Autor: Flit Paralisante
LINCHAMENTO DE INOCENTE(imagens fortes) – MILK NEWS TV 42/2014 40
Absolvição meia-boca – Escrivã torturada e desnuda por cães da DOP é absolvida ” in dubio pro reo” 98
Segundo a denúncia, a ex-escrivã – em 2009 – teria recebido R$ 200 para ajudar um acusado a se livrar de um inquérito. Durante a investigação no próprio distrito e com a presença do delegado titular da delegacia, Renato Luiz Hergler Pinto, chefe da acusada, o delegado da Corregedoria Eduardo Henrique de Carvalho Filho decide pela revista da policial acusada que apesar de não se recusar a ser revistada, implora que isso seja feito por policiais femininas. Na sala há seis agentes públicos, os três delegados, mais dois agentes e duas policiais femininas.
O delegado da Corregedoria insiste na necessidade de que a revista tem de ser feita na presença de membros da Corregedoria, a acusada aceita, mas pede que uma delegada da Corregedoria faça este trabalho.
Imagens em vídeo foram gravadas pela própria Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo por ordem dos delegados Eduardo Henrique de Carvalho Filho e Gustavo Henrique Gonçalves, ambos agentes da Corregedoria e protagonistas da ação deflagrada por requisição do GAECO.
Todavia, inicialmente, o vídeo foi suprimido com elemento de produção de prova em desfavor da acusada.
As imagens caíram no domínio público em razão de agentes da própria Corregedoria vazarem o vídeo por meio de e-mail fazendo chacota .
O vídeo ganhou a denominação “A Periquita da Escrivã”.
Quando da revelação do atentado à dignidade da investigada, a diretora da Corregedoria Maria Inês T. Valente foi exonerada pelo secretário Antonio F.P.; este alegou o indefectível : NÃO SABIA DE NADA!
A suspeita sem nem sequer ter sido julgada foi expulsa da Polícia Civil.
Agora, por sentença publicada ontem , 5 de maio de 2014 , o Poder Judiciário reconheceu a ilicitude das diligências em desfavor da ex-escrivã , absolvendo-a das acusações de concussão ou corrupção passiva, sob fundamento de insuficiência de provas.
Com efeito, muito rigor com uma coitada, apenas para grande corrupto mostrar serviço e fazer pose de vestal da probidade.
Major Olímpio – Falta de estrutura de segurança pública em Mairiporã 12
Alckmin pagará mais para quem cagueta do que paga por ano para quem investiga…Que tal se associar a um informante virtual e trabalhar apenas para receber prêmios ? 64
Boa tarde Dr. Guerra ,
Segundo entrevista dada a Folha o governador pretende dar recompensa de até 50 mil reais , o equivalente ao ganho anual de um policial , para quem denunciar bandido , pode ?
Alckmin vai pagar até R$ 50 mil para quem denunciar bandido
06/05/2014 12h35
Depois de São Paulo registrar o recorde de assaltos em 19 anos no mês de março, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou na manhã desta terça-feira (06) que vai pagar recompensas a quem fornecer informações que possam esclarecer crimes ou localizar bandidos foragidos.
O Programa Estadual de Recompensa prevê o pagamento de quantias de até R$ 50 mil, variando de acordo com o tipo de crime envolvido na denúncia. A resolução integra o programa São Paulo Contra o Crime.
O governo vai usar a estrutura do atual programa web-denúncia para colocar em prática o sistema. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, a ferramenta lançada em novembro de 2013 já corresponde a 27% das denúncias que são recebidas.
A ONG Instituto São Paulo Contra a Violência, responsável por administrar o disque-denúncia e o web-denúncia, também fará a administração da nova ferramenta do sistema. As denúncias devem ser feitas no site webdenuncia.org.br.
FUNCIONAMENTO
Não serão recompensadas denúncias sobre qualquer crime. A secretaria vai selecionar em quais casos as denúncias poderão receber pagamentos. Na manhã desta terça, foram divulgadas as primeiras resoluções que indicam dois latrocínios cujas informações podem receber pagamento de até R$ 5 mil.
