Autor: Flit Paralisante
TUMA E O PARTIDO DOS TRABALHADORES
E não lembro, possivelmente, pelo fato de não fazer parte de suas “promessas de campanha” acabar com tal modalidade de jogo; para alguns juristas, apenas, modalidade de diversão (uma prestação de serviços).
Por uma razão muito simples: não seriam reeleitos ou eleito como foi ROMEU TUMA FILHO, em 2002.
Perderiam os votos de milhares de pequenos comerciantes que aderiram aos caça-níqueis circunstancialmente, instalando-os em seus estabelecimentos para compor a renda; na maioria dos casos responsável pelo pagamento do aluguel do imóvel. Tanto é verdade que, nas eleições de 2006, não conseguiu se reeleger.
Mas, em 2003, encaminhado o projeto na Assembléia Legislativa de São Paulo – no vácuo – o PARTIDO DOS TRABALHADORES-PT, do qual hoje sentimos transpirar hipocrisia por todos os poros, aderiu ao proposto pelo Deputado TUMA FILHO do PMDB; obviamente, apenas, pelo fato de perder o pleito de 2002 para o PSDB, no Estado.
Não fosse assim, não tenham quaisquer dúvidas, não haveria empenho do PT em brigar pela aprovação da Lei que proíbe os caça-níqueis e similares no Estado.
Tal como antes, fazendo oposição sistemática ao governo FHC, brigou contra a CPMF; depois – sentados nos tronos – guerrearam para manter a referida “contribuição”.
Até pelo fato de onde o PT é governo, muitos dos seus representantes meterem a mão em tudo que lhes dê dinheiro.
E, neste momento, muitos deles devem estar atrás dos donos de caça-níqueis e Bingos buscando dinheiro para as campanhas municipais. Como tomaram, anos atrás, muito dinheiro dos proprietários de Bingos, modalidade que seria legalizada pela pena do Presidente LULA; não fosse o escândalo protagonizado pela quadrilha do então todo poderoso José Dirceu, diga-se, uma verdadeira Organização Criminosa Estatal.
LEI 12.519/07, DE AUTORIA DE ROMEU TUMA FILHO, É UM INSTRUMENTO PARA EXTORSÃO 1
| 03/01/2007 18h02 |
| Promulgada lei que proíbe máquinas caça-níqueis em bares e restaurantes de São Paulo |
| Da Redação |
|
As máquinas caça-níqueis estão com os dias contados no Estado de São Paulo. A Assembléia Legislativa promulgou nesta terça-feira, 2/1, lei de autoria do deputado Romeu Tuma (PMDB) que proíbe a instalação e utilização de máquinas caça-níqueis, de videobingo e videopôquer, entre outros jogos de azar, em bares, restaurantes e similares em todo o Estado.
O Projeto de Lei 184/03 havia sido aprovado pela Assembléia em dezembro de 2005, porém foi vetado pelo ex-governador Geraldo Alckmin em janeiro de 2006. Os deputados estaduais paulistas derrubaram o veto no último dia 21/12 e a Assembléia Legislativa promulgou a Lei 12.519, publicada no Diário da Assembléia desta quarta-feira, 3/1. A lei, que entra em vigor a partir da data de sua promulgação, estabelece multa aos estabelecimentos que a desobedeceram ou aos proprietários dos equipamentos. Segundo o autor, a medida visa à diminuição da violência, já que essas modalidades de jogos servem como porta de entrada de jovens e adolescentes ao mundo da criminalidade. Romeu Tuma destaca que ?a conjugação das máquinas caça-níqueis com o consumo de bebidas alcoólicas potencializa ambos os vícios, representando mais um fator no aumento da criminalidade, pois a compulsão pelo jogo induz o viciado à prática de delitos, desde pequenos furtos no ambiente doméstico até o tráfico de drogas?. Tuma lembra que existe um grande arsenal de caça-níqueis e outras máquinas parecidas que fazem dos locais públicos verdadeiros cassinos, livres e abertos a qualquer um, inclusive a pessoas humildes, crianças e jovens. ?Está