UNIFICAÇÃO DAS CARREIRAS POLICIAIS CIVIS: O FIM DO ÁLIBI PARA O BRAÇO-CURTO 39


Tem policial defendendo a Lei Orgânica como quem bate palma em mágico de rua: só vê o show, não percebe o truque.

Tem policial defendendo essa Lei Orgânica como se fosse upgrade… mas a realidade é downgrade disfarçado.Tem policial defendendo a Lei Orgânica sem ler o texto… parece fã de reality show comentando final de temporada!Tem policial defendendo a Lei Orgânica sem ler… deve estar esperando o bônus secreto de unicórnios. 🦄

Tem policial defendendo essa Lei Orgânica como se tivesse encontrado o “pacote premium da valorização”… só esqueceram de ler as letras miúdas.

Tem gente aplaudindo antes mesmo de entender o impacto real nas próprias atribuições. Parece aquele aluno que comemora a prova fácil e depois descobre que era pegadinha.

Defender mudança sem analisar consequência é fácil. Difícil é explicar depois por que perdeu espaço, autonomia ou reconhecimento.Impressionante como tem gente defendendo essa Lei Orgânica como se estivesse ganhando promoção… sendo que pode estar assinando a própria redução de espaço.

Tem policial que virou fã de projeto antes mesmo de ler o que muda na prática. É tipo comemorar aumento… sem ver que veio junto a perda de atribuição.

Mas tá tudo certo. Depois que a estrutura mudar, a hierarquia apertar e as funções encolherem, a gente conversa.

Às vezes o maior talento não é investigar crime — é defender o que pode enfraquecer a própria carreira. ( “sic ” )

Autor : Pelucial.


Há quem confunda estabilidade no serviço público com imutabilidade do próprio cargo.

Não se trata de ignorância jurídica ingênua, mas de conveniente má-fé interpretativa.

Quando um servidor alega que determinada atribuição “não é da minha função” – mesmo sendo ela compatível com a natureza do cargo e essencial ao resultado investigativo –  o que se invoca não é a lei, mas um suposto direito à não colaboração e de certo monopólio.

O presente texto diz respeito ao leitor  Pelucial, que – por meio do comentário acima – ridicularizou colegas defensores da reestruturação das polícias civis como se fossem “fãs de reality show”. Nada mais inapropriado !

Serve apenas para reacender  velho debate.

O sarcasmo, contudo, errou o alvo.

Não foram os apoiadores da lei geral que demonstraram desconhecimento do Direito Administrativo.

Foi o crítico, ao tratar cargo público como feudo pessoal e descrição de atribuições como cláusula pétrea.

O QUE A LEI REALMENTE DIZ

A Constituição Federal assegura ao servidor público estável a permanência no serviço público, não a perpetuidade do desenho funcional de seu cargo.

Cargos podem ser extintos, fundidos, transformados ou reestruturados por razões de interesse público ou reorganização administrativa.

O limite legal é claro: não pode haver desvio de função, quebra da natureza do cargo, redução de complexidade ou diminuição nominal da remuneração.

Fora disso, a Administração tem não apenas o direito, mas o dever de reorganizar suas carreiras para adequá-las às necessidades contemporâneas.

É exatamente o que propõe a Lei Geral das Polícias Civis, já aprovada no âmbito federal e em implementação em diversos estados: aproximar atribuições afins, racionalizar funções, consolidar carreiras e atualizar a arquitetura institucional.

Tratar esse movimento como “truque de mágica” ou “encantamento ingênuo” não é crítica; é revelador de quem não leu a legislação, não acompanha experiências exitosas de outros entes federativos e prefere o conforto da narrativa do “sempre foi assim”.

A FARSA DA “ESPECIALIDADE EXCLUSIVA”

O mantra “investigador só investiga” jamais encontrou amparo na realidade operacional ; tampouco na lei.

Toda investigação criminal moderna assenta-se sobre três verbos fundamentais: saber perguntar, saber ouvir e  saber escrever.

Não há investigação sem entrevistas, sem registro fiel do que foi colhido, sem relatórios que documentem diligências.

O que houve, durante décadas, foi a transformação desse tripé funcional em moeda de barganha corporativa.

Repetia-se, sobretudo em equipes de plantão:

Quem não queria atender público alegava que não era função.

Quem se recusava a dirigir viatura dizia que “investigador investiga, não pilota”.

Quem evitava redigir boletins de ocorrência, requisições de exames e autos de apreensão invocava a existência do cargo de escrivão.

Quem se recusava a efetuar escoltas alegava que não era carcereiro.  

Em muitos casos –  e aqui não há generalização imprudente, mas registro de episódios concretos exaustivamente documentados ao longo de 24 anos de atuação como delegado de polícia –  as alegadas limitações funcionais simplesmente desapareciam quando circulava o boato de que “teve algum pre$ente”.

