E amanhã é dia de BANDIDO 45

Enviado em 09/07/2012 as 11:09 – O HOMEM QUE SABIA DEMAIS

Editorial – Jornal Agora 09/07/2012

O sumiço de PMs

Entre 2008 e 2011, a Polícia Militar de São Paulo tirou quase 3.000 policiais das ruas, de acordo com um relatório do TCE (Tribunal de Contas do Estado).

Com mais PMs dentro dos batalhões e menos gente para correr atrás de bandido, fica difícil dar um jeito de verdade na violência. Pelas contas do TCE, os policiais nas ruas passaram de 60.347 em 2008 para 57.630 em 2011.

Até outro dia, o governo atribuía o aumento da violência ao aumento da população. Se esse argumento serve na hora de contar os mortos, também deveria valer na hora de contar os policiais.

Ou seja, mais gente no Estado deveria significar mais policiais nas ruas. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário disso.

Além do mais, boa parte desse aumento do pessoal administrativo foi provocada por politicagem.

A área de um sujeito mais influente logo ganha um batalhão, que precisa de gente atrás de mesas, e portanto longe das ruas, para fazer a coisa funcionar.

Enquanto isso, o povo fica do lado de fora, à disposição dos ladrões. Entre maio de 2011 e maio deste ano, por exemplo, o número de roubos de veículos aumentou 24% no Estado.

Pode até ser que não tenha a ver só com a queda na quantidade de PMs nas ruas, mas já mostra que era hora de botar mais gente para patrulhar as áreas mais perigosas.

O ponto positivo do relatório, porém, foi ter provocado alguma reação do comandante-geral da PM. Segundo ele, já existe um plano de aumento do efetivo nas ruas das cidades paulistas.

Tomara que esse plano possa ser colocado em prática logo. E que a corporação consiga ver onde é que está faltando PM e onde é que está sobrando bandido, para equilibrar as coisas.

http://www.agora.uol.com.br/editorial/ult10112u1117173.shtml

A Polícia Militar é a instituição que população menos confia, de acordo com estudo do Ipea 57

A maioria dos brasileiros considera o trabalho feito pela Polícia Militar lento ou ineficiente nos atendimentos de emergências por meio de denúncias ao 190. O dado consta no estudo Sips (Sistema de Indicadores de Percepção Social), divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) nesta quinta-feira (5). De acordo com a pesquisa, 53,3% dos entrevistados disseram que a PM não atende de forma rápida e eficiente. A pesquisa foi realizada em 3.775 domicílios em 212 cidades do Brasil.
Segundo o estudo, apenas na região Sul essa porcentagem equivale a menos da metade dos entrevistados (48,2%). Já no Norte e no Nordeste, o índice ultrapassa a média nacional: 62,6 e 57,6%, respectivamente. Na região Sudeste, 40,3% dos questionados disseram ser o serviço rápido e eficiente.

Questionados se a Polícia Militar aborda as pessoas de forma respeitosa nas ruas, a população do Norte foi a que fez a pior avaliação: 62% consideram a abordagem desrespeitosa. O índice ficou dez pontos acima da média nacional, de 51,5%. No Nordeste, 54,1% também disseram não se sentir respeitados pela PM.
Já no Sul, a avaliação foi mais positiva: 52,9% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que os policiais militares abordam as pessoas de forma respeitosa nas ruas. A região também apresenta a menor porcentagem de pessoas que discordaram totalmente disso, com apenas 6,2% dos registros.
Confiança na PM Entre as instituições Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, a PM é a que menos transmite segurança na avaliação da população. De acordo com o estudo, 21,4% dos entrevistados disseram que “não confiam” no trabalho da corporação. Em segundo lugar ficou a Polícia Civil com 20,6% dos votos. Já a Polícia Federal é a corporação em que as pessoas “mais confiam”, com apenas 10,5% de não aprovação.
População nordestina é a que tem mais medo da violência

 Na região Norte, apenas 31,1% dos entrevistados dizem confiar nas suas polícias militares, e 28,2% afirmam não confiar nem um pouco nelas. Em oposição, a população do Sul diz ser a mais confiante nas suas polícias militares, pois é a única região na qual a soma daqueles que confiam ou confiam muito chegou à casa dos 40%. Além disso, apenas 12% dos entrevistados do Sul declararam não ter nenhuma confiança na Polícia Militar. A avaliação de confiança na Polícia Civil segue um padrão muito semelhante, por região, à avaliação da Militar.

