O RENASCER DO CAUDILHISMO 1

Atolada em escândalos de corrupção, a Senhora Governadora do Rio Grande do Sul, À SURDINA, nomeia para a Secretaria da Segurança um General dos quadros do PTB.
Será o fim dos princípios do PSDB, ou será o renascimento do caudilhismo gaucho.
Yeda, 64 anos, talvez pretenda marchar com seus militares até o Planalto…
Democraticamente…
Democraticamente, em 2010.
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General do Exército assume a Secretaria de Segurança do Estado
Edson de Oliveira Goularte substituirá José Francisco Mallmann.
Porto Alegre – A governadora Yeda Crusius (PSDB) anunciou, na noite de sábado, o general do Exército Edson de Oliveira Goularte como substituto de José Francisco Mallmann na pasta da Segurança Pública.
A posse do secretário ocorreu na manhã deste domingo, no Palácio Piratini.
O anúncio foi feito por meio de nota oficial divulgada às 23h10.

O DOUTOR VICENTE CASCIONE DIZ QUE O GOVERNO DEVE CONTRATAR BANDIDOS COMO GESTORES DA POLÍCIA 2

O Senhor acabou de dizer uma impropriedade no Jornal da VTV, ao afirmar, refutando o Diretor Waldomiro Bueno Filho, que “o governo deveria recrutar, pagando bem , alguns membros do crime organizado”.
E estes passariam a orientar a polícia; seriam os novos gestores da segurança pública.
Já que são mais criativos e com maior agilidade.
Ora, caro professor, membros do crime organizado abundam na Segurança Pública.
Mas o pior: são eles que mandam com o apoio de políticos; do PTB, inclusive.
Que já foi o seu partido, não foi?
Mas o Senhor está correto: FICARÁ CADA VEZ PIOR!
E não se trata de pessimismo…
É previsão com base em dados objetivos.
Neste exato instante há membros do crime organizado – com carteira e distintivo da Polícia – recolhendo dinheiro para financiamento de campanhas eleitorais.
Mas isto o Senhor deve saber, tanto que ficou decepcionado com a política.

AGORA EU SEI A RESPOSTA PRA PERGUNTA QUE VOCÊ ME FEZ

Anônimo disse…
DR GUERRA,SEMPRE ACESSO E LEIO O SEU BLOG EXPLICA UMA COISA.
COMO QUE SÃO FEITAS AS PROMOÇÕES NA CARREIRA DE DELEGADO DE POLÍCIA AÍ EM SÃO PAULO.
DEMORA MUITO PRA SER PROMOVIDO OU DEPENDE MUITO DA FORMA PELA QUAL SE TRABALHA?
ABRAÇO
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Quem trabalha demora na fila; é promovido só por antiguidade.
A promoção por merecimento – em muitos casos – depende de quem você é filho, sobrinho, cônjuge ou com quem você dorme.
Também serve o exemplo do filme BOPE, ou seja, qual o lucro para o deputado.
De tudo tenha a certeza: NÃO É SÉRIA.
Algumas indicações nada exemplares estão publicadas no Diário Oficial.
Que me perdoem aqueles com bastante tempo de casa e classe, verdadeiramente merecedores.
Mas depois não se poderá reclamar de alguns promovidos por merecimento passando temporada no Presídio Especial da Polícia Civil.
Na esteira de André Di Rissio, Robert Leon Carrel e de Carlos Jose Ramos da Silva, o Cazé de Mogi das Cruzes.

TEM ALGUMA COISA ERRADA 1

01- DR. ADOLFO D. DA SILVA JR. – 5675- 8010 -10096 – 2a. classe há dezesseis anos. Será promovido por antiguidade; merece felicitações.
98- WELDON CARLOS DA COSTA -843-6821-7381- classe especial “em dezesseis anos de carreira”.
O falecido JOÃO JORGE GUERRA CORTEZ – classe especial em apenas 17 anos de carreira; sem tempo anterior no funcionalismo.
Ou somos desqualificados demais, ou os promovidos em curto espaço de tempo são dotados de genialidade.
Estando muito acima da média.
Duvido sejam superdotados; aliás, o falecido Seccional de Santos foi exemplo de mediocridade.

