Major deputado convoca PM para “fechar a frente do Palácio dos Bandeirantes”…( Na PM só tem frouxo , certamente só aparecerão alguns velhinhos, mulheres e crianças ) 109

Enviado em 26/09/2013 as 17:53 – Alonso

GUERRA, ESTOU LENDO CERTO, VAI INVADIR A SEDE DO GOVERNO???

O deputado estadual major Olímpio Gomes (PDT) afirmou nesta quinta-feira (26) que vai “pôr a tropa da ativa na rua” e “fechar a frente do Palácio dos Bandeirantes”.

Olímpio foi um dos líderes da manifestação dos policiais civis – da qual também participaram militares aposentados –em 2008. Ela terminou em confronto na frente da sede do governo paulista com os PMs que defendiam a sede do governo paulista. “Desta vez vai ser bem pior, pois não vai haver Tropa de Choque para defender o governo”, ameaçou o deputado.

Olímpio está cada vez mais próximo do vereador e também coronel da PM, Paulo Telhada (PSDB). Em seu Facebook, Telhada disse que o governador Geraldo Alckmin trata os PMs como “filhos bastardos”. A reação dos dois ocorre um dia depois de o governo do Estado anunciar a decisão de aumentar os salários dos policiais civis.

Conhecido pelo tom incendiário de seus discursos, Olímpio afirmou que a marcha ao Palácio vai ocorrer na próxima semana. Ele disse ainda que vai começar a prepará-la nesta quinta, às 16h, quando organizará protestos em frente à sede da Tropa de Choque, no centro, e do quartel do Comando Geral, na Praça Coronel Fernando Prestes, também no centro de São Paulo.

“Não somos contrários ao que foi concedido aos delegados e investigadores. Mas o governo decidiu promover essa guerra ao não conceder nada aos policiais militares, à Polícia Científica e às 12 carreiras da Polícia Civil”, afirmou o deputado.

Olímpio votou a favor da emenda que tornou os delegados uma carreira jurídica em 2012. Foi essa lei que, segundo o governo do Estado, criou agora a obrigação de se reajustar os salários dos delegados. “Mas também votei pelo reconhecimento do curso superior para os soldados”, disse.

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2013/09/26/major-deputado-convoca-greve-da-pm-em-sp.htm

Os índices criminais só diminuirão com a operação “feijão com arroz” da PM…A PM não matará, não assaltará “suspeitos” , não assaltará caixas eletrônicos, etc…Nada mudará para a população! 59

Coronéis ordenam ‘feijão com arroz’ no policiamento

26 de setembro de 2013 | 2h 12
Bruno Paes Manso e Marcelo Godoy – O Estado de S.Paulo

A ideia é fazer “feijão com arroz” durante o cotidiano policial, disseram coronéis que participaram nessa quarta-feira, 25, da reunião no Comando-Geral. O descontentamento contra a decisão do governo de anunciar medidas que beneficiam a Polícia Civil causou enorme estrago nos ânimos da corporação. A presença do comandante-geral, Benedito Roberto Meira, no evento em que ocorreu o anúncio provocou críticas pesadas dos oficiais. Meira havia marcado a reunião para as 14h de ontem. Remarcou e apareceu às 16h.

A presença dele ao lado de Geraldo Alckmin (PSDB) foi vista como apego ao cargo. O contraponto citado foi o do coronel Claudionor Lisboa, que foi comandante-geral no governo Mário Covas. No período em que a PM era criticada pelo então secretário José Afonso da Silva, Lisboa rebatia abertamente o secretário.

Entre as frases mencionadas pelos coronéis, eles disseram que dois PMs morreram em serviço nos últimos dez dias. A ironia, segundo eles, é que o prêmio acabou sendo o aumento da Polícia Civil. Alguns explicaram que o estrago já havia sido feito e que não era necessário decretar a “greve branca”. A corporação, quando desanimada, diminui naturalmente o ritmo.

MAIS UMA DOS CORRUPTOS ENRUSTIDOS – Oficiais da PM querem outro ex-PM na titularidade da Secretaria de Segurança…Querem a volta do banditismo das gestões Ferreira Pinto e Marzagão…E querem de volta as propinas do KASSAB! 27

Tensão motivou o cancelamento de reuniões conjuntas

25 de setembro de 2013 | 2h 05
Bruno Paes Manso e Marcelo Godoy – O Estado de S.Paulo

A crise entre os oficiais da PM e a Secretaria da Segurança começou há três meses. Coronéis, tenentes-coronéis e até capitães já aderiram ao movimento. Eles estão conversando com a tropa, explicando o que chamam de “preconceito” do secretário de Segurança, Fernando Grella Vieira, contra a PM. Também falam das ideias do movimento. O Estado procurou Grella, que não quis se manifestar. À noite, ele foi ao Palácio dos Bandeirantes. Ao mesmo tempo, oficiais procuram interlocutores no governo para bombardear os planos do secretário.

