OPINIÃO DO SINPOL A RESPEITO DO ANUNCIADO INCENTIVO ÀS POLÍCIAS 19

Enviado em 23/05/2013 as 11:54

Embora não tivemos acesso à íntegra dos projetos do Governador Alckimin, em superficial análise, concluímos serem medidas meramente eleitoreiras e paliativas. Não verificamos qualquer incentivo real aos policiais civis, pois, embora o Secretário tenha dito que o pacote não pode ser confundido com política salarial, tememos que o Governador use essas medidas para justificar uma forma de ganho salarial aos policiais civis.

Obviamente, a medida poderá trazer alguns resultados positivos, mas a que custo ?

a)- Estamos prevendo que a administração pública passará a exigir ainda mais dos policiais civis, no cumprimento de metas, e usará o prêmio como objetivo a ser conquistado.

b)- Acreditamos que escalas extras, com aumento significativo das operações em todo o Estado, nos moldes das que já estão sendo realizadas, que retiram dos policiais seu descanso e lazer, sem qualquer contrapartida.

c)- Acreditamos que os policiais terão que se desdobrar para cumprir metas, por determinação administrativa, e deduzimos que isto ocorrerá, pelo simples fato do Governador ter convocado os Diretores de Departamento e Seccionais para o anúncio.

O que precisamos para reduzir os índices de criminalidade são outras atitudes, e por várias vezes já comunicamos o Governo, tais como, aumento significativo dos recursos humanos, e não apenas os 129 cargos para Delegados, 1075 cargos para Escrivães de Polícia, 1384 cargos para Investigadores de Polícia, e 217 cargos para Agentes, pois, dados mostram que seriam necessários mais de 5000 (cinco mil) cargos atualmente.

Não podemos deixar de avaliar que a criação de mais um Deinter, em Araçatuba, e uma Delegacia Seccional em Campinas, exigirá de dotação de pessoal expressiva, e sabemos que não irão trabalhar, diretamente, no combate à violência.

Se dividirmos o número de contratações, pelo número de Departamentos, Seccionais, Distritos e Delegacias, de todo o Estado, constata-se que pouco ou quase nada irá mudar.

E mais, muitos dos atuais policiais irão se aposentar brevemente, aumentando ainda mais a carência de recursos humanos, além de que, os novos policiais somente irão iniciar suas atividades, no mínimo daqui a 09 meses.

Outro incentivo à polícia, seria substancial, qual seja, melhora nos salários, para que os policiais não fossem obrigados a fazer “ bicos “, podendo se dedicar ainda mais à sua Instituição, pois trabalham em outros locais, às custas de excessivo desgaste físico. Terão de continuar a fazer o famigerado “bico”

Mas, o Governador não tocou no assunto, não deu qualquer indicativo de que irá melhorar os salários dos policiais, mascarando os fatos, ao informar à população que está agindo firmemente no combate à violência.

Verificamos algumas opiniões na imprensa, chamando o “pacote” do Governo de “populista e incompleto”, no que concordamos.

Preocupa-nos como serão estabelecidas as metas a serem cumpridas, a que custo e como se dará esta premiação ? Quais os critérios ? Quem será o responsável pela indicação, principalmente, dos 10% (dez por cento) do que serão melhor premiados ? Acreditamos que serão nossos administradores, e tememos que seja utilizado o critério da “proximidade”.

Preocupa-nos ainda, a falta de troca de informações entre Distritos, Seccionais ou Departamentos, pois, pode ocorrer uma disputa interna no cumprimento de metas, o que não seria salutar, pois, informações que eram repassadas corriqueiramente, talvez não mais passem a ser, pelo simples fato da competitividade.

Entendemos que o governo deveria especializar os policiais, pagá-los bem, dotar a Instituição de recursos humanos, tecnológicos e ágeis, condizentes com a urgência e necessidade que a elucidação de crimes exige.

Acreditamos que teremos duas vertentes bem distintas: Uma delas é a sobrecarga de serviços para se colher resultados eleitoreiros. A outra, a torcida para que os marginais dêem uma trégua, e nos ajudem a ter um pequeno prêmio. Dá pra acreditar ?

Ribeirão Preto, 22 de maio de 2013

Policiais civis de SP ameaçam entrar em greve por melhores salários 58

22/05/2013-19h17

AFONSO BENITES DE SÃO PAULO

Policiais civis de São Paulo começam a promover nesta quinta-feira uma série de manifestações que podem resultar em greve.

O objetivo é pressionar o governo estadual a melhorar a estrutura da Polícia Civil, reajustar os salários da categoria e reduzir a quantidade de carreiras policiais.

A primeira manifestação acontece às 10h de amanhã no largo São Francisco, a poucos metros da sede da Secretaria da Segurança Pública, no centro de São Paulo.

