Oposição é TORON 12

 


Prezado(a) colega,

Ao completar 31 anos de vida profissional com muitos êxitos na advocacia criminal, decidi enfrentar mais um desafio em minha carreira: disputar a presidência da OAB-SP. O quadro atual de nossa entidade é desolador. Transformou-se em um mero trampolim de seu presidente para seus interesses político-partidários. Nos três mandatos consecutivos da atual gestão, fato que por si só revela um continuísmo inédito e constrangedor, as lutas pelas prerrogativas dos advogados foram renegadas ao passado. Vivemos hoje o abandono assistencial e o desprezo pelo empobrecimento da classe. Certamente, a OAB que temos não é a que queremos.

Minhas experiências como conselheiro federal da OAB, por dois mandatos, quando exerci a presidência da Comissão Nacional de Prerrogativas, de vice-presidente da Associação dos Advogados Criminais do Estado de São Paulo (Acrimesp), por dois biênios, e de coordenador consultivo da Comissão de Prerrogativas das OAB-SP me permitem afirmar que a OAB paulista que desejamos é a que irá recuperar a credibilidade para, em primeiro lugar, fazer com que os(as) advogados(as) voltem a ser repeitados nos tribunais e em todas as esferas do poder público.

Queremos uma entidade a serviço da advocacia, vinculada aos seus ideários, única razão de ser e existir. Isso é questão de honra.

Quero convidá-lo(a) a se juntar a mim e outros tantos companheiros que estão determinados a extirpar o mando discricionário e a transformar a OAB-SP em uma entidade de classe transparente, que ofereça bons serviços e que seja respeitada pela sociedade e por seus interlocutores.

Debata conosco as propostas que estão no site www.toron.com.br Se quiser trocar ideias, vamos conversar pelo Twitter ou pelo Facebook

Tenho certeza de que terei seu apoio para este grande desafio.

Se queremos uma OAB-SP forte, a hora é agora.

 

GOVERNO FEDERAL quer fim do mentiroso título “resistência seguida de morte” 41

Enviado em 16/07/2012 as 19:48 – SÉRGIO

16/07/2012 – Governo quer fim do termo resistência seguida de morte

A secretária nacional de Segurança Pública (Senasp), Regina Miki, pretende se reunir em breve com os secretários estaduais de segurança brasileiros para acabar com os registros de “resistência seguida de morte” feitos atualmente nos boletins de ocorrência.  O estudo para a definição dos termos do pacto estão sendo feitos pela Secretaria de Assuntos Estratégicos. Segundo Regina, o motivo para a revisão é que não existe o crime resistência seguida de morte no Código Penal. O crime é o homicídio.

“A resistência seguida de morte é uma excludente de licitude, que deve ser discutida no âmbito processual. Não deve ser registrado logo no boletim de ocorrência, porque pode induzir as investigações”, explica.

Nos seis boletins de ocorrência descrevendo as oito mortes entre quinta-feira e sexta-feira, no registro constava normalmente crimes “roubo” e “resistência”. A pessoa morta no suposto confronto com a PM é apontada como “autor” em vez de vítima. Isso ocorre porque, no documento feito na delegacia, a pessoa morta é considerada suspeita de roubo e acusada pelos PMs de ter atirado contra eles.

O objetivo da Senasp é estabelecer com os Estados que boletins de ocorrência passem a registrar o crime “homicídio” em vez de “resistência”. A pessoa morta deveria ser tratada como vítima. Nos casos de confronto entre policiais e vítima, haverá um espaço para os delegados informarem no documento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Repórter Record investiga mortes misteriosas na Baixada Santista 9

Várias mortes aparentemente sem motivo e com característica de execução fizeram uma série de vítimas no litoral paulista nos últimos anos. A suspeita é que todas tenham sido cometidas pelo grupo de extermínio “Ninjas da Baixada”, formado por homens que matam sem dizer uma única palavra. O Repórter Record mostra o drama das famílias atingidas pelos atentados e a investigação de crimes que chocaram o Brasil. Assista ao programa na íntegra!

http://noticias.r7.com/videos/reporter-record-investiga-mortes-misteriosas-na-baixada-santista/idmedia/5003a2dffc9babdf064c983d.html

Oitavo policial militar morto em São Paulo fora de serviço 34

15/07/201221h27

PM é morto fora de serviço na zona sul de São Paulo

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Um policial militar foi morto neste domingo na região de Cidade Dutra, zona sul de São Paulo.