O primeiro é o roubo seguido de morte que vitimou o professor Gomides Vaz de Lima Neto, 46, em abril, em frente a um supermercado na rua Abílio Soares.
O segundo é o caso do aposentado Benedito Virgulino, 69, que morreu durante um assalto também em abril, na Avenida Líder, bairro Cidade Líder, zona leste da capital.
Na próxima semana, devem ser divulgados outros dez crimes selecionados para terem denúncias pagas pelo governo.
Segundo o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, a escolha pela ferramenta de denúncias via internet foi feita para garantir o anonimato das pessoas e a assegurar a possibilidade de pagamento.
“Todas as etapas do processo são criptografadas e não há qualquer possibilidade de identificação nem mesmo da localização do computador de onde a informação foi enviada”, diz Grella.
Quem envia as informações pelo site recebe um número de protocolo e uma senha para acompanhar o caso pela internet. Caso a informação seja considerada relevante para a resolução do crime, o usuário receberá um número de cartão bancário virtual e uma nova senha que permitirá o saque da recompensa em qualquer caixa eletrônico do Banco do Brasil, sem a necessidade de que ele se identifique.
A quantia poderá ser retirada de uma vez ou aos poucos, assim como é feito com um cartão bancário comum.
Cada caso eleito para receber a recompensa e o respectivo valor serão estabelecidos pelo secretário a partir de um relatório da polícia que demonstrará que a informação foi determinante para o esclarecimento do crime. A recompensa pode ser dividida se houver mais de uma denúncia considerada importante para a resolução da investigação.
Segundo o secretário, os critérios para escolha dos crimes passíveis de recompensa são a gravidade e a dificuldade do caso.
“São os casos mais graves, latrocínio, homicídio. Crimes graves que impactam a sensação de segurança e que precisam dessa colaboração da sociedade para serem elucidados.”
Os recursos para o pagamento das recompensas são públicos e virão do Fundo de Incentivo a Segurança Pública.
DECRETO
A criação da recompensa já havia sido proposta em decreto de janeiro de 2002, assinado pelo próprio Alckmin. Durante 12 anos, o decreto esperou por uma resolução da Secretaria de Estado da Segurança Pública que definiria as regras para os pagamentos.
Segundo Alckmin, a demora ocorreu porque o decreto inicial previa que o pagamento ocorresse em casos de prisões e poderia influenciar a criação de milícias civis.
“A lei aprovada anteriormente dizia que ‘qualquer pessoa física ou jurídica poderá oferecer recompensa financeira para realização de prisão’, a recompensa era pela prisão da pessoa, a lei sem querer estimulava uma milícia e não é isso que se deseja, quem vai prender é a polícia.”
Estados como a Paraíba e o Rio de Janeiro já utilizam o sistema de recompensas por denúncias que solucionem crimes. Nos Estados Unidos, a prática também é regulamentada e comum.
De janeiro a março deste ano, foram registrados no Estado de São Paulo inteiro 79.093 roubos –quase 20 mil casos a mais do que no mesmo período do ano passado. É como se houvesse 37 assaltos a cada hora –com uso de violência ou ameaça. Somente na capital paulista, houve 40.671 roubos
IBIÚNA DESVALORIZADA ESTÁ DOMINADA PELO CRIME – Cunhado embosca e executa PM para resgatar débito com o PCC 85
GOVERNO DO ESTADO ABANDONOU IBIÚNA
Assassino de policial militar é preso em Ibiúna
![]() |
| Delegacia logo após a prisão do assassino. |
No começo da tarde desta segunda-feira (5) foi preso, na região central de Ibiúna, o assassino confesso do Policial Militar Everaldo Fernando de Moura, 36 anos, ocorrida na noite do último domingo (4)
![]() |
| Vítima, Fernando de Moura |
Vale destacar que no momento do percurso foi utilizado um veículo, descaracterizado, do Serviço Reservado da Guarda Civil de Ibiúna ” Procuramos fazer uma abordagem com cautela, uma vez que o indivíduo estava portando uma arma (.40) do PM assassinado” informou o GCM Santos, responsável pela prisão. O mesmo ainda informou que no momento da prisão o indivíduo não esboçou reação, confessou o crime e entregou a arma, que estava escondida no banco do táxi. Ainda de acordo com Santos, a preocupação da GCM era preservar a integridade física de terceiros, inclusive do taxista e da esposa de Diego, grávida de sete meses, que também estava no táxi.
