‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin

17/12/2001 – 18h09
Corregedor da polícia pede demissão após denúncia da “cracolândia”
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FÁBIO PORTELA e

CRISTIANE MARSOLA
da Folha Online
O corregedor da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Estanislau Silveira Mello, pediu demissão do cargo por não concordar com a forma como foi feita a investigação sobre os policiais acusados de comandar o tráfico de drogas na região da “cracolândia”, em São Paulo.
O corregedor apresentou seu pedido diretamente ao delegado-geral de São Paulo, Marco Antônio Desgualdo, que ainda não disse se concorda com o afastamento. Mello alega que, como diretor da Corregedoria, deveria ter sido informado sobre a investigação na cracolândia desde o início, o que não aconteceu.
As filmagens dos policiais conversando com traficantes e prostitutas na cracolândia foram feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
O responsável direto pela investigação foi o promotor de Justiça José Carlos Blat.
Mello se sentiu traído por Blat.
O corregedor, responsável por investigar denúncias contra policiais, deveria ter sido informado pelo promotor logo que surgiram as primeiras suspeitas, mas a corregedoria só ficou sabendo do caso depois que as denúncias foram divulgadas pela imprensa.
Mello teria alegado que o vínculo de confiança com o Gaeco foi quebrado, e que ele não poderia mais trabalhar com o promotor Blat.
Procurado pela reportagem da Folha Online, Blat não quis comentar o caso. “Não vou entrar nessa polêmica.
Esse é um assunto que diz respeito apenas à polícia”, disse o promotor, que continua trabalhando no caso.
DescontentamentoRui Estanislau Silveira Mello vinha reclamando nos últimos dias das dificuldadaes que encontrou à frente da ouvidoria da polícia.
Segundo ele, o corporativismo é muito forte, o que cria muitos obstáculos para que policiais sejam investigados e condenados.
Para o corregedor, a lei impede que a polícia seja mais rígida com a própria polícia. ‘Está na hora de a Lei Orgânica da Polícia Civil ser modificada, prever punições mais rígidas e criar a situação de disponibilidade, como há no Judiciário.
Assim o policial pode ficar afastado o tempo que for, enquanto houver suspeita contra ele. Mesmo que não haja acusação na Justiça.
‘Um dos cinco policiais acusados pelo caso da “cracolândia”, José Carlos de Castilho, por exemplo, foi investigado em nove sindicâncias. O conselho da polícia já arquivou sete e o absolveu em uma. Há apenas uma em tramitação. Mas ele segue trabalhando normalmente.
Outras demissões
A demissão do corregedor Mello, se for confirmada, não será o único reflexo negativo na polícia causado pelas filmagens na “cracolândia”.
Durante o final de semana, o governador geraldo Alckmin determinou o afastamento dos chefes imediatos dos policiais investigados.
São três os afastados: dois delegados e um chefe dos investigadores.
Nas palavras do governador, ‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin.
$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
SERÁ QUE HOJE O DOUTOR GERALDO ALCKMIN DIRIA A MESMA COISA…
E O CORREGEDOR DO DETRAN , DESTA VEZ, TAMBÉM NÃO FOI AVISADO PELO MP OU PELA PRÓPRIA CORREGEDORIA GERAL .
QUAL A DIFERENÇA PARA – NO PASSADO – PRATICAMENTE PELOS MESMOS MOTIVOS NÃO PERMANECER NA CORREGEDORIA , MAS AGORA NÃO REQUERER EXONERAÇÃO DO DETRAN?
EU NÃO SEI, JURO!

‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin

17/12/2001 – 18h09
Corregedor da polícia pede demissão após denúncia da “cracolândia”
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FÁBIO PORTELA e

CRISTIANE MARSOLA
da Folha Online
O corregedor da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Estanislau Silveira Mello, pediu demissão do cargo por não concordar com a forma como foi feita a investigação sobre os policiais acusados de comandar o tráfico de drogas na região da “cracolândia”, em São Paulo.
O corregedor apresentou seu pedido diretamente ao delegado-geral de São Paulo, Marco Antônio Desgualdo, que ainda não disse se concorda com o afastamento. Mello alega que, como diretor da Corregedoria, deveria ter sido informado sobre a investigação na cracolândia desde o início, o que não aconteceu.
As filmagens dos policiais conversando com traficantes e prostitutas na cracolândia foram feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
O responsável direto pela investigação foi o promotor de Justiça José Carlos Blat.
Mello se sentiu traído por Blat.
O corregedor, responsável por investigar denúncias contra policiais, deveria ter sido informado pelo promotor logo que surgiram as primeiras suspeitas, mas a corregedoria só ficou sabendo do caso depois que as denúncias foram divulgadas pela imprensa.
Mello teria alegado que o vínculo de confiança com o Gaeco foi quebrado, e que ele não poderia mais trabalhar com o promotor Blat.
Procurado pela reportagem da Folha Online, Blat não quis comentar o caso. “Não vou entrar nessa polêmica.
Esse é um assunto que diz respeito apenas à polícia”, disse o promotor, que continua trabalhando no caso.
DescontentamentoRui Estanislau Silveira Mello vinha reclamando nos últimos dias das dificuldadaes que encontrou à frente da ouvidoria da polícia.
Segundo ele, o corporativismo é muito forte, o que cria muitos obstáculos para que policiais sejam investigados e condenados.
Para o corregedor, a lei impede que a polícia seja mais rígida com a própria polícia. ‘Está na hora de a Lei Orgânica da Polícia Civil ser modificada, prever punições mais rígidas e criar a situação de disponibilidade, como há no Judiciário.
Assim o policial pode ficar afastado o tempo que for, enquanto houver suspeita contra ele. Mesmo que não haja acusação na Justiça.
‘Um dos cinco policiais acusados pelo caso da “cracolândia”, José Carlos de Castilho, por exemplo, foi investigado em nove sindicâncias. O conselho da polícia já arquivou sete e o absolveu em uma. Há apenas uma em tramitação. Mas ele segue trabalhando normalmente.
Outras demissões
A demissão do corregedor Mello, se for confirmada, não será o único reflexo negativo na polícia causado pelas filmagens na “cracolândia”.
Durante o final de semana, o governador geraldo Alckmin determinou o afastamento dos chefes imediatos dos policiais investigados.
São três os afastados: dois delegados e um chefe dos investigadores.
Nas palavras do governador, ‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin.
$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$
SERÁ QUE HOJE O DOUTOR GERALDO ALCKMIN DIRIA A MESMA COISA…
E O CORREGEDOR DO DETRAN , DESTA VEZ, TAMBÉM NÃO FOI AVISADO PELO MP OU PELA PRÓPRIA CORREGEDORIA GERAL .
QUAL A DIFERENÇA PARA – NO PASSADO – PRATICAMENTE PELOS MESMOS MOTIVOS NÃO PERMANECER NA CORREGEDORIA , MAS AGORA NÃO REQUERER EXONERAÇÃO DO DETRAN?
EU NÃO SEI, JURO!

‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin

17/12/2001 – 18h09
Corregedor da polícia pede demissão após denúncia da “cracolândia”
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FÁBIO PORTELA e

