandante, foi instalado um gabinete de gerenciamento de crise por causa dos ônibus queimados e dos policiais mortos nas últimas semanas. Em junho, nove policiais militares foram assassinados no Estado – são 40 desde janeiro.
Substituto Camilli substituiu o comandante-geral, Roberval França, na cerimônia de assinatura de projeto de lei que regulamenta a participação de policiais na Operação Delegada – parceria entre governo e prefeituras, iniciado na capital, para uso de policiais fora do horário normal. Roberval França não compareceu porque passou por exames médicos, de acordo com o substituto.
Embora tenha reconhecido a crise, Camilli disse que os toques de recolher são apenas boatos e os ônibus incendiados são uma forma de reação de criminosos ao combate ao tráfico. Segundo a polícia, não há influência do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos ataques ao transporte coletivo. “Por isso, precisamos agora do apoio da sociedade.”
A PM voltou a afirmar que recebeu ontem em São Paulo 50 telefonemas dizendo que havia toque de recolher. Nenhum teria ocorrido. “As pessoas que se sentem incomodadas com um boato podem, eventualmente, fechar um comércio ou reagir à situação que, de fato, não existe.”
Boatos Já o secretário adjunto de Segurança Pública, Jair Manzano, negou que exista uma crise e disse que há apenas “distúrbios urbanos”. “Às vezes, acontece alguma coisa que causa mais apreensão, mas a população poder ver a polícia na rua”, disse.
O secretário Antonio Ferreira Pinto não compareceu – ele anteontem estava na Argentina assistindo ao jogo do Corinthians com o Boca Juniors pela Copa Libertadores da América. Ferreira havia tirado licença de dois dias.
O governador Geraldo Alckmin não concedeu entrevista ontem, mas disse, durante assinatura do projeto de lei, que em 24 horas não foram registrados homicídios no Estado, o que seria um indicativo de que o trabalho da polícia tem surtido efeito. Desde sexta-feira, as Polícias Civil e Militar estão em alerta.
Da Argentina, secretário diz que SP está sob controle
28 de junho de 2012 | 3h 05
MARCELO GODOY – O Estado de S.Paulo
O dia começou ontem com a notícia de 6 ônibus queimados em 24h, temor de novos ataques e uma notícia: o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, estaria na Argentina para assistir ao primeiro jogo da final da Libertadores, entre Boca Juniors e Corinthians, seu time do coração, cujo brasão tem tatuado no peito. De dia, ninguém no governo confirmava a informação. Até que às 20h30 ele ligou para o Estado.
Alô, secretário?
Sim. Estou ligando porque todo mundo está telefonando, querendo saber onde eu estou. Até o Estadão. Estou na Argentina. Estou há seis anos no governo. Passei todos esses seis anos sem tirar férias ou folga. Pela primeira vez, tirei licença de dois dias. Licença oficial, que deve ser publicada amanhã (hoje) no Diário Oficial. Estou por telefone em contato com os comandos das duas polícias.
Mas e a situação em São Paulo, secretário?
Está sob controle. Se houvesse qualquer risco real à segurança, nas ruas ou nos presídios, eu teria cancelado a viagem. O que existe é uma onda de boatos e casos isolados que estão sendo investigados pela polícia e os autores desses crimes, presos. Estou a três horas de avião de São Paulo. Em caso de emergência, posso pegar um avião e voltar rapidamente.
Mas, secretário, as pessoas estão preocupadas.
Todos estamos. Mas eu repito: mesmo de folga, estou em contato com todos, por meio do telefone, de e-mail. Acompanho a situação. Mas há pessoas que têm o interesse em desestabilizar a segurança e exploram essa informação. Fiz tudo dentro da legalidade. Pedi autorização e licença.
O decreto, no mínimo, deveria ter sido concretizado no dia 26 de junho e publicado no dia 27 , antes do embarque.