Só por ouvir dizer – sem nada fazer – vinha com o conhecido : “quero o meu” !

A seletividade no cumprimento das obrigações revelava, então, sua verdadeira natureza: não defesa de especialidade técnica, mas direito autoconcedido à inércia.

A vagabundagem de alguns!

Sem esquecer que quando conveniente dominavam os equipamentos de telemática com de$envoltura, mas rotineiramente negavam-se a expedir singelas mensagens de dois parágrafos .

Devo também lembrar de alguns agentes de telecomunicações que eram verdadeiros sabotadores . 

Danificavam as antigas máquinas de telex propositadamente para não cumprir as suas obrigações . 

Mas eram muito diligentes para vender pesquisas sobre antecedentes  para  empresas , muitas vezes prejudicando um trabalhador que tinha um antigo e descabido indiciamento.

Para ilustrar : o escândalo no antigo DIRD , com a conivência ou omissão de valoro$os delegados.

Exemplos não faltam!

O LEGADO INCÔMODO DO FLIT PARALISANTE

Foram 24 anos observando e criticando essa patologia organizacional.

O Flit Paralisante não inventou a disfunção, mas a expôs com uma constância que, para muitos, tornou-se incômoda.

Deu nome e rosto à recusa sistemática de colaboração, à transformação de lacunas normativas em privilégios tácitos, ao ódio declarado ao cidadão que ousa buscar atendimento fora do “horário comercial”.

Diga-se , esse tipo de servidor conta com a simpatia de muitos delegados ; assim comunicar os fautores apenas acarretava a antipatia geral .

Não por acaso, quando a reestruturação geral começa a ganhar corpo, a resistência mais aguerrida não vem de quem aponta problemas concretos de implementação ; como eventual  rebaixamento indevido de atribuições, perda remuneratória disfarçada, ausência de contrapartidas estruturais.

Vem de quem simplesmente não quer que nada mude.

Especialmente daqueles que  entendem a função de investigação  como privativa e vitalícia .

Porque mudar significa, para esses, perder o principal álibi histórico: o “isso não é da minha conta”.

O QUE ESTÁ EM JOGO

A reestruturação que se pretende –  e que já se materializa em alguns estados não é um devaneio de burocratas de gabinete.

É resposta institucional à fragmentação das atividades , desperdício de talentos e corporativismo mafioso .

Ela propõe algo simples, mas revolucionário para os padrões atuais:

Que quem sabe perguntar e ouvir também pode registrar por meio audiovisual , elaborar autos e  relatar;

Que quem está na linha de frente entenda o cargo como instrumento de serviço público em evolução, não como sacerdócio  intocável;

Que a investigação criminal deixe de ser um ajuntamento  de feudos autônomos e passe a operar como sistema integrado;

Por força da lei , nada disso suprime a autoridade do delegado na direção e condução formal do inquérito, na análise jurídica dos elementos colhidos ou na decisão sobre indiciamentos e demais providências processuais;

Apenas reconhece que, antes da conclusão do inquérito policial – formalizado eletronicamente – há um extenso trabalho de campo, entrevistas, diligências e registros que pode –  e deve – ser compartilhado por todas as carreiras.

Atividades  – de regra – compatíveis  com a natureza e complexidade comuns a todas as carreiras operacionais .

Investigar não requer talentos especiais , requer-se dedicação  e qualificação continuada .

RESISTÊNCIA LEGÍTIMA E RESISTÊNCIA PARASITÁRIA

É preciso distinguir, para não incorrer no mesmo maniqueísmo que se critica.

Há resistência legítima: aquela que fiscaliza a implementação da lei, que exige contrapartidas remuneratórias justas, que denuncia tentativas de precarização travestidas de “modernização”.

Essa é não apenas aceitável, mas necessária ao equilíbrio republicano.

Há, porém, a resistência parasitária: aquela que nada propõe, nada constrói, apenas se apega ao organograma congelado como escudo para o monopólio e para a não colaboração.

É a resistência do “não sou obrigado” que nunca esteve, de fato, na lei ; mas que, pela repetição e pelo silêncio cúmplice – pelo bom viver familiar – ganhou status de prerrogativa funcional.

É contra essa segunda que a reestruturação se volta.

Não contra o servidor que quer ver sua carreira valorizada, mas contra o corporativismo que, sob o pretexto de defendê-la, a mantém refém da própria obsolescência.

POR QUE O “PELUCIAL” ERROU

Quando o “ Pelucial”  ironizou os defensores da reestruturação, acreditava estar desmascarando um truque.