Segundo informações preliminares do 50º Batalhão (Vila São José), onde ele era lotado, o PM Vinicius Moraes da Silva estava andando de moto acompanhado de um amigo, que seguia em outra moto.

Por volta das 15h, Silva e seu amigo foram abordados pelos criminosos, rendidos e revistados. Ao encontrarem a pistola calibre.40 de Silva e descobrirem que ele era policial, os bandidos teriam disparado nove tiros contra ele.

O caso foi registrado no 98º DP (Jardim Miriam).

ONDA DE VIOLÊNCIA

Silva já é o oitavo policial militar morto em São Paulo enquanto estava fora de serviço desde o início da recente onda de violência da capital, que já dura um mês. Na segunda quinzena de junho, sete PMs foram mortos, todos de folga e em crimes com características de homicídios encomendados.

Setores de inteligência das polícias investigam se mortes de PMs e de civis na Grande São Paulo, desde o mês passado, são consequência de uma guerra entre quadrilhas de traficantes, de policiais militares ou se foram encomendadas por integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Além das mortes, 16 ônibus foram incendiados e cinco bases da Polícia Militar, atacadas.

Entre a noite de quinta (12) e a madrugada de sexta, em quatro horas, oito suspeitos foram mortos por PMs em seis ocorrências.

Em todos os casos, a versão dos policiais para as mortes é a mesma: eles faziam patrulhamento, desconfiaram de veículos, deram ordem de parada e houve fuga, perseguição e tiroteio.

Em nenhuma das seis ocorrências, duas delas envolvendo a Rota, PMs se feriram.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Policiais Militares em frente a uma base da PM; cinco bases foram atacadas em um mês
PMs em frente a uma base que foi alvo de tiros nesta sexta (13); cinco bases foram atacadas em um mês

DIA DO ROCK 7

Dr. Guerra, o dia do Rock, foi dia 13 mais ainda da tempo de fazer duas homenagens, uma para o Dia do Rock, outra para nossos colegas policiais que faleceram e foram noticia aqui no Flit.

Um abraço a todos!

WAGNER NUNES LEITE GONCALVES

Geraldo Alckmin acusa traficantes de droga de criar a onda de violência 23

Justiça

Governador de São Paulo acusa narcotráfico de criar onda de violência

São Paulo, 14 jul (EFE).- O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acusou neste sábado os grupos de traficantes de droga de criar a onda de violência que tomou a capital do estado nas últimas semanas.

‘Eles atacam os policiais para desviar a atenção e aliviar nossa pressão contra o tráfico de drogas, mas não vamos retroceder um milímetro’, afirmou Alckmin, do PSDB.

A declaração de Alckmin a jornalistas foi feita após o assassinato de oito supostos bandidos por parte da Polícia de São Paulo durante a noite de sexta-feira e na madrugada deste sábado.

A ação foi qualificada pelas autoridades como ‘resistência seguida de morte’, motivo por qual a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo instaurou uma sindicância interna.

Uma investigação similar também foi aberta depois do massacre de outras oito pessoas na cidade de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, por pistoleiros com armas de grosso calibre no momento em que os torcedores do Palmeiras comemoravam a conquista do título da Copa do Brasil.