mais do que provada a íntima relação entre os caça-níqueis, o alcoolismo e a prática de crimes. Até nas portas de escolas eles estão, livres e prontos para aliciar estudantes que começam cedo nesse vício maldito.? Para o deputado, o Estado tem poderes para combater essa ?forma barata de contravenção, que tira do bolso da população valiosas moedas?. O projeto de Tuma deu entrada na Assembléia Legislativa em abril de 2003. ?A aprovação é uma grande derrota da ?indústria do azar?, patrocinada pelo crime organizado e que se aproveita da boa-fé dos cidadãos comuns?, destacou o deputado quando da aprovação da matéria pela Assembléia. |
Paradoxalmente, a Lei nº. 12.519, de Janeiro de 2007, de autoria do atual Secretário Nacional de Justiça (indicado pelo seu correligionário do PMDB, Senador Renan Calheiros, investigado pelo pai Senador Romeu Tuma), como já se sabia desde a propositura do projeto, quando “TUMINHA” era um dos Deputados Estaduais da Assembléia Legislativa de São Paulo, na prática se tornou um forte instrumento de extorsão.
Pois, se antes se solicitava propinas aos empresários proprietários das máquinas e dos estabelecimentos que as exploravam, depois da entrava em vigor dessa Lei a propina passou a ser “exigida”, sob o argumento da proibição das máquinas no interior de estabelecimentos comerciais.
O que é pior: muitos dos extorsionários , os mais ávidos diga-se de passagem, são policiais e Delegados intimamente ligados ao ex-Delegado Estadual ROMEU TUMA, o todo poderoso Diretor do DOPS nos anos de chumbo.
E o DOPS, entre outras incumbências notáveis, organizou a exploração do Jogo do Bicho em todo o Estado de São Paulo; cuja propina, recolhida e distribuída entre muitas autoridades e policiais operacionais, servia como meio de controle e pressão sobre aqueles que caíram na armadilha de aceitar “a gorjeta”.
O DOPS – não os contraventores – é quem mantinha a lista dos recebedores, muitos dos quais, sem necessidade do dinheiro – aceitavam apenas para não levar a fama de “sujo”.
E na época, muito mais que hoje, aquele que não dançasse conforme a música do Chefe era severamente queimado no meio policial.
O DOPS , para aqueles que não sabem, organizou sim a exploração da jogatina e institucionalizou o “pau do bicho”, o transformando em complemento salarial “de direito” de qualquer policial.
E se fez cultura da quinzena do bicho; uma espécie de costume administrativo.
Outro paradoxo – falando da Lei que proíbe a exploração das máquinas caça-níqueis – reside no fato de o Delegado ROMEU TUMA FILHO, quando chefiava a Seccional Sul da Capital, não via ou não sabia da instalação de centenas de caça-níqueis nos estabelecimentos daquela nobre região da Capital.
Aliás, a Avenida Luis Carlos Berrini , onde fica o prédio da Seccional Sul, era a Avenida dos Café-Cassino.
Seria suficiente caminhar apenas uns 50 metros da Delegacia para encontrar aos fundos das Cafeterias, enormes e luxuosas casas de jogos; isto por volta de 1997.
De Café tinham apenas a denominação e o balcão de entrada.
Anos depois, outro paradoxo, TUMINHA – como Deputado – se transformou no Xerife caçador de caça-níqueis.
Ora, pela sua vasta experiência policial e sólida cultura jurídica deveria saber que, já na ocasião da proposta para acabar com os caça-níqueis, a melhor forma para combater as Organizações Criminosas que manipulavam a exploração do jogo seria buscar regulamentá-la como atividade lícita; não lesiva aos apostadores.
Por outro aspecto, não lembro de entre as suas propostas de campanha para Deputado, no ano de 2002, constar o combate aos caça-níqueis.