De acordo com informações da polícia, o assassinato ocorreu após um desentendimento entre cunhados, já que a vítima mantinha um relacionamento com a irmã do assassino. Por motivos ainda desconhecidos, logo após afastar-se do quarto do casal, o indivíduo armou-se com uma faca e retornou, em seguida, batendo na porta. Quando o policial abriu, levou uma facada no pescoço e foi desarmado. Na sequência, já com a arma de fogo em mãos, Diego efetuou um disparo certeiro na cabeça do policial, fugindo em seguida, na direção de um matagal. A vítima ainda foi socorrida com vida, mas morreu assim que deu entrada no Hospital Municipal de Ibiúna.
| Arma encontrada com o assassino.Foto/GCM Ibiúna |
Major Olímpio – Governo de SP responde com nota mentirosa…( Flit : Governo de SP diz que policiais mortos eram envolvidos com o crime ) 15
SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA PARA A COPA DO MUNDO EM PAUTA NA ALEMANHA 116
03 de maio de 2014 • 16h26 • atualizado às 16h32
Deputado alemão: ‘violência é parte do dia a dia no Brasil’
Membro de comissão que avalia segurança durante a Copa, Stephan Mayer visita Brasil e se diz surpreso com o pouco entusiasmo no País do futebol
Durante uma semana, o deputado Stephan Mayer esteve visitando o Brasil como integrante de uma delegação da Comissão Permanente de Assuntos Internos do Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão). Juntamente com seis colegas, ele esteve no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, onde se encontrou com chefes de pasta, representantes da polícia e ativistas dos direitos humanos.
O tema central das conversas foram os planos de segurança e a situação geral no País seis semanas antes do início da Copa do Mundo. Em entrevista à Deutsche Welle (DW), o político da União Social-Cristã (CSU) revelou suas impressões.
DW: Na sua opinião, será que eu, enquanto fã do futebol, posso viajar despreocupado para a Copa no Brasil, diante da recente onda de violência no país?
Stephan Mayer: Nas grandes cidades do Brasil, a violência infelizmente faz parte do dia a dia. Mas isso não tem nada a ver diretamente com a Copa do Mundo. Cerca de 50 mil pessoas continuam perdendo a vida de forma violenta no País, a cada ano: a maioria delas nas favelas, nos bairros pobres.
É preciso observar de forma diferenciada o que acontece nos locais que realizarão a Copa, nos centros das cidades, nos estádios e em torno deles, nos aeroportos, nos hotéis, nas Fan Fests. Estou certo que nesses locais vai se zelar pela segurança. É claro que cada torcedor também tem a responsabilidade de se comportar com cuidado e sensatez. No Brasil, nas cidades grandes, a pessoa não pode passear por toda parte. Mas onde os torcedores normalmente ficam, as pessoas podem ir tranquilamente.
DW: A polícia brasileira não prima pela delicadeza. Inocentes têm sido mortos a tiros durante operações de segurança. Muitos dos agentes são, eles mesmos, criminosos. Como é que uma polícia dessas pode garantir a segurança?
publicidade
Stephan Mayer: Há muito tempo a polícia brasileira está precisando de uma reforma. Alguns departamentos policiais têm grandes problemas de corrupção, e parte são até mesmo integrantes do crime organizado. Mas eu prefiro não generalizar a questão. Obviamente os brasileiros têm plena consciência de que segurança é um aspecto importantíssimo da Copa do Mundo.