Contudo foi publicado na madrugada do dia 28, de forma a se poder pensar que o Secretário fez uma viagem furtiva sem o licenciamento.
A pretensa irregularidade de conduta ganhou a imprensa; assim o Governador entendeu dever coonestar “a bronca” , dando aparência de legalidade ao inusitado, inoportuno, inconveniente e imoral afastamento do Secretário com o fim de torcer pelo Timão…
DESPACHO DO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA, de 21-05-2012
Protocolado 68305/2011
Interessado: Procuradoria-Geral de Justiça
Assunto: Situação funcional de Luiz Aguinaldo de Mattos Vaz, 10º Promotor de Justiça de Falências
DECISÃO: Declaro sem efeito o ato de demissão de LUIZ AGUINALDO DE MATTOS VAZ, restabelecendo-se sua condição jurídico-funcional tal como existente no momento imediatamente anterior à publicação do ato de demissão Providencie-se o encaminhamento destes autos à Subprocuradoria-Geral de Justiça de Gestão e à Diretoria-Geral do Ministério Público para as providências necessárias
Publique-se
Justiça
Após 22 anos, Ministério Público expulsa promotor
Folha de São Paulo
O Ministério Público de São Paulo expulsou de seus quadros na sexta-feira um promotor acusado de corrupção, após batalha jurídica que durou mais de 22 anos.
Durante o período do processo –o mais antigo contra um membro da instituição– o réu recebeu salários sem trabalhar. Segundo a legislação, nesse tipo de caso o corte nos vencimentos só pode ocorrer após o fim das ações em última instância.
O histórico da causa é um exemplo de como o arsenal de apelações previstas nas leis do país pode retardar o desfecho de ações e permite a apresentação de até dez recursos a um mesmo tribunal.
O procurador-geral de Justiça de São Paulo (chefe do Ministério Público), Fernando Grella, diz que o caso “é emblemático” e mostra a urgência de mudanças.
As ações do caso começaram em 1989, quando a Procuradoria acusou o promotor Luiz Aguinaldo de Mattos Vaz de corrupção passiva.
Segundo a denúncia, Vaz aproveitou-se do cargo de curador de Massas Falidas (que fiscaliza falências), entre 1983 e 1984, para participar de várias fraudes.
Uma das decisões atesta que ele desviou bens “com o fim de obter proveito ilícito”, com substituição fraudulenta de bens penhorados e arrematados por outros.
O Ministério Público também deu início a ação civil pública para destituir Vaz do cargo de promotor em 1991. Ele foi afastado, mas continuou recebendo.
Considerado o atual salário inicial dos promotores, de cerca de R$ 18 mil, é possível estimar que, desde seu afastamento, Vaz já tenha recebido mais de R$ 4,7 milhões.
Em 1996, o TJ o condenou a um ano e seis meses de prisão. Mas a punição não poderia ser executada, pois os delitos já estavam prescritos.
O julgamento serviu de base para que, na ação civil, o TJ exonerasse Vaz em 2000.
O réu então recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). A apelação entrou na corte em 2002 e só foi concluída no tribunal em 2010. No período, o promotor apresentou dez recursos ao STJ.
Sua última derrota foi em 2010. O recurso foi para o STF (Supremo Tribunal Federal).
Em março de 2011, o ministro Ricardo Lewandowski declarou que a apelação não atendia aos requisitos jurídicos para ser apreciada pelo STF. Essa decisão tornou-se irrecorrível no dia 25 de abril.
Após consultas aos tribunais superiores, o Ministério Público concluiu que o processo chegou ao fim. Na sexta-feira, o procurador-geral assinou a demissão de Vaz, que foi publicada no “Diário Oficial” de São Paulo.
Outro lado
Vaz disse que não se manifestaria sobre as acusações e a demissão enquanto a causa estivesse em curso.