O protesto, chamado Reage São Paulo, reunirá delegados, investigadores e escrivães vinculados a duas entidades de classe.

A outra manifestação será em 11 de junho, no vão livre do Masp. Na ocasião, os investigadores votarão um indicativo de greve. A reclamação desse grupo de policiais é que o governo descumpriu uma promessa feita em 2008, na última greve da categoria.

“O governo se comprometeu a pagar aos investigadores e escrivães o salário de nível superior, mas até agora nada”, reclamou o presidente do Sindicato dos Investigadores de São Paulo, João Batista Rebouças.

O governo afirmou que está em constante negociação com as entidades e ressaltou que nos últimos dois anos concedeu 27,7% de reajuste aos policiais.

Hoje, o salário base de investigador e de escrivão é de R$ 1.476. Pela proposta, o piso salarial seria de R$ 2.500, que corresponde a 70% do vencimento de um delegado.

Campanha Major Olímpio 12 para Governador de São Paulo 148

UOL: Deputado, a candidatura é pra valer?

Major Olímpio: Tudo que me dediquei a fazer na vida foi pra valer, por isso eu garanto que vou até o final. Toda candidatura tem nascimento. Podem até achar que é uma aventura, mas vou demonstrar que tenho viabilidade política e posso ser um bom gestor para o Estado de São Paulo.

Enviado em 22/05/2013 as 15:16  – FLIT PARALISANTE 
Em resposta a delegado oculto.

Em 2010 colaborei – de coração – com R$ 113,00 para a campanha do Mercadante. Digo de coração por gostar do Mercadante e acreditar que ele seria um bom governador para o nosso estado.

Com tristeza o meu favorito foi eliminado pelo PT. Assim, com essa candidatura do PDT  , farei campanha para o Major.

Além do meu voto, do meu trabalho, desde já prometo colaborar com R$ 1.200,00 (PDT é 12).

Não basta nosso voto e o voto de nossos familiares.major_olimpio1

O Major necessitará de muito trabalho e de um pouco do nosso dinheiro.

As Praças e Operacionais poderão colaborar com R$ 12,00; os Delegados e Oficiais com R$ 120,00 – sem ficar mais pobres.

Cambada, façam poupança que o depósito é só daqui um ano.

Assinado: Roberto Conde Guerra.

Observação e termo de  responsabilidade : o signatário não possui quaisquer vínculos com o PDT e com o deputado Major Olímpio; tratando-se , aqui,  de uma iniciativa privada –  de mero simpatizante  –  em prol de eventual  pré-candidatura ao governo  deste estado.

Entrevista com o Secretário de Segurança , amanhã, 23/05/2013, na Rádio Bandeirantes, Jornal Gente a partir das 08:00 28

Enviado em 22/05/2013 as 10:42 – TIRED

Dr. Guerra peço que o senhor divulgue que o secretário da segurança irá amanhã dia 23/05/2013, comparecer na Rádio Bandeirantes para dar  entrevista no Jornal Gente daquela emissora, a partir das 08:00, seria interessante que os colegas mandassem e-mail, torpedo, twiter e mais o cabal, com perguntas especificas para que os jornalista questionem o secretário quanto ao reajuste salarial, e os NU e a falta de estrutura da Polícia Civil e muito mais.

http://www.radios.com.br/aovivo/Radio-Bandeirantes-840-AM/10410

GOZOLÂNDIA – um novo Deinter em Araçatuba…( Só para dar cadeira para delegados classe especial e 1ª classes, pois a maioria das 43 cidades da região de Araçatuba continuarão sem delegados e sem policiais em geral ) 26

Enviado em 22/05/2013 as 8:37 – FALA MUITO

E digo mais: 22/05/2013 06h43 – Atualizado em 22/05/2013 08h14

Alckmin cria bônus para policial que diminuir criminalidade

Policiais terão metas de redução de crimes em sua área de trabalho. Projeto prevê bônus de até R$ 10 mil.

Do G1 São Paulo

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nessa quarta-feira (22), em entrevista ao Bom Dia São Paulo, o pagamento de bônus a policiais que conseguirem reduzir os índices de criminalidade em suas áreas de atual. O bônus será de R$ 4 mil semestrais a cada policial, mas poderá chegar a R$ 10 mil.

As metas de redução da criminalidade que os policiais deverão perseguir ainda não foram definidas. Elas serão determinadas em parceria com os institutos Sou da Paz e Falconi, através de um convênio com o governo do estado. O governador também não informou os critérios para a distribuição dos bônus.

“Vamos estabelecer as metas mais importantes para a população e, como resultado deste sistema de metas a serem atingidas por região, por tipo de delitos, é natural uma meritocracia, ou seja uma bonificação. São um conjunto de medidas, vai até a criação de uma nova seccional em Campinas, um novo Deinter em Araçatuba”, disse Alckmin sobre o pacote batizado de “São Paulo contra o crime”

Segundo ele, as metas e prazos serão públicas. “Queremos resultado para a população na ponta, que é redução dos indicadores de criminalidade. É um misto: de um lado carreira, salário, de outro, estímulo.