A tensão entre PMs e policiais civis fez com que reuniões conjuntas de análises criminais fossem canceladas. Mas a tensão ainda não se reflete no policiamento cotidiano. Os oficiais ouvidos pelo Estado disseram que ainda acreditam na solução política do governador Geraldo Alckmin. Eles buscaram também o apoio de ex-secretários de Segurança Pública, como Antonio Ferreira Pinto – hoje assessor do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, pré-candidato do PMDB às eleições para o governo em 2014.

Os oficiais obtiveram o apoio de todos os ex-comandantes-gerais. Eles se reuniram na Câmara paulistana – incluindo o coronel Alvaro Camilo, vereador pelo PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab, outro pré-candidato ao governo.

Para segurar o possível descontentamento da tropa, o governo aposta no pagamento de bônus de produtividade para a redução de criminalidade e em um projeto que prevê 50 mil promoções para a base da PM.

Em nota, o presidente da Associação dos Oficiais, coronel Salvador Pettinato Neto, criticou o projeto. “Ressuscitar propostas populistas que só serviram para alavancar projetos pessoais, de quem se serviu do cargo para almejar carreira solo política, como promoções em massa e a transformação de vagas entre diferentes postos e graduações, em nada adianta no momento senão para confundir a cabeça dos políticos e dar ao governo munição para conceder algumas delas em ‘compensação’ pela perda de isonomia.”

Para a presidente da Associação dos Delegados, Marilda Pansonato, nunca houve isonomia. “Os salários dos oficiais são imensamente maiores. Queremos salários dignos. Hoje São Paulo paga o pior salário do País aos delegados.”

A PM não é bastarda, é F ( erreira ) P ( into )…Policial militar não pode fazer greve ?…Ora, também não pode assaltar banco e fazer segurança de quadrilha , não pode matar , não pode abusar do poder e lesionar pessoas…Tudo que não pode a PM faz , menos greve !…Cambada de bipolar: fardado é machão ; paisano é cuzão ! 97

Vereador tucano, coronel Telhada diz que governo trata PMs como bastardos

Crise entre governo e PM foi deflagrada pela decisão de Geraldo Alckmin de conceder aumento salarial diferenciado para delegados, investigadores e escrivães

26 de setembro de 2013 | 11h 18
Marcelo Godoy – O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Vereador do PSDB e principal representante da bancada da segurança do partido, o coronel Paulo Adriano Telhada afirmou nesta quinta-feira, 26, que o governo de Geraldo Alckmin não foi leal com a Polícia Militar e tratou seus integrantes como “filhos bastardos”. “Fico pensando como seria um dia de greve da Polícia Militar no Estado todo. Será que só dessa maneira, golpeando o governo e fazendo a população sofrer, é que se consegue o reconhecimento devido?”, questionou o tucano.

As declarações de Telhada estão em seu perfil no Facebook. Elas dão a dimensão da crise entre o governo e a PM deflagrada pela decisão de Geraldo Alckmin de conceder aumento salarial diferenciado para delegados, investigadores e escrivães. Na quarta-feira, 25, o governador anunciou o fim da equiparação salarial entre as Polícias Civil e a Militar. Os delegados devem ter 10,5% de reajuste neste ano e mais 15% no próximo, fazendo com que o menor salário deles suba de R$ 7,5 mil para R$ 10 mil. Para as outras carreiras da Polícia Civil, os reajustes devem chegar a até 27%. Para a PM, nada foi anunciado. Só a promessa de estudar compensações. A decisão causou revolta entre oficiais da PM. Telhada disse se sentir como um “palhaço”.

Em silêncio até então, Telhada, que teve 89 mil votos e foi o segundo vereador mais votado do partido, resolveu desabafar. O tucano só não disse se vai deixar o partido – ele pretende se candidatar a deputado estadual em 2014 e havia estado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, no fim de semana, quando havia sido convencido a ficar no partido. “Aqui fica minha indignação pela maneira equivocada e desvalorizada com que o governo de São Paulo tem tratado a Polícia Militar”, disse ele em seu perfil, seguido por 136 mil pessoas.