Acabou, sem perceber, revelando sua própria dificuldade em aceitar que o Direito Administrativo não é um museu de cargos privativos e vitalícios .

Errou porque confundiu estabilidade com imutabilidade.

Errou porque tomou a  denominação funcional como cláusula pétrea e definidora das atribuições .

Verdadeiramente, o  sarcasmo do “Pelucial” não passou de um tiro no próprio pé.

O alvo era a reestruturação com a unificação nos moldes da Lei Federal ; o atingido foi o próprio argumento.

A FARSA DO DIPLOMA SEM VALORIZAÇÃO : COMO O GOVERNO ESTADUAL ENGANOU AS CARREIRAS”

Errou , também , por não ter lembrado que o diploma de nível superior – em quaisquer áreas – é mero requisito para inscrição no concurso . 

E neste sentido parece que , até hoje,  investigadores e escrivães não perceberam que não ocupam cargos técnico-científicos .

Foram vítimas de um engodo , uma farsa que custou muito caro para a Polícia Civil , pois escancarou um portão para alguns profissionais, sem vocação ,  recalcados e alguns mal-intencionados que escolhem o “capitis deminutio” em busca de mera estabilidade ou de dinheiro ilícito .

Não por coincidência , a maior parte busca a fila de inscrição para o cargo de Investigador .

De ser dito , nunca fomos contrários ao ingresso de portadores de diploma de curso superior ; agora uma realidade institucionalizada na Lei Geral . 

A crítica ao requisito para o concurso não é um ataque ao ensino superior, mas uma acusação política contra o governo estadual e contra aqueles que elaboraram a pretensa “reestruturação” de anos atrás.

A exigência do nível superior neste estado – há mais de uma década – foi enganosa e deletéria.  

Mas que agora serve de argumento contrário à reestruturação .

A lei geral repete o mesmo erro:

Art. 20. O quadro de servidores efetivos das polícias civis é composto por cargos de nível superior, em função da complexidade de suas atribuições, nos quais o ingresso depende de aprovação em concurso público de provas ou de provas e títulos, observados os seguintes requisitos:

§ 1º Para o cargo de oficial investigador de polícia é exigido diploma de ensino superior completo, em nível de graduação, em qualquer área, reconhecido pelo Ministério da Educação.

Pode ser teólogo , inclusive!

O VERDADEIRO SHOW

Certamente,  o grande espetáculo não esteja na lei geral, nem nas reestruturações em curso.

Talvez esteja, há décadas, na capacidade de alguns setores do funcionalismo policial de convencer a opinião pública –  e a si mesmos –  de que existe virtude em desobrigar-se de atividades policiais inerentes a todas as carreiras.

De que recusar-se a dirigir, a escrever, a atender e a registrar ocorrências e termos de inquérito é “defesa da carreira”.

Não é , nunca foi!

Muito antes , é total desamor pela instituição e desrespeito aos colegas de trabalho.   

Permanecer exatamente como está, com todas as suas disfunções reconhecidas e nenhuma solução encaminhada,  não é “resistência à precarização”.

O verdadeiro show de mágica não está em defender  a mudança.

Está em conseguir chamar de “especialidade” aquilo que sempre foi, no fundo, um álibi para não fazer aquilo que a lei obriga.

A reestruturação, ao extinguir esse álibi, não tira direitos.

Antes de tudo, apenas devolve ao cidadão aquilo que nunca deveria ter sido retirado: o direito a uma polícia que funcione e a policiais  que, enfim, assumam que perguntar, ouvir e escrever não é favor, nem privilégio, nem truque.

Caro Pelucial , em que ponto da Lei se pode extrair que as funções encolherão ?

E ao contrário do que você – equivocadamente – escreveu: o maior talento não é investigar crime — ” é defender o que pode enfraquecer a própria carreira” …

O maior talento não é apenas investigar crimes, mas lutar contra o que pode enfraquecer a própria carreira.

E no caso da reestruturação conforme a LONPC -LEI Nº 14.735, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2023​​ – nenhuma carreira sairá enfraquecida para a grandeza da Polícia Civil.

De se observar o artigo Art. 6º, § 1º , da LONPC:  as atribuições relativas às competências da polícia civil são exercidas exclusivamente por policiais civis em atividade, na forma da lei.

Um Comentário

  1. Perfeita explanação Dr Guerra, só não entendi por que o Estado de São Paulo foi a única que não teve nenhum tipo de reestruturação após Constituição Federal de 1988?

