Autor: Flit Paralisante
João Alkimin: UMA COISA É UMA COISA, OUTRA COISA É OUTRA COISA…e as duas jamais se misturam. 39
João Alkimin
João Alkimin é radialista – http://www.showtimeradio.com.br/
ZECA PAGODINHO : “É um lixo puro, dá nojo de político, dessa gente bandida” 34
POLÍTICA TUCANA PARA BAIXAR CRIMINALIDADE : Polícia Civil – desde 2005 – frauda ocorrências de homicídios para baixar estatísticas 32
Caso de ‘morte suspeita’ coloca polícia em xeque
Thiago Leon Denúncia indica que corporação oculta homicídios para minimizar o ano mais violento desde 2005
São José dos Campos
Dados preliminares da Polícia Civil em relação ao mês de dezembro indicam que o Vale do Paraíba deve fechar 2012 com mais de 440 mortes em homicídios e latrocínios. O resultado representa o maior número de vítimas dos últimos oito anos e mantém a região como a mais violenta do interior do Estado de São Paulo. Porém, os números que já assustam podem ser ainda mais alarmantes. Denúncia encaminhada para O VALE indica que casos de assassinatos teriam sido registrados como ‘morte suspeita’, para não serem incluídos nos índices de violência da Secretaria de Segurança Pública do Governo. A medida seria a explicação para o aumento de 17,2% no número de ocorrências de mortes suspeitas na Delegacia Seccional de São José dos Campos, que passou de 157 casos em 2011 para 184 no ano passado. O órgão, que também responde pelas cidades de Caçapava, Monteiro Lobato e Jambeiro, registrou 78 casos de homicídios em 2012, 6% a menos que no ano anterior.
Maquiagem.“Existe uma determinação informal de que, quando for possível, a morte seja registrada como morte suspeita”, disse uma fonte da polícia, que pediu para não ser identificada. “A regra vale principalmente se a situação envolver morador de rua e usuário de droga.” O VALE levantou pelo menos dois boletins de ocorrência que reforçam a acusação. Um dos casos que chama a atenção se refere ao corpo de um homem carbonizado encontrado no dia 19 de julho dentro do porta malas de um carro na estrada do Cajuru, zona leste. A ocorrência foi registrada como ‘morte suspeita’. “É óbvio que foi um homicídio, pois como a pessoa iria se trancar no porta malas e colocar fogo do lado de fora? Mas, estranhamente, foi registrada como morte suspeita.” O fato está sendo investigado pela Polícia Civil, que já identificou a vítima graças a um exame de DNA, comparado com familiares de um homem desaparecido um dia antes na cidade. Porém, o inquérito continua registrado como ‘morte suspeita’. Outro caso é do morador de rua morto a tiros por um Polícia Militar no centro de São José, durante uma tentativa de assalto, no dia 17 de novembro, no centro da cidade. Apesar de configurar uma morte seguida de resistência, o boletim foi registrado como ‘morte suspeita’.
Outro lado. O delegado Seccional de São José dos Campos, Roberto Martins, negou que haja irregularidade no registros de homicídios na região e alegou que todos os casos são investigados e passam pelo crivo do Judiciário e do Ministério Público. “Temos uma preocupação muito grande em garantir que todos os processos executados pela Polícia Civil sejam executados com a máxima transparência, tanto que tudo está disponível em um sistema que pode ser consultado a qualquer momento”, afirmou. Martins explicou ainda que os casos registrados como ‘mortes suspeitas’ também são investigados e se o inquérito concluir que se tratou de um homicídio, os registros serão alterados, inclusive as estatísticas publicadas pela Secretaria de Segurança. “E mesmo que o inquérito leve meses para ser concluído, o dado daquele mês será corrigido.” Sobre o corpo carbonizado encontrado na Estrada do Cajuru, o delgado informou que o caso está sendo investigado e já se trabalha com a hipótese de que se trata mesmo de um homicídio. “Já identificamos a vítima pela comparação do DNA de um irmão e ainda estamos averiguando outras pistas e se confirmado que se trata de homicídio, o registro será alterado.” Quanto ao morador de rua morto na tentativa de assalto, Martins admitiu que pode ter havido um erro na avaliação do delegado que efetuou o boletim e que o caso será revisto pela Polícia Civil.
Comando da Polícia Civil nega manipulação São José dos Campos
O diretor do Deinter 1 (Departamento de Polícia Judiciária) do Vale do Paraíba, João Barbosa Filho, declarou que não existe nenhum tipo de manipulação nos registros de homicídios da Polícia Civil. “Existe um mecanismo na Secretaria de Segurança que chama Controle de Qualidade de Boletim de Ocorrência, que avalia todos os registros feitos no Estado. Qualquer situação estranha o Boletim volta para a delegacia para ser revisto e corrigido”, afirmou. Além disso, o diretor informou que o próprio departamento também faz o controle das ocorrências da região do Vale do Paraíba. “Nosso setor de inteligência avalia diariamente todos os boletins registrados em todas as unidades policiais. Por isso, descarto a possibilidade de que haja irregularidades”, afirmou Barbosa.
http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/caso-de-morte-suspeita-coloca-policia-em-xeque-1.366251
CADEIRA CATIVA – O resultado da criação da “Polícia Científica” dirigida – HÁ 15 ANOS – pelo perito criminal Dr. Celso Perioli 38
06/01/2013–06h00
IMLs de SP têm instalações precárias, cheiro podre e falta de técnicos
LEANDRO MACHADO DE SÃO PAULO
Poucos técnicos de raio-X, sistema de exaustão imundo, impressora que não imprime, fedor de cadáver putrefeito perto da sala de necropsia.
