MARACUTAIA LEGAL – Processo contra Auxílio Alimentação retroativo de Promotores de Justiça de SP 22

Processo CNMP 9272012-91 Aux Alim MPSP.pdf

Boa noite.
Anexo está  a cópia do Processo, que tramita no Conselho Nacional do Ministério Público, contra ato do Procurador Geral de Justiça de São Paulo que instituiu Auxílio Alimentação para os Promotores de Justiça, retroativo há 5 anos. Assim, cada Promotor receberá de ‘atrasados’ R$60.000,00, totalizando um custo imediato para a sociedade paulista de mais de R$100.000.000,00.
Peço que ajudem a fazer com que esta imoralidade chegue a quem paga a conta, que é o cidadão paulistano.
O processo acima está no gabinete da relatora para a apreciação do pedido liminar e pode ser acompanhado pelo endereço abaixo:
Convém mencionar a interessante reportagem feita no ‘Jornal da Cultura’ em 17/08/2012, após contatos com a redação da TV Cultura, link abaixo:
Grato!
ass.: Edson Bezerra Matos

Delegado portador de doença mental passa a noite dando tiros e derrubando árvores…( A Corregedoria – de novo – nada fez para garantir a incolumidade do funcionário e da coletividade) 25

Vizinhos de um delegado da Polícia Civil acordaram assustados na manhã de domingo. Durante a noite, Mencir Cassale Vespasiano foi até a calçada, cortou árvores com um facão e deu tiros para o ar. Os moradores decidiram chamar a polícia para o delegado.
Mesmo com a chegada de várias viaturas que o levaram para a Corregedoria , Mencir não se acalmou. Testemunhas contaram que ele quebrou vidros lá dentro e deve ser encaminhado para uma avaliação psiquiátrica.
Essa não foi a primeira vez que o Delegado se envolve em uma confusão. Em 2007, ele chegou a ser afastado por dois meses da polícia depois de dirigir embriagado e atirar em um motorista.
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ANTECEDENTE:
São Paulo, segunda-feira, 12 de março de 2007
Delegado é acusado de atirar em motorista
Crime ocorreu após um acidente de trânsito na noite de sábado; ele também teria agredido um GCM e atropelado outro
O delegado chegou a ser liberado pela Corregedoria para voltar ao trabalho; à noite, foi anunciado seu afastamento por 60 dias
DO “AGORA” DA REPORTAGEM LOCALAcusado de dirigir embriagado, provocar um acidente de  trânsito, ameaçar e atirar no  motorista do carro em que bateu e, ainda, agredir e atropelar  guardas municipais, o delegado  da Polícia Civil de São Paulo  Mencir Casale Vespasiano foi  liberado ontem pela Corregedoria para voltar ao trabalho. Horas depois, a Secretaria da  Segurança Pública de São Paulo  convocou uma entrevista em  que o delegado-geral do Estado,  Mário Jordão Toledo Leme,  anunciou o afastamento do policial por 60 dias, durante a investigação. Procurado pela reportagem,  Vespasiano não quis falar sobre  o caso. Em depoimento à Corregedoria, o delegado negou as  acusações, embora tenha admitido o tiro. A Corregedoria da Polícia Civil instaurou inquérito para  apurar a circunstância do disparo, se o delegado estava embriagado e se houve lesão corporal e abuso de autoridade. A confusão começou por volta das 23h de anteontem, quando o auxiliar de enfermagem Jean Araújo dos Santos, 28, parou seu Corsa na avenida Santos Dumont, no Bom Retiro (região central de São Paulo). O delegado, que dirigia um Renault Clio, não conseguiu frear e bateu na traseira do Corsa de Santos. De acordo com Santos, Vespasiano, que estava acompanhado pelo filho de sete anos,  começou a ameaçá-lo com uma  arma. “Ele disse para eu sumir  dali, senão iria me matar. Depois, atirou no meu pé”, afirmou o auxiliar de enfermagem. O tiro pegou de raspão, estragou o calçado, e o auxiliar de  enfermagem decidiu fugir.
Fiscal da CET Um fiscal da CET (Companhia de Engenharia de Tráfico)  que passava pelo local flagrou o  delegado com a arma e chamou  a Guarda Civil. Foram ao local os guardas  Jorge Pontes, 48, e Eduardo  Meirelles, 33. Pontes afirma ter  levado um tapa no rosto. Meirelles foi atingido na perna pelo  carro do delegado quando este  tentou fugir. Policiais do GOE  (Grupo de Operações Especiais) também estiveram no local do incidente.
Dominado O delegado acabou dominado e foi levado ao Distrito Policial. Ele foi liberado minutos  depois com o compromisso de  comparecer à Corregedoria na  tarde de ontem. Ele compareceu, foi ouvido e então liberado. De acordo com o delegado-geral, a arma de Vespasiano  -uma pistola calibre 45 da polícia- foi apreendida. “Não estou pré-julgando ou  condenando, o afastamento é  para que a apuração seja tranqüila”, afirmou Mário Jordão  Toledo Leme. De acordo com Leme, o delegado Vespasiano não foi preso  em flagrante porque havia versões conflitantes do caso. O inquérito deverá ser concluído em 15 dias. (MARIVALDO CARVALHO E ROGÉRIO PAGNAN)
Outro lado
Policial afirma que atirou por temer assalto
DA REPORTAGEM LOCALO delegado Mencir Casale  Vespasiano disse, em depoimento à Corregedoria, que  não atirou na direção do auxiliar de enfermagem. O policial, que trabalha no  serviço interno da 5ª Delegacia Seccional, disse ter disparado sua pistola calibre 45  porque, logo após o acidente,  aproximaram-se duas pessoas estranhas. “Para se proteger e [para proteger] o filho. […] Temendo um assalto  ou algo similar, ele fez o disparo”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Mário  Jordão Toledo Leme. Vespasiano afirmou ter sido ele a vítima de agressão  por parte dos dois GCMs. Teria levado um soco no nariz.  Disse ainda que foi roubado  pelos agressores, que teriam  levaram R$ 300 e os documentos da carteira. Leme afirmou que, assim  como o delegado, os guardas  civis também serão investigados no inquérito policial.