    Desde a década de 90 Auxiliar e Técnico de Telecomunicações, Carcereiro, Motorista, foram transformados em Detetives ou Investigador, nos links tem a reestruturação de todos Estados.

    https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_de_Minas_Gerais&oldid=16552480&fbclid=Iwb21leAP7OdNjbGNrA_s5x2V4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHp6L-wj9F-1dc1HzTicOwzgwy-c4hzieHE5w0q9SXn7U12kQVL33v1zXF-1f_aem_kSBe0zNYqZmOw3F83lq7Nw

    https://alerjln1.alerj.rj.gov.br/CONTLEI.NSF/e9589b9aabd9cac8032564fe0065abb4/407a5c1b832573fe03256a76005cbf1c?OpenDocument=&fbclid=Iwb21leAP7ObljbGNrA_s5tWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHv6jcIXe9NwOvUxfDSeamISx_z_Tcl1DpRrrMibGY0AtpijR_J0oyRtdH3Yq_aem_WdsrQi7gXEi3aVmRkbai8A [12/02, 19:57] Mark James: https://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/listarAtosAno.do?action=exibir&codAto=7724&codItemAto=68674&fbclid=Iwb21leAP7OaRjbGNrA_s5nWV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHtJy2zXygV7Ujw_rdgD6qlqYbjjXojCOeW7mTyndanxnfAoSCpSSxUixsE4r_aem_qg243eyDroOfOoVnB0jktw

    https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_de_Minas_Gerais&oldid=16552480&fbclid=Iwb21leAP7OdNjbGNrA_s5x2V4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHp6L-wj9F-1dc1HzTicOwzgwy-c4hzieHE5w0q9SXn7U12kQVL33v1zXF-1f_aem_kSBe0zNYqZmOw3F83lq7Nw

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    • Sherlock , por uma razão muito simples e aferível por estudos dos anos 1960 , 1970 e verificando-se as exonerações e nomeações publicadas em Diário Oficial , pelo menos até a maldita distorção da LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais; mais de 60 % dos delegados de polícia – depois da multiplicação dos cursos de direito – diga-se pouco exigentes – são egressos da carreira de investigador. Salvo algumas louváveis exceções nunca passaram de tiras com “status” e salário melhorados. Poucos lutaram , verdadeiramente , pela transformação da Polícia Civil. Para esses: se melhorar estraga! Nos últimos 31 anos , ou seja , desde 1985 , apenas 5 (cinco ) de 13 ( treze ) DGPs não pertenciam á carreira de investigador , a saber : Dr. Antônio Carlos de Castro Machado ( advogado ) , Dr. Luiz Paulo Braga Braun ( professor e advogado civilista ) , Dr. Mário Jordão de Toledo Leme ( advogado ), Dr. Marcos Carneiro Lima ( desconheço ) e o Dr. Maurício Blazeck ( desconheço ) . E lamentavelmente o Desgualdo – investigador – grudou na cadeira por 8 anos. Na minha pessoal opinião : só arrombou a PC !

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      • ​1. Crítica à Origem Acadêmica e Profissional

        ​O autor argumenta que a qualidade dos Delegados de Polícia caiu devido à “multiplicação dos cursos de direito” menos rigorosos. Ele destaca que mais de 60% dos Delegados são egressos da carreira de Investigador.

        • A “Mentalidade de Tira”: Para o autor, a maioria desses delegados não mudou sua postura profissional ao subir na hierarquia, agindo apenas como investigadores com salários e cargos superiores, sem uma visão estratégica ou jurídica refinada.

        ​2. Resistência à Mudança

        ​O texto sugere que existe um comodismo institucional. A expressão “se melhorar estraga” indica que, na visão do autor, esses profissionais preferem manter o status quo e não lutam por uma reforma estrutural ou modernização da Polícia Civil, pois o modelo atual lhes convém

        ​3. Histórico de Liderança (DGPs)

        ​O autor utiliza dados históricos (mencionando o período de 1985 em diante) para provar que a cúpula da instituição — os Delegados Gerais de Polícia (DGPs) — é dominada por ex-investigadores.

        • ​Ele cita nominalmente apenas cinco exceções que não vieram da carreira de investigador.
        • ​A menção específica ao “Desgualdo” e o termo “grudou na cadeira” servem para ilustrar o que ele considera um período de estagnação ou gestão negativa.