Ele afirmou que, segundo a sua defesa, “realmente existe uma decisão do STF, mas ela não transitou em julgado [não encerrou o processo]”. Até a sexta-feira, Vaz ainda não havia sido comunicado sobre a demissão.
DOUTOR GUERRA COM TODO O RESPEITO Q TENHO PELO SENHOR ,PARA DE PUBLICAR ESSAS COISA AQUI O GOVERNO NÃO VAI DAR NADA NÃO HA ESPERANÇA , LOGO ESSA COMISSÃO VAI SER DILUÍDA DEIXA ESSAS COISAS PARA OS SINDICATOS ……..GENTE O BLOG DO PANUNZIO TA MUITO MAIS INTERESSANTE CONFIRAM.
———————-Política, economia, cultura segundo o jornalista Fábio Pannunzio
Não foi de todo ruim a ausência do secretário de segurança de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, que desertou da guerra movida pelo PCC contra a PM paulista para ir assistir ao jogo do Corinthians em Buenos Aires.
Na falta do titular, o adjunto, com mais sensatez, admitiu finalmente que há uma crise na segurança paulista, sob ataque do PCC há pelo menos quinze dias…
Em quatro dias, seis policiais foram assassinados na cidade de São Paulo. Nos últimos dias, três chacinas com dez jovens mortos. Nas estatísticas da criminalidade no Estado, só até maio foram registrados 464 homicídios na capital. Mais 23 roubos seguidos de morte.
Nas duas últimas semanas, dez ônibus foram incendiados. Nesse caso, e nos ataques a policiais, suspeita-se da ação de grupos como o PCC. Mais números que falam por si mesmos: apenas entre janeiro e março, em três meses, 688 pessoas foram estupradas na cidade.
Neste ano, a onda de arrastões já atingiu 42 condomínios e restaurantes. No ano passado, 87 arrastões; em um ano e meio, 129 arrastões. É óbvio, evidente apesar das negativas, que há um clima de insegurança espalhado pela região metropolitana de São Paulo. E qual tem sido a resposta das autoridades?
A última resposta, mais marketing do que qualquer outra coisa, é o tal projeto apelidado de “Vizinhança Solidária”. O “Vizinhança Solidária” foi anunciado nesta semana pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).
O projeto é velhíssimo. Foi relançado há três anos por síndicos e moradores da região do Itaim Bibi e por policiais do 23º Batalhão da PM. Mas já existiu antes. Bem antes. Na ditadura – e há quem goste de dtadura, como sabemos –, o então Secretário de Segurança Pública, Erasmo Dias, lançou o “Polícia-Povo”.
O que isso significa, na prática, é o Estado delegando à sociedade uma função que obviamente é do Estado. Claro que os cidadãos podem ajudar, já existem os Disque-Denúncias etctera e tal, mas esse relançamento dos “vizinhos vigiando” é puro marketing. É a confissão da impotência para conter o aumento da violência.
No início do mês de junho, o governador havia anunciado outra medida: para enfrentar a onda de arrastões, haveria um aumento no número de policiais nas ruas…nos feriados. Portanto, a bandidagem já sabe: é melhor descansar no feriadão; se liga que é fria, assalto só de segunda a sexta. Descanso aos sábados, domingos e feriados.
São inúmeras as causas da violência. Sabe-se, é claro que é tarefa complexa e cotidiana combater a violência. Não há como negar isso. É um fato. Como é fato que a Rota está matando mais… e a violência não diminuiu.
Como é fato que, antes da posse, Alckmin buscou outro nome para a Secretaria de Segurança. O jurista Wálter Maierovitch, por exemplo, foi sondado. Donde, imagina-se, que o governador não queria manter no cargo o ex-capitão e procurador Antonio Ferreira Pinto. O secretário, que às vezes fala como se fosse o Durango Kid, é oriundo da PM.