As autoridades suspeitam que os crimes foram cometidos por membros das forças de segurança em represália pela morte nos últimos dias de sete agentes, quatro atentados contra bases policiais e o incêndio de 13 ônibus. EFE

 

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Policiais militares são acusados de sequestro…Você é a favor ou contra a aplicação de métodos discricionários de investigação em casos como este ?…( Incomunicabilidade e TORTURA ) 27

São Vicente

Sequestro de empresário completa 105 dias de agonia

Eduardo Velozo Fuccia

A angústia parecia chegar ao fim. Após seis contatos telefônicos durante 71 dias, finalmente, os sequestradores reduziram o valor do resgate a um patamar que a família do empresário Cristiano Francisco de Freitas, de São Vicente, poderia pagar. Negociação encerrada, os parentes esperavam apenas por uma prova de vida da vítima e as instruções dos sequestradores para a entrega do dinheiro. Porém, a luz acesa no fim do túnel indicativa de um final feliz logo se apagou.
O clarão que renovava as esperanças da família de Cristiano foi substituído pela angústia, agora, somada a boa dose de desespero. O último contato dos sequestradores foi em 10 de junho. Hoje faz 105 dias que não se tem notícias sobre Cristiano. Ele foi sequestrado em 31 de março, ao chegar em sua empresa, em São Vicente.
> Delegado estabelece vínculos entre acusados
> Falsa blitz detonou ação

Embora o paradeiro da vítima seja desconhecido, bem como é ignorado se ela está viva ou morta, quatro acusados de envolvimento no sequestro já estão presos e outros, identificados. Entre os capturados, dois são policiais militares de São Vicente.
Lotados na 1ª Companhia do 39º BPM/I, os soldados Daniel Maduro e André Luiz Marques dos Santos são parceiros de viatura e tiveram a prisão temporária de 30 dias decretada pela Justiça. Maduro fazia bico de segurança na empresa da vítima.
Ambos estão recolhidos no Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte da Capital, e negam participação no crime. O delegado Carlos Alberto da Cunha, da Delegacia Especializada Antissequestro (Deas) de Santos, garante haver indícios contra eles.
Também foram capturados por força de prisão temporária o informante policial Anderson Aparecido Schimidt, o Grilo, e Ana Paula Melo Nogueira, cunhada de um dos homens apontados como chefe da quadrilha que sequestrou Cristiano.
Com mandados de prisão temporária de 30 dias expedidos contra si, estão foragidos Rogério Amorim de Oliveira ou Rogério da Silva, o Mia; a sua mulher, Arlete Ana Sobrinha (irmã de Ana Paula), e Ismael Aparecido Quintiliano, o Mael.
Para o cumprimento simultâneo dos sete mandados de prisão na madrugada de 28 de junho, em São Vicente e no Jardim Miriam, periferia da Zona de Sul de São Paulo, a Deas planejou uma grande operação.
A decisão só foi tomada após a família da vítima e a Polícia Civil se reunirem. “Os parentes tiveram conhecimento prévio e formalmente autorizaram a nossa investida, após se passarem 18 dias sem contatos dos sequestradores”, justifica Cunha. Equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos e da Corregedoria da Polícia Militar deram apoio aos policiais da Deas, mas não foram localizados Mia, Arlete e Mael.
O delegado Cunha não tem dúvidas de que outras pessoas participaram do sequestro, mas as suas identidades ainda são investigadas. Tão logo reúna provas contra elas, o responsável pela Deas também requererá à Justiça as suas prisões.
Irmão apela por notícias “Minha família está destruída, mas quer acreditar no melhor”. A frase de Rogério Eleutério de Freitas, de 33 anos, irmão de Cristiano, resume o sentimento de angústia seu e de seus parentes, além da chama de esperança que eles mantêm acesa. De acordo com Rogério, foi difícil tomar a decisão de autorizar a deflagração da operação policial para prender os acusados até o momento identificados. Porém, naquele momento, diante do longo silêncio dos sequestradores, não cabia outra opção.
“Disseram que mandariam uma foto com ele segurando um jornal do dia, mas não mantiveram mais contatos. Sei que a situação é grave, mas não vou perder a esperança enquanto ele não aparecer. Peço que nos auxiliem com informações”, desabafa o irmão.
Cristiano, de 34 anos, mantém relação estável com uma mulher. O casal tem dois filhos e cria um terceiro, de outro relacionamento da companheira do empresário. As crianças têm 1, 3 e 13 anos. A mais velha sabe do sequestro. Para a do meio, o pai está viajando.
Rogério trabalha junto com Cristiano na distribuidora de hortifrutigranjeiros e lamenta o envolvimento do policial Maduro. “Ele era segurança há cerca de oito anos, sendo da nossa confiança. Ainda não caiu a ficha. A vontade que dá é vender tudo e sair daqui”.
O vínculo entre o soldado Maduro e a vítima lembra o emblemático sequestro do menino Yves Ota, de 8 anos. O garoto foi morto com dois tiros no rosto horas após ser sequestrado, em agosto de 1997. Depois, teve o corpo enterrado pelos criminosos.
Apesar do homicídio, os marginais exigiram resgate para libertar o menino. Com a elucidação do crime, apurou-se o envolvimento de dois policiais militares. Um deles fazia bico de segurança no comércio do pai de Ives, na Zona Leste de São Paulo.