Por conclusão: há quem colabore para a criação de feras, mas depois – por razões desconhecidos – quer que outrem cuide de matá-la.
UM HOMEM DE MORAL NÃO FICA NO CHÃO
NOITE ILUSTRADA
Composição: Paulo Vanzolini
Chorei
Não procurei esconder
Todos viram, fingiram
Pena de mim não precisava
Ali onde eu chorei
Qualquer um chorava
Dar a volta por cima que eu dei
Quero ver quem dava
Um homem de moral
Não fica no chão
Nem quer que mulher
Lhe venha dar a mão
Reconhece a queda
E não desanima
Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima
SE PREPARA CHEFIA TU VAI SENTIR DOR…
ALI BABÁ…AS CAVERNAS DOS LADRÕES E OUTRAS ESTÓRIAS
OPERAÇÃO THOR – ESTREANDO N0 6
NÃO HÁ QUAISQUER INVESTIGADORES PASSANDO INFORMAÇÕES PARA ESTE BLOG
A MORTE DO CORONEL JÁ ESTÁ ESCLARECIDA: FOI UM PRAÇA!
BOMBA…BOMBA…BOMBA! AGUARDEM AS FRESCAS DO DEINTER-6, DE SANTOS.
Operações 2007 – Polícia Federal
Operações 2007 – Polícia Federal
Não há referência a Operação Coleta, mencionada na reportagem do Fantástico.
A POLÍCIA FEDERAL APREENDEU OS R$ 400 mil?
Privilégios para bandido
A denúncia que o Fantástico vai fazer agora é daquelas que deixam qualquer brasileiro revoltado. Como se sabe, o roubo de cargas nas estradas nacionais é uma praga. São 11 mil assaltos a caminhoneiros por ano e mais de R$ 700 milhões de prejuízo.
A Polícia Federal prendeu recentemente o maior ladrão de carga do país. Mas, como você vai ver, esse bandido compra as maiores mordomias dentro da cadeia: até churrasquinho. Isso é apenas a ponta de um escândalo que envolve inclusive a corrupção de policiais.
“O caminhoneiro em si, hoje, já sai de casa com a cabeça a mil por hora, já sai preocupado, com aquela aflição”, comenta um caminhoneiro.
É uma história que se repete 11 mil vezes por ano. “Fui abordado por três elementos. Um falou para mim que era um assalto”, conta o caminhoneiro.
Os rostos anônimos contam apenas a parte mais conhecida. “Eu pensei nos meus filhos. Eu só pensava nos meus filhos”, diz o caminhoneiro, aos prantos.
Por trás das abordagens e das ameaças de morte, estão quadrilhas que roubam mais de R$ 700 milhões em cargas por ano.
Fantástico – João, qual era a sua participação nos crimes?
João – Pergunta a eles aí.
Segundo a Polícia Federal, João Barbosa Sobrinho é o chefe do maior desses bandos, que acaba de ser desmantelado pela operação coleta. “A quadrilha rouba tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo e, muito provavelmente, também em Minas”, diz Jorge Furquim Werneck, promotor de Justiça (RJ).
Ainda de acordo com a PF, o principal assaltante a serviço de João Barbosa é Marco Antônio Chaves, o Marquinho Paraíba, preso em outubro do ano passado quando jantava num restaurante em frente à praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Marquinho Paraíba está na carceragem da Polinter, no Rio. Mesmo lá, ele dá um jeito de continuar comendo bem e se comunicando livremente, como comprovam escutas telefônicas feitas com autorização da Justiça.
Paulo – Está precisando de alguma coisa?
Marquinho – Não, só que o plantão lá hoje é bom, né? Podia mandar um negócio para nós aí, para ficar bêbado um bocado aí, né?
O homem do outro lado da linha é Paulo Francisco Luciano. Ele foi preso em dezembro do ano passado pela Polícia Federal numa batida que resultou na apreensão de 56 toneladas de fios de cobre roubados pela quadrilha.