IMLs de SP devem receber mais técnicos neste ano
Esse é o cenário que a Folha encontrou ao visitar cinco dos seis postos do IML (Instituto Médico Legal) de São Paulo nas últimas três semanas. Não foi permitido acesso ao posto central, no Hospital das Clínicas.
| Editoria de Arte/Folhapress |
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Em São Paulo, que teve 1.327 assassinatos até novembro, há só um técnico de raio-X por plantão para os postos do IML, para onde vão mortos por causa violenta ou suspeita.
Quando chamado, o plantonista precisa se deslocar até 36,5 km entre as unidades, ou 50 minutos sem trânsito. O plantão no IML é de 12 horas.
Em novembro, por exemplo, quando a PM Marta Umbelina da Silva, 44, foi morta com ao menos dez tiros nas costas, o exame foi feito horas depois. Faltava o técnico.
Segundo funcionários, a direção do IML chega a pressionar a equipe para liberar os corpos com mais rapidez, pois familiares reclamam da demora da necropsia.
Um médico revelou já ter liberado corpos baleados sem ter feito o raio-X. Outro contou ter esperado três dias para o exame. O corpo, diz, entrou em decomposição.
O exame serve para saber em que parte do corpo uma bala se alojou. Sem ele, o médico tem que procurar a bala no corpo, o que demora mais.
Falta de material adequado para trabalho foi outro problema relatado à Folha.
O IML de São Paulo comprou por R$ 157 mil, em maio, duas máquinas para “embalar” corpos e conter o mau cheiro. Uma delas foi enviada ao IML central. A outra, mandada à unidade oeste (Vila Leopoldina), nunca funcionou e está abandonada, dizem funcionários.
O problema é que os corpos não passam pela entrada do equipamento, pois cadáveres putrefeitos ficam inchados por gases e mantêm os braços abertos, em posição conhecida como “lutador”.
VAQUINHA
Cortar ossos também já foi um problema para médicos legistas. Em 2009, funcionários do IML Leste 1, em Artur Alvim, arrecadaram dinheiro para comprar uma serra elétrica. Antes, o procedimento era com um serrote comum.
No local, há mato alto no entorno, falta bebedouro para o público e papel higiênico.
A vaquinha é um expediente comum também na zona norte, no posto do Mandaqui, para comprar água, sabonete e itens de higiene pessoal.
Em outra unidade, na Vila Leopoldina, zona oeste, o cheiro forte de corpos em decomposição chega a 10 metros da sala de necropsia. O sistema de exaustão, que impediria a concentração do odor, não tinha o filtro limpo havia oito anos, dizem funcionários.
Assim que a Folha questionou a Secretaria de Estado da Segurança Pública sobre o problema, o filtro foi trocado.
Na sala, moscas mortas estavam na mesa. E a impressora do posto quebrou, o que impede a emissão de laudos.
SEM USO
Aberto há dois anos, o IML Leste 2, em São Mateus, tem uma sala de necropsia pronta, sem uso. O local carece de ajustes, como a troca do encanamento -que, por ser muito fino, pode entupir facilmente com cabelos ou ossos. Mais: a tubulação está ligada à rede comum de esgoto, o que pode causar contaminação -o sistema terá que ser mudado.
A sala será aberta em 2014.
A Folha foi ao posto da zona sul, no Brooklin, por volta das 21h, após o fechamento da unidade ao público, percorreu a unidade e não viu funcionários. Foi possível entrar em uma sala onde havia um cadáver. A reportagem saiu sem ter sido notada.
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Texto constitucional promulgado em 5 de outubro de 1989, com as alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais nºs 1/1990 a 37/2012.