A propósito dele, da PM e da violência e de ao menos algumas das suas causas: você, amigo, amiga, se estiver em São Paulo e sair daqui a pouco, veja se consegue enxergar um PM, uma patrulha. Faça isso de novo no caminho de ida ou na volta do trabalho… e conte quantas patrulhas, ou quantos PMs você conseguiu encontrar.
Sete linhas de ônibus não circularam na noite/madrugada da quarta-feira, 27, depois das 20 horas, na região do Sacomã, periferia da zona sul de São Paulo. Já no meio da tarde, a empresa Via Sul anunciava a retirada de circulação de sete linhas de ônibus. Para evitar atentados.
Pode ser que a crise, os boatos e os fatos sobre o “toque de recolher” nas últimas 48 horas mudem, tenham mudado no final da noite da quarta-feira, 27, e madrugada desta quinta, 28, esse cenário de inação .
Na madrugada, nas redes sociais, dezenas de informações sobre toque de recolher na periferia, ônibus nas garagens, e blitz da polícia em algumas regiões da cidade.
Quem sabe a PM, enfim, foi ou vai para as ruas ostensivamente.
É um momento atípico de violência em São Paulo, diz delegado-geral
ANDRÉ CARAMANTE DE SÃO PAULO
O chefe da Polícia Civil de São Paulo, delegado Marcos Carneiro Lima, classificou ontem as mortes dos seis PMs e as três chacinas dos últimos quatro dias como “momento atípico de violência” no Estado.*
Folha – O que acontece em São Paulo atualmente?
Marcos Carneiro Lima –
Os serviços de inteligência da polícia investigam todos esses últimos crimes e, principalmente, quem foi morto. Isso para tentar esclarecer o que está acontecendo. Mas é um momento atípico de violência.
A polícia investiga se há ligação entre as mortes dos PMs e uma retaliação da facção PCC? E se as três últimas chacinas são retaliação por conta das mortes dos policiais?
Investigamos tudo, inclusive essa possibilidade. Mas precisamos saber mais sobre quem morreu para tentar entender quem teria interesse em matar esses policiais e essas vítimas das chacinas. Não podemos descartar que quadrilhas estejam aproveitando o momento para matar rivais. Muitas vezes, atiradores buscavam um alvo e não quiseram deixar testemunhas, daí temos uma chacina.
Quando a polícia vai dar uma resposta à sociedade para todas essas mortes?
Estamos com atenção total para esses crimes. Mas também contamos com a colaboração da população para nos ajudar pelo Disque-Denúncia [181]. A chacina é um crime que atinge principalmente o jovem pobre da periferia, onde normalmente o Estado não se faz presente de maneira completa. E as mortes dos policiais também foram em regiões periféricas de São Paulo. Com informações anônimas, os moradores podem ajudar a polícia.
Assunto: Governo do São Paulo expande Atividade Delegada para o Estado
Para: dipol@flitparalisante.com
Quinta-feira, 28 de Junho de 2012
Governo do São Paulo expande Atividade Delegada para o Estado
O governador Geraldo Alckmin encaminhou, nesta quinta-feira (28), à Assembleia Legislativa o projeto de lei que prevê a ampliação da Operação Atividade Delegada para todo o Estado de São Paulo.
O programa foi implantado pioneiramente na capital, em dezembro de 2009, depois na cidade de Mogi das Cruzes, em março de 2011, e 43 municípios já mostraram interesse em aderir ao programa.
A Atividade Delegada é um convênio firmado entre as prefeituras e a Secretaria da Segurança Pública, que permite aos policiais militares desempenharem suas funções nos dias de folgas. Os PMs podem trabalhar por no máximo 12 dias por mês e a carga horária não pode passar de oito horas por dia. O convênio tem duração de três anos e pode ser prorrogado por mais cinco.
“Redução dos índices de criminalidade, maior segurança para a população e beneficia, também, o policial, porque ele vai melhorar a sua remuneração, vai trabalhar fardado, armado, sob o comando da polícia, totalmente dentro da lei e fortalecendo a segurança pública”, disse o governador Alckmin.