CRISTIANE MARSOLA
da Folha Online
O corregedor da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Estanislau Silveira Mello, pediu demissão do cargo por não concordar com a forma como foi feita a investigação sobre os policiais acusados de comandar o tráfico de drogas na região da “cracolândia”, em São Paulo.
O corregedor apresentou seu pedido diretamente ao delegado-geral de São Paulo, Marco Antônio Desgualdo, que ainda não disse se concorda com o afastamento. Mello alega que, como diretor da Corregedoria, deveria ter sido informado sobre a investigação na cracolândia desde o início, o que não aconteceu.
As filmagens dos policiais conversando com traficantes e prostitutas na cracolândia foram feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
O responsável direto pela investigação foi o promotor de Justiça José Carlos Blat.
Mello se sentiu traído por Blat.
O corregedor, responsável por investigar denúncias contra policiais, deveria ter sido informado pelo promotor logo que surgiram as primeiras suspeitas, mas a corregedoria só ficou sabendo do caso depois que as denúncias foram divulgadas pela imprensa.
Mello teria alegado que o vínculo de confiança com o Gaeco foi quebrado, e que ele não poderia mais trabalhar com o promotor Blat.
Procurado pela reportagem da Folha Online, Blat não quis comentar o caso. “Não vou entrar nessa polêmica.
Esse é um assunto que diz respeito apenas à polícia”, disse o promotor, que continua trabalhando no caso.
DescontentamentoRui Estanislau Silveira Mello vinha reclamando nos últimos dias das dificuldadaes que encontrou à frente da ouvidoria da polícia.
Segundo ele, o corporativismo é muito forte, o que cria muitos obstáculos para que policiais sejam investigados e condenados.
Para o corregedor, a lei impede que a polícia seja mais rígida com a própria polícia. ‘Está na hora de a Lei Orgânica da Polícia Civil ser modificada, prever punições mais rígidas e criar a situação de disponibilidade, como há no Judiciário.
Assim o policial pode ficar afastado o tempo que for, enquanto houver suspeita contra ele. Mesmo que não haja acusação na Justiça.
‘Um dos cinco policiais acusados pelo caso da “cracolândia”, José Carlos de Castilho, por exemplo, foi investigado em nove sindicâncias. O conselho da polícia já arquivou sete e o absolveu em uma. Há apenas uma em tramitação. Mas ele segue trabalhando normalmente.
Outras demissões
A demissão do corregedor Mello, se for confirmada, não será o único reflexo negativo na polícia causado pelas filmagens na “cracolândia”.
Durante o final de semana, o governador geraldo Alckmin determinou o afastamento dos chefes imediatos dos policiais investigados.
São três os afastados: dois delegados e um chefe dos investigadores.
Nas palavras do governador, ‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin.
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E O CORREGEDOR DO DETRAN , DESTA VEZ, TAMBÉM NÃO FOI AVISADO PELO MP OU PELA PRÓPRIA CORREGEDORIA GERAL .
QUAL A DIFERENÇA PARA – NO PASSADO – PRATICAMENTE PELOS MESMOS MOTIVOS NÃO PERMANECER NA CORREGEDORIA , MAS AGORA NÃO REQUERER EXONERAÇÃO DO DETRAN?
EU NÃO SEI, JURO!

‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin

17/12/2001 – 18h09
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O corregedor da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Estanislau Silveira Mello, pediu demissão do cargo por não concordar com a forma como foi feita a investigação sobre os policiais acusados de comandar o tráfico de drogas na região da “cracolândia”, em São Paulo.
O corregedor apresentou seu pedido diretamente ao delegado-geral de São Paulo, Marco Antônio Desgualdo, que ainda não disse se concorda com o afastamento. Mello alega que, como diretor da Corregedoria, deveria ter sido informado sobre a investigação na cracolândia desde o início, o que não aconteceu.
As filmagens dos policiais conversando com traficantes e prostitutas na cracolândia foram feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
O responsável direto pela investigação foi o promotor de Justiça José Carlos Blat.
Mello se sentiu traído por Blat.
O corregedor, responsável por investigar denúncias contra policiais, deveria ter sido informado pelo promotor logo que surgiram as primeiras suspeitas, mas a corregedoria só ficou sabendo do caso depois que as denúncias foram divulgadas pela imprensa.
Mello teria alegado que o vínculo de confiança com o Gaeco foi quebrado, e que ele não poderia mais trabalhar com o promotor Blat.
Procurado pela reportagem da Folha Online, Blat não quis comentar o caso. “Não vou entrar nessa polêmica.
Esse é um assunto que diz respeito apenas à polícia”, disse o promotor, que continua trabalhando no caso.
DescontentamentoRui Estanislau Silveira Mello vinha reclamando nos últimos dias das dificuldadaes que encontrou à frente da ouvidoria da polícia.
Segundo ele, o corporativismo é muito forte, o que cria muitos obstáculos para que policiais sejam investigados e condenados.
Para o corregedor, a lei impede que a polícia seja mais rígida com a própria polícia. ‘Está na hora de a Lei Orgânica da Polícia Civil ser modificada, prever punições mais rígidas e criar a situação de disponibilidade, como há no Judiciário.
Assim o policial pode ficar afastado o tempo que for, enquanto houver suspeita contra ele. Mesmo que não haja acusação na Justiça.
‘Um dos cinco policiais acusados pelo caso da “cracolândia”, José Carlos de Castilho, por exemplo, foi investigado em nove sindicâncias. O conselho da polícia já arquivou sete e o absolveu em uma. Há apenas uma em tramitação. Mas ele segue trabalhando normalmente.
Outras demissões
A demissão do corregedor Mello, se for confirmada, não será o único reflexo negativo na polícia causado pelas filmagens na “cracolândia”.
Durante o final de semana, o governador geraldo Alckmin determinou o afastamento dos chefes imediatos dos policiais investigados.
São três os afastados: dois delegados e um chefe dos investigadores.
Nas palavras do governador, ‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin.
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E O CORREGEDOR DO DETRAN , DESTA VEZ, TAMBÉM NÃO FOI AVISADO PELO MP OU PELA PRÓPRIA CORREGEDORIA GERAL .
QUAL A DIFERENÇA PARA – NO PASSADO – PRATICAMENTE PELOS MESMOS MOTIVOS NÃO PERMANECER NA CORREGEDORIA , MAS AGORA NÃO REQUERER EXONERAÇÃO DO DETRAN?
EU NÃO SEI, JURO!

‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin

17/12/2001 – 18h09
Corregedor da polícia pede demissão após denúncia da “cracolândia”
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O corregedor da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Estanislau Silveira Mello, pediu demissão do cargo por não concordar com a forma como foi feita a investigação sobre os policiais acusados de comandar o tráfico de drogas na região da “cracolândia”, em São Paulo.
O corregedor apresentou seu pedido diretamente ao delegado-geral de São Paulo, Marco Antônio Desgualdo, que ainda não disse se concorda com o afastamento. Mello alega que, como diretor da Corregedoria, deveria ter sido informado sobre a investigação na cracolândia desde o início, o que não aconteceu.
As filmagens dos policiais conversando com traficantes e prostitutas na cracolândia foram feita pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).
O responsável direto pela investigação foi o promotor de Justiça José Carlos Blat.
Mello se sentiu traído por Blat.
O corregedor, responsável por investigar denúncias contra policiais, deveria ter sido informado pelo promotor logo que surgiram as primeiras suspeitas, mas a corregedoria só ficou sabendo do caso depois que as denúncias foram divulgadas pela imprensa.
Mello teria alegado que o vínculo de confiança com o Gaeco foi quebrado, e que ele não poderia mais trabalhar com o promotor Blat.
Procurado pela reportagem da Folha Online, Blat não quis comentar o caso. “Não vou entrar nessa polêmica.
Esse é um assunto que diz respeito apenas à polícia”, disse o promotor, que continua trabalhando no caso.
DescontentamentoRui Estanislau Silveira Mello vinha reclamando nos últimos dias das dificuldadaes que encontrou à frente da ouvidoria da polícia.
Segundo ele, o corporativismo é muito forte, o que cria muitos obstáculos para que policiais sejam investigados e condenados.
Para o corregedor, a lei impede que a polícia seja mais rígida com a própria polícia. ‘Está na hora de a Lei Orgânica da Polícia Civil ser modificada, prever punições mais rígidas e criar a situação de disponibilidade, como há no Judiciário.
Assim o policial pode ficar afastado o tempo que for, enquanto houver suspeita contra ele. Mesmo que não haja acusação na Justiça.
‘Um dos cinco policiais acusados pelo caso da “cracolândia”, José Carlos de Castilho, por exemplo, foi investigado em nove sindicâncias. O conselho da polícia já arquivou sete e o absolveu em uma. Há apenas uma em tramitação. Mas ele segue trabalhando normalmente.
Outras demissões
A demissão do corregedor Mello, se for confirmada, não será o único reflexo negativo na polícia causado pelas filmagens na “cracolândia”.
Durante o final de semana, o governador geraldo Alckmin determinou o afastamento dos chefes imediatos dos policiais investigados.
São três os afastados: dois delegados e um chefe dos investigadores.
Nas palavras do governador, ‘na melhor das hipóteses, houve omissão.’Não é possível alguém ter policiais agindo desse jeito e não saber’, disse Geraldo Alckmin.
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SERÁ QUE HOJE O DOUTOR GERALDO ALCKMIN DIRIA A MESMA COISA…
E O CORREGEDOR DO DETRAN , DESTA VEZ, TAMBÉM NÃO FOI AVISADO PELO MP OU PELA PRÓPRIA CORREGEDORIA GERAL .
QUAL A DIFERENÇA PARA – NO PASSADO – PRATICAMENTE PELOS MESMOS MOTIVOS NÃO PERMANECER NA CORREGEDORIA , MAS AGORA NÃO REQUERER EXONERAÇÃO DO DETRAN?
EU NÃO SEI, JURO!