Eu fiquei com a impressão, sobretudo nas conversas com os secretários de Segurança Pública dos Estados, que o governo sabe perfeitamente como os agentes policiais se comportam e os observa com olhos de águia. Ele sabe que resultaria em má imagem para o Brasil se ocorrerem excessos de violência policial, como na Copa das Confederações. Eu espero que, com as experiências do ano passado, as autoridades tenham aprendido a apostar mais em estratégias de distensão e, sobretudo, a não confrontar com violência os manifestantes pacíficos.
DW: Tanto os brasileiros como estrangeiros que vivem no País costumam relatar sobre suas más experiências com a polícia. Quando alguém leva seus problemas até os agentes, eles geralmente só sacodem os ombros. O que os torcedores alemães com problemas podem esperar dessa polícia?
Stephan Mayer: Os brasileiros sabem que estão no foco da atenção internacional. Estou seguro de que os agentes policiais destacados para as áreas da torcida também serão acessíveis aos torcedores alemães. Além disso, há igualmente instâncias a se recorrer, do lado alemão. Em cada local de jogos haverá um encarregado para os turistas alemães; os consulados gerais e a embaixada vão disponibilizar funcionários de contato. Todo torcedor vai dispor dos números de telefone a serem utilizados em caso de emergência.
DW: O Brasil é o País do futebol, por definição. As pessoas lá já estão animadas com a Copa?
Stephan Mayer: Para nós foi uma surpresa constatar que o entusiasmo no País ainda não é tão pronunciado assim. Só metade dos brasileiros se mostra ansiosa pela chegada da Copa – número que poderia ser bem maior. Vê-se pouca alegria pela Copa em público. Por exemplo, não há bandeiras nacionais penduradas nas janelas. Claro que tudo isso pode mudar, se o torneio favorecer a seleção brasileira. Caso – contrariando as expectativas – ela seja desclassificada cedo, isso certamente não vai ser positivo para o clima no País. Segundo muitos dos nossos interlocutores, nesse caso, para os brasileiros acabou-se a Copa.
DW: Qual é o risco de que haja protestos durante a Copa do Mundo, como na Copa das Confederações?
Stephan Mayer: Seguramente não se pode excluir a possibilidade de protestos. Pode ser, perfeitamente, que os brasileiros utilizem a Copa como plataforma para chamar a atenção a reivindicações totalmente justificadas. O Brasil continua apresentando sérias injustiças sociais: uma grande diferença entre pobres e ricos, sistema de saúde ruim, sistema de educação e ensino em estado deplorável. Os brasileiros têm o direito legítimo de se manifestarem e apontarem para essas injustiças.
DW: Então, até que ponto o senhor consegue compreender e aceitar a crítica à Copa do Mundo?
Stephan Mayer: Há vozes críticas, claro, segundo as quais os gastos relacionados à Copa são inteiramente exagerados, e que seria melhor investir essas verbas em outros setores. Muitos brasileiros têm relativamente pouco a ver com o torneio, a maioria não vai nem ter o prazer de conseguir ingressos para as partidas. Obviamente, eu aceito que eles não entendam que o governo se empenhe tanto financeiramente enquanto outras coisas são deixadas de lado.
DW: O que a Copa vai trazer para o país?
Stephan Mayer: O Brasil é o quinto maior país, a sétima economia do mundo. Os brasileiros querem e devem ser levados a sério. Eles têm a oportunidade de ganhar um destaque extraordinário com grandes eventos esportivos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo ou as Olimpíadas. Essa enorme chance deve ser aproveitada.