Do supermercado, Paulo telefona para Marquinho Paraíba, que, de dentro da cadeia, passa a lista de compras.
Marquinho – Anota aí o que nós vamos querer. Compra aí duas de vodka.
Paulo – Duas de vodka. A garrafa de Vodka, a Smirnoff, está R$ 17. Agora tem uma mais barata. R$ 8.
Marquinho – A de R$ 8 deve ser veneno puro, vai matar nós lá. Ah, bota dez garrafas de vinho.
Paulo – Dois drumetes de frango
Marquinho – Dois drumetes de frango, dez vinhos.
Paulo – A carne também, vai querer a carne?
Marquinho – A carne? Pode ser. O que tu acha? Um quilo. Aí tu vê mais ou menos quanto é que dar para eu dividir com os malucos lá.
Paulo – Falou.
Foram escutas como essa que levaram a Polícia Federal a prender a quadrilha.
“Eles iam até os postos de combustível onde os caminhoneiros costumam pernoitar. Com caminhões estacionavam nesses postos, escolhiam a carga, conversavam com os caminhoneiros, descobriam quais eram as cargas melhores, e após isso, quando os caminhoneiros estavam dormindo invadiam o caminhão. A partir daí levavam para o galpão”, diz o delegado da Polícia Federal Hilton Coelho.
Em dezembro passado, policiais da Operação Coleta monitoravam a atividade do bando quando um caminhão carregado com 24 toneladas de cobre foi roubado. A carga foi transferida para outra carreta. Quem dirigia era Carlos Henrique de Oliveira, acompanhado de Wendel Barros, que tinha um mandado de prisão expedido e estava foragido da Justiça. Os dois levavam notas fiscais frias.
“A carreta foi seguida por nossa equipe até São Paulo. Ficou em um posto de gasolina durante dois dias, depois seguiu para o receptador”, conta o delegado da Polícia Federal Hilton Coelho.
Mas no caminho para o receptador, uma surpresa. “Ela foi interceptada por uma viatura policial”, diz o delegado.
A viatura policial era da Polícia Civil, 77º distrito de São Paulo. “A viatura abordou o caminhão fora de sua circunscrição e examinaram, pelas imagens que nós temos, as notas fiscais. Levaram o caminhão para a delegacia com o motorista e o ajudante”, prossegue o delegado.
De acordo com a investigação da Polícia Federal, começou aí uma negociação entre os bandidos e a Polícia Civil dentro do 77º distrito. No diálogo gravado, o motorista do caminhão, Henrique de Oliveira, conversa com um integrante da quadrilha, Márcio Carvalho.
Henrique – Eu estou dentro da DP lá.
Márcio – Segura aí que eu tô com um amigo meu lá desenrolando, está legal?
Henrique – Então, estamos na 77º.
Segundo a Polícia Federal, os policiais civis queriam dinheiro para liberar a carga roubada. “O pedido inicial foi R$ 300 mil, baixou para R$ 200 mil”, afirma o delegado da Polícia Federal Hilton Coelho.
Por telefone, Márcio conversa com o chefe da quadrilha, João Barbosa.
João – Fala, Márcio.
Márcio – Caiu para 200 (mil).
João orienta Márcio a oferecer R$ 50 mil. Logo, vem a resposta.
João – Oi?
Márcio – Ele bateu o pé e mandou eu enfiar os R$ 50 mil no **.
“Acabou em R$ 100 mil em dinheiro”, aponta o delegado da Polícia Federal Hilton Coelho.
João – Na escuta aí, Márcio?
Márcio- Eu tô lá com o delegado e agora tô esperando o delegado chefe chegar para poder bater o martelo. O delegado chefe dele que é amigo dele tá vindo para cá.
Segundo a Polícia Federal, a Polícia Civil abriu inquérito para investigar um crime de ordem tributária e deixou a carga sob responsabilidade de um fiel depositário, no caso, o próprio integrante da quadrilha Márcio de Oliveira.