PROMOÇÃO PARA A 3ª CLASSE 1

Enquanto o apadrinhado é promovido em quatro (4) anos, você – sem dinheiro no bolso ou parentes importantes – levará 17(dezessete) anos.
Sim, 17 anos!
Dezessete anos como plantonista…
Assistindo incompetentes atropelando os mais antigos e mais capazes.
E graças aos mandados de segurança impetrados pela ADPESP e pelo SINDPESP.
A primeira inconformada com a aposentadoria compulsória depois de 5 anos na classe especial.
O segundo inconformado com o requisito que determinava que apenas os Delegados de 1 a. classe – classificados na primeira metade da lista de antiguidade – pudessem freqüentar o Curso Superior de Polícia.
Os dois exemplos revelam que as duas entidades nunca estiveram compromissadas com a moralidade.
Ganharam as respectivas ações, mas não em benefício da Carreira.
Em benefício “da casta”.

DO ENDEUSAMENTO DO DHPP… 3

É mais do que evidente a excelência da maior parte das autoridades e policiais lotados no DHPP.
Mas não cabe endeusá-lo como órgão impoluto ; presentante da elite policial.
Não é; nunca foi.
Os maiores traidores da Instituição foram forjados no DHPP.
Aquilo que se pode classificar como lixo social esteve no DHPP.
Os maiores vendilhões e acertadores saíram do DHPP.
Mas não saíram removidos – “de bonde” – como normalmente a gente boa é obrigada a deixar o departamento por mera perseguição.
Saíram promovidos.
E conforme as palavras de um leitor:
” Temos o privilégio de poder cometer crimes escondidos atrás de um distintivo, e temos que nos conscientizar que a polícia é uma só.
Esse hábito de endeusar o DHPP, como local de gente honesta apenas avilta todos os outros bons policiais que não estão lá.
Lá também tem muita escória, mesmo porque os hunos que quase nos dizimaram sairam de lá.” (danny ciello)

“Policiais imbecis que se matam hoje, matariam inocentes amanhã." A POLÍCIA DO BHPP 2

27/07/2008
Policial militar mata colega a tiros
Após provável discussão no trânsito, Luis Gustavo dos Santos Carreira, 26 anos, foi morto por Halley Thiago Sossai
Alcir Zago/Com Lucien Luiz
Após uma provável discussão no trânsito, seguida de perseguição, o policial militar Halley Thiago Sossai, 24 anos, matou o também policial militar Luis Gustavo dos Santos Carreira, 26 anos, com três tiros. É o 18.º homicídio registrado no ano em Bauru. O fato ocorreu à 0h45 de ontem, na quadra 2 da rua Ivo Marcelino, na Vila Monlevade, em frente à casa onde residia Carreira. No momento do crime, ambos estavam de folga e à paisana.

Os dois policiais eram naturais de Bauru, mas não trabalhavam no Município. Sossai atuava no 10.º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), em Piracicaba. A vítima pertencia à 5.ª Companhia, em Lençóis Paulista.

Para o comando do 4.º BPM/I, há indícios de que houve crime militar, isto é, entre militares. Paralelamente, deve ser instaurado inquérito na Polícia Civil para apurar o homicídio. Segundo o delegado Ronaldo Divino Ferreira, que ontem estava de plantão, como o acusado foi detido em flagrante pela PM, o delegado do 4.º Distrito Policial deve tomar conhecimento do caso amanhã e, a partir daí, dar início às investigações.

Durante aproximadamente 10 horas, Halley Sossai permaneceu na sede do batalhão, onde prestou depoimento. Também foram ouvidas a noiva e uma amiga do policial, que estavam no carro com ele na hora do fato.

Segundo o major Nelson Garcia Filho, comandante interino do 4.º BPM/I, o autor dos disparos foi autuado em flagrante por homicídio. Por volta das 15h de ontem, Sossai deixou a sede do batalhão no banco de trás de uma viatura, com destino ao Presídio Militar Romão Gomes, na Capital, onde ficará à disposição da Justiça.

Por motivos ainda a serem apurados, os dois policiais teriam se desentendido na rodovia Marechal Rondon, nas proximidades da Rua das Festas. Carreira dirigia um Gol cinza, placas DDZ-3786, de Bauru. Sossai conduzia um Peugeot 206 preto, de placas DHZ-6267, também de Bauru.