Ainda de acordo com o estudo, os jovens, na faixa entre 18 e 24 anos, são os que mais desconfiam da PM, com 26,9% dos registros. Essa porcentagem diminui à medida que cresce a faixa etária, até chegar a 14,2% entre os mais idosos da amostra, com 65 anos ou mais. O mesmo acontece com a proporção de entrevistados que afirmam confiar muito na Polícia Militar: apenas 3,7% estão entre os mais jovens. Esse índice sobe para 10,1% entre os mais velhos.
Comparação

Comparada aos dados da pesquisa anterior, feita em 2010, a confiança nas instituições policiais dos Estados aumentou um pouco. No caso das polícias militares, apenas 25,1% da população afirmou “confiar” e 4,2% afirmavam “confiar muito” na Polícia Militar em 2010. Essas porcentagens subiram, respectivamente, para 31,3% e 6,2% em 2012.
O mesmo aconteceu com a percepção sobre as polícias civis, em que 26,1% diziam “confiar” e 4%, “confiar muito” em 2010. No último levantamento, esses percentuais passaram para 32,6% e 6%, respectivamente.

http://noticias.r7.com/cidades/noticias/maioria-dos-brasileiros-considera-policia-militar-ineficiente-20120705.html

“O trabalho que a Guarda Municipal vem fazendo é de higienização.” 30

MP pede indenização de R$ 20 mi por violência da GCM

BRUNO PAES MANSO – Agência Estado

Agressão a moradores de rua. Incapacidade ou desinteresse em dar encaminhamentos sociais depois das abordagens à rede de assistência. Inconstitucionalidade da lei municipal que estabelece aos guardas-civis a tarefa de lidar com moradores em situação de rua. Com esses argumentos, promotores ingressaram com uma ação para tentar impedir que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo continue trabalhando com a população de rua. E pediram indenização de R$ 20 milhões.

Metade do dinheiro, segundo o pedido da Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da Capital, seria destinada a um fundo de interesses difusos para reparação a danos morais coletivos da população de rua. A outra metade seria concedida individualmente aos moradores de rua que entrassem com ações individuais e comprovassem danos decorrentes de abordagens dos guardas municipais.

“O trabalho com moradores de rua exige criação de vínculo, capacidade de dialogar. Isso é trabalho de assistente social, não de polícia”, defende o promotor de Direitos Humanos Alexandre Marcos Pereira.

 “O trabalho que a Guarda Municipal vem fazendo é de higienização.”

Entre esses pontos onde é “proibida” a permanência de moradores de rua está o circuito das autoridades, que inclui os prédios do Tribunal de Justiça, Ministério Público do Estado, Prefeitura, Pátio do Colégio e Fórum João Mendes.

Maldade. No centro da cidade, histórias de abusos de guardas-civis são comuns. Há oito meses na rua, Pedro Fabrício, por exemplo, reclama que no inverno a truculência é ainda mais dramática. Cobertores doados por entidades assistenciais são recolhidos e jogados em caminhões. “Eles chegam pegando nossas coisas. Quando está em cima do caminhão, pode esquecer. Já era.”

Outro morador de rua, Mario Celso de Araújo, diz que o problema é maior porque documentos também são recolhidos e extraviados. “Perdi minha identidade porque um GCM jogou fora.”

A diretora-geral do Centro Acadêmico 11 de Agosto, Julia Cruz, conta que testemunhou uma dessas abordagens truculentas na semana passada. GCMs levavam o cobertor de um grupo que estava na frente da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco. Eles tentaram resistir e acabaram presos. Um deles apanhou dos guardas municipais.