        ​4. Visão sobre a LGPD

        ​Há uma crítica lateral à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que o autor chama de “maldita distorção”. Ele a vê como um obstáculo à transparência, alegando que a lei dificulta o acesso a dados públicos (como nomeações e exonerações) que antes eram mais fáceis de auditar via Diário Oficial. ​Resumo da Intenção do Autor

        ​O autor acredita que a Polícia Civil sofre de um problema de identidade e gestão, causado por uma liderança que, em sua maioria, mantém vícios da base da pirâmide (investigação operacional) em vez de adotar uma postura de gestão e transformação da carreira. Para ele, essa continuidade de perfil no poder impediu a evolução da instituição nos últimos 30 anos

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        • Agente de IA , o dado de que mais de 60% dos delegados vieram da carreira de investigador tem o objetivo de demostrar – não de fazer prova – a captura da cúpula por uma mesma cultura operacional , não para dizer que ex‑investigador é “menos delegado” ou “menos jurista”. Apesar dos inúmeros exemplos de quem confunde “habeas corpus” com “Corpus Christi ” e ainda troca estupidez por estupidês ou escreve embriaguês em vez de embriaguez. E diga , qual deles possui ou possuía “uma visão estratégica ou jurídica refinada”. Em relação ao Desgualdo , criou os DEINTERS , indicando como Diretores seus amigos ou amigos de amigos. Na real: espalhou a corrupção “paulistana” Estado afora. Sobre a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais , por maldita distorção entenda a interpretação e aplicação no âmbito da Administração deste Estado que, entre outras questões contrárias á lei , nega vista a decisões absolutórias no âmbito de processos administrativos , ou seja , absolve-se e reintegra-se ladrão , mas nega vista dos fundamentos jurídicos para quem foi penalizado por fatos menos graves ou por mera perseguição . E o subscritor não acredita , tem certeza. Meu caro , o único delegado geral – dos últimos 40 anos – que modernizou a PC foi justamente aquele que foi reputado como traidor da classe: Dr. Amândio Malheiros, apesar das polêmicas do governo Quércia. O resto só cuidou de gastar verbas com armas vagabundas e viaturas . Nem de reformas de prédios cuidaram. Em tempo : por que a Administração não publica , depois do curso de formação , não elabora estudo sobre o perfil de cada um do delegados aprovados, especificando a sua anterior formação e experiência profissional. Como é que se pode verificar a “experiência jurídica” mínima de quem “vem de fora” ? Por exemplo: ser inscrito na OAB , isoladamente , não comprova o exercício de, pelo menos, 2 anos de atividade jurídica. Tente requerer informações sobre a experiência profissional de um aprovado ? Obterá um sonoro: INDEFERIDO NOS TERMOS DA LGPD.

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          • Falou tudo, Dr. Guerra!

            Na PM ou nas forças armadas, a barreira entre o Praça e o oficialato é nítida. E assim é na Polícia Civil, Delegado é sangue azul Agentes da Autoridade Policial nunca estarão do mesmo nível.

            Quem não nasceu de ‘sangue azul’ nunca vai estar no mesmo nível.

            kkk

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      • Espero que todos os delegados de polícia que foram investigadores de polícia e também os investigadores ativos e aposentados vejam a ojeriza que o flit tem desses profissionais. Criticar instituições é legítimo em uma democracia. Porém, transformar críticas em ojeriza generalizada prejudica o diálogo e desvaloriza profissionais que cumprem seu dever com ética. A ojeriza contra investigadores da Polícia Civil de São Paulo revela um problema maior do que simples antipatia institucional: trata-se de um fenômeno alimentado por generalizações injustas. É inegável que erros e desvios devem ser investigados e punidos com rigor. No entanto, transformar casos isolados em regra é uma postura que enfraquece o debate público. Criticar é legítimo. Cobrar transparência é necessário. Mas cultivar o desprezo indiscriminado contra uma categoria inteira não contribui para a melhoria das instituições. Pelo contrário, reforça a desconfiança social e dificulta avanços. A ojeriza direcionada a investigadores da Polícia Civil paulista pode ser compreendida como manifestação negativa e recalcada.

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        • Dr. Sirene ; também espero que todos leiam . Mas a minha “ojeriza” não é por ressentimento , é por percepção . Aliás , ontem um casal de veteranos dessa carreira , uma investigadora de 68 anos , passaram a usar coleiras eletrônicas em razão de contumaz atos de corrupção. Mais um caso isolado “rotineiro “. De qualquer forma , deixo aqui as minhas homenagens ao doutor Kleber Altale e ao dr. João Dutra , duas exemplares exceções. Certamente , há outros com os quais não tive a honra de trabalhar .

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  2. Quantas vezes não recebi em cartório relatórios porcamente escritos e investigações feitas de forma jegue por investigadores que se recusavam a fazer o básico e o mínimo; aqueles tipos que se recusam a fazer o primeiro ato de investigação, isto é, o BO, porque é trabalho de escrivão! Daí tinha que refazer tudo que o jegue não fez direito pra dar alguma solução ao fato e esclarecer a autoria. Mas diziam que escrivão não investiga…

    É inconcebível que um policial de um cargo de nível superior e que, segundo os próprios, é o mais concorrido, não saiba redigir um BO, colher declarações e fazer um relatório decente.