PREÂMBULO
O Povo Paulista, invocando a proteção de Deus, e inspirado nos princípios constitucionais da República e no ideal de a todos assegurar justiça e bem-estar, decreta e promulga, por seus representantes, a
CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO
SEÇÃO II
Da Polícia Civil
Artigo 140 – A Polícia Civil, órgão permanente, dirigida por delegados de polícia de carreira, bacharéis em direito, incumbe, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares. §1º – O Delegado Geral da Polícia Civil, integrante da última classe da carreira, será nomeado pelo Governador do Estado e deverá fazer declaração pública de bens no ato da posse e da sua exoneração. §2º – No desempenho da atividade de polícia judiciária, instrumental à propositura de ações penais, a Polícia Civil exerce atribuição essencial à função jurisdicional do Estado e à defesa da ordem jurídica. (NR) §3º – Aos Delegados de Polícia é assegurada independência funcional pela livre convicção nos atos de polícia judiciária. (NR) §4º – O ingresso na carreira de Delegado de Polícia dependerá de concurso público de provas e títulos, assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases, exigindo-se do bacharel em direito, no mínimo, dois anos de atividades jurídicas, observando-se, nas nomeações, a ordem de classificação. (NR) §5º – A exigência de tempo de atividade jurídica será dispensada para os que contarem com, no mínimo, dois anos de efetivo exercício em cargo de natureza policial-civil, anteriormente à publicação do edital de concurso. (NR) §6º – A remoção de integrante da carreira de delegado de polícia somente poderá ocorrer mediante pedido do interessado ou manifestação favorável do Colegiado Superior da Polícia Civil, nos termos da lei. (NR) §7º – Lei Orgânica e Estatuto disciplinarão a organização, o funcionamento, os direitos, deveres, vantagens e regime de trabalho da Polícia Civil e de seus integrantes, servidores especiais, assegurada na estruturação das carreiras o mesmo tratamento dispensado, para efeito de escalonamento e promoção, aos delegados de polícia, respeitadas as leis federais concernentes. (NR) §8º – Lei específica definirá a organização, funcionamento e atribuições da Superintendência da Polícia Técnico-Científica, que será dirigida, alternadamente, por perito criminal e médico legista, sendo integrada pelos seguintes órgãos: (NR) I – Instituto de Criminalística; II – Instituto Médico Legal. – §§ 2º a 5º com redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de 3/4/2012.
– §§ 3º, 4º e 5º renumerador para §§ 6º, 7º e 8º pela Emenda Constitucional nº 35, de 3/4/2012.
Polícia Civil de SP abre 1.171 vagas 101
Polícia Civil de SP abre 1.171 vagas
As vagas são para investigador, escrivão, agente policial e papiloscopista
A Polícia Civil de São Paulo está com inscrições abertas para processos seletivos em quatro carreiras. As inscrições terminam neste mês e totalizam 1.171 vagas com salários que variam de R$ 2.278,05 a 2.848,36.
Os interessados nas vagas – para investigador (433), escrivão (244), agente policial (391) e papiloscopista (103) -, devem ler atentamente os editais e as exigências para cada carreira e acompanhar todas as informações relativas aos respectivos concursos nos sites da Vunesp e da Polícia Civil.
http://www.odiariodemogi.inf.br/panorama/politica/10875-policia-civil-de-sp-abre-1171-vagas.html
Um tenente, um sargento e 4 soldados foram presos suspeitos de executarem três rapazes em Poá 60
PMs são presos suspeitos de executar 3 rapazes na Grande SP
Um tenente, um sargento e 4 soldados teriam participado do crime.
Câmeras registraram a abordagem às vítimas na noite de 26 de dezembro.
Seis policiais militares, sendo um tenente, um sargento e quatro soldados, foram presos nesta sexta-feira (4) suspeitos de executarem três rapazes em Poá, na região metropolitana de São Paulo, segundo o major Marcelino Fernandes da Silva, chefe do departamento técnico da Corregedoria da Polícia Militar. Câmeras de um terminal de ônibus deste município flagraram os policiais abordando as vítimas na noite do dia 26 de dezembro do ano passado.
De acordo com o corregedor da PM, no entanto, as investigações por parte da Corregedoria só tiveram início a partir da denúncia do pai de uma das vítimas, no dia 29 de dezembro, com base no depoimento de testemunhas que presenciaram a abordagem aos rapazes. Fernando Ribeiro, de 17 anos, e os irmãos Tiago Rodrigues Alves, de 23 anos, e Alan Rodrigues Alves, de 18, estavam em um carro roubado, um modelo Classic vermelho, quando foram abordados pelos PMs. Das vítimas, apenas o mais velho tinha passagem pela polícia, por tráfico.
Após cerca de 40 minutos, tempo que durou a abordagem de acordo com as imagens registradas, os rapazes foram levados em duas viaturas, enquanto que o veículo roubado era dirigido por um dos policiais. O corpo de Fernando foi encontrado com dois tiros na nuca em Mogi das Cruzes, no dia seguinte, 27 de dezembro. E os dos dois irmãos, carbonizados em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. O carro roubado foi localizado em Arujá, também na região metroplitana.
Segundo Marcelino, os corpos dos irmãos teriam sido reconhecidos por familiares por meio do tênis que calçavam. “Mas já foi pedido exames que comprovem a identidade deles”, disse. À Corregedoria, os policiais militares, lotados em um batalhão de Itaquaquecetuba, alegaram que realizaram apenas uma abordagem de rotina e negaram qualquer envolvimento no crime.
“Eles falaram que os civis foram liberados, o que já seria um crime, de prevaricação, já que eles estavam dirigindo um carro com registro de roubo. Além disso, não se justifica a presença deles em Poá, apesar de as cidades fazerem divisa. Foi uma operação desastrosa”, disse o major.
Com base nas imagens e nos depoimentos de testemunhas, os seis policiais militares, todos da Força Tática da PM, estão presos na Corregedoria e podem ser expulsos da corporação. “As provas contra eles são fortes, o que deverá determinar o pedido de prisão temporária ou preventiva deles. O que queremos deixar claro para todos é que a regra é prender, não matar”, disse o corregedor.