Após a discussão, Sossai teria seguido Carreira até a residência do segundo. Tanto no boletim de ocorrência da Polícia Civil quanto na nota encaminhada pelo 4.º BPM/I, consta que houve troca de tiros. Mas uma testemunha, cujo carro estava quebrado a poucos metros do local, tem uma versão diferente. Segundo o rapaz, Sossai teria descido do carro com arma em punho e dito para Carreira sair do veículo. Assim que a vítima tinha deixado o Gol, foi atingida por vários disparos. A testemunha teme represálias e, por isso, não se identificou.

A Polícia Científica esteve no local, onde encontrou sete projéteis deflagrados. Também irá fazer exame residuográfico e necroscópico. As pistolas dos dois policiais (uma Glock 380 e uma Taurus) foram recolhidas pela PM.

Carreira foi atingido por três tiros. De acordo com o major Garcia, Sossai acionou a unidade de resgate do Corpo de Bombeiros para atendimento da vítima, que foi levada ao Pronto-Socorro Central e depois para o Hospital de Base, onde passou por cirurgia. Às 4h20, a unidade informou que o policial não resistiu aos ferimentos e morreu.

Versões

Os depoimentos de Sossai e de duas testemunhas que estavam com ele no momento do fato foram acompanhados pelos advogados Alceu Carreira, primo da vítima e que irá atuar como assistente de acusação, e Fernanda da Silva Magalhães, defensora do autor dos disparos.

Segundo ela, Sossai alegou que Carreira dirigia no sentido Agudos-Bauru de maneira perigosa, parecendo estar embriagado. A advogada disse que o policial teria entrado em contato com o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para falar sobre a situação, mas recebeu a informação de que a polícia não teria como abordar o motorista. Por isso, teria sido orientado a interceptar o carro. Segundo Magalhães, ao chegarem à casa de Carreira, eles teriam discutido. Em seguida, Sossai teria se identificado como policial e efetuado os disparos em legítima defesa.

O advogado do policial morto contestou o depoimento do acusado. De acordo com Alceu Carreira, não tem sentido um policial receber ordem para perseguir um motorista, estando à paisana, e, além disso, junto da noiva e de uma amiga em seu carro. Alceu afirma que, na hora do crime, havia uma pessoa em um Fusca branco parado no local, além de um vizinho que ouviu os disparos.

Cinco anos de corporação

Luis Gustavo dos Santos Carreira atuava na corporação da PM há mais de cinco anos. Desde que foi habilitado à profissão, trabalhava em Lençóis Paulista, mas, segundo seu pai, Darci da Costa Carreira, ele seria transferido para Bauru no ano que vem.

Universitário do terceiro ano de direito, na Instituição Toledo de Ensino (ITE), em Bauru, Carreira tinha o objetivo de alcançar o posto de oficial. Por duas vezes, tentou ingressar na Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Como não conseguiu a aprovação, decidiu cursar direito e tentar a academia mais tarde. “Ele trabalhava à noite em Lençóis e estudava de manhã na ITE. Ele ia tentar Barro Branco mais uma vez, para se formar tenente. Depois, planejava seguir carreira dentro da PM”, conta Darci.

Apesar do pouco tempo de profissão, Carreira recebeu da corporação, no ano passado, uma medalha de mérito por ter resgatado uma criança presa nas ferragens em um acidente. “Ele (Luis Gustavo) e um colega resolveram não esperar o Corpo de Bombeiros chegar, já que o acidente tinha ocorrido em Lençóis. Mesmo sem equipamentos necessários, conseguiram retirar o garoto das ferragens e, por poucos minutos, salvar a vida dele. No ano passado, foi feita uma homenagem para os dois. Eles receberam das mãos desse menino uma medalha de honra pela atitude de bravura que tiveram”, lembrou o pai, emocionado.

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Policial deixa filho de 3 meses

Luis Gustavo dos Santos Carreira deixou o filho Matheus Henrique, de 3 meses. É o único filho do policial, que era solteiro e vivia com os pais, em Bauru, no Jardim Paulista. “Ele era apaixonado pelo filho e um pai muito atencioso e dedicado”, lembra Beatriz Carreira Sartori, prima da vítima.