Os invejosos continuam fazendo críticas despeitadas ao benefício que será concedido aos delegados 44

Oficiais da PM criticam reajuste a delegados

Medida, antecipada pelo ‘Estado’, foi anunciada oficialmente nesta quarta-feira por Alckmin; em reunião, militares rechaçaram propostas do governo estadual

25 de setembro de 2013 | 23h 06
Bruno Paes Manso e Marcelo Godoy

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou nesta quarta-feira, 25, que vai apresentar dois projetos de lei na Assembleia Legislativa estabelecendo reajustes salariais para delegados, escrivães e investigadores. A medida foi antecipada pelo Estado, que revelou também a crise que a medida provocou entre os oficiais da Polícia Militar. O descontentamento se intensificou depois do anúncio.

O reajuste, segundo o governador, foi para atender à legislação que definiu a carreira de delegado como jurídica, equiparando aos vencimentos do Ministério Público. Na prática, os delegados passam a receber aumento salarial de 10,5% neste ano e de 15% no ano que vem. Assim, o delegado de 3.ª classe, que recebia inicialmente R$ 7.547, passa a receber no ano que vem R$ 10.073.

Os investigadores e escrivães também vão receber aumento. Essa mudança, segundo o governo do Estado, é exigida pela lei que estabeleceu o nível universitário dessas carreiras. Os escrivães e investigadores passam, portando, a receber ajustes de 8,5% a 18,5% neste ano e de 15% a 25,7% no ano que vem.

Alckmin disse não acreditar que o descontentamento da PM por causa do aumento aos civis possam afetar a produtividade no dia a dia. Ele nega que tenha havido quebra na paridade entre as duas carreiras. “Questões específicas, não gerais, têm de ser analisadas separadamente. Isso é normal. Não houve fim da paridade.”

O governador deu o exemplo do aumento salarial de 7% anunciado para as duas polícias na semana passada como mostra da política de paridade. Alckmin lembrou que a carreira da PM também tem benefícios que não existem entre os delegados. Ele citou como exemplo o benefício do “posto imediato”, que garante promoção ao oficial que se aposenta para receber maiores vencimentos. “Tenente se aposenta como capitão, capitão como major, Major como tenente-coronel, que se aposenta como coronel. Como coronel não pode ser promovido, ganha aumento de 20%.”

Quinze dias. Apesar de afirmar que não acredita na reação dos militares diante da concessão de benefícios aos policiais civis, durante o anúncio, o governo afirmou que em 15 dias pretende apresentar benefícios para a carreira dos PMs.

Nesta quarta houve uma reunião no Comando-Geral, com a presença do conselho dos coronéis. Algumas propostas foram discutidas pelo governo estadual. Todas acabaram sendo rechaçadas pelos presentes.

Uma delas propunha equipara a carreira dos oficiais ao dos delegados. Capitães seriam equiparados a delegados de 3.ª classe. Major, ao de 2.ª classe, tenente-coronel ao de 1.ª e classe especial a coronel. Tenente, portanto, ficaria sem ajustes. O posto de sargento seria equiparados a escrivães e investigadores. Soldados e cabos também não receberiam ajustes. Segundo um dos presentes, todos concordaram que ou aumenta de todos, ou de ninguém.

Ainda foi proposto ressuscitar a pensão para filhas solteiras de oficiais, transformar licença-prêmio em dinheiro e fazer promoções em massa na carreira militar. As propostas foram duramente criticadas após a reunião.

Nota dos despeitados sobre o nosso reajuste: A mesma oferta foi apresentada para oficiais e sargentos, mas o comando não aceitou 136

O Governo do estado de São Paulo anunciou hoje o envio de dois projetos de lei reconhecendo e valorizando os delegados de policia, os investigadores de polícia e os escrivães. Para os delegados foi proposta uma gratificação pela desempenho de carreira jurídica e para os escrivães e investigadores uma gratificação pelo nível universitário.
A mesma oferta foi apresentada para a Polícia Militar mas, como somente beneficiaria oficiais e sargentos, o Comando da Instituição entendeu que não deveria aceitar. Diante disso o Governo estabeleceu um prazo de 15 dias para a estudo de propostas que serão analisadas pela Secretaria do Planejamento e pela Casa Civil.
O Comando da Instituição buscará uma solução que reconheça o trabalho de todos os seus integrantes, do SOLDADO ao CORONEL.
A Polícia Militar, como instituição legalista, reforça o seu compromisso com a defesa da democracia, do poder constituído e da sociedade.

Conte com o Comando.

Polícia Civil desprestigiada ainda mais pelo Governo – Geraldo Alckmin tem medo dos meganhas 46

Enviado em 25/09/2013 as 22:39 – … então eu sou o Bozo!