A Capital conta atualmente com 3.718 policiais na operação, que atuam diariamente no combate à criminalidade em toda a cidade. A região central é a que engloba maior número de PMs de folga, eles auxiliam no patrulhamento da região e no combate aos ambulantes irregulares ou ilegais. No centro velho a redução dos roubos chega a 20,08%, com 426 registros até maio de 2012 – são menos 107 ocorrências em comparação com o mesmo período do ano passado.
Para implantar a Operação Atividade Delegada no município, a prefeitura que tiver interesse deve procurar o comando da Polícia Militar na região e montar um projeto de acordo com a necessidade da cidade. Além disso, deve-se regulamentar uma lei municipal que autorize o trabalho do policial no dia de folga e então encaminhar um oficio para o Comando Geral da PM e outro diretamente à SSP para que, depois de análise, o secretário da Segurança Pública aprove.
Desde que teve início, outros 43 municípios mostraram interesse em implantar a Operação Atividade Delegada, são eles: Agudos, Andradina, Angatuba, Anhembi, Araraquara, Arujá, Assis, Bady Bassit, Barretos, Bastos, Botucatu, Bragança Paulista, Buritama, Capão Bonito, Caraguatatuba, Cesário Lange, Descalvado, Dumont, Fernandópolis, Francisco Morato, Guaratinguetá, Itapeva, Luiz Antonio, Mairiporã, Mirassol, Nova Canaã Paulista, Olímpia, Ourinhos, Parapuã, Pindamonhangaba, Poá, Potirendaba, Quatá, Ribeirão Pires, Ribeirão Preto, Sales de Oliveira, Santa Isabel, São José dos Campos, Sorocaba, Tambaú, Torrinha, Votorantim e Votuporanga.
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Assessoria de Imprensa da Secretaria da Segurança Pública
As diretorias do SEPESP e SIPESP lançaram na terça, dia 26, a cartilha da operação “CUMPRA-SE A LEI ” (baixe aqui a cartilha), que tem a finalidade de orientar os Escrivães e Investigadores a exercerem suas atividades no estrito cumprimento da lei, sobretudo ao estabelecido no Código de Processo Penal. A cartilha fornece as diretrizes para que o servidor execute suas funções de acordo com a legislação vigente. “Essa medida busca coibir os abusos cometidos contra os policiais civis, que constantemente são obrigados a exercerem funções alheias às suas, fato notório em todos as unidades policiais do Estado de São Paulo”, destaca nota das entidades. O SEPESP e o SIPESP ressaltam que o governo Alckmin se recusa a atender as reivindicações das categorias e a cumprir a lei. “Em resposta, devemos agir de forma ética e profissional, isto é, trabalhando rigorosamente dentro dos parâmetros legais. Temos conhecimento que haverá retaliação por parte do governo e de muitas autoridades coniventes com a degradação da Polícia Civil”, frisa.
Apoio jurídico e tempo indeterminado As entidades sindicais informam que fornecerão a todos os policiais prejudicados suporte jurídico e destaca ainda que será formada uma comissão de Escrivães e Investigadores responsáveis pela coordenação do movimento. “Também divulgaremos uma carta aberta à população explicando os motivos da operação e denunciaremos as péssimas condições dos trabalhadores da Polícia Civil. Iremos disponibilizar a sede dos sindicatos para reuniões a todos aqueles que nos apoiarem nesta luta. A operação será por tempo indeterminado, até que o governo Alckmin cumpra sua parte e nos conceda a valorização das duas carreiras”, concluiu.