“Na delegacia, iam mandar o pessoal fazer exame de corpo de delito. Mas o próprio GCM ia levar. Conseguimos impedir a ilegalidade”, diz.

Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana – responsável pela GCM – diz que ainda não foi notificada da ação, mas nega truculência e diz que denúncias de agressão são sempre apuradas e punidas pela Corregedoria da Guarda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

EXCEDENTE DO CONCURSO DE AGENTE DE TELECOMUNICAÇÃO POLICIAL – POLÍCIA CIVIL/SP 65

Boa noite!

Gostaria de sugerir um reportagem ao FLITPARALISANTE à respeito dos EXCEDENTES DO CONCURSO DE AGENTE DE TELECOMUNICAÇÕES POLICIAL – PC/SP.

                A polícia Civil do Estado de São Paulo está realizando um concurso para o preenchimento de 289 vagas para o cargo de Agente de Telecomunicações. Tal evento reuniu cerca de cento e dez mil inscritos(110.000), pessoas que se preocupam com a segurança da sociedade e com o déficit que apresenta tal cargo público.

                O edital propunha etapas bem definidas e que foi executada com excelência pela Acadepol.

                Por fim, dos quase cento e dez mil inscritos, apenas 466 pessoas foram aprovadas.

                Em observância ao déficit de pessoal para a execução do serviço policial e ao sofrimento ocasionado pela criminalidade à sociedade do Estado de São Paulo, eu, como candidato aprovado, porém não-classificado, motivei-me a levar ao conhecimento de desse canal de comunicação tal acontecimento.

                Nesse passo, convido-o a verificar o diário oficial do dia vinte oito de abril de dois mil e doze(28/04/2012), no caderno Suplementos, página 11, no qual discorre sobre  382 cargos vagos para o cargo mencionado.

                Tal fato, leva-me a questionar à respeito da convocação de pelo menos 382 pessoas, já que há a real necessidade de mais Agentes de Telecomunicações para o devido serviço policial.

                Desse modo, a fim de levar ao entendimento pleno de meu questionamento, informo:

                Edital – 289 vagas   /   Aprovados – 466   /    Cargos Vagos – 382

                Portanto, acreditando na força desse canal de comunicação, quero contar com seu auxílio para que nós aprovados, porém não-classificados, possamos ser convocados, a fim de salvaguardar a sociedade do Estado de São Paulo da criminalidade, ao exercer a função de polícia judiciária.

                Agradeço a oportunidade!

Polícia para quem precisa de polícia. Coluna Carlos Brickmann 17

  (*) Coluna exclusiva para a edição dos jornais de Domingo, 8 de julho de 2012

Lembre do hino da Seleção de 1970: “Noventa milhões em ação”. Hoje, a população brasileira é superior a 190 milhões. Na época, a população do Estado de São Paulo era de 17,7 milhões de habitantes. Hoje, é de algo como 42 milhões.

 Em 1964, o governador paulista Adhemar de Barros anunciava que a Força Pública, nome utilizado à época pela PM, tinha 60 mil homens. Hoje, tem pouco mais de 80 mil. Comparando: a população do Estado se multiplicou, o efetivo da PM cresceu só uns 30%. Pior: dos 80 mil homens da PM, cerca de 23 mil estão fora das ruas, em atividades diversas (e, se calcularmos quantos PMs estão de férias, em folga, em licença médica, o número de policiais nas ruas vai cair ainda mais). A população cresce depressa, a PM cresce bem devagarzinho.

 Quem revelou estes números espantosos foi um órgão oficial, o Tribunal de Contas do Estado. O comandante-geral da PM, coronel Roberval França, diz que não é bem assim: uns dois mil dos soldados afastados da rua cuidam dos centros de atendimento de emergência, recebendo chamados da população.

 Alguém poderia explicar a este colunista por que se treina uma pessoa para policiamento de rua, utilização de armas, táticas de enfrentamento, para depois colocá-la no atendimento a chamados telefônicos? E isso se refere a dois mil homens: e os outros 21 mil afastados das ruas? Fazem tarefas burocráticas, que uma secretária, sem treino militar, cobrando menos, faria melhor.