Alckmin anunciou ainda o aumento do efetivo da Polícia Civil e da Polícia Técnico-Científica. A Polícia Civil deverá ganhar cerca de 3 mil novos agentes. Já a Polícia Técnico-Científica terá um incremento de 62%. “Serão ao todo 4.600, praticamente, policiais a mais nas polícias civil e técnico-científica”.

O governador pretende implantar as medidas no segundo semestre deste ano com o objetivo de diminuir os índices de criminalidade.

Quando questionado quando a violência no estado termina, o governador disse que esse é um problema de nacional. “Essa é uma guerra , é uma luta 24 horas, aliás, no país inteiro”, disse Alckmin.

Ele citou a responsabilidade do governo federal sobre a questão da segurança, a quem atribuiu omissão. “Uma situação geral: tráfico de drogas, tráfico de armas, omissão do governo federal, fronteiras totalmente abertas”.

Sobre os índices de criminalidade no estado – alguns deles em alta -, Alckmin lembrou que em 2012 apenas São Paulo e Rio de Janeiro conseguiram baixas as estatísticas. Segundo ele, o número de homicídios, em alta desde julho do ano passado, cairá nos índices de vioência em abril, que serão divulgados na sexta-feira (25).

O governador anunciará oficialmente o novo pacote de segurança na manhã desta quarta, em evento no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

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Para que uma 2a. Seccional na cidade de Campinas se  há grande  déficit nos quadros policiais daquela circunscrição ?

ESTELIONATO ELEITORAL – Alguns policiais poderão ganhar – em 2014 – até R$ 666,66 por mês caso metas semestrais de redução de crimes sejam alcançadas nas respectivas unidades…Os policiais ( 10 % do quadro funcional ) melhor avaliados poderão levar a bolada de R$ 1.666, 66…Eis o pensamento geral: “ENFIA NO SEU CU! ” 99

22/05/201303h30

Policial ganhará bônus de até R$ 10 mil para reduzir crime em SP

ROGÉRIO PAGNAN DE SÃO PAULO

O governo de São Paulo vai pagar um bônus semestral de até R$ 10 mil para os policiais de todo o Estado que conseguirem reduzir os índices de criminalidade nas suas áreas.

O pagamento começará a ser feito em 2014 –a partir dos resultados medidos no segundo semestre deste ano.

A medida é parte de um pacote que será anunciado hoje pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) contra a alta de indicadores de violência.

O policial de uma unidade que cumprir todas as metas de redução de criminalidade propostas para a sua área receberá um bônus de até R$ 4.000 –independentemente do salário de cada profissional.

Esse valor poderá chegar a R$ 10 mil com uma premiação extra para 10% dos policiais mais bem avaliados, tanto da Polícia Militar como da Polícia Civil e da Científica.

Os critérios de avaliação serão anunciados nos próximos dias. Hoje, Alckmin deve anunciar a assinatura de um convênio com o Instituto Sou da Paz –que contratará uma consultoria para apresentar as metas a serem atingidas em cada região.

O que está definido é que cada área terá um índice próprio. Assim, os policiais de Higienópolis (na região central), por exemplo, terão metas diferentes dos de Taboão da Serra (na Grande SP).

Inicialmente, serão avaliados os seguintes indicadores: homicídios dolosos (com intenção), latrocínio (roubo seguido de morte), roubo em geral, furto e roubo de veículos.

Mas não está descartada a inclusão de outros –como sobre a letalidade policial.

Para Luís Sapori, ex-secretário de Segurança Pública de Minas Gerais que participou da implantação de um sistema de bônus a policiais naquele Estado, há pontos positivos e negativos na medida.

Por um lado, diz, trata-se da criação de um incentivo que costuma dar bons resultados na iniciativa privada. Mas ele ressalva que a premiação por grupos pode criar rivalidade entre os policiais.

“Isso pode criar um competitividade muito perniciosa e evitar até a cooperação, troca de informações”, afirmou.

“O risco é a manipulação de estatísticas para atingir as metas”, disse ele, defensor de um bônus para a polícia inteira –como ocorreu em Minas.

“É extremamente positivo que se comece essa cultura [de avaliação]. Precisa ter uma auditoria permanente dos dados para que homicídio não vire encontro de cadáver”, disse o sociólogo Cláudio Beato.

O governo diz que haverá um acompanhamento externo permanente dos dados.

A presidente da Associação dos Delegados de São Paulo, Marilda Pinheiro, questiona a iniciativa.