Polícia Civil desprestigiada ainda mais pelo Governo.

Pelo NU lutamos longos anos para conseguir tal exigência para ingresso e luta maior ainda de pelo menos 05 (CINCO) anos para a consequente valorização, ou melhor, pseudovalorização em que o desgoverno pretende equiparar aos salários de carreiras administrativas de nivel universitário.
Pela CJ a ADEPESP E SINDESP que digam o suor derramado para correr atrás de apoio e enfim obter a sonhada Emenda à nossa Constituição.

Agora em menos de 02 (DOIS) MESES o desgoverno sede pela pressão vem com esse anúncio para a PM, a respeito de melhoria salarial apartada:
Segundo Alckmin, nos próximos dias a Secretaria de Segurança e o Comando da Polícia Militar CONCLUEM estudo sobre questões que envolvem especificamente os servidores da PM.

Não que o aumento deles também não seja necessário, mas pela forma como aconteceu dá para pereber quem manda de verdade.

Sobre o nome Polícia Militar, eles vão acabar sim com o militarismo “para bom inglês ver” e a sociedade acalmar, então vão voltar a ser Força Pública (existe projeto de Lei a respeito), claro que com as mesmas regalias e patentes do militarismo.

aquimandaapm

AINDA É CEDO PARA COMEMORAR – Os inimigos dos policiais civis continuam mobilizados para destruição de todas as aspirações da Polícia Civil…A COBIÇA, O DESPEITO , A INVEJA e O ÓDIO ESTÃO DE PRONTIDÃO 73

ADPESP – Novos Projetos de Lei concedem aumento aos Policiais Civis

Governo do Estado anunciou nesta quarta-feira (25) dois novos Projetos de Lei que concedem aumento aos Policiais Civis, confira na integra a notícia divulgada no Portal do Governo:

Bonificações de até 25,7% se estendem para profissionais da ativa, inativos e pensionistas

O Governo do Estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira, 25, dois projetos de lei que preveem aumentos nos salários de delegados, investigadores e escrivães da Polícia Civil. Os reajustes, que podem chegar a até 25,7%, acontecerão de forma gradativa, pois estão previstos para este ano e também para 2014.

“Nós estamos mandando o projeto de lei estabelecendo um reajuste de 10,5% este ano e 15% no ano que vem. De tal forma que o delegado de terceira classe, cujo salário inicial hoje é de R$ 7.547, passará a ser de R$ 8.776, e a partir do ano que vem, R$ 10.073. Isto beneficia 3.246 delegados da ativa e é uma gratificação. E o impacto é de 127 milhões por ano a partir de 2015, quando tivermos os dois reajustes”, anunciou o governador Geraldo Alckmin.

Já a bonificação para investigadores e escrivães atende a Lei do Nível Universitário, aprovada em 2008. “Estamos estabelecendo um reajuste que varia de 8,5% a 18% neste ano e de 15% a 25,7% no ano que vem, beneficiando 27.280 profissionais, entre ativos, aposentados e pensionistas. O impacto é de R$ 201 milhões a partir de 2015”, explicou o governador.

Os reajustes citados serão cumulativos ao projeto de lei já anunciado que reajusta em 7% os salários das polícias Civil, Militar, Técnico-Científica e da Secretaria da Administração Penitenciária.

Segundo Alckmin, nos próximos dias a Secretaria de Segurança e o Comando da Polícia Militar concluem estudo sobre questões que envolvem especificamente os servidores da PM.

Posicionamento da Adpesp

Embora a proposta esteja distante de atender os anseios da Classe, o Projeto de Lei é tido como um importante passo rumo ao pleno atendimento das reivindicações dos Delegados de Polícia.

Conforme o anúncio, o reajuste será aplicado sobre o salário base em duas etapas: de 10,5% para este ano e 15% em 2014. Para os Delegados aposentados o reajuste passará a valer a partir próximo ano com a respectiva incorporação e eventual vencimento por subsídio.

Segundo informações, o Governo do Estado priorizou o pagamento para o nível universitário dos Investigadores e Escrivães que atingirá, desde aprovação, os Policiais Civis ativos e inativos. Por uma questão de justiça, a Adpesp em nenhum momento interferiu ou se opôs às negociações que resultaram na merecida conquista destes valorosos policiais.

A Adpesp reafirma o compromisso com todos os seus associados ativos ou inativos, merecedores do mesmo tratamento por parte de sua entidade representativa. Assim, todo o nosso esforço será concentrado no atendimento também aos nossos colegas aposentados, valendo-se inclusive do Poder Judiciário.