Exemplo a ser seguido: Greve da PF só terminará após a reestruturação das carreiras 42

Sindical

Greve da PF só terminará após a reestruturação das carreiras

De A Tribuna On-line

A greve de agentes, escrivãos e papiloscopistas da Polícia Federal (PF), iniciada no último dia 7 de agosto, só deve terminar quando o governo apresentar um cronograma para a reestruturação dessas carreiras. A declaração é do presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Paraná (Sinpef-PR), Fernando Augusto Vicentine.
“Queremos a justa adequação da tabela salarial desses cargos, que são de nível superior. Não basta o governo se comprometer a fazer isso. Se não vier nada de concreto quanto à data de início dessa reestruturação da carreira, a greve não acaba”, disse Vicentine, em entrevista à Agência Brasil. “Quem criou o atual impasse foi o governo. Nós temos paciência, tanto que estamos negociando há mais de 900 dias.”
Na manhã desta segunda-feira, servidores em greve hastearam a bandeira do Brasil em frente ao edifício-sede da superintendência estadual da PF no Paraná. Os serviços de emissão de passaportes estão sendo efetuados por funcionários terceirizados.
Agentes, escrivães e papiloscopistas da PF recebem R$ 7,5 mil como salário inicial, o equivalente a 56,2% da remuneração dos delegados federais, cujo vencimento de início de carreira é R$ 13,4 mil. Além da equiparação com as carreiras típicas de Estado, como a de auditor da Receita Federal e a de oficial da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a categoria também reivindica novas contratações por concurso público.
No último dia 24 de agosto, o Sinpef-PR obteve uma liminar na Justiça Federal que impede a União de efetuar descontos nos salários dos servidores em greve. “Não há como reputar ilegal a greve deflagrada pelos policiais federais no estado do Paraná, não se justificando a medida de corte do ponto”, diz em sua decisão a juíza Giovanna Mayer, da 7ª Vara Federal de Curitiba.
“Trata-se [o corte de ponto], a bem da verdade, de forma explícita, ainda que oblíqua, de frustrar o regular exercício de direito constitucionalmente assegurado, o que não pode ser admitido.”
No mesmo dia, a presidenta do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), desembargadora Marga Inge Barth Tessler,  suspendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) uma liminar similar, que havia sido concedida ao Sindicato dos Policiais Federais do Rio Grande do Sul (Sinpef-RS). A última greve nacional da PF ocorreu em 2004 e durou cerca de dois meses.

A liderança de Celso Russomanno (PRB) na corrida paulistana 34

RUI RODRIGUES (*) PUBLICITÁRIO

Eu me perguntava a razão de Celso Russomano estar tão bem posicionado e pensava…

1. Lá estão os simpatizantes do PT que não sabem quem é o candidato do PT.

2. Lá estão também aqueles que gostam do sujeito, gente de menos informação política, com a cabeça feita completamente pela mídia televisiva que é o reino do Russomano.

3. Lá estão também os que não gostam do PT e não são tucanos. Com o Russomano, acharam alguém para votar que não o Serra, completo tucano, ou o Chalita, um voto muito indefinido.

4. Aliado a isso tudo o fato de o sujeito não ter rejeição. O que se falava ou se fala contra ele?

Bem, essas eram as razões para o voto no Russomano.

Eu imaginava que a lógica seria o voto do Russomano migrar para o Haddad e para o Serra num movimento que repetisse a polarização histórica da cidade.

Não aconteceu assim. O Haddad ganha votos, mas não do Russomano, e o Serra não ganha votos. Ele perde. E perde para o Russomano e não para o Haddad. Então fiz outras reflexões.

O voto no Russomano é mais sólido do que eu podia supor.

O Russomano não é só o ‘candidato Procon’ que está sendo vendido na mídia.

Aqui no Brasil o que conferiu cidadania ao povo, e isso vem sendo martelado insistentemente pela propaganda oficial, é o consumo. E o consumo de bens oferecidos pela indústria e não o consumo de serviços oferecidos pelos governos.