“Vão premiar o policial para cumprir sua obrigação. Acho um absurdo. Não trabalhamos por produção”, diz.

Ela também afirma temer pela maquiagem de estatísticas e defende reajuste dos salários, em vez de bônus.

CARGOS

Além do bônus, o governo deverá anunciar a criação de 4.600 novos cargos para a Polícia Civil –dos quais 1.800 serão para a Científica.

A polícia também fará uma reformulação de órgãos responsáveis por investigações.

O Estado e a capital paulista registraram elevação dos homicídios durante oito meses consecutivos. Alckmin disse que os indicadores de abril (que ainda serão divulgados) apontarão queda.

Editoria de arte/Folhapress


Tá na cara mais uma puta fraude desse governo!

E obviamente  os 10% melhor avaliados serão delegados, oficiais e peritos.

Major Olímpio para governador 47

Enviado em 21/05/2013 as 16:52 – Investigador do interior

PDT lança Major Olímpio ao governo de SP

Fonte: IG

             Em meio à negociação de alianças para a eleição do ano que vem, o PDT decidiu anunciar o deputado estadual Major Olímpio como candidato ao governo do Estado. Os pedetistas investem justamente colocar na mesa o tema da segurança pública, assunto incômodo no Palácio dos Bandeirantes, no momento em que o governador corre para fechar acordos para disputar a reeleição.              Em seu segundo mandato, Olímpio chegou a ser cotado para ser vice do ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT), na última eleição. Oficialmente, a ideia de colocar o nome do deputado na relação de candidatos saiu de reunião ocorrida ontem, entre o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, que preside a legenda no Estado. “Para a minha surpresa, Paulinho e Lupi lançaram a minha candidatura porque há uma expectativa de crescimento do partido ao ponto de termos candidatura própria, mas isso não quer dizer que estamos rompendo alianças”, afirmou o major referindo-se ao fato do PDT ter ocupar a Secretaria Estadual de Emprego e Relações do Trabalho e Alckmin ser pré-candidato tucano à reeleição.              O anúncio ocorre após Dilma ter reabilitado Lupi, ao assegurar ao presidente do PDT e ex-ministro a indicação do ministro do Trabalho, Manoel Dias. Em São Paulo, entretanto, o partido segue integrando o governo Alckmin.

Será que ele teria o apoio dos policiais do Estado?

Despacho do Secretário, de 20-5-2013 , que regulamenta a Resolução SSP 05, de 30-01-2013. 13

Resolução diz que PM pode socorrer vítimas graves se resgate demorar

Gil Alessi Do UOL, em São Paulo

21/05/201308h52

Os policiais militares do Estado de São paulo estão novamente autorizados a socorrer vítimas graves, desde que o resgate especializado não esteja disponível ou o tempo de resposta previsto pelos bombeiros ou SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Emergência) não for adequado à situação. A decisão da Secretaria de Segurança Pública foi publicada nesta terça-feira (21), no Diário Oficial do Estado.

A regulamentação anterior, publicada em janeiro deste ano, não previa casos em que a PM poderia socorrer as vítimas e provocou confusão na tropa. Em alguns episódios, os policiais foram acusados de omissão, como no caso do jovem baleado próximo à PUC (Pontifícia Universidade Católica), no dia 14, que esperou 18 minutos pelo resgate especializado.

A nova resolução prevê o socorro em casos específicos desde que o Copom (Centro de Operações de Polícia Militar) autorize a intervenção. Caso a vítima apresente sinais de morte evidente, a medida diz que “o corpo não deve ser removido”.

O policial também está autorizado, desde que se sinta habilitado, a prestar primeiros socorros à vítima, se isso não prejudicar o trabalho do resgate.

Familiares ou amigos da vítima não devem ser impedidos de prestar socorro, desde que já o estejam fazendo quando a PM chegar ao local.

Cena do crime

Também foram detalhadas na resolução as medidas necessárias para a preservação da cena do crime, como o isolamento da área com uma fita (ou barbante, em último caso) e a proibição do acesso de parentes e amigos da vítima no perímetro determinado.

Queda dos homicídios

O secretário de Segurança Pública do Estado, Fernando Grella Vieira, afirmou na semana passada que a queda de 4% dos homicídios  em abril era uma consequência da resolução, que segundo ele “preservando o local para perícia, você aumenta o número de casos esclarecidos. Aumentando o número de casos esclarecidos, há um efeito pedagógico, que faz crescer a punição efetiva”.

Diversos especialistas disseram que a justificativa do secretário era ‘improvável’, uma vez que não foi acompanhada por nenhum dado referente à resolução de crimes. .