Dos seis suspeitos, apenas o tenente se envolveu recentemente com três ocorrências que resultaram em morte. O nome dos policiais por enquanto estão sendo mantidos sob sigilo para não atrapalhar as investigações. “Pode haver outros envolvidos”, justificou o corregedor.
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Governo de SP nega prisão de filho de Alckmin no Uruguai 38
Em nota, Palácio dos Bandeirantes afirma que um dos filhos de Geraldo Alckmin está em São Paulo e o outro no México; polícia uruguaia mantém a versão de que, após incidente em Punta del Este, teriam sido presos e depois liberados, com pagamento de fiança, um filho de Alckmin e um de um senador
5 de Janeiro de 2013 às 15:58
247 – “O Consulado Geral do Brasil em Montevidéu, em contato com a policia local, já confirmou que nenhum dos jovens brasileiros detido é filho do Governador de São Paulo.” Com duas linhas, esta é a nota oficial do governo de São Paulo a respeito da noticia veiculada pelo portal U Notícias, do Uruguai, que informou uma suposta prisão de um dos filhos do governador de São Paulo, Geraldo Alcmin, em Punta del Este. Ao 247, um porta-voz do Palácio dos Bandeirantes igualmente negou a informação veiculada pela polícia do Uruguai. “Um dos filhos do governador está no México e outro em São Paulo”, informou a fonte do governo paulista. “O consulado do Brasil em Punta foi contactado para transmitir o esclarecimento às autoridades uruguaias”, acrescentou.
Abaixo, notícia anterior:
247 – A polícia de Punta del Este, no Uruguai, confirma que se trata, sim, de um filho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, um dos dois jovens detidos no balnerário, na noite da quarta-feira 4, durante um incidente em uma danceteria. Os jovens brigaram com seguranças e foram levados para a delegacia local. As informações são do portal uruguaio U Notícias. 247 transmitiu a notícia para a assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo. Não houve confirmação nem desmentido da informação. Retorno prometido.
Abaixo, notícia mais recente do portal U Noticias, dando conta da confirmação, pela polícia uruguaia, da detenção do filho do governador:
Versiones encontradas sobre identidad del joven detenido por disturbios
Mientras que la gobernación de San Pablo afirma que ningún hijo de Geraldo Alckmin estaba en Uruguay, la policía confirma que se trataba de él y que fue liberado luego de pagar los daños efectuados.
Todo comenzó el jueves cuando dos turistas extranjeros fueron detenidos por un incidente que los enfrentó a la guardia de seguridad de el boliche Sojo, de Punta del Este.
Los jóvenes concurrieron en la noche del jueves al boliche nocturno como parte de su veraneo en Punta del Este. En una habitual movida de este tipo de negocios, los jóvenes quedaron enfrentados a un forcejeo con un guardia de seguridad.
El forcejeo se convirtió en una pelea a golpes de la que intervinieron otros guardias y el amigo de quien dijo ser el hijo de Alckmin, por lo que el incidente cobró otras proporciones.
La policía bajo cuya jurisdicción se encuentra el boliche fue advertida de lo ocurrido, y cuando llegó al local puso fin a la pelea con la detención de los dos jóvenes extranjeros. Los dos muchachos eran puestos a disposición judicial este viernes 4 de enero.
Luego de pagar todos los daños fueron liberados. Mientra la gobernación de San Pablo califica de “falsa” la información y emitió un comunicado diciendo que ningún hijo del gobernador estaba en nuestro país, la policía confirma que se trató de él y menciona que fue lo primero que el joven argumentó cuando fue detenido para evitar que se lo llevaran.
Montevideo, Uruguay Unoticias y FM Gente Mp
Abaixo, notícia anterior:
247 – Notícia do portal uruguaio U Notícias dá conta de que, na noite da sexta-feira 4, dois jovens brasileiros foram detidos pela polícia do balneário de Punta del Este, o mais sofisticado da América do Sul, após uma briga em um boliche. Um dos detidos seria filho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Em nota complementar, porém, o mesmo portal informou que um dos presos se fez passar pelo filho do governador. Isso não se confirmou.
Abaixo, a notícia do portal U Notícias com a informação desmentida pelo Palácio dos Bandeirantes:
Se hizo pasar por el hijo del gobernador de San Pablo
La policía investiga, a raíz del comunicado de la gobernación de esa ciudad, quién era el joven que fue detenido por disturbios y se hizo pasar por el hijo del gobernador Geraldo Alckmin.
Enviar Imprimir A favoritos El joven y un amigo, provocaron disturbios en un boliche de Punta del Este.
Al ser detenidos dijeron ser el hijo del gobernador de San Pablo y el otro de un importante senador. Como pagaron en efectivo los destrozos provocados en el local bailable, la justicia los dejó en libertad.
Cuando trascendió la noticia que era el hijo de Alckmin la gobernación emitió un comunicado asegurando que el joven nunca estuvo en Uruguay, lo que disparó la investigación diplomática y policial en nuestro país.