CNH CATEGORIA "V" ( VIRTUAL ) MODELO EXPORTAÇÃO – EMISSÃO PELO SISTEMA DE TELEFÔNIA DIGITAL

MANIFESTO DE APREÇO AOS COLEGAS DAS CIRETRANS DA BAIXADA SANTISTA:
Tirar o time de campo da Corregedoria Geral é simples…
Quero ver é atitude para deixar o DETRAN afirmando: daqui saio eu, mas não desonro meus subordinados!
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AMIGO, POR QUE SERÁ QUE MESMO CITADAS NAS CONVERSAS TELEFÔNICAS, OS RESPECTIVOS DIRETORES DAS CIRETRANS DE PRAIA GRANDE E CUBATÃO NÃO FORAM EXONERADOS ??
SERÁ POR CAUSA DE ALGUM PARETENSCO ???
ESSE NEPOTISMO É UM CANCER QUE ACABA COM A POLÍCIA !
COMO DIRIA BORIS CASOY:
“ISSO É UMA VERGONHA !”

Terça-Feira, 10 de Junho de 2008, 07:20
Três cidades da BS estão na lista
Da Redação
Três circunscrições regionais de trânsito (Ciretrans) da Baixada Santista estão na lista de suspeitas de participação no esquema de fraudes de carteiras nacionais de habilitação, na investigação realizada pelo Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaerco), do Ministério Público, e pela Polícia Rodoviária Federal.