O que define o cidadão brasileiro é a possibilidade de ter um carro, uma TV, uma geladeira etc.… Não é a qualidade do serviço de saúde ou educação… Pede-se com ênfase (Russomanno é mestre nisso) o respeito ao dinheiro gasto comprando algo, tanto que recall passou a ser, a meu ver, um instrumento de marketing e não a constatação de que lhe venderam uma droga (bem, isso é assunto para outra conversa).

Pede-se com ênfase esse respeito, a esse dinheiro, e não vejo a mesma ênfase para o dinheiro dos impostos que deveria, na contrapartida, oferecer serviços de qualidade na saúde, educação, transporte, segurança e outros. Cadê o recall do governo? Vão dizer que é na eleição… Então tá.

Vamos lá.

E nessa praia, defendendo a “cidadania”, aparece o paladino Russomano, defendendo o “cidadão consumidor”, o brasileiro, e por excelência o paulistano dos nossos dias.

Com um pouco de jeito pode vir a ser o Ralph Nader brasileiro.

Ele poderia propor a transição do cidadão consumidor de produtos para o cidadão consumidor de serviços públicos.

Daria um belo discurso e um posicionamento único para ele.

Então…voltando para o voto…

José Serra não bateu no sujeito porque achava que por gravidade o voto do Russomano se não está com o PT poderia vir para ele como o cara que ganha do PT.

O PT não bateu em Russomanno porque achava que o voto petista que está lá viria assim que o grau de conhecimento de Fernando Haddad aumentasse –e ainda mais com a benção de Lula.

Na verdade, a meu ver, o voto em Russomanno estava mais consolidado do que se pensava:

1. Ele tem o voto dos que não querem o PT e se cansaram de Serra.

2. Todos que se cansaram da velha dicotomia têm alguém para votar e em quem o povo acredita.

3. Russomanno tem inclusive o voto dos que eram simpatizantes do PT e que se decepcionaram com o mensalão mas não querem votar tucano (por falar nisso, em São Paulo o efeito mensalão é diferente dos de outros Estados e cidades).

4. Russomanno tem o voto do cidadão consumidor que se sente respeitado e vê nele um real defensor dos seus direitos.

Pode acontecer o que já aconteceu: Russomanno ser a real alternativa para não deixar o PT levar e como não conseguirá governar com o que tem, poderá ir para os braços do PSDB. Já aconteceu com Gilberto Kassab que tinha uma prefeitura tucana nos seus principais quadros.

Nesse cenário, o PT deve estar bem preocupado. Pensava que poderia perder para José Serra, e, engraçado, hoje torce para ter Serra no segundo turno –porque sabe que para Russomanno a derrota poderá ser inevitável.

RUI RODRIGUES, 61 anos, é publicitário. Atuou, entre outras, nas seguintes campanhas eleitorais: FHC e Antonio Britto (1994), FHC (1998), José Serra (2002) e Antonio Anastasia (2010).

Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi): registro de ofensas raciais ou homofóbicas pela web 11

Segunda-feira, 3 de setembro de 2012 – 10h09

Ofensas

BO na internet faz crescer denúncia de intolerância

Agência Estado

A internet está ajudando a diminuir a subnotificação dos crimes de intolerância. Com a possibilidade de registrar ofensas raciais ou homofóbicas pela web, a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) já recebeu 408 boletins de ocorrência neste ano, contra 176 no ano passado inteiro.
Sem fazer alarde, há cinco meses a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) passou a permitir a denúncia dos crimes de injúria, calúnia, difamação e ameaça pelo boletim eletrônico na internet.
Na motivação, além de raça, etnia e homofobia, é possível escolher até ciúme e inveja. “Quando a motivação é racial ou de homofobia, os boletins são encaminhados diretamente à Decradi”, afirma a delegada Adriana Liporoni, coordenadora da Delegacia Eletrônica.
Com a novidade, na Decradi os BOs eletrônicos já são quase o triplo dos feitos pessoalmente. Desde 31 de março, quando passou a ser possível registrar esse tipo de crime pela internet, a delegacia já recebeu 298 BOs eletrônicos – 157 deles referentes à capital. No mesmo período, 110 pessoas prestaram queixa pessoalmente.
O delegado Pascoal Ditura, titular do Decradi, lembra que, para que seja aberto inquérito policial, a pessoa tem de ir depois à delegacia fazer representação contra a pessoa. Por lei, o prazo para que isso seja feito é de seis meses. Quando a vítima presta queixa pessoalmente, pode fazer a representação na hora ou voltar depois.
De acordo com dados da Decradi, 17% dos casos registrados na delegacia em 2011 foram de lesão corporal dolosa. Os casos de injúria representaram 53%, seguidos por ameaça (20%), constrangimento ilegal (3%) e outros (7%). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA NA PREFEITURA DE SÃO PAULO: gangue da apreensão furtiva de veículos “abandonados” 5

Enviado em 02/09/2012 as 20:39 – CARONTE

Boa Noite!

Senhoras e Senhores.

Olhem bem para os números que nos apresentam para que vocês não se assustem com a verdade no final desta derradeira história.

Fala-se muito em corrupção policial e de todas as maneiras tentam denegrir e manchar a Classe Funcional e Operacional do Policial, mas, verdade seja dita:

Se existe mesmo corrupção na Polícia, quem são os principais culpados disto tudo?