105 dias sequestrado 5

Delegado estabelece vínculos entre acusados

Eduardo Velozo Fuccia

O grupo que sequestrou Cristiano é dividido em duas células, cuja ligação entre si está provada, garante o delegado Carlos Alberto da Cunha. Uma delas, liderada por Mia, tem o Jardim Miriam como base de atuação. A outra está radicada em São Vicente e dela fazem parte, entre outras pessoas, os soldados Maduro e Marques.
“Desde o primeiro dia sabíamos do sequestro e passamos a investigá-lo, mas sem aparecer. Trabalhamos com total discrição para não colocar em risco a vida da vítima. Durante as negociações, apuramos a participação de algumas pessoas, mas deixamos de efetuar prisões porque não sabíamos onde era o cativeiro”, diz o delegado da Deas.
As primeiras pistas indicavam o envolvimento de um homem apelidado por Grilo e de policiais militares. “A partir daí, ficou evidenciado o comportamento atípico de Maduro, que trabalhava como segurança na empresa da vítima e no dia do sequestro, apesar de estar de folga, pediu para ser escalado”, revela Cunha.
Checando a vida de Maduro, a equipe da Deas chegou ao nome do soldado Marques, seu parceiro de viatura.
“Coincidentemente, levantamos que Marques financiou o carro até hoje utilizado por Anderson Aparecido Schimidt, o Grilo, que foi o elo entre os policiais militares e o bando de Mia”, acrescenta o delegado.
Pesquisas realizadas deram aos investigadores da Deas a certeza de que o informante Grilo, horas antes do sequestro, ficou próximo do local do crime e se comunicou por telefone várias vezes com o soldado Marques, com ele se encontrando antes e após o arrebatamento da vítima.
Os policiais também viram na casa de Grilo um Peugeot 307 preto, que está em nome de Ana Paula, cunhada de Mia. Em fevereiro deste ano, Mia foi preso em Praia Grande dirigindo esse carro e portando munições de fuzil. Porém, ele foi para a cadeia com nome falso, sendo logo solto. O automóvel foi restituído à dona pela Justiça.
Apesar de Ana Paula ser a proprietária do Peugeot, o carro foi comprado com o dinheiro de Mia e por ele era usado. “Ela confirmou essa situação e a devolução do veículo ao cunhado após conseguir liberá-lo. Essa acusada ainda admitiu saber do envolvimento de Mia e da sua irmã Arlete em sequestros e roubos”, informa Cunha.
Um celular usado pelos sequestradores durante as negociações do resgate, conforme o delegado, foi parar nas mãos da mãe de Ana Paula e Arlete, sogra de Mia. Ela mora no Jardim Miriam, no mesmo endereço onde está cadastrado o Peugeot, e enviou depois o telefone para parentes residentes no município de Jataúba (PE).
“Duas células, de São Vicente e do Jardim Miriam, se associaram para cometer o sequestro. O carro e o celular demonstram a ligação entre elas. Do grupo da Capital também faz parte Mael, braço direito de Mia. Ele negociou o resgate e a sua voz gravada nas ligações foi reconhecida pela sua mulher”, detalha o delegado.
Outra informação importante foi prestada por Grilo. “Ele nos confirmou informalmente que a ideia inicial da quadrilha era roubar o malote de dinheiro da empresa, mas houve a alteração do plano e ficou decidido sequestrar Cristiano. Com essa mudança, Grilo alega que foi sacado do esquema pelos parceiros”.