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    • Nogueira se pms escrevem descançar e continecia em escola cívico militar ,o que esperar dos outros.

      Prezado(a) Sr.(a) Escrivão(ã),

      Registro minha insatisfação quanto à forma como fui atendido(a) em nosso último contato.

      Independentemente das circunstâncias, o atendimento ao público deve ocorrer com urbanidade e respeito, especialmente no exercício de função pública. A postura adotada não foi adequada e não condiz com a conduta esperada no ambiente institucional.

      Solicito que, a partir deste momento, nossa comunicação se dê de maneira estritamente profissional e respeitosa, para que possamos tratar do assunto em questão com a seriedade que ele exige.

      Aguardo a devida condução do caso.

      Atenciosamente,

      Escritira

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  3. Tic tac… Tic tac… Opa cadê o Rambo Caipira para xingar o Dr Guerra e mandar ele estudar? Sumiu? Pois é. Famoso leão de teclado covarde mesmo. Cadê os defensores do atraso?

    Sumiram… Retornaram ao esgoto.

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    • Interessante… achei que sua função aqui fosse auxiliar na necropsia, não testar a paciência dos colegas. Se aplicasse no trabalho a mesma intensidade que usa pra ser desagradável, talvez o setor rendesse o dobro. Se você colocasse no trabalho metade da energia que coloca na arrogância, talvez já tivesse evoluído profissionalmente. Volte para suas atribuições.

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      • Dei ruim né? E não sou auxiliar de necropsia. Tomou na ponta do queixo né? Você esqueceu que quem desceu pro play foi você? Agora aguenta Rambo caipira. Não é você que não suporta ouvir umas verdades? Cadê você agora mandando o Dr Guerra estudar? Ele literalmente escreveu o que te falo há tempos, mas você ficou pianinho do jeito covarde que vc é. Trabalho onde quero e vc fica mordendo a fronha aí de raiva. Trabalho em DP classe especial otario. Já vc… Um coitado. Cedo ou tarde o passaralho vai aterrissar em vossa circunscrição anal. Só aguardar. Kkkkkkk

        Não tem como não se tornar escritira! Huahuahua

        Retorne ao pântano forma decadente.

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        • Idiota sabemos quem é vc , esteve na alesp defendendo a lonpc mostrou a cara cuzao , acha que não sabemos identificar. Vc é um coveiropol.

          Comédia do coveiro

          O coveiro chegou atrasado no enterro.
          O padre olhou feio e perguntou:

          — Meu filho, por que a demora?

          Ele respondeu:

          — Desculpa, padre… é que eu estava “enterrado” de trabalho!

          O amigo perguntou pro coveiro:
          — E aí, como vai o trabalho?

          Ele respondeu:
          — Rapaz, não posso reclamar… o pessoal lá é muito tranquilo. Nunca ninguém responde quando eu falo!

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          • Cara… Vc acha q me denigre chamando de coveiro? Faz parte da minha atribuição pedir p abrir cova mesmo e futuramente da sua se seguirem a LONPC. Viu como vc mordeu a fronha Romulo!? “Identificamos”… No plural mesmo? Kkkkkkk É a muito amor. Vc não identificou porra nenhuma, pq vc é um burro incompetente do baralho. Seria a coisa mais fácil do mundo me identificar, mas para vc o “super tira” é quase uma missão impossível. No fim não rebateu o Dr Guerra, passa vergonha como sempre e sempre leva uma peba minha.

            Saia do pedestal, aprenda um pouco a ter mais humildade e comece a trabalhar de fato seu cansado. Esqueci de mencionar que não fui na ALESP nesse dia. Depois do NU de papel e GAT aprendi a não ser mais massa de manobra. Porém isso não é da sua época pivete de idade avançada. Tem meia hora de polícia, trabalha aí na roça e se acha um super polícia. Já investigou quem furtou a galinha do seu João a a roupa do varal da Dona Maria? Kkkkkkkkkk

            Você é o maior predador q existe… Não pode ver uma vergonha que já vai pega-la.

            Um excelente Domingo e aproveite e troque sua Fronha q já deve estar toda babada e cagada.

            Cordial abraço por trás do Coveiro, Severino e sei lá mais o que…

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            • Você se julga inteligente, mas tirei vc do sério e prepare-se porque ao usar a palavra denegrir vc comete racismo, vc esteve na alesp sim e segurava uma faixa, bandeira em favor da lonpc, vc até criticou lá o Rebouças do sipesp. Sabemos quem é vc papa -defunto.