Obviamente, muitos responderão que é o “mal profissional” que força uma situação e pratica o que comumente chamamos na gíria policial de: “Vender Fumaça”, mas, o que nós sabemos realmente é que na grande maioria das vezes e, em muitas situações, encontramos muitos simpatizantes e amigos de alguns péssimos políticos que se dizem ou auto intitulam “Empresários”, praticando determinadas modalidades de: Sonegação Fiscal; Circulação de várias mercadorias com a mesma nota fiscal; Circulação de mercadorias sem nota fiscal; tráfico de armas e drogas; e, alguns ainda se prevalecem de amizades dentro das diversas repartições públicas, dando um exemplo clássico, a Prefeitura e das Subprefeituras, por exemplo, e aleatoriamente começam a efetuar sacanagens como esta que aconteceu na Zona Norte na data de ontem quando um PM ao apresentar uma ocorrência de desinteligência com agressão na Favela da Elisa Maria à Central de Flagrantes, o experiente Investigador de Policia de Plantão, atentou-se para uma nova modalidade de crime.

“Segundo informações do próprio autor do feito, depois de uma sabatinada, ele confessa que estaria trabalhando com a orientação de algumas pessoas que se dizem funcionários das Subprefeituras e, desgraçadamente falando, agem à noite e nos finais de semana, com informações privilegiadas e, arrebanham os veículos que eventualmente estejam em “situação de abandono”, colocam em cima de um caminhão sem nenhuma identificação e, se caso forem eventualmente inquiridos, fornecem descaradamente um papel gelado ostentando o nome da Prefeitura de São Paulo, que lhe dá plenos poderes para tal intento”.

Agora: Os Senhores sabem o final desta história?

Pois bem:

A infeliz (vitima) que muitas vezes não consegue arrumar dinheiro para regularizar a documentação do veículo ou até mesmo para consertá-lo, ainda vem a sofrer outra perda com estes marginais que é a própria perda do veículo, pois estes mentecaptos alegando à vítima ser melhor para ele somente a apreensão do objeto (veículo) que vir a sofrer com uma pesada penalidade de R$12.000,00 reais oferecida pela Prefeitura.

A vítima mesmo insatisfeita, diante deste irrecusável e ardil argumento do suposto terceirizado, acaba mesmo contra a vontade, concordando com a perda para não incorrer num mal maior que é a multa imposta pela Prefeitura. Mas todos sabem que este inferno esta somente começando, pois a dívida ativa ainda existe e certamente recairá sobre o CPF do proprietário do auto ora apreendido.

E o veículo em tela certamente já estará fazendo parte de algum monte de sucata dentro de alguma empresa de alguns pretensiosos empresários do crime. E aí meus companheiros, a vida daquele infeliz que perdeu seu bem precioso, somente lhe restará o ônus do prejuízo causado por estes estelionatários, cujo um deles fora preso ontem, pois nem o famoso Santo São Longuinho, saberá o paradeiro deste veículo ou do que lhe restou.

Em suma, falam tanto tanto em mudanças, mas o que percebemos na realidade são determinadas atitudes de alguns “iluminados” em querer tampar os olhos da população com falsas promessas e inquestionavelmente também, tentam cercear a Polícia de combater a criminalidade com mais rigor. E o resto todos nós já sabemos que é muito triste, acabam transformando o povo em cachimbo.

E digo mais:

A sociedade esta sofrendo com os reflexos destes marginais, pois não são somente os membros do PCC que nos amedrontam. Existem também outras entidades e organizações que controlam as Cadeias e que diuturnamente precisam ser combatidas pelo Setor de Investigação da Polícia Civil aqui nas ruas, pois eles se aperfeiçoam diariamente. Certamente chegará uma hora que será praticamente impossível combater esta enorme fera.

Agora! Dizer que está diminuindo a criminalidade, é realmente precipitado se levantar esta hipótese, pois todos nós sabemos que os criminosos migram de artigo e modus operandi e, aperfeiçoam-se no que tange ao rito sumário, queima de arquivo ou cobrança de dívidas.

Seus operários estão se aperfeiçoando em muitas modalidades, inclusive como podemos observar no tópico anterior, no que tange às administrações públicas.

Para que exista o sujeito passivo é imprescindível que exista o sujeito ativo desta história ou estou errado?

Caronte.