Eduardo Anizelli/Folhapress

Veja os principais pontos da nova resolução

4.1. O policial militar deverá proceder ao transporte imediato da vítima para pronto socorro ou unidade hospitalar, sempre que:

4.1.1. não existir na localidade Unidade de Resgate, SAMU ou outro serviço de emergência;

4.1.2. autorizado pelo COPOM/CAD, quando o tempo previsto de resposta da Unidade de Resgate, SAMU ou serviço de emergência, não for adequado para a situação.

5. Informar ao COPOM o número de feridos para o encaminhamento.

6. Se houver sinais de morte evidente, não remover o corpo de local e providenciar o acionamento da perícia e das autoridades competentes, via COPOM/CAD.

9. Isolar o local de crime (de preferência utilizando fita apropriada), cuidando para que não ocorram, salvo nos casos previstos em lei, modificações por sua própria iniciativa ou por terceiros, impedindo o acesso ou permanência de qualquer pessoa, mesmo familiar da vítima ou de outros policiais que não façam parte da equipe especializada, exceto o delegado do Distrito Policial e ou da Divisão de Homicídio do DHPP, peritos do Instituto de Criminalística e ou Instituto Médico-Legal.

10. Para sair da cena de crime, adotar o mesmo trajeto da entrada, observando onde pisa.

11. Preservar a área imediata e, se possível, também a área mediata, não lhe alterando a forma em nenhuma hipótese, salvo quando absolutamente necessário para preservar outras provas, para tanto o policial militar deverá:

11.1. não tentar localizar objetos (do crime ou ilícitos) na cena do crime;

11.2. em nenhuma hipótese, mexer em qualquer objeto que componha a cena de crime: não revirar os bolsos das veste do cadáver, não recolher pertences, não mexer nos instrumentos do crime, principalmente armas; não tocar no cadáver, principalmente movê-lo de sua posição original; não tocar nos objetos que estão sob guarda, não fumar, não beber e nem comer no local, não utilizar telefone nem sanitário da cena de crime, ou qualquer objeto existente no local de crime;

1. Se houver dúvidas quanto ao estado de saúde da vítima, providenciar seu socorro por meio do SAMU, serviço local de emergência ou Unidade de Resgate (UR), inclusive, se necessá- rio, acionar o Corpo de Bombeiros para que providencie o envio de outros recursos destinados ao atendimento do(s) ferido(s):

1.1. sem prejuízo da providência acima, será permitido ao policial ou a terceiro que se sinta habilitado aplicar primeiros socorros a vitima.

2. Se ao chegar ao local, a vítima localizada estiver sendo socorrida por familiares ou terceiros, os policiais militares deverão:

2.1. permitir o socorro por familiares e/ou terceiros e escoltar o veículo que realizará o transporte da vítima.

Despacho do Secretário, de 20-5-2013

Protocolo 1078/2013

Assunto: POP 2.05.01, que regulamenta a Resolução SSP

05, de 30-01-2013.

Polícia Militar do Estado de São Paulo

Pop: 2.05.01

Estabelecido Em: Ação do Policial Militar para Preservar o

Local de Crime

Revisado Em: 16-05-2013

Nº Da Revisão: 6

Autoridade Responsável: Chefe do Estado-Maior PM.

Nível de Padronização: Geral

Atividades Críticas

1. Isolar e preservar o local de crime.

2. Evitar que pessoas não autorizadas entrem ou permaneçam

no local de crime.

3. Registro das pessoas que realizaram o levantamento do

local de crime e daqueles que ficaram responsáveis pelas coisas,

objetos do crime (cadáver, armas, instrumentos, veículos, etc.).

SEQÜÊNCIA DE AÇÕES

1. Verificar se há necessidade de apoio para aproximar-se

do local de crime.

2. Aproximar-se do local de crime com cautela, sem que seja

alterado seu estado e disposição do corpo de delito.

3. Contatar o solicitante e buscar informações que possam

contribuir para o esclarecimento dos fatos.

4. Identificar se há vítimas feridas e providenciar, por meio

do acionamento imediato do SAMU, serviço local de emergência

ou Unidade de Resgate (UR) do Corpo de Bombeiros, o pronto e

imediato socorro das vítimas;

4.1. O policial militar deverá proceder ao transporte imediato

da vítima para pronto socorro ou unidade hospitalar,

sempre que:

4.1.1. não existir na localidade Unidade de Resgate, SAMU

ou outro serviço de emergência;

4.1.2. autorizado pelo COPOM/CAD, quando o tempo previsto

de resposta da Unidade de Resgate, SAMU ou serviço de

emergência, não for adequado para a situação.

5. Informar ao COPOM o número de feridos para o encaminhamento.

6. Se houver sinais de morte evidente, não remover o corpo

de local e providenciar o acionamento da perícia e das autoridades

competentes, via COPOM/CAD..

7. Avaliar o local em que o corpo de delito se encontra e

dimensionar as proporções do campo pericial que deverá ser

preservado.