Policiais Militares de São Paulo odeiam Geraldo Alckmin 145
Ruy Castro: Pessoas dentro da farda. Ou: policial bom é policial morto! 182
Pessoas dentro da farda
30/04/2014 02h00

RIO DE JANEIRO – A 13 de março último, o aspirante a oficial da PM, Leidson Alves, 27 anos, foi morto com um tiro na cabeça por traficantes durante um patrulhamento no morro do Alemão. Foi o 19º PM morto neste ano no Rio, sendo 13 em emboscadas parecidas –alguns quando estavam de folga. A 7 de abril, ao voltar para casa, outro PM, Lucas Barreto, 23, foi capturado em São Gonçalo e levado para uma favela. Deram-lhe oito tiros, a maioria nas pernas, e o jogaram num matagal.
Desde então, não sei a quantas anda a estatística de PMs cariocas mortos ou feridos –não em combate, como de praxe no ofício, mas pelas costas, à traição. Nem sempre os jornais registram que o policial assassinado era jovem, recém-casado, filho exemplar ou pai de filhos. Artistas da Globo não vão a seus enterros. Não se sabe de missas por suas almas e, na verdade, ninguém está interessado. É como se não houvesse uma pessoa dentro da farda.
Nas últimas “manifestações” no Rio, elementos brandiram cartazes dizendo “Fora UPP” e “UPP assassina”. É fácil protestar contra as Unidades de Polícia Pacificadora. Quando um policial comete um excesso ou mata alguém, pode enfrentar processo, ser expulso da polícia ou ir preso. Mas ainda não se viu nenhum cartaz dizendo “Fora traficantes”. E, no entanto, contra a violência destes, não há recurso –a comunidade tem de aceitar calada os tapas na cara, o estupro de suas filhas e as execuções sumárias de quem eles considerem suspeitos.
É difícil acreditar que essa hostilidade à polícia parta de gente de bem nas comunidades. Os números mostram que, com as UPPs, as mortes diminuíram, os serviços aumentaram e sua economia cresceu.
Tais dados são lesivos, isto, sim, aos traficantes, às milícias, aos que vivem das migalhas do crime e a políticos que, para sobreviver, precisam que as UPPs fracassem.
Fonte: Folha de São Paulo
Transcrito da Folha de São Paulo ; nos termos do artigo 46 da Lei nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.
Luiz Flávio Gomes: O risco de ser morto no Brasil na Copa do Mundo 58
O risco de ser morto no Brasil na Copa do Mundo
Publicado por Luiz Flávio Gomes
Se você está na Gávea, no Rio de Janeiro, e caminha dez minutos, chega a uma grande favela (uma das maiores do mundo). Essa caminhada de dez minutos significa a perda de mais de 13 anos na expectativa de vida (veja Empoli). O local em você se encontra retira anos da sua expectativa de vida. Muitos estrangeiros virão para o Brasil para assistir aos jogos da Copa do Mundo. Talvez não tenham consciência exata dos riscos que estarão correndo. Somos o 15º país mais violento do planeta (conforme os números da ONU de duas semanas atrás) e das 50 cidades mais violentas do mundo, 16 estão aqui. São mais de 53 mil assassinatos por ano.
Imagine um estrangeiro de um desses países econômica e socialmente “escandinavizados” (Dinamarca, Suécia, Suíça, Bélgica, Holanda, Nova Zelândia, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Alemanha etc.). Nos seus países eles têm (em média) apenas um homicídio para cada 100 mil pessoas (veja nossas estatísticas no Instituto Avante Brasil)? Os Estados Unidos têm 5 (embora seja um império capitalista)? O Brasil tem 27? Quando um “escandinavizado” colocar os pés no Brasil, seu risco de vida já aumenta 27 vezes. E conforme a capital em que ele estiver, sua expectativa de vida vai reduzir drasticamente.
O que os “escandinavizados” estão mostrando para o mundo? O seguinte: quanto mais igualdade material e social, menos violência (menos crime). Esses países possuem as seguintes médias: PIB per capita de USD 50.084, Gini de 0,301 (pouca desigualdade e, ao mesmo tempo, pouca concentração da riqueza nas mãos de pouquíssimas pessoas), 1,1 homicídios por 100 mil habitantes, 5,8 mortos no trânsito por 100 mil pessoas, 18.552 presos (na média) e 98 encarcerados para cada 100 mil pessoas.