Além do filho, que pouco pôde conviver com ele, o policial deixa o pai, Darci Carreira, 66 anos, a mãe, Rosana Aparecida Ferreira dos Santos Carreira, 52 anos, e a irmã Lívia, 24 anos.

Velório

Muita gente compareceu ao velório de Carreira, ontem, para lhe prestar as últimas homenagens. Familiares e amigos estavam inconformados e ainda custavam a aceitar a morte do policial.

“Ainda não consegui acreditar. Ele era uma pessoa tão ligada à família e pacificadora, que não merecia isso. Nada justifica o que aconteceu”, comentou Beatriz Carreira Sartori, prima da vítima. “Ele só tinha amigos, era um rapaz muito disciplinado e não podia ter morrido dessa forma”, disse o tio Ruy Ferreira dos Santos, inconformado.

“O Luis Gustavo não tinha richa com ninguém, bem pelo contrário, era muito alegre e simpático com todos. Não havia necessidade disso. Quem atirou, não deu chance do meu filho reagir. Só espero que seja feita justiça e que essa pessoa que atirou no meu filho receba a punição que merece”, argumentou o pai da vítima.

Companheiros de trabalho de Carreira também compareceram ao velório e acompanharam o sepultamento, no Cemitério São Benedito. Emocionados, disseram que receberam a notícia da morte com grande surpresa. “Fui avisado por telefone. Foi um grande susto. Ontem mesmo (anteontem), estávamos pescando em Lençóis. Perdemos um excelente amigo e policial”, disse o soldado Cléber Fernando Sarria, que trabalhava com Carreira.

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Em Piracicaba

Halley Thiago Sossai trabalhava como policial na 1.ª Companhia do 10.º Batalhão da PM em Piracicaba. Com dois anos de corporação, atuava na área administrativa, no setor de cadastro e emissão de multas e documentação de veículos. Durante a semana, residia no batalhão e, aos finais de semana, vinha para Bauru, para a casa da família.

Segundo colegas de trabalho em Piracicaba, Sossai sempre demonstrou equilíbrio emocional e ser uma pessoa de bem. “Sempre foi um bom policial, trabalhador aplicado, aparentemente tranqüilo. Nunca se envolveu em briga”, disse o cabo Élsio Pompeu, companheiro de trabalho do policial no 10.º Batalhão.

Sobre o motivo que teria levado Sossai a cometer o crime, Pompeu preferiu não opinar. “Essa notícia foi uma surpresa para nós. Não dá para opinar. Nós nunca sabemos o que o policial está vivendo no emocional, na vida particular dele. Aqui, posso dizer que o Halley era exemplar, muito aplicado.”

De acordo com o cabo, o colega não demonstrou nenhuma variação de comportamento até a última quinta-feira, quando se viram pela última vez. “Ele estava normal, a única coisa que queria muito era ser transferido para Bauru. Mas esse é um dilema que todos os policiais vivenciam”, finalizou.

Na opinião do coronel Nilson Giraldi, bauruense criador do método de tiro defensivo, usado em todo o País, o crime envolvendo os dois policiais em Bauru, que culminou na morte de Luis Gustavo dos Santos Carreira, reflete uma situação em que a emoção está se sobrepondo à razão.

“Policiais imbecis que se matam hoje, matariam inocentes amanhã. Não têm estrutura para ser policial, nem equilíbrio necessário. A arma os deixou agindo pela emoção e não pela razão. Eles não têm estrutura emocional para portar uma arma de fogo”, conclui.

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Perguntas ainda sem respostas

1 – Houve ou não troca de tiros entre os policiais? Apenas Sossai atirou?

2 – Dos 7 projéteis encontrados no local, quantos eram da arma de Sossai?

3 – O que ocorreu para que a discussão entre os policiais tivesse início?

4 – Que fatores levaram Sossai a perseguir Carreira por quilômetros?

5 – Ele teria sido autorizado pela PM a perseguir o colega?

6 – Por que eles não se identificaram como policiais no início do desentendimento?