 Fora o governador, alguém pode se surpreender com a falta de policiamento?

 Tudo dominado

 E, se o problema fosse apenas o da falta de policiais, a insegurança não seria tão grave quanto é. O crime organizado tem bases sólidas. Hoje, uma pessoa presa não “escolhe” entrar ou não para o PCC: é obrigada a obedecer às ordens dos chefes dos bandidos. Os parentes que vão visitá-los recebem listas do que devem levar à prisão, o que inclui objetos proibidos, e são instruídos sobre a melhor maneira de contrabandeá-los. E ai dos presos, reféns do crime organizado, se a família não cumprir as tarefas: eles sofrerão as consequências.

 Tudo em silêncio

 O comando da segurança pública paulista diz que o PCC foi desarticulado, e que usa eventuais incidentes isolados para fingir força. É a mesma tática do silêncio usada há quase 30 anos, quando surgiu a organização Serpentes Negras, desmentida enfaticamente pelo Governo estadual da época; e usada pouco mais de dez anos depois, quando Fátima Souza, repórter da Rede Bandeirantes, relatou o surgimento de nova organização criminosa, o PCC.

 Tenta-se desmoralizar o repórter, os editores do jornal recebem a palavra das autoridades de que não há nada daquilo, que os crimes visivelmente articulados são apenas coincidentes. Isso evita que tenham de combater a articulação criminosa. Dá menos trabalho.

 Cala que eu te escuto

 Nos parlamentos de todo o mundo, há sempre uma parcela de teatro. Aqui também; a diferença é que em Brasília a coisa ficou tão exposta que ninguém mais sente necessidade de guardar as aparências. A tal CPMI do Cachoeira, por exemplo, decidiu abertamente só convocar o empreiteiro Fernando Cavendish, da Delta, depois que se fez um acordo para que ele permaneça calado.

 Tudo bem, se ele abrir a boca pode sobrar para muita gente, dos mais diversos partidos; mas ninguém se preocupou em manter esse acordo na penumbra.

 Discrição para quê, se todos sabem que ali ninguém quer ir fundo para evitar marola?

 Os dois riscos

 Além de Cavendish, foram convocados também Paulo “Preto” Vieira de Souza, que foi diretor da Dersa, estatal paulista que cuida de estradas; e Luiz Antônio Pagot, ex-diretor do DNIT, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Os dois são potes até aqui de mágoa, mas se foram convocados é porque devem se comportar. “Paulo Preto” advertiu seus amigos do PSDB que não se abandona um amigo ferido, e Pagot disse que quer falar.

 Mas “Paulo Preto” tem tradição de política tucana e Pagot é ligado ao governador Blairo Maggi, do PR – partido que, conforme o Estado, é aliado ao PSDB ou ao PT. Pode haver surpresas. Mas até agosto, quando serão ouvidos, tudo estará mais calmo.

 Discriminação, não

 A Rede TV! acaba de levar uma surra jurídica memorável: foi condenada por unanimidade a indenizar, com 200 salários mínimos, o modelo Carlos Cunha Gonçalves, por comentários discriminatórios sobre sua vida profissional e pessoal, que expuseram ao ridículo seu nome e imagem. A ação contra a Rede TV! foi movida pela advogada Tania Lis Tizzoni Nogueira.

 Um detalhe incomum: em vez de apenas seguir o voto do relator, como é habitual quando há concordância na sentença, o revisor, desembargador Grava Brasil, fez questão de apresentar seu voto, detalhando os motivos que o levaram a condenar a emissora e rejeitar a discriminação. É a segunda vez que a Rede TV! é derrotada neste processo.