Falsa blitz detonou ação

Eduardo Velozo Fuccia

Cinco homens participaram do arrebatamento da vítima, conforme as investigações. Reconhecido fotograficamente por testemunhas, Mia era um deles, usava touca e portava um fuzil. O bando ocupava um Vectra preto, produto de roubo dias antes na área do Jardim Miriam, e outro carro, tipo sedan, não identificado. O bando simulou uma falsa blitz da Polícia Federal para dominar Cristiano e algemá-lo com as mãos para trás.
Um dos sequestradores trajava terno e se passou por delegado. Os demais vestiam camiseta preta com a inscrição Polícia Federal em amarelo. Com exceção de Mia, que empunhava armamento de cano longo e grosso calibre, os demais portavam pistolas. A investida aconteceu às 5h40, em frente à distribuidora de produtos hortifrutigranjeiros de Cristiano, na Cidade Náutica, São Vicente.
Testemunha ocular da ação, o soldado Maduro nada fez e não foi importunado pelos sequestradores. “Apuramos que ele ficava dentro da empresa, em local onde tinha ampla visão de tudo, mas não podia ser visto. Curiosamente, na hora do sequestro, ele estava na frente, viu os carros do bando parados do outro lado da rua e não suspeitou de nada”, observa o delegado Carlos Alberto da Cunha.
Essa conclusão decorre do relato de testemunhas e da minuciosa análise da filmagem captada por uma câmera da distribuidora da vítima. As imagens ainda mostram outras situações altamente suspeitas, conforme a avaliação do delegado da Deas. “Quando Cristiano chegava com o seu Corsa, Maduro tira e põe o boné na cabeça cinco vezes em 27 segundos. Mal estacionou o veículo, a vítima foi abordada”.
As cenas também gravaram Poucas horas após a fuga da quadrilha, o Vectra foi abandonado parcialmente queimado na Vila Mirim, em Praia Grande, a uma quadra da base de pousos e decolagens de helicópteros da Polícia Militar. Por volta das 9 horas, houve o primeiro contato dos criminosos com a família de Cristiano. Eles anunciaram o sequestro, exigiram o pagamento de resgate e disseram que eram “profissionais”.
A quantia exigida e o valor definido ao final da negociação não foram divulgados. “Só podemos dizer que a importância inicial era exorbitante e que a quadrilha, apesar de se intitular profissional, se comportou de modo bastante amador ao simular, entre outras coisas, uma blitz policial. Desse modo, ela motivou a família de Cristiano a procurá-lo em diversas delegacias até receber o primeiro contato”, diz o delegado.
Mia e Mael já eram procurados da Justiça antes do sequestro de Cristiano. Mia tem passagens por roubo, homicídio, extorsão mediante sequestro e formação de quadrilha, entre outros crimes. Na folha de antecedentes de Mael constam passagens por homicídio e roubos, sendo ainda suspeito de praticar assaltos a condomínios de luxo em São Paulo apurados pelo Departamento de Investigações Criminais (Deic).
A captura dessa dupla é considerada fundamental para a descoberta do paradeiro da vítima e a identificação de outros participantes do crime. Cunha reconhece que a cada dia que passa aumenta a preocupação com o que possa ter ocorrido com o empresário, mas mantém uma convicção. “As investigações prosseguem até a localização de Cristiano. Só acredito em morte após a comprovação”.

Dupla é presa clonando cartões no aeroporto de Congonhas 3


Publicado em 13/07/2012

Bandidos já tinham sido presos na Bahia e no Rio de Janeiro cometendo o mesmo crime. As principais notícias do Brasil e do Mundo você acompanha de segunda a sábado, às 19h20, no Jornal da Band. Este vídeo também pode ser visto no portal band.com.br ou no canal da Band aqui no Youtube.