Segundo um dos promotores de Justiça que atuam no caso, Marcelo Oliveira, os órgãos de trânsito de Cubatão, Praia Grande e Mongaguá são citados nas conversas telefônicas suspeitas de funcionários da Ciretran de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, um dos alvos da operação.
As conversas foram interceptadas pelos órgãos que investigam o caso.‘‘Não foram citados nomes de pessoas nas gravações’’, ressaltou o promotor, do MP de Guarulhos.
Ele afirmou que auto-escolas e centros de formação de condutores (CFCs) estabelecidos nessas cidades também podem estar envolvidos no esquema, visto que ‘‘a Ciretran não faz carteira sozinha’’.
O promotor disse que deverá oferecer a denúncia à Justiça até amanhã, quando vence a prisão temporária de 18 acusados de envolvimento no esquema.
As investigações de corrupção envolvendo falsificação e venda de carteiras de habilitação para pelo menos sete estados, além de São Paulo, tiveram início há um ano, a partir da apreensão, pela Polícia Rodoviária Federal, de CNHs suspeitas em Mato Grosso do Sul.
A Operação Carta Branca foi deflagrada no último dia 3 e se concentrou em municípios da Grande São Paulo como Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Diadema, Poá, Guarulhos e Barueri.
Vinte pessoas tiveram a prisão temporária decretada, entre policiais, despachantes, médicos, psicólogos e proprietários e funcionários de auto-escolas e CFCs. Duas delas já estão soltas.
No dia 3, o promotor Marcelo de Oliveira havia ressaltado que as prisões eram apenas ‘‘a ponta do iceberg’’.
‘‘Vendiam-se aqui (Ferraz de Vasconcelos) carteiras para o Brasil inteiro’’, afirmou ele.
(COLABORADOR DO BLOG)
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AMIGOS PODEREI ATÉ SOFRER OUTROS PROCESSOS:
Mas em minha opinião o DETRAN pegou os mais antigos Diretores de CIRETRAN para “bois de piranha”.
Ou seja, sacrificaram os colegas para que não fossem eles (do DETRAN) sacrificados.
Se verdadeira a nossa impressão: ATO TORPE.
E serei – como sempre – bastante franco: há tempo não tenho admiração por alguns colegas (a recíproca é verdadeira).
Todavia – por amor à verdade – nunca ouvi nada relativo a envolvimento em esquemas de venda de CNHs, por parte dos Delegados de Santos, São Vicente e Bertioga.
E – honestamente – mesmo o Diretor não querendo prejulgar ou acusá-los, causou-lhes um mal irreparável.
O Doutor Ruy cometeu uma “tanganelada”; acreditamos ter ferido muitos inocentes.
E de São Vicente – modéstia à parte – não há nada que eu não saiba.
Pelo que posso afirmar, sem medo de erro, cometeram um crime contra o Doutor Jorge Álvaro G. Cruz. Delegado de Trânsito – desde muito jovem – há mais de dez anos.
O colega jamais esteve envolvido em esquemas.
É o mais competente e querido Delegado de Trânsito da região.
De dignidade inquestionável.
UMA VERGONHA… NÃO PARA ELE.
PARA A DIRETORIA DO DETRAN!
Com efeito, fossem envolvidos deveriam ter sido removidos em março.
E se não foram removidos, não eram envolvidos.
Se forem, DESDE ENTÃO, as autoridades do DETRAN tergiversaram; pelo que também deverão ser exoneradas.
Pois no dia do escândalo nada sabiam contra quaisquer funcionários.
Aliás, o DETRAN nem sequer se manifestou.
Só adotando alguma providência depois da iniciativa do Delegado Geral.
Qual seja: afastar , inopinadamente, os 14 Delegados das Ciretrans do Demacro e da Baixada.
E resultando a honra deles jogada na lama.
Agora, se aqui eu escrevo acerca de prelados corruptos ficam indignados, pois com peculiar prepotência e arrogância julgam-se acima da censura e reprovação por parte de um 2a. classe.
Diga-se prepotência, arrogância e, talvez, covardia.
Tirar o time de campo da Corregedoria Geral é simples…
Quero ver é atitude para deixar o DETRAN afirmando: daqui saio eu, mas não desonro meus subordinados!
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NOTA EXPEDIDA PELO DETRAN QUANDO DA OPERAÇÃO CARTA BRANCA:
Resposta
Em nota oficial, a direção do Detran alega que não foi informada oficialmente sobre qualquer irregularidade envolvendo funcionários públicos do órgão. Segundo a nota, “cabe à Corregedoria da Polícia Civil qualquer manifestação nesse sentido”. Sobre a Ciretran de Ferraz de Vasconcellos, o Detran-SP diz que “fez correição extraordinária naquela unidade, em 29 de abril, identificando irregularidades”, como o desaparecimento de arquivos e de processos de emissão de carteiras. O Detran informou que foram instalados dez procedimentos administrativos para apuração das supostas irregularidades envolvendo, inclusive, clínicas médicas, psicólogos e Centros de Formação de Condutores (CFCs). Além disso, “também foi encaminhado procedimento à Corregedoria da Polícia Civil para apuração de possível envolvimento de funcionário público nas irregularidades levantadas na correição extraordinária”, conforme diz a nota.
EM TRÊS DIAS ARRUMARAM 14 BOIS (OU PATOS)…
SIMPLES NÃO!