Assessoria de Comunicação do SEPESPAgência: Mídia Consulte Comunicação Editora: Viviane Barbosa Mtb 28121 Redação: jornalismo@midiaconsulte.com.br
Comunicamos aos colegas Escrivães e Investigadores que o presidente da FEIPOL-SE, Aparecido Lima de Carvalho,”Kiko”, recebeu às 16:30 de hoje (26/6), um telefonema do Deputado Adilson Rossi, Coordenador do Grupo de Trabalho que estuda a valorização das duas carreiras, informando que a reunião marcada para amanhã, 27/6 não mais se realizará, porque o Governo do Estado não apresentou a proposta que se comprometeu a fazer. Não há previsão de quando a reunião se realizará, informou o Deputado. Estamos atentos e qualquer fato novo será imediatamente comunicado a todos.
Jarim Lopes Roseira Presidente da IPA e Diretor Coordenador da FEIPOL-SE em São Paulo
Acabei de ser advertido por um brother PM que foram roubados diversos carros da telefônica e da eletropaulo para efetuarem ataques e matarem policiais nos seus qths e fazendo bico!
Todo cuidado é pouco!
Não desacreditar nunca é a melhor opção!
Desmarquem qualquer atendimento domiciliar, por cautela!
O Governo que mascarar o inconfessável, todavia, nem está aí para seus agentes, que são apenas módicos números!
Boa sorte e muito cuidado!
Fiquem todos com Deus!
Já que o Demônio encarnado foi pra Argentina, gritar igual uma franga velha e encher o rabo de vinho!
E tem mais, como o PCC não existe e apenas é histeria policial, tudo que está ocorrendo não é represália da organização teatral, e se removerem o Marcola pro RDD, tirando ele da WII, Wenceslau 2, nada vai acontecer, apenas serão comemorações do timão!
Comenta-se que enquanto São Paulo explode e a insegurança toma a Capital, enquanto Policiais são diuturnamente assassinados, arrastões se tornaram absolutamente frequentes, o senhor Secretário de Estado dos Negócios da Segurança Pública, Procurador de Justiça Dr. Antônio Ferreira Pinto , encontra-se na Argentina para acompanhar o jogo de seu time do coração.
Eu como cidadão paulistano, me nego terminantemente a acreditar que no meio ao caos de mortes de policiais, ônibus queimados, o PCC , que não existe no conceito do Secretário, atacando a tudo e a todos, mas principalmente a policiais militares, aquele que é o Dirigente mor da Segurança Pública no Estado tenha se ausentado e ido para um País vizinho, assistir a uma partida de futebol.
Se tal fato for real é hora do Governador Geraldinho sair de sua apatia costumeira e tomar uma medida enérgica. Embora saiba que medidas enérgicas não sejam da índole ou caráter de sua Excelência, pois não as tomou quando uma Escrivã de Policia foi torturada, nem quando o Secretário foi flagrado em encontro não republicano com o Jornalista Mario Cesar Carvalho.
Prefiro acreditar que o Secretário não tenha viajado, que seja uma mentira, mas que se eventualmente tiver mesmo ido, que o Governador não saiba e ao saber tome uma atitude em respeito aos seus eleitores.
Acredito que é direito de qualquer um torcer pelo seu time de preferência mas não abandonar o Estado num momento de conflagração, isso é muito grave.
Gostaria também de saber como se sentirão o Delegado Geral e o Comandante Geral da PM se for real que num momento de crise seu chefe não se encontra?
Talvez a informação como já disse acima, não seja real, mas a informação é de que o Secretário viajou pela Qatar Airlines…Será?
A violência em São Paulo vem crescendo. Vários arrastões são registrados. Policiais Militares estão sendo mortos e a suspeita é de envolvimento do Crime Organizado nos assassinatos. A população está acuada. E onde está o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, neste instante? Na Argentina, onde amanhã acompanha o jogo da final da Libertadores entre Boca Juniors e Corinthians. É um excelente momento para fazer isso! O governador não foi informado. O preço cobrado pela agência oficial do Corinthians pelo pacote é de R$ 4.000,00. Espero que ele tenha pago normalmente.