DESALENTADOS PELOS HOMICÍDIOS E PORRADAS NO POVO 26

“Não tem dias que da uma vontadezinha danada de mandar tudo às favas?
Puxa vida, essa policia parece querer ser tratada por policiazinha, ela não se envergonha das atrocidades que ela comete, não para esclarecer um latrocínio, mas sim para tomar uma nota do autor de um, não importando quem o facínora tenha matado.
Estamos nos tornando bestas, nas duas acepções da palavra, feras e mentecaptos!
Estou me acostumando a sair sem a minha carteira vermelha, sem a minha arma, coisa que em vinte anos jamais fazia…
Estou me acostumando a declarar apenas funcionário público como profissão.
Putz, acho que até estou me acostumando a comer merda e dar risada….
Que tristeza… “
(colaborador)
26 de Julho de 2008 18:04

USURPAÇÃO DE FUNÇÃO PÚBLICA POR DELEGADO DE CLASSE INFERIOR 6

Delegado de Polícia 4ª classe que assume o exercício de funções da competência de autoridade mais graduada, ou seja, de um Delegado de 2ª classe, comete o crime definido no artigo 328 do Código Penal.
E na forma qualificada: a titularidade , por si, é uma vantagem.
Pena – reclusão, de 2(dois) a 5(cinco) anos, e multa.
Em concurso com os superiores hierarquicos que – pisando na lei e em toda a Carreira – são coniventes com tal anomalia.
Mas aqui vale tudo!
E ninguém toma quaisquer providências.

DEPUTADO MAJOR OLÍMPIO DISSE: QUEM VAI PARAR A POLÍCIA DE SÃO PAULO É JOSÉ SERRA E NÃO VOCÊS…ELE NÃO FICA DE QUATRO PARA O GOVERNO 2

QUEM VAI PARAR A POLÍCIA DE SÃO PAULO É JOSÉ SERRA E NÃO VOCÊS
As Entidades da Polícia Civil de São Paulo realizaram um grande ato de protesto na Praça da Sé, onde mais de 2.000 Policiais Civis da Capital e do Interior manifestaram a decisão unânime de entrar em GREVE, por tempo indeterminado, a partir do dia 13 de agosto.

A situação chegou ao insuportável, pois o governador não tem o menor respeito pela Polícia.
Nós pleiteamos 58% de reposição salarial e a Secretaria da Segurança Pública vai à mídia e mente que, desde outubro, já concedeu 23%, além de um pacote de benefícios.

Mentira!

O reajuste concedido para o Adicional de Local de Exercício (ALE) foi de 3.87% a 23%, sendo que 90% dos Policiais (civis e militares) teve 3.87% a 6.30%.
E OS BENEFÍCIOS?
E nós, Policiais Militares, o que faremos?
Vamos dobrar nossas escalas de serviço para suprir a lacuna dos “irmãos policiais civis”, ou com outras palavras: Vamos “furar” o movimento, que apresenta reivindicações para todos nós? Vamos nos “arrebentar” mais ainda?Ou vamos para uma “operação-padrão”, cumprindo tão somente a Lei?
Vamos sair defendendo o Governo a troco de “carguinhos” no serviço público de 3º Escalão, quando da passagem para a reserva, ou vamos defender os nossos ideais, a pensão de nossas viúvas e filhos e dizer, sempre e corajosamente, a Verdade?
Nossos inativos e esposas vão se mobilizar como, recentemente, ocorreu em Rondônia, ou vamos ficar no teclado do computador bancando o “Leão-de-Internet”?

Vamos mostrar que o Governo nada investe de verdade ou vamos continuar “mendigando” na comunidade os materiais para obras e reformas, alimentação e peças de reposição para os automóveis ou, pior ainda, “garimpando” peças em desmanches?
A hora é agora!
As carreiras estão paradas, não há perspectivas de promoção e, assim, inexiste ascensão profissional.
O salário é aviltante, e os inativos e pensionistas estão, completamente, abandonados pelo Poder Público.
Vamos reagir.
Vamos apoiar a paralisação da Polícia Civil, cumprindo o que a Constituição nos manda fazer, mas apenas isso e NADA MAIS.
Não vamos aceitar, para a manutenção de nossos serviços, nem mais um centavo (o que já é crime) ou qualquer material…
Basta!
Não queremos o caos para a Sociedade, quem o deseja é José Serra.
Olhem o noticiário e veja a resposta da SSP: “Vocês já foram contemplados em outubro de 2007. Calem a boca”.
Caso você concorde com a Secretaria da Segurança Pública, meus pêsames para você e para sua família, mas se não concorda reaja, despertando seus companheiros, sua família, seus amigos e a sua comunidade.
Deputado Major Olimpio