Montevideo, Uruguay Unoticias Mp
Abaio, notícia publicada pelo U Noticias:
Hijo de gobernador de San Pablo detenido en Punta del Este por riña en un boliche
Dos turistas extranjeros, uno de ellos hijo del gobernador de San Pablo, Geraldo Alckmin, fueron detenidos por un incidente que los enfrentó a la guardia de seguridad de un boliche nocturno en Punta del Este.
Los jóvenes concurrieron en la noche del jueves a un boliche nocturno como parte de su veraneo en Punta del Este. En una habitual movida de este tipo de negocios, los jóvenes quedaron enfrentados a un forcejeo con un guardia de seguridad.
El forcejeo se convirtió en una pelea a golpes de la que intervinieron otros guardias y el amigo de Alckmin, por lo que el incidente cobró otras proporciones.
La policía bajo cuya jurisdicción se encuentra el boliche fue advertida de lo ocurrido, y cuando llegó al local puso fin a la pelea con la detención de los dos jóvenes extranjeros. Los dos muchachos eran puestos a disposición judicial este viernes 4 de enero.
La información policial no señala si alguno de los guardias de seguridad fue detenido, o demorado por este incidente.
Montevideo, Uruguay UNoticias Fuente: FM Gente. GG
O Delegado de Polícia Paulo Hadich – prefeito de Limeira – não quer sua cidade conhecida como “Terra dos Laranjas” 10
04/01/2013 19h15– Atualizado em 04/01/2013 19h29
Hadich repudia discurso que citou Limeira por indicação de secretário
Prefeito de Limeira enviou nota de desagravo ao prefeito de São Vicente. ‘Vamos trabalhar. Quem quiser emprego vai para Limeira’, disse Luis Bili.
Do G1 Piracicaba e Região
Hadich enviou nota de desagravo ao prefeito de São Vicente (Foto: Thomaz Fernandes/G1)O prefeito de Limeira (SP), Paulo Hadich (PSB), divulgou nesta sexta-feira (4) nota de desagravo a um trecho do discurso de posse do prefeito de São Vicente (SP), Luis Bili (PP), que refere-se à cidade de forma pejorativa, na avaliação do governo.
A declaração seria uma indireta de Bili à nomeação do ex-prefeito de São Vicente, Tércio Garcia (PSB), como secretário de Administração de Limeira. O governo dele terminou com problemas em serviços públicos, além de atraso nos salários do funcionalismo.
“E aí vai um recado para muita gente. A máquina pública vai dar oportunidade para alguns trabalharem e não arrumar emprego. Nós vamos trabalhar. Quem quiser emprego vai para Limeira”, disse Bili ao falar como prefeito empossado.
Bili assumiu o Executivo e criticou a indicação de Garcia em Limeira (Foto: Reprodução/TV Tribuna)Na nota de desagravo, encaminhada nesta sexta à Prefeitura de São Vicente, Hadich cita um “profundo desapontamento” em relação “à forma inoportuna e desrespeitosa” com que Limeira foi tratada no discurso, de acordo com a administração.
Na quarta (2), Hadich havia defendido Garcia. “Ele possui larga experiência na gestão pública. O que ocorreu no final do mandato foi uma redução na arrecadação, provocando atraso e não falta de pagamento dos salários dos servidores de São Vicente.”
Diante da polêmica, moradores de Limeira estão se mobilizando pela internet para realizar um protesto na segunda-feira (7), a partir das 19h, em frente ao prédio da Prefeitura, contra a nomeação de Garcia. Pelo Facebook, foram convidadas mais de 15 mil pessoas. Até o final da tarde desta sexta, 627 haviam confirmado participação.
Ganha corpo alteração no Estatuto do Desarmamento que propõe a proibição de posse e porte de arma para policiais militares fora do efetivo exercício das atribuições e fardados…( A ideia é diminuir o número de roubos contra PMs e o número de crimes cometidos por policiais em folga e aposentados ) 83
05/01/2013–16h56
Testemunhas de chacina em SP dizem que cena do crime foi alterada
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Testemunhas da chacina que deixou seis mortos e três feridos na noite de sexta-feira (4) no Campo Limpo, na zona sul, disseram em depoimento informal à Polícia Civil que, após o crime, pessoas em um Corsa preto recolheram as cápsulas dos disparos que ficaram próximas ao bar.
Testemunha de crime e rapper estão entre vítimas de chacina em SP
Foram ao menos 14 os criminosos que desceram de três carros e atiraram contra o bar, na rua Reverendo Peixoto da Silva, por volta das 23h, de acordo com a polícia.
Cinco pessoas morreram na hora. Entre elas, Laércio da Silva Grima –o Dj Lah, integrante do grupo Conexão do Morro, e o homem que filmou em novembro do ano passado cinco policiais prendendo e atirando em um servente de pedreiro que já estava rendido e desarmado. O nome dele não foi divulgado.
Os outro quatro mortos foram Ricardo Genoino da Silva, 40, Edilson Lima Pereira Santos, 27, Carlos Alexandre Claudiano da Silva, 27 e um homem identificado apenas como Júnior. Os três pessoas estão internados no Hospital do Campo Limpo.