Dr. MAURÍCIO FREIRE…BOA SORTE!

Anônimo disse…
Quando o Governador nomeou o Dr. Mauricio Freire para DGP pensei: “agora a PC vai prá frente, que Deus ajude este homem que é capacitado, talvez o mais capacitado de todos que vi passar lá, porque a coisa tá feia”. Estou vendo agora que o Dr. Maurício está sendo vítima da pilantragem dos maus policiais, daqueles que nunca trabalharam em prol da PC. Agora que o cerco está se formando, o Dr. Maurício deve aproveitar a oportunidade e promover uma limpeza nos quadros e dar novo rumo à polícia judiciária paulista! BOA SORTE!
10 de Junho de 2008 21:43

O DELEGADO-JUIZ COMBATIDO PELOS AGENTES DAS POLÍCIAS CIVIS E FEDERAL 1

As Instituições policiais civis do Brasil (Estados e União) padecem de cultural “felonia”. Desse eterno estado de rebelião dos agentes subordinados, em geral, contra a autoridade.
E justamente contra quem os criou, inicialmente, pelas nomeações honoríficas e “ad hoc”; depois postulando a criação dessas carreiras como funções auxiliares imprescindíveis ao exercício da polícia judiciária.
A revolta da criatura contra o criador; do subalterno contra o superior hierárquico.
Como se fosse indigna a condição de comandado.
Ora, todos somos.
As autoridades policiais civis, ou seja, os Delegados de Polícia bacharéis em Direito eram a Instituição.
Deles se originaram os demais cargos.
De se observar que nos Estados em que as funções eram atribuídas às Forças Públicas, apenas muitas décadas depois foram criadas as carreiras policiais civis. Pois não necessitavam de serviços auxiliares, posto o emprego do aparato policial militar.
O perfil do Delegado de Polícia de São Paulo sempre foi compatível com o perfil da magistratura.
E somos Delegados de Polícia em virtude dos poderes que nos conferiam os Desembargadores Presidentes do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Posto, então, o chefe da Polícia Judiciária ser um Desembargador.
Nunca por delegação do Governador, pois o chefe executivo nunca dispôs de poderes judicias.
E assim jamais poderia delegar poderes que nunca teve.
A presidência de procedimentos investigativos criminais é tipicamente judicial, desnecessário dizer JURÍDICA.
Com efeito, a denominação Delegado de Polícia decorre daquela delegação conferida pelo Poder Judiciário.
E como um grande indicativo dessa delegação se vê, até o presente, a função do Juiz Corregedor da Polícia Judiciária.
Aliás, dos quais – jamais – deveríamos ter nos apartado.
Absurdo – por parte dos policiais inimigos da Proposta de Emenda à Constituição, a PEC nº 549/2006, pela qual se busca o expresso reconhecimento constitucional do cargo como típica carreira jurídica de Estado – é não querer ver o Delegado de Polícia como uma espécie de magistrado instrutor da fase pré-processual.
Delegado-juiz, sim!
Delegado-meganha, nunca mais!

IDENTIFICANDO OS INIMIGOS DOS DELEGADOS PARA TODO O BRASIL 3

Melhor não!
Pois sendo honesto – antes de nomear Oficiais da PM, Promotores, Procuradores e Policiais em geral, você listaria 2/3 de um certo Colegiado; mais uns 500 coadjuvantes espalhados pelos rincões paulistas.
Caso tenhamos direito a ter rincão, tal qual os gaúchos.
Se bem que em matéria de mutretas – como no DETRAN – já podemos nos considerar estados gêmeos.
Ora, estamos colhendo os efeitos da lei de responsabilidade fiscal.
Se não roubam de um lado, roubam com a mão da Polícia de outro.
A Ditadura, ontem, empregou a Polícia para torturar e matar.
Hoje, a República – pelo que verificamos das gravações telefônicas – nos emprega para roubar dinheiro para campanhas.