8. Transmitir ao COPOM/CAD as informações necessárias

para que seja providenciado o acionamento da perícia e das

autoridades competentes.

9. Isolar o local de crime (de preferência utilizando fita

apropriada), cuidando para que não ocorram, salvo nos casos

previstos em lei, modificações por sua própria iniciativa ou

por terceiros, impedindo o acesso ou permanência de qualquer

pessoa, mesmo familiar da vítima ou de outros policiais que

não façam parte da equipe especializada, exceto o delegado do

Distrito Policial e ou da Divisão de Homicídio do DHPP, peritos do

Instituto de Criminalística e ou Instituto Médico-Legal.

10. Para sair da cena de crime, adotar o mesmo trajeto da

entrada, observando onde pisa.

11. Preservar a área imediata e, se possível, também a área

mediata, não lhe alterando a forma em nenhuma hipótese, salvo

quando absolutamente necessário para preservar outras provas,

para tanto o policial militar deverá:

11.1. não tentar localizar objetos (do crime ou ilícitos) na

cena do crime;

11.2. em nenhuma hipótese, mexer em qualquer objeto que

componha a cena de crime: não revirar os bolsos das veste do

cadáver, não recolher pertences, não mexer nos instrumentos do

crime, principalmente armas; não tocar no cadáver, principalmente

movê-lo de sua posição original; não tocar nos objetos

que estão sob guarda, não fumar, não beber e nem comer no

local, não utilizar telefone nem sanitário da cena de crime, ou

qualquer objeto existente no local de crime;

11.3. manter portas, janelas, mobiliário, eletrodomésticos,

utensílios, tais como foram encontrados, não abrindo ou fechando,

ligando ou desligando, salvo o estritamente necessário para

conter risco eventualmente existente.

12. Verificar se há testemunhas que possam ajudar na

elucidação dos fatos e qualificá-las.

13. Permanecer no local até a chegada da perícia ou da

autoridade competente.

14. Passar todos os dados do local de crime para as autoridades

competentes que comparecerem no local.

15. Aguardar a conclusão dos trabalhos da Polícia Técnico-

Científica (IC, IML), e a liberação do local por parte da autoridade

competente.

16. Registrar as pessoas que realizaram a perícia do local

de crime e aqueles que ficaram com a responsabilidade pelas

coisas, ou objetos relacionados ao crime (cadáver, armas,

objetos, etc.).

17. Informar ao COPOM/CAD que o local foi liberado.

18. Relacionar corretamente os objetos envolvidos na preservação

do campo pericial.

19. Providenciar o registro no respectivo Distrito Policial.

20. Elaborar o BOPM e registro no RSO.

RESULTADOS ESPERADOS

1. Isolamento correto do local, sem tocar ou alterar o estado

das coisas e disposição do corpo de delito.

2. Preservação do local até a chegada da perícia ou das

autoridades competentes.

AÇÕES CORRETIVAS

1. Se houver dúvidas quanto ao estado de saúde da vítima,

providenciar seu socorro por meio do SAMU, serviço local de

emergência ou Unidade de Resgate (UR), inclusive, se necessário,

acionar o Corpo de Bombeiros para que providencie o envio

de outros recursos destinados ao atendimento do(s) ferido(s):

1.1. sem prejuízo da providência acima, será permitido ao

policial ou a terceiro que se sinta habilitado aplicar primeiros

socorros a vitima.

2. Se ao chegar ao local, a vítima localizada estiver sendo

socorrida por familiares ou terceiros, os policiais militares

deverão:

2.1. permitir o socorro por familiares e/ou terceiros e escoltar

o veículo que realizará o transporte da vítima;

2.2. verificar qual o destino que a vítima será encaminhada;

2.3. arrolar os nomes das pessoas que estão socorrendo;

2.4. informar o COPOM/CAD que o socorro está sendo

realizado por familiares ou terceiros;

2.5. solicitar que outra equipe policial realize as atividades

de preservação do local de crime, conforme descrito neste POP.

3. Se houver necessidade de deslocamento de viatura para

uma diligência, condução ao Distrito Policial ou outra missão

ligada ao evento delituoso, o local de crime deverá ser guarnecido

por outra equipe policial.

4. Caso não tenha fita para isolar o local, utilizar outros

meios (corda, barbante, etc.).

5. Se o local for de difícil acesso, acionar o Corpo de

Bombeiros.

6. Se o policial militar perceber que no local de crime há

duas ou mais áreas interligadas, providenciar seu isolamento,

considerando como mesmo local de crime.

7. Se houver a suspeita da prática de crime militar, além

das providências elencadas neste POP, deverá comunicar imediatamente

o Comando de Força Patrulha, para que sejam

acionados o Plantão de Polícia Judiciária Militar (PPJM) e a

Corregedoria PM.