 Veja bem

 O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, PSB, e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, PSD, até divergem às vezes, mas estão jogando juntos.

carlos@brickmann.com.br www.brickmann.com.br

PUTA DA VIDA COM FUNCIONÁRIO PÚBLICO – Candidata que denunciou propina partidária diz que o pensamento geral na Procuradoria Geral do Estado “é que pobre é porco” 38

Eu fiz estágio na Procuradoria Geral do Estado e via isso com os procuradores e outros estagiários, eu me empenhava com o meu melhor sorriso pra tentar fazer que o dia daquelas pessoas fosse mais razoável, os chamados assistidos, eles já estavam lá porque não tinham dinheiro para pagar um advogado, tinham que responder um questionário humilhante para ser entedido como pobre na acepção jurídica do termo, isso mesmo, pobre na acepção jurídica do termo! Poooorra, ficavam na fila que nem idiotas, em péssimas condições, tinham os dramas deles (porque ninguém quer abrir ação por prazer)(hobby: abrir ação!!!) e ainda tinham que aguentar os olhares inquisitivos e de recriminação dos procuradores e estagiários (nem todos, porque de lá também aprendi muita humanidade, mas os “nem todos” eram minorias), porque pensamento geral é que pobre é porco, “ihhh lá vem o drama”, “o que será que aprontou”, contar casos deles como trechos de comédias, chacotear do drama e aflições deles e assim ia, é humilhante.

Eu tentava fazer o meu melhor, até tomava bronca por isso, mas não queria nem saber, deixava os assistidos usarem o banheiro do andar, havia uma “regra” que assistidos não podiam usar o banheiro do andar porque sujavam muito, pooooorra, faça me o favor, isso é absurdo, a máquina de xérox devia ser de uso interno, pro inferno, chegava gente com documentação que precisava xerocar, eu então que podia já que estagiava lá, xerocava tudo o que tinha pra xerocar, fazia tudo o que tinha pra fazer em UM ATENDIMENTO porque sabia que xérox e condução são coisas caras, perder um dia de trabalho é uma foda, ainda mais como muitos dos empregadores que temos por aí que acham que tudo é golpe de funcionário pra perder um dia de trabalho, e se fosse que olhasse onde esta o problema dentro do trabalho que esta fazendo o funcionário faltar então. E aí vai…

Logo, as dificuldades são várias, mas creio que o elemento humano faz a coisa ficar pior e mais pesada por pura falta de querer exercitar o bem.

Como eu estou numa fase da vida que estou me propondo a trabalhar pelos os outros, não fazer da política um projeto individual, sou uma pré-candidata pelo o PSDB, queria a opinião de vocês.

Privatizar essas porcarias de órgãos públicos é muito absurda a ideia?

Privatizar é algo polemico e controverso, mas minha opinião é que privatização é algo que pode ser tido como um contrato que pode se romper caso não seja cumprido como se deve, com preços bons, resultados e etc. Vejam só minha viagem: já se cobra custas processuais mesmo, com essas custas não poderia contratar empresas especializadas para treinar funcionários públicos, otimizar os serviços públicos, por tiazinhas do banheiro, por ar condicionado ué (por que não???), cumprir com rigor o horário de atendimento e tudo mais que se deve pra fazer um bom atendimento e com qualidade? É muita viagem?

Ok, você leitor é contra a privatização porque é contra e pronto, mas o que podia fazer então pra melhorar a pessoa funcionário público para fazer com que ele atenda melhor?

O que você faria para otimizar os serviços públicos?

Independente da questão privatizar, o que eu quero dizer é que muito dos serviços públicos já podiam melhorar e muito se apenas fossem otimizados com técnicas de empresas privadas, seja treinar o funcionário público para que ele como um ser reciclado atenda melhor, seja mais rápido e eficiente, mais atencioso, enfim, faça dos órgãos públicos locais que dão orgulho de ser brasileiro e indicar, creio que isso até estimularia a concorrência porque empresas privadas teriam que se desdobrar para conseguir clientes, imagina só hospitais públicos disputando de igual pra igual com um Albert Einstein?

Eu acho possível, é só querer, só realmente tirar todo esse preconceito que a gente veste, essas “verdades” todas que só nos emburrecem.

Queria pedir a participação de todos, por favor.