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                • PCSP , você sabia que o Rui Ferraz foi meu colega de classe em 1988? E de banco no fundão da classe …Ele já era investigador desde uns 19 pra 20 anos . Quer saber para onde ele corria quando não havia atividade no período noturno ? Ele depressa montava na sua XL vermelha e saia no pau para se ajeitar e continuar o curso extensivo do Damásio de Jesus …Ele nos falou certa vez para a nossa turminha , um pessoal de idade entre 23 a 28 anos , entre nós um 1 Tenente da PM : ” o meu sonho é ser Promotor” …Qualidade nunca lhe faltou , talvez tenha lhe faltado referências que quebrassem o estigma . E talvez esse fato explique que individualmente ele foi bem sucedido . Mas como delegado só conjugava verbos em 1a. pessoa . Qual foi o legado positivo que ele deixou para a Instituição?

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            • me tirou do sério? Viu eu com faixa? Pqp. Manera na farinha ou na erva misericórdia. Não achei q vc iria tão longe na burrice e alucinação.

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  4. Falam bem, falam mal, mas sempre falam da carreira de Investigador de Polícia. Talvez por isso gere tanta inveja.

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      • VAI FICAR ESPERANDO, CARO GUERRA!

        PRECISA PARAR DE FICAR CRITICANDO APENAS UMA CARREIRA.

        AFINAL, A SUA CARREIRA (EX) NÃO SERVE DE EXEMPLO À NINGUÉM, NÉ?

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        • PCSP , a minha anterior carreira é muito especial e muito importante , infeliz foi capturada há muitas décadas pela politicalha canalha culminando transformada num curral . E na linha do teu pensamento talvez a unificação dos operacionais no cargo de Oficial Investigador seja o primeiro passo para a tão sonhada carreira única. O que não se pode é continuidade do destino do órgão nas mãos de grupelhos de investigadores de polícia que transmitem o cargo de pai para filho ou “entre a irmandade” desde 1967 , quando os militares resolveram exterminar com a carreira de delegado de polícia, dando preferência por tiras com diploma obtido em 4 anos frequentando aulas aos sábados. Verdadeiramente, existiram e existem policiais ( de todas as carreiras ) brilhantes e que estudaram muito para galgar a carreira de delegado …Mas as ratazanas da minha ex-classe , quase que majoritaramente , tem idêntica origem: investigadores…Estranhamente , os maiores investigadores de que tenho notícia nunca desejaram ser delegados e nem Direito estudaram . E sou testemunha ainda viva: trabalhei com pelo menos três que em questão de cultura , elegância e inteligência me davam orgulho …E por isso , sem falsa modéstia, poucos conhecem das polícias como eu . Destaco que conhecer da Polícia, ou seja , suas origens , sua cultura, as suas mazelas é muito diferente de saber “de polícia” . Eu sempre me reservei àquilo que a lei espera dos Delegados, que o Dr. Luiz Carlos Rocha – um dos mais brilhantes delegados da história – denominava fórmula do “3 S” . O líder qualificado Sabe o que se deve fazer , Sabe o que foi feito e Sabe o que falta fazer …Eu ao longo do tempo acrescentei outro S : Sabe que o sucesso é resultado coletivo . Em matéria de atividade policial , assim como no futebol , ninguém vence jogando sozinho .

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  5. Poderia fazer um texto explicando como alguns investigadores mantém tais maus hábitos, como se fossem invisíveis aos seus superiores? Como a fala “isso não é minha atribuição” se perpetua por tanto tempo? E aos investigadores que não seguem esse discurso e ajudam os demais colegas no possível até mesmo no improvável, vez que já vi investigador tocando IP, deixo meu respeito e reconhecimento que toda generalização é equivocada. Conheço excelentes investigadores, mas infelizmente são poucos, em minha humilde opinião quando comparados com aqueles que seguem a filosofia do “não vou fazer”.

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  6. <

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    Caro Guerra!

    Com todo o respeito que o sr. merece, defender com unhas e dentes a junção de cargos sem antes ouvir os realmente interessados me parece um pouco antiético de sua parte.

    Em tempos onde tudo caminha para a especialização, implantar o policial genérico me parece um passo atrás… ou muitos.

    É preciso analisar com muita calma toda essa situação, posto que a maioria das cidades pelo interior contam apenas com dois policiais, um escrivão e um investigador/agente.

    Com essa fórmula mágica, bastaria apenas um… o famoso ESCRAVOPOL.

    Porque então não implantar a carreira única, até o delegado de polícia ?

    Há… vai dizer que o delegado é um cargo previsto na CF e na CE, mas basta uma mudança na constituição, ou não ?

    Nós todos sabemos, e você sabe muito bem, que a maioria dos delegados sequer vão as delegacias, em especial nos plantões e nas delegacias das cidades do interior, onde recebem um GAT maior que o salário mensal dos policiais que lá trabalham.