Márcio – O fiel depositário tem que estar na presença deles e ter o documento e assinar, entendeu?
João – Não tem como arrumar isso aí, não?
Márcio – João, eu vou botar o meu na reta, porque eu tô querendo me livrar, então eu vou botar o meu nome.
João – Isso aí não dá nada, não. Isso aí é m****.
Márcio – Tá, tudo bem. Vou fazer isso. Mas depois que botar o material lá eu vou correr atrás de vergalhão, essa coisa para polícia poder tirar foto.
Segundo a investigação da Polícia Federal, depois de liberada, a carga foi levada até Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, onde foi vendida por R$ 400 mil.
“Com relação ao pagamento de propina, nós não temos conhecimento disso, de que nenhum policial nosso esteja envolvido. Também, volto a afirmar, a corregedoria vai apurar qualquer situação”.
Márcio Oliveira, o fiel depositário da carga, homem que conduziu as negociações com a Polícia Civil, está foragido.
Durante a semana, o Fantástico verificou que o assaltante Marquinho Paraíba continua usando um telefone celular dentro da cadeia.
INVESTIGOU, OUVIU, FILMOU E DEIXOU A CARGA ROUBADA SER LEVADA ATÉ CAXIAS DO SUL, ONDE FOI VENDIDA POR R$ 400 mil.
ESTÃO FALTANDO INFORMAÇÕES AQUI, POIS A CONCLUSÃO PELO TEOR DA NOTÍCIA É DE QUE A PF “PERDEU A CARGA” E DEIXOU UM CONDENADO EM LIBERDADE.
E QUAL A RAZÃO PARA NÃO PRENDEREM OS ROUBADORES E OS POLICIAIS NO ATO DAS NEGOCIAÇÕES?
(OBS. NÃO ENCONTREI NENHUMA NOTÍCIA PERTINENTE A APREENSÃO DA CARGA EM CAXIAS DO SUL, TAMPOUCO SOBRE A TAL OPERAÇÃO COLETA)
LEMBRANDO DO DOUTOR GUILHERME SANTANA SILVA…A CORREGEDORIA-GERAL PERDEU O CÉREBRO E OUTRAS COISAS MAIS 3
LADRÃO DE CARGAS COMPRA MORDOMIAS E DELEGADOS DENTRO DA CADEIA
É lastimável assistir, no mínimo uma vez por semana, os escândalos protagonizados por Policiais Civis da Capital. Enfatizo da Capital em razão de os acusados, quase sempre, serem vizinhos da Corregedoria-Geral. Muitos tendo trabalhado, encostados quero dizer, nesse Departamento
A Corregedoria-Geral, sem que o seu Diretor mostre a cara, parece a tudo tratar como “casos isolados”. Casos isolados que se tornaram corriqueiros.
O que será que está acontecendo na Corregedoria-Geral…
O que faz que não nos presta contas, salvo é claro prontamente instaurar inquérito contra policiais que se manifestam contra a lama em que nos jogaram.
Aliás, o Senhor Corregedor-Geral, anteriormente operacional da Corregedoria, parece não operar nada com o fim de moralizar a Instituição, ou seja, não possui vocação processual, tampouco investigativa.
Foi promovido a classe especial na mesma data que o ex-Delegado Geral de Polícia; por ele assumindo a direção da Corregedoria.
Perdão, posso estar sendo leviano e posso até acumular outro processo, mas eu começaria pelo Senhor e pelo seu Investigador-chefe.
Nada sabem…Ou nunca viram ou ouviram.
É claro que não posso esquecer; depois processam o denunciante por deslealdade e procedimento irregular.
Será que ninguém vê que a deslealdade e o procedimento irregular são todos seus.
E vou repetir as palavras do Ilustre Dr. Tanganelli – depois de passar o cordão de isolamento no prédio – “deixa a Corregedoria trabalhar lá direitinho e se for encontrado algum caso de prevaricação nós vamos apurar”.