De acordo com testemunhas, assim que desceram do veículo, os assassinos gritaram “polícia” e começaram a atirar. Quando a PM chegou, os atiradores já tinham fugido e as vítimas que sobreviveram haviam sido socorridas a hospitais da região.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse neste sábado que nenhuma hipótese será descartada durante a investigação do crime. “Tudo vai ser investigado com profundidade, rigor, até prender os criminosos. E a polícia já está trabalhando com vários indícios desde a madrugada”, disse ele.
| Eduardo Anizelli/Folhapress | ||
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| Policiais na rua onde seis pessoas foram mortas a tiros na primeira chacina registrada neste ano em SP |
MILK NEWS TV – “7 REAIS: A VIDA VALE MAIS!” 47
Departamento de Inquéritos Policiais e Corregedoria da Polícia Judiciária – DIPOCOR 48
COMO FUNCIONA?
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo mantém na capital paulista o Departamento de Inquéritos Policiais e Corregedoria da Polícia Judiciária (DIPOCOR), como órgão para oferecer na esfera criminal o Juiz das garantias. Sua competência é garantir que os direitos e garantias fundamentais, bem como toda legalidade condizente ao indiciado, sejam observados durante a investigação criminal. Cabe também a esse departamento o controle da polícia civil pela Corregedoria da Polícia Judiciária.
Não compete ao juiz das garantias conduzir a ação penal futura e sim, o curso da investigação preliminar nos atos submetidos à atuação judicial. Trata-se de um trabalho meticuloso, haja vista, que é nesta fase que ocorrem as medidas cautelares tanto de prisão quanto de soltura. A alteração do Código de Processo Penal em relação às prisões em flagrante fez com que os trabalhos dos magistrados ficassem mais árduos.
Atualmente, o DIPOCOR é capitaneado pelo juiz Kleber Leyser de Aquino, que além de coordená-lo acumula a função de corregedor da polícia judiciária. Para tanto, conta com uma equipe de oito juízes auxiliares. Até o fechamento da presente edição existiam 94.000 (noventa e quatro mil) feitos em trâmite com a entrada média de 200 flagrantes novos por dia, fora os inquéritos de indiciados soltos.
Diante do volume de feitos autuados, o tamanho dos cartórios do DIPOCOR impressionam. Embora com uma grande equipe de serventuários, informa o Dr. Kleber que há uma grande defasagem diante da demanda. Em suas próprias palavras: – Nossos serventuários dão prioridade aos réus presos, mas em relação aos réus soltos a falta de funcionários já está atrapalhando”. Compreensível, em uma cidade onde a criminalidade é tão farta e fértil.
A função de corregedoria da polícia judiciária é outra das importantes funções do departamento. Com a ajuda de uma juíza auxiliar o corregedor visita os Distritos Policiais da capital e verifica as condições dos presos provisórios. Estes ficam em média de um (a maioria) à trinta dias na Delegacia, excepcionalmente sessenta dias, nas hipóteses de “pensão alimentícia”. Basicamente esses presos são os provisórios (flagrantes, prisão temporária etc), dentre eles são separados aqueles que precisam de proteção, e presos por dívidas alimentícias.
Um dos novos projetos do corregedor do DIPOCOR é conseguir junto ao Tribunal de Justiça um ícone no site do TJSP para que as pessoas possam fazer denúncias contra policiais civis. Entende o magistrado que com tal recurso, o número de denúncias hoje reduzidas, aumentaria em virtude da possibilidade das denuncias serem feitas sem que os denunciantes temessem eventuais represálias.
Para resolver algumas questões, o coordenador acredita na diplomacia e na boa relação com as autoridades que comandam outras instituições. Segundo ele, muitas vezes uma ligação telefônica de alguns minutos pode resolver um problema que a burocracia atrasaria meses a solução.
O DIPOCOR funciona vinte e quatro horas por dia, todos os dias ano. No período noturno, sempre há um juiz de plantão, que decide as solicitações das autoridades policiais através do Centro de Comunicações e Operações da Polícia Civil – CEPOL. O Delegado de permanência no CEPOL recebe o pedido, que é transmitido para um membro do Ministério Público dar seu parecer e após isso encaminha-o ao magistrado, que decide e devolve a decisão pelo sistema até a autoridade policial requisitante. Nos finais de semana, há um plantão com três juízes criminais e um cível que ficam no fórum, das 09:00 hs às 13:00 hs. Normalmente, devido ao grande volume de atendimentos o horário de expediente se estende até por volta das 17 horas, após isso, esses juízes atendem o CEPOL por um telefone funcional, proferindo decisões urgentes até o outro dia.
Em uma cidade como São Paulo, onde a criminalidade só cresce, existe uma equipe pronta para decidir ainda no calor dos acontecimentos. De forma ágil, precisa deliberar entre retirar da sociedade de imediato alguém que oferece ameaça, ou corrigir a arbitrariedade do Estado numa eventual injustiça praticada contra um cidadão e o Estado Democrático de Direito. Realmente, não é uma tarefa nada fácil!