Vamos comparar os números (não os países): O Brasil conta com renda per capita de USD 11.340, Gini de 0,519 (0,51: país exageradamente desigual), 27,1 assassinatos para 100 mil pessoas, 22 mortos no trânsito para cada 100 mil, quase 600 mil presos, 274 para cada 100 mil habitantes. Somos 27 vezes mais violentos que a média dos países mais civilizados do planeta. A palavra chave para explicar tudo isso se chama igualdade, porém, não a igualdade puramente formal, sim, material, social, cultural etc. E isso se consegue por meio de (a) educação de qualidade para todos e (b) aumento da renda per capita.
A única maneira de salvar o planeta das tragédias anunciadas (rebelião dos pobres, revolução dos indignados, sangue das guerras, mutilações decorrentes dos conflitos etc.) é melhorar a qualidade de vida de todo mundo. Os “escandinavizados” (Suécia, Noruega, Islândia, Holanda etc.) são os únicos que estão salvando o capitalismo desigualitário do seu desastre final. São dignos de ser copiados. Não temos, portanto, que nos comparar a eles, sim, copiar o que eles estão fazendo de certo (e deixar de fazer as coisas erradas).
Sistema Policial Falido – Pode baixar as portas e encerrar as atividades 107
Sistema Policial Falido
De vítima do descaso à vítima fatal
Tanto na delegacia como na abordagem policial
Erro de interpretação? Erro grave?
É muito mais do que isso. É puro despreparo, desequilíbrio emocional, quiça falta de vocação profissional. É um sistema policial adoecido, ultrapassado, apodrecido que não atinge aos anseios sociais, na medida em que seus integrantes não conseguem entender que suas atribuições existem para proteger e servir aos cidadãos de bem que são a quase totalidade do organismo social e ainda conseguem protagonizar eventos graves como os acontecidos nos últimos dias.
A repercussão dessa notícia vai robustecer a imagem de terra sem lei que o Brasil tem no exterior, mormente às vésperas dos grandes eventos desportivos internacionais que se avizinham. Vai o alerta aos turistas antes de saírem de seus países: Vocês vão, mas não garanto que voltarão.
Um cidadão de bem, aproveita seu descanso semanal para resolver um problema pessoal que sequer era noticiar uma infração penal em boletim de ocorrência policial, mas tão somente obter um documento público para poder se ressarcir de pequenos danos em seu veículo.
Não se utiliza da festejada delegacia de polícia eletrônica para registrar o fato porque sua empresa seguradora não aceita documento lavrado na citada delegacia virtual, vai numa delegacia do município onde reside, acompanhado da noiva e a partir daí começa seu calvário: “ Horas de espera e o incrível, inverossímil, inacreditável e inaceitável acontece. Dentro da repartição pública onde, em tese, seria o local mais seguro para abrigá-lo, do nada, surgem disparos só desfechados por policiais que acabaram por atingi-lo mortalmente.”
Agente de telecomunicação não tem, entre suas atribuições, a de fazer a proteção das pessoas e da repartição pública. Não tem atribuição de fazer investigação de campo. Não é uma questão de ter agido com culpa ou dolo, mesmo diante de uma falsa percepção da realidade não teria qualquer motivo para sacar de uma arma e efetuar disparos a esmo, sem alvo, sem motivo, só parando por ter sido baleado por outro policial da mesma equipe de plantão. O verdadeiro policial é o que se encontra preparado para enfrentar o perigo procurando demovê-lo preservando sua segurança e a de terceiros.
Como numa abordagem veicular, onde uma vítima de sequestro relâmpago, ao ver a viatura policial, momentaneamente acreditando que estava salva, ao sair do veículo, segurando um celular, pode ser , por erro de interpretação, confundida como se fosse o marginal e fuzilada por policiais?