Neste momento, a Adpesp considera necessária a avaliação da Classe sobre os ganhos reais propostos, bem como a significativa conquista da solidificação da Carreira Jurídica com a efetiva aprovação do Projeto de Lei.

Reajuste para Delegados – SSP não acredita em reação negativa da PM 126

Governo de SP anuncia reajuste para delegados,

investigadores e escrivães

Aumento pode chegar a 25,7% e deve acontecer de forma gradual.

Reajustes serão cumulativos a aumento de 7% em salários da polícia.

Do G1 São Paulo
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (25) dois projetos de lei que preveem aumento de salário para delegados, investigadores e escrivães da Polícia Civil. Os reajustes poderão chegar a 25,7% e devem acontecer de forma gradual, entre 2013 e 2014.
Segundo Alckmin, haverá um reajuste de 10,5% este ano e de 15% em 2014 para os delegados. “De tal forma que o delegado de terceira classe, o salário inicial que hoje é de R$ 7.547, passará a ser de R$ 8.776 e, a partir do ano que vem, R$ 10.073”, disse.
Ainda de acordo com o governador, o reajuste beneficiará 3.246 profissionais da categoria. O impacto financeiro será de R$ 127 milhões por ano a partir de 2015.
Para investigadores e escrivães, o reajuste oscilará entre 8,5% e 18% em 2013 e entre 15% e 25,7% em 2014, seguindo a Lei do Nível Universitário, aprovada em 2008. Segundo o governo, serão beneficiados 27.280 profissionais, entre ativos, aposentados e pensionistas. O impacto será de R$ 201 milhões a partir de 2015.
Os reajustes serão cumulativos com o projeto de lei já anunciado, que aumenta em 7% os salários da Polícia Civil, Militar, Científica e da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).

O secretário da Segurana Pública, Fernando Grella Vieira, afirmou que não acredita em reação negativa da Polícia Militar diante do reajuste concedido pelo governo do estado aos delegados da Polícia Civil. “Não há nenhuma alteração na atuação da instituição. Tenho absolta convicção de que decisões como essa em nada interferirão no desempenho e na dedicação do policial militar”, afirmou.

Governo anuncia reajustes no salário de delegados, investigadores e escrivães 388

Qua, 25/09/13 – 16h55

Bonificações de até 25,7% se estendem para profissionais da ativa, inativos e pensionistas
O Governo do Estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (25) dois projetos de lei que preveem aumentos nos salários de delegados, investigadores e escrivães. Os reajustes, que podem chegar até 25,7%, acontecerão de forma gradativa, pois estão previstos para este ano e também para 2014.
 
“Nós estamos mandando o projeto de lei estabelecendo um reajuste de 10,5% este ano e 15% no ano que vem. De tal forma que o delegado de terceira classe, o salário inicial que hoje é de R$ 7.547, passará a ser de R$ 8.776 e a partir do ano que vem R$10.073. Isso beneficia 3.246 delegados da ativa é uma gratificação. E o impacto é de 127 milhões por ano a partir de 2015, quando tivermos os dois reajustes”, anunciou o governador Geraldo Alckmin.
Já a bonificação para investigadores e escrivães atende a Lei do Nível Universitário, aprovada em 2008. “Estamos estabelecendo um reajuste que varia de 8,5% a 18% este ano e de 15% a 25,7% o ano que vem. Beneficiando 27.280 profissionais, entre ativos, aposentados e pensionistas. O impacto é de 201 milhões a partir de 2015”, explicou o governador.
Os reajustes citados serão cumulativos ao projeto de lei já anunciado que reajusta em 7% os salários da polícia civil, militar, científica e da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária).
Do Portal do Governo do Estado

 

Em 2014 , salário inicial de delegado será de R$ 10.073,00 61

25/09/2013 – 16h48

Governo paulista anuncia reajuste salarial de 10,5% para delegados

DE SÃO PAULO

O governo de São Paulo anunciou um reajuste de 10,5% para delegados da Polícia Civil do Estado. Com a mudança, o salário inicial de um delegado chegará a R$ 8.776.

O acréscimo será adicionado ao reajuste de 7% anunciado para todas as polícias na última semana. Segundo o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), os delegados ainda receberão 15% de aumento em 2014.

O governador também anunciou um reajuste para escrivães e investigadores. O aumento será de 8,5 a 18% neste ano, dependendo da classe do servidor. A medida pretende igualar o salário desses servidores com funcionários administrativos do governo com nível universitário.

Esses reajustes vieram na esteira de protestos e paralisações de policiais civis e delegados nos últimos meses.