Em alusão a François Andrieux, que no conto do moleiro proclamava “Ainda há juízes em Berlim”, em se tratando de garantias e direitos fundamentais na esfera criminal, podemos afirmar que com o trabalho do DIPOCOR “Ainda há juízes em São Paulo”!
TREINAMENTO PARA COPA 2014: turista que busca a Baixada Santista é vítima de várias espécies de ladrões; além dos ladrões por profissão: dos hoteleiros, dos proprietários de bares e restaurantes e dos garçons…( Venha morrer esfaqueado em restaurante da Baixada Santista ) 30
Mirjo :
Esse aí levou ao pé da letra a expressão “enfiar a faca no cliente”.
Aproveito a deixa , com todo respeito pela família do rapaz barbaramente assassinado , para dizer que infelizmente o turista que busca a Baixada Santista é vítima de várias espécies de ladrões; além dos ladrões por profissão: os assaltantes a mão armada e punguistas que assolam as praias.
Falo dos hoteleiros, dos proprietários de bares e restaurantes e dos garçons.
Se quiser ser roubado e mal tratado basta sentar em mesa dessas espeluncas chamadas restaurantes de Praia Grande, São Vicente, Santos e Guarujá.
Garçons despreparados , fedidos e mal encarados dipostos a lhe enganar de todas as formas, especialmente aproveitando-se dos dias movimentados para tentar cobrar a despesa sem exibir a comanda; assim uma mesa que paga em dinheiro pode beber 20 chopps e pagar 25, beliscar um prato de camarão de R$ 20,00 e pagar o mais caro de R$ 60,00.
E quando a clientela reclama ainda fecham a cara e logo partem para as ofensas do tipo : BEBADO PERDE A MEMÓRIA.
Esse dono do restaurante Casa Grande representa muito bem a classe a qual pertence.
Vamos ajudar a família do jovem Mario dos Santos Sampaio, de 22 anos, morto a facadas após uma discussão por R$ 7 em um restaurante no Guarujá 52
ME AJUDEM”
“Coração, eu não tenho mais”, diz mãe de estudante morto por R$ 7
Maria Helena dos Santos Sampaio faz apelo a testemunhas do crime.
Universitário de Campinas foi morto com três facadas em restaurante. EPTV Campinas – G1
“Coração, eu não tenho mais. Eu não tive nem sequer a chance de dar um último abraço no meu filho”, desabafou emocionada, nesta quinta-feira (3), Maria Helena dos Santos Sampaio, a mãe do universitário de Campinas (SP) Mario dos Santos Sampaio, de 22 anos, morto a facadas após uma discussão por R$ 7 em um restaurante no Guarujá (SP). Os suspeitos de assassinar o jovem confessaram o crime na quarta-feira (2) e alegaram ter agido em legítima defesa.
“Pai que é pai vai socorrer o filho e não golpear outra pessoa”, disse a mãe sobre o depoimento de Diego Souza Passos, de 23 anos, que diz ter desmaiado durante a briga no estabelecimento. Diego é gerente do restaurante e filho de José Adão Pereira Passos, que confessou ser o responsável por golpear o estudante.
“Me ajudem”
Em um apelo, Maria Helena pede para que as testemunhas do crime vão à polícia. “Me ajudem, vão até a delegacia e falem que querem dar um depoimento. Para que eu possa deitar minha cabeça no travesseiro e falar ‘filho, a mãe não tava lá para socorrer, mas a mãe pediu por justiça e a justiça foi feita’”, disse a mãe do estudante.
“Ele tirou totalmente minha paz de espírito. É tanta mentira”, falou a estudante Patrícia Bonan, que era namorada do estudante e estava com a vítima no restaurante. Ela afirmou que o grupo de amigos exigiu os direitos como clientes de forma educada e que Diego respondeu agressivamente. “Ele bateu na mesa e disse: ‘vocês vão pagar isso, mas eu pego vocês lá fora molecada”, disse Patrícia.
Segundo relato de Patrícia, a discussão começou em seguida e o universitário disse que ligaria para a polícia. Ela conta que ao tentar fazer a ligação, o dono do estabelecimento, José Adão, o gerente e um garçom começaram a agredir Mario. De acordo com a estudante, ela e os amigos tentavam separar a briga, quando o dono do restaurante foi para a cozinha e retornou com uma faca.
“Do jeito que ele veio [da cozinha], ele deu as facadas. Ele foi frio e ele foi cruel”, afirmou a estudante. Segundo Patrícia, o dono do restaurante atingiu a primeira facada nas costas do universitário, que tentou se proteger mas foi golpeado na altura do abdômen “Ele não teve nenhum tipo de dó”, desafabou ela.
“Passeata”
A família e os amigos do estudante universitário Mario dos Santos Sampaio organizam uma passeata marca para as 15h deste domingo (6) na Praça Arautos da Paz, no bairro Taquaral, em Campinas para pedir justiça pela morte do jovem. O evento criado em uma rede social já conta com pelo menos 700 confirmações de presença.