Reportagem de Sandro Barboza
Imagens de Josenildo Tavares, Antônio Barbosa e arquivo Band
Edição de Camila Moraes

CAMPANHA DE VALORIZAÇÃO DO DELEGADO DE POLÍCIA 114

O SINDPESP, dando sequência à campanha de valorização dos delegados de polícia, mandou confeccionar 5.000 cartazes (exemplar acima), para distribuição às unidades policiais. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância do delegado de polícia no contexto jurídico e social.

Governador recebe representantes da Adpesp no Palácio dos Bandeirantes 54

 

O governador Geraldo Alckmin recebeu nesta quinta-feira (12/7) uma comissão formada por membros da Diretoria da Adpesp e por Delegados representantes de todo o estado de São Paulo. Os Delegados homenagearam o governador com uma placa alusiva ao seu apoio às últimas iniciativas da Associação em prol da classe de Delegados.
O Dr. André Luis Luengo foi o escolhido para representar todos os colegas no momento da entrega da placa. Os secretários Júlio Semeghini, da pasta do Planejamento, Sidnei Beraldo, da Casa Civil e Antônio Ferreira Pinto, da Segurança Pública, também acompanharam a homenagem, assim como a Delegada Geral Adjunta Ana Paula Soares.

Durante a cerimônia, a presidente lembrou o empenho do governador pela aprovação da PEC-19/2011 que deu aos Delegados independência funcional, em decorrência do reconhecimento da Carreira Jurídica.

Acima da lei ?…Experimentem dizer em sala de audiência: ISTO É UMA PALHAÇADA! 78

quinta-feira, 12 de julho de 2012 – 18h16Atualizado emquinta-feira, 12 de julho de 2012 – 18h48

SP: desembargadora e filha são liberadas

As duas são suspeitas de terem cometido desacato a PMs em blitz da Lei Seca, na noite dessa quarta-feira, em São Paulo
Desembargadora teria cometido desacato a PMsReprodução/Primeiro Jornal

A desembargadora do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), suspeita de ter cometido desacato a policiais militares durante uma blitz da Lei Seca, na noite dessa quarta-feira, foi liberada nesta tarde.
Yara Ramires da Silva de Castro e a filha Roberta Sanches de Castro passavam de carro pela avenida Paulista, quando foram paradas por uma blitz.
Após entregar os documentos, Roberta teria se irritado ao ser convidada para realizar o teste do bafômetro. Segundo os policiais, ela teria dito que a ação é uma palhaçada e sua mãe teria jogado o documento de identificação em direção a elas.
Ainda de acordo com os PMs, a filha da magistrada também tentou agredi-los. Ambas foram encaminhadas para a Corregedoria da PM, onde prestaram depoimento e formalizaram queixa de uma possível agressão. A equipe da PM foi ao 78º Distrito Policial, onde registrou boletim de ocorrência por recusa de teste de bafômetro e desacato.
Elas responderão em liberdade por desacato. Contra Roberta deve ser feito registro de infração de averiguação de embriaguez, pelo fato de ela ter se recusado a fazer o teste do bafômetro.

Tráfico de entorpecentes institucionalizado – Prefeitura de Santos distribui de 88.900 caixas de Ritalina para crianças e adolescentes…Hoje, Ritalina; amanhã: COCAÍNA! 7