Por Daniela Schwery; leia mais em:

http://danielaschwery.wordpress.com/2012/05/28/p-da-vida-com-funcionario-publico/

Política é o melhor investimento do Brasil: PSDB cobra R$ 2,5 mil para quem quer ser candidato a vereador em SP 16

Daniel Fernandes

A candidata à vereadora de São Paulo pelo PSDB Daniela Schwery denunciou a legenda por cobrar indevidamente uma tarifa de R$ 2,5 mil dos 38 candidatos à Câmara Municipal da capital paulista. Daniela afirma que foi cobrada mais de uma vez por membros do partido em São Paulo, tanto por e-mail como no próprio diretório da legenda.

Daniela, de 31 anos, é comerciante e disputa a eleição pela primeira vez. Há cerca de três anos no partido, a comerciante afirma que membros do diretório a disseram que a tarifa serviria para bancar as despesas da sua candidatura, e que outros membros a disseram já terem dado dinheiro ao partido no passado.

A comerciante afirma que foi orientada, no dia 28 de junho, a levar os documentos para seu registro junto com um cheque no valor de R$ 2,5 mil no dia 30, prazo dado pelo PSDB para que seus candidatos a vereador apresentassem suas candidaturas. As candidaturas foram registradas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs)até a última quinta-feira, dia 05.

Daniela então insistiu para que o partido lhe desse um contrato de prestação de serviços como prova do pagamento, mas a legenda afirmou que só poderia lhe fornecer um recibo simples de contribuição para certificar que a quantia havia, de fato, sido paga.

Apesar de discordar da cobrança, Daniela afirmou que fez o pagamento por se sentir ameaçada. Para driblar a “artimanha burocrática” do partido, como ela própria classificou, a comerciante afirma que irá sustar o cheque, e que o deu já com esta intenção desde o início. “Vai ser minha primeira atitude na segunda-feira”, afirmou ao Terra.

Indignada com a situação, Daniela registrou um Boletim de Ocorrência (B.O) na segunda-feira. A comerciante afirma que a situação a deixou tensa e nervosa, mas que, mesmo assim, seguirá com sua campanha. “Sei que ficou mais difícil pra mim, mas vou continuar”, disse.

“Isso não reflete a imagem do partido, mas parte da executiva está podre. É apenas uma parte das pessoas que estão lá que fazem isso. Estou nervosa, tensa, com medo dessa situação. Gosto do PSDB, mas mexeu comigo”, disse Daniela, que já foi militante do Partido Verde antes de se filiar ao PSDB.

A comerciante criticou a cúpula do partido em São Paulo, que, segundo ela, não atende às demandas dos militantes. “Os militantes, a maioria do partido, é feita de gente de bem, que quer fazer uma política ética. Admiro muito isso no partido, mas alguns membros da executiva prejudicam todo o resto”.

Apesar da situação, Daniela seguirá com sua campanha e pretende votar em José Serra. “O PSDB tem seus defeitos, mas ainda é o melhor partido para mim”, declarou.

PSDB rebate as acusaçõesSegundo a assessoria de imprensa do PSDB, o partido cobra de seus candidatos, de maneira legítima, uma contribuição para arcar com as despesas do processo eleitoral. Ainda segundo a assessoria da legenda, a contribuição não é obrigatória e, mesmo se o candidato não a fizer, poderá disputar a eleição normalmente.

O PSDB afirma que Daniela já tem seu registro pronto e que, mesmo após o ocorrido, ela não terá sua candidatura retirada.

http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2012/noticias/0,,OI5882474-EI19136,00-SP+candidata+acusa+PSDB+de+cobrar+R+mil+por+candidatura.html

Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo já providenciou a correção da DIRF 2011 20

Enviado em 06/07/2012 as 9:52 – Alberto Mac Luz

Dr. Guerra, Para conhecimento do colegas a Secda Fazenda providênciou a correção, msg recebida abaixo, foi uma consulta que eu fiz. Resposta da Mensagem 5357714

Prezado (a) Senhor (a),

Agradecemos por usar este canal de comunicação.