8. Se a preservação do local envolver vias de trânsito,

sinalizar o local para evitar novos acidentes e acionar eventuais

órgãos de apoio que sejam necessários, como equipes de trânsito,

Bombeiros, guincho, etc.

9. Se por motivos de força maior (intempéries, socorro imediato,

perigo de novos acidentes, etc) o policial observar que a

perícia poderá ser prejudicada, adotar as ações necessárias para

proteger o corpo de delito e informar a perícia e Delegado de

Polícia a alteração do local.

10. Se houver necessidade de rendição da equipe, transmitir

ao sucessor as informações necessárias, para que haja continuidade

a preservação do local.

11. Se o local já tiver sido violado, cientificar os responsáveis

pela perícia e ou autoridade competente, constando o

fato em BOPM.

12. Se houver pedido de informação por parte de órgãos

da mídia, o policial militar de maior grau hierárquico, responsável

pelo gerenciamento dos trabalhos, poderá fornecer dados

básicos do fato (são considerados dados básicos: a natureza

da ocorrência, quantidade de vítimas, detidos e de materiais

apreendidos).

13. As causas, circunstâncias, efeitos, consequências ou

detalhes de qualquer natureza relativos a fato no qual houve ou

deve haver a interveniência da Polícia Militar deverá ser objeto

de pedido de informação, o qual deve ser dirigido ao Centro de

Comunicação Social (CComSoc) da Polícia Militar do Estado de

São Paulo.

14. Se houver pessoas exaltadas, procurar entender os

sentimentos dos parentes, amigos ou conhecidos da(s) vítima(s),

sem, contudo deixá-las prejudicar o campo pericial.

POSSIBILIDADES DE ERRO

1. Alterar a posição da(s) pessoa(s), (cadáver) ou objeto(s),

sem necessidade.

2. Revistar os bolsos das vestes da vítima.

3. Deixar resíduos pessoais durante e após a preservação,

como: papéis de bala, cigarro, etc.

4. Mexer nos instrumentos e ou objetos do crime (armas

principalmente)

5. Não proteger o local de crime de intempéries.

6. Deixar parentes ou outras pessoas entrarem no local

de crime.

7. Não isolar corretamente o local de crime.

8. Não solicitar apoio quando necessário.

9. Considerar morte da vítima a ausência de pulso ou

respiração.

10. Não realizar registro ou fazê-lo de forma irregular.

11. Não registrar os apoios e quem ficou responsável por

coisas, objetos do crime.

ESCLARECIMENTO

1. Local de crime: é todo sítio onde tenha ocorrido uma

infração penal que necessite de providência da Polícia Técnico

Cientifica, na busca de vestígios produzidos ou deixados durante

a prática do delito, indispensável à persecução penal.

2. Local de crime interno: é todo sítio que abrange ambiente

fechado.

3. Local de crime externo: é todo sítio não coberto.

4. Área Mediata: local de crime que cobre as adjacências ou

cercanias de onde ocorreu o evento.

5. Área Imediata: local de crime em que ocorreu o evento.

6. Morte Evidente: Decapitação, rigidez cadavérica, estado

de putrefação, carbonização, seccionamento do tronco, e etc.

7. Autoridades competentes: Delegado do Distrito Policial

e ou da Divisão de Homicídio do DHPP, peritos do Instituto de

Criminalística e ou Instituto Médico-Legal, responsáveis pela

equipe de socorro especializado.

Polícia Militar do PSDB confessa ‘corpo mole’ na segurança pública em evento da Prefeitura do PT. 24

Enviado em 21/05/2013 as 3:00 – SABUJO

PM do PSDB confessa ‘corpo mole’ na segurança pública em evento da Prefeitura do PT.

Ao iG, PMs admitiram que fizeram vistas grossas durante o evento após suposto atraso nos salários de policiais que participam da Operação Delegada.

Wanderley Preite Sobrinho e Ricardo Galhardo – iG São Paulo | 20/05/2013 19:15:07 – Atualizada às 20/05/2013.

Depois de um dia de reuniões para tratar do recorde de violência na edição deste ano da Virada Cultural, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) adotou a postura de despolitizar o assunto ao negar que tenha partido do comando da Polícia Militar – subordinada ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) – a ordem para que os policiais fizessem vistas grossas aos assaltos e arrastões, que deixaram pelo menos dois mortos no último fim de semana. No entanto, à reportagem, soldados da PM admitiram que cruzaram os braços durante o evento em retaliação à prefeitura, que estaria atrasando os salários de quem participa da Operação Delegada, uma parceria com o governo do Estado em que o município contrata os serviços de oficiais em dia de folga. Já em nota oficial, a PM negou os atrasos.