JOÃO ALKIMIN: Até quando? 4

Mais policiais foram assassinados em São Paulo, até agora 3 Delegados e 1 que como diz o jornalista Carlos Brickman, se recusou a ser assassinado, somente porque é teimoso e queria constranger a policia, pois a Administração teria adorado fazer-lhe o enterro com todas as honras de estilo, mas o teimoso resolveu defender sua vida e a de sua família, camarada desagradável…
Mas o Secretário Ferreira Pinto insiste dolosamente em dizer que está tudo bem, que a criminalidade está controlada, talvez para sua Excelência que certamente não anda a pé e sozinho pela praça João Mendes, praça da Sé. Talvez devesse fazer isso e ver o mundo real, não o mundo que ele vê por de trás dos vidros blindados de sua Captiva, pois quando olha para trás ou para frente, vê somente a escolta. Assim até eu me sentiria tranquilo.
É irreal, é ridículo falar-se em controlar a criminalidade quando um policial militar mata um indivíduo que estava esfaqueando seu colega e por esse motivo é retirado das ruas. O que deveria ter feito? Pedir ao agressor que parasse? Em minha concepção, inclusive demorou muito para atirar, ou quando se vai a um plantão noturno e se encontra um Delegado de Policia, um Escrivão e um outro operacional, seja de qual carreira for. Portanto, a Segurança Pública está sendo dirigida por amadores, talvez quando tenhamos profissionais as coisas possam voltar a seu devido lugar.
Por outro lado, bons policiais são colocados na NASA, ou demitidos como Delegado Conde Guerra.
O que quererá o Secretário de Segurança Pública com essa política? Sinceramente não encontro respostas. Dizer-se que todos os policiais civis são ladrões ou corruptos é de uma imbecilidade que ofende a mente do homem mediano. Existem os corruptos, mas não podemos nos esquecer que em nenhum país do mundo a policia é formada por anjos, mas sim por seres humanos. E a policia é o extrato da sociedade, por outro lado é bom que se diga que se existe um corrupto é porque existe um corruptor. Quem é mais bandido? O policial que recebe ou o cidadão que se diz honesto, oferece propina e depois sai vociferando contra “o Estado de coisas”. Não sejamos cínicos, se existe um corrupto, existe um corruptor.
Por outro lado, o que me espanta e volto a dizer, é que inúmeros policiais civis  são demitidos por motivos outros. E volto ainda a dizer também, o Delegado Conde Guerra é destemperado, provavelmente como eu, mas não é, nem nunca foi ladrão ou acharcador. Portanto, sua demissão fere o bom senso.
Será que na gestão do intocável Ferreira Pinto não existe corrupção? E um caso me chamou a atenção, policiais civis  de São José dos Campos tiveram um entrevero com policiais militares, foram processados criminalmente e todos absolvidos. Inclusive alguns por inexistência de crime, pois bem senhores, sua Excelência o senhor Secretário de estado dos negócios da Segurança Pública do Estado de São Paulo, determinou a instauração de procedimento na Corregedoria Auxiliar de São José dos Campos, para apurar a conduta dos referidos policiais.
Lembro aqui o dito há anos atrás na reintegração do investigador Adalberto Jarro Bueno por um dos Ministros do STJ que julgou a ação:   “ONDE A JUSTIÇA CRIMINAL SE MANIFESTOU NÃO CABE A NINGUÉM MAIS SE MANIFESTAR” e nada mais foi dito nem lhe foi perguntado.
João Alkimin

O PCC e a qualidade de vida do paulista: ” a presença de apenas uma facção do crime organizado tende a reduzir conflitos e mortes” 25

Editoriais

editoriais@uol.com.br

Patamar de segurança

Sucesso na redução de homicídios em São Paulo é notório, mas é preciso inaugurar um novo ciclo de aperfeiçoamento da polícia

Depois de um surto no mês de junho, quando o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, mencionou a ocorrência de uma escalada da criminalidade, voltou a diminuir o número de casos de homicídios dolosos (intencionais) tanto no Estado quanto na capital.

Em julho, na comparação com o mesmo mês de 2011, as quedas foram, respectivamente, de 7,7% e 13,2%. O declínio, bem-vindo, não basta, entretanto, para assegurar um ano menos violento que o anterior. Nos primeiros sete meses de 2012, verificou-se uma elevação

de 5,9% dos casos de assassinato no âmbito estadual e de 15,3% na cidade de São Paulo.

Após um período notável, de 2001 a 2007, em que o Estado logrou cortar a taxa de homicídios por 100 mil habitantes de 33,15 para 11,71 (veja gráfico), São Paulo parece ter chegado a um piso, a partir do qual não consegue avançar.

Ao que tudo indica, ao final do mês de dezembro, as estatísticas registrarão seis anos seguidos de oscilações da taxa entre as casas de 10 e 11 por 100 mil habitantes.

Trata-se, sem dúvida, de patamar notável, sobretudo se comparado à média nacional, de 25 por 100 mil habitantes. É um número melhor que o de países emergentes, como a Rússia (em torno de 16 por 100 mil), mas alto quando cotejado com o dos Estados Unidos (da ordem de 5) e o de nações europeias (em geral, abaixo de 2).

O aumento dos assassinatos começou a ser detectado nas cidades brasileiras a partir da década de 1960, em paralelo ao recrudescimento de um processo acelerado e precário de urbanização.

Estudos indicam que, em São Paulo, pulou-se de 5,9 para 10,3 casos por 100 mil habitantes entre 1960 e 1975. Desde então, o quadro agravou-se, sob efeito da expansão do tráfico de drogas, da ineficiência e da corrupção policial, da degradação penitenciária, das falhas da Justiça e do agravamento nas desigualdades socioeconômicas.

Já no fim da década de 1980, os homicídios ultrapassavam os acidentes de trânsito para liderar as causas de morte na população brasileira entre 15 e 24 anos.

Levantamentos apontam que, de 1980 a meados da década de 1990, a taxa de homicídios entre homens com idade de 15 a 29 anos saltou de 19,3 para 56,4 por 100 mil.