Papo com editores

Maior consumo de Ritalina preocupa psicólogos e educadores

Da Redação

O aumento da prescrição de medicamentos para transtornos que prejudicam o rendimento escolar, como a dislexia e o Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), preocupa psicólogos e educadores. Entre 2008 e 2010, o volume de medicamentos do tipo adquiridos pela Prefeitura aumentou 150%, aponta o Conselho Regional de Psicologia na Baixada Santista (CRP).
A gestora do CRP na Baixada Santista, Mirnamar Pagliuso, destaca que o Sistema Integrado de Saúde e Administração de Materiais (Sisam) da Prefeitura comprou, em 2008, 35.100 caixas de medicamentos à base de metilfenidato (princípio ativo da Ritalina, cuja caixa com 20 comprimidos custa em média R$ 20,00).
“Em 2010, o Sisam acusou o consumo de 88.900 caixas desses medicamentos na rede pública. Comparado a 2008, houve um aumento muito grande na compra desses remédios”, atesta Mirnamar.
Diante disso, a Subsede do CRP-SP criou, em setembro de 2011, o Núcleo Baixada Santista do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, que promove reuniões mensais.
“Cada vez mais, os problemas sociais, afetivos e até culturais são medicalizados, ou seja, transformados em deficiências tratadas com medicamentos. Por isso, estamos lançando uma campanha nacional para aprofundar o debate sobre o tema”, afirma Mirnamar.
Créditos: Vanessa Rodrigues
Crianças e adolescentes usam Ritalina e outros medicamentos para melhorar o rendimento escolar
Banalização
O crescimento do índice de crianças e adolescentes que usam Ritalina e outros medicamentos para melhorar o rendimento escolar também é atestado na rede particular.
“Desde o ano passado, diminuiu um pouco o número de alunos que usam Ritalina. Mas, principalmente entre 2009 e 2010, percebemos uma banalização na prescrição deste remédio para crianças com algum déficit de aprendizagem”, afirma a diretora pedagógica do Colégio do Carmo, Renata Maria Smolka e Gaia.
Ainda segundo a pedagoga, todo ser humano tem dificuldades e potencialidades para determinadas tarefas e áreas do conhecimento.
“É claro que há crianças que têm TDAH ou outro transtorno que precisa ser, de fato, tratado à base de medicamentos. Mas, a meu ver, a prescrição desses remédios deve ser o último estágio de um processo que também deve envolver a família e a escola”, finaliza Renata.
A próxima reunião do Núcleo Baixada Santista do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade será realizada dia 26, às 19h30, na Subsede local do CRP-SP. Os encontros são abertos para pais e também para educadores. A Subsede do CRP-SP fica na Rua Cesário Bastos, 26, no bairro Vila Belmiro, em Santos. Mais informações pelo telefone 3235-2324.
SMS: Só 25% recebem prescrição
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que, confirmado o diagnóstico, cerca de 25% dos pacientes que passam pelo psiquiatra recebem prescrição para uso do medicamento.
Antes disso, as crianças e jovens com suspeita de TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) são encaminhados, respectivamente, para um dos três Centros de Valorização da Criança (SVC) ou ao Centro de Referência Psicossocial do Adolescente (Secerpa), onde são acolhidos e acompanhados pelas equipes multiprofissionais, formadas por psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais e acompanhantes terapêuticos.
Nesses locais, são realizados atendimentos individuais e em grupo, inclusive com a participação de familiares. Só depois ocorre o atendimento do médico.
Em relação aos números citados – 35.100 itens (2008) e 88.900 (2010) – a SMS atesta que se referem aos medicamentos entregues pelo almoxarifado às unidades responsáveis pela distribuição na rede municipal: Núcleos de Apoio Psicossocial (Naps), Seção Núcleo de Atenção ao Tóxicodependente (Senat) e Ambulatórios de Especialidades (Ambesp).

SEPESP realiza na sexta reunião sobre “Operação Cumpra-se a LEI” 98

 Destaque

Na sexta, dia 13, o SEPESP realizará uma reunião sobre a “Operação “Operação Cumpra-se a LEI”, cuja cartilha está disponível no site do Sindicato.   Segundo o Secretário Geral do Sindicato, Heber Souza, o encontro debaterá estratégias de mobilização e articulação do movimento. “Contamos com a presença expressiva dos colegas. A cartilha da operação também já estará disponível para distribuição. Um forte abraço”, disse o diretor.

A reunião é aberta a todos os Escrivães e será às 18h, na sede da entidade.

Agenda Reunião “Operação Cumpra-se a Lei” no SEPESP Data: 13 de julho (sexta-feira)

Horário: 18h

Endereço: Rua Brigadeiro Tobias, 118, 24º andar, sala 2412, Santa Ifigênia, ao lado do Metrô São Bento.

Assessoria de Comunicação do SEPESP Agência: Mídia Consulte Comunicação   Editora: Viviane Barbosa Mtb 28121

Web: www.sepesp.org.br