    Fica a seguinte pergunta:

    *Os delegados apoiam a implantação da carreira única na Polícia Civil?*

    Apenas reflita um pouco!

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    • PCSP, eu escuto os interessados desde junho de 1988. O que os Delegados apoiam ou não é irrelevante . O que importa é aquilo que os eleitos pela vontade da maioria do povo brasileiro decidiu depois de duas décadas ouvindo os interessados. A carreira única foi discutida , mas o legislador preferiu o modelo histórico do Brasil . Nada impede que no futuro o modelo seja alterado . E reflita um pouco sobre o seguinte , estou defendendo mudanças , conforme a Lei Geral Federal , que não me trazem nenhum proveito pessoal ; pelo contrário só ganhei antipatia entre os membros da carreira de Investigador, especialmente entre os que ingressaram já com a exigência do NU , genérico. Que sempre fui contrário e estava , infelizmente , certo . E nunca se pode agradar a todos , salvo sendo falso .

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        FRACA A SUA RESPOSTA.

        PODE APOSTAR QUE O LEGISLADOR ASSIM DECIDIU TENDO EM VISTA O POSICIONAMENTO DAS OTORIDADES POLICIAIS, OU NÃO?

        ACOMPANHEI DE PERTO TUDO ISSI E POSSO LHE AFIRMAR QUE ESTE PROJETO ORIGINAL PREVIA A CARREIRA UNICA À MODA PRF, ATÉ DELEGADO.

        POR ACORDO INFELIZ ENTRE A ADEPOL E OS VENDIDOS DA COBRAPOL, FICOU APENAS NO RABO DOS TROUXAS SERVIÇAIS.

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  7. Às vezes, penso que o mala é meu maior inimigo, mas vendo os comentários concluo que o maior inimigo do policial pode ser seu colega de plantão.

    Se o OIP em São Paulo for implementado somente aos investigadores, darei os parabéns a essa nobre casta, e aí chegarei a conclusão: a polícia civil é mandada e desmandada pelos investigadores mesmo.

    O melhor cargo da polícia civil como dizem, com licença poética para não trabalhar e empurrar tudo aos outros.

    OIP a todas as carreiras da base da polícia civil: agepol, agetel, escripol, carcepol e investipol!

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  8. Nao ‘a generalização?

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    Putz, querem usurpar uma das atribuições que é da Polícia Judiciária (e óbvio que não de uma carreira).

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    Lembrando que essa atribuição é comum a todas as carreiras, que são policiais civis, e não exclusiva de uma carreira (lembrando que e cargo).

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    Se oip for exclusiva de investigadores, pode fechar as portas e colocar a placa: passa-se o ponto”.

    Melhor explanação com fundamentos que já li (e olha que foram vários, inclusive algumas defendendo a prerrogativa dos investigadored), com acerto cirúrgico sem chance de refutar.

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  9. Opa parece q o parceiro de DP do super policial apareceu p defender sua amada… Quando responder, o faça pelo celular, pq não dá p ler. Porém vcs gênios são muito foda.

    Tentem adivinhar quem é este ser:

    ”Ainda bem que ainda há policiais com desvio p ajudar no serviço “

    Super policial “ está faltando policial onde cara pálida?”. “Só se for na sua Delegacia”.

    “Espero que todos se tornem OIP acabará com a frustração e inveja de muitos”

    Super policial “aiinnn aiinnnn há Delegacias aqui no interior que apenas contam com um investigador/Agente e um escrivão. Aí será o escravopol. Pense nisso!” PS: Quanta coerência hein. Rsrsrs

    ”aiinnnn aiinnn pare de atacar apenas uma carreira! Antiético! Fraca sua resposta! Então vamos de carreira única!” Pique 5 série!!! Risível e patético!

    Ninguém quer ser tira, pois OIP é uma carreira nova. Eu pessoalmente prefiro serviço administrativo, mas de acordo com o super policial número 2 da caipirolandia sou frustrado. Atenção puxa saco que faz supino com as bolas do R.A.R… Antes de descer pro play, já fique sabendo das regras… Aqui ninguém separa briga virtual. Levará uma surra e passar vergonha. Já adivinharam quem é este super policial?

    Aaaa um mero detalhe ao super advogado frustrado… Como eu praticaria racismo contra eu mesmo? Entendi… E como falar que buraco negro também é racismo! Racismo contra o universo! Peraí… já sei! O termo é racista, então se eu falar que vc está me denegrindo, aí eu estaria praticando racismo contra outro branco.

    Esses tico e teco viu…

    Já já vão ter que começar a intervir nesses espancamentos virtuais que vcs sofrem.

    OBS: Qual o nível de esclarecimento de crimes dos senhores? E os outros que são frustrados. Kkkkk

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