NOVO SECCIONAL DE GUARULHOS 4

nos termos do art. 6º da LC 731/93
o Dr. JURANDIR CORREIA DE SANT’ANNA – RG. 7.108.355,
Delegado de Polícia de Classe Especial, padrão VI, lotado na
Delegacia Geral de Polícia, classificado no DEMACRO, para
exercer a função de Delegado Seccional de Polícia I da
Delegacia Seccional de Polícia de Guarulhos, fazendo jus, a gratificação
de (pró labore( de 10% calculada sobre o valor do respectivo
padrão de vencimento, cessados os efeitos da Portaria
que o designou para exercer a função de Delegado Seccional de
Polícia I da Delegacia Seccional de Polícia de Carapicuíba, ficando
em consequência cessado o “pro labore” correspondente.(
DGP-3793-P)

PROFESSOR JAIR CESÁRIO SILVA, MAIS UMA VÍTIMA DO ACIDENTE DA TAM 1


Acompanhamos o sofrimento e inconformismo do Prof. Jair Cesário pela trágica morte da bela filha Priscila Bertoldi Cesário Silva em acidente aéreo neste último ano. Homem comprometido com suas obrigações profissionais e pedagógicas.
Assíduo colaborador da Coordenação do Curso de Direito da UNIP – Paraíso, o mestre Jair, certamente deixou sua marca nos bancos acadêmicos e nos corações de seus alunos.
Delegado, Professor, mas antes de tudo, Amigo.
Profundo pesar pela perda irreparável!
Profa. Andrea Wild
Coordenadora Curso Direito
UNIP-Paraíso
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O doutor JAIR – nosso professor – perdeu a filha no trágico acidente com o avião da TAM, ocorrido há um ano.
Ele(doutor JAIR), começou a morrer naquela data.
É um exemplo dos mortos indiretamente pelo descaso governamental e pela indiferença empresárial.
Há outros familiares sucumbindo lentamente em razão da dor pela perda de entes queridos.
Assim, requeremos aos responsáveis pelas apuração e responsabilização penal e civil, a aplicação da lei…
Apenas que se aplique a lei.
Por fim, agradeçemos a doutora Andrea Wild pela homenagem aqui deixada.

CARLOS JOSÉ RAMOS DA SILVA, O CAZÉ- DELEGADO GRAU 33 – SERÁ COLOCADO EM LIBERDADE PELO TRIBUNAL DE JUSTIÇA 4

A Justiça autorizou a prisão de dez dos envolvidos no esquema.
Dentre eles, o ex-delegado Seccional de Polícia de Mogi das Cruzes, Carlos José Ramos da Silva, preso na última quinta-feira e cuja prisão também foi pedida pelo Ministério Público Estadual.
O delegado já havia sido afastado do cargo pela Delegacia Geral de Polícia em maio deste ano.
O ex-seccional vendia os cargos das Delegacias de Trânsito da circunscrição de Mogi das Cruzes; recebendo em contrapartida grande parcela do lucro auferido com a venda de carteiras de habilitações e outras fraudes.
Todavia, a sua defesa desvia toda a responsabilidade para a cúpula da Polícia Civil e o DETRAN; segundo “Cazé” – como é conhecido o ex-seccional ora preso – os únicos beneficiários das propinas.
Por outro aspecto vale-se – segundo as nossas fontes – de um tal grau trinta e três (33), uma espécie de atestado de idoneidade absoluta.
O tal atestado é fornecido por uma dessas ordens cuja natureza não se sabe se é de cunho cultural, filantrópico ou mero passaporte para novos ricos.
Bem, talvez seja mais um passaporte para quem queira ficar rico ilicitamente.
Pois ímprobos de toda a espécie, INFELIZMENTE, sobejam na referida irmandade.
Enfim, a soltura de Cazé é esperada até a sexta-feira, dia 25 de julho.