Lamentável. Puro Despreparo. Falta de profissionalismo, motivação, estresse no trabalho com necessidade de fazer bico oficial ou não, baixa remuneração com problemas econômicos domésticos ou não dela decorrentes, enfim, sistema policial apodrecido, falido, arcaico, oceano para poucos e deserto para quase todos, a corte para os amigos do rei e o lixo para todos os demais.
Passou da hora desse sistema de segurança falido ser repensado, reorganizado, remodelado de modo a atender os reclamos sociais.
Que Ele ilumine os dois e seus familiares e também proteja os policiais para não protagonizarem fatos tão lamentáveis.
Major Olímpio – A Farsa do Bônus Resultado 54
Injustiça para dar satisfações ao governador e a mídia, não! 73
-
Vou repetir, devagar com o andor, essa historia de autuar o Agente de Telecomunicações por homicídio doloso é a maior heresia jurídica que já vi e ouvi em minha vida; para se caracterizar o dolo e necessário a vontade de matar.O Agentepol teve-a ?Por obvio que não , acreditou que a delegacia estava sob ataque e reagiu como qualquer policial reagiria.Muita cautela Dr. Nestor Sampaio, injustiça para dar satisfações ao Governador e a mídia não.
João Alkimin
Médico morto por agente de telecomunicações: despreparo , imbecilidade ou fobia ? 178
Agente que disparou ao entrar em DP é indiciado por homicídio
Episódio que levou à morte do médico Ricardo Seiti Assanome, baleado dentro do 2º Distrito Policial de Santo André, está sendo investigado pela Policia Civil
Atualizada às 15h11
SÃO PAULO – O agente de telecomunicações André Bordwell da Silva, responsável pelos disparos que mataram o médico Ricardo Seiti Assanome, de 28 anos, dentro do 2º DP de Santo André no sábado, 26, foi indiciado por homicídio doloso – quando há intenção de matar. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o policial será preso em flagrante assim que deixar o hospital, onde está internado sob escolta policial. O caso está sendo investigado pela Corregedoria da Polícia Civil.
De acordo com a SSP, o tiroteio que aconteceu na delegacia começou quando policiais civis confundiram a entrada de um policial militar à paisana, que estaria fugindo de criminosos que o perseguiam, com um ataque de bandidos.
No tumulto, as pessoas que estavam lá para registrar ocorrências, como Assanome, correram para as áreas internas do DP na tentativa de se proteger. Segundo a SSP, foi neste momento que Bordwell teria atirado contra as pessoas por acreditar que se tratava de uma ação de criminosos no distrito policial. Duas pessoas foram baleadas, entre elas o médico que não resistiu aos ferimentos.
Ainda de acordo com a secretaria, durante a confusão um investigador também fez um disparo, acertando o agente de telecomunicações. Os criminosos que estariam perseguindo o PM que entrou na delegacia fugiram e não fizeram disparos nem tentaram entrar no local.
Enterro. Cerca de 200 amigos e familiares acompanharam o velório e o enterro de Assanome nesta segunda-feira, 28, no Cemitério Municipal Bairro Paulicéia, em São Bernardo do Campo.
A mãe do medico chegou ao local pouco antes das 11h amparada pelos dois braços, chorando e gritando.
Segundo uma amiga da namorada de Assanome, ele e Cintia Akemi estavam planejando se casar no final deste ano depois de mais de 10 anos juntos. “Estava quase tudo pronto”, lamentou.
Uma professora do médico lamentou a morte na saída do cemitério e disse que ela tem de trazer reflexão para a população. “Essa guerra de gente inocente morrendo todo dia não dá mais.Precisamos parar e refletir que rumo isso vai tomar na vida da gente porque não é possível perder um jovem que podia estar começando uma vida dessa maneira”, disse Denise de Oliveira.