Desde o início dos anos 2000, no entanto, observa-se uma drástica e constante redução dos homicídios tanto no Estado quanto no município de São Paulo -constituindo-se num caso que desperta a atenção de especialistas e suscita, em universidades e centros de estudo, um esforço elucidativo.

Não há, por certo, causa única para o fenômeno. De modo geral, especialistas o explicam por meio de uma cesta de fatores correlacionados. Em síntese, podem-se citar como principais:

1 – A elevação dos recursos para a segurança pública no Estado, com mais investimento em tecnologia, sistemas de informação, mudanças na política de recursos humanos, policiamento preventivo etc.

2 – Política de encarceramento em massa, com aumento expressivo da taxa de aprisionamento concomitante à queda dos homicídios; a taxa de presos por 100 mil habitantes no Estado de São Paulo chegou a 432,97, no ano passado -a título de comparação, no mesmo período, foi de 181,47 por 100 mil no Rio de Janeiro e de 240,43 por 100 mil em Minas Gerais.

3 – Ações para o desarmamento; embora a aprovação do Estatuto do Desarmamento e a campanha pela devolução de armas de fogo tenham ocorrido em 2003 e 2004, após o início da queda dos assassinatos, registram-se ações efetivas de apreensão de armas de fogo no Estado desde 2001.

4 – Mais investimento em educação e cultura, recuperação de espaços públicos, melhoria da iluminação, prevenção em escolas etc.

5 – Atuação da sociedade civil, tanto para pressionar o poder público quanto para se associar em programas voltados para a área.

6 – Mudança demográfica, com redução de fluxos migratórios e dos jovens na pirâmide etária.

7 – Menor incidência em São Paulo de grupos armados em disputa pelo tráfico de drogas; a presença de apenas uma facção do crime organizado tende a reduzir conflitos e mortes.

Os números indicam, contudo, que os efeitos advindos desses fatores cessaram -e outros crimes, como aqueles contra o patrimônio, permanecem em níveis elevados. Um novo ciclo precisa ter início.

Embora seja saudável discutir alternativas de longo prazo ao atual modelo de segurança pública, o recomendável é melhorar a polícia e o sistema prisional.

No primeiro caso, ainda se investiga pouco e mata-se muito. No segundo, é preciso aplicar mais penas alternativas para os delitos não violentos e acabar com a superlotação, que propicia o funcionamento do presídio como escola de marginais e base de recrutamento para o crime organizado.

Corrupção: basta o recebimento de propina para haver o crime, mesmo que o servidor não tenha praticado nenhum ato funcional em troca. 7

02/09/2012-06h00

STF define tratamento mais rigoroso contra a corrupção

DE BRASÍLIA

Iniciado há um mês, o julgamento do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal) já estabeleceu teses jurídicas que deverão levar à condenação da maioria dos réus do processo e sugerem que casos de corrupção terão um tratamento mais rigoroso no Judiciário daqui para frente.

A importância do caso faz com que as decisões passem a ser referência para toda a Justiça, já que essa é uma das raras vezes em que o Supremo, preponderantemente um tribunal constitucional, analisa fatos e provas penais.

Os ministros do Supremo julgaram até agora apenas o primeiro dos sete capítulos do mensalão. A conclusão é que o esquema de corrupção foi alimentado com dinheiro público, vindo da Câmara dos Deputados e principalmente do Banco do Brasil.

Mais do que isso, os ministros derrubaram boa parte das teses apresentadas pela defesa, fixando a base para futuras condenações.

Entre elas a de que é necessária a existência do chamado “ato de ofício” para que se configurasse a corrupção. A maioria dos ministros entendeu que basta o recebimento de propina para haver o crime, mesmo que o servidor não tenha praticado nenhum ato funcional em troca.

“Basta que o agente público que recebe a vantagem indevida tenha o poder de praticar atos de ofício”, disse a ministra Rosa Weber.

Em outro dos pontos, só dois ministros aceitaram até agora um dos argumentos centrais dos réus, o de que o esquema se resumiu apenas a gasto eleitoral não declarado à Justiça –o caixa dois.

Segundo a acusação, o dinheiro foi usado para compra de apoio legislativo ao governo Lula em 2003 e 2004.

Os entendimentos adotados pelo STF são desfavoráveis aos réus políticos –integrantes de partidos governistas que receberam dinheiro, como Valdemar Costa Neto (PR), Pedro Henry (PP) e Roberto Jefferson (PTB), que revelou o esquema em entrevista à Folha em 2005.

Eles argumentaram que receberam dinheiro para gastos eleitorais ou partidários.

Mas para o ministro Celso de Mello, quando existe a corrupção, é “irrelevante” a destinação do dinheiro –tanto faz se foi usado “para satisfazer necessidades pessoais”, “solver dívidas de campanhas” ou para “atos de benemerência”.

Outra tese da defesa que deve ser derrotada –quatro ministros já se manifestaram contra– é a de que só devem ser consideradas válidas provas colhidas no processo judicial, quando há amplo espaço para a defesa dos réus.