“A gente não pode ficar parado. Está tudo certo? Não, não está. A dor não vai passar, mas não podemos ficar parados. A gente quer justiça e isso não pode se repetir com outras pessoas”, afirmou Valéria Sampaio, irmã do estudante.
O caso
O crime aconteceu na noite da última segunda-feira (31). O grupo de estudantes de Campinas escolheu o restaurante para jantar. Na hora de pagar a conta, uma diferença de R$ 7 provocou a discussão entre os jovens e os comerciantes. De acordo com a polícia, ao ver a briga, o dono do restaurante foi até a cozinha pegar uma faca e golpeou o turista com três facadas nas costas.
CHAMADA MILK NEWS TV 2013 : entrevista com o assassino – que “só queria furar um pouquinho ” – José Adão Pereira Passos 19
Na churrascaria
“Eu só queria furar um pouquinho”, diz comerciante que matou turista
Da Redação
Uma fatalidade. É desta forma que a morte a facadas do estudante Mário dos Santos Sampaio, de 22 anos, no último dia de 2012, em Guarujá, é descrita por Diego Souza Passos, de 23 anos, filho do suspeito do crime, o empresário José Adão Pereira Passos, de 55 anos.
Mário questionou uma diferença de R$ 7,00 em uma refeição na Churrascaria e Pizzaria Casa Grande, na Enseada, de propriedade de José Adão, e foi morto com três golpes de faca.
Pai e filho acusados apresentaram-se, por volta das 21 horas de ontem, na Delegacia Sede da Cidade. Diego é gerente do local. O crime ocorreu pouco após as 19 horas de segunda-feira, véspera do Ano-Novo.
Acompanhados do advogado Valdemir Batista Santana, ambos prestaram depoimento ao delegado Luiz Ricardo Lara Dias Júnior. Nela versão de Diego, detalhada em coletiva à imprensa no final da noite de ontem, a confusão começou quando o grupo de turistas de Campinas, de oito a 12 pessoas – ele não informou com exatidão – reclamou do preço por pessoa, que teria de ser R$ 12,99, e não R$ 19,99, como era cobrado.
“O preço menor é cobrado até as 18 horas, e já passava desse horário. Essa turma começou a confusão por causa do preço”, falou o gerente.
O filho do dono do restaurante disse que Mário, o turista assassinado, teria falado para os amigos não se preocuparem. “Ele disse que o pai é juiz e que resolveria isso”.
O desentendimento continuou e José Adão tentou resolver o caso conversando com o grupo de turistas, mas, segundo Diego, o próprio Mário teria agredido o empresário, com socos e chutes, que caiu no chão.
Uma briga generalizada começou e, ainda na versão de Diego, ele sofreu um leve desmaio ao ser golpeado no pescoço, sem ter presenciado o crime. “Quando acordei, a coisa (as facadas) já tinha acontecido”.
Sua reação foi pegar o pai e sair do local do crime, o que também foi feito por outros três garçons envolvidos. O gerente estava com a mão machucada, segundo ele, por uma garrafada.
José Adão pediu desculpas e disse que não matou ninguém por R$ 7,00. Só quis defender o filho
Sem intenção
Chorando, José Adão se dirigiu aos jornalistas pedindo desculpas e dizendo que “não matei ninguém por R$ 7,00. Só quis defender o meu filho”.
Ele também descreveu o que houve como uma fatalidade, sem se omitir da responsabilidade pelo seu ato. No entanto, alega que desferiu apenas uma facada, embora o Boletim de Ocorrência descreva três golpes de faca nas costas.
José Adão explicou que a faca usada no crime, assim como outras, estava no balcão das carnes e era usada para cortar pernil, chester e tender. “Foi a única coisa que vi quando meu filho estava sendo golpeado, os caras estrangulando ele”.
Mas ele garante que a intenção não era matar. “Eu não queria matar ninguém, só queria furar um pouquinho para ele soltar o meu filho”.
Emocionado, José Adão declarou que queria pedir perdão a Deus e explicou que “não vou me fingir de vítima ou de coitado. Fui lá e peguei uma faca, mas sem intenção de matar”.
Ele ainda esclareceu que tudo aconteceu rapidamente. “Eu bati no ombro dele (a vítima fatal) uma vez, duas vezes e ele não soltou (o filho). Aí, bati a terceira, mas foi no lugar errado”.
Como ambos os acusados se apresentaram à polícia após 24 horas do crime, não houve prisão em flagrante e os dois foram liberados da delegacia. Mas a Polícia Civil deve pedir, ainda hoje, a prisão preventiva do empresário.
Imagens do sistema de câmeras do restaurante deverão ser analisadas para ajudar nas investigações.
Por Justiça
O corpo de Mário Sampaio foi enterrado por volta das 9 horas de ontem, no Cemitério da Saudade, em Campinas. A família pede punição pelo assassinato.
“Eu clamo por Justiça, porque, se fosse meu irmão (em relação a ela), ele iria atrás”, afirmou Valéria Sampaio, irmã do estudante. “Não vai diminuir a nossa dor. Mas esse cara pode continuar esfaqueando outras pessoas, acabando com a vida de outras famílias”.