Informamos que a Prodesp gerou um arquivo para a retificação da DIRF 2010 a pedido da Secretaria da Fazenda. O Departamento de Despesa de Pessoal (DDPE), por meio do site da Receita Federal do Brasil (RFB), fez a transmissão no dia 29/06/2012, e por algum motivo desconhecido, as informações foram gravadas como exercício de 2011. No dia 02/07/2012 entramos em contato com a RFB e eles nos orientaram a retransmitir a DIRF do exercício de 2011 para corrigir o problema ocorrido, e no dia 03/07/2012, foi retransmitida nova DIRF do exercício 2011 para corrigir o problema. O arquivo correto transmitido de acordo com informação obtida no site da Receita encontra-se em processamento, portanto, a base da RFB estará atualizada e corrigida com previsão para até o dia 10/07/2012.

Atenciosamente

Atenciosamente, Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo

Morte do investigador Ivan 23

———- Mensagem encaminhada ———-
De: 
Data: 6 de julho de 2012 12:48
Assunto: Morte do investigador Ivan
 Para: dipol@flitparalisante.com
Dr. Guerra, segue reportagem de um jornal local de Taboão da Serra, a coisa começou a feder, um abraço.
O laudo necroscópico enviado na semana passada para o 34º DP, pela Polícia Científica, provocou uma reviravolta na investigação da morte do investigador-chefe da Polícia Civil de Taboão da Serra, Ivan Jerônimo. Segundo os peritos, o tiro que matou o policial foi disparado de longa distância, o que afasta a hipótese de tiro à queima-roupa e também de suicídio. No dia 8 de março deste ano, o então chefe dos investigadores da Delegacia Seccional de Taboão da Serra teria cometido suicídio dentro de um banheiro da banca Varandas, na Cidade Jardim.  Na época, foi divulgado que o policial sofria de depressão e havia se matado com um tiro no peito com sua pistola calibre .40.
Segundo a versão divulgada na época, e que consta no boletim de ocorrência, Ivan Jerônimo estava tomando um café com outros dois policiais e teri a saído para ir ao banheiro. Ele teria cometido suicídio com um tiro à queima-roupa, na altura do peito. O vídeo de monitoramento do local foi analisado e, segundo a polícia, mostravam a hipótese dele ter mesmo cometido suicídio. O laudo entregue pela perícia na semana passada aos investigadores do 34º DP, onde a morte do policial foi registrada, indica que o tiro foi dado de uma distância maior do que a sugerida na época, o que afastaria a possibilidade de suicídio. Existem outros dois laudos que ainda não ficaram prontos e que podem ajudar a elucidar o crime. Um dia depois de o caso ter sido registrado como suicídio, a perícia apontou que dentro do banheiro foram dados dois disparos. U dos tiros acertou o peito do policial e outro, o rodapé do banheiro. Na época, a polícia não soube precisar se o primeiro tiro teria sido dado no chão ou se Ivan teria dado o tiro no peito e depois a arma caiu, disparando sozinha. A corregedoria  da Polícia Civil também investigava o caso. Na ocasião, a reportagem do Portal O Taboanense entrevistou o irmão de Ivan Jerônimo, o também policial Dr. Francisco. Segundo ele, a informação que foram dois disparos localizados pela perícia é verídica. Amigos próximos a Ivan disseram a nossa reportagem que o policial não teria deixado nenhum bilhete e que nunca deu sinais que poderia se suicidar. Ivan Jerônimo foi o principal nome da operação Cleptocracia, que prendeu 26 pessoas acusadas de terem algum tipo de participação no esquema que fraudou milhões de reais dos cofres municipais, com baixas indevidas na Dívida Ativa. A gestão de Ivan Jerônimo na Seccional de Taboão da Serra também foi marcada pela prisão de policiais militares. O corpo de Ivan Jerônimo foi cremado em Itapecerica da Serra com autorização da justiça.
Portal o Taboanense

PROPAGANDA MENTIROSA – Prisão de 34 criminosos que atentaram contra a vida de policiais militares…( Ajuda do além ? ) 10

Enviado em 05/07/2012 as 21:52 – JACARÉ SEM DENTE

O Comandante da Polícia Militar do Estado de São Paulo, reconhece e agradece o empenho de seus 100 mil homens e mulheres que, irmanados aos companheiros da Polícia Civil, obtiveram sucesso na prisão de 34 criminosos que atentaram contra a vida de policiais militares; outros 4 criminosos resistiram à ação da polícia e foram mortos em confronto, e mais 4 encontram-se foragidos.