Haddad iniciou a entrevista coletiva na sede da prefeitura isentando o comando da PM pelo suposto boicote policial. De acordo com o prefeito, o aumento das ocorrências foi notado a partir das 2h30 de sábado (18). Ao conversar com a cúpula militar, ele teria recebido a garantia de que qualquer denúncia contra a polícia seria averiguada.

Leia também: Para Alckmin, é preciso escolher melhor locais da Virada

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“Do ponto de vista da programação cultural, a Virada foi um sucesso”, disse ele ao lembrar que, embora confie no comando da PM, “é uma obrigação dar respostas a essas informações [de corpo mole] que estão sendo recebidas”.

O petista só mostrou irritação quando questionado sobre uma declaração de Alckmin, para quem é preciso escolher melhor os locais da Virada nos próximos anos . “Mas são os mesmos lugares [dos outros anos], não? O que isso tem de errado?”, perguntou Haddad. “Quem fez o planejamento da segurança foi a PM. Em nenhum momento isso foi colocado como obstáculo. Foi tudo feito de comum acordo. Nada foi decidido só pela prefeitura.”

Vista grossa

A reportagem conversou com policiais militares, que, sob condição de anonimato, admitiram ter cruzado os braços diante da violência na Virada Cultural. A decisão foi uma retaliação à prefeitura, que estaria atrasando os salários de quem participa da Operação Delegada pelo quarto mês seguido. “A prefeitura não paga em dia, e o Estado, para manter a boa convivência, não fiscaliza o pagamento.”

Em nota oficial, no entanto, a PM negou os atrasos e disse que “a Prefeitura de São Paulo vem cumprindo com as suas obrigações quanto ao pagamento da atividade delegada voltada ao comércio irregular de ambulantes”.

Haddad também não teria cumprido, segundo policiais ouvidos pela reportagem, a promessa eleitoral de ampliar o programa, considerado o “bico oficial” dos soldados. O prefeito teria apenas realocado alguns homens para trabalhar no período noturno em áreas de preservação ambiental e em comunidades que organizam bailes funk. O prefeito respondeu à questão lembrando que esse tipo de serviço é voluntário e que sobram vagas para trabalhar em três regiões da zona sul: Capela do Socorro, M’Boi Mirim e Jardim Ângela.

A prefeitura também negou qualquer atraso de pagamento. O que está ocorrendo, afirmou Haddad, é uma mudança no repasse. Antes, pagava-se o policial adiantado com base em uma estimativa de trabalho. Agora, o dinheiro só deixa o cofre municipal depois da análise de uma planilha com as informações de quem efetivamente trabalhou.

Ocorrências

Moradora de um prédio no viaduto Santa Ifigênia, a publicitária Vivi Cristina Dias (29) tomou o primeiro susto ainda em casa, às 3h do sábado, ao avistar da janela um assalto a “poucos metros de dois policiais parados no meio da multidão”. Em outro momento, um grupo de crianças na Ladeira da Memória “armava um arrastão, mas lá não havia policiamento nenhum”. “A Virada é um evento que reúne pessoas de classes e gostos diferentes, além de mostrar a beleza do centro. Essas ocorrências são ruins porque reforçam o estigma de cidade perigosa.”

O artista multimídia Uala Vandeik (29) correu de “cinco arrastões”. “Os policias nas guaritas não faziam nada. Era uma terra de selvagens. Durante uma briga, precisei ficar 20 minutos dentro de um bar. Os donos fizeram um cordão humano para evitar que a confusão invadisse o lugar. Depois disso eu fui para casa e não voltei no outro dia. Essa virada foi uma furada.”

Já a fotógrafa Tatiana Abitante (25) passou por um sufoco por volta das 4h30 de sábado na Praça da República, onde “um grupo de moleques girava na direção dos outros um pedaço de madeira com pregos na ponta. Isso tudo a sete metros de uma base policial”, lembra. “No cruzamento das avenidas Ipiranga e São João, seis PMs assistiam a um grupo de homens atirarem garrafas contra as pessoas na rua.”

A estudante Niami Correia (22) deixava um restaurante no Largo do Arouche quando entregou uma pizza inteira a um morador de rua. “Nesse momento, vi uns 40 meninos correndo, gritando e empurrando as pessoas. Dez deles seguravam um menino enquanto pegavam tudo que estava no bolso dele. Até a pizza que dei para o senhor eles levaram. Só deixaram um pedaço.”

Niami também assistiu à venda de drogas. “Vendiam como se fosse banana. Gritando ‘olha o lança, balinha, ácido aqui’. “Fico me questionando se vou ter coragem de ir na próxima Virada. Dessa vez eu tive sorte, mas e na próxima?”

Segundo dados divulgados pela Prefeitura, foram registrados 12 arrastões, duas mortes, quatro feridos por arma de fogo e outros seis por armas brancas.

http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-05-20/prefeitura-de-sao-paulo-tenta-despolitizar-violencia-na-virada-cultural.html