A maior parte dos ministros indicou até agora que provas obtidas em CPIs, inquéritos policiais, reportagens de jornais e depoimentos só não valem quando constituírem o único fundamento da acusação. Dentro de um contexto, dão força ao processo criminal.

“Os indícios não merecem apoteose maior, mas não merecem a excomunhão. Não podemos alijar os indícios. […] É uma visão conjunta”, argumentou Marco Aurélio Mello.

Por fim, a maioria dos ministros também indicou que há crime de lavagem de dinheiro (tentativa de ocultar a origem de um recurso ilícito) quando um beneficiário envia outra pessoa para sacar o dinheiro em seu lugar.

O deputado João Paulo Cunha (PT) e o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Piz-zolato foram condenados por isso. Há outros réus que receberam dinheiro da mesma forma.

(FELIPE SELIGMAN, FLÁVIO FERREIRA, MÁRCIO FALCÃO, MATHEUS LEITÃO e RUBENS VALENTE)

Editoria de Arte/Folhapress

Coronel PM é suspeito de falsificar depoimento para instruir “habeas corpus” em benefício de subordinados 22

Sexta, 31 de Agosto de 2012 – 22h50

Investigação-SP 2: PM apura fraude no inquérito da morte de garoto por soldados

FolhaPress

SÃO PAULO, SP, 31 de agosto (Folhapress) – O Comando da Polícia Militar instaurou um procedimento administrativo para apurar a falsificação do depoimento da mãe de um adolescente que morreu após ser abordados por PMs em São Paulo.

Thiago Júnior da Silva, 16, sumiu após uma operação de PMs do 31º Batalhão em 17 de março de 2011, no Parque Santos Dumont, periferia de Guarulhos (Grande São Paulo).

Segundo o inquérito policial militar, Eliana da Silva, 38, prestou depoimento no batalhão no dia seguinte, após encontrar o corpo do filho em um matagal. Ela teria dito, segundo o documento, que o filho havia sido abordado por policiais e liberado em seguida.

À Polícia Civil, porém, a mãe disse que nunca havia entrado no local ou prestado depoimento sobre o caso à PM. O documento com a assinatura dela foi submetido a análise do Instituo de Criminalística, que constatou a fraude. O caso foi revelado hoje pelo jornal “Diário de S. Paulo”.

Em abril deste ano, o Setor de Homicídios de Guarulhos encerrou a investigação da morte do garoto e concluiu que os responsáveis foram os soldados Paulo Hernandes Bastos, Ednaldo Alves da Silva, Edilson Luís de Oliveira e Fábio Henrique da Silva.

Eles chegaram a ser presos após a Justiça decretar sua prisão temporária, mas depois foram beneficiados por um habeas corpus solicitado pelo tenente-coronel Antonio de Mello Belucci, comandante do 31º Batalhão.

O corpo de Thiago tinha uma marca de tiro no pescoço com características de “tatuagem”, ou seja, foi disparado à queima roupa.

À polícia, a mãe dele disse que um dos quatro PMs suspeitos pela morte do jovem o havia ameaçado de morte 15 dias antes do crime.

Segundo o depoimento dos PMs, Thiago estava com outros três jovens e um deles teria atirado contra o carro da PM. O soldado Bastos disse apenas ter dado um tiro para o alto.

Uma testemunha ouvida pela polícia, entretanto, disse que Thiago implorou aos policiais para não ser morto.

Dinheiro ou chumbo ! 5

Filho de Pablo Escobar cria polêmica marca de camisetas inspirada em seu pai

01/09/2012 12h05EFE
 

 (EFE

 