A Polícia Militar não permitirá que criminosos se tornem famosos no Estado e cumprirá o seu compromisso de manter a ordem pública no território paulista.

Conheçam os criminosos que foram presos com participação direta na morte de policiais militares:

http://www.polmil.sp.gov.br/unidades/ccomsoc/avisos/criminosospresos.pdf

ROBERVAL FERREIRA FRANÇA

Coronel PM – Comandante Geral

Foco nas garantias – O papel do Delegado de Polícia 30

Para proporcionar debate e reflexão sobre a preservação dos direitos e garantias individuais dos cidadãos, a Adpesp foi resgatar o recente episódio envolvendo o professor e ator Pedro Urizzi, preso injustamente durante a Marcha da Corrupção em São Paulo, sem nem mesmo ter participado do ato. Se assim estivesse, Urizzi também estaria amparado pelo direito de livre manifestação do pensamento e de liberdade de reunião.

No vídeo, o professor conta que foi detido como um criminoso perigoso, “ocasião em que seus direitos foram jogados a esmo”. E o que chamou atenção da sociedade e dos profissionais da Segurança Pública, contudo, foi sua declaração sobre a atuação do Delegado de Polícia naquela ocasião. No caso, o Dr. Marcelo Zompero, plantonista do 78º DP. Nas entrelinhas, Urizzi deixa claro que suas garantias só foram respeitados quando se deparou com a figura do Delegado, o primeiro garantidor. Profissional apto a proteger o cidadão de situações similares a esta, Zompero deixa claro que não passa de sua função como agente do estado e logo tratou de dar um contorno jurídico para o imbróglio. A sua principal preocupação? Defender o direito de ir e vir de Pedro, além de sua integridade física.

Assista a matéria produzida pela Adpesp (Associação dos Delegados de Polícia de São Paulo) para saber o desfecho do caso.

Vítima foi morta em razão da conduta dos policiais militares…( 66 tiros ) 21

04/07/2012-            Fazenda Pública condenada a indenizar filhos pela morte do pai

 

O juiz da 13ª Vara da Fazenda Pública da capital, Jayme Martins de Oliveira Neto, condenou a Fazenda Pública do Estado a indenizar por dano material em 2/3 do valor do salário mínimo e por dano moral em R$ 232.500,00 os filhos de um comerciante morto em 2009, vítima de troca de tiros entre criminosos e a polícia.

Os autores da ação narram que o pai foi vítima de sequestro relâmpago e, em meio a uma perseguição policial, entre o carro dos sequestradores, no qual a vítima se encontrava, e viaturas da policia militar, houve intensa troca de tiros que resultou na morte do pai.

Consta na decisão que: “a responsabilidade está bem demonstrada. A vítima era inocente e foi morta em razão da conduta dos policiais. A legítima defesa até pode servir de excludente na seara criminal, mas não exclui o dever de indenizar no âmbito civil, mesmo porque não há justificativa para o elevado número de disparos, no total foram 66  disparos de arma de fogo contra o veículo da vítima, sendo certo que a vítima não atirou contra a polícia”.

Na sua decisão, o magistrado fundamentou: “nos termos do artigo 37, § 6º, da CF, as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa e no caso bem comprovado o dano causado por agente público que agiu com culpa”.

 

Processo nº 044322-34-2009.8.26.00053

Comunicação Social TJSP – SO (texto) / DS (foto ilustrativa e arte)

        imprensatj@tjsp.jus.br