O documento de identidade do narcotraficante colombiano Pablo Escobar, assim como seus cartões de crédito e um certificado de antecedentes criminais fazem parte de uma coleção de roupas criada por seu filho, que assegura, diante de inúmeras críticas, que quer chamar a atenção das pessoas para “que não repitam a história” de seu pai.
As camisetas, impressas com documentos originais, fotografias e reproduções da assinatura do maior narcotraficante da Colômbia, fazem parte da coleção “Poder Poder”, elaborada por “Escobar Henao”, marca criada por Sebastián Marroquín no início de 2012.
“A marca é uma autocrítica à história do meu pai, além de ser um convite para que os jovens criem consciência sobre o perigo de entrar no mundo das drogas”, disse Marroquín, que vive na Argentina junto com sua mãe e irmã há 20 anos.
O filho de Escobar, que vive sob nova identidade, reconheceu que recebeu inúmeras críticas por conta da criação inspirada no chefe do cartel de Medellín, que é apontado como responsável pela morte de 4 mil pessoas entre os anos 80 e 90, segundo cálculos oficiais.
Para Marroquín, as críticas são decorrentes de “julgamentos precipitados”. No entanto, para o presidente da ONG colombiana Corpades, Luis Fernando Quijano, que realiza trabalhos sociais em Medellín, mostrar a figura de Escobar não serve como motivação para os jovens, já que há o risco de o narcotraficante virar um “suposto herói”.
“É respeitável que Marroquín refaça sua vida e seja empresário. Mas o que me preocupa é o fato de Escobar virar o herói que não foi”, afirmou Quijano.
As camisetas podem ser adquiridas em vários países através da internet, exceto na Colômbia. Segundo Marroquín, tal iniciativa foi tomada em “respeito às vítimas da violência”, algo que para Quijano não representa uma diferença, já que há vítimas do narcotráfico “no mundo todo”. No entanto, a confecção das camisetas é feita justamente no país sul-americano.
“Escobar Henao” já produziu 10 mil camisetas que serão vendidas na Internet e em lojas de Estados Unidos, México, Guatemala, Equador, Espanha e Áustria. Os preços das peças variam entre US$ 60 e 95 (R$ 123 e 195). Há também uma linha de calças por US$ 140 (R$ 287).
Os desenhos mostram diversos documentos do narcotraficante, como carteira de identidade e cartões de crédito, além de uma surpreendente declaração de 1973 na qual carece de antecedentes criminais.
Nos modelos, muitos deles com fotografias de Escobar, há mensagens como “O que está fazendo? Pense bem” e ” O que pensa em fazer com seu futuro?”.
Ao adquirir a camiseta, o consumidor também recebe uma moeda na qual aparece o nome do narcotraficante e o ano de seu nascimento, além de um certificado de autenticidade da marca.
“Este é o primeiro produto que utiliza a imagem de Pablo Escobar como um veículo de comunicação que procura evitar que sua história seja repetida e que procura criar uma consciência social”, disse Marroquín, que disse não ter dados sobre lucros do negócio.
“Sou absolutamente ciente do dano irreparável que meu pai causou à sociedade com a violência e o tráfico de drogas”, acrescentou o filho do narcotraficante colombiano. “Aprendi muitos valores com ele, mas sei que na maioria das vezes meu pai não praticava o que me ensinava”, declarou.

José Serra explorará a imagem de Geraldo Alckmin para tentar conquistar votos 35

Jornal: em queda nas pesquisas, Serra aposta na imagem de Alckmin 01 de setembro de 2012 11h05

Empatado tecnicamente com o terceiro colocado, Fernando Haddad (PT), na última pesquisa de intenção de votos divulgada pelo instituto Ibope na última sexta-feira, o candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, explorará mais a imagem do governador do Estado, Geraldo Alckmin, para tentar conquistar votos. As informações são do jornal O Globo.

Em queda nas pesquisas, – passou de 26% para 20% do total de intenções de votos – e com crescente rejeição do eleitorado, o tucano tentará associar sua imagem à do governador, que possui 40% de aprovação de sua gestão.

Com isso, além de buscar votos mostrando que está afinado com o governo estadual, Serra buscará em Alckmin a boa imagem que seu outro aliado, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD), último colocado em avaliação de seu governo, de acordo com o úlitmo Datafolha, não o conseguiu transmitir

LEVANDO SÃO PAULO NO BICO : Governador adia proposta de melhorias para a Policia Civil 111

                   Segundo o deputado estadual Marco Aurélio (PT), um dos membros do GT, a decisão foi tomada em reunião realizada hoje (30), ocasião a qual o Executivo foi convocado a comparecer
Governador adia proposta de melhorias para a Policia Civil            Deputados observam explicações da delegada da Casa Civil Rosmary Corrêa (à direita) – Foto: Antonio Neto

Linha Direta – PT

Sem propostas do Governo de São Paulo para valorizar e melhorar as  condições de trabalho de investigadores e escrivãs da Polícia Civil, o  GT (Grupo de Trabalho) criado para estudar a reestruturação da Polícia  Civil no Estado decidiu encaminhar o caso para o Colégio de Líderes da  Assembleia Legislativa. O órgão exerce a função de colaborar com a mesa diretora na definição  das prioridades legislativas, buscando o consenso entre os partidos  políticos. Segundo o deputado estadual Marco Aurélio (PT), um dos membros do GT, a  decisão foi tomada em reunião realizada nesta quarta-feira (30),  ocasião a qual o Executivo foi convocado a comparecer. Representando a Casa Civil, a delegada Rosmary Corrêa, afirmou que as  propostas ainda estão sendo analisadas pelo Executivo e que até o final  do ano apresentará uma posição. “Nós, deputados, estamos nos sentindo desrespeitados pelo Governo do  Estado. Trabalhamos desde a formação do grupo, com audiência pública e  outras reuniões para dar avanço ao pleito, mas não há boa vontade do  governo estadual, o que dificulta a conclusão das atividades.  Encaminhamos um relatório com as reivindicações da categoria ao  governador e não tivemos retorno”, disse o deputado Marco Aurélio. Grupo – O Grupo de Trabalho criado para estudar a reestruturação da  Polícia Civil no Estado é baseado no artigo 26 da Lei 1.151/11. Além dos  deputados Marco Aurélio, Mauro Bragato (PSDB), Major Olimpio (PDT),  Adilson Rossi (PSB) e Regina Gonçalves (PV), representando o  Legislativo, o grupo é composto ainda por representantes do Executivo. A ideia é elaborar as diretrizes para a Polícia Civil, propondo  melhorias para o efetivo e a adequação salarial de acordo com as  exigências dos cargos.

http://www.cutsp.org.br/noticias/2012/08/30/governador-adia-proposta-de-melhorias-para-a-policia-civil